A Filha do Louco

A Filha do Louco Megan Shepherd




Resenhas - A Filha do Louco


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Uma volta literária 07/08/2020

Envolvente e cheio de mistérios!
RESENHA: A Filha do Louco

E aí? Vamos dar mais uma volta literária?

Esse livro, escrito pela Megan Shepherd, se trata de um suspense com um romance histórico... o pacote completo para mim, rsrsrsrs!

Essa história que eu, particularmente, achei envolvente e cheia de mistérios fala sobre Juliet Moreau, nossa querida principal.

Após um escândalo envolvendo seu pai, um médico, o Dr. Moreau, e, também, o desaparecimento desse, a vida de Juliet acabou sendo totalmente afetada.

Esse acontecimento arruinou a reputação, que era de grande relevância no período, dela e de sua mãe.

Assim, além da sociedade londrina, os parentes e antigos amigos as abandonaram à margem da sociedade.

Após a morte de sua mãe, nossa principal construiu sua vida trabalhando como arrumadeira e tentando lidar com todas as consequências do escândalo.

O seu pai havia sido acusado de fazer experiências sinistras envolvendo seres humanos e animais.

Mas será que tudo isso era verdade? Será que seu pai era, de fato, o monstro que a sociedade dizia ser?

Passando sua vida convivendo com a possibilidade do seu pai estar morto e com diversas dúvidas sobre os acontecimentos anteriores, Juliet foi surpreendida com a notícia de que seu pai estava vivo e exilado em uma ilha tropical remota, talvez... fazendo aquelas sinistras operações...

Então, determinada, nossa principal embarca em uma viagem para reencontrar seu pai.

Nesse período, ela irá descobrir muitos mistérios acerca do passado, verdades sobre si mesma e se envolverá em alguns romances...

- O antigo criado de sua família ou o estranho misterioso náufrago?

Eu simplesmente me apaixonei pela história! E estou louca para ler a sequência!

E já aviso, o final termina “em aberto”, deixando aquela pontinha de curiosidade e um coração ansioso para ler os outros livros!

Você já leu “A Filha do Louco”? Se sim, gostou? Ficou com vontade de ler? Conta aqui nos comentários!

site: https://www.instagram.com/uma.volta.literaria/
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Bia 05/07/2020

A filha do louco
Gostei muito desse livro. É uma história improvável, envolvente que me prendeu do início ao fim.
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Beatriz Calsada 27/06/2020

Não sei como não li antes
@/literacombia
Sinceramente, este livro estava parado na minha estante desde 2014!!! Caiu muito bem para mim uma leitura diferente de tudo que eu já tinha lido.
Gostei muito dessa perspetiva do livro A Ilha do Dr Moreau, de H.G Wells. É envolvente e me deixou tão viciada que passei os últimos 3 dias sem largar o livro. Um "quê" de romance foi muito bem colocado.
A única coisa que já alerto é que a continuação (+2 livros) não saiu no Brasil :/
Mas ainda sim a leitura vale muito a pena!
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Carol 25/06/2020

Amei!!
O livro é incrível, uma história que prende o leitor... Literalmente... Afinal depois de ler ele em dois dias pude voltar a vida cotidiana...
Ele foi perfeito do início ao fim, não deixou nenhuma ponta solta, e isso foi incrível pois só quando fui adicionar o livro no Skoob que descobri que tem continuação!
Mesmo que a continuação não esteja traduzida ainda, ele não deixa a desejar com o final da história com questões não resolvidas, oque é um ponto muito positivo pois odiaria esperar meses ou anos até anunciarem a tradução da continuação.
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Syrah 30/04/2020

É um livro que surpreende o leitor mesmo que ele já tenha suas suspeitas, adorei a descrição dos detalhes e a pequena surpresa do final pra mim foi realmente inesperada mesmo já "sentindo algo errado"
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Augusto Bogo 09/02/2020

Interessante...
Uma história interessante que me manteve atento a cada página. Acho que o livro teve um pouco de enrolação, podendo ter tido um desfecho bem antes.
Algumas reviravoltas se mostraram forçadas, mas nada que fizesse a história menos interessante.
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Beatriz de Brida 18/08/2019

Insano em essência, cruel, e absolutamente aterrorizante
“(...) Essas coisas eram sintomas da mesma doença: um tipo de loucura que herdara do meu pai. Havia uma atração visceral me levando em direção às possibilidades mais sombrias da ciência, tênue linha que separa a vida da morte, em direção aos impulsos animais escondidos por trás de um corpete e um sorriso.”

