Cartas de Amor aos Mortos

Cartas de Amor aos Mortos Ava Dellaira




Resenhas - Cartas de Amor Aos Mortos


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K.G | @entaoeuli_ segue lá bb 26/05/2018

Cartas a Hwo?
ENTAO EU LI CARTAS DE AMOR AOS MORTOS, E PACEIRAS... UM AMORZINHO ( ADOLESCENTE) DE LIVRO!

Resenha postada no IG @entaoeuli_ da uma passadinha lá que tem muito mais!

Sabe aqueles livros que sao tristes mas sao fofos ao mesmo tempo? esse é o Caso.

A Laurel acabou de perder a irmã em um acidente. Uma situação sempre muito complicada de lidar, ainda mais pra ela, que era muito proxima da irma. Alem disso, ela esta começando um novo ano no colegio... e agora é tudo diferente. E nos acompanhamos a historia da laurel no decorrer desse novo ano, onde ela tem que aprender a lhe dar com o Luto, e com uma vida totalmente " diferente" agora sem a Irmã e a mae.
E ela expressa esse Luto, e conta seu dia a dia, atraves de cartas, que escreve para " personalidades da cultura americana" um exemplo... Ammy whinyhouse.
É um historia que tem um primícia bastante pesada, mas a autora conseguiu tratar com uma grande naturalidade todos os dramas dessa nova realidade da laurel, e todos os desafios da vida de " adolescente" que ela tem que enfrentar.
Temos um romance no meio da historia, que assim, nao me incomodou, acho natural, pessoas namoram kkk ( MENOS EU QUE SOU ALONE NESSE MUNDO). É uma historia bastante fluida e facil de ler, bem caracteristico de romances Y.A.
Não me incomodei com nada nesse historia, apenas, talvez, as personalidades pra quais a Laureal escreve as cartas sao meio " desconhecidas" pra nos DESSE PÁIS BRASIL. Eu pelo, nao conheço 99% de quem ela sita no livro.
Eu gostei do livro, Gostei do final, foi uma leitura agradavel, porem esquecivel, nao me marcou muito.
Sebastian 26/05/2018minha estante
Não li o livro mas pela resenha tem um livro chamado o céu esta em todo lugar que tem uma tematica parecida, recomento.




Ivo 13/12/2015

Excelente
Achei incrível a escrita da autora.
A cada capítulo, uma emoção diferente que te faz querer ler mais e mais até terminar.
Déborah 13/12/2015minha estante
Leitura gostosinha de ler


Ivo 15/12/2015minha estante
Anham




Yas 13/12/2014

Cartas de Amor aos Mortos - Ava Dellaira
Cartas de Amor aos Mortos é um livro que atrai à primeira vista, tanto pela sua capa que tem um visual bem trabalhado, lembrando as tão famosas estampas galaxy, quanto pela sua sinopse. Sua história é contada através de cartas que Laurel escreve a diversas figuras tão conhecidas cujas mortes foram, de certa forma, singulares. Kurt Cobain, Amy Winehouse, Amelia Earhart são alguns nomes entre tantos outros que marcaram a vida da garota de certa forma e é a eles que Laurel fará seus desabafos.


Laurel está começando o ensino médio numa nova escola, o que significa pessoas diferentes e grandes desafios, afinal, na adolescência nem tudo são flores. Recentemente, a menina perdeu sua irmã, May, que era sua maior inspiração, um alguém perfeito em sua concepção. Devido a essa terrível perda, ela prefere mudar de escola a enfrentar os olhares e as perguntas de todas pessoas que conheciam a irmã. A escrita das cartas começa com uma tarefa de inglês, que apesar de ela nunca entregar, continua escrevendo, contando sobre o como ela lida com as dificuldades, fazendo reflexões únicas relacionadas a vida e morte desses ícones.

"Todos nós queremos ser alguém, mas temos medo de descobrir que não somos tão bons quanto todo mundo imagina que somos."

