O Lado Mais Sombrio

O Lado Mais Sombrio A.G. Howard




Resenhas - O Lado Mais Sombrio


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Fernanda 17/04/2014

Resenha: O Lado Mais Sombrio
Resenha: O lado mais sombrio, de A. G. Howard, apresenta uma história que gera diversas expectativas, a começar pela sinopse que redireciona o leitor a querer decifrar quais fantasias serão reveladas na trama. As fantasias ao longo dos acontecimentos causam emoções diferenciadas, e o leitor tende a ficar confuso diante de tanta coisa e surpreso com as maravilhosas do ambiente retratado.

Alyssa Gardner é uma personagem totalmente seletiva, ousada e distinta. Tem umas manias estranhas e até meio insanas, como o fato obsessivo de colecionar insetos. Chamava a atenção de muita gente, principalmente por que Alice Liddel era sua tataravó. E foi justamente sua tataravó que inspirou Lewis Caroll a escrever Alice no País das Maravilhas. Empolgante né?!



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site: http://www.segredosemlivros.com/2014/04/resenha-o-lado-mais-sombrio-g-howard.html
Gardeli 02/06/2014minha estante
Fikei super curiosa agora oiHoihOIAeh acho q comprarei esse *-*


Dany Lizzi 22/10/2014minha estante
Nossa,adorei sua resenha *o*
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Dé... 03/04/2014

Gótico, sinistro e surpreendente
Eu confesso que nunca tive paciência para ler Alice no País das Maravilhas, meu único conhecimento da história é através do filme da Disney e ele é o filme que eu menos gostei...

Não costumo gostar de livros bizarros, nonsenses... mas esse livro chamou a atenção desde o momento que bati os olhos na capa colorida e decidi ler e ver no que dava... e não é que gostei??

Nesse livro, Alyssa é uma tataraneta de Alice, todas as mulheres de sua família sofrem uma maldição, elas ouvem os insetos e as plantas e se tornam loucas como a sua mãe, que está internada em uma clínica psiquiátrica...

O relacionamento dela e da mãe é bem conturbado, semanalmente ela e o pai, que ainda é apaixonado pela mulher, vão visitá-la na clínica e há visitas boas e visitas ruins... Desde que a mãe foi internada, Alyssa nunca mais a chamou de mãe...

Alyssa receia sofrer do mesmo mal hereditário já que há anos também escuta os insetos e as plantas... claro que ela não conta para ninguém, mas quando descobre que pode haver um meio dela quebrar a maldição e libertar ela e a mãe... Alyssa não perde tempo e embarca para o País das Maravilhas...

O problema é que ela não vai só... Jeb, seu melhor amigo e amor platônico vê Alyssa entrar em um espelho e sem pensar vai atrás dela... os dois caem juntos naquela terra estranha e cheia de loucuras...

Conforme a história vai se desenvolvendo os dois amigos descobrem que Alice em sua inocência infantil transformou os personagens da história em bichos fofinhos, enquanto eles na verdade são sinistros, góticos e um tanto assustadores...

Todo o país é sombrio, cheio de perigos e Alyssa contará com a ajuda de Morfeu, um ser que a visita em sonhos desde que ela era pequena e que agora a confunde mais do que qualquer coisa...

É difícil saber quais as motivações do personagem, tudo leva a crer que ele é o vilão da história, mas é tão carismático, manipulador e encantador que eu e a Alyssa até agora não decidimos se ele é vilão ou mocinho...

Já Jeb decididamente é o mocinho da história, mas não é aquele mocinho fofo e bonzinho... ele também tem sua dose de drama e carrega um fardo bastante pesado... sua amizade com Alyssa se mostra mais profunda do que imaginamos no começo e de platônica a personagem descobre que não tem nada...

Pronto, já fui fisgada e espero ansiosamente pelos demais livros da série...

Série Splintered:
1. O Lado Mais Sombrio (Splintered)
1.5 The Moth in the Mirror - Não Publicado no Brasil
2. Unhinged - publicado em Janeiro/2014 - Não Publicado no Brasil
3. Ensnared - previsto para Janeiro/2015

site: Essa e outras resenhas estão em: www.leituranossa.com.br - Visite-nos
Nicole 19/08/2014minha estante
já está no brasil o segundo livro da série ^^ adorei sua resenha!




Queria Estar Lendo 06/06/2016

Resenha: O Lado Mais Sombrio
E se a Alice, aquela do País das Maravilhas, tivesse herdado uma maldição por causa da sua viagem até as terras mágicas? E se essa maldição tivesse atravessado gerações, deixando todas as mulheres de sua família loucas feito o Chapeleiro Maluco? E se o único jeito de acabar com ela fosse retornando ao lugar que, em teoria, não deveria existir? O Lado Mais Sombrio reconta a famosa história escrita por Carroll com um toque de escuridão.

Alyssa não está em um bom período da sua vida. A mãe está internada num manicômio, a formatura está se aproximando, seu pai não quer deixá-la ter liberdade e, para ajudar, sua mente nunca está quieta. Isso porque ela pode escutar o que os insetos dizem; loucura ou realidade? Ela não sabe, nunca investigou. O medo de ser como a mãe faz Alyssa medir os próprios passos, não olhar para trás, para entender de onde vem toda essa paranoia. Quando ela é forçada a encarar o seu passado, no entanto, as respostas se estendem através das páginas de um famoso livro. Sua ancestral, Alice, foi a primeira a visitar o País das Maravilhas, e saiu de lá com uma maldição. Alyssa é a próxima na linhagem, a única que pode voltar para o buraco do coelho a tempo de salvar a sua mãe de um destino terrível.

"Nada as detém. Você não pode escapar das vozes mais do que eu. Sua tataravó nunca deveria ter entrado naquela conversa da toca do coelho."

