Não Se Apega, Não

Não Se Apega, Não Isabela Freitas




Resenhas - Não Se Apega, Não


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Kari 22/06/2014

"Cansei da cor desse cabelo"
Se você já está chegando próximo aos 30 anos, talvez "Não se apega, não" não seja para você. O tom "Capricho" dado tanto à narrativa, quanto aos acontecimentos em si, vão definitivamente dificultar qualquer identificação com a vida e a personalidade da protagonista, além de desmerecer boa parte dos conselhos românticos do livro.

Narrado em primeira pessoa, "Não se apega, não" conta a história de uma mulher de 22 anos que decide terminar um longo namoro. Isabela, a protagonista, mistura ficção e auto-ajuda, conforme desenrola uma história pouco relevante da sua vida, e filosofa, de forma superficial, sobre relacionamentos em geral.

O livro conta com uma ou outra sugestão valiosa (como a dos três homens mais importantes na vida de qualquer garota e as "20 regras do desapego"), mas, de uma forma geral, é excessivamente imaturo. O tempo todo esperamos atitudes rasas da personagem, como, sei lá, uma briga homérica com o pai sobre o intercambio na Europa, com uma batida de porta e choros no travesseiro em seguida (com direito a biquinhos, como a própria protagonista assume fazer).

Além do mais, incomoda bastante como Isabela perde tanto tempo com auto promoções (até a página 31, foram três descrições repetitivas sobre o próprio cabelo) e também com as inúmeras contradições apresentadas (como quando Isabela diz que se iludiu ao achar que podia "transformar" o cara, mas que tem orgulho em dizer que mudou a vida do indivíduo. ??). Mesmo sem ter *conseguido* terminar a leitura, arrisco a dizer que o livro deveria ter sido escrito apenas em forma de "auto ajuda" e não de narrativa, já que a segunda parte acaba desacreditando absurdamente a primeira.

A proposta principal do livro, a tal "lei do desapego", carece de algum senso discriminativo, pouco explorado pela autora. Temos a definição do princípio, "o desapego é saber se desprender de tudo aquilo que te retém, faz mal e sufoca", porém, da forma que é apresentado, corrobora com uma manifestação de egoísmo e falta de senso de cumplicidade.
Isabela passa algumas linhas tentando, sem sucesso, explicar melhor o fim do relacionamento, porém a parte da conversa com o parceiro, da co-participação e do companheirismo em tentarem arrumar o que não estava bom, foram deixadas de fora da história. Em uma breve passagem temos a personagem, ainda comprometida, aplicando algumas demonstrações de afeto que ela sozinha julgou necessárias, e (ordenando) pedindo que seu jeito de ser seja aceito praticamente sem mudanças, sem acordos e sem ressalvas. Isso é, vindo da mesma personagem que nutre esperanças de mudar ao menos uns dois cavalheiros só até a página 32.

A impressão que fica é aquela que ela mesma compara: "Cansei da cor desse cabelo". É o esperado para os dias atuais; não serve mais? Lixo. Consertar dá trabalho e exige um árduo trabalho em equipe, além de uma maturidade sequer explorada na vida de Isabela.
Thyale 30/06/2014minha estante
Arrasou na resenha. Você disse exatamente tudo. Peguei antipatia pela personagem e gostei mais do Pedro que por sinal ela disse que o mesmo tinha problemas familiares, mas ficou por isso mesmo... Vou morrer sem saber o que de fato aconteceu na vida do coitado. Hah O final foi broxante quando eu pensei que os dois iam pelo menos ficar juntos, mas não aconteceu. Esperei a todo momento um acontecimento marcante, mas ele não veio. :/


Camilla 19/07/2014minha estante
Queria muito ler o livro mas ..apos ver os comentários aqui ..desisti ..me parece que a autora tentou fazer um meio que plagio do livro Por que vc tem 30 anos e ainda não se casou ?
(Livro que por sinal se tornou meu livro de cabeceira e tem me ajudado muito) gostei muito da sua resenha.Se vc ainda não leu esse livro leia por que ele é ótimo em todos os sentidos.


Luccas Uriel 04/08/2014minha estante
Ainda bem que você citou no inicio da sua resenha "se você está perto dos 30". O público dela não é os adultos e sim os jovens. E você leu bem o livro? Soube realmente qual foi a proposta de leitura? Porque não parece... Ela deu a ideia de mudança durante toda a história, dando certeza de como é estar, do jeito que está hoje. Por favor, não seja tão crítica com uma autora que com o seu primeiro livro (que você julga contraditório), ser um dos mais vendidos do país e receber tantas críticas positivas.


Raquel 08/08/2014minha estante
Não terminou nem de ler o livro para estar dando. Minhas palavras são as do Luccas! O livro é ótimo e não foi escrito para agradar você com seus trinta e poucos anos! O livro está entre os 05 mais vendidos do Brasil e a tendência é só aumentar! #Aceita.


Vivi 10/08/2014minha estante
Não considero o livro um livro de autoajuda mas sim um livro infanto juvenil, pra passar o tempo, una leitura agradável. E pelo que entendi, não considerem a historia narrada no livro como vida real porque não é. Eu tenho 22 anos, ri, me diverti, não considero um dos melhores livros que já li, mas acho que o pessoal achou que fosse ser um livro de autoajuda e se frustrou.