A Filha do Louco tece, com precisão cirúrgica, uma ambientação desconfortável e pungente, que insere totalmente o leitor em seus elementos: um mundo sufocante de corpetes, vestidos longos e recatados, o assédio pesado dos homens, e as posições sociais. Esse tecido de normalidade é incisivamente cortado pela atmosfera médica sobre a qual o enredo gira: bizarros experimentos em humanos e animais suscitando discussões sobre behaviorismo e crueldade, remontando ao arquétipo universal do Médico Louco que ultrapassa limites morais em nome da ciência. Assim se apresenta o submundo de Londres nessa trama, fazendo-se sentir na pele a sujeira das sarjetas, o suor salgado, precariedade dos locais pobres e o preconceito da divisão de classes e gêneros que pavimenta as ruas. Ali, escândalos podem tragar sobrenomes para um abismo de exclusão. Foi o mal que acometeu Juliet Moreau, inicialmente a faxineira misteriosa de uma universidade, a beleza assolada pelas péssimas condições financeiras e solidão. Nem sempre fora assim, no entanto. Anteriormente, a família Moreau estava no ponto alto da hierarquia londrina, sendo seu pai, Henri Moreau, um renomado médico. Até que uma série de supostos crimes formam um escândalo e a arrancaram brutalmente do meio que conhecia, deixando-a sozinha com nada mais do que questionamentos e nenhuma moeda no bolso.
Um aspecto incômodo e, ao mesmo tempo, atraente, foi a protagonista Juliet. Sua personalidade é construída de uma maneira bem dicotômica, um lado superficial que me repelia e outro, complexo, que atraía de volta. Ela foi moldada por vários fatores sombrios do passado: a infância permeada por gritos vindos do Laboratório do pai, os animais que lá entravam e jamais saíam, a acusação do homem por experimentos ilegais que são sempre citados superficialmente no início da trama, e que culminam em uma explicação aterrorizante. A figura paterna projeta uma sombra escura que envolve a jovem profundamente, prendendo-a em seus braços, o aperto mantendo vívida todas as memórias a respeito dele, das afetuosas ás tempestuosas. Sua frieza constante relembra Juliet do seu abandono e a razão do mesmo, questionando a si mesma sobre o quanto conhecia do homem que lhe criou. E sua escuridão, por fim, bombeia mais forte o sangue nas veias da garota, sangue Moreau e o mesmo do pai, onde pulsa uma paixão pela medicina doentia. E é aí que a personagem mostra sua faceta mais atrativa, seu amor pelo estudo de corpos, esqueletos, instrumentos médicos e musculaturas, em um período em que mulheres não eram permitidas nesta área. A única maneira com que conseguia manusear e estar perto desse ambiente era através da faxina, a profissão que conseguiu em um hospital da universidade após o escândalo envolvendo sua família. Ela é dona de um raciocínio impressionante capaz de memorizar procedimentos e estudos médicos melhor, por muitas vezes, que a maioria dos garotos ricos que estudam na universidade sem esforço ou dedicação, sustentados pelas famílias. Ao mesmo tempo em que repudia essa atração, a mesma é responsável por afiar ainda mais o coração de Juliet no formato necessário para sobreviver ao assédio sofrido constantemente por ser uma jovem mulher no auge do patriarcalismo na sociedade londrina, e a ausência de apoio familiar o tempo todo. No entanto, ela frequentemente deixa-se flutuar para longe desse molde, externando seu outro lado. Afinal, Juliet é uma criança forçada a crescer, arrancada de seu meio e, com apenas 16 anos, sozinha em um trabalho exaustivo que mal lhe forra o estomago, com um sobrenome escandaloso pesando nas costas. Os resquícios dessa criança sobem a superfície a todo momento, no rubor em suas bochechas no contato com rapazes, o recato e boas maneiras que foi ensinada a possuir, as atitudes inconsequentes e, por vezes, submissas. Esses momentos de fragilidade, em que a nostalgia a leva de volta a casa cheia de luxo quando ainda era considerada uma dama da Alta Sociedade, causam irritação. A força de sobrevivente que Juliet criou acaba por vedar nossos olhos diante da realidade de que ela é apenas uma adolescente, não uma mulher adulta. Seu coração ainda se comporta como a jovem dama que deveria ser em outra vida, sem o escândalo, desfazendo-se de amor por garotos e saindo para se divertir e beber com uma amiga, sem pensar nas consequências. Juliet Moreau é, em suma, uma das vivissecções que tanto a abominam e assombram: uma cobaia dissecada viva dia após dia, pela escuridão que a circunda e aa genética maldita em seu sangue. E, assomando-se por trás de tudo, o cirurgião dessa história: seu pai louco.

