Colin Fischer

Colin Fischer Ashley Edward Miller...




Resenhas - Colin Fischer


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Fernanda 30/04/2014

Resenha: Colin Fischer
Resenha: “Colin Fischer” é um livro – nome do personagem principal – que explora as facetas de um personagem revelador e inteligente. A comunicação é um dos destaques do enredo, já que há várias passagens marcantes sobre intimidações, julgamentos e percepções de aspectos emocionais.

Colin tem 14 anos e acaba de ingressar no colegial. Tem uma postura bem peculiar levando em consideração sua idade e o momento em que se encontra. Mas aos poucos a narrativa se encarrega de explicar mais sobre sua vida e personalidade. É um garoto muito observador, e está é justamente sua principal característica, além de tantas outras.



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site: http://www.segredosemlivros.com/2014/04/resenha-colin-fischer-ashley-edward.html
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Natan 15/09/2015

Colin Fischer é um menino especial
Colin Fischer é um menino especial. Mas o quanto você entende sobre a palavra “especial”? Há muitos significados. Especial pode significar Algo com muita importância, fundamental para algo ou alguém, algo Peculiar a uma pessoa ou coisa, algo privativo, fora do comum, diferente, notável, excelente... São muitas as palavras, mas o ponto que eu quero chegar é: Se existe alguém que represente todas essas palavras juntas, é Colin Fischer.

Diagnosticado com Síndrome de Asperger, Colin tem 14 anos. Ao contrario do autismo clássico, os portadores de Asperger não apresentam retardo cognitivo ou comprometimento intelectual. Geralmente eles são conhecidos por terem dificuldade na sociabilização, atos motores repetitivos (tiques), padrões de pensamento lógico e interesses muito intensos e limitados por poucos assuntos. Muitos portadores possuem QI acima dos índices normais, o próprio Colin afirma no livro que ele possui um QI aproximado ao 150, sendo que o QI normal para os garotos de sua idade é 80-90. Assim os portadores costumam ser muito inteligentes, terem habilidade verbal muito desenvolvida e um vocabulário bem amplo.
O Ano letivo está começando e a única companhia de Colin é seu caderno onde ele anota quase tudo, a grande maioria é sobre as pessoas. Às vezes é como se Colin fosse um ser estranho investigando os humanos e seu comportamento “estranho” á sua volta.

“Wayne Connelly tem a força de três calouros do ensino médio. Alimentação e exercícios físicos? Investigar.”

Tudo está indo como o esperado, Colin passa a maior parte do tempo tentando entender o comportamento de seus “colegas” e tendo grande dificuldade em identificar as expressões faciais das pessoas, o que geralmente o deixa frustrado e precisa recorrer a seus cartões de memorização com expressões faciais desenhadas.
Uma briga causa tumulto e agitação no refeitório durante a comemoração de aniversário de Melissa, uma velha “amiga” de infância. Mal Colin sabia que a partir dali ele teria a chance de iniciar uma investigação “oficial” como nos filmes de Sherlock Holmes, personagem e tema que ele sempre foi fascinado. Colin se tornaria o Sherlock do seu colégio. O disparo de uma arma de fogo provoca medo e preocupação a todos. A arma suja de glacê deixada no chão do refeitório deixa os alunos, pais, a diretora e a policia local formulando diversas perguntas: Quem foi que atirou? De quem era a arma? Mas ninguém pensa como Colin, ele estava ali anotando tudo, ele não fugiu durante o tumulto, ele permaneceu, só ele sabe que o principal suspeito do “crime” come ordenadamente sem sujar as mãos, afinal, a arma estava suja de glacê. Agora, passando por cima dos seus traumas e saindo da sua zona de conforto, ele precisa provar que esse suspeito é inocente e precisa achar o verdadeiro “criminoso” que disparou a arma no refeitório.

Quando Peguei Colin Fischer para ler eu pensei que seria aquele clichê de sempre: “ah, deve ser mais um livro infanto-juvenil sobre um NERD que tem dificuldade de se enturmar no ensino-médio, que no final vai se tornar descolado e sair namorando a garota mais bonita do colégio.” Eu estava errado. Como o não-esperado, Colin Fischer é surpreendente, um livro pequeno, mas com uma grande história. A escrita de Ashley e Zack é ótima, cativante, te prende de um jeito que quando você se da conta, já está lendo a ultima pagina. Fiquei surpreso também com a quantidade de palavras formais que os autores usam, eu confesso que tive que pesquisar algumas no dicionário para ter certeza e compreender melhor a historia. Fiquei fascinado também pelo personagem, pelos seus tiques, sua rotina e sua forma lógica de pensar as coisas. É Incrível como Colin pega cada detalhe das coisas que ao longo do livro você vai percebendo como isso é legal.
O Tema abordado é genial, durante a leitura fiz algumas pesquisas sobre a Síndrome de Asperger. Eu queria compreender melhor a síndrome e chegar o mais perto de sentir o que Colin sentia. Achei muito interessante a forma como os autores trataram ela, mostrando para todos que a síndrome não é uma doença, mostrando todos os lados dela, mostrando como Colin apesar das circunstancias, dos seus “não me toques” e da sua dificuldade em interagir, ele é inteligente, curioso, um ótimo filho, um ótimo aluno e que trás muito orgulho para seus pais. Eu gostei muito também que a cada capitulo, Colin da uma breve introdução em primeira pessoa (O livro é em terceira), falando sobre dilemas, histórias e algumas curiosidades que se você prestar atenção serão abordadas de forma indireta ao longo do capitulo. Uma forma muito interessante de te deixar vidrado e entrar no clima investigativo de Colin.
Com Algumas citações muito bonitas, Colin Fischer te deixa pensando em diversas coisas que você faz no seu dia-a-dia, através do seu jeito de pensar e de suas pequenas lições de vida.