O Lado Mais Sombrio nos apresenta à Alyssa. Ela coleciona insetos porque essa é a única maneira de calar suas vozes. Ela é apaixonada pelo melhor amigo. Ela tem um pai amoroso e uma mãe enlouquecida. E ela tem uma herança importante em seu sangue. A partir do momento em que Alyssa retorna ao País das Maravilhas, nada mais em sua vida será o mesmo. O desconhecido pinga das páginas do clássico, mas nada é como Carroll descreveu. O País das Maravilhas é sombrio, perigoso e instável. É um lugar de criaturas mágicas, mas não das caricatas descritas na história. Nada de coelho branco fissurado pelo tempo ou chapeleiro maluco agradável e amigável. O País das Maravilhas é medonho, e Alyssa precisa ajudar a salvar o pouco que resta dele.

"Ainda vejo as flores se metamorfoseando em monstros perante nossos olhos. Como disse Jeb, este não é o País das Maravilhas que Lewis Carroll criou."

O conceito que a autora usou para construir a magia do Submundo é muito interessante. Temos o clássico intrincado à recontagem. O mundo do livro a um universo completamente novo. Alyssa já esteve ali, mas não sabe porque, nem quando. Ela conhece os lugares, conhece algumas pessoas, tem vagas lembranças de suas passagens pelo mundo debaixo do nosso mundo. Quando ela esteve ali? Por que ela foi levada até ali? Qual o seu destino? São perguntas que a história responderá conforme Alyssa desvenda o passado de sua ancestral.

"País das Maravilhas e comum... Duas palavras que nunca deveriam estar na mesma sentença."

Junto a ela, Jeb é seu acompanhante. Seu melhor amigo, cético ao princípio e então completamente alvoroçado pela realidade, é seu companheiro na perigosa viagem que Alyssa aceita desbravar. A princípio, achei que Jeb se desenvolveria em um personagem carismático, o tipo de amigo apaixonado que protege e ajuda, mas fiquei brava e decepcionada com a concepção do personagem. Controlador e extremamente possessivo, ainda que gentil. Não gostei da maneira com que ele tratava a Alyssa, como se ela fosse uma peça delicada prestes a estilhaçar, especialmente quando ele tomava a frente dela em toda santa situação. Existe o personagem protetor e existe o personagem mandão-e-protetor, e ele é o segundo tipo. Os momentos em que eles estavam apenas conversando, relembrando o passado, sendo fofos, isso foi adorável, mas quando Jeb tentava bancar o cavaleiro de armadura branca eu só queria gritar com ele. Para de ser tão controlador, cê não tinha nem que estar aqui, querido!

"Eu tentas vezes adormecida rezando para que você me olhasse desse jeito. Me tocasse desse jeito. - Não parta meu coração."

Outro personagem que leva um tempo a aparecer, mas é essencial para a história, é Morfeu. Ele é do País das Maravilhas, uma das peças mais importantes ali na trama, e é ele quem Alyssa precisa encontrar para entender os seus caminhos. Assim como Alice precisou encontrá-lo para saber o seu destino. Morfeu é um pouco menos revoltante do que o Jeb, mas ainda tem seus trejeitos chatos. Acho incrível a necessidade de colocar um triângulo amoroso só para controlar a garota! PRA QUE ISSO? Eu vi diversas opções para a autora desenvolver uma história legal entre os três, especialmente com o Jeb sendo "a parte boa da Alyssa" e o Morfeu representando o "seu lado mais sombrio", mas não! Eles estão ali só pra ficar brigando e discutindo e vendo quem controla mais a Alyssa. Porque só eles sabem o que é bom pra ela, só eles sabem qual caminho ela tem que tomar, só eles sabem qual a melhor decisão. ARGH.

"- O verdadeiro nome dele não é Morfeu. Ele é a glória e a reprovação, a luz do sol e as sombras, o escapulir de um escorpião e a melodia de um rouxinol. A respiração do mar e a canhonada de uma tempestade. É possível confiar no canto de um pássaro, no som do vento ou no rastejo de uma criatura pela areia?"

Tirando esse ponto, o desenvolvimento do Morfeu me agradou mais. Você acompanha a história misteriosa dele, desde os sonhos da Alyssa até o desfecho. Ele é um personagem rico em personalidade e em sombras. Ele tem muito da loucura do País das Maravilhas e um pouco de uma sanidade obscurecida. Afinal de contas, aquele não é um mundo de contos de fadas. É um submundo medonho. Morfeu é um pouco de cada coisa, muito da natureza e muito dele mesmo.

Espero que o próximo livro quebre essa parte chata da personalidade dele, porque quero muito ver como Alyssa e Morfeu se desenvolvem como casal. Tem muito mais química e história do que com o Jeb!

A parte mais legal do livro foi o crescimento da Alyssa. A força que ela encontra na própria jornada. Da garota que fugia das vozes na própria cabeça, aquela que ignorava a loucura da mãe, a alguém disposta a sacrificar a própria sanidade para salvá-la de um destino horrendo. Ela encontra poder dentro da própria loucura, dentro do seu lado mais sombrio. Afinal de contas, a herança do País das Maravilhas existe na sua família desde a Alice. Ela precisa aprender sobre isso, precisa aprender a desenvolver e se aproveitar dessa força.

"Ele é uma contradição: magia contida pronta para entrar em ação, gentileza em guerra com a severidade, uma língua tão afiada quanto a ponta de um chicote, mas a pele tão macia que a sensação é a de que ele está envolvido em nuvens."

O País das Maravilhas, cara, como é sinistro. A autora pegou todos os pontos chaves, todos os detalhes da história original, e distorceu quase num conto de terror. É um mundo mágico, mas as criaturas são medonhas. É um mundo incrível, mas igualmente assustador. Todos os personagens clássicos estão ali, mas eles não são tão agradáveis quanto a história fazia aparecer - ela usa uma desculpa excelente para a visão da Alice e para o que a Alyssa realmente vê.

