A Filha do Louco

A Filha do Louco Megan Shepherd




Resenhas - A Filha do Louco


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BEmpoeirada 01/06/2014

A amoralidade pode ser justificada em nome da ciência?
Sabe quando um livro é bacana, você gostou dele, mas fica com um pé atrás? Pois é. Primeiro volume de uma trilogia, essa história se baseia em “A Ilha do Dr. Moreau”, de H. G. Wells, sendo narrada pela filha do dito doutor, Juliet Moreau.

A história se inicia em Londres do século 19, e a ambientação é bem gótica. Juliet tem 16 anos e o peso do mundo nas costas. Apesar de ter sido criada para ser uma dama, com o desaparecimento do pai e a morte da mãe, ela se vê obrigada a trabalhar como faxineira na ala de pesquisa médica da universidade em que seu pai lecionava antes do escândalo o obrigar a sumir do mapa. Juliet crê que seu pai esteja morto, até que o surgimento de um diagrama cirúrgico a coloca em contato com essa parte de seu passado através de Montgomery, o jovem assistente de seu pai.

Relutante, Montgomery concorda em levá-la até onde o Dr. Moreau se esconde, uma ilha no meio do Pacífico, e nesse percurso eles encontram Edward, um náufrago misterioso à beira da morte e que compõe a terceira ponta do triângulo amoroso. No entanto, a ilha tropical se prova uma prisão cercada de terror que coloca Juliet numa posição delicada, não apenas sobre seus sentimentos confusos, mas com sua própria essência. Afinal, os rumores parecem ter algum fundamento, e ser filha de seu pai talvez lhe garanta aquela falha de moralidade que parece estar no sangue, ou talvez vinda de sua criação.

Eu ainda não tive a chance de ler apropriadamente o livro que deu origem a esse, mas “dei uma passada de olhos” pra ter uma ideia da relação entre criador e criatura, e me pareceu que a autora mexeu um bocado em tudo, principalmente nos personagens (incluindo o meu favorito, que não seria favorito de forma alguma pelo que percebi da obra original), e acho que isso me deixou meio em cima do muro, como quando fazem uma adaptação para o cinema que descaracteriza o livro todo. O próximo volume é baseado em outro clássico, um dos meus favoritos, “O Médico e o Monstro”, de Robert Louis Stevenson, e vou ver aí se desço do muro ou caio dele.

Mas não há como desmerecer “A Filha do Louco” em si. Os personagens foram bem construídos, e a autora realmente sabe como contar uma história. Cheio de suspense e com alto poder descritivo, trechos desse livro me deram coisas e me deixaram com os joelhos meio moles. Há um quê de mórbido nele, mas quem é que resiste?


site: http://bibliotecaempoeirada.com.br/2014/05/resenha-a-filha-do-louco-megan-shepherd/
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Leila 19/05/2014

Um suspense muito bom.Monstra até que ponto pode chegar a curiosidade de um cientista. Em uma ilha o DR Moure faz experiências com animais, pegando pedaços de um e de outro e juntando pra ver no que dá. Tenta recriar a espécie humana dando uma de Deus.Só que isso deixa consequências que ele não tem noção do perigo que corre.
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Desi Gusson 24/04/2014

Atmosfera Perturbadora, Mocinha Perturbada
"Um grito doloroso rasgou a noite. O susto fez com que eu jogasse os lençóis para fora da cama, e eu senti o suor encharcando meu pescoço. Seria o cachorro? Eu não conhecia nenhuma criatura capaz de emitir um som tão inumano. Conforme os gritos se arrastaram, assombrando-me a cada respiração, minha mente começou a devanear entre lugares mais sombrios. Imaginando o que faria um animal gritar daquele jeito. [...] Estava trabalhando em algo novo. Algo diferente."

