O Jogo Infinito

O Jogo Infinito James Dashner




Resenhas - O Jogo Infinito


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Tali.Santos 27/10/2018

O Tédio Infinito
Confesso que lendo esse livro eu não sabia exatamente onde o autor queria me levar. A capa pode ser atraente, convidativa, mas se você gosta de um livro que te prenda do começo ao fim, sugiro que recorra a outro livro.

Com diálogos simples e sem a voz dos personagens, eu tive que reler várias vezes para saber quem falava o que. Os personagens simplesmente não foram bem desenvolvidos! Isso deixou a narrativa um pouco tediosa para mim. Com muito esforço terminei de ler esta obra e apenas pelo seu final eu pretendo ler a continuação. Isso mesmo, um livro inteiro que só me fez despertar interesse após ler o final.

Recomendo para quem gosta de ação.
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José Eduardo 31/05/2018

O jogo infinito - James Dashner
Michael está sempre logado em uma realidade virtual chamada VirtNet, ele e seus amigos são habilidosos hackers e foram chamados para cumprir uma missão dada a eles pela SSV, a segurança da virtnet. Eles precisam encontrar um cyber terrorista chamado Keine que vem controlando toda a VirtNet e manipulando jogadores.
Eles então partem em busca desse terrorista e, para isso, precisaram usar toda coragem e conhecimento sobre manipulação do código para conseguirem, uma vez que, apesar de estarem em uma realidade virtual, perigos reais ameaçam suas vidas.
Apesar de loucas, as estórias de James Dashner sempre conseguem me chamar atenção, me prendendo do início ao fim. Gosto muito de como ele trabalha seus personagens e como os colocam em situações extremas, além dos mistérios e revelações surpreendendes proporcionadas ao fim.
Ansioso para acompanhar a sequência!
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Rachel 10/02/2018

A genialidade de Dashner encontrada em The Maze Runner é repetida nesse instigante Jogo.
Já gostei quando li a sinopse e descobri que era sobre videogames. Fiquei curiosa, visto que livros sobre o assunto são raros de encontrar, e para escrever sobre é necessária toda uma linguagem viciante, que nos dê uma visão do jogo mesmo. E James, obviamente, conseguiu este feito.
A história também é bastante interessante. Temos um gênero policial em um mundo virtual, muitíssimo inovador e que nos deixa tão curioso sobre quem seria o culpado, como a história vai se desenrolar nesse diferente contexto e cenário que é impossível não devorar este livro.
Com um começo já viciante, este livro nos mostra um mundo futurista em que as pessoas mais vivem imersas em um universo diferente - com jogos de todos os tipos, em que se pode ir à qualquer lugar da galáxia e onde nunca se morre - do que no mundo real. E nesse mundo alternativo, surge uma personalidade criminosa. E um jovem hacker habilidoso e seus dois amigos devem descobrir e desfalcar tal crueldade contra os jogadores e o mundo real.
E o Caminho (com C maiúsculo mesmo) até o assassino é repleto de surpresas, mortes, monstros e certa insanidade - mesmo que, eu tenha que admitir, no meio eu fiquei meio entendiada com tanta trajetória. Também houveram certos cenários e monstros que me lembraram o CRUEL, os Verdugos e o Deserto - algo não muito bom visto que essa NÃO é a saga Maze Runner - mas nada que interfira muito na minha opinião geral sobre o livro.
E o final se mostra não sendo apenas uma caça à um criminoso, com um fim clichê como nos suspenses comuns, não. Com um quê de "Inception", a solução para este crime nos mostra que nada era o que achávamos ser. Que não existem apenas "humanos" e "jogadores", "real" e "virtual"; mas que na verdade a linha que separa os dois é mínima, praticamente nula. Uma solução que no começo nos deixa confusos, depois - por um breve momento - chateados, e por fim maravilhados com tal genialidade. E uma última frase cômica e que nos deixa com vontade de mais.
Aguardando ansiosamente o segundo volume.
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lucas_araujo 27/04/2017

A Doutrina da Morte: Uma abordagem parcial da trilogia
Essa trilogia maravilhosa se baseia em uma realidade diferente e tem como "um instrumento" (digamos assim) chamado CAIXÃO, que é a porta de entrada para este novo conceito, em que você literalmente dorme dentro dele e acorda em outro mundo: a realidade virtual — que é tecnicamente igual a "realidade real" já que pode-se fazer de tudo, chegando até confundir algumas vezes durante a leitura.

