Nossa Suficiência em Cristo

Nossa Suficiência em Cristo John MacArthur




Resenhas - Nossa Suficiência em Cristo


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Sérgio Felipe 20/11/2016

NOSSA SUFICIÊNCIA EM CRISTO (John MacArthur)
Após um mês e meio lendo este livro, estou ainda mais convicto de que tudo que o ser humano precisa para vencer os problemas está exclusivamente contido na suficiente Palavra de Deus (Bíblia).
Eu não troco esse evangelho, o verdadeiro, o que machuca, o que vai no âmago, o que liberta..., por este que é vendido atualmente, superficial, não poucas vezes distorcido, que "exerce controle sobre Deus", que barganha com o mesmo, que coloca o homem no centro, que acha que pecado se cura com terapia, não com arrependimento...
Nada substitui a Cristo, nem substitui o seu sacrifício no Calvário. Nada substitui a riqueza que nos foi revelada na Bíblia, nem substitui a sua leitura. Nada substitui a oração, nem substitui o Espírito Santo. Nada substitui a graça e o amor de Deus.
"Nada que este mundo tenha a oferecer é mais precioso do que a Palavra de Deus." (Nossa Suficiência em Cristo, p. 80)
As ordenanças do SENHOR "são mais desejáveis do que o ouro, do que muito ouro puro; são mais doces do que o mel, do que as gotas do favo. Por elas o teu servo é advertido; há grande recompensa em obedecer-lhes." (Salmo 19:10,11)
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Lucio 05/07/2011

Tese principal
Neste livro, MacArthur defende a tese de que a Igreja caiu nas armadilhas de um neognosticismo_caracterizado por variações de (a) teorias psicológicas humanistas; (b) pragmatismo e; (c) misticismos_ que mina a espiritualidade da mesma. A tendência é, seja na própria teoria (explicitamente) ou na prática (muitas vezes sem ver), a Igreja tem desacreditado dos recursos outorgado-nos por Cristo, declarados nas Escrituras para suprir nossas necessidades espirituais. Ela sugere então, um complemento ao cristianismo, na maioria dos casos, ao sabor do zeitgeist da época para poder suprir os recursos que, supostamente, a Bíblia não pode ajudar. Essa atitude é fruto do analfabetismo teológico que a Igreja tem vivido, e muitas vezes as próprias características desse neognosticismo tem corroído o conhecimento das Escrituras por parte da igreja, produzindo relativismos hermenêuticos e conciliações falaciosas entre teorias e Bíblia.


Minha Crítica.


As exposições bíblicas feitas por MacArthur, na maioria, podem ser feitas recorrendo à um Bíblia interlinear e um bom léxico.


No tocante ao misticismo, MacArthur é excepcional! Realmente, uma pedra no sapato dos adeptos (mesmo que sem saber) da hermenêutica dos sentimentos e dos neopetencostais (e carismáticos excessivos). Ele mostra como essa faceta gnóstica tem entrado na igreja e como ela produz relativismo e subjetivismo.


Quanto à psicologia, MacArthur muitas vezes parece fazer confusão entre psicologia e psiquiatria, (que na verdade são conflitantes, cf. o livro "O Futuro da Humanidade" CURY, Augusto). O que ele faz é uma refutação impressionante à psiquiatria, colocando-a como uma ciência inútil (baseado em citações de especialistas e autoridades da área) e fadada ao fracasso. Pode ser que os dados estejam um pouco desatualizados, mas a crítica é devastadora!


MacArthur também é muito feliz em postular os pressupostos da psicologia secular, de carater humanista. Ela, com sua visão otimista do homem, faz declarações explicitamente conflitantes com a Bíblia e o que ela diz do homem. É de destaque o fato dela considerá-lo bom, a priori, quando a Bíblia o declara mal, depravado. A psicologia secular também produziu um destrutivo prisma eufêmico para lidar com o pecado, apresentando justificativas psicológias, genéticas e afins para os mesmos e buscando solucioná-los abrindo mão do arrependimento.


MacArthur porém comete algumas falhas.


