O Deputado

O Deputado Fernanda Terra




Resenhas - O Deputado


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Jéss 30/07/2020

A primícia de uma história que se passa em meio a política me interessou muito. Enquanto lia, tive a impressão de que houve uma pesquisa sobre política americana. Porém, acredito que esta parte poderia ganhar um destaque maior ao invés das inúmeras cenas intimas entre os protagonistas.
Linda foi uma personagem que me interessou no inicio, mas acredito que não teve uma personalidade definida. Ela foi decidida, perseverante e inteligente em diversos momentos e em outros, mostrou-se imatura e emocional de forma demasiada. Apesar disso, gostei dela.
Num todo, a primícia da história é interessante e valeu a leitura que foi bem rápida. Apenas poderia ter sido diminuída e focada um pouco mais no BG político.
Espero em breve ler a continuação. :)
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Flavi Muniz 06/02/2020

Sem palavras...
O que falar (escrever) sobre o príncipe arrogante Arthur? rs

Arthur e Linda foram uma força a ser batida. E olha que eu já li esse livro/trilogia umas 3 vezes no mínimo.
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Bruna 14/10/2015

Porque todo mundo gosta de contos de fadas modernos
Linda não pode reclamar de sua vida uma vez que sempre teve uma situação mais do que boa devido à família que tem, seu pai é o chefe de segurança do Pentágono, um dos melhores, e sua mãe é uma mulher encantadora. Mas além de uma boa condição de vida, seu pai lhe deu mais uma coisa: a paixão pela política; sendo ainda mais exata ele lhe passou a admiração por uma família política em especifico: os Scott. Reverenciados pela população pelo seu estilo de trabalho, honestidade e luta contra os corruptos, a família Scott se tornou o objeto de estudo e de trabalho de conclusão de seu curso de jornalista. Acostumada a sempre admirar eles de longe, Linda, jamais imaginava o que estava prestes a acontecer!

“Arthur Sebastian Scott sempre foi a peça mais envolvente do meu trabalho. Por isso o meu fascínio para descobrir como era o homem no interior daquela casca em forma de arrogância.”


Arthur Scott é um homem frio e autoritário, não que ele não possua um coração ou algo do tipo, mas em sua carreira é essencial que ele passe poder e confiança aos que o cercam. Finalmente era chegada a hora de seguir o legado da família, ele era o mais novo candidato ao Senado. Os que os cercavam cismavam em querer fazer com que ele encontrasse uma companheira, mas até o momento nenhuma mulher tinha sido capaz de atrair sua atenção... Pelo menos não ate a festa que mudaria o rumo da história dos dois!

“Aproximei-me devagar e aspirei seu perfume. Morangos silvestres. Minha dama de vermelho tinha o mais apetitoso cheiro.”

Depois de formada e por mérito próprio, Linda Marylin Stevens, agora já uma mulher, é a mais renomada jornalista politica e possuidora de uma coluna no New York Times algo que ela sempre desejou. Suas críticas chamam a atenção no meio político, sempre bem escritas e neutras, fazem com que sua fama seja grande nesse meio. Mesmo sem ela saber até o próprio Arthur Scott é um grande admirador de seu trabalho (mesmo que na mente dele a imagem dela seja a típica nerd).

Apenas quando uma festa acontece, um evento para anuncio do novo candidato ao Senado, Arthur Scott, é que os dois finalmente tem a oportunidade de se encontrarem. Para Linda é um sonho realizado, estar perto do homem que ela tanto admira e por quem é apaixonada. Para Scott, ela é a mulher que apenas pelo olhar ele sabe ser diferente de todas as outras , aquela com quem ele sempre sonhou construir uma vida mesmo sem saber (em um primeiro momento) quem é a linda dama de vermelho capaz de fazer surgir nele tais sentimentos.

“Aquele corpo pequeno em formas perfeitas, distribuído muito bem em um vestido vermelho sangue, me alucinaram. Porém, quando me deparei com seus olhos do mais vivo chocolate, concluí: ela seria minha e de mais ninguém.”