"Às vezes, obtemos respostas a perguntas que nunca pensamos fazer. E, às vezes, as respostas nos fazem desejar nunca ter feito as perguntas em primeiro lugar." - Colin Fischer


site: https://www.youtube.com/indecisonarciso
Del 15/09/2015minha estante
eu tenho esse livro na minha estante ainda não tive tempo p ele.




Carlos 10/04/2014

Por onde começar? talvez devesse dizer que é um livro divertido, engraçado e até com uma certa prestação de serviço.
Mas começarei dizendo que essa é uma daquelas histórias em que você se encanta com os personagens, a História, a maneira que a história se desenrola.
Colin Fischer tem 14 anos e é portador da Síndrome de Asperger, que o Próprio personagem explica como sendo "uma condição neurológica relacionada ao autismo". Algumas características dos Aspergers são: dificuldade de interação social, dificuldades em processar e expressar emoções. E assim é o Colin, além dessas características ele odeia a Cor Azul,não suportar ser tocado; a menos que o avisem que irão fazer; e é intolerante a barulhos em excesso.
Durante a comemoração do aniversário da Melissa,uma arma é disparada na cantina, e o Colin Fischer, que é fã do Sherlock Holmes e tem um faro aguçado para resolver problemas logicamente, irá investigar quem de fato era o portador dessa arma.E assim provar a inocência do Wayne Connely. Wayne não é amigo de Colin, muito pelo contrário, o prazer do Wayne é atormentar o podre do Fischer, porém Colin Fischer acredita na inocência do Wayne e está disposto a provar isso.
O livro está bem bonito, a capa tem tudo a ver com a História e tem apenas 176 páginas, os capítulos são curtos.Algo para se ler rapidinho.
O final é satisfatório e inusitado. deixa margem para uma possível sequencia. O que eu gostaria muito.




Santoni 14/09/2015minha estante
olha você por aqui!




Lucianoasantos 10/03/2015

Colin Fischer foi uma leitura rápida e prazerosa, como imaginei que seria.
No livro, conhecemos Colin, um adolescente portador da Síndrome de Asperger que está entrando no colegial. Há o enfoque do quanto o período pode ser traumático para os norte-americanos e, devido ao seu problema, especialmente para Colin. Essa conexão é sugerida de cara pelos autores e inteiramente aceita pelo leitor quando, logo em seu primeiro dia, Colin visita as águas de um sanitário, um oferecimento de Wayne Connelly, o “garoto problema”.

Os traços da síndrome em Colin são bem retratados pelos autores, ele é observador, e anota tudo o que se passa ao seu redor em um caderno, geralmente com o seguinte lembrete ao final “Investigar”. E, ainda, dessa característica advém outras tão importantes quanto para o andamento da história: um potencial dedutivo enorme e uma memória invejável capaz de guardar consigo os menores detalhes – apesar de ele, Colin, achar a memória humana traiçoeira, uma vez que ela elenca os fatos de acordo com a importância dos mesmos de forma subjetiva – e uma fluência incrível ao discorrer sobre assuntos de seu interesse. Além do já esperado em livros com personagens portadores de Asperger, como o problema com contatos físicos, espaço pessoal, e interpretação de frases, expressões e sentimentos.

A ação do livro em si se inicia quando, durante um incidente na cantina do colégio, uma arma dispara, alunos e professores fogem em pânico, e só resta no recinto Colin, intrigado pela aparição da arma. De quem ela seria? E qual a razão de alguém levar uma arma para o refeitórios da escola? Colin faz todas essas perguntas e não tem dúvidas de que culparam a pessoa errada quando apontaram Wayne Connelly, o garoto problema, como o responsável. Decide então provar não a inocência de Wayne, mas que estão errados e ele pode indicar a resposta certa.

