O Deserto dos Tártaros

O Deserto dos Tártaros Dino Buzzati




Resenhas - O Deserto dos Tártaros


134 encontrados | exibindo 1 a 16
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |


spoiler visualizar
Paula 29/02/2016minha estante
Está na minha estante há tanto tempo! Vou ler, Aline :)


alineaimee 01/03/2016minha estante
Leia, sim, Paula! É maravilhoso! :)


LidoLendo 06/03/2016minha estante
Favorito da Vida!! Perfeita resenha, Aline!! Bjo da Isa.


João 24/01/2019minha estante
Ótima resenha!




Erica 05/06/2019

Todos temos nosso deserto pessoal.
O Deserto dos Tártaros é um livro de poucas páginas, mas a leitura pode ser demorada. Isso porque o livro pode despertar uma certa melancolia, que exige pausas.
Trata-se de uma alegoria sobre a relação do homem com o tempo, com a espera, com a expectativa de um acontecimento grandioso na vida que faça valer a existência.
Giovanni Drogo, que ainda jovem é convocado para prestar serviços militares no forte Bastiani, aguarda por muitos anos uma guerra para colocar à prova sua dedicação ao serviço.
Todos nós somos um pouco Drogo e enfrentamos, em algum momento da vida, nosso deserto pessoal.
De muitas formas, a narrativa nos faz refletir sobre nossa relação com o tempo e nossas expectativas futuras. Vale muito a leitura.

"Do deserto do norte devia chegar a sorte, a aventura, a hora milagrosa, que, pelo menos uma vez, cabe a cada um. Para essa vaga eventualidade, que parecia tornar-se cada vez mais incerta com o tempo, os homens consumiam ali a melhor parte das suas vidas."

"(...) o tempo se consumira com seu ritmo imóvel, idêntico para todos os homens, nem mais lento para quem é feliz nem mais veloz para os desventurados."
Gah Scudeller 05/06/2019minha estante
Esse livro não sai da minha cabeça! É fantástico!


Erica 05/06/2019minha estante
Oi! Sim, ele me marcou muito também. Considero uma leitura essencial e acho que deveria ter lido antes. Não só o tempo, mas também a solidão é muito bem retratada nesse livro. Como a luta pelo poder e reconhecimento distanciam os homens e os tornam perversos e introspectivos... poderia ficar horas discorrendo sobre esse livro. Uma obra-prima, de fato.


Gah Scudeller 05/06/2019minha estante
É mesmo Érica! É um livro maravilhoso, com muitas mensagens!!! Um livro pra sempre ser relido!!!!




Georgeton Leal 06/08/2020

O que temos feito do nosso tempo?
Quantas coisas importantes deixamos para trás e só depois percebemos que já é muito tarde para recuperá-las? O tempo fugaz está sempre a nos enganar, nos fazendo pensar que amanhã (ou quem sabe, no ano que vem) poderemos reaver oportunidades perdidas e amizades que há muito deixaram de existir. Quando nos deparamos com a crua realidade, tudo já passou e não se pode mais achar nenhum alento no fim da jornada. Drogo viveu isso, e por mais que tentasse, se viu preso em uma falsa expectativa, aguardando por uma chance de mudança que nunca veio.
Esse livro me fez refletir bastante sobre o dilema do tempo e suas nuances. Sabemos que a vida é passageira, mas mesmo assim, quase não nos damos conta disso. Preferimos adiar decisões, encontros e abraços, até que tudo que nos reste seja apenas indiferença e solidão. Assim como Giovanni Drogo, muitos acabam por se apegar a um último resquício de esperança que ainda lhes dê algum sentido na vida, no entanto, tal fundamento pode se revelar inútil quando o peso dos anos anunciam que não existe mais vigor nenhum a se aproveitar e todos os anseios remanescentes já caíram no esquecimento.
Ao fim dessa leitura, lembrei-me da letra de uma música que diz: "O tempo não foi feito pra ser gasto, o tempo é pra ser desfrutado". Que bom que despertei a tempo de descobrir isto.
Talys 10/08/2020minha estante
E só me deixando com mais vontade de ler esse livro kkk


Georgeton Leal 10/08/2020minha estante
kkkkkkkkkkkk!!! Olha, esse entrou fácil pra minha lista de favoritos. É daquele tipo de livro que mesmo sendo pequeno em quantidade de páginas é admirável no conteúdo.