A Filha do Louco tomou um rumo completamente inesperado para mim. Não tenho o costume de conferir resenhas antes de ler um livro justamente para entrar na história cega, sem influências além da sinopse, pronta para as minhas próprias conclusões. Talvez dessa vez eu devesse ter ‘pesquisado’ um pouco mais antes de me jogar, não porque a estória seja ruim, longe disso, mas fui achando que era Páscoa e só depois percebi que era Halloween, dá pra entender?

Não? Mea culpa. Vamos deixar em que A Filha do Louco não é só um livro de época com um toque obscuro. É de época sim, e obscuro, para dizer o mínimo, mas é muito mais que isso… não leitor, me recuso a dizer mais, você vai ter que passar pelo que passei se quiser saber do que estou falando. Confesso que estou um pouco dramática agora, acabei de assistir O Grande Gatsby, impossível não se afetar e escrever um pouco obsessivamente depois disso.

Não sei se foi uma combinação sábia

Vamos aos fatos sem spoilers malvados, eu odeio a Juliet. Poderia muito bem ter ficado sem ela o livro todo. Lembrando a personagem de Shakespeare que inspirou seu nome ela é daquelas meninas indefesas e chatinhas que passam tempo demais dizendo o contrário. Pra piorar, ela gosta de se vangloriar (pra ela mesma, veja se isso não é caso de psiquiatra) que é fria, mórbida e meio louca. Nesse ponto tenho que concordar com o pai dela, que é um personagem nojento, diga-se de passagem, quando ele diz que ela não passa de uma histérica.

Quero dizer, a menina VAI atrás do pai que ela sabe que que a abandonou e admite para si mesma que as acusações horrorosas contra ele podem ser verdade. Ela INSISTE para ser levada até onde ele está apesar de ser avisada que as coisas na ilha são meio diferentes e quando chega lá ela RECLAMA, tem ataque de pelancas quando descobre a verdade verdadeira, apesar de o tempo TODO dizer que ela mesma é doentia e fria demais. Bitch, você cansa minha beleza literária! Para mim Juliet achou que o papai ia largar as vivissecções para recuperar o tempo perdido com a filhinha (pra quem ele se lixava até então) e organizar o casamento do ano com Montgomery, afinal agora que ele faz parte da família, por que não estreitar um pouco mais esses laços, se é que você me entende.

Desculpe, mencionei que ela arruma tempo pro triangulo amoroso no meio de uma crise macabra na Ilha de Lost vitoriana? Pois é.

Ok, me recuperando do meu próprio ataque de pelancas, adorei ter uma história com terror numa ilha tropical. Quantas vezes vemos isso? Os escritores tendem a seguir pela névoa e gigantescas casas mal iluminadas, alguém ser constantemente ameaçado num paraíso dos trópicos de uma forma que deixa o leitor ansioso e sem respirar é bem diferente.

Os outros personagens, que na minha opinião poderiam ter trancado Juliet num baú, são ótimos. Principalmente Montgomery, Balthazar e Edward que me deixavam agitada cada vez que apareciam, inquieta, tentando descobrir o que havia por de trás de suas fachadas aparentemente simples. Já o Doutor Moreau me deixou dividida entre sair correndo, gritando, ou bater nele com uma vara, para continuar mantendo distância.

Estou até agora impressionada com o quanto gostei do livro, apesar do quanto desgostei da personagem principal. Não sosseguei até saber o que estava acontecendo, foi simplesmente viciante acompanhar toda a ação da ilha e perceber que, com o passar do tempo, Juliet começa a se referir à ilha como uma pessoa, como se ela houvesse de alguma forma absorvido a maldade do pai e fosse cruel por si só. Sem contar o final, aquele final, que me fez querer gritar nããããããããão sem ligar pra acordar a casa toda, as pessoas tem que entender que reações exageradas para finais com ganchos são naturais.

