A Torre Partida

A Torre Partida J. Barton Mitchell




Resenhas - A Torre Caída


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Marlei 05/06/2016

Resenha: "A Torre partida - Saga da terra conquistada vol. 2" (J. Barton Mitchell)
Por Sheila: E aí pessoas, tudo tranquilo? Trago para vocês hoje resenha do segundo livro da Saga da Terra Conquistada. Você pode conferir a primeira resenha aqui.

Como eu sempre digo, mas não custa lembrar, continuarei a resenha do livro 02 falando um pouquinho sobre o fim do primeiro, ou seja, spoilers para aquele que ainda não conhece a saga.

Torre Partida começa exatamente de onde Cidade da Meia noite parou. Holt ainda foge do bando, mas agora sua preocupação imediata não é mais caçar Mira Tombs.

Na Cidade da Meia Noite, vamos conhecer mais a respeito de Mira, as facções que governam a cidade e seu sistema de pontuação, o que comanda a hierarquia dentro da cidade. Nesse meio tempo, Mira e Holt se tornam amigos - talvez até um pouco mais - e encontram Zoey, uma criança com estranhos poderes.

Ao fim de Cidade da Meia Noite, Holt e Mira estão tentando fugir não só da cidade, de onde resgataram um artefato extremamente perigoso, que precipita o estágio final da Estática, para levá-lo às Terras Estranhas e destruí-lo; mas também dos Confederados Alienígenas, que querem capturar Zoey a todo custo. Também descobrimos mais sobre os poderes de Zoey, que envolvem telecinesia e, o mais surpreendente, o poder de curar a Estática.

Mira ficou olhando, em choque, sentindo o coração acelerar.
Holt tinha mencionado aquilo, a luz, mas era novidade para Mira. Ela não tinha visto Zoey usando seu dom na Cidade da Meia-Noite. Tinha quase morrido na ocasião, e a garotinha a salvara. Outro dos poderes dela, e o mais importante, Zoey podia deter a Estática. Bloqueá-la de alguma forma, tornar a pessoa imune. Pensar naquilo a deixava atordoada.
Encontraremos então Mira, Holt, Zoey e, claro, o fiel amigo de quatro patas Max à caminho das Terras Estranhas, não só para destruir o artefato que Mira criou, mas por que o Oráculo da Cidade da Meia Noite disse a Zoey que as respostas que todos procuram estão na Torre Partida, que encontra-se no coração das Terras Estranhas.

Mira piscou e olhou para frente, mas não para ele. Ela olhou para Zoey, correndo de um lado para outro, atrás de Max.- Estou ... preocupada.- Com o quê?- Com as Terras Estranhas.- Você é uma Bucaneira. Já esteve lá um milhão de vezes.- Nunca por conta própria - A voz dela era tão baixa que ele quase não podia ouví-la. - Só uma vez. Muito tempo atrás.

Vemos o reaparecimento de fantasmas do passado de Mira - como Ben, o amigo que a traiu, Eco, e antigos acontecimentos precipitadores de receios e inseguranças que não existiam na Mira de Cidade da Meia Noite - e a separação do grupo, quando os confederados capturam Zoey e Holt e passam a levá-los cada vez mais para o interior das Terras Estranhas.

Assim, Mira terá de fazer uma aliança improvável com o Bando, antigo desafeto de Holt, para conseguir apoio para entrar nas Terras Estranhas e resgatar os amigos levados pelos Confederados. Mas o Bando tem seus próprios motivos para querer entrar neste ambiente inóspito e cheio de Anomalias que desafiam a física, na maior parte das vezes mortais.

Como Mira conseguirá lidar com suas dúvidas e inseguranças, e salvar os amigos sem que o encontro entre o Bando e Holt precipite nova tragédia? De onde vem os poderes de Zoey e por que ela precisa chegar à Torre Partida? Quem são os misteriosos Hélice Branca?

O livros irá responder a muitos destes questionamentos, mais alguns que não foram resolvidos no primeiro livro mas, claro, ainda ficaremos com questões em aberto para o terceiro. Mas como a narrativa é simplesmente MARAVILHOSA, os personagens bem desenvolvidos e profundos, a história muito bem elaborada ... bem, você só precisa sentar e chorar ate o terceiro volume chegar às prateleiras (rsrsrrs).