Talys 11/08/2020minha estante
É muita gente ama.




spoiler visualizar
Tobias 25/12/2017minha estante
undefined


Tobias 25/12/2017minha estante
null




Edméia 10/04/2018

*Um tributo ao TÉDIO ou uma homenagem à VIDA COMO ELA É !!! Adorei este livro !!!
*Resenha do livro : O Deserto dos Tártaros.
*Autor : Dino Buzzati.
*Editora : Nova Fronteira.

Trata-se de um livro que fala sobre todos nós ! Pensei que eu não fosse gostar do mesmo porque na resenha que assisti no Canal Lidolendo , da querida e linda , Isa Vichi , ela nos diz que é uma leitura lenta , com poucas ações ! Todavia , terminei o livro sentindo-me emocionada , feliz , deveras satisfeita porque Giovanni Drogo , o protagonista , narra a sua vida no Forte Bastiani e ... concluímos que todos nós temos muito de Giovanni Drogo e que a nossa vida tem muito de Forte Bastiani !!!
Giovanni Drogo é um militar , um tenente-oficial que é nomeado para servir no Forte Bastiani que se trata de um forte abandonado , esquecido no meio do NADA !!! Em tempos remotos , o forte tinha a função de defender a fronteira do país contra a invasão dos Tártaros que poderiam surgir, de repente na planície do norte !!!
Fiquei boquiaberta com o surrealismo , a realidade fantástica através da qual nossas vidas – de meros mortais – passa !!! Se formos honestos conosco , verificaremos , sem dificuldade , somos procrastinadores e ingênuos e acomodados como Giovanni Drogo !!!
Adorei as narrativas bem elaboradas , luxuosas , realmente dignas de um artista , que foram os relatos sobre o tempo , o amanhecer , o anoitecer , as montanhas , o céu :
“ ... e acima dos torreões amarelos irrompiam as lívidas rajadas da noite nascente.” (página 14 do e-book !).
“Entretanto , o sol se erguera e iluminava os cumes mais altos , só que sem o fresco esplendor das belas manhãs de outono. Um véu de caligem espalhava-se lentamente no céu sub-reptício e uniforme. “ – (Página 100 do e-book – Vocabulário : sub-reptício significa de forma oculta ou dissimulada ).

Alguns trechos também me marcaram muito , fizeram com que eu parasse a leitura por alguns minutos e pensasse na minha vida ( tenho 57 anos de idade , sou uma professora aposentada , sou mãe , avó ... ) :
“Tudo se esvai , os homens , as estações , as nuvens ; e não adianta agarrar-se às pedras , resistir no topo de algum escolho , os dedos cansados se abrem , os braços se afrouxam , inertes , acaba-se arrastado pelo rio, que parece lento , mas não para nunca. “ (Página 146 do e-book – Vocabulário : escolho significa , aqui , banco ou baixio formado de pedras no leito dos cursos dos rios ; substantivo masculino , neste contexto ! ).
“... Drogo deu-se conta de que os homens , ainda que possam se querer bem, permanecem sempre distantes ; que se alguém sofre , a dor é totalmente sua , ninguém mais pode tomar para si uma mínima parte dela ; que se alguém sofre , os outros não vão sofrer por isso , ainda que o amor seja grande , e é isso o que causa a solidão da vida. “ – (Página 147 do e-book ).
O final me agradou : realista , assim como todo o livro ! São poucas páginas , apenas 185 e um livro MA-RA-VI-LHO-SOOOOOOOOOOO !!! Recomendo.
*Guaratinguetá , 05 de Abril de 2018.




site: www.mesadeestudo.blogspot.com
Adriano Barreto 11/05/2018minha estante
Muito boa sua resenha.


