O Livro da Traição

O Livro da Traição Simone O. Marques
PJ Pereira




Resenhas - Deuses de Dois Mundos: O Livro da Traição


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Giovana 07/07/2020

Sequência surpreendente
A leitura alternada entre os dois mundos, que muitas vezes se mostrou cansativa para mim durante o primeiro livro, fluiu de maneira melhor nessa segunda parte da história.
O envolvimento de Newton com Pilar e sua seita tornaram sua narrativa mais interessante.
A trama do Aiê continua envolvente da primeira até a última linha, apesar da velocidade em que as situações acontecem. O que é até compreensível, já que são muitos odus para resgatar e resta tão pouco tempo...
Os personagens do grupo inicial ganham mais destaque, novos surgem, a luta entre as Iá Mi Oxorongá e os Orixás chega no seu ápice e ganha seu desfecho.
Sem dúvida, é uma leitura recomendadíssima para quem têm interesse em conhecer mais da mitologia africana/iorubá em forma de ficção.
Estou ansiosa para o que me aguarda no terceiro livro!
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Roberta.Santana 22/06/2020

Influencias e escolhas
Nesse segundo livro, os caminhos tomado pelos personagens e seus comportamentos nos mantem interessados na leitura. Enquanto acompanhamos o resgate dos príncipes odus, vamos observando a luta de poder entre as Iá Mi Oxorongá e os Orixás, e principalmente como essa disputa de poder influencia diretamente nos personagens do Orum e do Aie.
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Camilli 10/02/2020

Uma boa sequência
O livro segue o mesmo padrão da publicação que o precede.
Dessa vez, as narrativas construídas no mundo "fantasioso" parecem um pouco mais firmes e bem desenvolvidas, mas o seu reflexo no mundo mortal de Newton ainda é muito confuso.
Terminei a leitura com vários questionamentos, muitas das ligações supostamente estabelecidas durante essa parte da saga me parecerem um tanto quando dúbias. Personagens como a Yara, Pilar e Maria Eduarda, para mim, seguem como uma grande incógnita, ao passo que o protagonista se desenvolve como um sujeito cada vez mais desagradável.
Espero poder ler logo o último volume, é espero DEMAIS, ver o Newton se dando mal!
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Thuany 11/10/2018

Assim como no primeiro livro acompanhamos as histórias de Newton, em São Paulo, e dos guerreiros em busca dos Odus sequestrados.

A equipe segue em frente na missão de resgatar os Odus, porém as armadilhas das Iá Mi estão cada vez mais fortes, não só na questão física como também nos sentimentos. Ciúmes e vaidades se enfrentam no grupo com maior peso neste livro, trazendo adversidades ao grupo e sérias consequências.

Já no mundo de Newt tudo está maravilhoso, na verdade, até demais. Sua carreira, seu relacionamento com as mulheres e o lado financeiro. Porém, a que custo? O jornalista se vê divido entre dois caminhos todo o tempo, mas a vaidade sempre vence. Quando percebe o preço a pagar se vê perdido e mais uma vez desorientado, o que responde a pergunta do porquê ele foi buscar ajuda do Laroiê.

Este personagem também é mais bem explorado nesse livro e vemos como ele está ligado a toda a história e o seu interesse por isso, o que nos leva a novas perguntas.

# Eu achei esse livro mais interessante que o outro, pois explicou mais coisa, - é sempre bom ter mais perguntas respondidas - conta mais lendas iorubás e me senti mais encaixada na história.

# O final é muito interessante, adoro livros mitológicos que se unem a fatos reais de nossa sociedade.
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Luzca 07/08/2018

Finalizando...
Para concluir uma parte da história com muita emoção e surpresas...!
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Twobigo 05/08/2018

Sem palavras!
Sem dúvidas o "plot twist" me deixou boquiaberto. A trilogia é incrível, estou fazendo o papel do Exu, devorei o livro em 4 dias.
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Samuel 23/12/2016

Uma boa surpresa
A trilogia é bem escrita e nos faz querer pesquisar mais e mais sobre o universo Iorubá.
Entre tantas coisas abordadas, o mito das Iá Mi e sua relação com o feminino é sensacional!
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PorEssasPáginas 09/08/2016

Continuamos a acompanhar a história de New, mas desta vez há tanta coisa acontecendo na vida dele que não dá muito tempo dele ser o mala que foi no primeiro livro! rsrs Isso é ótimo, porque facilita a leitura!

