A Mulher Enjaulada

A Mulher Enjaulada Jussi Adler-Olsen




Resenhas - A Mulher Enjaulada


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Carol Nery 31/03/2020

Realmente o que falam dele
Uma história que espera há mais de um ano na minha TBR, e minha expectativa sempre teve lá em cima por causa das recomendações de gente que entende do assunto.
Ok! Ansiosa estava e finalmente chegou o momento onde conheci a história que, não tinha nada do que eu supôs inicialmente só olhando a capa.
Adorei o desenvolvimento das personagens principais. Gostei das histórias entrelaçadas e do resultado disso tudo quando chegou o grande final.
Emocionante é o que tenho pra hoje.
Leiam! E que venha o próximo.
Lucia.Ferreira 18/05/2020minha estante
Esse livro pra mim é perfeito. Personagens bem desenhados, a trama bem amarrada, que vai crescendo, crescendo e o final chega da agonia na gente. Uma escrita crua, sem enrolação. Vc percebe que o autor vai tirando leite de pedra. Qdo a gente vê uma porta fechada, aparece uma fresta de janela. É demais esse livro. Eu amei.


Carol Nery 18/05/2020minha estante
Ah, Ana querida. Falei de você ali na Mini resenha. Você é o alguém que entende do assunto. hahahhaa Amo suas indicações. Sempre valem à pena.




Geórgea 08/07/2020

A mulher enjaulada
Em 2002, a jovem Merete Lynggaard está com a carreira política em ascensão. Em meio a cenários políticos de intrigas e mentiras, ela se destaca por ser inteligente, humana e muito diplomática. Por isso, quando ela some de maneira misteriosa em um cruzeiro, muitos suspeitos são cogitados. No entanto, apesar de diversas buscas, ela nunca foi encontrada – viva ou morta.

“Ela se distanciava das pessoas de sua vida, fechando-se em si mesma.”

Uma mulher que levava uma vida misteriosa, sem se envolver com ninguém, mantendo todos afastados. Enquanto sua carreira e vida pessoal são especuladas pelos jornais, sentimos que Merete esconde um segredo. Seria esse segredo o responsável pelo seu sumiço?

Alguns anos após esse caso ser arquivado, o detetive Carl Mørck – que possui diversos problemas familiares e com o trabalho – é designado como responsável pelo recém criado Departamento Q. Essa seção é responsável por reabrir casos não solucionados e descobrir o que de fato aconteceu. Um dos casos que caem em suas mãos é o de Merete, que permanece até o momento sem conclusão. Caberá a ele, com todas as limitações e falta de pistas, descobrir o que aconteceu. Contando com o auxílio de seu assistente Assad, eles descobrirão no passado dessa mulher a resposta para suas dúvidas.

Minha Opinião

Como fã de livros de suspense policial, adoro uma investigação sem solução. Este livro foi indicação de uma amiga que também adora o gênero, por isso, já fui com a certeza que encontraria algo muito interessante. A trama é bem estruturada, escrita e amarrada. No entanto, em 40% do livro, eu já havia “desvendado o mistério”. Para aqueles que estão acostumados com esse tipo de narrativa, não será muito difícil matar a charada depois de algumas pistas. Mesmo assim, a história é uma ótima pedida para os fãs do gênero, principalmente para aqueles que estão começando a se aventurar nesse mundo.

Carl é uma pessoa peculiar. Não consegui me conectar com ele em nenhum momento. Um detetive que já teve muito sucesso e empatia, mas que com o tempo ficou “endurecido” com o trabalho e as situações encontradas. Ele não é bem visto pelos seus colegas e chefes, sua vida familiar é completamente conturbada e, recentemente, ele passou por problemas sérios em um dos seus últimos casos. Por isso, a construção do personagem, durante a narrativa, nos revela um pouquinho mais de humanidade. Embora eu não tenha criado simpatia por ele durante a jornada.