Teremos tanta ação e aventura quanto no primeiro livro, mas as emoções serão mais intensas e as partes dramáticas mais contundentes, o que torna este segundo volume tão bom quanto ou até melhor que Cidade da Meia Noite. A parte de ficção científica e conceitos elaborados de física que explicam as Anomalias das Terras Estranhas também são muito bem construídos, não é preciso que se entenda e goste da matéria por exemplo, para que você entenda os conceitos por trás das explicações dadas pelos personagens.

No mais, ansiosa pela continuação e esperando fortemente que venha logo e seja tão bem escrita e elaborada quanto os dois primeiros livros. E vocês já leram? O que acharam? Comentem aí e façam uma resenhista feliz :)! Forte Abraço e até a próxima.

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site: http://www.dear-book.net/2016/03/resenha-torre-partida-saga-da-terra.html
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@APassional 08/04/2015

* Resenha por: Rosem Ferr * Arquivo Passional
Em A Torre Partida, mais uma vez J. Barton Mitchell nos arrebata em uma das melhores aventuras pós-apocalípticas que já tive o prazer de ler, suas personagens são densas e complexas, sua ambientação extraordinária e inquietante. A temática da invasão alienígena, é um dos fantasmas que transita no inconsciente coletivo da humanidade, deste modo, sob tensão constante, somos fisgados a um mundo tecno-mágico e selvagem, repleto de desafios e perigos, nos garantindo imersão total.

A narração em 3ª pessoa intercala os pontos de vista de Mira, Holt e Zoey, repleta de diálogos eloquentes e bem articulados, que solucionam harmoniosamente a complexidade do conteúdo, que fica “suave” e dinâmico.

Prosseguir ou desistir, juntos ou separados, escolher o passado ou o presente? São tantos dilemas...

Na primeira parte deste volume II, as emoções à flor da pele do estonteante final do volume I - Cidade da Meia-Noite - vêm à tona, o que tonifica a exposição interior das personagens, suas dúvidas, anseios e inquietações e Mitchell articula isso com uma verossimilhança tão delicada e profunda que nossa identificação é imediata, e o resultado é que as explosões emocionais de Mira e Holt são UAU! Quase palpáveis.

No decorrer dos capítulos, a base filosófica da saga fica bem definida: para sobreviver é preciso ser forte, vencer os próprios medos, e principalmente transcender o si mesmo. Assim iremos observar a fantástica evolução das personagens em sua auto-descoberta, pois a caminho da Torre Partida eles percebem que além do “si mesmo” existe “o outro”, e neste sentido, a abordagem do autor é brilhante na relação que faz entre o individualismo e o coletivo moldado pela unicidade.

“Força! Força! Força! Os Hélices entoavam enquanto Zoey se aproximava, fazendo-a se espremer contra Holt instintivamente.”

“Qual é o primeiro dos Pilares, perguntou Gideon?
Os Hélices responderam imediatamente enchendo o Cânion com sua voz:
– Nós somos o que pensamos que somos!”

Em torno desta estrutura de transpessoalidade, dotada de profundo conteúdo ao público YA, somos nocauteados por muita ação e extrema aventura, os Confederados não dão fôlego para nossos heróis, e agora fica claro que são perseguidos por duas facções com um único objetivo: capturar Zoey e destruir tudo que estiver no caminho... que não é a estrada de tijolos amarelos hahaha!

Bem-vindos às Terras Estranhas... Um universo paralelo, repleto de anomalias que consistem em inúmeros perigos mortais, tempestades de íons, de antimatéria, seres de matéria escura, cubos de Tesla, tornados de energia negra, mutação e fusão de matéria em construções surreais magníficas. Lá nossos heróis encontrarão Ben, Ravan e o Bando, Gideon, Avril, Dane e os Hélices brancas com seus cristais e saltos quânticos, a Realeza, o Imperador, e artefatos mágicos poderosíssimos. Unidos eles travarão a pior de todas as batalhas contra os Confederados e enfim conhecerão a verdade sobre a Torre Partida e os poderes de Zoey.

