O demônio na Cidade Branca

O demônio na Cidade Branca Erik Larson




Resenhas - O Demônio na Cidade Branca


9 encontrados | exibindo 1 a 9


Bruna Akemy 28/04/2013

Assassinato, Magia e loucura na feira que mudou os EUA..
Pensei em desistir. Mas a curiosidade falou mais alto, e aqui estou eu, depois de um mês de persistência, consegui acabar esse grande livro. Agora estou com depressão pós-livro. HAHA.
O Demônio na Cidade Branca é um excelente livro. Muito bem escrito e detalhado. Você faz uma grande viagem ao passado, enfrenta as dificuldades e adversidades dos construtores e paisagistas da feira..
Você vive Chicago nessas 560 páginas.
E ainda temos um serial killer em atuação.
Um livro completo!
Para aqueles que gostam de desafios, conhecimento e uma pitadinha de suspense, este livro é pra você.
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San... 15/09/2016

Embora extenso, um excelente livro. A narrativa coloca o leitor no centro dos acontecimentos e o move acirrando sua curiosidade. Para quem aprecia história o livro oferece uma grande viagem. Recomendo.
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Fabricio Zak 21/08/2016

Eu nasci com o demônio. Não pude evitar o fato de ser um assassino, assim como o poeta não pode evitar a inspiração para compor.
No final do século XIX uma Feira Internacional revolucionou o mundo em todos os sentidos, para o bem e para mal. Em 1893 a Exposição Colombiana Universal de Chicago celebrou os 400 anos da chegada de Cristóvão Colombo às Américas e com ela vieram muitos problemas e superações vindas de uma cidade desacreditada, porém promissora, Chicago, a cidade fétida dos abatedouros de porcos.
A exposição tinha como objetivo superar a Feira de Artes Decorativas de 1884 em Paris, onde a Torre Eiffel foi inaugurada, ou seja, uma missão nada fácil. Os EUA estavam obcecados por essa superação e iniciou a escolha da cidade que sediaria o evento. Entre as cidades escolhidas estavam Nova York, Washington, Saint Louis e Chicago, que acabou ganhando e surpreendendo o país inteiro. Chicago teve a oportunidade de se superar também, pois em 1871 a cidade enfrentou uma catástrofe, O Grande Incêndio de Chicago, que vitimou mais de 300 pessoas.
Chicago era uma cidade problemática em diversos sentidos, mas que despontava como um centro promissor de bons negócios e residências urbanas. Sua arquitetura vinha há pouco tempo ganhando espaço e com isso um dos maiores expoentes do ramo até hoje, Daniel Burham, tomou a frente para dar vida à exposição.
Burham já era um grande conhecido da arquitetura e chamou seu sócio John Root para liderar o desafio. Os dois montaram um time de profissionais que, se comparado a ícones atuais conhecidos, pode-se dizer que eram: Ronaldo (fenômeno), Romário, Maradona, Zidane, ente outros mitos. Com tantos homens renomados, a exposição não tinha como dar errado. Será?
Mais em: http://www.sugestoesdelivros.com/2016/08/resenha-o-demonio-na-cidade-branca.html
adilson 24/12/2016minha estante
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Jeff.Rodrigues 09/10/2016

“… por mais estranhos ou macabros que alguns incidentes pareçam, esta não é uma obra de ficção. ”
Sinopse Intrínseca: Assassinato, magia e loucura na feira que transformou os Estados Unidos. No final do século XIX os Estados Unidos eram uma nação jovem e orgulhosa, ávida por afirmar seu lugar entre as maiores potências mundiais. Nesse contexto, a Feira de Chicago de 1893 teve papel fundamental: tinha o objetivo de apresentar a maior e mais impressionante exposição de inovações científicas e tecnológicas já idealizada. A poucas quadras dali um prédio estranho e complexo nomeado Hotel da Feira Mundial era, na verdade, um palácio de tortura, para aquele que ficou conhecido como possivelmente o primeiro serial killer da história americana.

Crítica: O Demônio na Cidade Branca foi meu primeiro contato com a obra do Erik Larson, e serviu como um excelente cartão de visitas para desbravar os outros títulos do autor já publicados no Brasil.

O livro nos joga na Chicago dos fins do século XIX para mostrar a determinação da cidade em sediar com grande estilo a Feira Mundial de 1893, realizada para comemorar os 400 anos do descobrimento da América por Colombo. Somos transportados com uma riqueza impressionante de detalhes para os bastidores do grupo pensante que enfrentou todos os obstáculos, prováveis e inimagináveis, para mostrar ao mundo que era capaz de algo grandioso, que superasse os grandes eventos europeus.