A viagem de uma garota até o lugar mais louco de todos, justamente para se salvar da loucura, é uma ótima leitura. Para os amantes do clássico de Carroll ou simplesmente para os curiosos, vale a pena conferir!
Al 14/10/2016minha estante
Só não dei cinco estrelas completas pra esse livro por causa do Jeb e do Morfeu. Quer dizer, o Morfeu não é tão babaca e possessivo quanto o Jeb, mas ainda sim é bem genérico e nem aparece muito. Fora que o arco do triangulo amoroso, por mais que necessário na trama (e bem plausível) foi irritante, maçante e muito mal desenvolvido. Espero mais do segundo volume.




Camila Márcia 02/11/2014

Que livro doido!
Quando li Alice no País das Maravilhas, senti como se estivesse lendo a descrição de um sonho (ou pesadelo) em que num momento está acontecendo uma coisa e no seguinte outra, em que podemos nos deparar com as coisas mais bizarras possíveis. Não foi outro o sentimento que me invadiu ao ler O Lado Mais Sombrio, devo reconhecer que a escritora sou explorar muito bem as possibilidades de tornar a história ainda mais bizarra que a de Carrol.
Alyssa Gardner é uma Liddell, ou seja, sua tataravó é Alice do País das Maravilhas e tudo o que sabemos sobre esse país é uma história que a própria Alice contou a Lewis e ele escreveu, mas o pior não é isso, sobre a família dos Liddell recai uma maldição. Todas as mulheres Liddell sofrem de loucura e alucinações, mas, não é de fato, alucinações, já que todas realmente escutam e podem conversar com animais e plantas. Cedo ou tarde as Liddells são internadas diagnosticadas como loucas. Isso é o que aconteceu com a mãe de Alyssa: Alisson.
Quando Alyssa descobre que o que paira sobre todas as mulheres de todas as gerações de sua família é uma maldição ela fica determinada a quebrá-la, no entanto, para quebrá-la, ela terá que embarcar na toca do coelho e ir parar no País das Maravilhas.
É exatamente isso o que acontece, só que no momento de entrar no espelho Jeb, o garoto por quem Alyssa é apaixonada acaba indo junto com ela e ambos vão viver a mais bizarra aventura no País mais Maluco e intraterrano. Nesse momento muita muiiiiiiita coisa bizarra acontece e Alyssa tem que colocar em ordem o País das Maravilhas, oi seja, consertar todos os erros de Alice, nesse ínterim, Alyssa acaba descobrindo muito sobre seu passado, coisas que sua própria mãe havia lhe escondido, a fim de lhe proteger. Realmente muita coisa estranha e surreal acontece, mas tudo é possível neste mundo novo e Alyssa percebe que está muito mais conectada ao mundo intraterrano do que jamais supôs.
Em O Lado Mais Sombrio temos também delineado muitas cenas picantes entre Jeb e Alyssa, e um tradicional triângulo amoroso acontece entre Jeb, Alyssa e Morfeu (que é uma peça fundamental em todo o desenrolar da narrativa). Não sei se gostei desse triângulo amoroso, porque os personagens todos me pareceram muito imaturos e com atitudes tão infantis que me surpreendi bastante, afinal eu ficava me questionando se a escritora não estava decidida sobre o publico que ela queria alcançar com o livro: havia momentos que eu acreditava piamente que ela estava escrevendo para crianças e em outros para adolescentes e em outros para adultos, mas ficou tudo tão misturado que a confusão não me agradou.
Para ser bem sincera, não gostei muito de O Lado Mais Sombrio, não estou desconsiderando o livro, mas achei que a história não foi bem contada e a narrativa se arrastou. Vejam bem: a história não foi bem contada, mas isso não quer dizer que não seja boa, ela tinha potencial, mas se perdeu. Só me resta torcer para que a continuação seja melhor.
Após a leitura conferi várias resenhas nos blogs e percebi que muita gente gostou do livro, fiquei até chocada e até pensei que talvez eu tenha lido esse livro numa época errada, mas não creio, pois eu estava ansiosa pela leitura e só posso afirmar que fiquei frustrada, mas essa é minha opinião. Opiniões mudam, se o segundo volume e o conto forem bons, pode ser que eu mude de ideia, afinal esse foi o primeiro livro da escritora e para um primeiro livro ela teve uma brilhante ideia.
Acredito que o fato de eu não ser mais fã de releituras tenha me influenciado a olhar para o livro com outros olhos, de qualquer forma, ainda prefiro [por mais bizarra que seja] a versão tradicional de Lewis Carrol.

site: www.delivroemlivro.com.br
Tatiana 05/11/2014minha estante
Eu tbm não gostei desse triangulo, a meu ver, Jeb é um personagem desnecessário. E achei esse romance entre os 3 muito chato, não tem nada a ver com a essência do livro.
Achei que ela usou muito do universo criado por Tim Burton, o livro é realmente apelativo e chato.
Até a metade eu gostei, da metade em diante, vai se arrastando... e tudo fica confuso e sem lógica. Ele só se salva pelo Morfeu, que pra mim foi o melhorzinho das personagens.


Silvia 23/11/2014minha estante
Achei a Alyssa bem infantil e teve partes que ficou muito evidente a inexperiência da autora, principalmente quando ela e Jeb chegam no País das Maravilhas e se assustam por não ter pôr do sol, e depois quando Alyssa está surfando em cima da areia movediça ela diz que está desesperada, o tempo é contra ela e o sol está se pondo. Não entendi...