Edméia 29/06/2018minha estante
*Agradecida !!!




Wiliam.Augusto 10/11/2020

Um livro para nos fazer sair do lugar
Há muito tempo tinha vontade de ler este livro. Sabia de sua importância e do seu potencial para nos fazer refletir sobre nossos objetivos. Na história acompanhamos Giovani Drogo, um oficial do exército q foi designado para integrar a vigília de um forte afastado. Neste forte ele se vê diante da imobilidade gerada por grandes expectativas e, a partir disso, é melhor não comentar mais nada, mas posso lhe dizer q este livro lhe fará pensar sobre o q vc anda fazendo de sua vida. Foi o que ele fez comigo.
Carol 10/11/2020minha estante
Fiquei com vontade de ler


Wiliam.Augusto 10/11/2020minha estante
Leia sim. Vale muito a pena




J.P. Lima 15/03/2020

O tempo se esvai...
A oportunidade de ser feliz AGORA pode passar despercebida se estivermos olhando demasiadamente para o futuro ou passado. O presente deve ser vivido e nossas escolhas nao podem ser levianas, o tempo NAO vai parar por causa dos nossos sonhos... Façamos o máximo possível HOJE. Antes que sejamos assaltados por esse ladrão de anos...kkk... Algo interessante abordado pelo autor é que não é que estejamos velhos, mas com o tempo perdemos a VONTADE de fazer certas coisas...E aí mora o perigo: O envelhecer do coração!
. 15/03/2020minha estante
Estou muito empolgado pra ler este livro, desde o ano passado. Vou tentar colocar ele nas metas de Abril. \o/


J.P. Lima 15/03/2020minha estante
Ele nao estava nas metas do ano, mas foi a melhor escolha incluí-lo. Já entrou pra lista dos favoritos...




Alan 15/02/2021

Um livro sobre a vida, sobre frustrações
Livro pra refletir sobre nossa própria vida. A passagem do tempo, a rotina, a esperança de fazer algo grandioso. E nossas frustrações.
Debora.Andrade 27/02/2021minha estante
A esperaaaaaa de uma vida ?


Alan 04/03/2021minha estante
Demais ne? Me fez pensar muito sobre minha situação atual. E o capítulo final. Simplesmente maravilhoso!




Helena 05/01/2015

"A vida inteira que podia ter sido e que não foi"
que sensação estranha esse livro dá.. uma tristeza grande, impossível não entender os anseios e as dores de Giovanni, tão humanas! Esse livro é uma alegoria da vida, dos desejos frustrados, dos sonhos abafados pela mediocridade, pela rotina e o ritmo alienante das exigências do mundo e a ação de um tempo que não para, mas paradoxalmente também não passa, por estar estagnado em adição infinita de zeros. nada se soma verdadeiramente. uma vida relativamente sem sofrimento, mas também sem criação, sem propósito. até mesmo sem relações afetivas profundas. tudo no meio-termo.
Impossível não lembrar da frase linda de Antonio Cândido citada por Maria Rita Kehl: "Tempo não é dinheiro. O tempo é o tecido de nossas vidas". E o que nós fazemos com nosso tempo? Com nosso tecido de vida?
Vida humana é roteiro (exemplificada no livro pela inóspita burocracia militar)? tempo de serviço? busca de aposentadoria, finais de semanas, férias livres de trabalhos frustrantes e obrigatórios? vida é o tempo que gastamos indo ao trabalho, imaginando chegar mais cedo em casa, pra dormir mais cedo, acordar mais cedo, ir trabalhar mais cedo, morrer mais cedo?
Certamente são questões dignas de reflexão que ficaram em mim após ler esse livro.
Hélio Rosa 11/07/2018minha estante
Li há bastante tempo, motivado por um ensaio do Antonio Candido. Mas não sabia que essa expressão que você colheu na Maria Rita Kehl era dele... Vou procurar, agradeço.


