Cartas de Amor aos Mortos

Cartas de Amor aos Mortos Ava Dellaira




Resenhas - Cartas de Amor Aos Mortos


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Luana Amorim 04/09/2014

Cartas da "morta" aos mortos.
Querido famoso(a),

Você é tão legal, eu queria ser mais como você mas não posso porque estou muito triste afinal minha irmã May morreu, mesmo assim não vou te dizer por quê. Hoje eu vi Sky na escola, ele olhou pra mim e me senti como se estivesse no céu, entendeu? Eu fiz duas amigas na escola: Hannah e Natalie. Nossa amizade se baseia em beber, fumar e ver elas duas se beijando enquanto finjo que não vi. Meu pai está cada vez mais distante, quase não falo com minha mãe que me abandonou. E minha tia é demasiadamente religiosa.

Beijos, Laurel.

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Querido leitor(a),

Laurel é uma adolescente de uns 15 anos que após perder sua irmã May que morreu de sei-lá-o-quê, resolve mudar de escola para evitar os olhares de pena e perguntas que não saberá responder. Para se encaixar na nova escola, Laurel tenta desesperadamente ser como a irmã, vestindo as mesmas roupas e escutando as mesmas músicas. Com isso consegue fazer amizade de duas garotas: Hannah e Natalie (ambas se gostam mas não admitem). E se apaixonando (superficialmente) por um garoto: Sky, o menino mais misterioso/legal/interessante da escola que usa jaqueta de couro mesmo que o verão não tenha terminado.

Ao passar das páginas Laurel fala mais sobre sua irmã May, mesmo nunca dizendo o motivo da morte podemos captar que ela se sente um pouco culpada. Também fala sobre:

- Sky
- Suas amigas lésbicas
- Sua família: mãe, pai e tia.
- Ela mesma se aventurando/bebendo/fumando ou saindo de casa quando seu pai está dormindo.

Cartas de amor aos mortos foi um dos piores livros que li nesse ano e não recomendaria. Laurel é a personagem mais sem personalidade/caráter que já vi, se apaixona rápido de mais, faz tudo que os outros querem, ás vezes penso que ela é que está morta. Eu esperava mais desse livro já que as pessoas têm falado tanto dele e até o comparado com As vantagens de ser invísivel, se quisesse ler 344 páginas de puro drama adolescente, eu teria entrado no tumblr.

Se você gosta de personagens passivos como Luce Price (Fallen) ou Bella (Crepúsculo), esse vai ser seu novo livro favorito. Não consegui sentir nenhuma empatia pela personagem ou ver seu sofrimento, é só o tempo inteiro a protagonista falando de como sua irmã é legal porém nunca diz que a ama.

Beijos, Luana.
Sheylla 09/09/2014minha estante
Falou tudo. Julguei um livro pela capa e me decepcionei.
Não aguentava mais essa obsessão pela irmã morta. A Laurel coloca a May num pedestal e esquece de viver a própria vida.

Livro chato.


Kauane 09/10/2014minha estante
Não cheguei a classificar "Cartas de amor aos mortos" como ruim. Pois achei que tem seus momentos belos. E mesmo nas partes mais passivas não foi inteiramente mau. Contudo, concordo com você. A enrolação em torno da morte de May é extremamente maçante. Fiquei o tempo todo esperando quando ia ter mais da Lauren. Também esperava mais do Sky e até mesmo alguma coisa, um destino, uma esperança para a mãe dele.
Li "As vantagens de ser invisível" recentemente, e, talvez, isso tenha contribuído para que eu não gostasse tanto desse livro.
Me surpreendi com a citação de Stephen Chbosky na capa, pois achei "Cartas de amor aos mortos" uma versão do que ele escreveu.
- Lauren é uma adolescente com problemas emocionais e solitária na escola, Charlie também.
- Lauren faz novas amizades, tem contato com bebidas e drogas e descobre a homossexualidade de uma de suas amigas (ao passo que a parceira sente vergonha de assumir) , assim como acontece com Charlie.
- Charlie fala sobre os livros e autores que gosta e associa músicas com os momentos que está vivendo. Lauren cita poemas e conta a trilha sonora para os seus momentos.
- Charlie e Lauren tem problemas familiares. A diferença - uma das poucas - é que a família de um é unida e carinhosa enquanto a outra é distante.
- Ambos sofreram abuso sexual.
Até a narração foi conduzida de forma semelhante. A diferença é que Stphen fez isso, ao meu ver, de forma muito melhor e com personagens extremamente cativantes, tornando impossível não comparar as obras e coloca-lo muito acima.