Tetê 16/11/2014

Eu devorei o livro em 3 dias , ele simplesmente te envolve de uma forma avassaladora ! Uma aventura emocionante e muito apaixonante, com um romance, mas sem aquele mimimi ..
Ao ler vc se apaixonara por Alysson, Jeb , Morfeu , e todos os outros personagens , alem de amar ainda mais Alice no Pais das Maravilhas , que nessa obra sera abordada sem a pegada infantil que a historia original apresenta .
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Thata 20/02/2015

Ok, sabemos que o livro é para adolescentes...mas a história foi totalmente mal desenvolvida e os cenários são horríveis, muito confusos e de péssima descrição. Falta fluxo nas ações, na aventura. E não se foi só a minha remessa, mas havia muitos erros gramaticais e erros sérios! Achei que poderia ser alguma palavra inventada, para encaixar na trama, só que não...


Lourena 15/09/2014

Maravilhoso
O que fala do lado mais sombrio? Simplesmente perfeito, o que mais gostei nesse livro foi o jeito que Howard recria um País das Maravilhas com seres totalmente diferente de tudo que você possa imaginar...
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Val 15/06/2014

Livro "O Lado Mais Sombrio"
Ao pegar esse livro eu já imaginava que seria muito fantasioso (porque né? haha) e achei que seria sem romance..mas me enganei na parte do romance.
Alyssa é descendente de Alice Lidell, aquela Alice mesmo. Ela escuta plantas e insetos, assim como sua mãe também.
Jeb é amigo de Alyssa -além de ser a paixonite dela- mas ele está com outra.
Além disso, sua mãe está internada por estar sendo considerada como louca. A garota precisa conviver com essa maldição toda, até descobrir que pode reverter isso.
Quando Alyssa começa a descobrir que tem algo que pode fazer para trazer sua mãe de volta, ela começa a ir atras de como conseguir isso. Ela acaba indo parar no País das Maravilhas, e descobre que precisa consertar os erros de Alice, mas, ao pulas o espelho para entrar em sua aventura, seu amigo e amor Jeb pula junto. Tudo que ela não queria era por ele nessa enrascada. Mas aconteceu!
Lá, ela encontra Morfeu, o intraterreno que aparecia sempre em seus sonhos na infância, e isso desperta uma parte de amor dentro dela, e também a vontade de descobrir mais ainda o que foi verdade ou mentira em sua vida.
Essa parte de sua aventura é incrível. Como eu disse no inicio, claro que com muitas fantasias, e é narrado incrivelmente bem. Muito bem descrita.
Quais serão as aventuras que Alyssa precisar passar para conseguir tudo que ela queria? Hmmmmmmmmmm


E você? Já leu? O que achou da leitura?

site: http://www.revistagalaxy.com/2014/05/resenha-o-lado-mais-sombrio.html
Belle 15/05/2014minha estante
Ainda não li, mas em principio a capa me chamou muita atenção, é muito linda e amo livros que une fantasias e romance...
:D


Dani 17/05/2014minha estante
Tenho muita vontade de ler este livro, está nos meus desejados. Gosto muito da estória de Alice no País das Maravilhas e este livro parece ser uma versão muito interessante do clássico, cheia de aventuras e magia. :)


Andréia 17/06/2014minha estante
Ainda não li o livro, mas estou com muita vontade...logo que tiver a oportunidade quero lê-lo!!!
Beijos!


Beth 28/06/2014minha estante
Ansiosa por este livro. A história me conquistou de vez. Show.


Julielton 08/07/2014minha estante
Caramba, ainda não havia parado para ler resenhas desse livro, mas agora lendo a sua, estou louco para ler, serio, eu adoro esses mundos fantásticos, como O Pais das Maravilhas, A Terra do Nunca, Oz. E isso de juntar a nossa realidade com o fantástico está em roga, prova é Once Upon a Time que vem conquistando fãs a cada dia com essa mesclagem perfeita. O Lado Mais Sombrio passa a fazer parte dos meus desejados e irei ler com certeza!




