O Tempo Que Nunca Foi

O Tempo Que Nunca Foi Kelly Moore, Tucker Reed, Larkin Reed




Resenhas - O Tempo Que Nunca Foi


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Dandara Quadros 05/11/2017

Que consequências teriam se você pudesse mudar sua vida?
Livro maravilhoso, assim como amber1, nos faz refletir sobre egoismos, empatia e como suas decisões podem ter consequências enormes. Acabei me lembrando de outros livros como "uma curva no tempo" e "o homem do castelo alto", mas amber house 2 é único. Recomendo.
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Paula Juliana 08/05/2016

Resenha: O Tempo Que Nunca Foi - Trilogia Amber House - Livro 02 - Kelly Moore, Tucker Reed, Larkin Reed
Passado, presente e futuro em um grande duelo de espadas, onde a vida e a morte brincam entre si!

Estar de volta a Amber House não poderia ter sido mais prazeroso, como uma das minha séries preferidas da Editora Jangada, foi em 2016 que descobri a magia que envolve essas paredes. Quando a sua própria casa tenta lhe explicar uma história, ou melhor umas histórias, é melhor parar tudo e a ouvir!
Foi o que fiz, pela segunda vez, nesse lindo volume de O Tempo que Nunca Foi, onde muitas coisas estão no mínimo podemos dizer, DIFERENTES!

''Amber House não é só uma casa, não é só o título da obra, o nome de uma mansão antiga, Amber House é um grande personagem, um importante protagonista ao lado de Sarah Parsons conta e protagoniza não só uma história, mais várias, percorrendo gerações e gerações de uma família repleta de mulheres fortes e sofredoras!''

Somos introduzidos em um mundo muito diferente do que encontramos no volume um, Sarah ainda é Sarah, mas está modificada, elementos de Amber House #Um como a situação do casamento de seus pais, seu irmão Sam e sua tia Meg, sua relação sobre a família, sobre a casa e principalmente sobre o contexto histórico. Voltamos no tempo minha gente, é como se a vida de Sarah e tudo que conhecemos da sua história nunca tivesse acontecido, porém duas pessoas estão bem cientes das modificações, Sam e nosso Jackson, o menino que enxerga o futuro, e ele sabe que o que está por vir não é nada bom. Então cadê a Sarah modificar novamente e criar um futuro melhor com a ajuda dos que ama e de AMBER HOUSE!

''História vai, narrativa vem e quando nem percebemos somos introduzidos ao mistério que é essa casa. Somos levados para o lado sobrenatural dessa história.

Amber House não é uma casa mal assombrada! #Será?!!!

Sarah descobre que tem um antigo dom de família, ela consegue por meio de tocar em objetos antigos nesse lugar ver ECOS passados, consegue assistir momentos passados, com pessoas de gerações passadas de sua família. E é ai que a história pula de romance para um tremendo suspense, com direito a muita agonia, a muitos cabelos puxados e muito medo, medo que algo de ruim aconteça, medo que isso não esteja certo, que algo do passado dessa casa se meta no futuro dessa família.''

Richard e Jackson ainda tem papeis fundamentais nessa narrativa. Apesar das participações bem aparentes, no quesito romance o primeiro volume me encantou muito mais, essa segunda parte é muito focada na situação do mundo no momento e em como os atos de Sarah modificaram não só sua realidade como a de toda a história!
Escravos, nazistas, muito preconceito, escrito com sofrimento e sangue mostram que como está não pode ficar.
Uma curiosidade que achei muito legal mesmo foi que lendo Amber House Um não tinha percebido que Jackson era um personagem negro, nessa segunda parte da história mediante a todos os preconceitos que o personagem sofre fica evidente não só a abordagem do racismo como também do fato dele ser um garoto humilde que sonha estudar medicina. São muitas reviravoltas, muitas superações e tudo envolto nessa atmosfera de suspense, de ecos, de elementos que querem mostrar para Sarah como foi e como deveria estar a sua vida e o mundo.

''Amber House me ganhou completamente pela sua atmosfera e por ter sido tão bem construída e elabora, cheguei na parte final e só pensava como essas autoras conseguiram pensar em absolutamente tudo, pois elementos que apareceram lá no comecinho começaram a fazer um enorme sentido, como se tivesse tudo muito bem amarrado como uma teia de arranha.
Teias, construções, emaranhados de labirintos, romance, ação, sonhos, ecos, pessoas há muito mortas e com histórias ainda muito vivas e escritas em paredes de verdade, é Amber House que é a grande estrela desse show. Uma leitura IMPECÁVEL, deixa o leitor com gostinho de quero mais, ansioso para reviver todas as emoções, medos, angustias e sentimentos que foram essa leitura.''