Clara.Fernandes 07/06/2018minha estante
Relativo, porque o começo é extremamente massante e tem picos e ganchos. Você realmente precisa terminar para entender cada gancho.
O início dele é aquela coisa que você questiona tudo, o porquê da obsessão dela com a irmã, o porque dela se apaixonar rápido, e o porquê existe um ciclo repetitivo. Então com o passar do livro, você observa que existem algumas patologias nela, coisas que dão um ciclo de abuso, e por isso a o hábito de também se abrir com a pessoa mas não por completo, existe uma resistência da personagem com o seu namorado e daí você começa a associar. O maior erro da autora, não foi coloca-la como Bella, e sim ter adiado bastante o plot twist e não contado muito do gancho da história da irmã. Fora isso, o livro tenta abordar muitos temas, que poderiam ter sidos trabalhados de uma maneira mais completa e não jogado como foi. As histórias são histórias que podem ser semelhantes a da vida real, só que faltou pesquisa, faltou desenvolvimento... Mas deixo claro que os temas são atuais e merecem ser trabalhados corretamente e com responsabilidade.
Poderia ter sido 100% mas fiquei feliz com a tentativa da autora.


Ricardo.Bristott 22/04/2019minha estante
Eu meio que concordo e discordo com você. Ainda não terminei de ler o livro, mas sempre me sinto incomodada com com a Laurel pelo fato de ela ser tão sem personalidade. Existem vários momentos bons no livro (até a parte que eu li) mas a maioria deles sem meio que estragados pela personalidade (no caso sem) da Laurel, além que o que me dá mais raiva do livro é essa paixonite idiota entre o Sky e a Laurel. Eu sei que adolescentes se apaixonam rápido, mas eles literalmente não tem um momento realmente romântico. A confissão deles, que era para ser algo que você ficasse animado e feliz foi algo completamente morta, sem emoção. Foi literalmente. " Ah, eu te amo" "Nossa, eu também, bora se beijar?". Eu não diria que o livro é necessariamente ruim, mas é um livro muito "morto" na minha opinião.




Kennia Santos | @LendoDePijamas 07/08/2016

Cartas de sono aos chatos
Laurel é uma adolescente que se transferiu pra uma escola nova. Mas não uma adolescente comum. Depois do grande trauma que passou com May, sua irmã mais nova, ela resolve mudar de escola pra evitar a repercussão dos fatos. Na nova escola, aos poucos, ela faz amizade com Natalie e Hannah, duas adolescentes desencanadas que adoram viver plenamente.
Claro, que também há o garoto, Sky. Totalmente misterioso, ele parece carregar um passado cheio de segredos, assim como Laurel. E, quando parece que o "nós" deles irá engatar, vem algo e se quebra, impedindo-os de seguir em frente com o que quer que seja.
Simultaneamente, Laurel recebe de sua professora uma tarefa peculiar de sua professora, onde ela deve escrever uma carta destinada a alguém já morto. Confusa, saturada e carregada de pesar, ela vê nessa tarefa uma forma de se comunicar com seus astros -Kurt Cobain, Amy Winehouse, Janis Joplin... e expor o tamanho peso e culpa dentro de si, desde aquele dia. Desde May.

-

Desculpa, mas pra MIM, não rolou.
O livro todo é transcorrido em cartas, ok. O meu primeiro pensamento é que seria legalzinho como "Simplesmente acontece" que é discorrido em qualquer veículo de informação, como cartas, e-mails, mensagens... mas não é não. NÃO É MESMO.
Primeiro: Laurel é chata. Em momento algum tive realmente aquele momento personagem-leitor onde eu deveria sofrer com ela, sentir aquela sintonia, qualquer coisa.
Segundo: Não é feita uma abordagem dos personagens. Simplesmente são jogadas características evazivas sobre eles. Não são inseridos na história de forma justa. São jogados.
Terceiro: O casal é um saco. Cenas chatas, entediantes. Tudo fica subentendido, mas não de uma forma que te deixa curioso pra saber, mas de uma forma passiva. Em momento algum ansiei pelas cenas deles, não houve apoio mútuo, só duas pessoas que não tinham noção dos problemas um do outro, e ao invés de pelo menos TENTAR resolver isso, só iam e vinham, iam e vinham.
Quarto: A escrita da Ava não me passou qualificação para retratar o assunto do livro. Não tô aqui pra me gabar da quantidade de livros que leio, mas esse livro deveria ser drama. E, quem me conhece, sabe de que DRAMA EU ENTENDO. Não é uma escrita ruim. Tem potencial. Ela só não soube ser profunda, me fazer sofrer e abraçar a história em âmbito geral.
A história em si não é de todo mal. Só que faltou o aproveitamento de elementos-chave que, se propriamente desenvolvidos, dariam uma outra visão.
Pode-se comparar a forma de escrever com a Jennifer Niven, autora de "Por lugares incríveis", mas vale ressaltar que a Jennifer SABE dramatizar e fazer o leitor sofrer. Digo por experiência própria, terminei Por lugares incríveis com grossas lágrimas nos olhos.

Ao meu ver, pra ser melhor, a autora deveria:
1- Alternar os tempos entre passado e presente; pois existem personagens que, às vezes, só conseguem fazer sentido quando exposto o que eles tem na mente e suas verdadeiras motivações e intenções. (May)
2- Ser narrada sob três pontos de vista diferentes: Laurel, May (motivo citado acima) e o Sky, que teve aparições repentinas, e quando é revelado o que aconteceu com ele, fica totalmente superficial, sem sentido. É como se fosse acrescentado por falta do que colocar.