Henri B. Neto 17/11/2014

Resenha: O Lado Mais Sombrio
Expectativa é uma droga. Eu sei disto, você sabe disto, mas - ainda sim - nunca aprendemos. É um ciclo longo e vicioso. Mesmo que lutando contra, não importa, cedo ou tarde vamos cair no estômago deste monstro que criamos dentro de nós e vamos inadvertidamente quebrar a cara. Foi mais ou menos isto o que aconteceu com o ''O Lado Mais Sombrio'', primeiro volume da trilogia de estreia de A.G. Howard. Vejam bem, por que eu não iria ter grandes expectativas com relação ao livro? A capa era linda, a diagramação era super caprichada (sim, mesmo a do livro digital) e a sinopse não poderia ser mais interessante: O País das Maravilhas é real. E uma descendente de Alice Lindell precisa retornar para ele, para consertar todos os erros provocados pela sua ancestral e libertar a família de uma antiga maldição.
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Não tinha como nada dar errado, não é mesmo? Bom, não foi bem assim.
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Quando eu leio um livro de fantasia (De qualquer tipo. Seja um Medieval, ou Fantasia Urbana, ou Romance Sobrenatural), o que eu mais espero do autor é que ele me insira no universo do seu livro. Me convença que suas invencionices são reais, me faça querer embarcar na sua história junto com os os seus personagens - por mais que pareça louco ou inverosímel. Mesmo tendo em sua vantagem toda a base deixada pelo clássico ''Alice no País das Maravilhas/Através do Espelho'' (além de suas adaptações variadas, é claro), eu não senti em nenhum momento que a autora tentou me inserir em seu mundo. A apresentação dos dons (ou da maldição, seria melhor dizer) de Alyssa e sua afinidade com Wonderland era muito seca, sem um pingo de aura mágica que me cativasse e que me fizesse desejar conhecer mais. Nos primeiros capítulos, suas descrições deste mundo fantástico que a protagonista tinha que lidar eram tão interessantes quanto ver um mosca batendo na janela. Ou saber de uma pessoa sem graça andando tranquilamente pela rua... E isto meio que foi um choque.
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Mesmo sendo narrado em primeira pessoa, eu não achei o texto fluído. Eu lutava constantemente para terminar um capítulo, como se eu estivesse me movendo em areia movediça - lutando para criar um interesse real tanto pela história, quanto pelo mundo adaptado por A.G. Howard, ou quem vivia nele. E falando nisto, outra coisa que a narrativa mais atrapalhou do que ajudou foi justamente isto: eu simplesmente não conseguia ficar interessado pelos personagens. Nada do que acontecia à eles me instigava de verdade. Talvez, o mais próximo à isto tenha sido no momento em que Alyssa vai visitar a mãe em uma Clínica de Repouso. Mas foi um único momento, e passou rápido demais, junto com a aparição relâmpago de sua progenitora.
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No decorrer de uma semana, lutei com todas as minhas forças para que a história de ''O Lado Mais Sombrio'' me prendesse, mas isto não acontecia. Por um momento, eu cheguei a pensar que isto talvez fosse um sinal de ressaca literária - mas, ao me ver terminando outros livros (maiores, até) do que ele, comecei a aceitar que o problema não era eu. E sim o livro. Era uma sensação semelhante à que tive com ''Cidade dos Ossos'' (o primeiro livro da série ''Os Instrumentos Mortais'', e que quase me fez abandonar a saga), mas de uma forma muito mais assustadora. Cheguei à metade da trama, exatamente na marca de 50% do epub lido, e ainda sim lutava para me adaptar. Com relação à tudo. E foi quando resolvi dar um basta em toda a situação.
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Por mais que me doa - e acreditem em mim, dói bastante - decidi abandonar de vez a leitura do primeiro volume da trilogia. Eu sei que alguns devem estar se perguntando: Mas Henri, você poderia ter feito leitura dinâmica, não? Sim, eu poderia. Mas não acharia isto honesto comigo mesmo - e principalmente, nem disposição para isto o livro me proporcionou. Talvez, todos estes os pormenores que falei, que foram se acumulando e acabaram me irritando esteja diretamente ligado ao fato deste ser o romance de estréia da autora... Mas não tenho coragem de encarar a continuação para ver isto mesmo. Até por que, eu precisaria terminar este antes, e querem saber? Quando fechei o livro e decidi abandonar a lutar, a sensação de alívio foi indescritível... Infelizmente, nem tudo funciona com todos os leitores. E, sem sombra de dúvidas, a série Splintered não foi feita para mim.
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Henri B. Neto
''Na Minha Estante''

site: http://naestante-henribneto.blogspot.com.br/2014/10/resenha-o-lado-mais-sombrio.html
Dafs 17/11/2014minha estante
Sério que não é tudo isso Henri? D: Bom, menos um para eu ler rsrs


Henri B. Neto 18/11/2014minha estante
Dafs, infelizment, o livro não conseguiu chamar a minha atenção de jeito nenhum! ''(


Luana C. 16/01/2015minha estante
Trilogia? Então vou esperar os três para poder comprar/ler. kkk




Naara Janeri | @Diariosdeleitora 03/01/2015

Comecei essa leitura esperando muito do livro, pois me apaixonei pela capa. Acabei me decepcionando, nao gostei da historia. As partes de romande me irritaram profundamente, completamente desnecessarias. Alyssa é uma chata de galocha. O que conseguiu me manter na leitura foi somente a ambientalização no pais das maravilhas, fora isso o livro foi totalmente dispensavel, a ponto de quase abandono.
fadasemasa 04/01/2015minha estante
Não fala assim, ta na minha lista de desejados rsrs
Decepção com livros é tao dolorosa quanto da vida real :(


Naara Janeri | @Diariosdeleitora 04/01/2015minha estante
kkkk siim, demais!! eu tava apaixonada por esse livro, mas me decepcionei mto. nao quero nem continuar a serie.


Cat 23/09/2015minha estante
Concordo. O romance foi mal feito. E eu não tive saco... abandonei.




sabris 18/12/2015

Você conhece a história de Alice no País das Maravilhas? Acha ela real? Acredite se quiser, ela é.
Alyssa Gardner ouve os pensamentos das plantas e dos animais e já sabe qual é o seu destino: acabar num sanatório, como sua mãe, sua avó e sua tataravó, chamada Alice Liddell, que contava à Lewis Carroll seus estranhos sonhos, inspirando-o a escrever a famosa leitura clássica. Mas talvez toda essa insanidade seja realmente real e talvez Alyssa tenha realmente a chance de quebrar a maldição que envolve sua família de geração em geração de uma vez por todas, mas para isso, ela precisará entrar na toca do coelho e escolher entre a sensatez de seu amigo Jeb - que envolveu nessa aventura acidentalmente ou a loucura de Morfeu, o seu guia no País das Maravilhas.
Quando vi a capa, não me interessei muito mas minha amiga disse que era muito legal e agora vejo que sim, afinal, "nunca julgue um livro pela capa". Um livro repleto de aventuras, descobertas, sensualidade e é claro, loucura! Os capítulos não são muito longos, você não se prende na leitura em si, mas é um livro muito bom mesmo, eu recomendo.
Afinal, "ninguém é o que parece no País das Maravilhas. Nem mesmo Alyssa..."
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Bárbara 05/12/2014

Mais ou menos
Primeiramente, que capa mais linda! Os detalhes dos insetos e das plantas deram um toque de misticismo com um ar sombrio que combinou perfeitamente com o conteúdo do livro.

