The Smiths: A Light That Never Goes Out

The Smiths: A Light That Never Goes Out Tony Fletcher




Resenhas - The Smiths: A Light That Never Goes Out


11 encontrados | exibindo 1 a 11


Júnior 01/03/2021

Uma ótima pedida pra quem teve acesso ao fenômeno Smiths algumas décadas atrasado.
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Maria.Printes 04/03/2020

The Smiths: A Light That Never Goes Out
Li pela segunda vez e foi de grande valia.
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Lavinia 17/02/2019

"The Smiths - A Light That Never Goes Out", Tony Fletcher
"The Smiths - A Light That Never Goes Out" é a biografia definitiva sobre a banda que marcou a cena de rock alternativo nos anos 80. The Smiths é uma das minhas bandas favoritas da vida, então obviamente eu adorei ler esse livro.

No livro, o autor retrata com detalhes o início e o fim da banda em meio à situação sócio-política do Reino Unido nos anos 80. Assim, somos apresentados a como Johnny Marr, um jovem guitarrista que almejava o sucesso, conheceu Morrissey, um cara solitário e excêntrico que se tornaria o icônico vocalista da banda, e juntos com o baixista Andy Rourke e o baterista Mike Joyce formaram uma das maiores bandas do rock britânico.

Eu gostei muito de como o autor demonstra o quanto a banda foi importante para o seu grupo de fãs, jovens desajustados que se identificavam com as letras desiludidas e irônicas de Morrissey, que eram acompanhadas pela guitarra eletrizante de Marr. Devido à pressão do sucesso e a problemas com gravadora, contratos, gerentes e empresários, a banda acabou em seu auge, mas as músicas continuam tendo grande influência na vida de várias pessoas.

site: @sobrepaginas (instagram)
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Gustota 19/03/2018

Por que essa bibliografia é especial e vale a leitura?
Tony Fletcher é um repórter e biógrafo musical muito competente; como bom inglês que é e como os ingleses adoram fazer, é importante situar todo contexto sócio-econômico do cenário artístico. A bibliografia dos Smiths (a banda) é muito mais que um apanhado de fofocas e estripulias dos garotos e Manchester, é também um calhamaço sobre a situação do jovem britânico entre os anos sessenta e oitenta, com o ocaso do Partido Trabalhista e a ascensão de Margareth Tatcher ao poder. Morrissey e Johnny Marr são os protagonistas desse livro (Andy Rourke aparece um bocado também, mas é mais em função de seu vício em drogas e o coitado do Mike Joyce é totalmente ofuscado). A trajetória do descolado guitarrista que sonhava ser um grande rockstar e do afetado vocalista que sonhava ainda mais alto, ser um Oscar Wylde, é narrada em grandes detalhes, influências, ambições, derrotas, auto-sabotagem e bromance. A equipe técnica ganha imenso destaque nesse livro, como grandes responsáveis pelo sucesso da banda. A trajetória conta desde a formação do bairro irlandês de Manchester de onde os músicos saíram até o fim da banda em "Strangeways Here We Come", tem uma pequenina pincelada na carreira solo do Morrissey e só. É a bibliografia da banda Smiths enquanto existiu. Vale muito a pena ler, mas é material de fã pra fã.

Ponto forte: Crítica música por música de toda a carreira a banda, com análise apurada de todo trabalho artístico e inspirações de cada canção.

Ponto fraco: O material gráfico é paupérrimo; não tem fotos interessantes, nem capas de revistas e muito menos as capas dos discos e dos singles que são rigorosamente comentados no livro todo. As fotos são bem aleatórias e em nada complementam a narrativa bibliográfica.
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kleberaugusto 31/07/2017

Take me out, tonight!
Para qualquer fã dos Smiths, qualquer pedacinho de informação já é um deleite; mas essa obra é um verdadeiro oceano de informações!

Além da pesquisa minuciosa, é realmente muito bom acompanharmos os jovens Morrissey e Marr nos seus altos e baixos, e ver como uma dupla pode ser tão produtiva, mesmo sendo tão diferentes.

Ler o livro é mais que acompanhar a trajetória da banda, é relembrar todas as canções que fizeram parte de nossa juventude.

Leitura recomendada e obrigatória!
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Trisha 17/04/2017

THE SMITHS: A LIGHT THAT NEVER GOES OUT
Eu li The Smiths: A Light That Never Goes Out e posso dizer com toda certeza uma uma coisa: NOSSA! ( Sim me imagine gritando isso a plenos pulmões). O livro é incrível não consigo descreve-lo de outra maneira o autor Tony Fletcher conseguiu reunir detalhadamente as informações minuciosa dos cinco anos que os Smiths existiram de maio de 1982, quando Johnny Marr foi procurar Morrissey, até junho/agosto de 1987, quando o mesmo Johnny Marr decidiu deixar o grupo.