Digo isso porque terminei o livro me arrastando de sono, achando a May uma VACA, a Laurel uma CHATA, e o Sky.... ah, não sei bem.
Sei que, com certeza a intenção da Ava não foi passar isso para os leitores, mas, digo e repito: pra mim não rolou.
Jéss 13/09/2016minha estante
Já é a segunda pessoa que vejo que não gostou... Decepcionei e desanimei... :(


Kennia Santos | @LendoDePijamas 13/09/2016minha estante
Pode ser que você curta, mas comigo não rolou.. Acho que depende muito da ocasião que você está vivendo pra gostar ou não desse livro


Jéss 13/09/2016minha estante
Mas com tanta gente falando que deu certo... Eu desanimo... Bom, quem sabe maisbpra frente eu tento ;)


... 07/12/2016minha estante
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Poli 09/09/2015

Eu queria muito ter gostado desse livro, tendo em vista que me falaram tão bem dele. NÃO GOSTEI! Nem um pouquinho de nada, não consegui ver nada bom que remetesse a uma boa história a ser contada. É bem escrito, não me leve a mal, porém não consegui me prender a história em nenhum momento, muito massante. Gostei muito dos personagens, mas achei que a autora não fez justiça a eles. Talvez eu não tivesse no momento ideal para fazer essa leitura, não sei. mas É isso!
Camila Márcia 09/09/2015minha estante
Puxa, Poly, que pena... mas isso acontece mesmo... E eu que gostei um tantão desse livro... triste por vc não ter gostado. Vai ver não era o tempo certo.


Poli 09/09/2015minha estante
Num é, queria ter gostado! achei muito chato, quase não termino. O final tb não me agradou! Preciso de um livro muito bom, urgente!


Camila Márcia 09/09/2015minha estante
wowwwwwwww.... tadinha


Lys Coimbra 04/10/2015minha estante
Sobre "preciso de um livro muito bom":
- O pântano das borboletas;
- O O harém de Kadafi
- A elegância do ouriço
- O escafandro e a borboleta
...




Cecy 23/01/2018

Ri e chorei!
Encontramos aqui a história de Laurel, uma garota tímida que está começando o primeiro ano letivo do ensino médio em uma escola longe de casa, pois, não queria estudar onde sua irmã estudava. A irmã dela, May, falecera há poucos meses, e Laurel não estava bem. A mãe em uma crise de desespero abandonou a filha com o pai – eles já eram separados há alguns anos – e foi para a Califórnia, deixando a menina com seus medos e frustrações para trás. Laurel então, morava uma semana na casa do pai, e uma semana na casa da tia. Após duas semanas sozinha na escola, ela resolveu se arriscar a falar com Natalie e Hannah, duas meninas que estavam sempre juntas e que pareciam ser muito legais. Ao se envolver com elas, Laurel finalmente foi se dando a chance de viver e conhecer mais sobre elas. Fizeram amizade com um casal do último ano, Kristen e Tristan, que mostraram a ela que ela poderia ser amada. Nesse meio tempo, ela escrevia cartas para pessoas mortas que ela admirava. Na verdade, foi a tarefa que a professora de inglês passou no primeiro dia de aula, mas, ela nunca entregou. Passamos a conhecer mais sobre cada personalidade para quem ela escreve e também saber mais sobre Laurel e May. A garota escreve cartas para River Phoenix, Amy Winehouse, Judy Garland, Janis Joplin, Jim Morrison, Heath Ledger, Amelia Eckhart (confesso que foram as que mais gostei) e o cara para quem ela mais escreve, Kurt Cobain.
Laurel então descobre-se mais frágil que nunca, comete alguns erros graves e sofre as consequências desses erros, mas, o que vemos mais é uma menina desesperada para ter alguém que a proteja, pois, sua tia é uma fanática religiosa e não conversa com ela da maneira como deveria, sua mãe está longe e as conversas se resumem a respostas monossilábicas da filha e seu pai, tenta ser um bom e presente pai, mas, ainda está muito triste. Em cada carta que Laurel escreve, ela mostra a culpa que sente pela morte da irmã e em como ela poderia ter evitado – ou ao menos ela achava que se se mantivesse calada, teria evitado.

Durante as páginas, vemos que a dor de Laurel não se resume apenas à perda da irmã, mas, ela tinha traumas profundos, cicatrizes que a impediam de ser feliz, coisas graves, situações muito complicadas e traumáticas, que só quem já passou pela mesma coisa sabe dizer como é. Infelizmente devido a sua timidez, a menina se calou, causando essas cicatrizes profundas, que aos poucos, ela foi tentando curar sozinha. E assim, temos a certeza que cada pessoa morta não foi escolhida aleatoriamente, mas, de alguma forma, ela se identificava com alguma situação pela qual a pessoa passou.
Para mim, foi um livro ao mesmo tempo duro de ler e arrebatador, é lindo ver como Laurel é empática, como se desligava de seus problemas para ajudar seus amigos, como sofria ao ver que não podia confiar na mãe, como não conseguia se expressar para seus amigos e namorado, e como ela ansiava mais que tudo, se libertar. Gostei muito mesmo, achei que encontraria uma coisa, e me vi em um enredo super diferente e carismático.

site: http://mundoliterariodacecy.blogspot.com.br/2018/01/resenha-70-cartas-de-amor-aos-mortos.html
Paraíso dos Livros 04/03/2018minha estante
Indicaria para mim? Tenho esse livro a um ano e ainda não li.