Em apenas alguns minutos juntos já se é possível notar que a atração entre os dois é inegável. Como se fossem destinados um para o outro, eles se encaixam e combinam como ninguém, mas será que eles poderão ter um final feliz? Muitos obstáculos virão pelo caminho, estarão eles preparados para as intrigas, a falta de tempo, as viagens? Ou será que algo ou alguém será finalmente capaz de ser mais forte do que eles sentem um pelo outro? Só lendo para descobrir o que resultará dessa mistura de uma jornalista e um deputado!

“ – Você está brincando com fogo, Linda Marilyn. – Comecei a tirar a camisa e os sapatos.
- Eu adoro me queimar, Deputado.”

O Deputado é um romance leve e envolvente que lembra os contos de fadas, mas com uma pegada mais erótica sem ser vulgar ou demais. É o tipo de história para você ler sem ver o tempo passar e se encantar com os personagens, mostra o valor de uma amizade verdadeira, a força de um amor e a dificuldade que as pessoas públicas passam ao tentarem ter sua privacidade. Foi uma leitura rápida e gostosa e por isso recomendo para todos os que gostam desse tipo de leitura!

site: brookebells.com
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Clube do Livro 19/07/2015

Resenha da Vanda Clube do Livro
Bem, vamos falar um pouco sobre os personagens, que para mim, foram os principais no enredo.
O Deputado Atur Sebastian Scott, sendo neto e filho de políticos, sempre conviveu com a política. Seu avô, Sebastian Scott, foi Presidente de Washington, e seu pai, George Scott, já foi Deputado, Senador e Governador dos Estados de Washington e Nova York.
Artur Scott, 28 anos, é lindo, olhos verdes, charmoso, rico, famoso, inteligente e tem todas as mulheres que quer, pois, com todos esses atributos, é tudo o que as mulheres desejam. Nunca levou nenhuma mulher a sério, nem tampouco teve nenhum relacionamento que tivesse durado mais de seis meses. Principal objetivo dos próximos meses (antes de conhecer Linda Stevens): dedicar-se total e exclusivamente à sua candidatura ao Senado.



Linda Marilyn Stevens, 22 anos, filha única de Sal e Ruth Stevens, possuidora de inteligência e perspicácia única, profissional competente e respeitável, atraente, sexy, e uma linda mulher. Trabalha como colunista de política no New York Times. Começou a interessar-se pela política através de seu pai, um dos mais temidos e respeitados chefes de segurança do Pentágono. Desde muito cedo se encantou com a política dos Scott, e essa admiração se intensificou na época da faculdade, mas desde os 12 anos, mesmo sem se conhecerem, Artur Scott já começava a fazer parte de seus sonhos, de sua vida.



Mary, a melhor amiga de Linda desde os tempos da faculdade, e também sua parceira no jornal. Moram no mesmo prédio, a duas quadras do jornal. Mary é divertida, resolvida, inteligente, apoia e torce verdadeiramente por sua amiga e nutre um amor platônico por Jared Walker, amigo e assessor de imprensa particular de Artur. A convivência com Artur e Linda fez com que o namoro dois acontecesse.