São três amigos: Michael, Bryson e Sarah. Hackers, os três considerados melhores jogadores da Virtnet (que é o nome dado a essa realidade virtual). E claro, como uma boa história existe aquele mistério. Na realidade virtual, existe uma pessoa que está fazendo algo surreal: destruindo o núcleo das pessoas (núcleo é algo que fica na cabeça dos jogadores e que tem a função de proteger a vida dos mesmos, tanto no mundo real como no virtual. Masssssss, se esse núcleo for retirado no mundo virtual, a morte cerebral é certa no mundo real).

Aí que se encaixa os três jogadores na história. Por terem a fama de melhores jogadores, o sistema SSV (um serviço de segurança da Virtnet) recruta eles para a seguinte missão: descobrir quem é essa pessoa, o que ela quer, o que ela faz, o que ela é capaz de fazer, etc. e lógico, eles passam por muita coisa louca durante essa missão. A história meio que se desenvolve em volta disso.

Ao longo dos livros, há romance, há aventuras, há ação, há MUITAS REVIRAVOLTAS, há cenas chocantes do tipo “cara não acredito no que está acontecendo”... Enfim, amei. Sem mais detalhes senão vou acabar dando spoiler, hahaha.

Na minha opinião, os livros são bem cativantes e além disso, super indico para quem gosta de assuntos relacionados a gamers, mundo virtual, tecnologia, hackers, aventura e afins.

site: instagram.com/lukaraujo_
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Jemilly 27/02/2017

Decisão final sobre o que eu achei... ou não.
Passei por quatro momentos de leitura com este livro. O primeiro foi a expectativa ao iniciar, por ser um livro de James Dashner o autor de Maze Runner (que, diga-se de passagem, eu amo), o segundo momento foi a novidade de está lendo um livro que se passa quase totalmente em uma realidade virtual, que me fez lembrar bastante Sword art online (um anime que tinha acabado de assistir na época dessa primeira leitura), o terceiro momento foi quando eu terminei a leitura e fiquei completamente enlouquecida querendo a continuação, tinha achado maravilhoso, perfeito e tudo mais...

O quarto e último momento se deu por não ter sido lançado a continuação (o que foi triste para mim na época), mas o tempo passou, outros livros foram e vieram, finalmente esse ano eu pude ter acesso a continuação, e pensei que como fazia quase dois anos que li o primeiro “vou reler”.

É ai meus amigos que a confusão de sentimentos começam, que a minha pessoa de dois anos atrás, não quer concorda com a minha pessoa de hoje, será que me tornei uma pessoa fria que tenta encontrar defeito em tudo? Ou ganhei mais experiência de leitura apenas? Chega de enrolar, vamos ao livro.

Não, eu não deixei de gostar do livro, O jogo infinito continua sendo um livro incrível e bem inteligente. Ele é um livro futurista que se passa dentro VirtNet, uma mundo virtual onde os jogadores podem ser o que quiser, muitos acabam optando por viver uma realidade virtual, o protagonista é o Gamer Michael, um adolescente que possui habilidades como hacker notáveis, junto com seus dois melhores amigos Sarah e Bryson (virt-amigos, só se conhecem nesse mundo).

As coisas se complicam quando se tem noticias de um jogador chamado Kainer, que está pretendo os jogadores como reféns dentro do Virtnet, eles não conseguem “submergir” para a realidade, causando em muitos morte cerebral, criando criaturas digitais capazes de destruir a mente deles, durante toda a narrativa não sabemos o motivo desse jogador, mas Michael, Sarah e Bryson acabam sendo recrutados pela SSV (empresa que é responsável pela VirtNet), mas colaborar com as investigações.

Não posso negar a boa escrita de James Dashner, o livro não chega ser tão bom quanto Maze Runner, na minha opinião, mas é bem fluido e inteligente, eu amei o mundo criado por ele, o único problema que descobrir quando eu reli foi a influencia que esse universo diferente fez na minha avaliação, pois apesar de ter gostado bastante, não sentir um grande apego aos personagens, e realmente eu gosto de ficar platonicamente apaixonada ou odiando eles com toda a minha força rsrs. Mas achei eles simplesmente ok.