Cecy 16/04/2018minha estante
Super indico, K! É muito bom, tem uma lição de vida forte e um drama real por trás dele, eu amei!


Paraíso dos Livros 17/04/2018minha estante
Interessante, fiquei curiosa. Deu até vontade de ler.


Cecy 17/04/2018minha estante
Vai fundo, garota!




Jessica.Luck 25/05/2017

Que Decepção!!!
Gente esse livro na minha opinião foi perca de tempo ter lido. No começo até curti um pouco tava até me simpatizando com a Laurel mais com o passar das paginas fui me irritando, ela se culpa demais pela morte da Irma não desabafa com as amigas, se fecha demais no mundinho dela. Chora o tempo todo. MEU DEUS QUE LIVRO MAIS SEM GRAÇA. Não aconteceu nada demais no livro pra mim um livro tem que ter emoção e nesse sinceramente não teve emoção nenhuma. E eu toda esperançosa, pq achei a sinopse legal e a capa maravilhosa, mais por dentro SEM CONTEÚDO.
Maria 25/05/2017minha estante
Não tem conteúdo? Tem gente que se fecha SIM e tem dificuldade de contar o que está sentindo. Ela passou por muita coisa. Tem que ter que tipo de emoção??


Bia Sants 15/07/2017minha estante
Entendo o seu ponto de vista, pra mim foi dinheiro jogado fora. O livro é todo engessado, a autora no finalzinho coloca um assunto sério para o tratar como nada. Mas vou ler mais uma vez pra ver se mudo a minha opinião.


Biblioteca Mágica 19/08/2017minha estante
Eu perdi minha mãe há seis anos, e eu tinha crises de choro todos os dias, e ainda tenho, e sempre vou ter.
Perder alguém é como se arrancassem sua alma. Tudo o que você viveu com aquela pessoa, parece ter sido apenas um sonho com o passar dos anos.
Infelizmente ela é muito repetitiva em se tratando da culpa. Mas, em partes eu entendo perfeitamente o luto que ela está passando.
Sem mãe, sem a irmã e sem o Sky.
O livro realmente é triste, e muita gente, assim como o Sky tem coragem de abandonar alguém nessa fase difícil. Meus amigos e amigas e alguns familiares foram exemplo disso.
Voce tem que se curar sozinha.
( ainda estou lendo)




Priscila 20/03/2015

Um livro Fofo e muito intenso
Sabe aquele livro que te deixa pensando na vida, em tudo que te aflige e em como nós lidamos com o que acontece conosco, pois este é CARTA DE AMOR AOS MORTOS. Um livro fofo, sutil e muito bem escrito (em alguns momentos até lagrimas).
Lauren é uma menina que acabou de entrar no ensino médio. Ela quer se distanciar do passado que viveu após perder a irmã, ainda lidar com a separação dos pais e o afastamento da mãe para outra cidade e suas culpas e mágoas.
Lauren recebe da professora de inglês a tarefa de escrever uma carta a alguém que já morreu e para a tarefa ela começa a escrever para personalidades que gostava. Kurt Cobain e Amy Winehouse (Como as musicas e os estilos influenciavam as meninas), River Phoenix, Janis Joplin entre outros mais e sempre contando tudo o que sente e o que se passa com ela neste novo ano.
Ela conhece duas amigas Natalie e Hannah, personagens que tratam de um assunto hoje em dia mais aberto mas mesmo assim ainda um tabu, o homossexualismo na adolescência.
Se encanta com Sky, um menino do ultimo ano, misterioso que ela vê como que se precisasse de luz e que tenta com todas as forças se livrar das marcas do passado e viver com ele. Assim como Lauren.
Conhece tambem Tristan e Kristen, que estão no seu ultimo ano da escola e a "adotam" , a compreendem e ensinam muitas coisas a ela.

Ela vive uma semana com o pai, arrasado e despedaçado pela separação repentina, o abandono da mulher e a morte da primogênita e outra semana com sua tia Amy, uma mulher religiosa que tenta fazer o papel de cuidadora de Lauren.
O livro é todo escrito em forma de cartas. A escrita como confissões. Uma leitura fácil, gostosa e muito intensa.
As magoas de Lauren suas frustrações e medos são evidenciados aos poucos. A cada página um novo acontecimento e uma pitada do que realmente aconteceu. De como May, a irmã de Lauren morreu e tudo que elas estavam vivendo naquele período.
A forma de escrita em cartas descrevendo os fatos que acontecem , os que aconteceram, os sentimentos de Lauren e em como os destinatários das cartas tiveram influencia na vida de Lauren dão um toque tão especial, tão intimo que me senti lendo o caderno com as cartas que ela escreveu.Um livro que com certeza não podemos deixar de ler.
Assuntos polêmicos como adolescência, fumo, drogas, álcool, homossexualidade, estupro, busca de personalidade e sexo são tratados de uma maneira clara e sutil. Um daqueles livros que deveria estar na grade curricular pois todo adolescente tem duvidas, quer se achar no mundo, descobrir seu espaço e como será sua vida.