Continue lendo em http://halldoslivros.blogspot.com.br/2014/12/cartas-de-amor-aos-mortos-ava-dellaira.html

site: http://halldoslivros.blogspot.com
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Mi 30/07/2017

Não é meu tipo de livro
"Sabe, acho que, quando você perde alguma coisa próxima, é como
perder a si mesmo. "

Separação dos pais, morte de sua irmã mais velha, ensino médio num Colégio onde ela não conhece ninguém. Enfim, a vida de Laurel não tem sido muito fácil nos últimos tempos, mesmo ja tendo passado um tempinho da morte de sua irmã - melhor amiga, a dor continua ainda muito presente em sua vida. Ao ingressar agora no ensino médio, ela espera fazer pelo menos alguma amizade, criar algum tipo de vínculo com alguém, para que a vida venha ficar mais suportável ( ela não foi para o mesmo colégio do seus amigos, pois não queria que sentisse pena dela ).
A trama da história se inicia, quando sua professora passa uma tarefa para a turma: escrever uma carta para alguém que já morreu.
Só o que era pra ser apenas uma simples tarefa, se tornou uma rotina.
Por meio dessas cartas e mensagens escritas no seu caderno, ela faz uma análise sobre a vida, a morte dessas personalidades, além de acabar contando um pouco sobre seu dia-a-dia, sua vida ( as amizades no novo colégio , seu primeiro amor, tudo.)

O que falar desse livro?
Bem...foi uma leitura ok.
Um livro que não é excelente, mas também não é ruim.
Achei a escrita até boa, só que a forma que foi narrada, esse lance de cartas não é a minha praia, pelo jeitokkkk
Ora me prendia, ora me entediava.
O negócio veio realmente ficar interessante, quando veio a " grande revelação ",que é tensa, complicada. Tu fica tipo " *o* *o* *o* *o* *o* , mas sei la, se eu pudesse voltar no tempo, não teria gasto o meu tempo com esse livro, não por ele ser bom/ruim, e sim, porque simplesmente não combina comigo.

"Na vida, podemos ser mais que
passageiros"
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AndyinhA 01/08/2014

Trecho de resenha do blog MON PETIT POISON

Essa ideia de escrever os sentimentos em algum lugar – diário, cartas e afins, não é novidade, acho que a primeira vez que vi algo desse tipo foi em um filme há quase 10 anos. Então a sinopse e a ideia geral do livro acabaram me agradando a ponto de querer ler, mas no decorrer da leitura, a coisa toda não foi tão legal assim.

No início é complicado entender qual é o momento que a história se passa, afinal a protagonista escreve cartas às pessoas mortas e ela começa com uma pessoa que já faleceu há algum tempo, imaginei que a história se passaria nos anos 80, mas quando ela escreve à Amy Winehouse, eu percebi que a história se passa nos dias de hoje.

A ideia do livro realmente é um diário através de cartas, ela vai contando aos poucos o dia-a-dia dela para essas pessoas, porém sempre começa a carta fazendo uma ligação com a vida da pessoa e um pouco do sofrimento que ela vive. Apesar da boa ideia, o jeito de narrar é cansativo e muitas vezes chato, ela se torna bem repetitiva e a gente se cansa do que vai lendo, parece que a história não evolui.

Para saber mais, acesse:

site: http://www.monpetitpoison.com/2014/07/poison-books-carta-de-amor-aos-mortos.html
Alisson. 03/08/2014minha estante
Incrível, como você descreveu exatamente da mesma maneira que pensei.
Bela resenha!


AndyinhA 03/08/2014minha estante
Oi Dry;
Fico feliz que tenha se sentido assim tbm, só li elogios como se o livro fosse perfeito, mas ele tem vários pontos falhos =/, não que o assunto seja ruim, mas poderia ser mto mais.


Thaís 26/08/2014minha estante
Concordo plenamente.




Priscila 29/03/2016

Cartas de amor aos mortos
Laurel é uma adolescente de 15 anos que está aprendendo a se adaptar na sua nova vida após a morte de sua irmã mais velha, May. Começa em uma nova escola onde faz amigos novos e se apaixona por um cara chamado Sky.

A estoria é em cima de um trabalho que a professora pede para sua turma fazer, escrevendo uma carta para quem já morreu. A personagem Laurel gostou tanto dessa ideia, que começou a a virar uma rotina escrever, contar sobre sua vida e analisar o que aconteceu na vida dessas pessoas mortas na qual ela escrevia.