Isso me frustrou principalmente por esse ser um dos livros com os melhores finais que já li, eu relia ansiosa para ler de novo o grande momento do livro, quando James Dashner te deixa de queixo caído com a sacada dele, tudo que você imaginou o que poderia acontecer, esqueça! Que genial! Realmente a Doutrina da Morte é um jogo muito louco, e só por isso vale a pena à leitura. Irei ler a continuação com altas expectativas apesar de tudo, só espero que a personalidade dos personagens tenha sido mais bem trabalhada, pois pelo que vi em Regras do Jogo, vem algo grande por ai, e que deve valer a pena a ler.

site: https://clubedofarol.blogspot.com.br/2017/01/resenha-o-jogo-infinito-doutrina-da.html
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Clube do Farol 08/02/2017

O Jogo Infinito. Clube do Farol.
Resenhado por: Milly (@codigoliterario)

Passei por quatro momentos de leitura com este livro. O primeiro foi a expectativa ao iniciar, por ser um livro de James Dashner o autor de Maze Runner (que, diga-se de passagem, eu amo), o segundo momento foi a novidade de está lendo um livro que se passa quase totalmente em uma realidade virtual, que me fez lembrar bastante Sword art online (um anime que tinha acabado de assistir na época dessa primeira leitura), o terceiro momento foi quando eu terminei a leitura e fiquei completamente enlouquecida querendo a continuação, tinha achado maravilhoso, perfeito e tudo mais...
O quarto e último momento se deu por não ter sido lançado a continuação (o que foi triste para mim na época), mas o tempo passou, outros livros foram e vieram, finalmente esse ano eu pude ter acesso a continuação, e pensei que como fazia quase dois anos que li o primeiro "vou reler".
É ai meus amigos que a confusão de sentimentos começam, que a minha pessoa de dois anos atrás, não quer concorda com a minha pessoa de hoje, será que me tornei uma pessoa fria que tenta encontrar defeito em tudo? Ou ganhei mais experiência de leitura apenas? Chega de enrolar, vamos ao livro.
Não, eu não deixei de gostar do livro, "O jogo infinito" continua sendo um livro incrível e bem inteligente. Ele é um livro futurista que se passa dentro VirtNet, uma mundo virtual onde os jogadores podem ser o que quiser, muitos acabam optando por viver uma realidade virtual, o protagonista é o Gamer Michael, um adolescente que possui habilidades como hacker notáveis, junto com seus dois melhores amigos Sarah e Bryson (virt-amigos, só se conhecem nesse mundo).
As coisas se complicam quando se tem noticias de um jogador chamado Kainer, que está pretendo os jogadores como reféns dentro do Virtnet, eles não conseguem "submergir" para a realidade, causando em muitos morte cerebral, criando criaturas digitais capazes de destruir a mente deles, durante toda a narrativa não sabemos o motivo desse jogador, mas Michael, Sarah e Bryson acabam sendo recrutados pela SSV (empresa que é responsável pela VirtNet), mas colaborar com as investigações.
Não posso negar a boa escrita de James Dashner, o livro não chega ser tão bom quanto Maze Runner, na minha opinião, mas é bem fluido e inteligente, eu amei o mundo criado por ele, o único problema que descobrir quando eu reli foi a influencia que esse universo diferente fez na minha avaliação, pois apesar de ter gostado bastante, não sentir um grande apego aos personagens, e realmente eu gosto de ficar platonicamente apaixonada ou odiando eles com toda a minha força rsrs. Mas achei eles simplesmente ok.
Isso me frustrou principalmente por esse ser um dos livros com os melhores finais que já li, eu relia ansiosa para ler de novo o grande momento do livro, quando James Dashner te deixa de queixo caído com a sacada dele, tudo que você imaginou o que poderia acontecer, esqueça! Que genial! Realmente a Doutrina da Morte é um jogo muito louco, e só por isso vale a pena à leitura. Irei ler a continuação com altas expectativas apesar de tudo, só espero que a personalidade dos personagens tenha sido mais bem trabalhada, pois pelo que vi em "Regras do Jogo", vem algo grande por ai, e que deve valer a pena a ler.

site: https://clubedofarol.blogspot.com.br/2017/01/resenha-o-jogo-infinito-doutrina-da.html
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Lele7906 24/09/2016

Te leva a um universo totalmente diferente em que tudo é possível, te puxa fortemente pra fora da realidade, dentro e fora do livro. Literalmente.
Outro ponto positivo é que os capítulos são curtos e divididos em seções maiores. Isso torna a leitura mais rápida, característica já de James Dasher, uma leitura que flui.
Achei parecido com Alice no país das maravilhas mas em um universo meio matrix.
Esse livro foi uma grande aventura e estou ansiosa pra continuar a triologia.
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João 23/07/2016

Salvo nas últimas páginas
Esse livro ganhou uma estrela a mais quando faltavam cinco páginas pra acabar, tudo por causa do que talvez seja uma das melhores e mais inesperadas reviravoltas que eu já li. Se surpreender está cada vez mais difícil hoje em dia, e isso - junto com o efeito *se debate na cama com as revelações finais depois de centenas de páginas apáticas* - deve ser valorizado.