Achei interessante o recurso utilizado pelos autores para fazer com que Colin se aproximasse de Wayne: um inocente apontado como culpado, um garoto com incríveis capacidades de dedução e que acredita poder encontrar a verdade. O agressor e a vítima. Colin tem dificuldades de se conectar com os outros alunos, e isso advém da síndrome, uma vez que, sendo incapaz de assimilar com perfeição as expressões e sentimentos humanos, ele acaba sendo “treinado” para reagir a elas, e isso o engessa a seguir um roteiro complexo do que se fazer e das rotinas que tem que seguir durante o dia. Com isso, tem apenas uma amiga, Melissa.

O foco no mistério e na investigação trás uma atmosfera mais límpida, não de humor, mas que nos proporciona uma leitura que agrada, faz bem. A narrativa, que mescla aberturas de capítulos em primeira pessoa, narradas por Colin, com a ação em si narrada em terceira, não é trágica e não aposta na fragilização dos sentimentos de quem lê, e isso é uma novidade para mim em se tratando de sick lit, e agradeço aos autores por isso. Aqui não há vitimização, e, se as coisas não estão bem, também não é preciso se desesperar, Colin se mostra mais adaptável aos imprevisto do que ele, aposto, mesmo acreditaria ser possível.

Agora é difícil não linkar o livro com “Passarinha”. Acho que uma das grandes diferenças do “Colin” para o “Passarinha”, cuja protagonista também é portadora da Síndrome de Asperger, é o contexto no qual os autores decidiram inserí-la. Enquanto em Passarinha, a protagonista, Caitlin, vinha de uma família desestruturada, com uma mãe falecida e um pai que não conseguira superar a trágica morte do filho, filho este que era quem “traduzia” o mundo para a irmã; Colin tem pais presentes e preocupados, que sabem lidar com seu problema, lhe dão espaço e fazem de tudo para que ele consiga se adaptar ao cotidiano. Em muitos momentos, Colin cita sua terapeuta, e apesar de em diversos trechos ele tomar uma interpretação nada convencional do que ela tenta lhe explicar, é inegável o quanto ela é importante para que ele entenda os roteiros sociais. Podendo pecar pela generalização, dá pra resumir da seguinte forma: em “Passarinha” o leitor deveria chorar; já em “Colin Fischer”, conhecer tudo de que é capaz um portador da Síndrome, que resulta no fato de levar uma vida como outra pessoa qualquer.

Gostei bastante da amizade incipiente que Colin consegue, e de algumas dicas que os autores deixam escapar ao longo do último capítulo. Eu torci por Colin, mas também torci o nariz para um ou dois fatos, nada que cause um ataque fulminante, mas que poderiam ter sido melhor explicados. Agora, o melhor mesmo é a promessa de um novo livro que se insinua nas últimas linhas. Espero por ele, ansiosamente. Colin é um cara legal.

site: http://www.pontolivro.com/2014/04/colin-fischer-de-ashley-edward-miller-e.html
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C. Aguiar 16/06/2015

Nesse livro conhecemos Colin Fischer, um adolescente que acabou de entrar no colegial e tem muita dificuldade para entender as pessoas, pois o mesmo possuí a Síndrome de Asperger. Infelizmente nem todos sabem conviver direito com a situação de Colin, e vemos isso no primeiro dia de aula quando alguém força sua cabeça dentro do vaso sanitário!

Colin anda com vários cartões que contém expressões faciais para poder entender o que as pessoas "querem dizer", porque em alguns momentos ele não consegue compreender a situação em que se encontra e isso acaba sendo algo muito complicado para ele. Afinal, aquela pessoa está triste ou com raiva do que ele acabou de dizer?

É um mundo muito complicado para alguém que tem a Síndrome de Asperger (para quem não sabe é uma doença que envolve um certo grau de autismo, conheço bem de perto porque meu primo tem) e mesmo com Colin sofrendo nas mãos de outros adolescentes ele continua sendo uma pessoa que não se deixa abater facilmente.

Durante a leitura vamos vendo o grau da síndrome de Colin e o que ele costuma fazer em determinadas situações, como por exemplo: escrever tudo em um caderno, investigar as situações escritas no caderno, ter uma ótima memória, ter um ótimo poder de dedução e outras coisas ligadas diretamente a síndrome, como por exemplo a dificuldade de interagir e entender as pessoas.

Quando uma arma é disparada no colégio, Colin acaba ficando curioso para descobrir quem trouxe a arma para lá e por que disparou ela.
Temos um personagem interessante e inteligente, apesar de ter achado algumas coisas bem mecânicas, mas como a síndrome afeta as pessoas de formas diferentes, não posso opinar muito sobre a personalidade de Colin!