BernardoM 13/08/2014minha estante
Nossa, voce conseguiu resumir meus sentimentos em relacao a esse tedio de livro. E da pra ver que quem gostou tende a ter a maturidade emocional de uma colher de sopa, ja que estao literalmente fazendo bullying com voce por nao ter gostado de algo que eles gostaram.

Chegando ao ponto de alguem dizer "por favor nao seja tao critica com a autora". Mas resenhas foram feitas para serem criticas...?


élle 01/09/2014minha estante
Boa resenha. A impressão que tive durante a leitura foi também a de uma moça confusa, com observações infantis e bastante contraditórias em relação a um assunto tão complexo. Dá a entender que ela julga possuir bagagem o suficiente para definir e orientar sobre algo que claramente não consegue entender ainda (e o faz de forma a servir de guia para relacionamentos). Foi mais um meio de impor sua opinião pessoal como uma espécie de verdade universal. E isso incomoda. Acredito que ela não estivesse pronta para esse trabalho.


Lorena 12/09/2014minha estante
Concordo com Lótus.
Admito que gosto bastante dos textos que a Isabela publica no blog, e comprei o livro achando que seria uma "coletânea" de seus contos (bons pra pensar) e não um livro de narrativa tão chatinha e cansativa. Diálogos infantis que me fizeram pensar por várias vezes: "sério que a Isabela Freitas dos textos do blog super legais que escreveu isso?". Xexelento, essa é a palavra. Terminei a leitura com várias marcações em frases legais e uma admiração pela edição. O livro é lindo, a capa, a diagramação, a cor... Mas o conteúdo deixou a desejar, e muito.
Uma pena. Talvez se um dia ela publicar os contos, seja melhor.


Caroline 16/09/2014minha estante
Concordo em gênero, número e grau com o que você disse. Já disseram aqui que o público não é para adultos e sim para jovens, mas eu tenho 18 anos e não me identifiquei nem um pouco. Esperava mais!
As partes de auto-ajuda até que são boas, mas a historinha é muito rasa, previsível, surreal e contraditória. A personagem se diz bem resolvida, mas toma atitudes infantis o tempo todo, trata os relacionamentos amorosos como coisas perecíveis que se são quebradas é melhor jogar fora.
Se fosse um livro de auto-ajuda para superar o fim de um relacionamento seria ótimo, mas como autora de ficção ela tem muito a amadurecer ainda.


Thami 30/09/2014minha estante
Concordo totalmente com você. Fora que parece que a narrativa é copiada da literatura estrangeira. Comprei o livro com a expectativa alta e me decepcionei muito. O livro não foge muito do que você possa ler no tumblr.


Melissa 04/10/2014minha estante
Se eu tivesse lido o que vc escreveu antes de comprar o livro nem teria perdido meu tempo!!! Você definiu muito bem o livro!!!!


NandaFernandes 08/10/2014minha estante
Sendo praticamente uma biografia...
Eu até agora não entendi os agradecimentos, porque ela passou o livro todo se vangloriando sobre estar solteira e agradece ao namorado no fim do livro... oi!?


Rafaela 11/11/2014minha estante
Concordo totalmente. Nem consegui terminar o livro. Achei absurdamente imaturo. Enfim, não gostei mesmo. Se tivesse lido isso aqui antes, não teria comprado.


Lari 17/11/2014minha estante
Eu não poderia escrever melhor! Achei a proposta do livro de uma superficialidade extrema, e praticamente não consegui me identificar em nada com a personagem, aliás, apenas com o gosto musical dela haha


Juhgb 13/12/2014minha estante
Finalmente alguém que não gostou dessa bagaça assim como eu o/. Boa resenha


brenda.silva.11 13/12/2014minha estante
Nesse momento, sinto como se um peso tivesse sido tirado das minhas costas. Pensei que tinha sido a unica que não havia apreciado esta "obra de arte" que meio mundo esta adorando. Como falaram em um comentário abaixo Não se apega, não é um mimimi sem fim.


Cami 15/12/2014minha estante
Exato! Você tirou as palavras da minha cabeça...
Eu também não consegui terminar o livro. Gosto de um vocabulário mais complexo. Amo autores que sabem fazer jogos de palavras e dar brecha para um leque de possibilidades, não autores que, como a Isabela, escrevem como se estivessem escrevendo em um blog ou com uma amiga no facebook. E acho que é isso. Ela escreveu o livro sem notar que era realmente um livro. Escreveu como quem conta uma novidade sobre a vida dela no blog e esqueceu que o mundo não gira em torno dela e dos "namoricos" dela... Gosto de alguns posts do blog dela e acho que ela escreve umas frases geniais às vezes, mas o livro deixou a desejar. Não pela história, mas pela forma de escrever. Ela parece realmente uma garota indecisa, metida a madura e vivida, mas que na verdade mal sabe o que é o amor.


Sâmia 22/12/2014minha estante
Perfeita essa resenha!


