O Salmão da Dúvida

O Salmão da Dúvida Douglas Adams




Resenhas - O salmão da dúvida


38 encontrados | exibindo 1 a 16
1 | 2 | 3


Gabriel Farias Martins 18/02/2021

Revisita
Ler o salmão da dúvida, foi ótimo, uma revisita ao Adams, o livro é uma espécie de tributo, você terá chance de ler algumas de suas entrevistas e matérias publicadas ao longo da vida.
Fechando com chave de ouro, uma última aventura de "Dirk Gently" e algumas presenças especiais como de Kate, da "Longa e sombria hora do chá da alma"
comentários(0)comente



Marquim 15/10/2020

Uma despedida muito boa
Gostei muito desse livro do Adams. Confesso que fiquei bastante receoso a princípio, mas os escritos ainda não publicados do autor são muito inteligentes e agradáveis de se ler: ótimos para passar o tempo na companhia de uma boa leitura.
comentários(0)comente



Tamie 10/06/2020

Como fã do guia do mochileiro das galáxias sempre achei que o salmão da dúvida fosse mais um livro da série, e por muito tempo ansiei em colocar minhas mãos em uma cópia. Ao finalmente começar a ler o livro, para minha surpresa, não era nada daquilo que eu imaginava, mas acredito que seja a melhor de todas as obras, porque nos permite conhecer melhor o grande autor que foi Douglas Adams. Uma pena sua vida ter sido interrompida tão subitamente; a humanidade perdeu uma grande mente.
comentários(0)comente



Guilherme 02/06/2020

Livro para todas as ocasiões
Provavelmente você não esta o tempo todo no clima pra ler autores do tipo Umberto Eco ou Jorge Luis Borges, os livros que esses caras escrevem, embora fantásticos e tão perto da perfeição humanamente possível, requerem muita concentração e até releituras. Esse não é o caso com Douglas Adams, dos 6 livros dele que li até agora, incluindo este póstumo, todos são para todos os momentos; sejam momentos de felicidade (nunca faz mal aumentar a alegria), de tristeza, de ansiedade ou de quarentena. Quando se esta lendo Adams não tem como não levantar e ir fazer um chá do jeito inglês, ir procurar o preço dos livros que ele recomenda, levar o cachorro pra passear ou ansiar ver o Monte Kilimanjaro; ele faz o seu corpo e sua mente se mexer. É quase um crime ele ter morrido tão cedo.
comentários(0)comente



Alessandro @possati.ale 27/02/2020

Ruim
é tão ruim e chato que eu to meio triste depois de ler. Um diário do Adams que eu errei em não desistir de ler antes.
Pedro Luiz Viegas 27/02/2020minha estante
Eheh não tinha como parar de ler, não? Parece masoquismo isso de ler um livro ruim até o fim. kkk


Pedro Luiz Viegas 27/02/2020minha estante
Agora vi que você afirmou que errou em não desistir de ler antes ahah ok.


Pedro Luiz Viegas 27/02/2020minha estante
Mas pela sinopse do livro ele realmente deve ser MUITO RUIM. O próprio autor era um cara para lá de estranho, fazendo a cabeça das pessoas. Há coisa muito melhor para ler que autores rebeldes.


Alessandro @possati.ale 28/02/2020minha estante
Eu já tava lendo e é bem curto (em PDF), acabei lendo até o final. Passando da metade não acho justo abandonar.




Larissa 27/02/2020

Um Tributo a Adams
O salmão da dúvida, muito além da história inacabada de Adams, é um tributo ao mesmo, reunindo uma coletânea de seus textos e nos permitindo conhecer mais da mente genial do autor. Comecei a ler este livro como uma fã da celebre coleção do Guia do Mochileiro das Galáxias e o terminei como uma fã de Adams, sentindo uma profunda conexão e afinidade e admiração por seu intelecto, seu humor perspicaz e suas paixões por literatura, espécies em extinção e tecnologia e por sua personalidade singular, simples e original.
comentários(0)comente



Alessandra 27/02/2020

O salmão da dúvida é um apanhado de ensaios, entrevistas e contém até um conto e um livro inacabado do autor.

Douglas Adams tem uma mente fascinante: rápida, inteligente, engraçada, criativa.