A estória baseada no livro de H. G. Wells A Ilha do Doutor Moreau cumpre seu papel, é arrepiante e carregada de suspense para te deixar acordado lendo até perceber que falta pouco para ter que ‘acordar’. Agora estou assim, órfã de continuação! Pode uma coisa dessas?

site: www.desigusson.wordpress.com
luciana.melo.73 29/01/2015minha estante
A Filha do louco é um dos meus livros favoritos, não conseguia parar de ler nenhum minuto, e a cada capítulo a história vai tendo alguma coisa para ser desvendada, e sim eu concordo com o que você disse sobre o final, fiquei louca da vida e meio sem rumo, com vontade de gritar mesmo kkkk. Mas enfim, eu fiquei intrigada com o final, e fui pesquisar mais sobre, e descobri que é uma trilogia, mas não consegui datas para os lançamentos aqui no Brasil :(




Rose 22/04/2014

Em Londres do século passado, nos tempos que a mulher ainda era considerada apenas um acessório e possíveis ligações favoráveis por conta de um bom casamento, conhecemos Juliet Moreau.
Juliet que outrora fora uma moça rica, filha de um famoso e talentoso cirurgião, agora estava tentando sobreviver sozinha. Trabalhava como faxineira no King's College, local onde antes seu pai era professor.
Ela não perdera só sua posição social, mas também ficou órfã, sem casa e sem ninguém que quisesse contato com a filha do "monstro", como seu pai ficou conhecido depois do escândalo que afundou não só a carreira dele, mas também acabou com qualquer sonho de um futuro para ela.
Ela não sabia o que era verdade em tudo o que foi falado sobre seu pai. Suas lembranças nada tinham haver com os rumores que ouvia sobre ele.
Esta dúvida ficaria para sempre em sua vida se em uma pequena e mal sucedida aventura noturna, ela não tivesse encontrado um gráfico que pertencera a seu pai.
Seguindo os passos da origem do gráfico, ela descobriu a ponta de um iceberg que mudaria para sempre a sua vida.
Agora Juliet estava a caminho de uma ilha tropical ao lado de Montgomery, que de criado de sua família e amigo de infância, agora era auxiliar de seu pai. Nesta longa e difícil viagem, ainda tinha Edward, um náufrago misterioso que foi resgatado quase sem vida do mar.
Esta ilha tropical esconde muitos segredos e põe o coração de Juliet em uma corda bamba entre Montgomery e Edward. Neste cabo de guerra emocional, ela ainda tem que lidar com as descobertas sobre as experiências de seu pai. Como um cirurgião brilhante atravessou a fronteira da sanidade e quis se tornar um Deus.



Um Deus que queria transformar animais em humanos, e que achava que todos estavam abaixo de dele. Que deixou sua inteligência subir a tal ponto que não percebeu que suas próprias criações estavam a um passo do descontrole.


Um descontrole que estava colocando todos em perigo. Juliet teria que tomar uma dura decisão, e isto incluía não só seu pai, mas seu próprio coração.
Um livro envolvente com um final que eu gostaria que fosse outro, mas que nem por isso me desagradou, ainda mais por ser o primeiro volume de uma série.
Agora fica a pergunta, o que o próximo livro estará trazendo? O que vai acontecer com os seres criados pelo pai de Juliet? Como ficara Juliet, Montgomery e Edward? Perguntas que ficarão a espera...

site: http://fabricadosconvites.blogspot.com.br
Clarice.Castanhola 05/07/2015minha estante
Li esse livro , e tipo uma história sobre crueldade, amoralidade, instintos, obsessão e ciência, foi uma leitura fascinante, com pitadas de ficção cientifica, horror e, também, romance. e tipo é impossível não se cativar pela obra, sem ficar com o coração acelerado em certos momentos e amar e odiar os personagens na mesma medida que vai se passando a leitura. também espero pelo próximo livro da Megan pois o desfecho ficou meio incompleto estou extremamente curiosa e ansiosa pelos outros volumes da Trilogia. :D




