Antes de dizer adeus

Antes de dizer adeus Susan Spencer-Wendel...




Resenhas - Antes de dizer adeus


7 encontrados | exibindo 1 a 7


Simone de Cássia 09/07/2018

Linda história. Pode parecer estranho dizer que uma doença terminal de uma pessoa possa fazer da sua história algo lindo, mas o foco é a forma de encarar a situação. Susan teve a nobreza de buscar viver intensamente o tempo que lhe restava, sem dramas, sem revolta, sem desespero. Acho que às vezes ela exagerou um pouco nas suas andanças e nos planos mirabolantes, mas, cada um sabe o que lhe é importante. Claro também que não deve ter sido SEMPRE aquela forma zen descrita no livro; com certeza houve muito estresse, houve impaciência, houve sobrecarga do marido, ou seja, todas as dificuldades que acompanham doenças terminais (já vivi de perto, falo com propriedade), mas a força de tornar tudo o menos desgastante possível é que fez toda a diferença e faz da autora uma pessoa de luz. Linda mensagem !
comentários(0)comente



cris.leal.12 04/07/2017

Emocionante...
Em junho de 2011, Susan Spencer-Wendel teve o diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica (ELA). Também conhecida como doença de Lou Gehrig, essa condição degenerativa é progressiva e destrói sistematicamente todos os nervos que estimulam os músculos do corpo. Ela tinha 43 anos, um marido dedicado, três filhos – e apenas um ano de vida saudável pela frente. Um ano dedicado a viver com alegria.

"Antes de Dizer Adeus" é um relato emocionante de um ano vivido em sua plenitude, uma história de alegria, companheirismo, otimismo e aceitação. Embora seu corpo estivesse enfraquecendo, Susan compartilhou conosco o processo de fortalecimento de sua mente. Uma verdadeira lição de serenidade e bom humor frente aos percalços da vida. Um lembrete de que cada dia deve ser vivido plenamente e com alegria.

site: http://www.newsdacris.com.br/2014/05/eu-li-antes-de-dizer-adeus.html
comentários(0)comente



Miguelito 26/02/2015

Best seller.
Um dos melhores livros que já li, escrito por uma pessoa iluminada. Pouquíssimas pacientes conseguem transformar doenças graves em razões pra viver ou exemplos de vida. E Susan me causou risadas, lágrimas (felizes) e provou que quanto maior é a
dificuldade, mais surpreendente é a força do ser humano.
comentários(0)comente



KatiaMaba 10/12/2014

“Uma doença grave modifica a gente. Ou simplesmente revela quem nós somos”, pg. 113. – Antes de Dizer Adeus.
Quando há cumplicidade na vida a dois desde o início do casamento, o cenário de aventura ou desafio não passa despercebido por que os personagens exercitam a capacidade de analisar os acontecimentos de diferentes ângulos.
Susan Spencer-Wendel não deixou transparecer através desta obra que tinha como objetivo levantar a bandeira de vítima ou constante pensamento no momento da morte física. Antes de qualquer percepção de perda, o leitor é apresentado a uma homenagem particular de encarar a vida.

site: http://katiareginamaba.blogspot.com/
comentários(0)comente



Gi 23/04/2014

ANTES DE DIZER ADEUS - Susan Spencer
Olá Queridos!

Essa semana li um livro inspirador.

Um livro escrito por uma mulher que mesmo com todas as limitações de uma doença terminal, ainda assim teve forças para viver seu ultimo ano de vida com aqueles que ela realmente ama de uma maneira que a faria ser lembrada com alegria para sempre.

Susan teve sua suspeita de ELA (esclerose lateral amiotrófica) confirmada.

Foi um grande choque para todos, pois essa doença e muito rara (eu nunca havia ouvido falar sobre ela) e para piorar: não existe cura, apenas um tratamento que a meu ver só serve de para distrair o paciente. Já que seus movimentos ficarão cada vez mais limitados, e o portador terá que se afastar de praticamente todas suas atividades, esse tratamento será para que ele não se entregue de vez e ocupe seu tempo com alguma coisa...

Susan fez muito bem em não querer essa “terapia”!!!