Gostei da leitura, apesar de não ter sido uma das melhores do ano, mas vale a pena dar uma conferida.
É algo leve e com uma ótima lição de vida, pois nem todos são o que transparecem ser e tenho certeza que vocês vão ficar impressionados com a capacidade de Colin para solucionar esse mistério.

site: http://www.seguindoocoelhobrancoo.com.br/
beanaclara 18/06/2015minha estante
Anna li uma resenha sua , e aparentemente vc nao gostou de Lola e o garoto da casa ao lado vc trocaria ? Aguardo contato


beanaclara 18/06/2015minha estante
Desculpa anna não, falei errado perdão


C. Aguiar 19/06/2015minha estante
Olá, eu n tenho mais comigo Lola e o garoto da casa ao lado.




Amanda Loureiro Galvão 08/06/2017

Colin Fischer
Primeira informação: Colin Fischer tem 14 anos, é um amante de cinema, é obcecado por Sherlock Holmes (que não é apenas um detetive, e sim um super heroi), gosta de ler sobre tubarões e possui Síndrome de Asperger. Ponto.

Ao ler essa primeira frase logo de início, a maioria das pessoas já criam uma ideia de que esse livro contará a história de um garoto que sofre bullying devido à síndrome que possui, que não tem amigos e que é antissocial. Mas é nessa hora que o livro Colin Fischer aparece e nos dá um tapa de luva e faz a gente perceber que não é bem assim que se leva a vida. Mas o que você menos espera é que esse livro traz uma grande resolução de um mistério, até mesmo um crime, que ocorreu no pátio de uma escola.

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Uma informação à parte:
Antes de descrever alguns fatos importantes e que precisam ser ditos sobre esse livro “maravilindo”, gostaria de citar algumas características da Síndrome de Asperger, para quem já ouviu falar mas não sabe o que é: A Síndrome de Asperger ocorre devido a uma desordem genética. Muitas vezes ela é confundida com o Autismo, porém Asperger tem algumas características próprias que fica fácil de diferenciar. Por exemplo, as crianças com Asperger são muito inteligentes em determinadas áreas, principalmente se o assunto for de seu interesse. Se a criança começa a gostar muito de um determinado assunto, ela passa a estudá-lo tanto que vira um gênio sobre o assunto que ela domina. E isso pode ocorrer com qualquer coisa que a criança realmente goste, tanto como uma matéria especifica na escola (matemática), quanto como um objeto, um animal, uma pessoa, ou um personagem em especial. Quem tem Asperger possui alguns limites como: muitas vezes não conseguem diferenciar uma frase irônica de uma frase normal, pode ter tolerância a barulhos altos ou locais muito iluminados, e no início as crianças podem ter muitas dificuldades na escola em atividades que são comuns para os outros, principalmente as atividades que requerem um grau elevado de desenvolvimento motor, como praticar esportes.
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Todos ouviram um tiro, todos correram. Menos Colin. Colin ficou lá pois sua vontade de solucionar o caso foi mais forte que ele, e depois de toda correria ele viu a arma suja com glacê.
Wayne Connelly imediatamente foi o principal suspeito, afinal ele é o valentão e o que sempre procurou briga com todos na escola, mas Colin sabia de um detalhe que ninguém mais sabia: Wayne costumava comer ordenadamente. Wayne não estava sujo de glacê.
Agora Colin está envolvido numa missão para provar que Wayne é inocente. Logo o Wayne, que enfiava sua cabeça no vaso sanitário...
Aline Marques 08/06/2017minha estante
A síndrome de Asperger é um grau leve do Transtorno do Espectro Autista e não se sabe sua causa, por isso não se pode afirmar que é causada por uma desordem genética. Esse grau de autismo é ainda mais difícil de ser diagnosticado pois as características são únicas. Rotular autistas leves (ou de qualquer grau) como "muito inteligentes" é um esteriótipo errôneo, e ninguém se torna gênio apenas por dominar um assunto. Todas as características que descreveu, infelizmente, não tem base teórica ou científica. Posso sugerir alguns sites de pesquisa e especialistas que podem tirar suas dúvidas, caso deseje.


Amanda Loureiro Galvão 08/06/2017minha estante
Olá, Aline!

Fiquei muito feliz pelo seu retorno, e agradeço pelas correções. Sobre as referências de especialistas, eu ficaria grata se pudesse me passar :)


Meus comentários sobre a síndrome não foi com a intenção de ser uma informação técnica ou especializada, e sim o básico, o superficial.

E quanto ao termo ?gênio?, foi apenas uma forma de expressão. Como eu disse, em nenhum momento quis ser técnica.

Abraços!


Aline Marques 09/06/2017minha estante
Agradeço o seu interesse, Amanda. Você pode encontrar definições e características no DSM-IV, e em páginas como a Lagarta Vira Pupa, Amais e A Voz do Autismo. O Doutor Alysson Muotri e o Doutor Caio Abujadi possuem perfis nas redes sociais e sempre a alimentam com informações pertinentes. Marie Dorion é uma mãe é especialista que costuma esclarecer dúvidas e propor atividades. Espero que eu tenha ajudado. Abraço!




Thay Gomez Pilha Flutuante 10/08/2014

- A vida é um mistério. E o que poderia ser melhor do que isso? (p. 176)

Ele não suporta que o toquem.
Odeia a cor azul.
Precisa de cartões de memorização facial para reconhecer as expressões das pessoas.
Assim, apresento Colin!

