O Rei de Amarelo

O Rei de Amarelo Robert W. Chambers
Tiago P. Zanetic
Airton Marinho




Resenhas - O Rei de Amarelo


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Literassa 11/08/2019

Vejam a resenha
Gente, fiz uma resenha desse livro no meu instagram, sigam lá ? @euliterassa
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Jadier 29/07/2019

Não correspondeu às minhas expectativas
Antes de ler este livro busquei informações sobre ele em diversas fontes. Descobri que Chambers foi inspiração para autores como Lovecraft e Stephen King entre outros, e que a mitologia amarela permeia diversas obras do gênero. Ou seja, é uma referência! Comprei o livro com grandes expectativas, mas... Percebi que os contos oscilam muito entre o ótimo e o mediano. Não esclareceu quase nada sobre a mitologia amarela ou o próprio Rei de Amarelo. Compreendo que é salutar um certo ar de mistério nesse tipo de obra, mas algumas coisas precisam ficar claras. Como obra de horror e sobrenatural, achei inferior à Edgar Allan Poe e Bram Stocker. Mas ainda assim recomendo como obra de referência. Boa leitura!
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Gabriel.Lopes 06/07/2019

Interessantíssimo
Apesar de ser uma leitura lenta e cansativa, a mitologia amarela nunca vai abandonar minha cabeça.
Lembra muito Lovecraft a sensação de ter algo errado e a loucura que rodeia os contos.
Eu achei que mataria em uma sentada, mas é uma leitura muito complexa que exige que o leitor vá além das páginas, eu com certeza irei reler várias vezes e ter diversas opiniões novas nesses contos deliciosos que acompanham o mesmo universo.
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vi 06/04/2019

contos super interessantes :))
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Naxton 16/03/2019

Tem muita coisa melhor pra passar o tempo
Para mim esse livro só valeu a pena por conta dos 4 primeiros contos, sendo que desses só gostei de 2. Eu me iludi pelo tanto de expectativa que coloquei nesse livro para no fim precisar ter que forçar até terminar. Não duvido que Chambers seja um gênio da escrita, mas para minha pessoa esse livro não funcionou muito bem. Deixando um destaque para o conto "O Emblema Amarelo" que pra mim sem dúvidas foi a melhor parte do livro inteiro. Espero que caso você que esteja lendo essa resenha se interesse pelo exemplar tenha uma experiência muito melhor que a minha.
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Scariot 31/01/2019

Antológico
Queria ler desde que assisti a primeira temporada de True Detective (agora quero assistir novamente hahaha). O livro é dividido em duas partes; a primeira com quatro contos que se passam em um universo onde existe a peça do Rei Amarelo, que quem lê acaba entrando na loucura. Foi de grande influência a Lovecraft, sendo que vários elementos entram em sua mitologia, o famoso Cthullu Mythos. Pode ser entendida também como uma própria mitologia, a Mitologia Amarela. Dá entender que os contos tem ligação entre si, mas fica do entendimento do leitor. A segunda parte são de contos mais realistas, não fazendo parte da Mitologia Amarela. Vale a pena a leitura dessa segunda parte, os contos são bem escritos, mas para mim, valeu a primeira parte, já que estou pesquisando (tentando) a fundo ambas mitologias, a Lovecraftiana e a Amarela.
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Julia 08/01/2019

Leitura arrastada em certos contos
O livro é dividido em 10 contos, sendo que 4 mencionam o rei de amarelo. Os melhores desses 4 são "a máscara" e o incrível e de longe o melhor "o emblema amarelo", outro conto que chama a atenção é "A Demoiselle d'Ys". Esses contos citados são o motivo pelo qual se deve conhecer o livro.
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Cowboy from Hell 31/12/2018

Ridículo
Não tem final
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Sabrina - @linhaposlinha 25/12/2018

A leitura valeu a pena só até a página 129. Depois disso começam os contos de ambientação mais realista e, ao meu ver, mais românticos. Os primeiros contos são realmente bons. No entanto, todo o resto eu acabei empurrando com a barriga. Foi um livro bem razoável.

site: https://www.instagram.com/linhaposlinha
Zé Torres 14/02/2019minha estante
Ia fazer essa mesma resenha. Os dois últimos contos então, chegam a ser irritantes. Intragavél ficar lendo sobre a vida boêmia de estudante de arte e o questionamento moral da época. Os contos sobre a mitologia amarela são bem melhores.