Milthes 05/01/2015minha estante
Adorei a sua resenha. O livro foi uma eterna canseira, a autora se repetia muito e não dizia nada com nada.


Samuca 07/01/2015minha estante
Gente pelo amor, esse livro é muito ruim! Independente do público alvo dele! Acontece que a escrita é realmente muito fraca, ela se contradiz o tempo INTEIRO. Tenho 17 anos e digo que o livro não me desceu, ficou entalado na garganta! Toda vez que ela começava com aquelas situações amorosas ridículas que ela tentou construir durante o livro já me via com sono e me deparando com uma garota de 22 que age como se tivesse 12. O livro tinha tudo pra ser bom mas não foi. Curti algumas passagens, algumas reflexões mas a estória é fraca, superficial e só mostrou que a Bebela do livro é muito imatura e por Deus, quero acreditar que a Bebela "real" tenha um pingo de maturidade. FOI UM LIVRO EXTREMAMENTE COMERCIAL e eu quero entender o pq dá Intrínseca ter publicado ele com escritores brasileiros tão bons por ai! Freitas, reveja o seu livro, seus conceitos e vê se no segundo livro você concerta os milhares de erros que esse primeiro livro teve. E sobre ser o quinto livro nacional que mais vendeu e todo esse blá-blá-blá... Bom, não significa nada, já que mais da metade das pessoas que compraram o mesmo acompanham ela no seu blog. Lá no fundo, todo mundo sabe que ela falou o que o seu público alvo queria ouvir.


Chay 10/01/2015minha estante
Esse livro é HORROROSO! Ainda bem que eu não gastei nem um centavo com ele. Eu senti vergonha alheia, do tipo não acredito que estou perdendo meu tempo lendo esse livro. Toda vez que a narradora soltava uma "Qual é?", eu sentia espasmos. É um livro muito superficial e mal escrito. Nem parecia que eu estava lendo um livro, mas sim uma revista Capricho. A narradora e a personagem não em nenhuma maturidade emocional. Todos os personagem são muito rasos.

O pior são as partes em que a narradora fica se auto promovendo, listando os seus curos, educação, danças, aulas de música, descrições do cabelo, aparência etc etc. Eu tenho 23 anos e não tenho mais idade para ler um roteiro de Malhação. Para quem tem 12 ou 13 anos talvez seja interessante. Mas se você já passou dos 18, sério, não perca o seu tempo lendo uma bobagem dessas.


Bia 18/01/2015minha estante
Rapaz,o pior do livro é o tal "sou uma menina bonita,pele alva,cabelos super escorridos" o tempo tooooooodoooooooo. Ok,Isabella,entendemos o quanto você é bonita. Além disso os outros personagens caem no senso comum. A nerd (Amanda) é uma japinha(ou chinesa,não lembro) que se veste meio de roqueira;Pedro tem um estilo bad boy,mas tem um bom coração,traços que classicamente conquistam a maioria das mulheres. Nem pensar para fazer personagens diferentes do senso comum a Isabella quis.

Mas,para ser justa,assumo que gostei de ALGUMAS reflexões sobre relacionamentos.


Priscila 20/01/2015minha estante
Abandonei o livro porque a cada linha antipatizava mais com a personagem. Profundidade de um pires.


Renata 22/02/2015minha estante
deveria ter lido sua resenha antes de comprar o livro, achei q só o começo seria aquela coisa chatinha... mas me senti lendo um livro de auto-ajuda muuuito ruim...


May 25/05/2015minha estante
Ia escrever minha resenha sobre esse livro aqui mas você falou por mim. Ótima resenha!


Bia 21/06/2015minha estante
"Se você já está chegando próximo aos 30 anos.." aos fãs da Isabella, lamento dizer que tenho 16 anos e tive a mesma visão que a Kari. O livro é fraco!


Gabi 13/12/2015minha estante
Sinceramente, eu achei que só eu tinha odiado o livro...
Comprei, confesso, pela modinha em que estava.. decidi ver qual era...
Só li até o final pq paguei por ele né.....
também achei chato, superficial.. 'mais do mesmo', não sei o pq desse BOOM dessa guria não........
pra ganhar um quadro no fantástico?????

Também fiquei querendo saber mais do pedro.... único personagem que gostei.....

outra coisa que me chamou atenção foi que li o livro em 3 dias, mesmo sendo chato foi rápido, achei a letra muito grande.... na verdade é um livro pequeno.....


Letícia Ferrarezi 19/01/2016minha estante
Certamente, você descreveu o que eu senti quando comecei a ler. Tenho 28 anos e pensei: "Isso não é pra mim!" Achei que o livro fosse sobre desapegos no geral, tratados de forma mais leve e menos adolescente. Achei imaturo. Acho que abandonarei. Fora que a narrativa da mocinha é cansativa.