Recebi "Colin Fisher" em parceria com a Novo Conceito: um dos melhores lançamentos do ano. O livro foi uma agradabilíssima surpresa, visto que eu não nutri muitas expectativas acerca dele, a princípio. Em contraposição, eu me senti atraída pelo design de capa, com aquele menino sem rosto - sem expressão. Esse foi o pontapé inicial.

- Aprender uma coisa era saber essa coisa; saber essa coisa era entender essa coisa; entender uma coisa era enfrentá-la sem medo. (p. 26)

Sempre avalio a minha opinião por um livro pela forma como eu avanço nas páginas e como chego ao final: se eu sentia que não conseguia ler rápido o suficiente, de tão ansiosa que estava para descobrir o que viria depois; ou se virava as páginas morgadamente, perguntando-me porque ele ainda não havia acabado. COLIN FISHER enquadra-se na primeira opção. Colin, 14 anos, acaba de ingressar na nova escola, no colegial. Encontra barreiras no primeiro dia: Wayne Connelly, seu carrasco, apresenta sua cabeça a uma parte do banheiro que prefiro nem comentar.

Colin é um menino especial: dono de uma memória excelente, ele tem Síndrome de Asperger - um transtorno do autismo, mais comum entre homens, que se distinguem dos autistas por apresentarem fala compreensível. É um menino adorável, não bem compreendido pelo irmão - que tem ciúme da atenção dos pais para como o primogênito; zoado pelos meninos da escola; fã de um bom mistério. Então quando uma arma dispara no refeitório, no meio do intervalo, ele vê a grande oportunidade de pôr em prática todo o conhecimento que adquiriu lendo o esperto Sherlock Holmes.

- ... nunca se pode dizer o que um rosto impassível significa até conhecer o contexto. (p. 36)

A história é leve, bem escrita - não à toa, pois os autores são roteiristas de excelentes séries americanas; conta com boa tradução e de leitura rápida. Uma pessoa com tempo livre pode lê-lo em um dia, e vai adorar. O design de capa ficou lindo, a forma como Colin soluciona o mistério foi bem cabeça e existe verossimilhança. A maior parte dos personagens é plana, porém nosso protagonista especial deixou-me a pensar em suas características singulares e parte de mim não queria separar-se dele.

Os comentários de Colin no diário - as únicas partes do livro narradas em 1ª pessoa, nos permitem entrever um menino (uma criança), extremamente doce, cativante, com uma inteligência acima da média e que jamais deve ser chamado de "retardado". Faz-nos avaliar a questão do autismo e de como muitas pessoas obtusas tratam as crianças como se elas fossem completamente incapazes de raciocinar e até de entender o ódio ao seu redor.

- Kuleshov confirmou uma antiga crença sobre a melhor maneira de enganar as pessoas: mostre-lhes coisas em que elas querem acreditar. O resto acontece naturalmente. (p. 72)

Sentirei falta desse guri s e de seus comentários inteligentes, das ótimas notas de rodapé, que me faziam rir mais do que me informavam alguma coisa, e dessa história leve e deliciosa. Mas... aquele final não deixou margem para uma sequência?
Espero que sim!! Não tive o que reclamar desse livro: nota máxima, hoje.
Recomendado!

site: http://canto-e-conto.blogspot.com/2014/08/resenha-colin-fisher-ashley-e-miller-e.html
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timeladie 30/01/2017

Livro curto e legal, até. Só achei meio desnecessárias algumas partes e a história não parece ter acabado.
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AndyinhA 11/05/2014

Trecho de resenha do blog MON PETIT POISON

Este livro não é algo que vemos muito por aí, um livro sucinto, sem enrolação, mas que passa toda a história, com reviravoltas e informações interessantes em tão poucas páginas, apenas 180. Estamos tão acostumados a ter páginas e páginas de ‘encher linguiça’ que quando nos deparamos com algo assim ficamos com um pé atrás e nos perguntamos se é possível tirar algo bom dali.

Sim, o livro pesar de fininho, ele foi bem estruturado, nos surpreende com suas ideias, reviravoltas e até o jeito um pouco enrolado do protagonista que no início não estamos acostumados é a grande sacada desse livro.

Colin é aquele personagem que começa meio mala, mas de repente vai crescendo e se transforma, apesar da história não é mirabolante, mas foi bem sacada e tem esse quê de policial inteligente, quando eu achava que podia ser a pessoa X, tudo mudava, gosto disso de nada ser tão obvio.

“[... as pessoas são como jogadores...]
deixam passar boas oportunidades
que estão bem na sua frente em troca
de outras imaginadas melhores e
que quase nunca se materializam."

