A Parte Que Falta Encontra o Grande O

A Parte Que Falta Encontra o Grande O Shel Silverstein




Resenhas - A Parte Que Falta Encontra o Grande O


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Lara 02/01/2021

Lindo
Leitura bem rapidinha, em uma horinha você lê tudo. Bem lindinha e cheia de significados.
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Bia 24/12/2020

Ótimo
Leitura pequena e que a estória diz muito sobre os dias atuais. Recomendo!
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cohoenthusiast 14/11/2020

estava tristonha aí decidi ler algo rápido e divertido para me animar mas que também tivesse alguma "moral" / continuação da leitura
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Tiago 07/10/2020

Simples e sensacional
Não precisa ser um livro gigante, com muitas palavras e páginas para encantar. Esse livro consegue, de uma forma simples, trazer uma mensagem muito especial. Recomendo a leitura.
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Andressa Contreira 07/10/2020

A parte que falta encontra o grande O
Um livro incrível! Simples e com uma mensagem gigante. Super recomendo!
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Yasmin 27/08/2020

Esse é ainda mais impactante que o primeiro, achei perfeito. É simples e direto.
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tillouco 19/08/2020

Eu não tenho nem como descrever as ideias dessas ilustrações. Elas são tão simples e ao mesmo tempo tão profundas. "A Parte que Falta encontra o Grande O" é a minha favorita. Me vi em todas as partes das ilustrações.
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Dênis 21/06/2020

Continua a falta
O encontro com o grande O é a segunda etapa da parte que falta. Confesso que a primeira me cativou mais.
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Steph Mostav 15/06/2020

Big O e sua lição relevante
Agora sim! A sequência de 'A parte que falta' tem tudo o que senti falta (com trocadilho mesmo) no primeiro livro e, entre outros aspectos, isso se dá pela introdução de um novo personagem, Big O. Todo o processo dessa parte que quer alguém que a complete é bem mais dinâmico e até engraçado em muitos trechos, além de fugir de muitas das obviedades do livro anterior. Além disso, agora a protagonista passa por mudanças que interferem a relação dela com outras partes "incompletas", o que leva a conflitos e é exatamente o tipo de enredo que me conquista. A mensagem aqui é muito mais interessante e até essencial, já que é com Big O, um ser completo por si mesmo, que a parte aprende a não depender de ninguém para rolar por si mesma, não dentro dele, mas a seu lado. Lindo, lindo.
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Shai | Leitora Lunática 02/05/2020

A continuação perfeita de 'A Parte que Falta'. Simplesmente de uma sensibilidade incrível.
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flav 27/04/2020

Tive o sentimento de que estava lendo o primeiro livro pela segunda vez, achei desnecessário e repetitivo.
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delicadas.leituras 02/04/2020

Auto suficiência
Segundo livro da série "A parte que falta", trata com simplicidade e delicadeza da importância de moldarmos as nossas bordas e caminharmos inteiros.
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Emilio.Curcelli 22/02/2020

Me surpreendeu. Livro para ser lido em uma sentada porém com reflexão para o resto da vida. Desenhos criativos coerentes com a escrita fácil e divertida do autor.
No final fiquei curioso para outras obras do mesmo.
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Priscilla 20/02/2020

incrível
Que livro maravilhoso. Assim como o primeiro, "A parte que falta".
Comparando os dois, achei esse segundo livro mais explícito, com uma mensagem mais direta e clara sobre o que quer ensinar/mostrar/significar. Lembro que quando li o primeiro livro (A parte que falta) precisei de mais imaginação e interpretação para compreender os significados ocultos no texto ou para criar quantos sentidos coubessem em cada palavra e ilustração.

Nesse segundo livro (A parte que falta encontra o grande O) não é preciso pensar muito para entender a mensagem da história, pois ela é bem clara. Para mim, a história retrata principalmente relacionamentos afetivos que não dão certo porque "as partes não se encaixam", "a parte não entende sobre encaixar" ou "encaixa, mas não anda pra frente", isto é, relacionamentos que são incompletos, que não estimulam o crescimento individual, a independência e uma relação equitativa e saudável, ou algo não encaixa, ou a parte quer te engolir (relacionamento abusivo), ou quer te deixar parada numa relação que não evolui.

Quando finalmente a parte encontra um encaixe perfeito, percebe que, com o tempo, ela cresceu e o encaixe não era mais suficiente. Isto retrata relacionamentos em que uma das pessoas se modifica e a compatibilidade antes existente começa a ruir porque o relacionamento estacionou e não acompanhou as mudanças de cada um. A vida é movimento. A vida é cíclica. Os relacionamentos precisam acompanhar as mudanças de suas partes para continuarem no tempo de forma saudável.

Em certo momento, a parte encontra "o grande O", que não tem encaixe e não precisa da parte para lhe preencher nem ela pode fazer nada por ele. Esse "grande O" lhe fala que não precisa dela para rolar pela vida (ser feliz, aproveitar a vida, seguir em frente), mas que ela mesmo poderia rolar sozinha.

Como, se ela era pontuda e não redonda? A vida se encarrega de aparar as arestas por meio de experiências, tombos, erros e acertos, tentativas, vitórias e derrotas, e tudo isso vai reduzindo as pontas e facilitando a parte a rolar sozinha pelos seus caminhos. Com o tempo ela se torna mais redonda, mais confiante, mais experiente, com mais sabedoria e autoconhecimento, e consegue sair por ai, sozinha, aproveitando sua vida.

É um livro que desperta muitos insights e reflexões sobre relacionamentos, e, na minha visão, procura mostrar que cada pessoa é completa em si mesma, que não precisa do outro para viver e ser feliz, o que não quer dizer que tenhamos que passar a vida isolados ou sem dar valor a nossas companhias, mas que precisamos estar felizes conosco para sermos felizes numa relação. É preciso aprender a "rolar" sozinho para poder "rolar" junto com o outro, lado a lado, contribuindo e trazendo felicidade a ambos, e não querendo que o outro faça parte de você, engolindo sua individualidade, impedindo a evolução do outro ou rolando tão rápido que nem se pode aproveitar o caminho.

Penso que uma das coisas mais legais nesse livro é o tanto que a gente pode pensar, escrever e refletir sobre ele, mesmo em se tratando de pouquíssimas páginas com quase nenhuma fala e ilustrações minimalistas. É um livro que dá asas à imaginação, que não entrega tudo pronto (principalmente o primeiro livro), o que é bonito de ver.
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