Como uma BOA MÃE fico velando e aguardando angustiadamente o terceiro livro final dessa trilogia, como foi uma surpresa encontrar esse mundo virado e retorcido, fico somente pensando o que vai vir a seguir!!! Recomendadíssimo, uma leitura que merece ser lida, relida e admirada por toda a sua construção, envolvimento e criatividade!

Paula Juliana

site: http://overdoselite.blogspot.com.br/2016/05/resenha-o-tempo-que-nunca-foi-trilogia.html
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Fernanda 24/03/2015

Olá leitores!

O Tempo que Nunca Foi é o segundo livro da Trilogia Amber House, e para entender bem a trama é preciso ter lido o primeiro livro Amber House (resenha AQUI). Mas, às vezes, me pareceu uma obra distinta da primeira. Apenas quando ler entenderá meu ponto de vista, pois, afinal de contas, as coisas são diferentes neste futuro de Sarah.

No final de Amber House, o leitor se depara com uma escolha de Sarah e essa decisão mudou o tempo, o rumo da história. Seu futuro é diferente, mais perigoso e dolorido para muitas pessoas. Ela percebe que as coisas não estão no lugar certo, que há algo de errado e que precisa ser mudado e, assim, a casa Amber House volta a mostrar a ela como as coisas foram no Tempo Que Nunca Foi. Meio confuso, eu sei. Risos!

Neste tempo, a segregação racial ainda impera com todo seu ódio, morte e dores. Além do mais, o nazismo reina com todo seu poder e força. E, com tudo isso acontecendo, fica mais perceptível para Sarah que está tudo errado e suas poucas lembranças do mundo que nunca existiu são melhores do que o atual.

Essa Sarah Parsons que conhecemos nessa nova obra é diferente. Afinal, ela cresceu em outra realidade, teve uma mãe presente, um pai presente e não precisou ser irmã-mãe de Sam. Mesmo assim, minha empatia por Anne continuou: é uma mãe melhor neste livro, mas nem tanto.
Voltemos a Sarah.

Seus dons continuam intactos e os ecos do passado estão sempre lhe rodando. Aparentemente tudo está bem melhor. As escolhas dela no outro tempo permitiu que sua tia vivesse, sua avó tivesse uma vida longa e produtiva e seus pais fossem felizes, mas o mundo está completamente diferente.



Ela não gosta de Amber House como na vida anterior – digamos assim. Os alemães nazistas ganharam a 2ª Guerra Mundial, e subjugou, juntamente com o Japão, dois terços do mundo. Os poderes restantes são compostos pela América do Norte, simpatizante do regime nazista e a Confederação dos Estados Unidos que luta contra a segregação racial.

Aí você me pergunta como Sarah se lembrará de um tempo que nunca existiu? Como citei na resenha do primeiro livro, a casa Amber House tem vontade própria, e encarrega-se de dar essas lembranças à personagem principal, para que ela concerte as coisas, pois sua família pode estar bem, mas o resto do mundo não, nesse tempo George Washington nunca foi presidente e as colônias estão divididas por segregação e racismo e as mulheres são menos que os homens.

A partir das lembranças cedidas pela casa a Sarah, ela consegue entender a necessidade de mudar tudo, pois foi por uma decisão sua que o outro tempo deixou de existir. Juntamente com Jackson – enfim o Jackson- eles poderão mudar tudo de novo. Num primeiro momento, ela rejeita a ideia, pois pensa apenas que como ele vê o futuro quer apenas salvar os seus pais da morte. Juntos percebem o que a casa quer dizer com seus ecos, o que deve voltar ao seu devido lugar. Será que conseguirão? Afinal de contas tem um nazista querendo fazer Sarah desaparecer. Puff!

A Sarah deste livro está diferente como já citei, pois viveu outra realidade. Embora menos corajosa, pois pensa que não conseguirá atingir o objetivo principal, mas com a ajuda de Jackson ela segue em frente, sabe que está segura com ele.

Gostei ainda mais dele nesta trama, pois é o único que não mudou, nem seus sentimentos e nem os de Sarah. Ambos são a força e a coragem que o outro necessita e essa amizade colorida, doce e suave deixa a leitura leve e torcemos por um beijo durante todo o tempo.

Achei o Sam incrível como sempre. Apenas um garoto, mas sua inteligência e perspicácia continuam a todo vapor. A forma como entende a questão da segregação e o racismo me fez rir. Ele diz: – Que gente burra, né Sarah?

No primeiro livro, apenas conhecemos uma parte da história da família de Sarah. Na verdade, acompanhamos a descoberta, as mudanças que suas escolhas trazem e conhecemos o seu lado mais político. Um lado que faz uma crítica ao racismo, à segregação e ao nazismo e, mesmo assim, a trama principal não ficou subjugada entre tantas questões sociais. Amber House continua reinando linda e assombrosa com seus mistérios.