Eu só não o recomendaria como um primeiro contato ou para quem não gostou da sua famosa série de livros.
comentários(0)comente



Roberto 25/09/2019

O Salmão da Dúvida | As Confissões de Douglas Adams
Douglas Adams é uma das figuras mais instigantes da ficção científica, não só pelo seu texto, mas por ter um comportamento despreocupado e honesto com os fãs e, aparentemente, a própria carreira. Tendo O Guia do Mochileiro das Galáxias como a maior referência em sci-fi cômica, é curioso saber mais sobre os bastidores da criação de Adams.

O Salmão da Dúvida é o livro póstumo do autor, que morreu aos 49 anos em 2001, e reúne várias anotações, entrevistas e manuscritos. A edição brasileira, lançada em 2014 pela editora Arqueiro, segue o modelo do original, com uma introdução feita pelo escritor Stephen Fry. A obra consiste de três partes, intituladas obviamente como A Vida, sobre algumas histórias de vida do autor; O Universo, com algumas observações divertidas do tipo que só Adams conseguia; e a conclusão com E Tudo Mais, onde fica a parte mais interessante para os fãs, com uma versão diferente do conto Young Zaphod Plays it Safe, intitulado Perfeitamente Seguro na versão traduzida, e alguns capítulos até então inéditos sobre uma possível nova aventura envolvendo o detetive holístico Dirk Gently, chamada de O Salmão da Dúvida. Adams, como sempre, ficou na duvida sobre a história e passou um tempo em conflito sobre continuar uma narrativa para Gently ou talvez transformar a nova obra em mais uma entrada no Guia. No fim, a obra ficou inacabada — o que faz do título um tipo de piada feita pelo próprio Adams.

E outra coisa surpreendente, mas praticamente inofensiva, é como toda essa informação foi encontrada no computador do autor. Adams passou anos zombando a tecnologia e a dependência das pessoas nas máquinas, mas com o passar dos anos, assumiu uma relação saudável com o monitor e o teclado, utilizando seu Macintosh para quase tudo envolvendo escrita. Foi em seu computador que manteve os capítulos inéditos, comentários sobre sua infância e o tamanho do nariz, assim como um ensaio filosófico sobre a existência de Deus.

O livro abre com anotações de Adams para o editor e um relato sobre os tempos de escola e o impacto que os Beatles tiveram na sua infância. Há pequenas menções à Graham Chapman, o integrante do grupo de comediantes Monty Python, onde Douglas participou brevemente colaborando nos roteiros e fazendo bagunça com a equipe. Aqui aviso logo que esta não é uma biografia; O Salmão da Dúvida engloba o universo do autor do seu próprio ponto de vista, o que é ótimo mas também sofre um pouco com a ausência de contexto. Se você já não segue o trabalho do escritor, vai ficar um pouco perdido. Indico a leitura de Não Entre em Pânico, da editora Novo Século, uma biografia de Douglas Adams escrita por ninguém menos que Neil Gaiman. Ela foca bastante na criação da série Mochileiro das Galáxias, e o texto de Gaiman é tão leve que tudo pode ser lido em um dia. Também existe a biografia Wish You Were Here, de Nick Webb, mas essa ainda não tive a chance de ler.

Voltando ao livro, Douglas faz questão de contar mais uma vez um incidente conhecido dos fãs, envolvendo um jornal e um pacote de biscoito. Felizmente, é uma piada que não perde a graça. Entre as opiniões do autor, descobrimos o que ele pensa sobre cachorros, visitas inesperadas e vídeo-games, sem contar uma lição humorada (mas SÉRIA) sobre a execução apropriada para uma excelente xícara de chá:

“Os americanos nunca conseguem entender por que os ingleses dão tanta importância ao chá porque a maioria deles NUNCA TOMOU UMA XÍCARA DE CHÁ DECENTE. Mas para dizer a verdade, a maioria dos ingleses também já não sabe preparar um bom chá e prefere beber café instantâneo barato”

É uma pena não termos a continuação da nova aventura de Dirk Gently, mas é uma alegria ler um pouco do que estava preparado, principalmente com a louca premissa envolvendo o desaparecimento de apenas metade de um gato. O conto envolvendo Zaphod não é tão divertido, mas quem sou eu para reclamar de qualquer coisa nova no universo do Guia ¯\_(ツ)_/¯

