O Trem dos Órfãos

O Trem dos Órfãos Christina Baker Kline




Resenhas - O Trem dos Órfãos


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Jacqueline 28/08/2020

O Trem dos Órfãos
Livro gostoso e fácil de ler. Recomendo.
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Diandra Lara @bibliotecadadi 05/08/2020

Foi uma boa história. A autora permeou a narrativa com fatos históricos, e gostei de saber sobre essa época que havia o trem de órfãos. Vale a leitura.
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Yuri 12/07/2020

"Aprendi há muito tempo que a perda não é apenas provável, mas inevitável. Sei o que significa perder tudo, sei o que é abrir mão de uma vida e encontrar outra. E agora sinto, com uma estranha e profunda certeza, que deve ser o meu destino na vida aprender essa lição vezes e vezes sem conta."
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Taize @viagemliteral 23/05/2020

Falar de órfãos, seja por abandono, perdas ou quaisquer circunstâncias, já é algo que nos toca profundamente.
Mas, quando lemos uma história baseada em fatos reais, de comboios que transportavam crianças entre os anos de 1854 a 1929, que foi minuciosamente pesquisada e escrita, é ainda mais tocante.

?"Acredito em fantasmas. São eles que nos assombram, aqueles que nos deixaram para trás."

Aqui conheceremos duas personagens que apesar dos tantos anos que as separam, tem muita coisa em comum: a perda do seio familiar.
Molly que aos 17 anos já passou por inúmeros lares provisórios, e Vivian, uma senhora de 91 anos que fora uma das passageiras do trem, além de passar por vários lares, sofreu com a fome, o frio, a indiferença e o abuso.

Molly necessitava pagar 50 horas de serviço comunitário, e vê sua pele ser salva quando recebe a proposta de limpar o sótão de Vivian. Uma tarefa difícil, já que existia uma história de quase 100 anos por detrás daquelas caixas, mas que dariam a elas 50 horas desafiadoras.

Lá, não apenas desempacotaram partes da vida de Vivian, mas criaram um grande laço que, através do sofrimento e abandono vivido por ambas, buscaram forças juntas para fechar ciclos e recomeçar.

?"Sou um fardo para a sociedade, responsabilidade de ninguém."

? Apesar de uma temática fácil de falar, é difícil expressar todas os sentimentos que me foram despertados; muitas vezes a raiva se fez presente, em outras compaixão, medo e por fim esperança. Elas foram vítimas do sistema. Vivian em meados dos anos 1929, uma criança procurada apenas para cumprir trabalhos, muitas vezes escravo, em troca de um lugar para dormir, e um prato de comida para sobreviver. A história Molly, já em meados de 2011, não deixa de ser triste, já que passou por tantas famílias que estavam dispostas a lhe acolher para simplesmente receber um auxílio do governo.
É visível em toda esquina, crianças que vivem à mercê da violência, fome e desamor. Que imploram apenas para que as pessoas as vejam como seres humanos, que tenham carinho e compaixão.
São os órfãos, os enjeitados, os invisíveis em meio a sociedade!
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Lua 03/05/2020

Lindo e apavorante
Como eu já falei em outras resenhas sobre livros documentando História: é desesperador. Você lê, depois de tantas décadas, e pensa que um dia aquilo foi normal. E aí você vê os dias de hoje e percebe que há várias guerras que ainda acontecem e pensa novamente: o que as pessoas estão sofrendo lá por brigas e richas descomunais... Quantas pessoas já morreram, foram agredidas, abusadas, sofrerem diversos tipos de perdas... Por que outros não querem acabar com aquilo? Que desespero, que dor. A personagem principal desse livro (a senhora) é extremamente forte. Só isso que tenho a dizer.
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Renata 06/04/2020

Vivian é uma guerreira
A capa desse livro me encantou, e com a história não foi diferente. Que história marcante, pesada, de luta e perseverança. Que todas nós possamos acreditar na felicidade como o livro nos inspira.
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Glaucia 10/03/2020

O Trem dos Órfãos
Molly é uma adolescente de 17 anos que esta cansada de ser jogada de um lar temporário para outro e após ser pega cometendo um delito, ela é condicionada a pagar 50 horas de serviço comunitário, e assim ela conhece Vivian, uma senhora de 91 anos que atualmente reside sozinha, levando consigo apenas memórias de perdas e um passado sofrido. 
Atraves de Jack, seu namorado, Molly é designada a ajudar Vivian na limpeza do sótão, e em meio a essa faxina, Vivian começa a recordar e compartilhar sua trajetória de vida. E o que parecia que seria um tédio só, acaba sendo um aprendizado.Descobrimos que Vivian não é seu nome de batismo, ela era Niamh, uma garota ruiva e irlandesa que veio de navio com pais e irmãos para Nova York no período da Grande Depressão, em 1929, mas infelizmente um acidente acaba com a vida da família de Niamh e ela é colocada no trem os órfãos que buscava realocar crianças com famílias que pudessem abriga-las, mas isso não necessariamente significava adotar como filho, muitas pessoas buscavam crianças que pudessem trabalhar nas fazendas ou fazer serviços domésticos. 
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"Você aprende que a maioria dos adultos mente. Que a maioria das pessoas só se importa consigo mesmas. Que você ó interessante enquanto for de utilidade para alguém".
Em pouco tempo as duas começam a desenvolver uma conexão e é bonito ver como duas pessoas diferentes podem ter tanto em comum, vê-las se abrindo e se ajudando é inspirador, e apesar de seus vários clichês, ainda pude me surpreender com algumas coisas e mesmo quando já imaginava o que aconteceria, ainda foi uma experiência encantadora, dolorosa e instigante.. "Aprendi há muito tempo que a perda não é apenas provável, mas é inevitável. Sei o que significa perder tudo, sei o que é abrir mão de uma vida e encontrar outra. E agora sinto, com uma estranha e profunda certeza, que deve é o meu destino na vida aprender essa lição várias vezes".
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A narrativa é intercalada nos dois pontos de vistas, o que trás riqueza nos acontecimentos do passado, que particularmente foi o que mais me prendeu, mas também foi ótimo conhecer um pouco sobre a origem da Molly, que é índia da tribo penobscot, Ambas as protagonistas são de etnias diferentes e estão fora de seu local de origem, então alem de ter que lidar com as perdas, também precisam de força para lidar com o preconceito, e sendo mulheres, principalmente no caso da Vivian, não são vistas com muita utilidade e precisam aceitar o que falam e oferecem. É um absurdo ler certas partes, mas é incrível acompanhar o crescimento da Vivian e suas conquistas, e como Molly passa a se soltar e compreender que por pior que as coisas estejam, ela precisa tomar a rédea da sua vida, fazer suas escolhas e que as consequências são apenas dela
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Minha unica ressalva é para o romance, ele foi meio jogado e tinha potencial para ser melhor explorado, do restante o livro é ótimo
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No final do livro tem uma nota falando sobre o trem dos órfãos, ele existiu e levou mais de 100 mil crianças, a autora conseguiu falar com algumas das crianças que passaram por esse trem e que hoje estão com mais de 90 anos, achei bem interessante conhecer um pouquinho dessa história.