Antes disso, contudo, apesar de nada extremamente errado com a narrativa, a trama parece totalmente sem propósito. O nome "o jogo infinito" vem a calhar, porque as personagens passam por um monte de tarefas que parecem infinitas de ler, que não tem uma razão plausível de estar ali e não levam a lugar algum. Bem no estilo *surge desafio - personagens sofrem, mas resolvem - seguem em frente com a jornada* Rick Riordan, mas sem o fator mitologia e desenvolvimento de personagem pra deixar mais interessante. Inclusive, as personagens são outro problema enorme: diálogos engraçadinhos à parte, é muito difícil detectar a voz de cada um, e foi mais de uma vez a necessidade de reler um trecho pra descobrir quem falava o quê. Sem contar o romance forçadíssimo que surge do nada que, não sei por qual motivo, muitos autores julgam ser o fermento do bolo neste tipo de história.

De qualquer forma, o fim me deixou curioso o bastante e explicou algumas poucas coisas que pareciam sem sentido no começo. Se eu estava disposto em disponibilizar para troca sem pensar duas vezes por mais da metade da leitura, as possibilidades abertas pelo final me fizeram dar uma segunda chance.
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Patricia Paiva 09/04/2016

A VirtNet é uma evolução da nossa internet, mas muito maior e melhor. É um mundo virtual maior e mais complexo do que o real. E como a internet evolui, os jogos também evoluíram. Neles os jogadores que se conectam tem a possibilidade de ser qualquer coisa, de viver qualquer aventura, com a segurança que se morrerem ele podem voltar para tentar novamente, pois por mais dolorosa que seja a morte na VirtNet, você não morre no mundo real. E é nesse mundo virtual que Michael se conecta todos os dias, juntando pontos de experiência no seu jogo favorito LifeBlood, com o único objetivo de chegar a LifeBlood Deep, a fase onde somente os melhores jogadores são capazes de chegar.

E é justamente por causa desse objetivo que um dia Michael se vê tentando impedir que uma garota cometa suicídio ao pular de uma ponte. Ajudar um suicida iria te garantir vários pontos, mas a garota em questão não parece estar querendo contribuir. E a situação acaba indo de mal à pior quando bem diante dos olhos dele, ela remove o núcleo dela. O núcleo é o componente que impede que você morra no mundo real quando você morre na VirtNet. Michael tenta de tudo para salvá-la, mas não há muito que ele possa fazer. A garota estava claramente fora de si, dizendo que estava presa na VirtNet e quem havia a prendido lá era um jogador chamado Kaine.

Após essa terrível experiência, de testemunhar um verdadeiro suicídio, Michael procura a ajuda de seus dois melhores amigos, Sarah e Bryson para desabafar. Eles conversam sobre o tal de Kaine, sobre todos os boatos que estão correndo sobre esse jogador. Mal sabia Michael que sua vida estava preste a mudar por causa desse jogador misterioso.

Michael e seus amigos se vêem do nada recrutados pela SSV (empresa responsável pela VirtNet) para se juntar a cassada desse terrível jogador que está sendo acusado de vários crimes graves, como morte de outros jogadores, manter jogadores presos na VirtNet e de criar os SimKillers, umas criaturas capazes de destruir a mente dos jogadores dentro da VirtNet deixando apenas um corpo vazio no mundo real.

Mas não será nada fácil localizar Kane, pois este se esconde nos níveis mais profundos da VirtNet. Michael então precisará jogar como nunca antes, para garantir não só a sua segurança, mas a de todos que se conectam todos os dias na VirNet.

Quando comecei a ler esse livro eu espera uma estória tão empolgante quanto Maze Runner, e por causa disso fiquei um pouco decepcionada. Embora a estória seja boa, ela deixa a desejar pela o potencial disperdiçado. A estória se passa em um mundo virtual onde qualquer coisa poderia acontecer, mas o que acontece no livro é tudo muito limitado. É inevitável a comparação com o livro O Jogador Nº 1, então quem já leu o Jogador vai ficar esperando por algo mais. Outra coisa que não gostei foram as gírias não compatívels com a nossa época, ao menos ao meu ver. Não sei se o problema em questão seria do livro ou somente da tradução, seria o caso de ler o livro em inglês para poder verificar. Por vezes, as gírias utilizadas pelos personagens pareciam estar sendo faladas por aquele tiozão, que sempre diz que entende a língua dos jovens. Pode ser exagero da minha parte, mas segue um trecho de exemplo:

"No máximo, aquele jogador e seus cães de guarda haviam despertado a raiva da moçada."