Douglas Adams pode não ter vivido o suficiente, mas é um dos maiores gênios da comédia. Suas séries literárias (Guia e Dirk Gently) são algumas das mais lembradas e adoradas da ficção científica, e sua contribuição para a cultura pop e o humor é incalculável, bem maior que 42.
comentários(0)comente



Rodrigo.Alves 01/09/2019

Agora sim, até logo, e obrigado pelos peixes
Este sim, de fato é a obra final do autor. Um compêndio que nada mais faz do que simplesmente nos dar uma boa sensação e um pouquinho do quero mais do que Douglas Adams deixa pra trás. Fora as histórias inacabadas, o Salmão da dúvida nos apresenta vários devaneios do autor, casos pitorescos e muitas correspondências dele para com jornais, revistas e outros veículos de mídia. Se você nunca leu nenhum livro de Douglas Adams talvez pare nas primeiras páginas e nada disso te faça sentido algum. Mas, se por um acaso, você já teve o prazer de se deleitar com as maravilhosas obras dele como o guia do mochileiro das galáxias, Dirk Gently entre outros, com certeza vai sugar até o tutano terminado com aquela pontinha de angustia no coração por saber que não vamos mais poder aproveitar nada novo desta mente maravilhosa.
RicardoFurlan 16/09/2019minha estante
Triste é saber que um gênio como o Douglas Adams nos deixou tão cedo. Mas seu legado é eterno.




Su 09/06/2019

Devo confessar que iniciei essa leitura com um misto de alegria e tristeza, pois pensava que seria o último livro escrito por Douglas Adams que leria. No entanto, ao longo da leitura, descobri que ele escreveu outra série intitulada Agência de investigações holísticas Dirk Gently.
O livro se inicia com uma nota do editor, Peter Guzzardi, onde esse nos conta como conheceu Douglas. De acordo com Peter, o encontro se deu na casa de Douglas, em Islington, onde havia sido encaminhado para acelerar o processo de escrita de Praticamente inofensiva, quinto volume de O guia do mochileiro das galáxias. Onze anos após o primeiro encontro, ele recebe uma ligação do agente de Douglas lhe perguntando se estaria interessado nos arquivos encontrados no computador dele, dessa forma surgiu O salmão da dúvida.
Em As vozes dos nossos dias passados, vemos como foi a adolescência de Douglas. Com doze anos, se viu como apreciador das músicas dos Beatles, o que até lhe rendeu um castigo na escola, quando tentou ouvir o recém-lançado Can’t Buy Me Love na sala da supervisora.

“As pessoas gostam de fazer perguntas do tipo: “Em que época você mais gostaria de ter
vivido e por quê?” Durante a Renascença Italiana? Na Viena de Mozart? Na Inglaterra de
Shakespeare? Pessoalmente, eu gostaria de ter vivido na época de Bach. Mas tenho um sério problema em responder isso, pelo seguinte: se tivesse vivido em qualquer outro período da História, significaria perder os Beatles, e acho, com toda a sinceridade, que eu não seria capaz disso. Mozart, Bach e Shakespeare estão sempre conosco, mas eu cresci com os Beatles e não sei se existe algo que tenha me afetado mais do que isso.”

Já em Curas para a ressaca, lemos uma de suas colunas para o jornal The Independent, na qual ele discorre sobre as promessas de Ano Novo. Como era o final de 1999, Douglas afirma que ninguém deveria fazer promessas para um novo milênio, quando não conseguimos cumprir nem simples promessas de ano novo. Um dos motivos de nossa incapacidade de cumprir nossas resoluções é que muitas vezes nem sequer nos lembramos delas.

“Certas memórias só serão reativadas se você voltar ao mesmíssimo estado de desidratação em que os eventos originais ocorreram. Daí o problema das promessas de Ano-Novo, de você nunca se lembrar das promessas que fez, ou mesmo onde as anotou, até chegar o mesmo momento no ano seguinte, quando você lamentavelmente se recorda da sua total incapacidade de cumpri-las por mais de cerca de sete minutos.”

Em O salmão da dúvida encontramos de tudo, pequenas passagens da vida de Douglas, colunas escritas para jornais (sobre os mais diversos assuntos), contos baseados em suas séries (que jamais haviam sido lançados). É muito interessante conhecer um pouco mais sobre um autor tão brilhante, ter acesso a sua forma de ver o mundo é algo inestimável.
RicardoFurlan 16/09/2019minha estante
?tima resenha, parabéns garota!!!