A história é um remake de Alice no País das Maravilhas, como dá para perceber pela sinopse, o que foi sumariamente o que me levou a ler esse livro. Sou sou a p a i x o n a d a pelo livro de Lewis Carroll, As Aventuras de Alice no País das Maravilhas, então Imaginei "nossa! Um remake adolescente do meu livro de infância preferido?! Vai ser perfeito para mim!", mas infelizmente as expectativas não corresponderam à realidade.

Pontos negativos:
O livro é adolescente até demais. Aquela mesma velha historinha, menina excluída com paiãxo platônica e secreta pelo menino perfeito descobre que tem poderes sobrenaturais, desperta a atenção do menino amado, arruma outro cara para fazer um triângulo e deixar as coisas supostamente mais interessantes para o leitor - o que faz da vida dela uma confusão só - enquanto luta para evitar algum destino terrível ligado aos seus poderes. Não há surpresa alguma durante a leitura, nada que não seja previsível, nada nem para nos fazer falar "noooossa! Não acredito!".

Jeb é a paixão platônica de Alyssa. Ele é o cavaleiro de armadura dourada perfeito, fofo, pronto para morrer pela amada. E ele me incomodou da primeira página à última. Se ele não tivesse ido ao País das Maravilhas com Alyssa, tenho certeza de que tudo seria muuuuito melhor e menos tedioso durante a história. Mas não. Parece que triângulos amorosos são lei na terra dos romances adolescentes.

Alyssa é um zero à esquerda. Não compensa nem falar sobre ela. Típica mocinha dos romances sujeita à sua paixão perdidamente profunda e indecisa entre os dois homens perfeitos da sua vida. Só que ela não é a mocinha mais pura que já li por aí e, para fazer um diferencial, ela é meio rebelde e gótica, gosta de andar de skate, matar insetos e usar dreads nos cabelos.

Pontos positivos:
Morfeu é a estrela do livro. Foi por causa dele, aliás, no meio do tema de Alice in Wonderland, que eu decidi ler. Ele é sombrio, sarcástico, misterioso e demasiadamente sexy. Então claro que eu amei ele em todos os sentidos. A sua dupla personalidade, a dúvida que ele causa em quem está lendo e na protagonista, tudo isso nos seduz profundamente. Sua magia e seu estilo dark angel, badboy, com suas asas negras e seus sussurros cálidos me prendaram em uma caixa Linguadarte no primeiro instante em que eu o conheci.

Já a escrita descritiva de A. G. Howard é extremamente bela. A paixão com que ela tece os cenários, descreve seus ´personagens e intrinca o enredo é encantadora. Claro que houve falhas no decorrer da história, alguns argumentos fracos, mas nada que não seja tolerável em se tratando do livro de estreia dela. Basta saber que, enquanto você está com O Lado Mais Sombrio nas mãos, sente-se realmente envolto na magia de Wonderland.

O que me leva ao remake. Ao contrário de algumas releituras que ficam horríveis, eu gostei bastante de como a autora utilizou a história original para criar a sua. Utilizando um cenário dark inspirado por Tim Burton em seu filme produzido pela Disney, ela conseguiu conectar todos os acontecimentos do livro de Lewis Carroll à sua história de um modo convincente e muito legal. Eu amo O País das Maravilhas e foi ótimo poder estar lá de um modo diferente desta vez, proporcionado por Howard.

Enfim, gostei do livro, mas nem tanto. Acho que dizer que gostei de Morfeu descreve melhor meu sentimento. Se eu recomendaria? Só se você estiver muito à toa como eu estava quando li, porque esse romance é mais um livro para passar o tempo e se entreter um pouco. Nada épico que eu tenha que obrigar você a ler, mas fica a dica.

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toocloseforme 20/06/2015

Resenha: O Lado Mais Sombrio – A. G. Howard
Antes de começar a resenha tenho que dizer que sou suspeita pra falar de adaptações, já que os novos contos que li até hoje foram muito bons também e, fala sério, olha essa capa! A edição foi muito bem feita, com o início dos capítulos decorados e folha amarelada, bem do tipo que colecionador de livro gosta. Ok, vamos à resenha!

Alyssa Gardner seria uma garota normal se não fosse capaz de ouvir os pensamentos das plantas e animais. A história tem início com Alyssa já contando sobre seu hábito maluco de colecionar insetos, como uma forma de aliviar sua "maluquice" interna, mas as verdadeiras alucinações que remetem ao tão famoso País das Maravilhas acontecem quando a garota começa a sonhar. Por causa de sua natureza inquietante, Alyssa ainda tem de aguentar as perturbações de seus colegas de classe em torno da história de sua família, mas nem tudo é puro caos! Jeb, um amigo de infância, permanece ao seu lado, como um lembrete de que ainda pode haver normalidade em contraste à um mundo cheio de loucuras. Sua personalidade é normal e não chega perto das características convencionais de caras misteriosos dos outros livros de fantasia, o que é o mais interessante porque acaba dando um aspecto mais real e humano à história. Jeb pode ser um típico cara normal, sem detalhes magníficos e inexistentes em uma pessoa comum. Juro que estava torcendo por ele durante boa parte do livro, mas depois que Alyssa caiu pela toca e encontrou a Lagarta (que assume a forma de outro personagem), o cara simplesmente virou um pé no saco com sua mania de super-proteção, me levando à pensar que sua companhia desde o começo era desnecessária já que a garota cumpria as tarefas sozinha.