Lis Faino 02/02/2016minha estante
Eu comecei a ler porque minha filha recebeu indicação pra ler e eu costumo acompanhar o que ela consome, até mesmo para conversarmos sobre o livro depois... mas depois dessa resenha vou indicar outra leitura pra ela. :)


Mayara 04/02/2016minha estante
Eu li esse livro todinho ontem e concordo em gênero número e grau com essa resenha, e sério você não perdeu nada em não terminar a leitura :)


Denise 24/02/2016minha estante
Pois é, estava com vontade de ler esse livro porque a sinopse sugeria outra coisa... bom, talvez seja realmente o apelo jovial, é uma coisa de horas a leitura; mas realmente recomendaria se fosse pra "passar o tempo" e olhe lá, não é todo mundo que aguentaria até o fim; gostei muito da diagramação e cores do livro (alguém acima citou) e de alguns dos fatos que grande parte de nós, quando adolescentes, já deve ter passado. O que mais me pegou mesmo foi a contradição da personagem ( também já citada a cima) e a linguagem muito pop; mas dá pra ler sim.


Lay 27/04/2016minha estante
Tive a mesma sensação e só tenho 16 anos, talvez que goste de histórias muito fora da realidade, com acontecimentos rasos e sem muitas alterações, possa desfrutar como um passatempo bom pra prender a atenção por um tempo, só isso.


Tati.Furtado 13/09/2016minha estante
Procurando algumas resenhas pra um artigo acabei vendo a sua e gostaria de dizer que seu senso critico me ajudou muito a perceber alguns pontos relacionados ao livro,desde já agradeço.Mas também que o fato de não lido o livro todo tornou sua opinião limitada com relação aquilo que foi tratado no livro,concordo que Isabela não passa comportamentos maduros mas vejo o personagem como uma tipificação daquilo que realmente somos no intimo e tentamos enconder das pessoas com uma falsa maturidade,uma verdade que parece boba é transformadora que pra quem não a conhece .No mais agradeço e sugiro mais flexibilidade ao ler livros,algumas coisas precisam ser sentidas pra depois serem compreendidas.


pribt 14/01/2017minha estante
Resenha perfeita... tenho mais de 30 anos e achei mesmo muito fraquinho....


Gabi 22/01/2017minha estante
Tenho 22 e não consegui passar da página 20.


Angélica Arias 19/05/2017minha estante
Eu comecei pelo segundo (e não tive problemas por isso, pois a história não é uma sequencia), e não gostei. Depois comprei o primeiro e me forcei a ler pra poder terminar o segundo. Não é um bom livro, é mais pra se distrair mesmo. Levando em conta de que estava lendo 2 ÓTIMOS livros antes dele, foi até meio injusto ler ele logo em seguida hahaha. Ela é muito imatura e a forma como ela narra que as pessoas tratam ela, eu acho muito ridícula. Não é o tipo de livro que eu me apego e fico triste quando acaba, mas dá pra ler e se divertir um pouco. E tenho 22 anos.




Thais 08/07/2014

Um mimimi sem fim
Acho que como a maioria das pessoas que leram ou tem a intenção de ler esse livro sigo a Isabela no twitter e acompanho seu blog. De modo geral gosto dos texto dela. Sempre me passaram uma imagem e autoconfiança, uma mulher forte e com muito amor próprio, mas definitivamente não é essa Isabela que achamos nesse livro.
Talvez se você tem 15 anos ache esse livro um dos melhores do mundo, mas se for bem resolvida o suficiente as questões da personagem vão parecer rasas e superficiais. A isabela do livro muitas vezes se mostra insegura e tola. No começo do livro até achamos alguns conselhos realmente bons que se perdem numa historia fraca e contraditória.

Ao mesmo passo que Isabela fala que é uma pessoa que desapega fácil das coisas, ela conta historias de uma menina que sofre por tudo porque o ficante deu um bolo, porque o primo não presta, por o ex é um bacaca.
Custo a acreditar que a garota do livro tenha mesmo 22 anos, suas questões e sua postura são de uma adolescente em idade escolar. Muitas vezes me pareceu até uma garota mimada que não sabe em nada o que é desapego.
Os diálogos em sua maioria são forçados, assim como as história que a isabela conta como por exemplo a historia da amiga de infância Sara.
O único personagem que se salva sem duvida é o PEDRO.

Agora se você é uma menina que sonha em ser um princesa da disney, sonha viver um amor de comedia romântica e se intitula como "complicada e Perfeitinha" se joga nesse livro.
Juhgb 13/12/2014minha estante
Exatamente o que eu senti lendo esse livro, só comprei porque gosto de algumas frases dela no twitter, mas só. Muito clichê pro meu gosto. Gostei da resenha.


Dara 19/12/2014minha estante
Ótima resenha! Eu adorei o Pedro também! Achei a personagem muito mimada, ingênua, contraditória e confusa. Me desculpe, mas se eu - com meus 18 anos de idade - achei ela extremamente imatura, imagina alguém da idade dela! Inicialmente achei interessante o título e nunca tinha ouvido falar da autora. Entretanto após ter lido o livro todo (achei uma leitura bem fácil) concluí que o título é completamente contraditório com as atitudes da Isabela. Enfim, eu recomendo esse livro pra adolescentes que curtem ler Capricho e essas revistas teen.


Seny 03/09/2016minha estante
Como é bom saber que há pessoas no mundo que concordam comigo. Ótima resenha. Disse tudo o que eu penso.