Pontos positivos e negativos a meu ver.
Negativo eu confesso que me deu um pouco de tédio no começo da leitura. Não costumo gostar de personagens passivos.
Positivo é que ao desenvolver a leitura, a personagem amadurece bastante. Com isso suas ações se tornam melhores o que deixa ela um pouco menos passiva. Através dessa leitura, eu pude fazer uma análise de comportamento, trazendo para a vida real, de como o que acontece na infância afeta as pessoas em geral quando se tornam adultas. Além disso, a autora descreveu muito bem os sentimentos de Laurel e a forma como ela pensa, me deixando pertencer a tudo o que ela sente.
Resumindo, apesar de várias críticas, adorei o livro e fiquei feliz com a leitura. Era o que eu esperava.
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StandBook's 02/06/2016

Resenha Cartas de Amor aos Mortos
Sinopse: Tudo começa com uma tarefa para a escola: escrever uma carta para alguém que já morreu. Logo o caderno de Laurel está repleto de mensagens para Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy Winehouse, Heath Ledger… apesar de ela jamais entregá-las à professora. O que parecia uma simples lição de casa logo se transforma na maneira de Laurel lidar com seu primeiro ano em uma escola nova e com a família despedaçada depois da morte de sua irmã.

“Querido Kurt Cobain,

Hoje a sra. Buster passou nosso primeira tarefa de inglês: escrever uma carta para uma pessoa que já morreu. Como se a carta pudesse chegar ao céu ou a uma agência de correio dos fantasmas. Acho que ela queria que a gente escrevesse para um ex-presidente ou alguém do tipo, mas preciso conversar com alguém. Eu não poderia conversar com um presidente. Mas posso conversar com você” (pg. 9)

Querido leitor,

Cartas de amor aos mortos foi um livro que comprei pela capa, mas me surpreendeu tanto pelo conteúdo que se tornou um dos meus queridinhos da vida.

Ele conta a história de Laurel, de menina de 14/15 anos que acabou de perder a irmã, sua referência para tudo. Após a morte da irmã sua mãe foi embora e ela se sente abandonada. Tudo começa quando Laurel, em seu primeiro dia de aula (no ensino médio, em uma escola nova. Dramas, dramas e mais dramas) tem a tarefa de escrever uma carta a alguém que já morreu. Ela escreve a carta, mas não consegue entregar porque acha que seu conteúdo é pessoal demais. Mas Laurel não deixa de escrever, pois quando escreveu sua primeira carta algo despertou dentro de si. E quando ela se dá conta seu caderno está cheio de cartas, escritas para seus maiores ídolos, como Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy Winehouse e muitos outros.

“[…] desde que ela morreu, tem sido difícil ser eu mesma, porque não sei exatamente quem sou” (pg. 9)

A história possui romance, amizade, aventuras, mas acima de tudo superação. Ao longo do livro vemos uma menina depressiva, assustada, perdida, que acredita que tem que ser igual à sua irmã para ser especial, aceita e amada, uma menina que busca mais do que tudo a felicidade das pessoas que ama, deixando a si mesma de lado.

Para mim as cartas de Laurel são muito mais do que um simples diário no qual ela escreve os acontecimentos do seu dia. As cartas de Laurel são a forma pela qual ela encontra sua voz e quando isso acontece ela percebe (e nos ensina) que não é preciso ser outra pessoa para ser especial, que para amar outra pessoa é preciso se amar primeiro, que para fazer o outro feliz é preciso buscar sua própria felicidade, que para superar é preciso aceitar.

Em alguns momentos o romance se apresenta de forma superficial e poderia ter sido mais explorado, mas o foco da escritora não foi o romance adolescente e sim a superação de um trauma. A história é muito bem construída, a narrativa flui de uma forma que você só se dá conta quando chega a última página. É um livro cheio de referências musicais, dicas de filmes e lindos poemas, com os quais aprendemos mais sobre a vida de seus artistas e vemos que é preciso buscar superar seus pesadelos (e não escondê-los), pois mais cedo ou mais tarde eles podem nos destruir ao ponto de não sobrar mais.

Aprendemos com Laurel que é preciso lutar por aquilo que queremos, que precisamos enfrentar nossos medos se queremos ser feliz.