Cotes:

Simplesmente amo demais as pessoas...Por isso que fico triste pra caralho....

Tenho pensado muito nisso. No que significa ver a infinidade de cada momento, de cada parte.Quero ser purificada, quero queimar todas as lembranças ruins.

Então quando conseguimos dizer as coisas, quando conseguimos escrever as palavras, quando conseguimos expressar a sensaçao, talvez nao estejamos tão indefesos.

Nota: 4,5/5
Danny 20/03/2015minha estante
Adorei sua resenha :D


Priscila 21/03/2015minha estante
:)


Patricia 23/03/2015minha estante
legal!!! vou ler!




AndyinhA 01/08/2014

Trecho de resenha do blog MON PETIT POISON

Essa ideia de escrever os sentimentos em algum lugar – diário, cartas e afins, não é novidade, acho que a primeira vez que vi algo desse tipo foi em um filme há quase 10 anos. Então a sinopse e a ideia geral do livro acabaram me agradando a ponto de querer ler, mas no decorrer da leitura, a coisa toda não foi tão legal assim.

No início é complicado entender qual é o momento que a história se passa, afinal a protagonista escreve cartas às pessoas mortas e ela começa com uma pessoa que já faleceu há algum tempo, imaginei que a história se passaria nos anos 80, mas quando ela escreve à Amy Winehouse, eu percebi que a história se passa nos dias de hoje.

A ideia do livro realmente é um diário através de cartas, ela vai contando aos poucos o dia-a-dia dela para essas pessoas, porém sempre começa a carta fazendo uma ligação com a vida da pessoa e um pouco do sofrimento que ela vive. Apesar da boa ideia, o jeito de narrar é cansativo e muitas vezes chato, ela se torna bem repetitiva e a gente se cansa do que vai lendo, parece que a história não evolui.

Para saber mais, acesse:

site: http://www.monpetitpoison.com/2014/07/poison-books-carta-de-amor-aos-mortos.html
Alisson. 03/08/2014minha estante
Incrível, como você descreveu exatamente da mesma maneira que pensei.
Bela resenha!


AndyinhA 03/08/2014minha estante
Oi Dry;
Fico feliz que tenha se sentido assim tbm, só li elogios como se o livro fosse perfeito, mas ele tem vários pontos falhos =/, não que o assunto seja ruim, mas poderia ser mto mais.


Thaís 26/08/2014minha estante
Concordo plenamente.




Rafael 23/06/2015

“Todos nós queremos ser alguém, mas temos medo de descobrir que não somos tão bons quanto todo mundo imagina que somos.” - Laurel.
Eu adiei muito a leitura desse iivro. Algo me dizia que seria mais do mesmo. Mas resolvi dar uma chance e comecei a leitura. No começo, não me envolvi com a história e até pensei em parar, mas com o passar das páginas, ela fluiu e ao finalizar o livro, pude comprovar que Cartas de Amor aos Mortos é um dos grandes destaques do gênero.

Acho que meu maior problema para não me envolver com a leitura inicialmente foi a protagonista, Laurel. A achei bastante imatura e infantil no início, mas com o passar das cartas, fui me identificando com ela e entendendo melhor seus motivos para fazer o que fez durante a história. Mudei totalmente minha visão e a adorei!

E foi aí que Ava me conquistou de vez. A morte de May é só uma parte da história, e me surpreendeu muito ao seguir um caminho que eu nem imaginava. A partir do momento que esse segundo lado do acontecimento começa a surgir é impossível parar a leitura - pois a primeira parte, concentrada na perda de May e o quanto ela é perfeita aos olhos de Laurel se torna maçante e repetitiva em certos momentos. Desde o início percebemos que May não era tão perfeita assim, e com o passar das cartas isso vai sendo comprovado. Entretanto, foi interessante ver que mesmo com seus erros, May nunca foi uma má pessoa. Assim como qualquer outra pessoa, ela apenas queria se encontrar no mundo.

Os demais personagens são bem construídos, tem seus próprios (e interessantes) dramas e mostram que nem sempre as pessoas são de determinado jeito por pertencerem a um grupo - como, por exemplo Travis, que tinha tudo para ser o típico vilãozinho narcisista, mas que se mostra tão amigo de Laurel quanto os outros. Mas sem dúvidas o que mais cativa o leitor é o de Hannah e Natalie, as duas melhores amigas de Laurel.