Victor Packer é o editor chefe do jornal e chefe de Linda e Mary. Um ótimo profissional, respeitado pela perfeição em seu trabalho, porém é um homem de caráter duvidoso, além de ser inescrupuloso. Foi o responsável pelo primeiro encontro entre Linda e Artur, assim como tentou por fim ao amor dos dois.
Artur Scott e Linda Marilyn têm seu primeiro encontro quando Mary e Linda são designadas por Victor Packer para fazerem a cobertura da festa de lançamento da candidatura do Deputado Artur Sebastian Scott ao Senado. Quando Artur a viu pela primeira vez, teve a certeza de que Linda era a mulher perfeita para ele, que ela seria sua e de mais ninguém. Linda, também sentiu uma atração arrebatadora e descobriu que não dava mais para negar: sempre foi completa e irrevogavelmente apaixonada pelo seu “homem de ferro”.
A autora, Fernanda Terra, foi perfeita na narração desta história. Proporcionou aos leitores uma leitura instigante, sem exagerar nos cansativos e desinteressantes conteúdos políticos, que geralmente são marcados por intrigas, corrupções, traições, atentados, mortes, enfim, tudo que envolve o mundo da política, um mundo louco para uns, e fascinante, para outros.
O Deputado é um romance erótico, que mostra durante pouco mais de três meses de campanha, o surgimento e o crescimento de um relacionamento entre dois personagens bem situados financeiramente, inteligentes, decididos, conscientes de seus objetivos profissionais e oriundos de famílias bem relacionadas e estruturadas.
A autora consegue facilmente prender e empolgar os leitores com diálogos atuais e situações muito próximas à realidade, sem deixar por conta do “acaso” os acontecimentos. É uma trama bem amarrada, sem pontas soltas nem fantasiosas.
É muito prazeroso sentir a lealdade, cumplicidade e amizade entre Mary e Linda, e Jared e Artur, afinal, quem não tem ou não gostaria de ter amigos com que possa contar incondicionalmente em todos os momentos, humores e situações na vida? Vamos também encontrar ciúmes, brigas, mágoas, ressentimentos, perdão e reconciliação, ingredientes tão comuns em qualquer relacionamento, principalmente no amoroso. Para quem é fã do gênero hot, o livro também não deixa a desejar. São cenas, cenas e mais cenas recheadas do mais alto erotismo e sensualidade. Achei super criativa e com a marca do Deputado, as cenas nas quais eles transam em diversas ocasiões diante de uma janela para, segundo Artur, juntos sentirem o gosto de poder estar acima de tudo e de todos, impotentes e poderosos, no topo do mundo. São cenas quentes, tórridas, que nos deixam com os ”forninhos acesos”, muitos suspiros e “ai, my God”...rsrsrs...”



Particularmente, como leitora, gostei do livro. A autora foi muito feliz no desenvolvimento do enredo e na condução dos personagens, conseguindo envolver e prender o leitor do início ao fim do livro. Super ansiosa pela leitura do próximo livro, O Senador. Se seguir a mesma linha de O Deputado, promete muita sensualidade e diversão.


site: http://clubedolivro15.blogspot.com.br/2015/07/resenha-o-deputado-fernanda-terra.html
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Taynara Lima / @taaynaralima 04/01/2018

Pior livro para começar o ano.
Essa foi a minha primeira leitura completa do ano e eu só consegui passar raiva com ela. Peguei esse livro por indicação de uma amiga (talvez agora ela seja ex-amiga, risos), ela está numa vibe de querer histórias com políticos depois que eu indiquei "A Ira dos Anjos", do Sidney Sheldon e ela amou. Ela foi irônica e eu não notei. Esse livro é uma bagunça total.

Linda é uma jovem de 22 anos, formada em jornalismo, colunista (e prestigiada) do New York Times. Escolheu a profissão e a área política depois que viu Arthur Scott na televisão, na época ela tinha apenas 12 anos e Arthur 18.

Linda é um stalker bem louca, ela é aficcionada pela família Scott (eles tem uma geração de políticos na família) e ela sabe tudo sobre eles e segue os passos de Arthur. Vamos aos absurdos encontrados no livro.

No livro ela tem apenas 22 anos, formada há um ano e tem uma coluna prestigiada de política no NYT. Gente, pelo amor de Deus. Política é uma das áreas mais difíceis de entrar e precisa de muito mais do que Q.I (Quem Indica) pra isso. Mas Linda consegue, né.

No começo do livro ficamos sabendo que Arthur está se candidatando ao senado com apenas 28 anos, o problema é que nos EUA a idade mínima pra se candidatar ao cargo é 30 anos. Erro gravíssimo de pesquisa.

Arthur Scott se acha o pintudo de ouro, apesar da autora tentar passar a imagem de que Linda é uma personagem forte e incrível a impressão que eu tive lendo é que a vida dela girou em torno da família Scott e ela não é nada mais do que uma tola apaixonada por um cara que se acha o fodão e ela é muito sortuda por ele ter escolhido ela.

Ah claro, tudo isso regado a muito sexo, Linda se guardou p/ pintudo de ouro.

O livro é lançado pela editora Ler Editorial mas possui diversos erros de digitação, de português e pelo que vi, foi pra Amazon sem nenhuma revisão.