A primeira das duas histórias narradas no “Demônio” acompanha o arquiteto Daniel Burnham e seu grupo de renomados arquitetos e paisagistas na saga de colocar o mundo dentro de um espaço de quase 2,5km². Construir pavilhões de exposições com atrativos capazes de impressionar as pessoas, desbancar a Exposição Mundial de Paris com sua torre Eiffel (inaugurada especialmente para este fim), e fazer história. Assim vai nascendo a “Cidade Branca”, como ficou conhecida.

Em outro ponto, somos apresentados a H. Holmes, possivelmente o primeiro serial killer americano. E aqui reside a excepcionalidade do trabalho de Larson. Ao invés de se limitar a narrar episódios, ele mergulha na mente do assassino graças a um minucioso trabalho de pesquisa. Com isso, a narrativa é enriquecida com os pontos de vista do próprio Holmes, as formas como ele encarava seu “serviço”, suas dissimulações e até mesmo sua engenhosidade em passar despercebido.

O maior atrativo de O Demônio na Cidade Branca é justamente o fato da história, real, ter sido romanceada com uma riqueza de detalhes assombrosa. Os diversos trechos com aspas, que reproduzem cartas e mensagens trocadas entre os personagens, notícias de jornal, atas, inquéritos e diários, colaboram em muito com o autor em seu intuito de nos colocar, literalmente, naquele ambiente. Acho impossível não se envolver com a Feira e se imaginar percorrendo todas as atrações, ou imaginar o quanto algumas inovações deixaram as pessoas da época boquiabertas. A Feira de Chicago legou ao mundo inúmeros avanços através das ações (e sonhos) de homens que mudaram a forma de se pensar as cidades nos EUA e que, talvez, tenham preparado a geração do século XX que estava por vir.

Ao mesmo tempo, perto daquele local, uma mente perversa atuava com frieza e crueldade executando pessoas. E aqui cabe apenas recomendar a leitura. Não há muito o que se falar sobre alguém que matava pelo prazer de poder controlar o outro. O prazer de saber que o destino, a vida, de alguém depende unicamente da sua vontade.

O Demônio na Cidade Branca é indispensável para quem gosta de suspense, horror, romance histórico, aventura… Para quem gosta de uma história muito bem contada sobre sonhos, realizações e loucura.

site: http://leitorcompulsivo.com.br/2016/10/05/resenha-o-demonio-na-cidade-branca-erik-larson/
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Ryllder 04/03/2017

Razoável
Esperava mais deste livro.A leitura se tornou muito arrastada. Não que considere ruim, mas não me prendeu. O autor não aprofunda muito os assuntos abordados (a feira mundia de Chicago e as "peripécias do serial killer),e o texto é maçante em muitas passagens.Em verdade,esperava mais tripas e sangue...
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Dilly 22/01/2017

Surpreendente
História real envolvente que me segurou até o fim. Detalhismo excepcional, o autor moatra que fez muita pesquisa e aoube usar todos os dadoa coletados para montar a realidade e mostrar como oa fatos realmente aconteceram. Transporta a mente de quem para o evento, como se estivesse lá mesmo. Recomendo muito. Quem gosta de história, arquitetura e séculos anteriores vai adorar.
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Lucile.Souza 13/03/2017

Bom
Gostei do livro, ele tem fatos baseados no que o autor soube pelo julgamento e pelas entrevistas pq o que realmente aconteceu morreu junto com o serial killer
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Leila 23/02/2017

Poderiam ser dois livros separados...
... A Feira de Chicago e Holmes na época da feira. Pulei algumas partes sobre a feira, meu interesse maior era Holmes (embora tenha lido 80% das coisas sobre a lendária feira, e ela mereça, de fato, um livro só seu).
Holmes, na minha opinião, foi o serial killer mais sanguinário e interessante de todos os tempos. Ele construiu um hotel só para matar. Personalidade dupla? Filho do diabo, como se autointitulava - ter o diabo no corpo? Ou apenas uma mente complexa. Teria tido sentimentos por alguém, mesmo que o/a tivesse matado?
Acho que Holmes merecia um livro mais minucioso, só dele. Dou quatro estrelas pela extensa pesquisa do autor, romanceando de forma sublime os acontecimentos. A escrita é magnânima, apesar de, A MEU VER, ser excessivamente prolixa por vezes.
Holmes nos faz pensar no lado sombrio, obscuro, inimaginável que cada pessoa pode ter. O amável, atencioso, compreensivo médico era um monstro. Serão os seres mais maléficos, os mais amáveis?
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