Quando MacArthur está falando sobre o Hedonismo Religioso (que consiste em a mensagem da igreja estar voltada para satisfazer os prazeres carnais dos homens_tidos por eles como 'necessidades'_ camuflando, distorcendo ou até substituindo a mensagem do evangelho) ele comete alguns exageros. Parece que ele condena qualquer tipo de manifestação cultural alternativa às suas, institucionalizadas em seus meios eclesiásticos. Danças, música, e qualquer outra manifestação cultural é tida como intríssicamente má e oposta ao cristianismo. Sabemos que as coisas não são bem assim. Se analizar-mos o livro de Atos, veremos que o cristianismo não era uma cultura em si, que quando o Evangelho atinge outra cultura ele a redime, retira o que é contrário aos preceitos bíblicos e a 'aceita' em suas reuniões comunitárias. É bem verdade, como nos mostra Paulo em 1Co 11:2ss, que há um preceito de respeitar uma maioria cultural visando não causar escânda-los, mas isso não considera outros costumes como sendo malignos, somente descontextualizados. Da maneira enérgica (típica do MacArthur) que ele coloca, dá nos a impressão de ser ele um daqueles bitolados que chamam a televisão de olho do demônio, a bola de futebol de ovo do capeta, e por aí vai....


Outra questão que merece consideração é o caso de entender o que o MacArthur quer dizer com 'nossa suficiência em Cristo'. Se perguntarmos a ele: suficiente pra quê? E ele respondê-se: Para TUDO! Ocorreria um perigoso equívoco que quero retratar no seguinte exemplo:


Um membro da igreja em que o MacArthur congrega fica doente e vem até ele. O que ele faria? Recomendaria-o ao médico ou declararia 'nossa suficiência em Cristo', oraria com ele, leria um texto bíblico e o dispensaria para sua casa? Se o 'nossa suficiência' refere-se a TUDO mesmo, correríamos o risco de escolher a segunda opção de decisões sobre o que fazer com o membro doente. Isso é uma grande ignorância! Temos de entender em quê a Bíblia se declara suficiente, entender quais as necessidades ele visa suprir. No epílogo ele diz explicitamente que 'nossa suficiência' se refere às nossas necessidades espirituais, mas só quem notou essa disparidade de pensamentos que notará essa afirmação. No resto do livro ele parece estar defendendo outro ponto de vista.
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Lucas 13/07/2019

Necessário!
MacArthur nesse livro explora três conceitos que muitos cristãos se apoiam para serem suficientes: psicologia, pragmatismo e misticismo. Ele aborda o quanto a psicologia tenta verificar e diagnosticar a alma da pessoa, sendo que somente as Escrituras por meio do Espírito Santo é capaz disso. Adiante, o autor aborda o quao pragmático alguns cristãos são ao verificar os resultados de seus ministérios por meio de números de convertidos e não de pessoas realmente santas. Por fim, MacArthur aborda o misticismo, onde tantos irmãos estão buscando experiências místicas de êxtase além de Cristo, sendo que em Cristo temos tudo o que necessitamos. Ao longo dos ataques a esses três conceitos, o autor faz um contraponto com a nossa suficiência em Jesus Cristo. Alguns pontos do livro, na verdade a maioria deles eu concordo e assino embaixo, porém, alguns pontos relacionados a filosofia eu acho que o autor foi longe de mais, ao ponto de descarta-la. Entendo o porquê ele fez isso, porém, acho que seria bom ele fazer um balanço desse tema. No mais, excelente livro. 8.5/10.
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Aline 01/02/2016

"Os crentes de hoje se consomem com as tribulações e os problemas da vida. Eles são tomados pelas dificuldades, dores e angústias. Estão buscando desesperadamente algum grande segredo novo, algum nível espiritual mais elevado, algum alívio mais eficaz do que aquele que possuem em Cristo; consequentemente, a igreja está fragmentada e severamente enfraquecida. Não é necessário que seja assim. A graça de Deus é suficiente. Ele nos abençoou com toda benção espiritual. Somos participantes da natureza divina. Cristo vive em nós. Somos abençoados nEle com tudo que precisamos ou precisaremos."
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Aline 25/08/2016