Os últimos capítulos são eletrizantes, angustiantes, estarrecedores, dilacerantes, comoventes, e o final... surpreendentemente sensacional, com sabor de quero mais... Muiiiiiiiito mais.

Cativante, genial e inesquecível.

Resenha publicada no Blog Arquivo Passional em 08/04/2015.

site: http://www.arquivopassional.com/2015/04/resenha-torre-partida.html
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Clã 19/06/2015

Clã dos Livros - A Torre Partida
Acho que não consigo colocar em palavras o quanto este livro é bom. Muito bom!

A continuação de Cidade da Meia - Noite é absurdamente eletrizante.

Mira, Holt e Max tem uma missão, levar Zoey em segurança até a Torre Partida. E para isso, eles terão que atravessar as Terras Estranhas e enfrentar todos os perigos instáveis que aparecem por lá e são muitos. Como se isso já não bastasse, os confederados continuam no rastro da menina. Mas não são somente eles que estão interessados nos poderes de Zoey, que por sinal estão cada vez maiores.

"Holt não entendera completamente tudo o que ele tinha revelado à menina, mas uma coisa tinha ficado clara: para obter as respostas de que Zoey precisava, havia um lugar aonde ela precisava ir - um marco tenebroso no centro das Terras Estranhas chamado A Torre Partida. "

Os hélices, guerreiros poderosos com habilidades extraordinárias comandados pelo ancião Gideon, querem encontrar Zoey, que para eles é A Primeira.
O bando que persegue Holt, também está nas Terras Estranhas e o encontro entre eles e Holt, pode ser bem desagradável.

Mira tem em suas mãos um grande desafio, guiar todos até a Torre Partida, mas para isso, ela precisa acreditar em si mesma. Ela errou no passado e se responsabiliza por isso, mas com o passar dos acontecimentos vai perceber que as pessoas mudam e que existem pessoas que confiam e dependem dela.

Alguns personagens do passado de Holt e Mira reaparecem e podem estragar todo o plano deles.
Benjamim, primeiro amor de Mira, que está decidido a chegar até a Torre. Ele não se importa com o que deverá fazer, ou quem deverá ferir para conseguir.
Ravan, líder do bando, uma moça linda que se envolveu com Holt e sente grande mágoa por ele, também vai chegar com tudo.

A menina Zoey continua encantadora. Ela também passa por poucas e boas ao ser capturada, mas aprende muito sobre seus poderes e sobre os confederados.

Além desse intrincado encontro de vários personagens, A Torre Partida é repleta de ação. Com lutas, canhões de plasma, sangue, uso de artefatos e muitas respostas para dúvidas que vão surgindo.
Neste segundo livro, também vemos amor: o sentimento base da humanidade que sobrevive mesmo diante das situações mais adversas. Amor de Holt e Mira pela menina, que passa a ser quase como uma filha para os dois e o amor entre os dois, que sofre baques tremendos com os encontros do passado e com a descoberta do segredo guardado por Holt.


"- Você acreditou em mim - ela o interrompeu suavemente.
- O quê?
- Quando ninguém mais acreditou - continuou Mira, olhando para ele. "

Os personagens são incríveis e inesquecíveis. São muitos, mas tão bem estruturados que é possível sentir e conhecer bem, todos e cada um, até mesmo alguns dos robôs confederados que se mostram mais.

Uma leitura eletrizante em nível SUPER, do tipo que não se pode parar de ler. Um thriller imperdível para os amantes de ficção-científica, ação, distopia e aventura.

A Torre Partida conseguiu ser ainda melhor do que A Cidade da Meia-Noite.

Amei.

site: http://cladoslivros.blogspot.com.br/2015/05/resenha-torre-partida-grupopensamento.html
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Debs 25/08/2015

#Livrenha Trilogia da Terra Conquistada - A Torre Partida

Atenção: livro altamente devorável.

[...]

Após os ocorridos de A Cidade da Meia-Noite, Zoey, Mira e Holt continuam sua busca pela verdade sobre dos poderes de Zoey, atravessando vários perigos para atingir o objetivo que é chegar à Torre Partida em segurança. Mas aí é que está: chegar em segurança parece ser quase que impossível com os Confederados os perseguindo, tirando ainda o fato de que tentar ir ao núcleo das Terras Estranhas é praticamente considerado suicídio. E como se não bastasse, o passado de Mira e Holt aparecem para assombra-los e pôr a união deles à prova.