Leia mais no link

site: https://reticenciasevirgulas.wordpress.com/2017/04/06/the-smiths-a-light-that-never-goes-out/
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Elizandra 13/09/2016

Tendo iniciado a carreira em Manchester, Inglaterra, os Smiths são sucesso de crítica e público desde meados dos anos 1980. Por suas inesquecíveis canções e melodias, até hoje eles são considerados um dos maiores grupos do rock britânico. Só dei três estrelas porque não gostei da ênfase que o autor deu a parte histórica de Manchester; a principio a leitura foi bem lenta e arrastada.
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Fajopa 25/12/2015

MAIS DO QUE COMPLETA
Conheci a música dos Smiths depois que eles já tinham encerrado a carreira, mais precisamente por volta do começo dos anos 90, quando o meu primo Renato me emprestou uma fita cassete com uma coletânea das melhores músicas deles.

Foi paixão a primeira vista, a ponto de em menos de um mês eu já ter em mãos todos os Lps deles lançados no Brasil e sair devorando um a um, decorando as músicas e até usando um velho caderno para colocar todos os títulos das músicas, os Lps onde as elas aparecem e outras informações pertinentes, como traduções das letras. Eram tempos sem excel e internet e um trabalho muito mais árduo, mas prazeroso para um jovem em estado de êxtase.

Essa biografia de Tony Fletcher, "The Smiths, A Light That Never Goes Out" aborda diversos aspectos na trajetória da banda, desde a mais tenra idade de cada um dos membros, principalmente Morrissey e Johnny Marr. A infância, a adolescência, a característica dos bairros de trabalhadores de Manchester onde viveram, suas influências musicais, os movimentos pré início da banda, a obstinação de Morrissey em ser reconhecido, concentram boa parte do livro, por isso aqueles que talvez não sejam tão fãs podem ficar "de saco cheio" de tanta informação, tantos detalhes.

Mas esses detalhes são importantes para o entendimento do que aconteceu de revolucionário nos 5 anos em que a banda durou, com músicas que estarão para todo o sempre no imaginário dos antigos fãs e dos mais atuais, pois eles se multiplicaram com a intensa produção dos Smiths tendo grande importância como trilha sonora de filmes, trilha de propagandas, servindo de inspiração para novos fãs e outras bandas de renome que surgiram, como James, Oasis, Housemartins, Libertines, Stone Roses, Legião Urbana (apesar do Renato Russo sempre ter negado a influência), entre muitas outras.

Já me perguntei algumas vezes sobre o que ocorreu comigo quando ouvi os Smiths pela primeira vez, um daqueles dias em que você de certa forma se encontra com algo que fará parte de sua vida até o final dos seus dias. Terá sido o vocal fora do normal de Morrissey, a melodiosa guitarra de Johnny Marr, a cozinha mais do que perfeita (bateria + baixo) entre Andy Rourke e Mike Joyce, as letras poéticas e profundas de Morrissey ou será um pouco de cada um desses elementos?

Creio que seja essa junção perfeita de todos esses componentes, pois se pegarmos as carreiras de cada um dos membros pós Smiths, veremos que nenhum deles chegou nem ao menos próximo da riquíssima produção entre 1982 e 1987, apesar de Morrissey ter tido uma carreira solo de relativo sucesso e um primeiro disco muito bom.

Certamente não veremos o grupo se reunindo para uma turnê mundial para angariar algumas libras como muitas bandas costumam fazer, pois no fundo eles sabem que o momento mágico já passou e uma das características mais marcantes é que no fundo eles nunca estiveram atrás da grana que a fama traz, algo muito raro nos dias de hoje. Queriam apenas divulgar sua arte por meio de canções e fizeram isso com extrema maestria.

Vida longa aos Smiths!!!
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Babi 07/07/2015

"talvez cinco anos sejam o suficiente para uma banda"
ganhei de aniversário e li daquele jeito gostoso com notebook aberto, ouvindo as músicas, buscando as referências e tendo sensações contraditórias.
"ele frequentemente se recolhia numa timidez que como mais tarde escreveria com uma certeza devastadora, era criminalmente vulgar*"
"o trio subiu para o quarto de morrissey onde, entre um james dean de papelão em tamanho real e estantes repletas de livros sobre feminismo, crítica cinematográfica e crime, estava presente a indispensável vitrola e uma coleção de bem-organizados compactos de 45 rpm."
trechos da introdução

the smiths = teen angst + juvenile impulses plus inadequação & contradições
letras sombrias & engraçadas (tenho novas favoritas agora)
estilo mais/com gladíolos. amei ler, conheci uma pá de banda britânica e cantoras dos anos 60
pijama de bolinhas, fone & love or pain is a mixtape. rs

"there is more to life than books, you know/ but not much more" – handsome devil
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Daniel 01/04/2014

Presente para os Smithsmaníacos
É surpreendente a quantidade de informação e a reconstituição minuciosa dos cinco anos que os Smiths existiram de maio de 1982, quando Johnny Marr foi procurar Morrissey, até junho/agosto de 1987, quando o mesmo Johnny Marr decidiu deixar o grupo.