Para saber mais, acesse:

site: http://www.monpetitpoison.com/2014/04/poison-books-colin-fischer-ashley.html
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RUDY 31/05/2014

Resenha feita por Elisandra - Blog A Magia Real
Colin Fischer não é uma leitura para todos os leitores, um garoto que sofre da Síndrome de Asperger, que para quem nunca ouviu falar, tem relação com o autismo. Ele não consegue se enquadrar bem no ano escolar, já que logo no início passa uma humilhação, de um garoto machão. Com um início constrangedor e seu "problema", ele nos passa a mensagem de como é a sua vida, do seu ponto de vista, já que é detalhista em suas observações. E é nessa questão que se passa o desenrolar da história.

CITAÇÃO: "A palavra "altruísmo" existe apenas desde o século XIX, mas o mistério por que as pessoas tanto se dispõem a colocar o bem-estar dos outros à frente do próprio tem monopolizado a atenção de filosofia, teólogos e cientistas há mais de 2000 anos." (pg. 173)


Ao acontecer um acidente grave na escola, todos se desesperam e somente Colin por ter esse problema especial, poderá revelar a verdade. Não que ele queira livrar a cara do garoto que o humilhou, mas ele quer mostrar que nem sempre apontar a pessoa que mais cria problemas é o correto. Com seu QI superior ele não se sente rebaixado ou faz cena, diante de pessoas que tentam ofendê-lo. Ele vive a sua realidade, sem se abalar com as pessoas ao seu redor.


A história até tem um desenrolar curioso porém a leitura tende a ficar cansativa por sua narrativa muito explicativa, faltando um pouco de emoção na maior parte da história. Pelo menos essa foi a impressão que tive ao notar que o estilo de leitura não fazia o meu gosto. Creio que ele seria apreciado pelo público juvenil que vivencia o período escolar e se identificam com a idade dos personagens. No entanto, gostei de conhecer a história por ser algo novo que ainda não fazia parte do meu conhecimento, tendo vários trechos super interessantes e deixando muitas questões a se pensar.


site: http://rudynalva-alegriadevivereamaroquebom.blogspot.com.br/2014/05/resenha-37-colin-fisher-ashley-edward.html
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Gabriela Amoroso 06/05/2014

Colin é um nerd, mas não um nerd qualquer.
Colin Fischer é um nerd, mas não um nerd qualquer. Colin tem Síndrome de Asperger, “uma condição neurológica relacionada ao autismo” (pág 37), ou seja, é extremamente inteligente, mas tem dificuldades em se socializar. Colin não suporta sons estridentes, não gosta de ser tocado e demora um pouquinho para entender o que a expressão facial de uma pessoa quer dizer. Geralmente, ele usa uma tabela onde ilustrou diversas expressões e consegue achar qual corresponde com a que foi exibida. Muito interessante.

Outra mania de Colin é sempre carregar seu caderno vermelho, onde faz anotações de absolutamente tudo que acha necessário. Em seu primeiro dia do colegial, ele realmente tem muito o que anotar. Entre ter sua cabeça enfiada na privada por Wayne Connelly, ser forçado a jogar basquete e (pasme!) fazer arremessos incríveis e presenciar um tiro dentro da cantina, Colin teve um primeiro dia agitado e percebeu que tinha uma missão: descobrir quem levou a arma para a escola. Afinal, ele não podia deixar um inocente levar a culpa. Investigar.
E para conseguir investigar o que de fato aconteceu na cantina da escola, Colin vai quebrar algumas barreiras. Mentir para os pais pela primeira vez é uma delas. Encarar sua repulsa pela cor azul e ajudar um “inimigo” também. Até onde ele vai conseguir chegar? Observar.

Colin tem uma pureza e um jeito muito simples de encarar o mundo. Para ele, tudo é baseado em fatos, então basta entender os fatos para entender a realidade. Devido ao seu jeito de pensar, a franqueza está sempre presente nos seus diálogos. Ele fala sobre aquilo que sabe ou que observou, sem medir se isso vai causar desconforto ou vergonha. Mas, diferente do que pode parecer, Colin não é um personagem fraco ou triste. Ele encara os fatos e sabe bem quem ele é. Uma prova é quando o irmão o chama de retardado e ele garante a mãe que está tudo bem. Afinal, ele sabe que ele tem um Q.I.muito alto e não é retardado e isso encerra o assunto.

Durante a leitura, fica claro o quanto Colin gosta de estudar e obter novos conhecimentos. Por isso, achei bem bacana o livro conter várias notas de rodapé, explicando mais a fundo alguns assuntos. A diagramação do livro também chama a atenção. No início de cada capítulo, há uma carinha com alguma expressão. No meio da narrativa, encontramos algumas anotações que Colin fez no caderno. Esses trechos nos aproximam ainda mais do personagem. E a capa dispensa comentários, é linda.

Além de mostrar a relação de um adolescente com Síndrome de Asperger com a escola e com outros adolescentes, o livro mostra como a família lida com as diferenças de Colin. Os autores também abordam a dificuldade que o irmão mais novo de Colin tem em aceitar o tratamento diferenciado que ele recebe dos pais.