Recomendo muito essa história, vale a pena embarcar nessa jornada, principalmente se você ficção baseada em fatos.

ps: Também amei as referências a Anne de Green Gables ♥

site: https://www.instagram.com/minhaestanteazul/
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Taty.Souza 22/01/2020

Meu segundo livro favorito do mundo
Um livro pra destruir seu coração. Depois pisar em cima.
E depois destruir mais um pouco.
Um livro para você devorar, para vc ir lendo as páginas sem nem se dar conta da rapidez com que elas passam. A leitura te abraça, te envolve e não te solta mais.
Um livro fascinante, que, quando tudo parece estar bem, te faz derramar lágrimas com as reviravoltas que acontece. Amo de paixão essa história e recomendo fortemente a todos vocês!
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Barbara Nonato 12/05/2019

Magistral!
História linda, onde usando o tempo como recurso a autora proporciona aos seus leitores um verdadeiro e emocionante mergulho em parte da história que a própria história tenta ocultar.
Lindo! Revigorante! Emocionante! E a capa, perfeita, de muito bom gosto e completamente de acordo com o conteúdo.
Tipo de história que a gente guarda no coração e pretende reler mais trezentas vezes...
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Elisete 12/03/2019

O TREM DOS ÓRFÃOS
Relato de duas órfãos que acontece em épocas diferentes. Muito bom!!!
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Guigui 04/01/2019

Ler para conhecer
Amei conhecer como os Estados Unidos agia coma as crianças órfãs e até mesmo aquelas que eram tiradas dos pais por motivo de pobreza, a maioria dessas crianças terminavam como escravas infantis nas fazendas dormindo e celeiros frios, passando fome e muitas morreram de frio, doenças e exaustão. Leiam o livro tem fotos das crianças, a escritora é maravilhosa.
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Raquel 12/10/2018

Ni-iv saiu da Irlanda com a família ainda pequena. Seus pais tinham o sonho de começar uma vida nova e melhor em Nova York. Porém nada mudou, seu pai continuou alcoólatra e o dinheiro continuou insuficiente. Pouco tempo depois, com um incêndio no apartamento onde ela vivia, perdeu toda a família.
Ni-iv aos 8 anos torna-se mais uma órfã na cidade de Nova York. Para tirar tantas crianças das ruas e dos orfanatos da cidade, a solução é enviá-las de trem para o Oeste, na esperança que sejam adotadas pelo caminho.
Esse é o destino de Ni-iv e das outras tantas crianças. Finalmente em Minnesota, um casal interessa-se por ela. Mas não para serem seus pais, mas sim uma oportunidade de mão de obra barata. Ela fica por algum tempo com eles, porém com a recessão de 1929, esse casal desiste dela. Ni-vi, agora com o nome de Dorothy vai para outro lar, ainda pior que o primeiro. Nesse novo lar ela tem que cozinhar e cuidar de várias crianças menores que ela. Mas ela tem um conforto, pode ir à escola. Em uma noite, algo muito ruim acontece e ela é expulsa mais uma vez. Mas, ela encontra ajuda na srta. Larsen sua professora. Somente então a curta vida de Ni-iv começa a mudar.
Ao mesmo tempo, conhecemos Molly, também órfã. Ambas encontram-se em 2011 e aos poucos descobrem o quanto têm em comum.
O livro é muito comovente, tem leitura fácil e é de cortar o coração.
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Anna's Book Closet 28/07/2018

Que livro!!!
Esse livro entrou para a minha seleta lista de melhores que já li.
Maravilhoso do começo ao fim!

? Minha vida inteira foi levada pelo acaso. Momentos aleatórios de perda e conexão. Esta é a primeira vez, porém, que ela encontra o destino. ? Pág 250.
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Jaitan 25/07/2018

Maravilhoso e tocante
Um dos melhores livros que li esse ano. Simplesmente perfeito
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Ana 18/06/2018

Lindo
Gosto de livros que me façam sentir saudades dos personagens quando estou em outras atividades... esse é um deles.

Tão despretensiosa como a conheci, a narrativa é leve apesar do tema marcado por tristezas. Uma história delicada, de personagens fortes.
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