Su 22/10/2019minha estante
Brigada!




Daubian 30/03/2019

Melhor conversa que nunca tive
Douglas Adams deveria ser a pessoa mais legal de todos os tempos. Ao ler este livro, uma coletânea de textos reunidos postumamente mostra um outro lado do autor. Nele se mostra um lado empolgado por tecnologia, amante da natureza, criativo, afligido por prazos, tímido, ousado, sagaz... são tantas emoções que durante o livro eu chorei, gargalhei e até perdi o ponto do ônibus de tão interessante (2 vezes). E com a certeza que se fosse o Douglas teria transformado esse evento em um relato sensacional. Ele tem uma forma de ver o mundo que encanta, surpreende. É divertido, inteligente e com um toque aleatório que deixa a realidade melhor que ela é. Douglas disse que se arrepende de nunca ter visto os Beatles tocarem, mas ele viveu como se tivesse visto ao vivo. Eu ao ler este livro criei um laço impressionante, como se ele estivesse falando comigo e eu entendo suas sutilezas e estranhezas. É como se eu tivesse tido um papo interessantíssimo com uma pessoa talvez melhor que sua obra. O livro é como a melhor conversa do mundo com uma pessoa que nunca vi na vida. Só tenho a agradecer.
comentários(0)comente



Daniela.Flores 06/12/2018

Melhor parte: Dirk Gently
Na minha opinião, é uma obra importante para conhecer o autor Douglas Adams, pois contém entrevistas e escritos dele. Mas, se o objetivo da leitura não for conhecê-lo com profundidade, pode ser bem maçante. A aventura de um dos personagens do Guia do Mochileiro das Galáxias achei chata. A parte que mais gostei foi o trecho da aventura do detetive holístico Dirk Gently. Apesar de estar inacabada, ela dá muita vontade de continuar lendo, seja pelas inusitadas ocasiões que são apresentadas, seja pela participação de um mamífero que não sabia onde estava, ou um gato sem a metade, prende muito a atenção. Os personagens peculiares que compõem as narrativas de Dirk Gently conseguem ser mais criativos do que os do Mochileiro (apesar de talvez não serem tão carismáticos para os fãs do Mochileiro).
comentários(0)comente



Biblioteca Álvaro Guerra 03/05/2018

O salmão da dúvida é uma coleção póstuma de material previamente publicados e não publicados por Douglas Adams. Ele consiste em grande parte de ensaios sobre tecnologia e experiências de vida, mas o seu principal motivo de venda é a inclusão do romance incompleto em que Adams estava trabalhando no momento da sua morte, O Salmão da dúvida (a partir da qual a coleção recebe o seu título, uma referência ao mito irlandês do Salmão da Sabedoria.

Empreste esse livro na biblioteca pública

Livro disponível para empréstimo nas Bibliotecas Municipais de São Paulo. Basta reservar! De graça!

site: http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/isbn/9788580412833
comentários(0)comente



Cossetin 31/10/2017

Para os fã de DNA
Adorei todas as partes do livro, mesmo não sendo uma história, sendo partes de entrevistas e periódicos que ele escreveu, foi muito divertido ler, posso dizer q até mais divertido q muitas histórias, é muito bom saber como Funciona a cabeça de um autor de que somos fã.
comentários(0)comente



Gabi Mendonça 24/08/2017

Nunca tinha lido um livro que mexeu tanto comigo, e que deixasse um vazio no peito, por saber não existirá mais livros do Guia, nem mais aventuras hilárias do Dirk Gently. Pelo menos não escritas por nosso querido Douglas!
.
Exatamente como escrito no livro: "A obra de Douglas não é a grande arte de Bach ou o vigoroso universo pessoal de Blake, óbvio, mas acredito que meu ponto se sustente mesmo assim. É como se apaixonar. Quando você lê uma frase especialmente brilhante de Adams, sua vontade é cutucar o ombro do estranho mais próximo e mostrar para ele. O estranho pode até rir e parecer gostar do que está escrito, mas você se agarra à ideia de que ele não entendeu exatamente a força e a qualidade do texto, não tanto quanto você – da mesma forma que seus amigos também não se apaixonam (graças a Deus) pela pessoa sobre a qual você não para de falar um minuto."
comentários(0)comente



38 encontrados | exibindo 1 a 16
1 | 2 | 3