A história dele se torna mais complexa e o leitor mergulha num mundo corporativo cheio de traições e manipulações que nunca deixam o leitor indiferente e a vida de New nem sempre ocorre como ele espera.

O livro segue o mesmo formato do anterior, com capítulos intercalados entre o que aconteceu com New e o que acontece com Orunmilá e seus guerreiros e sua busca pelos príncipes odus.

As histórias dos orixás são ainda mais interessantes e trazem caraterísticas marcantes da personalidade dos orixás que batem com aquilo que já ouvi convivendo com pessoas ligadas ao Candomblé. Por exemplo, Exu adora pregar peças e está sempre com fome e Oxum é doce, mas bastante teimosa.

As Iá Mi Oxorongá continuam com seu plano de dominar o destino e para isso não poupam esforços para tirar os orixás do seu caminho.

Dessa vez as histórias paralelas passam a fazer mais sentido, e diferente do livro anterior, no qual fiquei achando o tempo todo que a história de New era totalmente dispensável, a combinação das duas histórias passa a fazer um pouco mais de sentido.

***Leia resenha completa no blog!***

site: http://poressaspaginas.com/resenha-deuses-de-dois-mundos-o-livro-da-traicao
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Rene 10/01/2016

Melhorou....
Gosto é algo muito particular e não se discute. Dito isso, fico aqui com minhas reservas sobre tantos elogios rasgados que fizeram ao livro (perfeito, maravilhoso, épico etc etc, é forçar demais a barra, mas......).

Não me importa se é literatura nacional ou não, não me prendo a demarcações imaginárias; eu quero ver a história e como ela se desenrola.

Bem, como ponto positivo para esse segundo livro:
-> O maior desenvolvimento na história dos Orixás e algumas lendas contadas.
-> Encurtamento da história (chata), do Newton e as explicações que ocorreram.
-> Um bom ritmo dado ao conto.

Lado negativo:
-> Infelizmente tive a impressão de que se trocassem os nomes dos Orixás por qualquer outro, não iria fazer diferença. Ao menos não até certo ponto do livro.
-> Batalhas simples demais, tirando um pouco da emoção da história.
-> Quantidade grande de coincidências que ocorriam sempre que Orunmilá e seu grupo se viam perdidos numa situação. Sempre aparecia alguém, ou algo acontecia para indicar o que ser feito.
-> Ainda com a sensação de que a parte de Newton poderia facilmente ser encurtada.

Meio termo, nem positivo, nem negativo, apenas incomodou:
-> Newton, nem de longe, me despertou aquele sentimento de torcer pelo anti-herói. Até o último minuto, apesar de tudo, se mostrou arrogante e apenas visando o interesse pessoal e material, por mais errado que ele soubesse que estava.
-> Orunmilá também se mostrou um tanto deslumbrado com a fama que tinha, toda hora parecia ser uma necessidade dizer "o maior babalaô de todos os tempos....". Preferiu manter a fama, do que "seguir em frente".
-> Decisão de dividir o livro em dois já que, inicialmente, o primeiro e segundo livros eram um só. Soa como algo: vamos dividir para ganhar mais dinheiro com essa história.

Uma coisa interessante foi o personagem Exu, e como ele se ligou bem aos dois mundos. Inclusive, mostrando que o ser humano não é tão importante e o centro do mundo, como se acha. E existem coisas que devem acontecer, por pior que sejam. Fazem parte do destino e da vida, não há como mudar, sem que o próprio ser humano faça sua parte.