Pedro Luiz Viegas 19/02/2019minha estante
Seu comentário me impressionou muito! Fiquei interessado nesse livro...




Mariana. 13/06/2011

"Se fosse um homem comum, a quem por direito não cabe senão um destino medíocre?"

Alegoria do existencialismo, provando que não apenas falta qualquer sentido à existência, como sobram cinismo e ironia na vida.

Leitura obrigatória.
Arsenio Meira 08/02/2013minha estante
Com a devida licença, perfeito o seu comentário-resenha.
Apenas uma frase é capaz de definir um livro para sempre. Esse poder de síntese não é fácil.


George 10/07/2020minha estante
Difícil resenhar esse livro, mas realmente descreve como muitas vezes a nossa vida se torna banal e supérflua. Cabe a nós seguirmos o exemplo do tenente Dino e lutarmos sem cessar por um lugar ao sol!!




Silvestarley Oliveira 08/08/2019

Sublime!
Vários sentimentos análogos e ambíguos experimentei nessa leitura! O livro trata de como as decisões que tomamos ou deixamos de tomar nos levam por caminhos muitas vezes sem volta. Reflexão sobre nossa solidão, ambição, esperança, passividade, aspiração, fantasia, realidade, desilusão, jovialidade, morte. Aqui, tudo nos é apresentado de uma forma intensa. A obra se encaixa perfeitamente com questões atuais e deve ser sempre relida, pois remete a reflexões das condições humanas. Provavelmente, se irá descobrir novos detalhes a cada vez que nos deliciarmos nessa leitura. Livros como esse são incômodos porque parecem espelhos mágicos que obrigam o leitor a olhar para a própria vida e para as prisões nas quais se encarceram. Há livros que são lições para vida, e este é um deles!
Cibele 08/08/2019minha estante


Danielle 08/08/2019minha estante
Maravilhoso esse livro! ?tima resenha. ;)




RafaelW 08/10/2013

O Deserto de Komul da Tartária
Não sou de fazer resenhas. Gosto apenas de transcrever trechos dos livros que eu li e que eu acho mais significativo.
Fiquei tentando entender porque o autor do livro deu esse nome, se os Tártaros são povos que vivem ou viveram na Rússia e na Ásia. Não estava entendendo a relação desse povo com a Itália, até que numa pesquisa simples no Wikipédia eu achei essa definição:
"O 'deserto de Komul da Tartária'foi mencionado pelo pensador alemão Immanuel Kant em suas Observações sobre o Sentimento do Belo e do Sublime como uma "grande [e] infinita solidão".
Essa definição do Deserto de Tártaro explica bem o livro: Drogo não é escolhido pelo Exército para assumir um posto numa fortaleza qualquer perto do Deserto de Tártaro. Na verdade, qualquer fortaleza militar é um Deserto de Tártaro; a vida militar é um Deserto de Tártaro; a vida é um Deserto de Tártaro; a vida é uma 'grande (e) infinita solidão'."
Maria de Fátima 31/03/2015minha estante
Você não é de fazer resenhas, mas esta foi poderosa o bastante para me fazer ter uma vontade incrível de ler o livro! (:


Dan 12/05/2016minha estante
Muito bom!!! Essa informação eu não sabia!!!




Carla Verçoza 22/06/2020

Que livro lindo!
Sobre como esperamos algo da vida e sua falta de sentido, a solidão em que nos encontramos. A vida não perde a oportunidade de ser muito irônica.

"(...) talvez tudo seja assim; acreditamos que ao redor haja criaturas semelhantes a nós e, ao contrário, só há gelo, (...) preparamo-nos para cumprimentar o amigo, mas o braço recai inerte, o sorriso se apaga, porque percebemos que estamos completamente sós."
Lukin 11/07/2020minha estante
Linda resenha Carla. Também li e gostei bastante.