Nara 29/12/2014

Entenda: Bestseller não é sinônimo de qualidade literária.
Comprei o livro pois estava muito bem comentado nos blogs literários e por que o tema me interessava atualmente. Mas, no geral, foi decepcionante.
A autora tem 22 anos, mas causa vergonha alheia ao se comportar e a falar como se tivesse 13. Se o intuito era contemplar esse público, ela deveria ter escrito uma personagem com a idade adequada. Não funciona como autoajuda, pois os argumentos são bagunçados, se contradizem e rasos. Algumas frases interessantes saem aqui e ali, apenas. Não funciona como estória, pois também está bagunçada e a protagonista também se contradiz o tempo todo e é insuportalmente chata: passa parágrafos se descrevendo, acha um charme ser mandona, volúvel, dramática ao extremo e é super mimada, e ah! como me cansou esse ideal de princesa da Disney. A menina também tem 22 anos e chama os caras de "garotos", chora por cada vento mais forte que passa, está há anos na faculdade e não grava o nome de um professor (não vejo motivo pra orgulho nisso), não tem ideia da carreira que está construindo e trata a faculdade como um aluno de ensino médio trata a escola. Algumas coisas são fora da realidade como a área de fumantes numa festa de escola. Ela teve ao longo da estória pelo menos três amigos de infância que em cada capítulo era considerado o mais marcante. Enfim, eu passaria dias descrevendo coisas que me irritaram e me fizeram ter vergonha alheia nesse texto. Falta coerência também. Dou duas estrelas pelo belo trabalho de diagramação da Intríseca e por algumas passagens motivacionais interessante. Estou colocando ele disponível para trocas.
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Pam 12/12/2014

O título funciona como aviso pro livro.
Não sei nem como começar.
Eu segui o blog da Isabela durante algum tempo, mas o foco era muito só em relacionamentos e acabei dando unfollow. Vi a moça metida em alguns barracos pela internet e peguei uma certa implicância. Entrei mais algumas vezes no blog e continuei achando bem chatinho. Quando descobri que ela lançaria o livro, achei que seria um livro com dicas de relacionamentos para as mocinhas.

Antes fosse. Sentei outro dia na livraria, enquanto esperava um amigo, e resolvi conhecer o livro pra poder falar com propriedade. Abri numa página qualquer (um pouco antes da parte que ela encontra o primo, mais precisamente) livre de preconceito naquele momento. De verdade, tinha resolvido dar uma chance se o livro fosse bom. Me arrependi.

A parte da história é cheia de clichês utilizados provavelmente pra emocionar mocinhas e causar óbvia identificação, porque a cada parágrafo, eu só pensava "QUEM NUNCA?", os conselhos generalizam todas as pessoas e a "personagem" (eu espero que ela não seja assim de verdade) é extremamente birrenta e imatura pra alguém da idade dela. Não, idade não é parâmetro de maturidade, mas você imagina que uma pessoa quase formada na faculdade e com vários relacionamentos e experiências na vida não vá se comportar como uma mocinha de 15 anos inexperiente.

E o que dizer sobre os momentos NADA A VER em que ela começa com os conselhos ~auto ajuda~, como refletindo sobre amor próprio e confiança no meio de uma balada, ofuscando os acontecimentos do momento? Gente? Quem faz isso?

Supostamente, é narrada uma jornada de amadurecimento, que ocorre DO NADA, e deixa um gancho pra continuação (que vai rolar e eu espero que seja melhor) onde ela certamente terá um romance com o amigo dela. Mais clichê.

Teria sido melhor, na minha opinião, ou escrever um livro SÓ de auto ajuda, ou só de romance. Misturar os dois não foi uma boa ideia e eu ainda não sei PORQUE a Intrínseca publicou esse livro.

Duas estrelas, uma porque não tem erros gramaticais e outra porque eu sei que ela é iniciante.
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Ady 13/08/2014

Síndrome de Blair Waldorf
Sempre acompanhei os textos da Isabela no blog, alguns são muito bons, mas a maioria são tão fúteis que nem consigo terminar a leitura, e o mesmo aconteceu com esse livro.
Algumas reflexões são realmente válidas, mas em grande parte, o livro fracassa em seu principal objetivo, ao invés de uma personagem forte e determinada, encontramos uma personagem superficial e mimada, por exemplo.
Achei os diálogos forçados e o final péssimo. Quem tem 12, 13 anos, vai adorar o livro, mas pra mim, com 19, achei um pouco inútil, mas a leitura é válida para passar o tempo.
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Nati 17/12/2014

Não se apegar.
Achei o livro fraco, clichê, e até me arrisco dizer que é um pouco machista. A autora (que tambem é a personagem) muitas vezes age como uma adolescente, e supõe que as outras mulheres ajam assim como ela. Senti que ela julga as mulheres que não se identificam com essa historia de "um amor apenas", no seu puritanismo e moralismo sem fim. Desapegar não é se soltar do que nos faz mal? Pois é, tem muita mulher que se sente bem transando na primeira noite, ou tendo vários casos por ai. E nesse caso, meu bem, é praticar desapego da mesma forma. O tema eh banal, e a autora eh clichê. No entanto, muitas partes do livro me tocou e até mesmo me identifiquei. Dou duas estrelas, por ela ser iniciante, e por ter sido até que bem escrito.
Bia 18/01/2015minha estante
Sim,sim. Ela é um pouco machista,sim.