Rosita Lima - @biblioteca.da.ro 31/10/2018

O Rei de Amarelo
O Rei de Amarelo é uma coletânea de contos de terror fantástico que Influenciou grandes escritores como H. P. Lovecraft, Neil Gaiman e Stephen King.

O título do livro faz alusão a um livro dentro do livro. Uma peça teatral fictícia, nunca encenada, e a seu personagem central, uma figura sobrenatural. Tal peça, quando lida, provoca estranhos efeitos físicos e terror psicológico nos leitores.

Os 4 primeiros contos me agradaram muito pois eles estão diretamente relacionados ao Rei de Amarelo. Eles realmente trazem a sensação de terror cósmico e o incrível desejo de ler a tal peça mesmo que você esteja colocando em risco a sua sanidade.

Infelizmente, em 1895, “Terror” não vendia bem. Então o autor adicionou alguns contos românticos escritos por ele mesmo para conseguir vender o livro. Sinceramente foram eles que fizeram eu acabar baixando a nota do livro. Se o livro tivesse apenas os 4 primeiros contos com certeza seria 4 estrelas.

Esse livro ficou esquecido por muito tempo até ser mencionado na série de TV True Detective trazendo assim a curiosidade nas pessoas e a necessidade de republicação.

Visite o blog - http://www.aquelageek.com/
Siga o instagram : @biblioteca.da.ro

site: http://www.aquelageek.com/2018/10/indicacoes-literarias-para-o-halloween_31.html
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Guynaciria 24/08/2018

Robert William Chambers, começou sua carreira como ilustrados, mas abandonou tudo para torna-se escritor. 

Ele tinha como linha de trabalho o sobrenatural, sendo esse livro desta época, mas o autor acabou se entregando para uma linha mais comercial, fazendo dos romances o seu cargo forte. 

Essa obra em especial ganhou grande destaque por ser aclamada por autores de sucesso como  Lovecraft, Stephen King e Neil Gaiman. Mas devo confessar que apesar de histórias muito boas, o livro é mais um suspense do que verdadeiramente terror.

Aqui você pode encontrar uma coletânea de contos, dividida em duas partes, com 4 contos cada. A primeira parte tem como base uma peça teatral que nunca chegou a ser atuada nos palcos, mas que foi vendida ao publico em alguns exemplares que foram supostamente banidos, mas que quando o leitor entrava em contato com sua escrita, acabava por vislumbrar um mundo que o aterrorizava ao ponto de leva-lo a loucura.

A segunda parte é mais leve e se baseia em romances boêmios, que tem como inspiração a vida do autor em sua época de estudante em Paris. 

Um dos pontos que mais enriquecem a leitura, são os comentários do jornalista e também escritor Carlos Orsi, que teve o cuidado de explicar para o leitor cada ponto de ligação entre os diversos contos e fatos históricos. 

Outro ponto importante é a explicação para que o traje do rei seja amarelo, revelando o movimento decadentista da literatura francesa, que também estava associada ao conceito de loucura. Outra obra que traz essa cor associada é o papel de parede amarelo. Não é a toa que essa foi a cor adotada para representar o mês de conscientização dos problemas psicológicos ( setembro amarelo).
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Ninguém 26/07/2018

Sou uma pessoa guerreira...por não ter caído no sono.
Criei tanta expectativa em cima desse livro por conta dos vídeos que assisti no Youtube e dos comentários alheios que certo dia quando eu estava em um sebo e tinha uns trocados no bolso achei o bendito Rei de Amarelo, comprei o mesmo na hora !...maldito seja, quero meus trocados de volta !....Não importa se eu começasse a ler às 13h00 ou 00h00, a cada página era um bocejo. Não encontrei nada de marcante e nada que me fizesse dizer "wow !" em nenhum momento. Indico para quem tem insônia.
Flávia 15/08/2018minha estante
nossa, concordo com você ! achei o livro muito chato, os primeiros 3 contos até que eu gostei, mas depois disso meu deus ... que chatice !




leila.goncalves 17/07/2018

Primeira Tradução
O nova-iorquino Robert William Chambers (1865-1933) estudou artes plásticas em Paris e iniciou uma promissora carreira de ilustrador que acabou abandonando para se dedicar exclusivamente a literatura.