Com o fim do livro fiquei com a sensação de um certo vazio, e acho que isso foi intenção da autora. Por mais que Laurel tenha "superado" seus problemas, uma parte dela sempre vai ficar faltando pela perda de May. Mas as lembranças que ela tem da irmã sempre vão ser maiores e mais fortes do que isso. Apesar de alguns problemas, recomendo a leitura e o livro me conquistou totalmente ao terminar. PS: E preparem os marcadores pois o livro está cheio de quotes sensacionais.

site: http://crushforbooks.blogspot.com.br/
Gabriel 21/08/2016minha estante
eu me sinto exatamente assim em relação a esse livro, tanto que em uma avaliação eu daria 4,5. O outro 0,5 seria pela dependência da protagonista da sua irmã, e o quanto repetitivo é o fato que a irmã dela era perfeita a ela, ainda não sai dessa fase do livro, mas a curiosidade ainda está me prendendo a história, e os outros personagens também me chamam atenção.


Gabriel 21/08/2016minha estante
Eu me sinto exatamente assim em relação a esse, tanto que em uma avaliação eu daria 4,5 até agora. O outro 0,5 foi retirado pela dependência da protagonista da sua irmã, e o quanto repetitivo é o fato que a irmã dela era perfeita aos olhos dela, o que ficou bem claro pra mim na segunda vez em que ela cita, nas vezes posteriores já ficou enjoativo. Ainda não saí dessa parte do livro, a curiosidade pra saber o que aconteceu e os personagens de personalidade forte ainda me prende a história, e a escrita é muito boa também.


Rafael 25/08/2016minha estante
Também achei exagerado o modo como ela via a irmã como uma pessoa perfeita, mas entendi porque isso geralmente acontece quando irmãos mais novos têm os mais velhos como exemplo ;)




Carol D. Torre 11/06/2014

Logo que vi Cartas de Amor aos Mortos soube que era o meu tipo de livro. A capa linda, o título, a sinopse, tudo me fez ficar louca para ler, tanto que mesmo faltando poucos dias para o lançamento por aqui eu corri e li em inglês mesmo. E mesmo não sendo o melhor do gênero, eu não cheguei a me sentir decepcionada. A construção singular da estória, sua beleza e, principalmente, a escrita da Ava Dellaira compensaram os pontos negativos.

No primeiro dia de aula no colegial a professora de Inglês de Laurel pede um trabalho onde a classe precisa escrever cartas para pessoas mortas. Escolhendo escrever para grandes astros como Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy Winehouse e Elizabeth Bishop, por exemplo, Laurel acaba fazendo delas um tipo de diário onde desabafa tudo que está sentindo e acontecendo em sua vida. E não é como se fosse pouca coisa.
Há alguns meses atrás sua irmã mais velha, May, morreu e levou consigo uma parte dela. Laurel amava a irmã, a admirava e fazia de tudo para ser parte da sua vida. Agora ela tem que enfrentar sozinha o luto, a fuga de sua mãe para o outro lado do país e os fantasmas do passado. Além de ter que lidar, também, como todas as mudanças que essa nova época da vida traz, assim como todos os perigos.

Eu sempre torci o nariz para estórias que não são contadas da maneira tradicional, tanto que é difícil vocês verem resenhas aqui no blog de livros escritos em forma de cartas, emails, ou coisas do tipo. A minha cabeça começou a mudar depois da experiência incrível que foi ler As Vantagens de Ser Invisível e foi exatamente por ter um comentário do Stephen Chbosky na capa que eu resolvi, mais uma vez, apostar nesse estilo de livro. E posso dizer que é exatamente a construção da estória através das cartas que me fez gostar tanto de Cartas de Amor aos Mortos.

A ideia de endereçar essas cartas a tantos ícones e pessoas famosas foi talvez a sacada mais genial da autora. Nenhum dos nomes é escolhido por acaso, o "remetente" tem sempre alguma relação íntima com o momento da estória, ou os acontecimentos relatados ali e os sentimentos da personagem. E, ainda melhor, a Ava Dellaria usa da estória dessas pessoas para explicar os sentimentos, dilemas, dúvidas da personagem, assim como para, também, dar a base para as mensagens que quer passar com sua estória. A autora desmembra a vida dessas pessoas, faz especulações sobre seus sentimentos e motivações e compara os seus conflitos reais com os conflitos ficcionais dos personagens.

Ainda falando sobre a construção do livro, acho que o ponto mais positivo, acima de qualquer coisa, é a escrita da Ava Dellaria. Ela tem uma habilidade ímpar de expressar sentimentos, o livro está repleto de passagens sensíveis, poéticas e profundas. A narrativa é de uma beleza e intensidade surpreendente, o que combina de forma perfeita com a estória que está sendo contada.