camiss 14/11/2014

Socorro! Que livro fraco!
Comecei a ler Não Se Apega, Não e no começo achei até divertido, achei também que aquele mimimi todo seria apenas uma introdução para um desenvolvimento maduro e concreto de uma história.
Minhas expectativas foram caindo, assim como minha paciência com esse livro! Enredo mais fraco impossível.
Eu, como grande maioria de quem leu, comecei a ler o livro com uma ideia de Isabela que foi completamente errada, pela sinopse, pelo blog que ela escreve, estava esperando uma personagem completamente segura de si, madura, autossuficiente e fiquei completamente frustrada ao me deparar com uma Isabela completamente mesquinha, imatura, com cérebro de adolescente de 13 anos. O livro inteiro gira em torno de "rolinhos" superficiais que ela teve e que não deram certo porque, na maioria deles, ela foi completamente criança e chegou até mesmo a esperar um conto de fadas de uma simples ficada numa balada.
Fui ficando cada vez mais irritada e cansada da personagem ao longo do livro, Isabela perde muito tempo se descrevendo como uma deusa e também contando histórias "reais" que não têm a mínima chance de ter realmente acontecido. Como a história que sua melhor amiga termina a amizade com ela por causa de um namoro de uma maneira muito mesquinha.
Abandonei no livro no final, não pude aguentar um minuto a mais de Isabela e fica aí a minha dica para quem pretende ler esse livro: Se você está esperando algum tipo de autoajuda ou enredo inteligente com um desenrolar bacana, NÃO LEIA!
Agora, se você é uma pessoa com menos de 15 anos que acredita em contos de fada e vive no seu mundo perfeito onde "os seus relacionamentos só não dão certo por causa que o cara é um babaca, porque você é demais e não tem culpa alguma", recomendo a você esse livro!
"Ideias fracas, personagem sonsa", se eu fosse editar este livro, esse seria o subtítulo.
Bia 21/06/2015minha estante
Duas estrelas? Você é bem caridosa!




Aline 16/08/2015

Não me convenceu, não
Janela Literária apresenta a resenha de "Não se apega, não" da blogueira Isabela Freitas:

Er.... não sou muito fã de livros de auto-ajuda, aliás eu não tenho quase nenhum livro de auto-ajuda nessa vida (apesar de seguir os conselhos de alguns profissionais de vez em quando), porém, esse livro despertou minha atenção primeiro pelo título chamativo e segundo pela belíssima edição envolvida com muitas cores e um design espetacular (parabéns ao designer, de verdade).

Eu não sabia que a autora era blogueira e muito menos que ela era tão nova, só fui descobrir ao ver a foto da mesma na orelha da última página do livro, não que isso seja um fator importante.....ou talvez seja, enfim basicamente ele apresenta pra gente a história da Isabela que acaba de terminar um relacionamento. A premissa é muito básica: Isabela conta suas peripécias românticas, ao mesmo tempo que oferece conselhos preciosos que surgem da sua cabeça. É um misto de ficção (ou "ficação" rs) com auto-ajuda.

Fico com muito medo de fazer a resenha de um livro desses sem julgar a vida pessoal da autora já que ela se transformou no próprio personagem do livro. Quero tomar cuidado para não tentar ser muito cruel nas minhas colocações e até injusta com o estilo de vida dos mais favorecidos da sociedade (lê-se classe média), mas apesar de achar que a Isabela tem boas intenções, me pergunto se devo recrimina-la por ser piegas e fútil ou exalta-la por ser ela mesma e realista ao extremo, afinal a quantidade de garotas que são como ela não está no gibi, ao mesmo tempo, que não representa a esmagadora maioria. Isabela me pareceu pouco vivida e completamente fora dos padrões da maior parte da sociedade, ou seja, ela me parece ser da nata, a classe média alta que dá conselhos diferentes do que a maioria necessita.

O problema é que fazer a crítica de um livro é julgar o formato da narrativa e também o enredo e neste caso, a Isabela faz parte do mesmo. Não vou negar que muitos dos conselhos ditados pela Isabela são realmente bons e podemos dizer, até mesmo óbvios. Sei que ás vezes mesmo tudo sendo óbvio, só funciona se repetirmos ou estamparmos em algum papel, porém, a narrativa é demasiada simplória e creio que uma garota de 15 anos poderia ter essa mesma escrita. Certamente a autora quis ser ela mesma e ser sincera, o que podemos dar algum crédito, mas não elimina a pobreza de estrutura literária da obra.