A inserção de Montgomery, o amigo de infância que reaparece e imediatamente desperta sentimentos em Juliet, pareceu forçada. Foi justamente esse imediatismo em criar um romance na trama que apagou qualquer chance de química entre os personagens. Soa irreal a facilidade com que a paixão entre os dois surge, e tudo que aprendemos sobre o rapaz, no início, é pelo que Juliet conta, não por ações do próprio Montgomery. A adição de Edward Prince a trama, um misterioso náufrago, apenas o coloca em uma posição de deslocamento com o restante. O triângulo amoroso não cativa, e a ele é direcionada demasiada atenção que poderia ser aplicada em outros aspectos mais interessantes.
Juliet foi moldada com bisturis e facas como um dos experimentos de seu pai, a infância afogada no formol do laboratório do patriarca e sendo forçada a procurar suturas para seus cortes na própria força interior.

Há uma transição de cenários um tanto brusca, causando uma estranheza talvez intencional, ampliando o grau de desconforto com o local: a Ilha.

“Trocara um inverno inglês cruel pelo quente sol tropical e o belo canto de pássaros desconhecidos”

“ Talvez eu devesse me sentir deslocada naquele lugar tão distante das ruas barulhentas de Londres. Entretanto, havia uma serenidade ali, como se eu houvesse atravessado a fronteira e entrado em um lugar que fosse ao mesmo tempo novo e familiar. Aquele homem grisalho não era um estranho. Era o meu pai.”

A Ilha tropical e selvagem surge como o refúgio do misterioso (para dizer o mínimo) pai de Juliet, um ambiente absolutamente assustador. Agonizamos, impotentes, conforme assistimos Juliet explorar o que os confins desse local exótico tem a mostrar, revelando-se cada vez mais aterrador quando o conhece além da primeira vista. Afinal, trata-se de uma ilha constituída de habitantes bizarros e selvagens, um Forte onde um doutor maluco trabalha em experiências que gritam e choram durante a madrugada solitária. O quesito assustador ganha um nível a mais com a relação entre Juliet e seu pai. A necessidade de aprovação, carinho e família da garota são os grandes motores que a levam através do oceano, acreditando ser capaz de encontrar tudo isso sob o jaleco do pai, sendo um cientista maluco ou não. Ela se torna disposta, inclusive, a reprimir seus gostos e objetivos, cedendo a submissão clássica da filha ao pai. Mas Juliet, como discorrido antes, é muito mais forte do que isso. O problema é: quão apertada e escura é a venda que seu pai e o contexto em que vive colocaram, com a perícia de um médico louco, sobre seus olhos?

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Daiany.Cordeiro 16/08/2019

Surpreendente
Eu peguei esse livro emprestado da biblioteca juntamente com mais dois outros livros, os outros eu já conhecia, já tem filmes deles, e esse era completamente desconhecido por mim, apesar de já ter ouvido falar de um outro livro da autora, O Mistério dos Cavalos Alados. Peguei esse livro pela capa, não li a sinopse, e com a visão da capa e o título, achei que poderia ser um livro de mistério e na pior das hipóteses terror (não gosto de livros de terror mas acabo lendo alguns) e na verdade o livro é de ficção científica.