A princípio, voltou-se para o sobrenatural e data dessa época seus melhores trabalhos. No entanto, insatisfeito, deu uma nova guinada, passando a escrever romances "água com açúcar". Sucesso de público, eles renderam uma situação financeira privilegiada e a estigmatização da critica que jamais perdoou o escritor por abrir mão de seu talento.

Pouco conhecida entre nós, sua obra-prima, "O Rei de Amarelo", após cento e vinte anos, acaba de ganhar sua primeira versão em português. Para os amantes do gênero, trata-se de um motivo de júbilo, graças a sua influência sobre escritores da importância de Lovecraft, Stephen King e Neil Gaiman.

Em síntese, o livro é uma coletânea dividida da seguinte maneira:

- Primeira Parte (4 contos): Gira em torno de uma peça teatral, "O Rei Amarelo" que jamais foi encenada, mas provoca estranhos efeitos físicos e psicológicos em seus leitores. (Será que qualquer semelhança com "Graça Infinita" de DFW é simples coincidência?...) Quanto ao cenário, ele não fica claro se as histórias foram ambientadas no final do século XIX ou num futuro distópico.

- Dois contos de transição que misturam o fantástico e o real.

- Segunda Parte (4 contos): Apresenta narrativas romanescas da boêmia parisiense, inspiradas nos tempos de estudante do autor.

Curiosamente, ao longo dos anos, muitas edições do livro foram mutiladas ou alteradas, sempre mantendo intacta a primeira parte. Isso é um equívoco, a medida que existem pontos em comum, alguns bastante sutis, ligando todos os textos. Esse fato pode ser observado, ao acompanhar os comentários do jornalista e escritor Carlos Orsi, presentes no livro.

Também é interessante observar que na última década do século XIX, o amarelo, a cor do traje do Rei, simbolizava o pecado, a decadência e a loucura. Na língua inglesa, a principal revista de vanguarda da época chamava-se "O Livro Amarelo" assim como as obras dos "decadentistas" franceses também eram encadernadas nessa cor.

Recomendo, especialmente os quatro primeiros e "A Rua dos Quatro Ventos", que contrariando a fama de "O Emblema Amarelo", é meu conto preferido.
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Yuri.Mattos 09/06/2018

Indispensável para os amantes do terror
Este livro possui 10 contos de chambers que (no original foram 6) inspirou muitos dos melhores escritores da época e continua até hoje sendo um dos melhores livros de contos góticos/terror da historia.Os contos vão de ficção cientifica a mistério no estilo Ambrose Bierce ,a historia relata uma peça de teatro chamada "o rei de amarelo" que possui 2 atos,quem ler o primeiro começa ter visões de uma criatura em seus sonhos e em alguns casos na vida real,esses sonhos são compartilhados em um lugar que até hoje não se sabe se é uma dimensão ou um universo compartilhado(chamado Carcosa),esse ser não possui uma forma definida(ele inspirou a criatura chamada "unspeakable one" nos mitos de lovecraft)mas na maioria dos casos ele aparece como um homem muito pálido parecendo um coveiro.
O segundo ato quem ler morre ou fica louco,os melhores contos na minha opinião foram os : O Emblema Amarelo,A Demoiselle d’Ys,A máscara.

"Na última década do século XIX, o amarelo, cor dos trajes do Rei que dá título a esta coletânea,
era o matiz do pecado, da podridão, da decadência, da loucura — e, ao menos no mundo de
língua inglesa, da literatura de vanguarda, a ponto de a principal revista literária de Londres, nos anos 1890, chamar-se O Livro Amarelo. Não era por acaso que o pecado, a doença e a arte moderna tinham a mesma cor: importados para a Inglaterra, os livros dos autores decadentes franceses vinham encadernados em amarelo."
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Renato.Vasconcellos 22/05/2018

Assustador só na expectativa
A expectativa é o maior dos males de um leitor incauto. Não conhecia a obra de Chambers, apenas as referências que o Lovecraft fazia a Hastur e a cidade de Carcosa como uma das obras inspiradoras na criação da mitologia chtulhiana. Quando comecei a ler O Rei de Amarelo, espera um horror cósmico digno do Lovecraft, mas me deparei com contos simples, a grande maioria tratando de pureza contra perversão e pontilhado por devaneio oníricos. Provavelmente a culpa é minha e de minha expectativa, mas não recomendo caso esteja interessado em algo assustador como Lovecraft.
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