Como já é de se esperar pelo título e pela sinopse, a estória do livro é forte e densa. Não apenas porque a Laurel está lidando com a morte da sua irmã, mas também por muitos outros traumas e fatores que vão surgindo aos poucos durante o desenvolvimento do enredo. E esses dramas não dizem respeito somente a Laurel, muitos dos outros personagens possuem também conflitos sérios e difíceis. Eu gostei muito de como a Ava Dellaria tratou de assuntos complicados com naturalidade, ela não é apelativa e não exagera em assuntos considerados tabus, é tudo muito real.
Gostei, também, de como a autora equilibrou todas as facetas da estória, o luto da Laurel, sua relação com a família, com os amigos e o romance. Tudo isso é intercalado de forma muito bem balanceada e harmônica, nenhum assunto é supervalorizado ou deixado de lado.
Mas, apesar disso, não existe inovação nos temas abordados. Não vejo isso como um defeito, até porque é muito difícil encontrar problemas da vida real que nunca tenham sido abordados, mas a estória não consegue superar outras que já li dentro desse gênero. O fato é que mesmo achando tudo de uma beleza muito grande, o livro não me emocionou como acredito que deveria e é só por isso que não pude dar uma nota máxima para Cartas de Amor aos Mortos. Mas quero pontuar aqui que eu não consegui me conectar completamente,mas isso não quer dizer que o contrário não aconteça com vocês. Isso é algo muito pessoal e que, de maneira alguma, posso apontar como uma falha da autora.

É surpreendente saber que esse é o primeiro livro da autora, tanto pela construção complexa e bem feita da sua estória quanto, e principalmente, pela sua escrita maravilhosa e linda. Eu me maravilhei lendo essas cartas e acompanhando a trajetória difícil, porém cheia de esperança, da Laurel - que está longe de ser uma pessoa perfeita, mas que descobriu força em meio a todas as suas fraquezas. É um livro que eu recomendo para todo mundo, seja pelo diferencial da sua escrita ou pela beleza da sua estória. Vocês não vão se arrepender.

"Eu estive pensando sobre isso. Sobre o que significa ver a imensidão de cada momento, de cada pedaço dele. Quero ser limpa - eu quero queimar todas as memórias ruins e tudo de ruim dentro de mim. E talvez seja que estar apaixonado faz. Assim a vida, a pessoa, o momento que você precisa manter fica com você infinitivamente."

"Quando estamos apaixonados estamos ambos completamente em perigo e completamente salvos."

"Você acha que conhece alguém, mas essa pessoa sempre muda, e você também continua mudando. Então eu entendi, de repente, o que significa estar vivo. Nossas armaduras invisíveis se deslocando dentro de nossos corpos, começando a se alinhar nas pessoas que vamos nos tornar."

"E talvez o que crescer realmente significa é saber que você não tem que ser apenas um personagem, indo em qualquer que seja o caminho que a história diz. É saber que você poder ser o autor ao invés."

site: http://rehabliteraria.blogspot.com.br/
Hemilly 09/07/2014minha estante
Essa sua resenha me animou ainda mais para ler o livro! E o legal é que o Stephen Chbosky comentou ele, e como você mesma disse ler seu livro foi uma experiência incrível, e eu posso dizer o mesmo!
Fui correndo pro seu blog, porque né...
Mas pena que não da pra ser seguidor!
http://bagagemliteraria1.blogspot.com.br/


carol 24/06/2015minha estante
Carol, estou começando a ler esse livro, ando sem tempo. Você, que já leu todo, poderia me dizer se há partes do livro que descrevem cenas de sexo, uso de drogas, etc.? Gostaria de trabalhar esse livro com meus alunos mas por causa dos pais, prefiro evitar esse tipo de assunto. Com A culpa é das estrelas foi tranquilo.
Obrigada.


Thais Mayra 17/09/2015minha estante
É um livro doce e envolvente.
Fiquei torcendo pela personagem principal e bastante curiosa pra saber o que de fato havia acontecido em seu passado.
Mas faltou e muito um toque de romance!




Malane 14/05/2017

Carta chata aos persistentes
Olha, no começo eu julguei a Lauren como uma garota chata, rebeldinha sem causa, que queria a todo momento ser como a irmã morta.

No decorrer dos fatos, mesmo sendo totalmente mal apresentados, a gente vê que Lauren sofre muito, por acontecimentos passados, onde ela nunca tinha dividido com ninguém, exceto a culpa pelo que tinha acontecido com a irmã.

Que livro lindo, desfecho excelente.

Só não gostei da narrativa! Cansativa demais.
A autora não conseguiu me prender a ponto de eu não conseguir parar.
Foi tenso chegar até o final.

É um livro agridoce pra mim, tem uma história ótima, mas é contada de uma forma péssima.
DriPinheiro 15/05/2017minha estante
Laurel*


Malane 15/05/2017minha estante
Anotado amore




Our Brave New Blog 22/07/2016

RESENHA CARTAS DE AMOR AOS MORTOS - OUR BRAVE NEW BLOG
Está sendo difícil escrever sobre esse aqui, então me perdoem se eu errar alguma coisinha, a memória engana às vezes, mas eu me lembro, com toda certeza, que o grande triunfo dessa leitura foi a personagem principal. Como tarefa escolar, Laurel escreve cartas para personalidades já mortas e nessas cartas conversa tanto sobre a vida desses artistas como também da sua própria. São cartas para Kurt Cobain, Amy Winehouse e várias outros. Através dessas cartas vamos desvendando também May, irmã falecida e idolatrada por nossa protagonista.