Permitindo-me ser ousada agora e largando meu papel imparcial, preciso ressaltar que achei alguns absurdos neste livro inimagináveis que na minha cabeça, somente pessoas que têm tudo e são extremamente "bem de vida" conseguem enxergar a vida de forma tão pequena e fútil como li nessa narrativa (ok, sem generalizar, nem todos os "bem de vida" são fúteis"). Basicamente para resumir o que acabei de falar: a personagem ensina o desapego mas me parece insegura e recalcada em alguns momentos, senti ela ciumenta exageradamente e fiquei chocada com algumas passagens, como por exemplo, quando ela se revolta porque seu melhor amigo não estava mais na cola dela, afinal, o coitado estava namorando mas mesmo assim, ela deveria merecer atenção igual de quando ele estava solteiro.

Mas apesar de toda narrativa simples e piegas, me surpreendi com uma passagem que contava a história de uma amiga da Isabela, achei por incrível que pareça, simples mas bonita. O problema é que isso não convence muito, pois, você já está vacinado pela futilidade da protagonista e só acaba te convencendo de que ela contou essa história para te comover.

Essa resenha foi muito difícil de fazer, tive que tomar cuidado com minhas palavras mas infelizmente é realmente um livro extremamente comercial. Infelizmente fico triste em ver como a visão de muitos sobre o amor e sobre a vida é tão pequena e tão robotizada, além de simplória e infantil.

site: https://www.facebook.com/janela.literaria.8
Sergio Carmach 24/08/2015minha estante
Ótima resenha! Infelizmente, a "literatura" comercial costuma navegar em águas rasas. Clichês, falta de ousadia, simploriedade e imaturidade são marcas clássicas dos autores que enchem o mercado com esse tipo de livro, pobre e ruim. Mas o povo compra...


Aline 27/08/2015minha estante
Pois é Sérgio, o povo compra e a mente empobrece....




Carla 06/08/2014

Deixou a desejar..
Pensei que houvesse uma história, um enredo com personagens fictícios...mas na verdade é uma autobiografia.

Leitura adolescente, com momentos e questionamentos adolescentes..

Tudo bem, tem certas passagens que ri, lembrando de situações semelhantes.

Beira a autoajuda, sim, um ser humano deve se amar primeiro para depois ser amada, deve-se estar bem consigo mesma, e é possível viver solteira e feliz.
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Veronica Mendes 26/08/2014

Fraco. Totalmente previsível.
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manubarbs 15/09/2015

Não compra, não
Apesar de não ser de se jogar fora, se você estiver procurando algo mais consistente, não recomendo. A sensação de estar lendo uma revista Capricho ensinando a como superar o namoradinho da escola fica presente em todo o livro. Histórias fracas e não provocam catarse. Claro que há bons conselhos dados durante a leitura, porém, acho que se encaixaria melhora na área de literatura infanto-juvenil.
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Nathália Soares 15/07/2014

Resenha Desapega
A cor da capa foi o que mais chamou minha atenção (e claro, a Sinopse) e aposto que a de muitos outros leitores também. Depois de pesquisar sobre, descobri que este livro estava sendo bem avaliado e saía de estoque com frequência, então precisei comprar um exemplar para colocar na minha estante.

Adorei a forma como a autora desenvolve a história. Me identifiquei muito com ela, pois apesar de ter 23 anos, parece uma garota de 18 anos com confusos e loucos pensamentos. Tão dramática quanto uma jovem dessa idade pode ser. Parecia até que eu estava lendo um diário, me tornando mais próxima da personagem a cada página que lia.

No início, Isabela conta sobre o término com o namorado Gustavo e ao decorrer do livro, outras histórias vão sendo narradas, como: a balada sertaneja, o reencontro com o primo, saídas com um vizinho e conversas com os amigos Amanda e Pedro. Uma mistura de comédia e drama, o "Filme da Isabela" (expressão citada no livro) poderia até virar realidade, porque se virasse... eu com certeza, assistiria.

Recomendo o livro para todos aqueles que querem se desapegar de algo ou alguém. Além de perceber que não estamos sozinhos, temos a inspiração para começar a remover da nossa vida toda e qualquer coisa que nos atrase, reprima e torne nosso coração pesado, então desapegue!





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Jessica 27/10/2014

Malhação 2.
Como esse livro estava recebendo criticas tao boas resolvi compra-lo para experimentar por mim mesma. Eu achei fraco, mamão com açúcar, sessão da tarde, malhação. Eu acho que a Isabela teve uma ideia muito boa na hora de fazer esse livro, tem muitas 'lições' que ela passa que acho que vão ajudar muitas meninas, mas é só isso. O livro em si é para menininhas, eu com 17 anos me considero jovem e eu achei o livro e a personagem ou autora (não sei) muito infantil. Eu fiquei surpresa quando descobri que ela tinha 22 anos. Há vários furos no livro, e eu achei a personagem irritante, parecia uma adolescente de 13 anos daquelas que leem capricho e fazem teste pra ver se beijam bem. Ei, nada contra eu já fui uma dessas pseudo-adolescentes, porém passei dessa fase e esperava mais de um livro que se dizia 'perfeito para jovens'. Não é perfeito. Por ser o primeiro livro dela até dou um desconto, eu gostei de varias partes. o negocio do desapego eh da hora e EI, eu também sou sagitariana, nascida um dia após nossa queria autora. Realmente sagitarianas gostam de aventura, de falar mais que a boca, são MUITO sinceras e blá blá blá. Mas eu acho que a personagem tem algum transtorno de personalidade, primeiro ela diz que tem amor próprio, mas em todos os momentos do livro ela precisa se auto afirmar falando sobre o cabelo loiro e escorrido, sobre como era branca e até é chamada de branquela.. Bem contraditório com o que ela quer passar com o livro. Mas talvez eu esteja apenas sendo critica demais. Não sei, o livro não me agradou e não me encantou, achei fraco e imaturo, mas se eu tivesse 13 anos eu iria amar, então amantes de malhação podem ir fundo, essa é a sua praia. Pessoas maiores de 16 anos, acho que vocês terão a mesma opinião que eu. 3 estrelas generosas.
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Tayná Coelho 28/07/2014