Ela aproveitou muito bem seus dias de movimento e liberdade ao invés de definhar dia a dia em uma clinica que fingia ajudá-la e apenas tiraria um dinheiro que ela usou muito bem!

Parabéns Susan Spencer! Te admiro por isso! Por não se entregar, por querer viver, por não sentir pena de si mesma e por não querer que os outros sintam!

Durante a leitura notei que ela não abandonou nada! Fez o seu máximo até o quanto pode. Afastou se do trabalho quando viu que não conseguia mais digitar agilmente (Susan era jornalista), e não quando descobriu a doença e todos insistiram para que tirasse uma licença.

Foi viajar com seus filhos, um passeio especial para cada um, mesmo já tendo que ser carregada na maioria das vezes. Resolveu todas as pendências de sua vida para que quando partisse não deixasse dividas nem preocupações para ninguém.

O modo como ela fala de sua família é lindo! Três filhos carinhosos, mesmo o caçulinha Wesley que tem um tipo diferente de autismo e é bem “avoado” ainda assim demonstra seu amor pela mãe que está dodói. Sua cadelinha que sente que a dona está doente e sempre está por perto pronta para um carinho.

Seu marido foi muito importante nessa luta. Compreensivo e carinhoso foi a pilastra que sustentou Susan e a ajudou em seus momentos mais difíceis, como na cena em que ela não conseguia mais se limpar após ir ao banheiro... Ele a ajudou e tornou aquilo engraçado e não trágico e humilhante. Isso que é amor minha gente!

Sua amiga Nancy me fez lembrar da minha Larinha que está tão tão distante, mas mesmo assim me ajuda em TUDO! Nos momentos bons e nos ruins ela está sempre “por perto” pra me socorrer! #AmoVocêAmilga s2

Nancy é mais que amiga! Ela é cada parte do corpo de Susan que perde o movimento lentamente e precisa de algo para segurá-lo. O amor de Nancy por sua amiga é lindo! É puro e sem interesses. As cenas de suas aventuras são as melhores!

Fiquei um pouco triste com seus pais, mas depois percebi que mesmo parecendo duros por fora, por dentro sentiam a dor de perder sua filha pouco a pouco para uma doença.

Uma verdadeira lição de vida. Onde o que realmente importa é aproveitar o momento.

É como diz a minha mãe: "Viva bem seu presente, para que no futuro não se arrependa do seu passado!"

Ou nas palavras de Susan: “Não chore porque acabou. Sorria porque aconteceu.” __ Pág 33 __

Beijokinhas cheias de amor da Giii

site: http://aestranhaestantedagi.blogspot.com.br/
comentários(0)comente



Elis 31/03/2014

Susan é uma pessoa que admiro, ela descobre que tem ELA (esclerose lateral amiotrófica) com seus 43 anos, tem um marido, três filhos e uma doença que destrói os nervos que estimulam os músculos do corpo gradativamente. Eu como leitora não tinha conhecimento dessa doença, por isso me pergunto quantas doenças piores que essa eu desconheço. No entanto, num mundo tão cruel como o que vivemos, as vezes não ter conhecimento de tudo pode ser uma benção.

Susan sofre ao ter confirmada sua suspeita de ter ELA, e decide viajar com as pessoas que são importantes em sua vida e vivê-la ao máximo. A cada capítulo temos uma história, que emociona e nos faz admirar a pessoa forte que ela é, pois corre atrás dos seus objetivos custe que custar. Gostei muito do passeio com o golfinho que ela fez com o Wesley e por perceber que esse momento deveria ser guardado na memória. Fiquei emocionada com as palavras que ela escreveu. Aubrey é o filho mais amado que já vi, ele tem um sentimento e um sendo de realidade que me cativou, desejo que ele sempre seja essa pessoa incrível. Marina é uma luz na vida de Susan, mas tenho de confessar que esperava mais dela como filha, porém aqui nos é contado a realidade e não uma ficção. Por isso os momentos em que ela demonstra o carinho pela mãe, são especiais, não é sempre que um adolescente tem de passar por tamanho grau de provação.