“Quando escrevi as primeiras cartas para vocês, encontrei minha voz. E quando minha voz surgiu, algo respondeu” (pg. 324)

Poderia ficar horas falando sobre esse livro, de seus personagens encantadores que constroem essa história magistralmente, mas acho melhor para por aqui e evitar os spoilers.

Cartas de amor aos mortos é um grito de socorro para muitas pessoas e leitura indispensável para os amantes de drama. E sempre se lembre:

“As palavras podem não ser boas o suficiente para muitas coisas, mas precisamos tentar”

site: https://www.facebook.com/standbooksbr
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Nini 02/10/2018

Heart Shaped Box
"Tudo começa com uma tarefa para a escola: escrever uma carta para alguém que já morreu. Logo o caderno de Laurel está repleto de mensagens para Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy Winehouse, Heath Ledger, Judy Garland, Elizabeth Bishop..."
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Já terminei esse livro faz um tempinho, mas sinto que preciso muito falar sobre ele. A princípio achei que seria só uma historinha boba e adolescente. Porém, fui surpreendida em todos os aspectos. A leitura foi rápida e fácil, mas houve trechos em que precisei reler por conter pensamentos tão profundos. Os personagens além de cativarem, são muito reais. O tema abordado é bem pesado, mas nos ajuda a pensar em formas de seguir em frente... Sem falar que é regado à boas músicas. Eu simplesmente não tenho palavras suficientes pra explicar o quanto gostei desse livro. Apenas leiam! .
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“Sabe quando você acha que conhece alguém? Mais do que qualquer um no mundo? Você sabe que entende a pessoa, porque a enxerga de verdade. E então você tenta se aproximar, e ela… desaparece. Você achava que pertenciam uma à outra. Achava que ela era sua, mas não é. Você quer protegê-la, mas não pode.”
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"Sabe, acho que, quando você perde alguma coisa próxima, é como perder a si mesmo. É por isso que, no final, até escrever é difícil para ela. Ela quase não sabe como fazer. Porque quase não sabe mais quem ela é."
#Avadellaira
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Rose 24/02/2015

É sempre difícil perder alguém que amamos, e cada pessoa reage diferente diante de uma perda assim.

Laurel não estava lidando muito bem com as coisas. Primeiro a separação dos pais. Mas, como ela tinha sua irmã May ao seu lado, até que encarou melhor.

Mas May entrou no ensino médio, e aos poucos tudo foi mudando. O problema, é que estas mudanças culminaram na morte de May, e isto foi o estopim para Laurel ver sua família se despedaçar de vez.

Perdidas em seus sentimentos, Laurel está começando o ensino médio em uma escola nova. Acontece que seus problemas continuaram lá, e ela não tem a menor ideia do que fazer.

É quando uma das professoras, a Sra. Duster, passa uma lição, um tanto quanto inusitada para seus alunos, escrever uma carta para alguém que já morreu.

Foi então que Laurel começou o que seria sua nova fase. Ela não escreveu apenas uma carta, mas várias cartas para diferentes personalidades já mortas. Seu caderno ficou cheia delas, mas por algum motivo, nenhuma foi entregue para a professora.

Laurel sofria seu luto. Sentia falta de sua irmã. Em uma fase particularmente difícil para muita gente como a adolescência, ela não conseguia ser quem ela era. Ela queria ser como a irmã, linda, corajosa, divertida e inteligente, mas achava que não estava a altura. Ela nem sabia mais quem ela própria era.

Aos poucos, conforme o tempo foi passando e as cartas sendo escritas, Laurel vai passando por transformações, e dando vazões a seus sentimentos. Raiva, rancor, medo, amor, perda, incerteza, todos estavam ali, em plena ebulição.

Ela fez amigos, se apaixonou. Laurel começou a entender melhor os fatos, a ver que não era sua culpa o que ocorreu. Começou a perceber que May era maravilhosa sim, mas não era perfeita. Ninguém era.

Laurel finalmente estava se encontrando e já estava mais do que na hora de escrever a carta final.

Terminei o livro emocionada, mas não pensem que foi sempre assim. No início tive um pouco de dificuldade de me entrosar com o enredo, até que as coisas passaram a fazer sentido e Laurel finalmente me conquistou.