Do lado oposto, Merete é a queridinha da imprensa. Ela tinha um futuro glorioso, cheio de conquistas, mas também despertava inveja e raiva entre as pessoas. Só isso nos faz perceber que muitos poderiam desejar o seu desaparecimento. Desde o começo sabemos que ela esconde um segredo em sua vida pessoal, algo que nem os jornalistas mais empenhados conseguem desvendar. Conforme avançamos no livro, compreendemos seu passado e o que a levou até ali. Suas revelações são bem impactantes, embora não sejam tão originais.

“Seus músculos se contraíram e a pele ficou úmida. Ela teria apenas uma chance de escapar dali.”

O novo departamento criado, nos faz perceber que alguém quer Carl bem longe de certos casos. Além de já estar fadado ao fracasso, com pouca verba, apenas dois funcionários e uma centena de casos sem solução, nos mostrando que a influência de certos personagens pode ser perigosa. Política e polícia andam lado a lado para confundir algumas situações e manter a população alheia a certos fatos.

Esse é outro ponto muito importante. O jogo de poder. Percebemos pelos diálogos grandes críticas e alfinetadas nos políticos, na esquerda e na direita, no que eles fazem para conseguir votos. Salientando, como sempre, o quanto o dinheiro pode comprar tudo. Muitos nomes passarão durante a narrativa, por isso, não se surpreenda se ficar perdido em alguns momentos. Além disso, por serem nomes diferentes do que estamos acostumados, fica mais difícil guardar todas as descrições e fatos importantes.

“Ela sabia que um dia acabaria enlouquecendo. E essa seria a maneira de se libertas dos pensamentos sombrios que povoaram sua cabeça e contra os quais travava uma dura batalha. No entanto, ainda não se sentia preparada para essa realidade inevitável.”

Mas e a mulher enjaulada do título? Essa mulher misteriosa, que vive em condições desumanas e deploráveis aparecerá em diversos momentos da narrativa. Por que ela está lá? Quem ela é? Acho que você já imagina. Aos poucos você juntará os pedaços e entenderá pequenos detalhes que pareciam não fazer sentido até então.

Os capítulos são curtos, mas a narrativa é rápida. Ficamos indo e voltando de 2002 para 2007. Aos poucos juntamos os pedaços dessa estranha história, no entanto, algumas situações que levaram a descoberta do mistério me deixaram um pouco incomodada. É um livro ruim? Não. Poderia ser melhor? Sim. Entretanto, vale a leitura.

site: https://resenhandosonhos.com/a-mulher-enjaulada-jussi-adler-olsen/
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Stefanie Oliveira 25/07/2014

Sabe quando um livro te tira o sono, te leva à insanidade e te faz se esquecer do tempo?
É.
“A Mulher Enjaulada” é o primeiro livro da famosa série “Departamento Q”, o qual é criado, na história, com o objetivo de solucionar casos perdidos. Aqueles que são simplesmente arquivados por falta de pistas ou provas.
Chefiando uma equipe de dois membros, incluindo ele mesmo, Carl Mork se encontra em um porão com dezenas e dezenas de casos “sem solução” em sua mesa. Os quais ele procura até de certa maneira procrastinar. Afinal, não está em uma boa fase de sua vida. Porém, certo dia, quase até que tentado pelo tédio, se vê quase que na obrigação de apanhar um dos mesmos. E é então que ele conhece a história de Merete Lynggaard, uma famosa política que, em uma viagem de férias com seu irmão, simplesmente desaparece.
O que houve com Merete? Ela cometeu suicídio? Foi sequestrada? Assassinada? Ninguém sabe, e a equipe que chefiava o caso simplesmente o arquivou. Mas dessa vez Carl Mork não tem essa opção. Ele precisa descobrir o que realmente aconteceu, só não esperava que, com buscas mais detalhadas, não só encontraria novas pistas, mas como, também, lacunas e informações omitidas no próprio relatório arquivado.
“A Mulher Enjaulada” é o livro que eu costumo chamar de genial. Tudo bem que eu sou uma incorrigível viciada em romances policiais, mas esse tem aquele quê a mais que faz toda a diferença. Não é apenas mais um mistério sendo solucionado. Aqui, não há algo que possa ser chamado de clichê. O primeiro livro da série “Departamento Q” é totalmente criativo. Tanto no enredo, quanto em seus personagens e, principalmente, ao que diz respeito ao seu desenrolar. Eu, sinceramente, nunca li nada igual. E sou incapaz de sequer contar quantos thrillers policiais e psicológicos já tomei em mãos.
Os personagens são inteligentemente criados. É como se o perfil de cada um, em seus mínimos detalhes, tivessem sido até estudados. Em falar em estudos... Também chega a ser evidente, quase até mesmo tocável, a maneira como o autor visivelmente estudou para formular a obra. É indiscutível o preparo e cuidado que ele teve com cada um dos detalhes. Porque mais do que um simples mistério a ser solucionado, o livro é repleto de particularidades que, sem dúvida, foram minuciosamente planejadas. Isso porque encontra-se uma série de detalhes que enriquecem o enredo, sem deixá-lo cansativo. Sinceramente? Não houve um momento sequer, muito menos em explicações mais científicas, que me vi tomada pelo tédio ou mera sensação de desinteresse. “A Mulher Enjaulada” é um livro que te envolve. É um livro que vai te fazer mergulhar entre as páginas, sem realmente ver o tempo passar lá fora.
Sério. É genial.
Ambientação... Tempo... Narrativa... Não existe algo que eu sequer consiga imaginar o que negativamente criticar. Acabei me deparando com uns três ou quatro erros... Mas esses eram de revisão, mas nada que me fizesse arrancar os cabelos ou tacar o livro na parede. Afinal, com detalhes tão pequenos – apesar de feios pela editora ter deixado passar – a grandiosidade do livro, em si, é boa o bastante para que você simplesmente os ignore e continue com a leitura. Mas seria ótimo caso os mesmos fossem vistos com mais cuidado no próximo volume.
Se eu recomendo o livro? Sem sombra de dúvidas. Isso porque ele é o melhor romance policial que li nos últimos tempos. De verdade? Estava mesmo sentindo falta de um bom thriller que me tirava o sono. E esse, sem dúvida, mais do que conseguiu. Porque as passagens de tempo, os diálogos... E ainda com aquele final incrivelmente tocante, eu não poderia menos do que colocá-lo na lista de melhores livros que já li na minha vida. O qual infelizmente não está sendo muito divulgado... Sequer está ganhando muita atenção. O motivo? Eu sinceramente não sei. Mas tenho certeza que as pessoas que passam direto por ele e vão buscar livros meia boca não sabem o que estão perdendo. Porque esse sim tem a essência de um bom romance policial. Esse sim tem o verdadeiro feeling de como é que se mescla um instigante mistério com uma bela dose de suspense psicológico.
Olha... Melhor você ir lá ler. Assim tenho certeza que vai entender bem do que estou falando. Principalmente ao que diz respeito ao suspense psicológico. Porque tenho certeza que vai abalar o seu também, nem que seja só um pouquinho.

site: http://mundosimpressos.blogspot.com.br/
Sthefanie.Paula 03/07/2018minha estante
Comprei hj, depois de ler sua resenha fiquei curiosa demais..... Preciso começar ler imediatamente!!!!


Stefanie Oliveira 15/07/2018minha estante
Espero que goste bastante!




Erick 06/06/2020

Um dos melhores trilhers que li esse ano.
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Kelly.duarte 08/02/2020

Surpreendeu
Iniciei o livro sem muitas expectativas, pois não conhecia a autora, ou autor, no início me senti confusa por conta dos nomes dos personagens, porém com o passar das páginas, confesso que minha curiosidade só foi aumentando e não consegui mais largar, amei o livro, o enredo e o desfecho. Por algum momento imaginei quem poderia ser o vilão, e mesmo acertando, tudo no livro me surpreendeu, com certeza vou ler os próximos livro da série.
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Marcos.Melo 21/02/2020

Surpreendente!
Merete Lynggaard é uma mulher respeitada no cenário político da Dinamarca, cuja carreira encontra-se em franca ascensão e seu nome está sendo cogitado para os cargos mais elevados dentro do seu partido. No entanto, durante uma viagem de lazer, ela desaparece misteriosamente e a única possível testemunha é o seu irmão que possuem diversas limitações. No fim, como as investigações não avançam Merete é considerada morta.

Na outra ponta da história segue o detetive Carl Mørck desacreditado e recentemente "promovido" a um novo setor da polícia dinamarquesa, após uma operação fracassada que gerou sérios traumas para o detetive. O objetivo desse novo setor é cuidar de antigos casos não solucionados.

Perturbado e desorientado recebe ajuda do seu novo e fiel assistente Assad para iniciar este novo trabalho e, ao investigar o estranho desaparecimento de Marete, o detetive Carl encontra diversas inconsistências na investigação e resolve reabrir o caso.

Para quem é fã de um bom thriller psicológico este livro é uma ótima pedida.

A narrativa oscila entre o passado (2002) e o presente (2007) e aos poucos a trama vai aproximando estas duas datas narrando todos os acontecimentos,ano a ano, em um ritmo frenético.

Alguns trechos são bem pesados e angustiantes, mas, de fato, prende a atenção.

A história transcorre no mesmo ritmo do início ao fim sem poupar detalhes. No final o autor demonstra extrema habilidade em amarrar a trama e nenhuma ponta fica solta...tudo é explicado.

Recomendo!
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Psychobooks 03/09/2014

Classificado com 3,5 estrelas no psychobooks

Sou fã de um bom thriller policial, sempre que vejo um novo lançamento corro saber um pouco sobre ele. Já comentei por aqui que minhas expectativas são sempre altas quando vejo que o autor é escandinavo, o título e a capa de 'A Mulher Enjaulada' me ganharam de cara e nem pensei duas vezes antes de solicitá-lo para resenha.

Enredo

Carl Mørck está passando por um período difícil da sua vida profissional e pessoal. Durante uma investigação, um dos seus colegas foi morto, outro ficou tetraplégico e ele sente-se culpado por não ter conseguido evitar o tiroteio. Todos do departamento de polícia estão reclamando por ter de trabalhar com ele. Com a criação do Departamento Q para cuidar de casos antigos que foram arquivados sem uma conclusão satisfatória, seu chefe coloca Carl Mørck como responsável pelo novo departamento.

Subestimado e confinado à uma pequena sala do porão, Carl Mørck e seu 'assistente' Assad escolheram o caso de Merete Lynggaard para dar início aos trabalhos. Cinco anos antes, em 2002, a política em ascensão desapareceu misteriosamente, alguns acreditam que ela cometeu suicídio, mas seu corpo nunca foi encontrado e ela não tinha um motivo para cometar tal ato. Mørck e Assad vão investigar cada pista para finalmente descobrir o que aconteceu com Marete.
Merete Lynggaard é uma mulher reservada, com quase nenhum amigo. Ela é uma mulher bonita e atraente, mas abdicou da vida amorosa para cuidar de seu irmão, que ficou com sequelas psicológicas depois de um acidente de carro quando os dois ainda eram crianças. Ao levar o irmão em um passeio Merete desaparece sem deixar pistas.

Desenvolvimento do Enredo e narrativa

Os capítulos são alternados na linha do tempo e narrador. Em 2002 temos Merete contando ao leitor sua agonia: ela encontra-se presa em uma câmara sem qualquer perspectiva de fuga, sofrendo tortura psicológica. Para sobreviver um dia após o outro, ela relembra bons momentos de sua vida e pensa constantemente no irmão.

Em 2005 Carl Mørck é o dono da narrativa, ele descreve sua vida pessoal, sua tristeza pelo que aconteceu com os amigos enquanto estavam em serviço, a indiferença perante à resolução de um caso e a crescente curiosidade sobre Merete.

Logo no início do livro eu já sabia quem era o sequestrador de Merete e isso diminuiu um pouco minha vontade de ler o livro loucamente. Outro ponto que não me agradou, é que às vezes o autor se perdia em histórias secundárias de Carl que não eram relevantes para a construção do suspense no livro. O drama familiar de Carl é uma tempestade num copo d'água, seria facilmente resolvido se ele finalmente se divorciasse da esposa, já que eles não se amam mais e não vivem juntos há algum tempo. Nesses momentos, a leitura desacelera e fica um pouco chata.

A melhor parte é narrada por Merete, as descrições sobre o local em que ela se encontra são perfeitas, fez com que eu fosse transportada para dentro do livro e conseguisse visualizar toda situação que ela estava vivendo.

O vilão

Mesmo sabendo quem ele era antes do tempo, eu gostei muito da construção e embasamento do vilão. Suas motivações, planejamento e execução diabólica foram convincentes, me fizeram acreditar que sua mente era completamente distorcida e ele acreditava estar fazendo o que lhe era de direito.

Um plano engenhoso e meticulosamente calculado por uma mente perversa e doentia que foi descrito na medida certa, com elementos perfeitos que me fizeram pensar que era possível de acontecer realmente.

Concluindo

'A Mulher Enjaulada' é um ótimo thriller policial, com enredo bem construído, sem furos, um vilão de causar arrepios e um anti-herói que será amado e odiado na mesma medida. Minha maior decepção foi quando o autor se desviava do enredo principal e se perdia em cenas de pouca importância. Espero que no próximo livro a ação/mistério tenham mais destaque e as manipulações políticas e drama familiar de Carl sejam mínimas.

Edição brasileira

A edição brasileira foi traduzida do alemão e não direto do dinamarquês. Infelizmente, encontrei vários erros de revisão/digitação que me incomodaram durante a leitura, algo tão incomum nos livros da Record que eu achei que valia a observação.

"A noção de tempo desapareceu na escuridão, e com ela toda a harmonia de seu corpo. O dia e a noite se misturavam como gêmeos siameses. Havia apenas um ponto fixo no dia de Marete, era o clique da suposta porta arqueada na parede."
Página 100
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Patricia.Povoa (PT) 01/04/2020

Bom mas de evolução lenta
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Pandora 03/01/2017

A mulher enjaulada
A história é interessante, tem um enredo criativo e um vilão com o motivo mais torpe do mundo para a sua vingança. Gostei do desenvolvimento, da alternância entre passado e presente até a junção dos dois. E Assad é um personagem muito querido!!! Mas chega um momento em que o excesso de detalhes da investigação tornam o livro um tanto maçante... e aquele confronto final, do tipo mais-do-que-clichê... afe! Um ponto negativo, para mim, foi a depreciação das mulheres, que eram sempre retratadas por características físicas, mesmo em suas profissões: "... uma mulher de cabelos claros, com os dentes da frente levemente sobrepostos que lhe davam um ar encantador. Com ela, Carl gostaria de trocar muito mais do que mero material de trabalho."; "Carl estava à espera da psicóloga, dona de um traseiro adorável..." "A porta-voz política, com sua saia acima dos joelhos; dois dos mais proeminentes membros do Parlamento e alguns funcionários do secretariado, incluindo Marianne Koch, que lhe lançou um olhar provocante..." "- Todos odiavam aquela vadia. Se não fosse por aqueles malditos peitos lindos, ela teria sido despachada muito tempo antes." Enfim, uó. É uma boa diversão para as férias, mas nada que acrescente.
Lu 03/01/2017minha estante
essa depreciação foi o bastante para eu desistir de querer ler o livro. Lamentável.


Pandora 08/01/2017minha estante
É mesmo. Mulher como objeto.


MarcusASBarr 17/05/2018minha estante
"- O que mais me incomoda é que Merete era muito inteligente. É sempre complicado quando as vítimas são inteligentes como ela." (Carl Mørck, página 107).

"O homem ofereceu chá verde em finíssimas xícaras de porcelana. Com Com os joelhos muito juntos e as pernas ligeiramente inclinadas, ele sentou-se na beira do sofá, pronto para ajudar seus visitantes tantos quanto fosse possível.
'- Foi terrível ela ter se afogado daquela maneira,. Deve ter sido uma morte horrorosa. Uma vez meu marido quase se afogou numa cachoeira na Iugoslávia. Foi assustador, acreditem.'
Carl reparou na pertubação de Assad quando o homem disse 'o meu marido'. Mas um olhar rápido bastou para limpar a expressão confusa da sua face. Era evidente que Assad ainda tinha muito o que aprender sobre a diversidade de modos de vida na Dinamarca."

A forma como os pensamentos dos personagens se apresentam, ou como as situações são apresentadas relatando suas reações, dão verossimilhança a narrativa. Os comentários, tanto de homens quanto de mulheres ou de qualquer outra definição que a liberdade sexual faça surgir, em relação a um objeto de desejo, seguirá sempre a mesma linha de divagação. A avaliação de Carl Mørck quanto a reação de Assad deixa claro o quanto o personagem é "humano" e real todo o universo que o cerca. (página 89)

A vida não é politicamente correta... nem os seres humanos reais o são em suas relação em sociedade ou consigo mesmos.


Priscilla 11/07/2018minha estante
Ótima resenha


Pandora 11/07/2018minha estante
Obrigada, Priscilla. :)




Valéria Cristina 23/03/2020

Excelente
A história é muito bem conduzida e prende o leitor do começo ao fim.
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Suka - Pensamentos & Opiniões 21/04/2020

Primeiro livro da série do Departamento Q, uma série de 7 livros com apenas 2 publicados no Brasil (infelizmente). Nesse primeiro livro conheceremos Carl Mørck, um investigador criminal que volta a atuar após um incidente que resultou na morte de um de seus companheiros e o outro paraplégico num hospital, ainda traumatizado ele é colocado nesse novo departamento, o departamento Q, que terá como objetivo tentar solucionar casos passados que foram arquivados.
E ele irá escolher o caso de Merete Lynggaard, vice presidente do partido democrático, bem sucedida, que sumiu quando ia viaja com seu irmão.
A história irá ser intercalada entre 2007 enquanto Carl busca solucionar o caso e o passado de 2002 contando a história de Merete.
Não vou prossegui contando mais sobre a história, pois possa acabar soltando spolier, o que digo é que esse livro me prendeu do início ao fim, o prólogo é uma faísca para continuar a leitura, ele me instigou a prossegui, durante a leitura e toda a investigação, acabei deduzindo muitas coisas, o que fez com que a leitura fluísse para mim, pois fico instigada a continuar quando acho que descobrir muito da história. E de fato acabei acertando, outro ponto que eu gostei bastante é o livro ser ambientando na Dinamarca, fugindo assim do que já estou acostumada a ler, conheci esse livro através de uma leitura coletiva, para algumas meninas o livro demorou a andar, para mim foi maravilhoso e uma escolha excelente.
Gostaria de poder ler toda a série mais infelizmente não temos todos os livros lançados aqui no Brasil e isso é bem frustrante, quando a editora não lança as continuações.

site: http://www.pensamentosopinioes.com
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Andrea 07/05/2015

A mulher enjaulada e o Guardião das Causas Perdidas
A mulher enjaulada é o primeiro livro da série Departamento Q. Nele acompanhamos a história do detetive Carl Morck, recém transferido para o departamento Q, que nada mais é do que uma sala no sótão e uma pilha de casos não resolvidos, e Assad um assistente bem perspicaz, um pouco atrapalhado e cheio de boas intenções. Juntos eles reabrem o caso de Merete Lingaard, uma integrante do parlamento dinamarquês que supostamente morreu afogada depois de cair do navio onde passava as férias com o irmão.
O guardião das causas perdidas é o filme baseado no livro. Ele segue a basicamente a mesma história do livro, porém ainda fiquei com a sensação de que faltou algo. Diferente do livro o filme nao dá qualquer referência de tempo entre a história de Carl que se passa no presente e Merete que se passa cinco anos antes. O livro é mais complexo, com mais peças e mais psicologicamente angustiante, do ponto de vista de Merete.