O autor Tony Fletcher fez um trabalho excelente, de pesquisa detalhada, situando o leitor sobre a importância de Manchester no século XIX e sua decadência na segunda metade do século XX. São apresentadas as origens irlandesas da famílias de Morrissey e Marr, as coincidências de seus gostos musicais e influências, os amigos em comum na cena punk de Manchester, e principalmente: suas personalidades distintas, dois gênios que potencializaram a arte um do outro num nível incomum quando se juntaram.

O autor contou com a colaboração do guitarrista, o entrevistando em várias ocasiões. Infelizmente Morrissey não foi colaborou diretamente, mas se faz presente através de inúmeras entrevistas e polêmicas declarações ao longo dos anos. Isso justifica em parte a impressão que a leitura deixa de que Johnny Marr foi de certa forma o protagonista da história. E se a gente pensar que as decisões mais importantes partiram dele tanto formar o grupo quanto acabar com ele este papel se justifica.

Com a vantagem de ter conhecido os Smiths quando o grupo ainda existia e ter comparecido a shows e entrevistas, o autor deleita o fã ávido por informações com assuntos variados e detalhados sobre o grupo: as primeiras apresentações, o processo de composição e gravações dos discos e singles, as turnês, as rusgas com a imprensa e com a gravadora, o reconhecimento de público e crítica da genialidade da dupla, as frustrações decorrentes de erros que estavam além do controle do grupo, e assim por diante.

Um exercício muito interessante para o fã leitor é comparar as duas versões da história: a contada por Johnny Marr neste livro e a contada por Morrissey na sua Autobiography.

A explicação sobre o por quê de o grupo ter terminado no seu auge, coisa que intriga todo fã até hoje, é bem simples e, ao mesmo tempo, bastante complexa. Uma série de fatores contribuiu para que Johnny Marr se encontrasse estressado e exausto: a falta de um bom empresário para resolver questões burocráticas; o comportamento imprevisível de Morrissey, que faltava a compromissos importantes quando não estava de acordo com alguma coisa e não avisava ao resto do grupo; a pressão de deixar a gravadora independente Rough Trade e entrar para a multinacional EMI; estilo de vida rocknroll leiam-se noites viradas e uso abusivo de álcool e outras drogas; mal entendidos propagados pela imprensa que deixaram Johnny Marr magoado, entre outras coisas. Aparentemente nada que umas boas férias, ou uma boa conversa, resolveriam. Mas a deterioração da relação entre os Smiths chegou a tal ponto que ele não enxergou outra saída a não ser sair e não mais voltar.

O livro termina quando Johnny Marr deixa o grupo e parte para colaborações com outros bandas. Morrissey, sem outra alternativa, se lança na sua vitoriosa carreira solo. Pouca coisa é dita sobre o injusto processo movido pelo baterista Mike Joyce contra Morrissey e Johnny Marr em 1996 ao contrário da Autobiografia de Morrissey, onde tal processo é esmiuçado detalhadamente, e que jogou uma pá de cal em qualquer esperança de quem sonhava em ver os Smiths reunidos novamente algum dia...

O grupo que expressou os medos e esperanças de uma geração como nenhuma outro vem conquistando novos fãs, tão devotos e obstinados quanto os que acompanharam o grupo nos anos 80. Três décadas depois, este livro é a prova que há mesmo uma luz que nunca se apaga, e ela está mais viva do que nunca.
Arsenio Meira 01/04/2014minha estante
É isso: "O grupo que expressou os medos e esperanças de uma geração como nenhuma outro vem conquistando novos fãs, tão devotos e obstinados quanto os que acompanharam o grupo nos anos 80. Três décadas depois, este livro é a prova que há mesmo uma luz que nunca se apaga, e ela está mais viva do que nunca."

Cinco mil estrelas. The Smiths.
Abraços


Marcelo 16/10/2014minha estante
Comprei pela net no site da Saraiva e estou contando os dias para chegar.
Esclarecedora sua resenha. Estava muito curioso para ter mais informações sobre o livro.Obrigado.
Você sabe por que a versão original em inglês tem 74 páginas a mais?


Daniel 16/10/2014minha estante
Marcelo, a edição brasileira tem o texto integral. Acho a diferença no número de páginas entre a edição nacional e a importada é devida ao tamanho e diagramação da página


Leite Filho 28/12/2016minha estante
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Daniel 13/07/2020minha estante
que p**** quer dizer "undefined" como comentário de uma resenha???




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