Adriana 17/04/2014

Muito Bom!
Gente que livro mais legal! Eu não dava muito por ele apesar de estar curiosa para lê-lo, mas "A Filha do Louco" me pegou logo nas primeiras páginas.
A história se passa em uma época que eu amo (Não diz exatamente o ano, mas imagino que seja o século 19), e isso por si só já torna tudo mais interessante. Além disso a escrita da autora - Megan Shepherd - é aquele tipo eletrizante que te deixa tão curiosa e até ansiosa que você só consegue largar depois de terminar, - tem ação, mistério, romance e algumas partes eu até classificaria como terror (Um terror leve, mas ainda assim, mais aterrorizante do que eu estou acostumada a ler)
Quando terminei a leitura só fiquei com um sentimento de que o final poderia ter sido diferente, PORÉM para minha felicidade, descobri que o livro faz parte de uma trilogia e isso faz o final ser totalmente apropriado.
Agora aguardar o lançamento dos próximos volumes

site: http://hobbyecletico.blogspot.com.br/2014/04/a-filha-do-louco-livro-01-megan-shepherd.html
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biarj7 14/04/2014

O FINAL DEIXOU A DESEJAR.
Livro ótimo. Prende o leitor do início
ao fim. Só o final que achei que deixou
a desejar. O destino da mocinha era a Inglaterra
quando ela não poderia voltar pra lá. E voltando
continuaria na pobreza.
Achei que o final deixou a desejar. Será que
vai ter continuação?
Karol 26/04/2014minha estante
ja teve a continuação o livro 2 ainda não chegou ao Brasil mas vai ter sim :)




Fernanda 08/04/2014

Um minuto de silêncio para a surpresa que esse livro me causou. Eu sei que é clichê dizer “eu não esperava” mas EU NÃO ESPERAVA! ESTOU COM UM NÓ NA GARGANTA, SABEM.
“A Filha do Louco” é um livro inspirado em “A Ilha do Dr. Moreau”. Para quem não sabe, o livro de H.G. Wells é um clássico inglês do século XIX que tem uma premissa interessante. Dr. Moreau tem a aspiração de criar homens a partir de animais. Essa premissa é muito importante para o enredo d’”A Filha do Louco”.

Juliet Moreau (hm) passou a infância e começo da adolescência vivendo sobre o estigma de um escândalo. Seu pai foi acusado de crueldade e loucura e alguns dizem que ele morreu ou que fugiu para se esconder. O fato é que Juliet ficou sozinha com sua mãe passando por diversas dificuldades em Londres. Aos 16 anos, sozinha no mundo, ela trabalha como faxineira na faculdade de medicina que seu pai dava aulas anteriormente.
Julet é inteligente e curiosa, o que é uma mistura perigosa para uma mulher naquela época. Ela observa com olhar crítico e analítico os avanços médicos e sabe lidar muito bem com isso. Limpar uma sala com mortos para aula de anatomia? Moleza! Cortar o pescoço de um coelho para um bem maior? Mamão com açúcar.

Sua vida começa a mudar quando ela encontra uma pista do paradeiro do seu pai. Essa pista a leva a um quarto de pensão e lá ela encontra um jovem familiar. Montgomery foi seu criado antes do escândalo mas agora estava rigidamente bem vestido e pronto para partir. Juliet insiste em viajar com ele não apenas por sua cadência, por seus belos olhos ou por seu corpo forte, mas por um motivo que é a sua prioridade há tempos: saber a verdade sobre seu pai. Montgomery desapareceu junto com Dr. Moreau e Juliet quer respostas. Será que seu pai é o monstro que a sociedade crucifica ou apenas um gênio mal compreendido?
À caminho da misteriosa ilha, o navio que leva Juliet e Montgomery encontra um naufrago. Edward Prince é um homem misterioso que foge de algo e desperta em Juliet muitas dúvidas. Juntos, os três chegarão à ilha do Dr. Moreau para lidarem com coisas assombrosas e... geniais.
“A Filha do louco” é um livro muito interessante, cheio de surpresas e MUITAS revira-voltas.