Enfim, é encantador ver o mundo com os olhos de Colin. O seu jeito de pensar e encarar a vida poderia ser um pouquinho utilizado por todos. O final deixou um gancho para um próximo livro e eu realmente espero que os autores considerem escrever mais. Adorei conhecer Colin e gostaria muito de embarcar em outra aventura com ele.

site: http://pitadadecultura.blogspot.com.br/
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Camila Márcia 20/05/2014

Um livro fofo!
Colin Fischer (2012) escrito por Ashley Edward Miller e Zack Stentz que se conheceram pela internet e provaram com este livro terem uma química muito boa em ligar ideias e criar uma narrativa misteriosa e cheia de referências a outros livros, filmes, séries e cientistas.
Colin Fischer é um adolescente, 14 anos, que tem Síndrome de Aspenger que é uma “condição neurológica relacionada ao autismo”, portanto, o personagem principal tem muitas peculiaridades proveniente da síndrome e apesar de ser muito inteligente com um QI acima de 150, Colin é recluso e afastado de todos além de não conseguir ler expressões faciais a não ser que consulte seu caderno com as muitas expressões e informações já registradas por Colin. Além disso Colin não gosta de ser tocado, não fala sobre seus sentimentos, não gosta de azul e é minuciosamente observador.
Colin, por suas peculiaridades sofre bullying e é excluído do contexto social de sua escola, em que todos estão cientes das condições de Colin, mas a indiferença rola solta e ninguém faz nada para evitar o preconceito e a não aceitação do diferente. Confesso que esse ponto me deixou irritada, porque todos eram indiferentes embora soubessem que Colin tinha Síndrome de Aspenger, isto é, professores, diretores e alunos seguiam sua vida e agiam de forma preconceituosa e excludente.
Continuando: na comemoração de aniversário de Melissa, na cantina do colégio, um tiro e uma arma deixam todos em polvorosa e Colin é a testemunha ocular, mas todos estão colocando como suspeito Wayne Cornelly e apesar de Colin o considerar uma pessoa ruim e ele mesmo já ter sofrido bastante nas mãos de Wayne, Colin, sabe que não é ele o dono da arma e nem quem atirou, há muitas evidencias que ninguém mais viu, apenas Colin, desse modo, Colin se compromete a solucionar o mistério da arma.
O enredo em si é de muita genialidade e muito fofo também, o fato de Colin ter Síndrome de Aspenger apenas nos coloca diante de uma doença real e do quanto não estamos agindo de forma consciente diante do problema do outro, achei até mesmo a família de Colin uma família bem superficial e que ao mesmo tempo em que incentiva a autonomia de Colin e compreende seu problema, as vezes negligencia o sofrimento e os preconceitos pelos quais o filho passa. Tem Danny, o irmão de Colin que também não ajuda em nada na situação.
Em Colin Fischer temos uma história interessante e cujo final deixa uma porta aberta para uma continuação [ainda não confirmada], mas que – em minha opinião – não deveria existir, o livro já é genial e apesar do final vago ele condiz com a vida de Colin e a sua descoberta. Acredito que uma continuação iria dar respostas que nem agradariam a todos e que até chegaria a quebrar a genialidade do livro. Não vou dizer que o livro é fabuloso, porque não é, trata de uma história bem juvenil e interessante.
Ashley Edward Miller e Zack Stentz escreveram um livro fofo cujo personagem não é nada cativante exatamente porque ele não demonstra emoção e isso foi uma sacada bacana por parte dos autores, entretanto, achei absurdamente irritante as muitas e extensas notas de rodapés, e uma grande maioria delas [para não dizer todas] eram extremamente desnecessárias. Indico esta leitura para ser realizada de maneira despretensiosa e como um bom passatempo.

Camila Márcia

site: http://www.delivroemlivro.blogspot.com.br/
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Benny Carvalho 21/10/2016

Incrível!
Temos aqui um personagem único e ingenuamente tão igual à tantos outros que compartilham dessa síndrome... Uma pessoa que não gosta de ser tocada por outras pessoas (até mesmo seus pais), que tem suas singularidades e que precisa fazer um uso constante de cartões de memorização para poder reconhecer as expressões faciais das pessoas ao seu redor!

Muito bom, mesmo! Uma história que aparenta ser referente ao cotidiano de uma pessoa especial, mas que logo em seguida vemos que a vida dela é muito mais do que simplesmente podemos imaginar e ainda para completar há ocorrências que vão moldando e formando novas perspectivas para esse personagem que é o Colin e enfim...

Leiam... Só posso dizer isso! Leiam, leiam e leiam de novo... Quero mais histórias sobre Colin com certeza!
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Thais 28/05/2014

Peguei 'Colin Fischer' na estante a procura de uma leitura diferente, sabia que o livro era associado ao autismo, então mesmo querendo algo novo, não sabia muito bem o que esperar, e eis que encontrei nessa história um personagem comovente.

