Play

Play Kylie Scott




Resenhas - Play


79 encontrados | exibindo 76 a 79
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6


Taty Assis 02/04/2016

Em Lick conhecemos a história de David Ferris, agora é chegado o momento de conhecer a história de Mal... Ah Mal, Mal, Mal *---* Que homem! E claro, antes que eu me esqueça, também é chegado o momento de conhecer a história da incrível, Anne.

Anne está acostumada a aguentar fardos, talvez seja por isso que ela não se tocou que sua amiga Skye, com quem dividia o apartamento, estava apenas enrolando-a e aproveitando da sua boa vontade, até que foi embora sem pagar o que devia a Anne e ainda por cima levando alguns dos móveis da casa. Anne ficou arrasada, também pudera, ela confiava tanto em sua amiga. Ela só queria ajudar, e não ser passada para trás. Mas há aquele ditado "Há males que vem para o bem", e talvez se não tivesse passado por tudo isso era bem capaz de ela não ter conhecido Mal Ericson naquela noite.

Malcom Ericson é o baterista da banda Stage Dive e também a paixonite de adolescência de Anne. Mal é o tipo de cara intenso e que não tem medo de falar o que pensa para as pessoas, e ao escutar sobre a atual situação de Anne ele fala o que realmente pensa, mas Anne não aceita muito bem sua opinião.

"O problema de Mal Ericson era que, fisicamente, ele não tinha defeitos. Nenhuma imperfeição o marcava, nem grande, nem pequena. Se ele continuasse a me atormentar, no entanto, eu daria um jeito nisso."

Mesmo não se dando muito bem para um primeiro encontro, Mal, na mesma noite em que conhece Anne, jura amor eterno e tem certeza que ela é a mulher de sua vida. Mas a verdade é que essa reação não foi verdadeira. Ele tinha planos e estava disposto a conseguir cumpri-los.

Mal decide se mudar para o apartamento de Anne, arcar com o aluguel e comprar os móveis que faltam, mas com uma condição: que ela seja sua namorada de mentirinha. Os motivos que o levaram a querer e propor isso? Bem, só lendo o livro para vocês saberem, mas confesso que achei válidos seus motivos.

Mas voltando ao assunto da mudança e proposta de Mal... Bem, Anne acaba sendo surpreendida com a repentina presença de Mal em sua casa, e que mal teria se ela aceitasse o acordo? Mal é um bom homem e a ajudou em um momento tão crítico. Claro que poderia ajudá-lo, o máximo que perderia com esse acordo seria seu coração.

"Gosto dele e estava imensamente grata por estarmos passando aquele tempo juntos. Depois do desastre com Skye, era bom ter Malcom Ericson na minha vida. Diabos, depois dos últimos sete anos, eu precisava dele. Ele fazia o sol brilhar. (...) Então, ele me beijou e arruinou tudo."

O envolvimento deles como casal não era para passar de beijos, mas quem disse que ambos resistem um a outro? E é assim que eles embarcam em um relacionamento de verdade. Mas, Mal não está sabendo lidar com o momento pelo qual está tendo que passar, e por ser muito impulsivo poderá colocar tudo a perder.

Fazia tempo que não me envolvia tanto com um livro. Acho que estava precisando de Mal e Anne na minha vida de leitora porque eles definitivamente foram os culpados, no bom sentido, por me tirarem de uma maré ruim de leituras.
Esse é o primeiro livro que leio da autora (não, não li o primeiro rs) e gostei muito da sua escrita. É bem direta e sem muitas delongas. Tanto é que consegui concluir a leitura dentro de algumas horas.

Os personagens são bem cativantes e apaixonantes. Amei a espontaneidade de Mal. Adorei em como ele não tem medo de falar o que pensa das pessoas, mas quando trata de falar de si e encarar a realidade é muito fechado e evita todo mundo.