"Alguns murmúrios quebram o silêncio."
– É ela...
– É igualzinha, sim.
– Ouvi dizer que ela secou o mar com uma esponja. Uma esponja! Astuta e criativa. pg 204

Não sei ainda o que pensar de Morfeu, amigo intraterreno de Alyssa e sua possível paixão (sim, tem triângulo amoroso) platônica - e esquisita - o cara é louco e é surpreendentemente humano ao mesmo tempo! São muitas reviravoltas nesse livro e o leitor é capaz de sentir cada uma delas! Todos os outros personagens (medonhos, por sinal) tiveram papéis primordiais para que a trama fosse construída ao estilo Alice no País das Maravilhas, com um toque gótico. Acredito que quem gostou da história original, também vai gostar dessa daqui. (:

Mais alguns trechos do livro:

"Ao clicar na imagem, a tela fica preta. Quando me preparo para reiniciar o navegador, um clarão de luz vermelha me detém. A tela pulsa como se eu estivesse diante de um coração batendo. O ar à minha volta parece pulsar em sincronia." pg. 25

– Você roubou a rainha? Ou ela está à solta? – Os olhos da Irmã Um cintilam, os cílios macios se estreitando. pg 274
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Leitora Viciada 11/05/2014

Sempre gostei da obra de Lewis Carroll. A cada etapa de minha vida eu interpretei o clássico O País das Maravilhas / Alice No País do Espelho de uma nova forma, sob um novo olhar. No entanto, apenas muito tempo depois pesquisei sobre a vida de Carroll e as origens de sua inspiração. Foi um choque descobrir que Alice Liddell realmente existiu. Inicialmente o livro fora intitulado Alice Embaixo da Terra - bem de acordo com a versão em O Lado Mais Sombrio onde o País das Maravilhas é povoado de seres intraterrenos psicodélicos.
Quando criança eu assistia a versão do longa animado da Disney. Me empolguei bastante com o filme do Tim Burton e novamente visitei esta terra fantástica. Gosto de cada uma dessas versões por motivos diferentes.
Então quando li a sinopse de O Lado Mais Sombrio, o primeiro volume da série Splintered da autora A. G. Howard a chegar no Brasil em abril pela Novo Conceito, instintivamente me animei muito!

O título é instigante (fiquei muito animada com a ideia de ler uma versão sombria do País das Maravilhas) ainda mais com o slogan "Bem-vindo ao verdadeiro País das Maravilhas." - como não imaginar o visual exótico do filme de Tim Burton aliado a esta premissa? É esse o clima tecido pela autora.
Criei enormes expectativas em relação ao livro, tentando imaginar os caminhos a serem seguidos... Imaginei uma versão mais adulta e moderna e, óbvio, sombria.
A capa é linda, eu adorei Alyssa se fundindo às plantas e insetos, com um olhar discretamente insano em um rosto jovem. Foi essa a ideia que tive ao ver a capa.
A diagramação do livro está muito bonita. A cada início de capítulo uma página parcialmente desenhada, com detalhes que combinam com a malha de plantas emaranhadas da capa. Em todas as páginas há um desenho pequeno na marcação numérica das páginas.

A narrativa é em primeira pessoa, feita pela protagonista Alyssa. A princípio me encantou o fato de Alyssa ser uma adolescente com características marcantes: Ela possui um estilo alternativo; um visual gótico e grunge, é skatista e trabalha em uma loja / brechó com roupas e acessórios diferentes. Ela possui um visual incomum, prendendo apliques coloridos ao cabelo platinado (o pai não deixa que o pinte), maquiagem pesada e roupas um tanto chamativas. É uma artista plástica, criando painéis bizarros com cenários estranhos. Cenas montadas com material artístico mesclado à insetos e plantas mortos. É mórbido, mas bonito. São cenas extraídas de seu subconsciente / sonhos.
Pensei que Alyssa seria uma moça curiosa e rebelde, mesmo sendo melancólica devido ao problema familiar. Na sinopse diz que "ela ouve os pensamentos de animais e plantas", mas na verdade o correto é "insetos e plantas". Esse dom ou maldição está presente em todas as descendentes diretas de Alice (sempre do sexo feminino). Ela é a tataraneta de Alice e sua mãe, Alison, está internada em um sanatório.
Achei meio sem sentido a família manter os nomes semelhantes ao de Alice, já que consideram esse dom uma maldição terrível (Alice - Alicia - Alison - Alyssa). Por que manter o padrão de nomes se elas não se orgulham dessa loucura?
Como Alyssa decide por conta própria buscar a Toca do Coelho, mesmo sem alternativa, pensei que assim seria a protagonista: Cheia de atitude. Para salvar a mãe da insanidade total (e a si mesma, já que ela prevê que sua vida será igual), ela procura a entrada para o País das Maravilhas baseada em frágeis pistas dadas pela mãe.
Ela é uma protagonista manipulável, submissa e passiva. Se deixa levar pelos acontecimentos e todos ao seu redor. É salva constantemente pelo amigo. Não é firme nas decisões e não me conquistou, mesmo tendo uma atitude nobre.
Pois até isso é questionável: Ela quer quebrar a maldição pela mãe ou somente por temer seu futuro? Fiquei em dúvida sobre sua real postura.

Para ler toda a resenha acesse o Leitora Viciada.
Faço isso para me proteger de plágios, pois lá o texto não pode ser copiado devido a proteção no script. Obrigada pela compreensão.

site: http://www.leitoraviciada.com/2014/05/splintered-1-o-lado-mais-sombrio-de-g.html
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PorEssasPáginas 23/04/2014

Resenha: O Lado Mais Sombrio
Fazia muito, muito tempo que eu queria ler esse livro. Eu o conheci ainda quando havia somente a edição americana, Splintered, e quando descobri que os direitos foram adquiridos pela Novo Conceito fiquei bem feliz e aguardei ansiosamente o lançamento no Brasil – que demorou muito. Quando o livro chegou, corri para lê-lo, cheia de expectativas, mas, infelizmente, o livro não alcançou nem metade delas. Descritivo em excesso e com protagonistas fracos e sem graça, O Lado Mais Sombrio tem uma boa premissa, mas um desenvolvimento tedioso e muita, muita enrolação.