A narração do livro é toda feita através das cartas que Laurel escreve. Suas angústias e medos aos poucos vão sendo revelados, conforme ela vai "conversando" com os mortos. Com isso, vamos descobrindo o que ela escondeu para tentar fazer o seu melhor e não decepcionar ninguém, principalmente sua amada irmã.

Uma leitura instigante e tocante, que vale a pena ser conferida.

Aproveito para mais uma vez agradecer a Pah não só pelo empréstimo do livro, mas principalmente pela confiança em emprestar.

site: http://fabricadosconvites.blogspot.com.br/
Clarice.Castanhola 14/04/2015minha estante
Olá!!!
Eu ainda fico pensando em como escrever este comentário,já desconfiava que ia amá-lo, mas não tão intensamente, sua resenha está ótima , me convenceu mesmo , e creio que é uma leitura muito intensa e verdadeira,gostei de saber que a narração é feita através das cartas que Laurel escreve .preciso desse livro p hj...^^




Zilda Peixoto 01/06/2015

Cartas de Amor aos Mortos
Cartas de Amor aos Mortos era um dos livros desejados da minha estante há muito tempo. Demorei a adquiri-lo por motivos óbvios que todo leitor compreende perfeitamente. Milhares de lançamentos surgem todos os dias e nos deixam eufóricos. Por conta disso, vamos postergando e aumentando consideravelmente a lista de leituras. Depois que terminei de ler o livro em questão fiquei pensando em adotar uma nova estratégia: ler imediatamente todo livro desejado assim que a vontade surgir. Não deixar para depois. Não adiar esse momento mágico. Estou sem palavras para descrever o quanto este livro mexeu comigo. Ava Dellaira me encantou desde o primeiro capítulo e, tive a certeza, que o livro entraria para a minha de lista de favoritos.

O livro narra à história de Laurel, uma jovem que acabara de ingressar no ensino médio. Além de ter que enfrentar os dilemas que todo jovem encara nesta fase, Laurel está passando por um momento delicado em sua vida. Laurel perdera a irmã May a pouco mais de um ano e, ainda não sabe lidar com a ausência da irmã. May era a referência de perfeição para Laurel que sempre viveu à sombra da irmã.

"Todos nós queremos ser alguém, mas temos medo de descobrir que não somos tão bons quanto todo mundo imagina que somos."

May era uma garota que vivia intensamente suas emoções e isso fazia com que Laurel a admirasse ainda mais. A relação de amizade e cumplicidade entre May e Laurel era muito forte. Laurel admirava a maneira como May conduzia a sua vida e, sonhava em um dia ser igual a irmã. Mas o que Laurel não imaginava que uma tragédia pudesse mudar radicalmente a sua vida.
Após a morte da irmã Laurel decidira mudar de escola para que não precisasse encarar os amigos e possíveis questionamentos. Como se não bastasse perder a irmã de maneira tão trágica, Laurel tinha que aprender a lidar com as consequências da separação de seus pais. Depois de ingressar numa nova escola, Laurel passa há morar uma semana com o pai e, uma semana com sua tia Amy.

Com o coração despedaçado e uma família totalmente desestruturada, Laurel passa os primeiros dias de aula vagando entre uma aula e outra. Na hora do intervalo, Laurel não consegue se aproximar de ninguém e passa boa parte de seu tempo sozinha e deslocada. A primeira coisa a lhe chamar a atenção na nova escola é Sky, um garoto lindo e misterioso que está sempre acompanhado pela galerinha popular da escolar. Laurel se mantém avessa a qualquer tipo de aproximação e passa todos os seus dias apenas admirando Sky à distância. Cansada de sentir sozinha, Laurel decide se aproximar de duas garotas bem diferentes das garotas populares da escola. Natalie e Hannah se tornam suas melhores amigas e, Laurel começa a dar um novo rumo a sua vida. O único problema é que Laurel passa a se vestir com as roupas de May e a se comportar como se estivesse na pela da irmã deixando de lado toda sua autenticidade.

"Havia uma barreira entre mim e o mundo. Parecia uma grande parede de vidro, espessa demais para ser atravessada. Eu poderia fazer novos amigos, mas eles nunca me conheceriam, não de verdade, porque nunca conheceriam minha irmã, a pessoa que eu mais amava no mundo."