Bem, é isso. E vamos ao terceiro livro ver como fica.
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Luiza 02/01/2016

Traição define
ssim como em O Livro do Silêncio, a narração alterna dois cenários distintos: um, no nosso mundo, o jornalista New relata, para um desconhecido os acontecimentos que o envolveram durante a época em que fora convocado para substituir um dos odus (príncipes do destino). Sua história envolvia uma estranha seita secreta que frequentara durante sua infância e adolescência cuja líder mais parecia uma perigosa feiticeira do que qualquer outra coisa.

O outro cenário, no Ilê, acompanha Orunmilá e seus guerreiros na missão de encontrar os odus sequestrados pelas Iá Mi Oxorongá. Sabe quando você tem a sensação de que a história ruma para o caos? Pois é. A relação do grupo reunido pelo babalaô não estava exatamente harmoniosa. Na verdade, era justamente o contrário: as feitiçarias das Iá Mi, e a personalidade forte e ciumenta de Oxum botaram o grupo à prova a um ponto tal que... Acho melhor parar por aqui antes que saia um spoiler cabuloso.

Mais do que no primeiro livro, PJ Pereira me surpreendeu com sua capacidade de colocar nas alturas toda a tensão existentes nos dois lados da história. Só para ficar registrado, cheguei a beira do choro no último capítulo, tamanho foi o medo que fiquei do que Exu poderia estar planejando para seu mestre. Sério, isso não é coisa que se faça.

site: http://www.oslivrosdebela.com/2016/01/deuses-de-dois-mundos-o-livro-da-traicao-p-j-pereira.html
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Luan 17/10/2015

Preciso dizer tantas coisas sobre os dois primeiros livros da trilogia, que nem sei o que dizer. Por enquanto, digo apenas que estou adorando conhecer de certa forma a personalidade de cada orixá.
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Alline 23/09/2015

Genial
Demorou para mim terminar de ler #DDDM2, porque esse começo de ano foi muito corrido, por causa do evento e as voltas às aulas. Entretanto, isso não quer dizer que a leitura desse livro foi chata ou cansativa, pelo contrário, eu fiquei extasiada com essa continuação. Pensava que não seria possível ficar melhor, obviamente, me enganei! Quero "Deuses de Dois Mundos: O Livro da Morte" para ontem!

Em "Deuses de Dois Mundos: O Livro do Silêncio", as bruxas ancestrais Ia Mi Oxorongá sequestraram os dezesseis príncipes odus responsáveis pela troca de informações entre Aiê e Orum, fazendo com que os instrumentos de todos os adivinhos se calassem. Orunmilá reúne o maior e mais poderoso grupo de guerreiros para salvar os odus. Ao mesmo tempo, conhecemos Newton Fernandes, um jornalista ambicioso dos tempos atuais, que é recrutado para substituir um odu até que a missão de salvar os príncipes seja concluída.

O Livro da Traição tem o mesmo formato do anterior, já que a história de Orunmilá na África Ocidental se intercala com a de Newton no Brasil. O diferencial dessa sequência é o de possuir mais tensão e ação, confrontos sangrentos e traições, além de continuar com a aula de cultura e mitologia do povo iorubá.

New continua narrando suas histórias para Laroiê através de e-mails, incluindo o caso de sabotagem industrial e os eventos místicos. O jovem começa a se envolver com um grupo poderoso que lhe dá diversas recompensas pelo o que faz, como por exemplo, uma promoção no trabalho, um carro novo, uma mulher sensual e bonita, viagens, etc. Mas não imagina que forças ocultas se esgueiram pela escuridão, sussurrando, seduzindo, encantando, tentando desviá-lo de seu caminho sagrado. Será que conseguirão exercer uma péssima influência à New?