Anne me pareceu muito real. Sabe quando você se depara com um personagem e pensa que parte da história contada poderia ser real? Então, foi essa a minha sensação enquanto eu conhecia parte de sua história. Ela é muito decidida e forte. Eu a adorei.

E se eu recomendo o livro? Claro, com certeza. :D E confesso que já estou ansiosa pelos próximos livros da série Stage Dive.

"Ele só olhou para mim e toda aquela coisa sobre enxergar a alma de outra pessoa começou a fazer sentido. Era assustador. Eu quase sentia a conexão entre nós. Como se fosse algo que eu pudesse apanhar e segurar nas mãos; Não podia ser real."

site: http://www.aculpaedosleitores.com/2016/04/resenha-play.html
comentários(0)comente



Iara.Bubolz 15/06/2019

Play
Esse livro rendeu muitas risadas, nossa eu amei esse segundo livro, amei o Mal e Anne. Historia linda
comentários(0)comente



Anna.Claudia 13/02/2019

Amei..
Ri horrores com o louco do Mal e Anne, livro divertidíssimo e sem grandes dramas!
comentários(0)comente



Ingrid Micthell 20/01/2016

PLAY - BLOG RESENHA ATUAL
Play é o segundo livro da série Stage Dive e nos trás a história de Anne Rollings, uma garota comum, apaixonada por seu melhor amigo cafajeste e funcionária de uma livraria. Após uma decepção com alguém que ela considerava uma amiga, ela é convidada por sua vizinha, e amiga também, a uma festa da banda de rock mais famosa do momento, Stage Dive, lá ela conhece Malcolm Ericson, o baterista e sua paixão de adolescente, que desperta nela sensações desconhecidas. Mal precisa de uma namorada de mentira e Anne parece ser a garota ideal e agora ele não vai deixá-la ir. Após ser expulso da casa de seu melhor amigo, Mal decide por conta própria que a casa de Anne é o melhor lugar para morar, e vivendo juntos e fingindo um namoro é impossível o amor não surgir.

“Ficou de pé e começou a andar pela sala. Dada à extensão de suas pernas, ele não foi muito longe. Três passos para frente, três passos para trás. Depois de algumas voltas parou, olhou pela janela para rua lá embaixo. — Por que todo mundo insiste em ser sério toda a porra do tempo? A vida é curta demais para todo esse excesso de liberdade compartilhada. Você está aqui. Eu estou aqui. Nós podemos ajudar um ao outro e ter um bom tempo, enquanto estamos nisso. Isso é tudo que importa — Ele girou sobre os calcanhares para me encarar, braços bem abertos. — A vida é uma canção, Anne. Vamos tocar.”

O livro é narrado em 1ª pessoa sob a visão de Anne, mas as palavras empregadas pela autora nos permite entender claramente o que se passa com cada personagem. A capa tem tudo a ver com o sedutor Mal e apesar de indicar que o livro terá sexo do começo ao fim não é isso que acontece, são poucas as cenas mais pesadas e elas são descritas em momentos totalmente oportunos, a autora soube utilizar a sensualidade de forma correta, nem muito nem pouco.


“Eu acariciava seus cabelos e acariciava suas costas, correndo meus dedos para cima e para baixo sua espinha. — Eu te amo — Eu disse. — Tanto que eu não posso dizer. Ele arrastou seus lábios contra meu queixo. — Eu acredito em você.”

No decorrer das páginas é notável a evolução dos personagens com relação a seus medos e inseguranças. O enredo do livro pode parecer meio clichê, mas a forma sensacional como são feitos os diálogos, a escrita, a caracterização dos personagens, torna o livro diferente e único. Para quem gosta de um romance New Adult, Play, é o livro perfeito, bem construído e com um enredo envolvente tenho certeza que vocês vão se apaixonar assim como eu me apaixonei.

site: http://resenhaatual.blogspot.com.br/2015/11/resenha-play-kylie-scott.html
comentários(0)comente



79 encontrados | exibindo 76 a 79
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6