É durante a aula de inglês que Laurel recebe uma das tarefas mais difíceis de sua vida: escrever uma carta para alguém que morreu. Imagina-se que Laurel irá escrever uma carta para irmã, mas Laurel não tem estrutura para enfrentar a situação. Por isso, Laurel decide escrever para Kurt Cobain. O que inicialmente deveria ser apenas uma tarefa escolar torna-se um grande desabafo. Kurt Cobain não fora escolhido aleatoriamente. May era muito fã do cantor e, por esse motivo, Laurel o escolhera. Para os fãs de música esse é um dos momentos célebres do livro. É possível sentir uma vibração diferente durante este momento.

Daí por diante, o caderno de Laurel passa a conter mensagens para Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy Winehouse, Judy Garland, Elisabeth Bishop, Amelia Earhart, Jim Morrinson, Heath Ledger, entre outros. Todos, de alguma maneira fazem parte das lembranças da época em que May e Laurel estiveram juntas. São recordações que despertam emoções fortes e que definem o estado de espírito de Lauren de acordo com o momento que ela está vivenciando.

As cartas representam muito mais que um simples desabafo. Em cada uma delas identificamos as semelhanças que unem suas histórias. Ava Dellaira não se limita a apresentar o perfil já conhecido por muitos sobre a vida de cada um dos artistas para qual Laurel escreve. Conhecemos um pouco sobre a infância de cada um deles. A autora nos descreve suas aflições, limitações e os dilemas que levaram a cometer tantos desatinos. Por trás do glamour e sucesso enxergamos pessoas comuns.

Cartas de Amor aos Mortos é um livro extremamente musical. Durante a narrativa a autora vai citando músicas emblemáticas que se tornaram trilhas sonoras inesquecíveis. Para os fãs de rock e boa música é um verdadeiro deleite. A linguagem de Ava é poética, fluída, cada palavra carrega um significado diferente.
Apesar de sua essência dramática, Cartas de Amor aos Mortos não peca pelo excesso. A história de Laurel e May possui uma leveza que torna o livro ainda mais especial. Alguns temas importantes são apresentados ao longo da narrativa como a violência doméstica, o uso abusivo do álcool, os sintomas causados pela separação, entre outros assuntos que mexem com o nosso emocional.

Não poderíamos deixar passar a importância de alguns personagens que compõem a narrativa. Cada um vive um dilema a ser explorado e, Ava Dellaira constrói uma relação muito forte entre eles tornando a história ainda mais delicada.

"Percebi que existe uma razão para Kristen, Tristan, Natalie, Hannah e eu estarmos juntos ali _ somos todos estranhos de um jeito diferente, e isso é normal. E mesmo que exista muita coisa que eu não possa dizer a eles, é bom me sentir parte de um grupo."

Torcemos para que Natalie faça que seu verdadeiro amor a reconheça. Hannah e seu jeito aparentemente fútil nos conquista desde o primeiro momento. A maneira como ela se comporta nos leva a pensar sobre como julgamos as pessoas pela aparência. Tristan (o roqueiro) e Kristen (a hippie) formam um casal aparentemente improvável, mas é justamente este o fato que faz com que eles se tornem tão admiráveis.
Sky é um dos meus personagens favoritos. Seu jeito frágil faz com que nos apaixonemos desde o primeiro momento. Apesar da aparente fragilidade, Sky sabe internalizar muito bem seus monstros deixando apenas seu jeito sensual e enigmático aflorar. Ava Dellaira conseguiu construir uma história cuja carga dramática é explorada até o último momento. São histórias que se completam e que transmitem lições de vida.

"Fui até ele e o abracei. Nesse momento senti que as mariposas dentro dele, com suas asas tão finas, nunca estarão perto o bastante da luz. Vão sempre querer chegar mais perto _ entrar nela. Algo tinha se perdido em Sky. Eu queria colocar a mão no peito dele, na altura do coração, e acompanhar os batimentos. Queria encontrá-lo."