O Tempo Que Nunca Foi é uma leitura eletrizante e nem parece que estamos lendo a continuação de outra obra. As autoras escreveram como se fosse o primeiro e nos leitores temos a vantagem de saber tudo que já aconteceu e isso nos dá uma sensação de poder durante a leitura. Gostei do fato de Richard ter aparecido menos nesse e de Jackson ter estado um pouco mais perto de Sarah.

Bom, me resta ficar dias me corroendo e esperando o desfecho final da trama e espero que a Editora Jangada trago-o logo para nós.

A capa é simplesmente perfeita, com uma ótima diagramação e uma narrativa complexa e bela. E resta-me recomendar a leitura da trilogia.

site: www.amorliterario.com
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SahRosa 26/01/2015

Resenha exclusiva do blog Da Imaginação à Escrita
Sarah sentia que havia algo errado, muita coisa estava diferente e apesar de tudo parecer melhor para ela e sua família, tinha uma peça que não se encaixava. Ao ir morar em Amber House, a importante casa que pertence a sua família a gerações, a sensação de desconforto paira sobre Sarah, nada daquilo estava certo. Em um mundo onde o nazismo é presente e o país ainda luta contra o racismo, Sarah sabe que de alguma forma, essa realidade não é a verdadeira.

A cada dia a jovem descobre um fragmento, uma peça perdida que pouco a pouco vão restaurando sua memoria e então percebe que a escolha que fez mudou a realidade! Havia outro tempo, uma realidade mais justa que atual. Mas esses ecos de um tempo que nunca existiu podiam voltar? Com as mensagens que Amber House vai lhe deixando, Sarah compreende que é preciso voltar novamente para a realidade verdadeira, para o tempo que nunca existiu, mas para isso é preciso correr, antes que seja tarde demais.

Na continuação de Amber House, as autoras Kelly Moore, Tucker Redd e Larkin Reed novamente surpreende o leitor com uma trama riquíssima, envolvente e cheia de segredos. Em meu primeiro contato com Amber House, fiquei apaixonada, o enredo tão bem construído, que cativa ao ser lido, afinal, a história é amarrada, intensa e mágica. Nesta continuação, as autoras conseguiram manter a essência do primeiro livro, a fluidez tão presente que me fez ler euforicamente Amber House I é ainda mais marcante nesta continuação, que preenche as lacunas deixadas por seu antecessor. No entanto, O Tempo que nunca foi termina com mais perguntas e estou ansiosa pelo desfecho, para saber a conclusão dessa história que amei desde a primeira página.

Com uma narrativa rápida, simples e ao mesmo tempo profunda, as autoras tecem um enredo tão intenso, com universo paralelo, mistério e romance, que fazem de Amber House II, um livro sensacional, é preciso ler para compreender a sagaz história de Sarah.

site: http://www.daimaginacaoaescrita.com/2015/01/resenha-o-tempo-que-nunca-foi-amber.html
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AndyinhA 16/10/2014

Trecho de resenha do blog MON PETIT POISON

A temática dessa série com certeza é o seu ponto forte, a casa como personagem principal, envolta em mistérios e coisas às vezes macabras, faz com que os amantes do terror leve e de mistérios fiquem com as antenas ligadas e para aqueles que nunca leram nada do tipo, apesar de todas as cosias meia boca, eu indico, insistam que o enredo é bom.

Este livro teve o mesmo problema do anterior as coisas demoram a acontecer praticamente a ação e tensão só acontecem por volta da página 200 (lembro que o livro tem um pouco mais de 300 páginas), antes disso é muita enrolação desnecessária. Não necessariamente com romance, mas com o que de fato está acontecendo. Pois, no final do livro anterior, muitas coisas mudaram, inclusive o tempo e isso é algo que tanto nós quanto a protagonista não entendemos direito e sim, foi uma grande sacada nos deixar no escuro como ela.

O problema disso é que as coisas mudam drasticamente depois da página 200, aparece a ação, emoção e intensidade que ficaram de foram durante quase dois terços do livro, e essa parte intensa é boa. As ligações com a casa e seus mistérios tiveram ótimos links com o que já tinha sido apresentado anteriormente. Não foram coisas soltas como acontecem em muitos livros, mas para chegar ao lado bom, é preciso passar por momentos de leituras arrastadas e algumas vezes cansativas.