A aventura é alucinante do início ao fim, desde o momento em que precisam passar pelas Terras Estranhas que ultimamente tem agido de maneira, ironicamente, estranha, até a resolução de uma batalha épica. Nesse meio é que acontecem algumas das descobertas sobre o passado de Holt em relação ao Bando que o caçava, pois por coincidência, eles acabam se “esbarrando” e isso traz muitas, mas muitas intrigas. Claro, além disso existe o Reencontro de Mira com Ben que aparentemente, anda cada vez mais obcecado em chegar à Torre, e novos “companheiros” misteriosos chamados Hélices Brancas, um tipo de guerreiros nômades que vivem no interior das Terras Estranhas. Com essas novas 3 variáveis, novas surpresas e incógnitas vão aparecendo.

Cada um enfrenta seus próprios demônios e o autor retrata isso muito bem. Cada personagem tem traços marcantes, bem definidos, dando razão as suas ações.

No primeiro volume da trilogia, algumas perguntas ficaram sem resposta, e isso é um dos fatores que põem medo em nós em relação a uma sequência, mas J. Barton nos mostra que não há nada a temer: Todas as dúvidas foram retiradas, erradicadas, ou até mesmo sancionadas. Os mistérios, solucionados de um jeito ma-ra-vi-lho-so.

Novamente o autor brinca com a inteligência da física, química, e as misturam de um modo magnífico com os acontecimentos da odisseia. É simplesmente criativo e lógico.

Também não pude deixar de notar que, neste, houve uma certa moral com a história. Este livro falou muito sobre as escolhas que temos que fazer na vida, as consequências com que temos que arcar... Acho que é isso que fala o livro: O destino nos faz trilhar caminhos já definidos ou nós que os fazemos?



Se quiser, acesse o blog para ver algumas fanarts do livro ;)


site: http://castelosdepapel.wix.com/castelosdepapel
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Fernando 23/12/2017

deus, o diabo, e os detalhes...
Sabe aquela alegria de encontrar um livro com uma história que te prende e você praticamente devora o livro em poucos dias? Essa é a minha história com essa saga. Mas quanto mais próximo de algo, mais você se atenta aos detalhes... e foi assim que a beleza do livro acabou diminuindo um pouco, pelo menos pra mim...

Vamos aos detalhes: embora a invasão tenha ocorrido a apenas 12 anos (Holt tinha apenas 8 anos quando os confederados chegaram) tudo no livro, absolutamente tudo mesmo ganha um ar antigo, como se estivesse ali por séculos. Exemplos:

Antes que eu me esqueça, um grande parênteses: quando os confederados chegaram, só restaram crianças no planeta e jovens de até 20 anos. Meu pensamento pode parecer absurdo, mas vocês acham que as pessoas se preocupariam com a educação? (Digo ler e escrever mesmo), porque parece que todos são letrados e ainda se tornaram mais inteligentes, criando bugigangas maravilhosas como navios terrestres e outras coisas que no momento não me recordo, mas percebam que em menos de 12 anos eles já se organizaram e é sempre as crianças mais novas que lideram alguns grupos poderosos.

Agora fecha parênteses e voltemos ao assunto principal: os 12 anos de confederados
-Em 12 anos foi criado uma cidade subterrânea (a cidade da meia noite) com um sistema político diferenciado e várias facçoes que acham pontos na parede importantes quando o planeta foi dominado.
- Há um homem nessa cidade que entende através de matemática avançada quem é Zoey, matemática essa que em todos os outros anos não previram uma invasão.
- a cidade estrela polar: reverenciam a tal cidade como se fosse uma das mais antigas do planeta, mas ela deve ter menos de 10 anos (estou dando dois anos de confusão para as pessoas até elas perceberem que deviam se organizar)
- Hélices brancas: exímios lutadores que parecem existir desde o início dos tempos, inclusive o Gideon tem um livro de 100 anos que tem a Hélice na capa.