A leitura é ruim, só serviu pra passar raiva, não indico.
deza 09/06/2018minha estante
Menina, adorei sua avaliação. Que mania esquisita essa de ?escritoras? brasileiras quererem escrever sobre culturas que não conhecem? Não entendo isso. Fora os erros hororrosos de português. Porque nada a ver falar nada haver né?
Mas a história em si eu gostei, não tinha pensando na Linda como uma stalker, mas, pensando bem, não deixa de ser verdade, mesmo ela nunca ter tomado um iniciativa de aproximação real. Faltou pesquisa de coisas simples do cotidiano americano e da própria política americana.


Sah 17/09/2018minha estante
OMG! Uma amiga me indicou e ja marquei na minha estante "estou lendo" (acabei de fazer o download no meu kindle) sua resenha ta querendo me matar, né? Kkkkkkk Vou encarar pq é muuito curtinho rsrs


Sah 17/09/2018minha estante
Estou lendo o comecinho e já não suporto o Linda, aff ... hahahahah (nem os erros ortográficos e de digitação... vix, ja vi q terei uma leitura "longa" e cansativa....


Taynara Lima / @taaynaralima 17/09/2018minha estante
kkkkkkkkkk é bem isso mesmo. Longa e cansativa.


Sah 18/09/2018minha estante
Abandonei o cap 5 e li o último. Vi que nao perdi nada hahahahha


Taynara Lima / @taaynaralima 18/09/2018minha estante
HAHAHAHAHAHAHA aaah, mas como assim não leu tudo? kkk


Sah 18/09/2018minha estante
Jesus, como vc sobreviveu a essa leitura? Kkkkkk


gi 06/05/2019minha estante
Gente, e a palavra perspicaz? Foi citada quase em todas as páginas, li revirando os olhos com a repetição e erros de português.




C_R 30/12/2015

Muito mimimi...
Confesso que a sinopse e as primeiras paginas do livro prometia uma história envolvente e picante, porém não foi o que ocorreu no decorrer das próximas paginas! Quase abandonei a leitura...

"E mesmo sem ao menos Artur Sebastian saber da minha existência, ele já se tornava a cada dia mais presente em minha humilde vida."

Linda, a jornalista top, apesar da pouco idade, se mostra super competente no que faz, porém na sua vida pessoal ela mais parece uma adolescente de 15 em crise por conta do primeiro amor. É uma chata que vê cabelo em ovo e faz drama por qualquer migalha. Já Artur achei ele parecido com o Christian Gray do livro Cinquenta Tons de Cinza, ou seja, o mocinho que se apaixona pela mocinha virgem e ela se torna o sol do seu mundo. Algumas passagens do livro são muito clichês e outras muito cheias de mimimi.

"Estava completamente desnorteada. E agora, como chegaria ao meu apartamento depois desses dois dias com Artur no triplex? Como conseguiria voltar a viver sem ele? Sabia que isso iria me render anos de terapia."

A autora quis mostrar a personagem Linda como uma profissional super competente, que trabalha em um grande jornal, com uma idade não condiz com a realidade. Isso sem falar da imaturidade emocional que a personagem demonstra ao longo do seu relacionamento com Arthur.
Outro fato que não gostei, foi que a autora exaltou demais a família Scott. No livro a família é perfeita, nunca cometeu erros, nunca falhou, sempre fez tudo corretamente, enfim, por mais perfeita que uma família seja, sempre tem um deslize ou outro ou pelo menos tem um membro da pá virada. Mas como a própria sinopse diz, é um conto de fadas moderno, e por ser um conto de fadas está muito aquém da realidade.

Brenda 30/12/2015minha estante
Adorei a opinião sincera :)




Ana Paula FZ1 05/12/2017

Então eu gostei mas não amei.
Achei Linda chata pa dedéu. Manhosa ao extremo, imatura, chorona demaissssss.. Para de chorar mulher e vire adulta, ave maria que nervo

Agora do Artur eu gostei ( pulando a parte que ele chamava ela de princesa, isso me irritava, kkkk, quando ele chamava ela de gostosa ou de Linda Marilyn era muito mais legal )

As crises de ciumes pra mim foram meio sem fundamento, briguinhas bobas que faziam ela criar um cavalo de batalha. Eu espero que Linda melhore no segundo livro, porque na posição que ela agora ocupa ao lado de Artur, se ela ficar chorando desse jeito, eu mesma vou la dar um jeito de cortar os canais lacrimais dela pra ver se ela cresce kkkkkkkkk