Vamos falar muito sério agora. O livro tem uns errinhos de continuidade e dá a impressão que a autora foi apenas colocando alguns fatos aleatórios para deixar as coisas mais tensas. Me pareceu que algumas coisas não foram planejadas e simplesmente jogadas no colo do leitor.
PORÉM, posso perdoar tudo isso pela narrativa fantástica! A história é muito bem contada e desperta curiosidade. O livro é meio sombrio e cheio de suspense. E a autora trabalhou bem nesse aspecto dark da narrativa.
E tem os personagens. Os personagens, gente! Juliet é meio louca e alguns de seus atos me parecem instintivos demais, porém casa muito bem com sua personalidade. Gosto da referencia que a autora trabalha sobre a semelhança de sua personalidade e a de seu pai. Eles se parecem e isso é muito confuso para Juliet e interessante para o leitor.

“Meu pai vivia em meio à ilusão de que era um deus, tão adorado por suas criações que elas nunca se levantariam contra ele. Mas animais são animais. E só há uma maneira de lidar com um animal selvagem e sanguinário: matá-lo antes que ele o mate.”

E, claro, ainda há Montgomery e Edward. Vou adiantar logo: tem triangulo amoroso e NÃO ME DECIDI POR UM TEAM! Eles são bem trabalhados e os sentimentos conflituosos de Juliet nos deixam em conflito também.

“Ele se aproximou, com a cabeça baixa. Seu rosto estava a poucos centímetros do meu. Em seguida, ele me puxou para si, agarrando meus braços com força. Seus lábios encontraram os meus. Eu recuei, tentando recuperar o fôlego, chocada pela paixão com que ele me tocava. Aquilo era totalmente inadequado. E, quando ele segurou meu queixo e me beijou novamente, com mais força dessa vez, eu esqueci todo o decoro...”


A sacada final foi WOW! A autora conseguiu me deixar com um nó na garganta a ansiando pela continuação. Sim, esse é o livro 1 de uma trilogia. Confesso que não tenho noção da ideia que a autora vai trabalhar nos outros livros, mas... PRECISO DELES!
“A Filha do Louco” é um livro interessante e inteligente. Os questionamentos que a autora, Megan Shepherd, levantou casam bem com os questionamentos que o próprio H.G Wells trabalha em “A Ilha do Dr. Moreau”. Não tenho propriedade para expor, pois ainda não li o clássico, mas li a respeito para saber se a autora tinha viajado demais na batatinha e acho que ela foi feliz.
O romance é bem intenso e, acreditem, a continuação é necessária! Só vai ganhar 4 estrelas pelos contras supracitados acima, mas... os prós!!! O livro vale super a pena!


site: http://www.garotapaidegua.com.br/2014/04/eu-li-filha-do-louco-megan-shepherd.html#.U0Rkh6hdWHM
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Fernanda 24/03/2014

Resenha: A Filha do Louco
Resenha: A filha do louco, baseado no clássico A Ilha do Dr. Moreau de HG Wells, apresenta influências góticas e características referentes a ciência e a religião. É inquietante o modo como Megan Shepherd descreveu as cenas carregadas de tensão e cheias de suposições intrigantes.

Juliet Moreau tem apenas 16 anos e já apresenta uma vida marcada por tragédias. Primeiro surgiram os boatos sobre seu pai e de como mantinha um trabalho abominável. Após diversas acusações, desapareceu sem deixar rastros, deixando filha e mulher sem estrutura. Mesmo após a morte da mãe, a garota tenta se recompor diante das críticas que a sociedade impôs sobre sua família.



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site: http://www.segredosemlivros.com/2014/03/resenha-filha-do-louco-megan-shepherd.html
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