Zé Pedro 15/10/2010

Acabei o livro e me senti um pouco o Drogo. Creio que todos se sentem um pouco o Drogo nesta vida, aguardando que aconteça algo que nunca virá, algo que nos dará sentido a vida e nos fortificará...Prá descobrirmos que no fim, bem, no fim...A vida é quem se encarregará de tudo. Me lembrou, mesmo, "Montanha mágica" do Thomas Mann. Variações sobre o mesma tema: o vazio, a impotência diante de tudo, a inexorabilidade do tempo.
Ana 17/06/2011minha estante
sim, impossível não se identificar com o Drogo! (talvez alguns afortunados - que imagino sejam poucos - escapem dessa sina!). O atual estado da nossa vida é resultado das nossas escolhas, e é inevitável não pensar que um pequeno desvio teria feito tudo ser diferente ...




Henrique Fendrich 12/03/2011

Guerra contra a mediocridade
Não, "O Deserto dos Tártaros" é bem mais do que uma crítica a "inutilidade do poder", como sugere a sua orelha. Trata-se, essencialmente, da terrível batalha que o ser humano trava consigo mesmo para vencer a mediocridade e assim transcender. Parece inaceitável que o tempo passe e a vida se gaste sem que nada de realmente importamente ou mesmo heróico aconteça ao homem. Nessa esperança ele se fia, mas de forma passiva: espera que esse "algo", que ele não sabe precisar, aconteça naturalmente, sem a sua ação.

Mas os anos passam, a inércia permanece e, por isso, cada vez mais a esperança se esvai. Giovanni Drogo é tenente de um forte, um inútil forte, em que todos esperam ansiosamente pelo dia em que virá a guerra, porque aí sim os anos que desperdiçaram lá, e as suas próprias vidas, poderão ser recompensados. O desejo é tamanho que os militares se acostumam a viver no forte, e temem sair de lá e perder o grande momento. E, além do mais, vão ter muitos anos ainda para passar no meio da cidade, como pessoas normais.

A cidade, aliás, nem é tão atrativa assim. Os capítulos em que Giovanni deixa o forte e volta para a cidade são pungentes, lindos, dilacerantes. Nela, ele se dá conta que o tempo passou, levando consigo todos os desejos, todas as afeições de outrora, o mundo todo passou a ser uma outra coisa, não restando nada senão estranhamento, e o desejo de voltar: voltar para a nossa boa esperança, e certos de que a cidade sempre poderá esperar. Somos tão jovens, afinal!

Mas há um momento em que as coisas envelhecem, e até mesmo os sonhos. Giovanni tem o seu, mas ele parece absurdo, e por isso sofre. Ele percebe, como um verdadeiro Ivan Ilitch, que o seu sofrimento não diz respeito às outras pessoas. Em Giovanni, há ainda uma reflexão ausente no personagem de Tolstói: não é sequer o amor que irá garantir que o seu sofrimento seja compartilhado pelos outros. Ainda que lhe devotem grande afeição e estima, Giovanni se desconsola ao perceber que a dor continuará sendo sentida e sofrida apenas dentro dele.

E no meio disso tudo, o absurdo kafkaniano, as situações ocorrendo de forma improvável, mas sempre tendo como resultado a opressão de Giovanni, preso em circustâncias das quais não tem controle, e contra as quais não parece haver nada a ser feito. Resta então se conformar com as injustiças, e tentar travar uma luta ainda mais difícil e de resultado definido, contra o tempo e contra a própria morte.
Nilva 28/07/2014minha estante
Você sabe, Henrique, este foi o livro que eu mais tive dificuldade em ler? Talvez por me ver refletida no Giovanni Drogo. Esta certeza de ter entrado numa batalha perdida contra a finitude. Queria, como John Donne, sentir a verdade dos versos:

"Um breve sono a vida eterna traz,
E, vai-se a morte.
Morte, morrerás."




134 encontrados | exibindo 1 a 16
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |