O Livro da Traição

O Livro da Traição Simone O. Marques
PJ Pereira




Resenhas - Deuses de Dois Mundos: O Livro da Traição


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dangberê 16/01/2022

Essa trilogia é maravilhosa.
Esse livro é perfeito, exceto pelas partes do New e etc. nem tenho muita paciência.
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Fugivara 25/11/2021

Quebra de paradigmas
Demonstra a riqueza da mitologia iorubá, fantástico. Aborda de forma rasa mas mostra que os deuses afros também são heróis de contos fantásticos.
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Denny 30/09/2021

DDMD
O livro prende a atenção e agora estou ansioso outro ler o último volume da trilogia, a forma como o autor conta duas histórias ao mesmo tempo é bem interessante. Histórias distintas e ao mesmo tempo interligadas! Muito bom!
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Gabi 18/06/2021

''O corpo de Orunmilá estava leve, como se pudesse voar''
o segundo de uma trilogia belíssima onde a história se torna mais complexa e o leitor mergulha num mundo corporativo cheio de traições e manipulações como nunca imaginada antes
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Denise @entrelinhasfantasticas 31/01/2021

Retornei à narrativa criada por PJ Pereira após uns 3 anos do primeiro livro. A história de O Livro da Traição, como o próprio autor diz, segue o grupo criado pelo adivinho Orunmilá e a busca pelos odus capturados, paralelamente a gnt acompanha a história de Newton Fernandes, o enredo prende bastante.

Os capítulos curtos ajudam na imersão, intercalando o nosso mundo e o mundo onde os Orixás são seres humanos com qualidades e defeitos. E um mundo acaba por interferir no outro. O q torna o final de cada capítulo um gancho para o seu universo. Confesso q as partes de New continuam me desagradando mesquinho demais, medido demais, egoísta demais. Algumas descrições da história de New achei totalmente desnecessárias, sobretudo alguns descrições com teor sexual. Não vi sentido algum nessas descrições ou oq agregava a história.
A personalidade dos Orixás achei mto estereotipada, mas compreensível dentro das histórias q são contadas sobre eles. Aliás, as lendas são inseridas de formas mto orgânicas no texto. Gostei mto mais de percorrer o Aiê com os guerreiros do que das narrativas de história de New... Uma leitura interessante para quem quer conhecer um pouco dos Orixás e de mitologia yorubá. Vamos ver o que o livro 3 nos reserva.
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Giovana 07/07/2020

Sequência surpreendente
A leitura alternada entre os dois mundos, que muitas vezes se mostrou cansativa para mim durante o primeiro livro, fluiu de maneira melhor nessa segunda parte da história.
O envolvimento de Newton com Pilar e sua seita tornaram sua narrativa mais interessante.
A trama do Aiê continua envolvente da primeira até a última linha, apesar da velocidade em que as situações acontecem. O que é até compreensível, já que são muitos odus para resgatar e resta tão pouco tempo...
Os personagens do grupo inicial ganham mais destaque, novos surgem, a luta entre as Iá Mi Oxorongá e os Orixás chega no seu ápice e ganha seu desfecho.
Sem dúvida, é uma leitura recomendadíssima para quem têm interesse em conhecer mais da mitologia africana/iorubá em forma de ficção.
Estou ansiosa para o que me aguarda no terceiro livro!
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Roberta.Santana 22/06/2020

Influencias e escolhas
Nesse segundo livro, os caminhos tomado pelos personagens e seus comportamentos nos mantem interessados na leitura. Enquanto acompanhamos o resgate dos príncipes odus, vamos observando a luta de poder entre as Iá Mi Oxorongá e os Orixás, e principalmente como essa disputa de poder influencia diretamente nos personagens do Orum e do Aie.
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Camilli 10/02/2020

Uma boa sequência
O livro segue o mesmo padrão da publicação que o precede.
Dessa vez, as narrativas construídas no mundo "fantasioso" parecem um pouco mais firmes e bem desenvolvidas, mas o seu reflexo no mundo mortal de Newton ainda é muito confuso.
Terminei a leitura com vários questionamentos, muitas das ligações supostamente estabelecidas durante essa parte da saga me parecerem um tanto quando dúbias. Personagens como a Yara, Pilar e Maria Eduarda, para mim, seguem como uma grande incógnita, ao passo que o protagonista se desenvolve como um sujeito cada vez mais desagradável.
Espero poder ler logo o último volume, é espero DEMAIS, ver o Newton se dando mal!
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Thuany 11/10/2018

Assim como no primeiro livro acompanhamos as histórias de Newton, em São Paulo, e dos guerreiros em busca dos Odus sequestrados.

A equipe segue em frente na missão de resgatar os Odus, porém as armadilhas das Iá Mi estão cada vez mais fortes, não só na questão física como também nos sentimentos. Ciúmes e vaidades se enfrentam no grupo com maior peso neste livro, trazendo adversidades ao grupo e sérias consequências.

Já no mundo de Newt tudo está maravilhoso, na verdade, até demais. Sua carreira, seu relacionamento com as mulheres e o lado financeiro. Porém, a que custo? O jornalista se vê divido entre dois caminhos todo o tempo, mas a vaidade sempre vence. Quando percebe o preço a pagar se vê perdido e mais uma vez desorientado, o que responde a pergunta do porquê ele foi buscar ajuda do Laroiê.

Este personagem também é mais bem explorado nesse livro e vemos como ele está ligado a toda a história e o seu interesse por isso, o que nos leva a novas perguntas.

# Eu achei esse livro mais interessante que o outro, pois explicou mais coisa, - é sempre bom ter mais perguntas respondidas - conta mais lendas iorubás e me senti mais encaixada na história.

# O final é muito interessante, adoro livros mitológicos que se unem a fatos reais de nossa sociedade.
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Luh 07/08/2018

Finalizando...
Para concluir uma parte da história com muita emoção e surpresas...!
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Twobigo 05/08/2018

Sem palavras!
Sem dúvidas o "plot twist" me deixou boquiaberto. A trilogia é incrível, estou fazendo o papel do Exu, devorei o livro em 4 dias.
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Samuel 23/12/2016

Uma boa surpresa
A trilogia é bem escrita e nos faz querer pesquisar mais e mais sobre o universo Iorubá.
Entre tantas coisas abordadas, o mito das Iá Mi e sua relação com o feminino é sensacional!
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PorEssasPáginas 09/08/2016

Continuamos a acompanhar a história de New, mas desta vez há tanta coisa acontecendo na vida dele que não dá muito tempo dele ser o mala que foi no primeiro livro! rsrs Isso é ótimo, porque facilita a leitura!

A história dele se torna mais complexa e o leitor mergulha num mundo corporativo cheio de traições e manipulações que nunca deixam o leitor indiferente e a vida de New nem sempre ocorre como ele espera.

O livro segue o mesmo formato do anterior, com capítulos intercalados entre o que aconteceu com New e o que acontece com Orunmilá e seus guerreiros e sua busca pelos príncipes odus.

As histórias dos orixás são ainda mais interessantes e trazem caraterísticas marcantes da personalidade dos orixás que batem com aquilo que já ouvi convivendo com pessoas ligadas ao Candomblé. Por exemplo, Exu adora pregar peças e está sempre com fome e Oxum é doce, mas bastante teimosa.

As Iá Mi Oxorongá continuam com seu plano de dominar o destino e para isso não poupam esforços para tirar os orixás do seu caminho.

Dessa vez as histórias paralelas passam a fazer mais sentido, e diferente do livro anterior, no qual fiquei achando o tempo todo que a história de New era totalmente dispensável, a combinação das duas histórias passa a fazer um pouco mais de sentido.

***Leia resenha completa no blog!***

site: http://poressaspaginas.com/resenha-deuses-de-dois-mundos-o-livro-da-traicao
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Rene 10/01/2016

Melhorou....
Gosto é algo muito particular e não se discute. Dito isso, fico aqui com minhas reservas sobre tantos elogios rasgados que fizeram ao livro (perfeito, maravilhoso, épico etc etc, é forçar demais a barra, mas......).

Não me importa se é literatura nacional ou não, não me prendo a demarcações imaginárias; eu quero ver a história e como ela se desenrola.

Bem, como ponto positivo para esse segundo livro:
-> O maior desenvolvimento na história dos Orixás e algumas lendas contadas.
-> Encurtamento da história (chata), do Newton e as explicações que ocorreram.
-> Um bom ritmo dado ao conto.

Lado negativo:
-> Infelizmente tive a impressão de que se trocassem os nomes dos Orixás por qualquer outro, não iria fazer diferença. Ao menos não até certo ponto do livro.
-> Batalhas simples demais, tirando um pouco da emoção da história.
-> Quantidade grande de coincidências que ocorriam sempre que Orunmilá e seu grupo se viam perdidos numa situação. Sempre aparecia alguém, ou algo acontecia para indicar o que ser feito.
-> Ainda com a sensação de que a parte de Newton poderia facilmente ser encurtada.

Meio termo, nem positivo, nem negativo, apenas incomodou:
-> Newton, nem de longe, me despertou aquele sentimento de torcer pelo anti-herói. Até o último minuto, apesar de tudo, se mostrou arrogante e apenas visando o interesse pessoal e material, por mais errado que ele soubesse que estava.
-> Orunmilá também se mostrou um tanto deslumbrado com a fama que tinha, toda hora parecia ser uma necessidade dizer "o maior babalaô de todos os tempos....". Preferiu manter a fama, do que "seguir em frente".
-> Decisão de dividir o livro em dois já que, inicialmente, o primeiro e segundo livros eram um só. Soa como algo: vamos dividir para ganhar mais dinheiro com essa história.

Uma coisa interessante foi o personagem Exu, e como ele se ligou bem aos dois mundos. Inclusive, mostrando que o ser humano não é tão importante e o centro do mundo, como se acha. E existem coisas que devem acontecer, por pior que sejam. Fazem parte do destino e da vida, não há como mudar, sem que o próprio ser humano faça sua parte.

Bem, é isso. E vamos ao terceiro livro ver como fica.
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