Detalhe, a moçada em questão eram apenas os 3 personagens principais: Michael, Sarah e Bryson.

Mas, nem tudo está perdido, pois o final do livro fez com que eu acrescentasse uma estrela na minha avaliação. O final me deu esperanças de um segundo livro melhor e só por causa dele eu irei ler o segundo livro em sequência. Só espero que nesse segundo livro o nível do jogo melhore, tanto por parte do vilão quanto do protagonista. Acabei então dando 4 estrelas, por causa do final e por causa da escrita de Dashner, que mesmo não estando no nível Maze Runner, ainda assim é fluida. Quanto a edição eu não tenho do que reclamar, o livro está lindo e o acabamento está perfeito.

site: http://www.ciadoleitor.com/2016/03/resenha-o-jogo-infinito-de-james-dashner.html
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Brenno 20/03/2016

Sword Art Online?
Tentei ler esse livro algumas vezes, juro que tentei, mas não consegui terminar. Achei que faltou originalidade na história (se alguém aqui assiste anime sabe que existem milhares animes nessa temática), achei tudo um pouco forçado demais, sei lá. A história tem seus pontos positivos e tal mas simplesmente não me cativou. E olha que é raro eu desistir de um livro como eu fiz com esse mas toda vez que eu pegava pra ler eu pensava nos outros livros que eu ia ler depois e o interesse morria. Se lá, tenho certeza que vai agradar alguns mas pra mim não deu.

PS: O tempo todo senti como se estivesse lendo um livro escrito por alguém que acabou de ver Sword Art Online e só conseguiu adaptar a história em outros personagens, alguém aqui assstiu SAO e se sentiu assim também lendo esse lirvro? ahahaha
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Thaís Tomaz - @sintoniabooks 08/02/2016

O mundo é virtual mais o perigo é real.
Em jogo infinito, primeiro livro da trilogia doutrinas da morte James Dashner desenvolve uma trama cheia de aventura em um mundo virtual o VirtNet. Assim que começamos a ler somos envolvidos na trama por um determinado acontecimento, e a partir daí todo o mistério começa a ganhar vida.

O que posso dizer da leitura é que é viciante, não consegui deixar o livro enquanto não terminei é cheio de situações que me fizeram acreditar estar dentro do jogo. É ação do começo ao fim. A leitura flui, não é cansativo ou enjoativo, ao contrario a cada página somos instigados a continuar e continuar. Enquanto eu lia lembrei de um anime o Swort Art Online talvez seja besteira mas a essência do livro me lembrou esse anime. Enfim...

Por ser um livro de apresentação não foi mostrado tanto da personalidade dos personagens ou mais aspectos da vida pessoal deles, mas mesmo assim gostei do que li eles não são aqueles adolescentes irritantes. Conhecendo James Dashner eu já esperava por uma revelação ou algo assim na conclusão do livro mas em nenhum momento suspeitei o que fosse.
Só não dei 5 estrelas para o v.1 pois eu realmente já esperava que algumas coisas fossem acontecer, vou guardar as 5 estrelas para quando ele me surpreender ainda mais (tenho fé que ele vá hahaha) nos próximos livros da trilogia.
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Sayuri 14/01/2016

Impressionante!
Michael é um adolescente normal, viciado em video games e hacker. O livro se passa em um futuro (que segundo a minha teoria, é o mundo antes de The Maze Runner, antes do labirinto, antes do cruel, antes da Terra queimar, antes do livro "A Ordem De Extermínio") onde é comum entrar em um caixão (não é exatamente um caixão, é só o formato que lembra um) e entrar no mundo virtual, a VirtNet, onde você pode fazer o que quiser, desde ir a um shopping virtual a lutar contra dragões e em guerras.
Tudo está perfeitamente normal, até que Michael é chamado para combater um grande hacker, Kaine, que está ameaçando a VirtNet, controlando pessoas, e fazendo-as até se matarem. Com ajuda de seus melhores amigos Bryson e Sarah, eles embarcam em uma grande aventura, passando por lugares incríveis e perigosos para chegar a Kaine.

Gosto muito da maneira como Dashner escreve, com muito misterio e ação. A maneira como ele narra as mortes, por mais insignificantes que elas sejam, são muito dramáticas e ricas em detalhes.
O livro é bem estruturado e cativante com muitos acontecimentos inesperados.
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