A sinopse atrativa já explica muito bem sobre o que é o livro, nem há necessidade de explicar mais; no entanto, ela obviamente não expõe seus problemas. Para salvar sua mãe – e a si mesma – de uma maldição que leva todas as mulheres em sua família à loucura, Alyssa atravessa o espelho e entra na toca do coelho, seguindo pistas escondidas da mãe, Alisson, e penetra no insano País das Maravilhas. Porém, o lugar não é exatamente o que é descrito no livro de Lewis Carroll: sombrio, gótico, macabro, o País das Maravilhas é um lugar perigoso, especialmente para a mente de Alyssa. Na verdade, o próprio leitor se sente um pouco perdido em meio a tanta insanidade. É como se todos os elementos que conhecemos da história de Alice – que já eram bem malucos – estivessem deteriorados e misturados em um liquidificador. Desesperada por um pouco de sanidade, segurança e até mesmo humanidade, Alyssa convoca seu melhor amigo Jeb em um desejo louco de seu coração e materializa-o no País das Maravilhas. E aí, quando o livro parecia que ficaria bom, descamba para um romance melado como as tortas e os bolinhos da festa do chá maluco.

Jeb é um personagem que estraga grande parte do livro. Ele é chato – não há outra palavra para descrever – e irritantemente superprotetor. Na verdade, ele é um babaca disfarçado de bom moço. Alyssa é completamente apaixonada por ele e, por ele, torna-se uma personagem fraca e sem atitude. Ele controla tudo e, como diz Morfeu (o melhor personagem do livro, na verdade), sufoca Alyssa como se ela não fosse capaz de fazer nada sozinha. Jeb é incapaz de confiar na garota e trata-a como uma garotinha frágil e indefesa, uma joia a ser protegida e cuidada, o que é frustrante. Isso torna também Alyssa uma personagem fraca, pois, por estar apaixonada, ela cede a Jeb, derrete em seus braços e perde muito do seu potencial. Ela fica apagada por grande parte do livro até que Morfeu aparece – e a desafia.

Morfeu é um único personagem que faz o livro valer a pena. No livro de Carroll, ele seria a representação da Lagarta, mas na realidade nessa história ele é mais como uma mariposa – um homem mariposa, de fato. É ele quem conduz toda a história e orquestra os acontecimentos do livro, porém, mesmo sendo astuto e manipulador, ele incentiva Alyssa a agir por si mesma, a ser forte e a resolver seus problemas. Ele a protege, mas não a sufoca, e incentiva sua independência. Sinceramente não entendo essa de nos livros – e em outras mídias – os autores colocarem como amor ideal esse tipinho sufocante que transforma a mulher em um mero ornamento, frágil e dependente. Acho que isso é a herança maldita de Crepúsculo (desculpem-me os fãs). E isso me irrita. Sem contar que o romance de Alyssa e Jeb era melado e pegajoso, chegando a ser enervante; páginas e páginas desperdiçadas com um açúcar infinito. Não consigo aguentar esse tipo de coisa. Com Morfeu, não, as coisas eram muito mais sedutoras, misteriosas, inteligentes. Mas, sim, é claro que temos um triângulo amoroso e uma personagem sem graça que parece conquistar todos os homens do livro. Argh.

A parte do País das Maravilhas é bem construída, mas excessivamente descritiva. A autora parece querer mostrar seu novo mundo nos mínimos detalhes, o que acaba sendo cansativo. Demorei muito para ler esse livro porque simplesmente não tinha vontade de fazê-lo. A leitura me deixava exausta e muitas vezes com sono. O livro só melhorou lá pelas últimas cem páginas, quando Alyssa começou a tomar as rédeas de sua aventura e Jeb desapareceu um pouco da história (ufa!). Mas o triste é que aí você vê todo o potencial desperdiçado do livro e, quando olha para trás, para todas as muitas páginas anteriores, sente também que desperdiçou seu tempo. Se o livro tivesse menos enrolação, menos descrição (e menos Alyssa/Jeb), seria muito melhor. Alyssa tem que fazer essas “tarefas” para desfazer os erros de Alice e salvar sua família, como por exemplo, enxugar o mar de lágrimas de Alice, porém, no final, há uma revelação surpreendente que muda tudo e deixa o livro muito mais interessante. Vale a pena por isso, mas recomendo ler as primeiras duzentas páginas em velocidade acelerada. Talvez até mesmo pulando algumas coisas…

Novamente a Novo Conceito caprichou na edição: usaram a capa original, que é linda, e dentro do livro todas as páginas são enfeitadas com ramos e folhas. O papel é super confortável e não encontrei problemas de diagramação, revisão ou tradução.

O que achei muito estranho foi que, segundo o Skoob (porque no livro, como sempre, não há nenhuma menção a isso), o livro é o primeiro de uma série. No entanto, a história fecha perfeitamente bem, sem nenhum gancho ou nenhuma questão em aberto. Para mim isso foi ótimo: posso me dar como satisfeita e parar de ler a série aqui mesmo. Mas fica a pergunta: de onde a autora vai tirar mais história e, ainda, será que essas continuações são realmente necessárias? Aliás, essa última pergunta eu faço bastante ultimamente em várias séries…

O Lado Mais Sombrio vale a pena se você gosta de fantasia, aventura e não se importa com uma grande dose de romance açucarado. E, claro, é uma leitura interessante se você já leu – e gosta – de Alice no País das Maravilhas. Mas é um livro que poderia ser bem melhor se tivesse menos enrolação. Uma boa leitura, mas que várias vezes é bastante cansativa.

site: http://poressaspaginas.com/resenha-o-lado-mais-sombrio
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