John é um marido que como a autora mesmo diz, deixa as mulheres encantadas, somente tenho a dizer que você encontrou uma joia rara e merece cada grão valioso que ela tem. Nancy é uma amiga que todas nós gostaríamos de ter, uma amiga-irmã, que está presente quando é necessária e quando sente que precisam dela. Nós adultos sabemos o quão difícil é ter uma pessoa que nem Nancy em nossas vidas e por isso creio que a Susan só tem a agradecer por esse presente divino. Steph é uma irmã que faz o que eu mesma faria por qualquer um dos meus dois irmãos. Como pra mim eles estão em primeiro lugar, para Steph ela também está.

Há também Graice que é a cadela da família, que parece perceber muito do que está acontecendo, já que está sempre perto de Susan, realmente os animais entendem de uma maneira que muitos de nós nem conseguimos imaginar, além de serem fiéis e leais sempre. Como dizem não importa quanto um ser humano o magoe ou o deixe um pouco abandonado, ele sempre será o melhor amigo quando o dono voltar, sempre estará disposto a nos consolar e alegrar. Feliz daqueles que valorizam os amigos de quatro patas, uma agradecimento especial na minha análise a Dana minha cadelinha que amo demais.

Depois de passar pela descoberta da doença a vida de Susan completa um giro de 360 graus, eu poderia dizer dá um giro de 180 graus, mas na realidade ela não vira de ponta cabeça e sim completa os buracos que estavam abertos, já que ela foi adotada por Tê e seu marido. E o que podemos dizer é que o destino tenha conspirado a favor e trazido bons ventos.

Eu me encantei pelas suas histórias e aventuras, mesmo ficando fraca a cada dia que passava ela ia em frente e conseguia o que desejava. Tanto que ela escreveu essa auto-biografia em seu iPhone letra por letra. Mas tamanha minha surpresa em saber que Susan ainda vive entre nós, pois do jeito em que li no livro, tinha a impressão que ela já tinha falecido. Não sei o por que, mas creio que seja as entonações das últimas páginas. Mas valeu a pena conhecer o ponto de vista de alguém que está passando por isso e ver como seus familiares se tornaram fortes, para deixá-la forte. O que posso desejar do fundo do coração é que achem uma cura, enquanto há tempo.

Recomendo para quem ficou curioso com a vida que Susan leva e queira saber que os problemas do dia a dia não estão nem perto de serem tão ruins como imaginamos. Temos de aproveitar mais, cada cena para não nos arrependermos futuramente. Vivam cada minuto ao máximo, antes que as cortinas se fechem.

site: http://amagiareal.blogspot.com.br/
comentários(0)comente



Nana 31/03/2014

Não chore porque acabou. Sorria porque aconteceu. (pag 33)
O livro conta a história real de Susan que aos 43 anos foi diagnosticada com uma doença degenerativa que rapidamente vai avançando e destruindo as células nervosas fazendo com que a pessoa perca os movimentos do corpo e da fala. Eu me emocionei muito e me identifiquei com ela pela proximidade da idade, o apego aos filhos e a família. Fiquei imaginando o que faria numa situação destas? Será que teria esta força e coragem que ela teve pra enfrentar a doença?

É lindo o esforço que ela fez para realizar o sonho de cada um dos filhos enquanto ainda tinha forças, tentando deixar com eles uma lembrança bonita para quando não estiver mais presente. Apesar de tudo que passou, em nenhum momento teve pena de si mesmo e manteve o humor e a vontade de aproveitar cada dia que lhe restava.

Susan deixa este livro como uma grande inspiração para o leitor. Com ele aprendemos a valorizar coisas pequenas que não damos a mínima atenção no dia a dia como a capacidade de levantar os braços para abraçar um filho, segurar um garfo sem ajuda de ninguém, caminhar, pentear o cabelo...coisas que o avançar da doença foi tirando dela. Deixo aqui os parabéns ao marido John, que foi companheiro o tempo todo com carinho, bondade e paciência que poucos homens teriam numa situação assim.
Uma história que realmente toca o coração e nos mostra que cada minuto com saúde deve ser valorizado e aproveitado!!
comentários(0)comente



7 encontrados | exibindo 1 a 7