Enquanto isso, o grupo formado por Ogum, o guerreiro louco que banha-se com o sangue de suas vitimas; Oxóssi, o melhor caçador do Aiê, cuja flechas sempre acertam o alvo; Iansã, a mãe das tempestades que consegue se transformar em qualquer animal da natureza; Oxum, a sedutora senhora das águas doces; Xangô, o príncipe que pode partir uma árvore ao meio com suas pedras raio e Exu, o astuto mensageiro de Orumilá, continua em busca dos príncipes odus, vencendo batalhas contra guerreiros das Ia Mi Oxorongá e conhecendo seres poderosos.

Uma traição permeia as duas historias que tem mais em comum do que se pode imaginar. E as mesmas forças que tentam desequilibrar New buscam separar o grupo de guerreiros e atrapalhar ao máximo a conclusão de sua missão.

Nessa continuação, há momentos em que você se identifica com os personagens e acaba querendo ajudar Orunmilá e seus guerreiros a encontrar os odus e as Ia Mi. Não é spoiler, mas o final deste livro é inacreditável. Quando terminei de ler, fiquei de queixo caído, imaginando como o PJ foi genial ao inserir um fato histórico na narrativa tão meticulosamente. Você não vai se arrepender de ler esse livro! Uma curiosidade muito bacana é que os direitos autorais já foram vendidos para o cinema, história em quadrinhos e TV.

site: http://blogdreamon.blogspot.com.br/2015/03/resenha-deuses-de-dois-mundos-o-livro.html
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Rê. 26/07/2015

Os deuses dos dois mundos – o livro da traição, escrito por P. J. Pereira é o segundo volume de uma trilogia que me apaixonei perdidamente.
Literatura de fantasia, romance contemporâneo, literatura religiosa, estas obras são de uma obra-prima que hoje presenteiam os leitores desses gêneros e todos os demais. Até agora, não encontrei ninguém que tenha desgostado desta trilogia.
Já faz um tempinho que escrevi sobre o primeiro volume. Para quem não lembra ou não viu a postagem, segue o link: https://www.facebook.com/326245447475446/photos/pb.326245447475446.-2207520000.1431880759./641591729274148/?type=3&theater

Sinopse: Na continuação da saga “Deuses de Dois Mundos”, o ambicioso jornalista New continua a contar sua história. Ao mesmo tempo em que alcança a posição profissional que sempre quis, ele se vê dividido entre dois grupos poderosos, que podem lhe dar tudo que deseja ou deixá-lo sem nada. Paralelamente, na África ancestral, o grande babalaô Orunmilá e seu grupo partem em busca dos príncipes odus, única maneira de impedir que o controle do destino de homens e deuses caia nas mãos erradas. Uma traição permeia as duas histórias, que tem mais em comum do que se pode imaginar.

Na verdade os dois primeiros livros eram um só, por isso eles se completam tão perfeitamente, embora eu tenha ouvido que os livros podem ser lidos em qualquer ordem, eu recomendo a leitura na ordem de lançamento.
Deuses dos dois mundos – O livro do silencio
Deuses dos dois mundos – O livro da traição
Deuses dos dois mundos – O livro da Morte

site: https://www.facebook.com/326245447475446/photos/pb.326245447475446.-2207520000.1437913602./650557648377556/?type=3&theater
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Pedro 21/07/2015

Digno
Após O Livro do Silêncio eu estava muito ansioso para poder continuar a trilogia. Achei que o modo em que a mistura com religião foi bastante engrandecedora.

O Livro da Traição, no entanto, em minha opinião, se arrasta bastante em algumas partes. São tramas não muito relevantes que foram tratadas de forma superficial, mas esticadas por um longo tempo.

É claro que partes interessantes existem nesse ínterim. Pude rir com Exú, ficar curioso com os sentimentos de Oxum e, do outro lado, me preocupar com o New, suas atitudes e quais as suas consequências.

Mesmo com uma leitura um pouco lenta, foi prazeroso me deliciar nas páginas desse segundo volume.

Diferente de alguns, prefiro as partes de New do que as aventuras do Aiê. Estas, porém, maiores do que aquelas.

Por fim: um livro proveitoso e com um final muito instigante! Estou ansioso para continuar a série.
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