Que bom que não li a sinopse, eu não teria pegado para ler, já que não leio muito ficção científica, fui surpreendida, gostei muito do livro.
Não deixa de ser de terror, já que tem umas experiências macabras com animais, então acredito que algumas pessoas vão odiar esse livro, por que realmente é tenebroso o que fazem com os animais.
Eu amei esse livro, e ao mesmo tempo odiei por ter lido, já que descobri que não tem a continuação em português, e o final me fez querer ler a continuação desesperadamente.
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Laís 22/01/2019

Muita enrolação
Esse livro poderia facilmente ter sido escrito em 200 páginas, se a autora tirasse as partes românticas desnecessárias. A ideia foi boa, tanto que as partes que não envolviam triângulo amoroso eram de prender a respiração. Mas nem elas foram capazes de salvar esse livro da minha pilha de desperdício de tempo literário.
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Ane 16/01/2019

Uma curta opinião sobre o livro
Ir lá vai mais uma dica de leitura "A FILHA DO LOUCO", a trama é baseada no clássico de H. G. Wells, "A Ilha do Dr. Moreau". O livro "A FILHA DO LOUCO" é um livro que me deixou mesmo meio louca quando tiver que imaginar os acontecimentos que eram citados, mais é uma ótima leitura. Esse livro é o primeiro da trilogia "A FILHA DO LOUCO", o primeiro livro chegou aqui no Brasil em 2014, ir o segundo e terceiro livro da trilogia foram lançados em 2014 e 2015 mas só lá fora, pós só achei eles em inglês prá comprar, ir isso é uma pena pós o final do livro me deixou muito ansiosa pela continuação.
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spoiler visualizar
Manuele.Morais 12/01/2019minha estante
Ruim assim? E eu louca pra ler esse


Letícia Serrat 31/01/2019minha estante
Jura? Eu também estava louca para ler!


Silvia AC/DC 12/02/2019minha estante
Meninas, eu não aguentei. Ficar imaginando cenas de vivissecção me fez muito mal. A única coisa que gostei deste livro foi a capa (acho que foi ela que me ajudou a comprar).


Manuele.Morais 13/04/2019minha estante
Eu já comprei um livro pela capa e honestamente não gostei kkkkk




Debora 08/06/2018

A filha do louco - Megan Shepherd
Este livro relata, pela visão da autora, os acontecimentos após a obra de H. G. Wells “A Ilha do Dr. Moreau” (Eu não li a obra de Wellss, mas depois de “A Filha do Louco” ele entrou na minha lista rsrs), e é o primeiro volume de uma trilogia do mesmo nome.
A história é uma mistura de ficção científica e suspense, narrado em primeira pessoa, que se passa durante o século XIX.
Na infância, Juliet Moreau viu seu mundo desabar quando as experiências de seu pai, até então o cirurgião mais famoso de Londres, com animais e humanos foram descobertas. Diante desse escândalo, seu pai desapareceu, amigos e familiares achavam que o Dr. Moreau havia morrido. Aos 16 anos, órfã de pai e mãe, sem amigos e sem dinheiro, Juliet trabalha como faxineira noturna no King’s College, o hospital universitário onde seu pai trabalhava e sofre constantes assédios de um dos médicos da universidade.
Uma chama de esperança e muitos questionamentos se acendem em Juliet quando ela descobre que Montgomery, um ex-criado da família, está em Londres, e revela estar escondido em uma ilha distante com o Dr. Moreau.
Diante de alguns acontecimentos, permanecer em Londres se torna impossível à Juliet, portanto embarca com Montgomery para a ilha onde o Dr. Moreau está. Ao fim da viagem eles salvam um náufrago que estava perdido no oceano, Edward, um rapaz cheio de mistérios. A partir daí, forma-se um triângulo amoroso, bem chato, na minha opinião.
Chegando à ilha Juliet quer se reaproximar do pai, mais do que isso quer respostas sobre o escândalo em Londres e sobre ela mesma. Em contrapartida, o Dr. Moreau se mostra um pai peculiar e distante, estão acontecendo coisas na ilha que o deixam preocupado e atarefado demais, Juliet não é sua prioridade.
Juliet faz bizarras descobertas sobre a ilha, seus habitantes e seu pai e a história começa a ficar realmente boa, com muito suspense, cenas fortes e assustadoras (que eu adoro!), difícil tirar os olhos das páginas.
O final é surpreendente, realmente eu não esperava, fiquei com vontade de socar Montgomery (brinks rsrs).
Enfim, o livro é sobre os limites da ciência, sobre como usamos desculpas para mascarar a nossa crueldade, e como nos achamos inteligentes e superiores em relação às outras espécies. Apesar do tema principal ser a ciência, depois de refletir a respeito, acho que todo esse debate se encerra quando incluímos nele a palavra RESPEITO, que deveríamos ter com qualquer criatura e em qualquer circunstância, não importando quem ou o que seja.
O segundo e terceiro livros ainda não foram publicados em português, nem preciso dizer que já entraram pra lista de leitura não é! Estou torcendo pra editora Novo Conceito publicá-los em breve!