Livro mais que suficiente
Janela Literária Cristã apresenta a resenha de “Nossa Suficiência em Cristo” de John Macarthur:

John Macarthur é conhecido por ser um pastor com ideias legitimamente radicais. Seu ministério fundado em 69, até hoje traz grande repercussão por alertar e denunciar práticas indevidas do meio evangélico oriundas das igrejas cristãs dos EUA. Esse livro, portanto, pode ser traduzido como o resumo de toda a condenação exposta por Macarthur das práticas cristãs mais equivocadas do mundo contemporâneo. É um verdadeiro conjunto de “tapas na cara” de forma totalmente objetiva e direta. Um primor de obra que não será engolida facilmente por qualquer pessoa. As condenações se resumem a 3 linhas: psicologia, pragmatismo e misticismo.

Confesso que fiquei com certo temor de ler este livro. Apesar de acreditar na linha reformada, Macarthur é essencialmente radical em sua postura teológica, o que pode causar espanto em qualquer pessoa que não segue uma religião mais tradicional. A questão é que me impressionei com o livro. De fato, ele é extremamente radical, mas em nenhum momento ele se deixa explanar apenas por opiniões pessoais, pois a Bíblia é utilizada de maneira eficaz a justificar todas as condenações expostas. O livro é admiravelmente bem escrito e bem conceituado, ao mesmo tempo, em que possui uma linguagem simples, que pode ser compreendida por qualquer pessoa.

Falando sobre as linhas de alerta, gostaria de expor minhas opiniões para cada uma delas:

Psicologia: essa com certeza foi a linha mais difícil para a leitura. Macarthur é bastante direto quando afirma não acreditar em aconselhamento cristão ou psicologia cristã. Após a leitura desse capítulo posso dizer que concordo com ele. Não que eu me deixe levar prontamente por tudo que ele expôs, mas porque as justificativas nas Escrituras são realmente mais suficientes. Acredito que muitas pessoas que não concordam com esse aspecto não tenham entendido muito bem o que o autor quis expressar. Macarthur em nenhuma hipótese condena a psiquiatria para pessoas que sofreram traumas graves no passado ou que são fisicamente doentes, porém, a maior parte dos traumas da sociedade vem do ego, autoestima e suficiência, o que é verdade, vamos combinar. Para esses tipos de pertubações, as Escrituras são claramente suficientes.

Pragmatismo: Eu entendo perfeitamente que os meios estudados para atrair o homem é completamente indevido e muita das vezes, apenas insuficientes. A soberania de Deus é totalmente descartada quando o ser humano a substitui apenas pelo conhecimento proveniente do homem. As pessoas utilizam de meios seculares para atrair pessoas a Cristo, descartando o poder espiritual que pode mover e fazer as devidas maravilhas. Macarthur expõe perfeitamente esse mal encontrado em muitas igrejas.

Misticismo: esse tema, o autor sabe mais do que ninguém. Hoje, muitas igrejas consideram que devemos ter necessariamente visões ou experiências místicas para provar nossa interação com o mundo espiritual. Macarthur expõe que os apóstolos de Cristo tiveram muitas dessas experiências mas o que eles mais enfatizavam era o poder provindo da verdade, ou seja, das Escrituras. No livro, temos exemplos do cotidiano que exemplifica esse tipo de engano.

Para finalizar, recomendo essa obra para todo cristão que deseja conhecer a suficiência de Cristo em suas vidas. Muita das vezes, procuramos a resposta em livros, experiências e em pessoas, algo que só pode ser respondido com joelho no chão e conhecimento. É necessário ler essa obra com a mente aberta e livre de preconceitos, pois, ela procura exaltar a maior fonte de poder provinda do Evangelho: a verdade da Palavra.

site: https://www.facebook.com/janela.literaria.crista/
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Jean 05/01/2018

Um dos melhores livros que já li, Cristo é suficiente !
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