A resenha completa ta la no Blog Paixão por Leituras

site: http://paixaoporleituras.blogspot.com
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Bárbara 07/11/2020

Suave e repetitivo
Não tem um drama, um perigo, uma grande emoção. Tudo se resolve imediatamente. O final não teve nada que me fizesse querer ler O Senador. Que pena.
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Amanda 21/07/2016minha estante
Aí, aí... Cansada desses livros em que o cara é poderoso e dominador e a mocinha é virgem e indefesa... Por que não fazem um em que a mulher é uma CEO e se envolve com o cara da Xerox?




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Lê Golz 12/12/2016

Infelizmente, muito mimimi
Deputado, publicado pela Ler Editorial é o primeiro livro da trilogia Entre o amor e o poder. Aqui conhecemos Linda Marilyn, uma jornalista formada em direito político, e uma das melhores do famoso jornal New York Times. Desde pequena ela sempre foi fascinada pela família Scott, que está há anos no governo dos EUA. Mas, em seus sonhos estava principalmente Artur Sebastian Scott, o Deputado. Quando finalmente seus caminhos se cruzam, a atração é recíproca e ela viverá um sonho ao seu lado. Porém, terá que conviver em meio a muitas fofocas e até terá que tomar decisões em nome do amor.

Os capítulos são alternados entre Linda e Artur, nos permitindo entender os sentimentos mais íntimos de cada um. A escrita da autora é fluída, de fácil entendimento e rapidamente finalizamos a leitura. É triste, mas apesar disso não me envolvi com a trama e nem com os personagens como estava esperando.

"Uma mulher pode modificar um homem, mesmo se tratando de Artur Scott". (p. 154)

O que acabou não me agradando no livro foi o fato de tudo acontecer fácil demais e de maneira superficial. O fato da atração entre o casal ser imediata e eles desenrolarem um romance é algo obviamente esperado, mas o relacionamento que se desenrolou acabou não me convencendo. O envolvimento foi muito veloz, meloso e os personagens mal podiam respirar um minuto sem sexo. Outra coisa que não me convenceu foi o fato da autora exaltar tanto as qualidades dos personagens, especialmente da família Scott, como políticos extremamente honestos e profissionais. E isso transcorreu durante toda a obra. Faltou verossimilhança na história e um romance que me fizesse suspirar, e não apresentado tão exageradamente.

Infelizmente devo dizer que não curti o livro e isso me deixou muito triste por vários motivos: por adorar o gênero e ter criado expectativas, por ter escutado tantos elogios sobre a autora e por ele ser nacional. Eu sempre gosto de recomendar obras nacionais aqui no blog e incentivar novos autores, mas devo ser inteiramente sincera: não rolou! Estou com a trilogia completa em casa, e torcendo para curtir um pouco mais o segundo livro e ver o amadurecimento desses personagens.

Claro que gostei da premissa previsível, onde temos uma mocinha determinada, bem sucedida e um mocinho galã, apaixonado e rude. Sempre defendi obras previsíveis e recheadas de clichê, quando bem desenvolvidas, porque acredito que toda boa história vale a pena. Mas ver Artur tratar tão mal seus empregados e impor tanto sua vontade sobre Linda, e pior, ver ela fazer bico, mas aceitar todo o seu cuidado exagerado, definitivamente não me agradou - mesmo que a intenção da autora tenha sido mostrar o amadurecimento do mocinho. Ao meu ver ele continuou autoritário e prepotente.

A diagramação está confortável: as letras são grandes, a revisão está boa apesar de encontrar alguns erros. A capa foi o que mais me agradou (da trilogia toda), e combinou perfeitamente com a obra.