site: #Desafioliterárioskoob2018 #Livrodejaneiro #Afilhadolouco
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jacqueline 05/10/2017

A filha do louco
Vale muito a pena ler. Fantástico. Adorei!
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Maria.Eduarda 06/07/2017

A Filha do Louco
Muito bom!
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Dear Book 09/04/2017

Uma narrativa muito bem construída e envolvente
[Resenha com corte de trechos ilustrativos e imagens; confira no link no blog]
Por Eliel: Amo releituras de clássicos, mas sei do risco que se corre ao tentar. Ao ler esse romance me veio muitas referências, podem não ser as mesmas (claro que não) usadas por Megan Shepherd. Entre as minhas referências estão: Penny Dreadful, Fullmetal Alchemist, Frankstein, O médico e o Monstro. Como podem ver são obras góticas, de terror e bem sombrios.

A Filha do Louco tem tudo isso, porém a fonte de inspiração veio de A Ilha do Dr. Moreau de H. G. Wells. Não se enganem, tem muitos elementos que lembram o clássico, mas esse romance é um novo olhar, uma nova história.

Vamos acompanhar a jovem Juliet, antes de se tornar uma órfã era parte da elite da sociedade londrina, porém nossa aventura começa justamente quando a dignidade da família de Juliet é esquecida. Pior, é manchada. Seu pai, um influente médico é tido como louco devido as técnicas nada ortodoxas desenvolvidas e aplicadas em pleno século XIX.

Sem os benefícios de viver entre os privilegiados a vida para uma jovem não é nada fácil, tendo que lutar por sua sobrevivência, por seu sustento. Devido aos favores de alguns poucos amigos de seu pai, Juliet, consegue um emprego na limpeza da faculdade de medicina.

Em uma noite cheia de emoções o passado de Juliet surge como uma tempestade de verão. Seu pai pode estar vivo. A suspeita surge ao reencontrar um amigo de infância e um velho amor, Montgomery. Adeus Londres ingrata e olá um mundo novo de aventuras.

Montgomery promete levar Juliet para reencontrar seu pai em uma distante ilha, porém no meio da viagem surge um misterioso naufrago, Edward Prince. Assim montamos um complexo triângulo amoroso.

Chegar à ilha parece ser a solução de todos os problemas de Juliet. Mal sabe ela que é apenas o início do grande mistério da sua vida. Reencontrar seu pai e descobrir a verdadeira razão dele ter sido expulso da comunidade médica e da sociedade londrina.

Uma narrativa muito bem construída e envolvente, além de muito empolgante e diria até viciante. Um novo conceito de um clássico. Leitura daquelas que perturbam o leitor e o levam além do lugar comum.

E aqui vai apenas uma pergunta inquietante para aqueles que acreditam na evolução darwinista: E se os humanos tivessem uma outra origem, evoluíssem de outros animais? Ou como em nossa aventura, fossem CRIADOS partindo de animais?

Leiam e descubram.


site: http://www.dear-book.net/2016/12/resenha-filha-do-louco-megan-shepherd.html
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