Enfim, a lista é longa, minha crítica também, tem mais coisas (o Nome das coisas, porque quase tudo tem um significado importante) mas ainda assim é uma história que prende. Só queria compartilhar esses pontos com outros leitores e ver se não é coisa da minha cabeça, embora seja apenas uma história

Até
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Camila Márcia 07/06/2016

Não estou sabendo lidar!
The Severed Tower (A Torre Partida) é o segundo livro da Saga da Terra Conquistada escrita por J. Barton Mitchell, e seu antecessor A Cidade da Meia-Noite já foi resenha do aqui, no blog, e acredito que é interessante conferir a resenha e relembrar os fatos do volume um.

Novamente me envolvi bastante com a Saga da Terra Conquistada, sem dúvida, A Torre Partida não cai na monotonia e a história continua eletrizante do começo ao fim. Atrevo-me a dizer que o livro é de tirar o fôlego.

Após os acontecimentos na Cidade da Meia-Noite, Holt, Mira e Zoey partem para a Torre Partida, para cumprir a missão de Zoey, missão que ainda é uma incógnita. Durante toda a viagem para as Terras Estranhas, o grupo acaba passando por vários percalços, e o pior acabam se separando de uma maneira assustadora.

A partir dessa separação vamos acompanhando a história de cada um dos personagens Holt, Mira e Zoey e tudo o que eles tem que fazer para voltar a se encontrarem, os perigos e as alianças perigosas com o Bando, com Os Hélices-Brancas e até mesmo uma das facções dos confederados e bucaneiros.

Em A Torre Partida finalmente encontramos algumas das respostas para as inúmeras "perguntas" que foram surgindo durante o primeiro volume da Saga e também durante o Segundo volume, No entanto, acredito que o autor protelou muito, descreveu bastante e estendeu algo que poderia ter sido melhor mais sintetizado.

Sei que as descrições são excelentes para visualizarmos a situação, mas muitas vezes - quando há descrições demais - suspeito que o autor não quer deixar margem para a própria imaginação do leitor ou que não acredita da capacidade de entendimento do leitor. Por isso ser tão minucioso. Não estou dizendo que este é o caso, mas que tanta minucia me incomodou um pouco e me deixou também entendiada.

O ponto favorável do livro é a ação, os perigos, o desenrolar dos acontecimentos quando os nossos personagens principais se aproximam da Torre Partida, as respostas para as perguntas e dúvidas e, não posso deixar de comentar, o aparecimento de novos personagens como Raven e Avril deram um toque a mais para todo o enredo.

Para concluir meus comentários, não posso deixar de falar que realmente gostei de A Torre Partida e isso é fantástico, porque não costumo ler muita ficção científica e nem tenho inclinação a gostar de livros com alienígenas, mas esta série tem sido um presente maravilhoso, uma boa introdução ao gênero.

Vale ressaltar que a continuação - e terceiro e último volume de Saga da Terra Conquistada - já foi publicado no Brasil com o título Vale das Chamas, mas apesar de eu estar super ansiosa pela leitura, sinto-me temerosa pois o final de A Torre Partida me deixou agoniada e ao mesmo tempo fiquei com aquele pensamento me rondando: "Esse livro teria sido um bom fim para essa série, não tinha necessidade de ter uma continuação". Não posso evitar meus pensamentos, posso?

Mesmo temerosa ainda quero conferir o terceiro volume, pois J. Barton Mitchell tem provado ser um maravilhoso escritor e não é possível que vá me decepcionar justo no último livro da Saga da Terra Conquistada, não pode!

site: www.delivroemlivro.com.br
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Fabio.Ferreira 05/01/2016

Continuação decente.
Com novas aventuras e personagens, este segundo livro da série mantém e reforça a identidade da estória.

Muitos debates, muitas reviravoltas, muita ação em um ambiente totalmente conturbado e de extrema periculosidade.

Surpreendente.

Um destaque para as garotas, todas elas, mas em especial Zoey (adorável, poderosa e um grande destaque do livro) e pela definição desta edição, espero um desenvolvimento ainda maior da personagem Mira.
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Bia 18/12/2018

Emocionante!
Realmente uma história que prende, muitas aventuras, emoções, perigos e amor no meio dessa trama, ansiosa para ler o último livro e saber o destino da pequena Zoey
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