Muito bafafá pra pouco conteúdo
Nunca fui o tipo de pessoa que lê livros de autoajuda. Sei lá, nunca acreditei muito que as pessoas funcionam do mesmo jeito, que o que serve para um, vai servir para o outro. Mesmo assim resolvi ler esse livro, muito por conta do tanto de atenção que ele vinha recebendo, tanto na mídia quanto na internet. Eu devia ter permanecido quietinha no meu canto.

Não é que o livro seja de todo ruim, mas um livro de autoajuda, misturado com uma ficção bobinha que gira em torno de uma personagem fraca homônima à autora, mas que não é exatamente ela. A sensação que fiquei dessa escolha de colocar o nome do personagem, as características físicas e a idade iguais a da autora foi que ela quis contar uma história dela, mas tendo como fugir se alguém questionasse algum elemento descrito no texto. Sei lá, meio estranho

"É como se sentisse que essa pessoa não tem intelecto suficiente para conversar comigo."

O livro conta a história de uma garota, Isabela, que aos vinte e dois anos termina seu namoro de dois anos com um cara canalha que a tratava como lixo. A história vai e vem na linha do tempo da vida de Isabela, mostrando os relacionamentos anteriores, a forma como conheceu os amigos e como ela está lidando com o término. Paralelamente, a autora vai desenvolvendo a Teoria do Desapego. O livro me incomodou bastante por três motivos: o primeiro é que ela se propôs a escrever sobre desapego e isso não passou de um pequeno plano de fundo para a segunda coisa que me incomodou a história é boba demais, e a terceira coisa que me incomodou foi o excesso de autopromoção. Antes da página cinquenta ela já havia se descrito fisicamente umas cinco vezes, fora as frases como a citada aí em cima.

Mas nem tudo é terrível no livro (senão ele não teria ganho três estrelas). A autora tem algumas boas frases de autoajuda e, talvez, se ela tivesse ido apenas por esse caminho, tivesse dado mais certo. O problema todo é que ela vinha com uma teoria super forte, pra cima e aí a historinha que ela contava pra exemplificar nos mostrava o quão fraca e boba era a personagem principal.

"Nós devemos ter mais autoconfiança, isso é um dos requisitos básicos para o sucesso em um relacionamento."

Penso também que, talvez, se ela tivesse focado só na história também não teria sido tão desastroso. Ela não estaria se contradizendo e poderia dar um final melhor para a personagem, sem comprometer a parte de autoajuda do livro. Acho que deu pra notar, pelos comentários, que o erro foi misturar tudo.

O trabalho gráfico e a diagramação estão impecáveis, de verdade. O livro está visualmente lindo e isso é ponto pra Intrínseca, que sempre capricha nos livros.

Infos, fotos e links:

site: http://olhandoporai.com/2014/07/28/resenha-nao-se-apega-nao-isabela-freitas/
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priscila.carelli.58 06/03/2016

A história não cola
Comprei esse livro no ano passado, por indicação de uma amiga. De cara pensei que fosse sobre desapego no sentido geral da coisa e não um massante sem fim sobre relacionamentos e uma protagonista que só sabe ver o lado ruim da vida. Gente, que protagonista mais chata, hein? Comecei a ler ano passado e abandonei lá pela página 50, fui até guerreira. Esse ano só encarei de novo porque estou num propósito de ler os livros não lidos da estante (o bolso agradece!!!) e, vou te contar, foi 'brabo'. Não sou o tipo de pessoa que faz resenha de coisas que não gosto, dou a nota e procuro não trazer mais coisas ruins pro mundo. O porém é que me senti enganada, pensando porque, céus, ninguém me avisou que era ruim de doer. A história não cola, a escrita é bem primitiva, apesar de ser sobre alguém nos seus 20 e poucos, me senti com 12, no coleginho com minhas amiguinhas. Tenho certeza que uma adolescente apreciaria muito mais essa leitura do que eu. No fim, podemos salvar apenas algumas 'frases feitas'. Mas uma coisa tem de ser dita, a diagramação é linda e impecável.
Mirna 01/05/2016minha estante
Eu deveria ter lido sua resenha antes de comprar esse livro!! Tô me sentindo do jeitinho que vc descreveu... Voltando aos 12 anos... Tô na página 108 mas tá difícil continuar... :(




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