Em linhas gerais, O Deputado é um livro extremamente erótico (e como!) e romântico. Tem uma narrativa fluída e pode ser lido em um dia. Apesar de minha avaliação negativa, eu espero de verdade que o segundo volume me agrade e mostre o amadurecimento dos personagens. Li inúmeros elogios sobre a obra, então é claro que você pode gostar.

site: http://livrosvamosdevoralos.blogspot.com.br/2016/12/resenha-o-deputado.html
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Juliana.Guimaraes 10/04/2020

Esse dá para passar o tempo mas é muito enchimento de linguiça
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Nathália 05/06/2020

Mais ou menos
Sou uma leitora ávida de romances e um dia estava com vontade de ler um bem clichê. Achei esse e a sinopse me pareceu exatamente o que eu estava procurando. Não falo como uma crítica, clichê é bom, mas não posso dizer que amei lê-lo. Acho que algumas pessoas vão gostar e outras não, como qualquer outro livro. Penso fazer parte das pessoas que acharam mais ou menos. Desanimei de ler os próximos, mas não desanimem. Vai que vocês gostem :)
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Júlia 14/12/2016

Desgastante seria a palavra certa
Eu sou péssima por sempre criar expectativas demais de livros com sinopses boas e enredos que prometem algo à mais, e esse foi o caso de O Deputado. Também li as resenhas dadas por outras pessoas dando 3 estrelas ou 5 falando dos pontos altos e baixos da história, mas eu sinceramente não encontrei nada de interessante lá.

Linda é uma jornalista do (The) New York Times (coloco 'The' em parênteses porque na história ele não existe, mas na vida real sim, aparentemente), que tem tudo para ser uma mulher confiante e perfeita, MAS com uma fraqueza: Artur Scott. Ele é da família Scott, a qual está no poder do governo americano há mais de 40 anos. Linda sempre se sentiu atraída por ele desde os doze anos quando o viu pela primeira vez em um discurso do pai dele, George Scott, que havia se tornado o Governador do estado de Nova Iorque na época – e assim, seu interesse por política se intensificou ao ponto de que o TCC dela foi sobre a família Scott. Artur é um deputado e está se candidatando a senador, o que o traz a fazer uma festa para o lançamento da sua candidatura, mas não pensou que Linda, a garota que faz as colunas do TNYT que ele adora, seria aquela mulher que ele conheceu lá. A partir daí, o trama se desenvolve até o final da campanha dele.

Tudo o que podemos ver é um enredo que poderia dar certo, abordando a versão política de governo estado-unidense na qual nós, brasileiros, não temos muito contato e poucos a entendem por completo. Mas eu quebrei a cara aí. Não vi muitas explicações sobre, tudo muito vago, me pareceu mais uma rápida lida no Wikipédia sobre o assunto para saber como abordar. Também, se parar para pensar, a "piadinha" que Artur faz com o nome de Linda (relacionando o nome dela com o adjetivo) não faz sentido se eles moram nos EUA e essa piada fica fora de mão lá -- linda seria algo como beautiful. O relacionamento deles foi algo veloz e sem sentido com tantas qualidades inseridas pela autora sobre cada um. Ao ler, achei que ficou um pouco forçado demais o fato de que a família Scott é perfeita e sem nenhum erro e que todos lá sejam delicados e competentes sem que qualquer deslize ocorra. Linda também cria razões inexplicáveis para criar um drama no meio da história (como o fato de que ele a chamou de "brecha na agenda", sendo que não foi nada assim), mas me pareceu algo muito superficial. Apesar de ser um romance erótico, a cada segundo os personagens tinham uma relação sexual (não como em Sem Vergonha, da Julianna Costa, em que a moça vai descobrindo as coisas com o tempo), Linda era virgem e depois da sua primeira relação ela já se tornou uma ninfomaníaca, em suas próprias palavras.

"Quando percebi aqueles olhos verdes fixados aos meus, não consegui mais negar... Sempre fui completamente e irrevogavelmente apaixonada pelo meu homem de ferro." (Capítulo 1)

Também fiquei incomodada por como os personagens chamavam uns aos outros. Artur sempre chamava por Linda pelo seu primeiro nome e nome do meio: Linda Marilyn. Não é um nome composto para ser dito assim e acabou me incomodando um pouco sim na leitura. Assim como visto no trecho acima, Linda o chamava de "homem de ferro".

Por mais uma lista de coisas eu não leria a continuação da trilogia, O Senador e O Presidente, e por ser a primeira obra da Fernanda que eu li, não tive boas impressões. Vou tentar dar uma segunda chance depois com algum outro livro, mas por enquanto só posso recomendar O Deputado para quem quiser ler um romance água e açúcar rápido e regado à sexo.
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