Colin Fisher tem 14 anos de idade, é fã do detetive Sherlock Holmes, detesta a cor azul e sofre da Síndrome de Asperger, uma condição neurológica relacionada ao autismo. No caso de Colin ele foi diagnosticado como altamente operacional, mas ainda tem poucas habilidade sociais e problemas de integração sensorial. Ele não gosta de ser tocado por ninguém, ao menos que peçam sua autorização antes, tem dificuldade para interpretar as expressões faciais das pessoas, e estremesse ao ouvir sons autos, estridentes ou bruscos.

Nossa história começa com o primeiro dia de Colin no ensino médio, antigamente ele contava com Marie, sua acompanhante que o ajudava a enfrentar o que fosse inesperado, mas a partir de agora estava sozinho. E em meio a piadinhas e brincadeiras de mal gosto, Colin vai anotando tudo o que não compreende em um caderno para que possa 'investigar' depois.

Ainda no primeiro dia de aula, enquanto saboreava seu almoço na cantina da escola, surge um disparo, e em meio a correria a arma é abandonada no local e Colin é a unica pessoa a não correr. Mais do que o medo do barulho ensurdecedor, a curiosidade faz com que nosso protagonista veja nos detalhes da cena o que ele denomina pistas de um grande mistério. De onde veio o tiro? Quem levou a arma para escola? Quem atirou?

Confesso que as características de Colin roubaram todas as cenas do livro, o mistério envolvendo a arma na escola ficou em segundo plano diante de um personagem tão maravilhoso. Mesmo sendo vitima de Bulling, Colin não se esforça para ser aceito em nenhum dos grupinhos da escola, ele responde com toda a sinceridade do mundo a perguntas retoricas, não se sente diminuído e muito menos faz algum tipo de drama ao seu favor. Sua forma ingênua e direta de ser, me fez sentir grande admiração ao personagem, além de dar um certo toque de humor ao enredo.

Se tem algo que me deixou com um pé atrás em relação ao livro foi a narração. Além de ser em terceira pessoa, temos em 'Colin Fischer' uma jorrada de informações que se não fosse pelas notas do rodapé teria dificultado ainda mais as coisas. O livro também é dividido em três partes, sendo a primeira delas a menos empolgante. Acredito que a maneira séria e pouco introdutiva do incio, pode até fazer com que alguns pense em abandonar a obra, mas a minha dica é para que insistam um pouquinho. Mesmo sem grandes evoluções no decorrer da narrativa, o aumento de diálogos e a proximidade que temos dos personagens faz com que tudo acabe valendo a pena no final.

Resumindo 'Colin Fischer' não é um livro que aborda apenas a Síndrome de Asperger, ele vai muito além, trazendo consigo os tramas escolares, familiares e por fim emocionais de um personagem totalmente diferente dos que estamos acostumados a encontrar por aí. Com certeza vale a pena ser lido!

Meu blog: http://amigadaleitora.blogspot.com.br/
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Jaqueline 04/09/2014

Colin Fischer não suporta ser tocado, não gosta de azul, precisa de cartões de memorização para reconhecer as expressões faciais das pessoas.

...é melhor falar a verdade. A mentira jamais compensará e poderá custar caro. Pág11

Em suas 176 páginas os autores nos faz acompanhar a vida de Colin, um menino de 14 anos, que nas primeiras páginas nos conta sobre seus primeiros dias na escola, onde ele tem sua cabeça enfiada no vaso sanitário pelo valentão Wayne, mas ele não está preocupado por ter sua cabeça dentro do vaso, mas sim com o fato de Wayne tê-lo tocado.

Colin tem a Síndrome de Asperger, e mesmo tendo sido diagnosticado como altamente operacional ele tem poucas habilidades sociais e problemas de interação, ele não gosta de ser tocado, a menos que a pessoa avise antes.

Quando um revolver é disparado na cantina, atrapalhando a festa de aniversário de uma das garotas, somente Colin pode investigar o caso. Como Wayne tem um histórico de confusões ele é logo tido como suspeito maior, mas Colin irá provar sua inocência, pois não tem como Wayne ter sido a pessoa que trouxe a arma para a escola, pois a arma estava suja de glacê, e Wayne não estava com os dedos sujos de glacê. Essa investigação fará Colin sair de sua zona de conforto, e passar por grandes acontecimentos.

A vida real não funciona como um romance de mistério. Mas deveria. Investigar pág. 152

Eu gostei da leitura, é bem tranquila, os capítulos são curtos, e muitas vezes os diálogo tem um ar cômico, o que me agrada. Foi bom também ler esse livro, pois me fez pesquisar um pouco sobre essa síndrome, sai da minha zona de conforto e aprendi um pouquinho. Sem falar que o livro é escrito de uma forma muito bacana, os capítulos são todos iniciados com o título e uma carinha com uma expressão facial diferente e tem um texto escrito pelo Colin, e fica como se esse fosse o caderno surrado que ele sempre carrega há tanto tempo, onde faz todas suas anotações. Recomendo a todos que leiam sem medo, o risco de não gostar da leitura é mínimo.
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