Dei uma olhadinha no Skoob e na página que parei as opiniões são muito divididas: gente amando, gente odiando!!! Minha opinião de forma alguma é parcial, porque minha capacidade de análise da obra a essa altura do campeonato (dois anos depois) está comprometida e o principal que me lembro é que gostei. Então vocês precisarão confiar em mim... ou ler outras resenhas por aí, o que também é aconselhável. Pelo menos nesse aqui a capa é linda, viram?

Descobriremos vários aspectos da vida de ambas e certas “respostas” aparecerão, mas o foco não é o “mistério” ou coisa do tipo, como eu disse no início, a beleza está na personagem. Lembro que por vezes quis conhecê-la. É um livro bem sentimental (meloso? não) e com várias referências, como já devem ter notado.

CONTINUE LENDO: http://ourbravenewblog.weebly.com/home/li-gostei-mas-nao-resenhei-4

site: http://ourbravenewblog.weebly.com/home/li-gostei-mas-nao-resenhei-4
Ed 26/07/2016minha estante
Amo esse livro.. Lindo.


Our Brave New Blog 26/07/2016minha estante
Também gosto demais!!




Ivo 13/12/2015

Excelente
Achei incrível a escrita da autora.
A cada capítulo, uma emoção diferente que te faz querer ler mais e mais até terminar.
Déborah 13/12/2015minha estante
Leitura gostosinha de ler


Ivo 15/12/2015minha estante
Anham




Teo 21/11/2017

Cartas de Amor à alguém mais morto que eu.
Carta de Amor aos Mortos provavelmente irá te atrair pela capa (que, a propósito, é linda!) ou pelo clima sorumbático que o livro propõe. Doce ilusão. Não é uma narrativa emocionante; a protagonista é chata, passiva e só sabe falar sobre como sua vida está indo de mal a pior sem fazer nada para mudar isso. É um clichê adolescente que foi aperfeiçoado com assuntos mais "sérios" do que uma Regina George que quer destruir a vida da novata da escola.

Não penso que Laurel tenha um amor fraternal pela irmã, mas sim uma espécie de admiração que temos por ídolos tão inalcançáveis como as estrelas. Laurel venera May, a coloca em um pedestal e acabou por criar uma imagem da irmã em que ela é perfeita e, por isso, passa a trama toda se remoendo, se fazendo de coitadinha e se amaldiçoando por não ser tão legal quanto a irmã, ou então, por não ser a irmã. O livro se resume em Laurel falando sobre o tal artista que morreu e fazendo uma espécie de comparação (às vezes superficial) entre algo que aconteceu com ela e a vida do(a) artista; isso, em partes, é bom, caso você não conheça muito sobre o dito cujo, não irá ficar completamente perdido, mas, por fim, isso acaba se tornando muito maçante e previsível.

Ava também peca de uma maneira imperdoável: aborda temas demasiadamente sérios e pesados sem a atenção que é praticamente obrigatória para esses assuntos. A informação é jogada em cima do leitor sem o menor cuidado e sem sequer explorar os impactos que aquilo teve na vida da personagem, como se fosse algo completamente banal.

Carta de Amor aos Mortos tinha tudo para ser um dos meus livros favoritos, mas esses fatores fizeram com que eu tivesse que respirar fundo para não abandonar o livro diversas vezes. Todavia, não é um livro completamente ruim, mas, em um geral, não deu 'pra mim.

larissa.bordinh 22/11/2017minha estante
Foi exatamente o que senti pela Laurel, arrastei a leitura até não poder mais!!


Teo 24/11/2017minha estante
Sinceramente, a única coisa que me deu forças para ler o livro inteiro foram algumas passagens, o livro apresenta frases interessantes e um clima melancólico que me atraí, mas no geral, eu também arrastei a leitura.




Isabela.Lima 07/01/2019

Não julgue um livro pela capa
Foi uma das minhas decepções, pois esperava algo completamente diferente. Profundo, reflexivo, quando na verdade só se vê acontecimentos que não segue uma linha de raciocínio que faça sentido. Achei muito vago e que enrolou muito pra falar o que acontecia com a irmã da Laurel.
Isa 02/04/2019minha estante
Também achei o mesmo, mas na verdade eu meio que ja sabia o que tinha acontecido.
Na minha opinião esse livro e uma cópia com mais detalhes de '"as vantagens de ser invisível ".


Isabela.Lima 04/04/2019minha estante
Concordo com você.




Sam | @samquesente 10/04/2018

Eu tinha este livro a um tempo na minha estante, eu tinha começado a ler, mas desisti. Agora peguei firme e finalmente eu terminei. É uma história muito interesse.
A forma como são os personagens, eu vi como algo clichê, mas a história em si, assuntos realmente importantes na fase de um adolescente, isso me comoveu.
Em sim é pesado, mas a autora fez de uma forma que os leitores fossem capaz de entender, que ninguém teria dúvida do que estava ocorrendo.
Eu ter dado 3.5, talvez tenha sido por algumas partes apenas. Mas gostei da história e da Laurel, eu entendia o que ela estava passando.
Amani 22/04/2018minha estante
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Amani 22/04/2018minha estante
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