site: http://reticenciasliterarias.blogspot.com.br/
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Silvana 28/05/2015

Um bom livro, porém, não memorável! Vai depender da questão de preferência de cada leitor.
Para quem curte uma boa trama de investigação, sem maiores emoções e ações, esse livro é um prato cheio! O Departamento Q foi criado para ressuscitar e resolver casos antigos arquivados sem solução. A leitura começa bem interessante mas vai ficando cansativa devido justamente aos detalhes minuciosos dessa investigação. Não é tipo de estória que me cativa. Dei três estrelas porque é muito bem escrito e bem desenvolvida a trama, mas não é memorável e não leria novamente. Confesso que fiquei até um pouco decepcionada.
fgrein 28/05/2015minha estante
Dizem que o segundo da série é muito bom.... A caça.


Silvana 28/05/2015minha estante
ainda vou ler, mas vou dar um tempo... O 1º livro é bom mas não estou com muita paciência para acompanhar essas investigações detalhadas...rsrsrs . Agora quero um livro no estilo Steven James, Karin Slaughter... tensão e correria!! Prendem mais a atenção...


fgrein 28/05/2015minha estante
Te entendo perfeitamente!! Depois da doideira do meu último (O último passageiro) quero mudar o estilo e peguei o novo da Tess Gerritsen pra começar hj.


Silvana 28/05/2015minha estante
Acho que os livros da Tess devem ser todos maravilhosos! Os dois primeiros que eu li adorei! O Cirurgião e O Dominador. Acho que vou dar continuidade à série que não vai ter erro!! É leitura boa na certa! Eu saí de duas leituras seguidas que me decepcinoram... Esse último e Gelo Negro, que nem sei por que li! Acho que foi por causa da capa! Eu amei aquela capa! Bom, vou continuar com A Confissão, que acho que também não terá erro!


Silvana 28/05/2015minha estante
Fábio, qual é esse novo livro da Tess?


fgrein 29/05/2015minha estante
A Última Vítima (novo para mim, acho que foi lançado no começo do ano). É o 10º da série Rizzoli (do Cirurgião) e o único que não li ainda. Gosto bastante!
Tem alguns outros livros dela também que são independentes (sem ser sobre a Rizzoli), mas estes não li ainda. Estão todos na minha lista de meta pra esse ano.


Silvana 29/05/2015minha estante
Ah..esse foi lançado em 2014. Já está na minha estante também. Pensei que tivessem lançado mais algum agora. Tem uns independentes que já estão na minha estante, "Chamada à Meia Noite" e "Sabor de Perigo". São livros curtos, poucas páginas..




Dirlene_Tavares 23/04/2016

Aja nervos...
Excelente suspense, difícil interromper a leitura para cumprir as tarefas diárias, enfim em enredo muito bem bolado, bem escrito e ficamos torcendo o tempo todo pela mulher. Daria um ótimo filme de suspense.
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Brubs 14/06/2020

Uma ótima surpresa
Já fazia um tempo que eu queria ler esse livro, mas fiquei enrolando porque estava em uma ressaca literária sem fim.
Felizmente resolvi começar e que surpresa maravilhosa. A narrativa é fluida, você sente a angústia e a ansiedade pra que o caso seja resolvido e realmente se envolve na história. Nos momentos que eu não estava lendo me pegava pensando que precisava terminar pra saber logo o que iria acontecer.
Esperava que a história de um dos personagens fosse mais explorada, já que é bastante cativante, mas no geral não deixa a desejar.
Com certeza ele entrou pra minha listinha de livros que vivo indicando.
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