Para saber mais, acesse:

site: http://www.monpetitpoison.com/2014/09/poison-books-o-tem-que-nunca-foi-kelly.html
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@APassional 14/10/2014

O Tempo Que Nunca Foi * Resenha por: Elis Culceag * Arquivo Passional
O Tempo que nunca foi é o segundo volume da Trilogia Amber House e é fundamental ter lido o primeiro volume para entendê-lo. Quem ainda não conhece o enredo criado por Kelly Moore e suas filhas Tucker e Larkin, pode conferir a resenha de Amber House:
http://www.arquivopassional.com/2013/09/resenha-amber-house.html

Em algum momento da vida você desejou que tudo pudesse ser diferente? Em O Tempo que nunca foi, tudo está diferente para Sarah, Jackson, Richard e para todos os personagens que conhecemos em Amber House, só que eles não sabem disso, não tem consciência que, devido a uma interferência de Sarah no passado, tudo está diferente no presente. Inicialmente somente nós, leitores, sabemos o que mudou e a posse desse segredo nos causa uma engraçada sensação de poder rsrsrs...

Nessa leitura, reencontrei a protagonista Sarah incomodada, quase desconfortável em sua própria pele. Amber House não lhe parece a mesma, suas lembranças do tempo da infância estão confusas e ela sente que está se esquecendo de algo. Mas não é somente o núcleo familiar de Sarah que está diferente, a estrutura política, geográfica, social e econômica do mundo é outra: a escravidão não acabou, o nazismo tomou conta de toda a Europa, os Estados Unidos da América não existem e o mundo não evoluiu, nem no campo da tecnologia, nem em relação aos direitos humanos. É como se estivéssemos lendo uma história que se passa nos tempos atuais, mas numa realidade paralela à nossa.

Mas aos poucos, a memória do "tempo que nunca foi" retorna para Sarah, através de sonhos e visões de "ecos do passado", que ela presencia quando toca em objetos ou partes da casa onde suas ancestrais estiveram. Amber House - a mansão centenária que sempre pertenceu à família de Sarah - tem personalidade própria, e revela ou esconde aquilo que Sarah precisa ou não saber, de acordo com a necessidade. Utilizando essa conexão, as ancestrais de Sarah tentam lhe avisar que "algo deu errado" no passado e que isso precisa ser corrigido, para que a horrível realidade em que o mundo se encontra possa ser modificada.

"(...) eu mudei o passado. Que mudou tudo o que veio depois. Nosso presente. Certa vez tinha havido um tempo, uma história, que simplesmente não existia mais. Não consegui digerir a ideia. Para onde foi esse outro tempo?

O Tempo que nunca foi mantém a narrativa em primeira pessoa na voz de Sarah, mas também conhecemos um pouquinho da personalidade de suas ancestrais, pois em seus sonhos e visões, algumas cenas são narradas por elas. Assim como no volume anterior, logo no início temos acesso à Árvore Genealógica das famílias de Amber House, e as consultas que fiz à esse "documento" foram fundamentais para que eu não me perdesse dentre as quatorze gerações de "mulheres Amber".

Confesso que no início achei a leitura lenta, porque a história voltou a um "marco zero" e com isso não houve exatamente uma evolução dos fatos, mas um recomeço diferente. Ao mesmo tempo em que a ideia desenvolvida pelas autoras é incrível, o ritmo não estava me prendendo tanto como no primeiro volume, quando tudo - sobretudo a ambientação - era novidade. Por outro lado, o mistério "do que deu errado" me fez querer descobrir o que aconteceu, e lá para o meio da leitura o livro me fisgou de jeito, sendo impossível largá-lo a partir de então.

Achei interessante a forma como as autoras trabalharam os personagens "desse tempo", com suas personalidades ligeiramente diferentes "do tempo que nunca foi", confirmando a hipótese de que o meio social e a estrutura familiar exercem forte influência naquilo que nos tornamos. Sarah amadureceu muito e pôde questionar vários aspectos da sua vida antiga e da atual, tentando encontrar um equilíbrio entre a "Sarah 1" e a "Sarah 2". E o final é alucinante! A ponta solta deliberadamente inserida nas últimas linhas me deixou loucaaaaa para conferir o desfecho dessa Trilogia!!!

Espero que a continuação não demore muito...
Porque estou preparadíssima para o Tempo que ainda está por vir ;)
Beijos atemporais... Elis Culceag.

Resenha publicada no Blog Arquivo Passional em 14/10/2014.

site: http://www.arquivopassional.com/2014/10/resenha-o-tempo-que-nunca-foi.html
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Fernanda 08/09/2014

Resenha: O Tempo Que Nunca Foi
Resenha: “O Tempo Que Nunca Foi” é o segundo volume da trilogia Amber House. Assim como o primeiro livro, este se mostra muito envolvente e animador diante de tantas cenas profundas, intrigantes e significativas. Se mostra ainda mais assustador e acarreta problemáticas cheias de questionamentos e temores. As autoras Kelly Moore, Tucker Reed, Larkin Reed acrescentam novos mistérios e é muito fácil se envolver nessa trama perigosa e comprometedora.


CONFIRA A RESENHA COMPLETA NO BLOG SEGREDOS EM LIVROS:

site: http://www.segredosemlivros.com/2014/09/resenha-o-tempo-que-nunca-foi-kelly.html
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