É gratificante ver o amadurecimento de Laurel e faz com que eu admire ainda mais o trabalho da autora. É comum vermos muitos autores explorarem apenas o lado dramático da narrativa, perdurando em situações que só tornam o livro ainda mais enfadonho. Ava Dellaira não comete esse erro em Cartas de Amor aos Mortos.

A escrita de Ava e tão viciante que é praticamente impossível você conseguir ler apenas um capítulo. Digo isso por experiência, pois ao iniciar à leitura só consegui fechar o livro somente quando li o último parágrafo. Foi uma madrugada inteira presa à sua narrativa. Lembro que iniciei a leitura às 22:00 e a conclui às 04:00h. Sem sentir que o tempo havia passado tão rapidamente tive aquela sensação terrível de quando um livro incrível termina: o gosto amargo da saudade de uma história tão perfeita.

Sou apaixonada por Nirvana e Amy Winehouse e ao longo da leitura fiquei completamente extasiada com tantas referências. Além de suas músicas pude conhecer alguns artistas que ainda não faziam parte do meu repertório musical. Foi maravilhoso! Adoro ler ouvindo música e, Ava Dellaira simplesmente tornou a minha leitura ainda mais prazerosa trazendo tanta beleza com suas recomendações.

A relação de amor entre Laurel e May é comovente. Fiquei muito emocionada com um dos momentos narrados por Laurel sobre os momentos em que elas estiveram juntas. É totalmente plausível a relação de devoção que ela mantém com a irmã, pois May era mais do que uma irmã. Ela era sua amiga, cúmplice, confidente; por isso, Laurel a venera com tanta veemência. É bonito ver como Laurel amadurece e consegue superar todos os obstáculos.

"A verdade é bela, não importa qual seja. Mesmo que seja assustadora ou má. É a beleza simplesmente porque é verdade. E a verdade é radiante. A verdade nos faz ser nós mesmos. E eu quero ser eu".

Carta de Amor aos Mortos é um livro que descreve o amor em todas as suas formas. Ele é um sopro de esperança para àqueles que assim como Lauren perderam alguém muito importante em sua vida. Ava Dellaira mostra como a força da amizade é importante neste processo. É um livro extremamente delicado, bem escrito, com uma narrativa poética que os deixarão fascinados desde o primeiro capítulo. É um daqueles livros que a gente deseja reler inúmeras vezes tamanha sua profundidade e beleza. Recomendo a todos e desejo profundamente que vocês possam sentir pelo menos um pouquinho dessa magia.

site: http://www.cacholaliteraria.com.br/2015/05/resenha-cartas-de-amor-aos-mortos-ava.html
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Aninha | @pactoliterario 18/05/2019

Laurel se sente culpada por tudo que aconteceu na noite em que sua irmã morreu e se recusa a contar para as pessoas o que aconteceu naquela noite. Totalmente fechada, ela se recusa a se soltar para o mundo.

É aí que sua professora de inglês passa uma tarefa: todos deverão escrever uma carta para uma pessoa que já morreu. Laurel escreve não só uma carta, mas várias, para Kurt Cobain, Amy Winehouse, Janis Joplin, Amanda Earhart, Judy Garland, Elizabeth Bishop, River Phoenix, entre outros. Em cada uma dessas cartas ela vai se soltando, desabafando e contando mais sobre sua história, a de seus pais e de sua irmã. E também de suas novas amigas, Natalie e Hannah, ambas se conhecem no "intervalo" e começam uma grande amizade, porém assim como para todas as outras pessoas, Laurel não teve coragem de contar para as suas amigas.

Ela estudava no Sadia, onde sua irmã, melhor amiga e inspiração também estudava, mas depois da morte de May e todos aqueles rostos conhecidos e apáticos, ela decidiu se mudar. Sky sempre notou Laurel e já foi muito amigo de sua irmã, May, mas depois de ser expulso do Sadia, ele vai pra mesma escola que Laurel, logo que ambos se veem, bate a atração, e aos poucos ambos começam um romance.

Sky é um refúgio para Laurel, já que é seu primeiro namorado, mas ela tem medo de contar tudo que aconteceu naquela noite para ele e ele largar ela, e aos poucos isso vai criando uma atmosfera estranha entre os dois, que no desenrolar do livro vai se dissolvendo.

Custou para Laurel contar tudo que aconteceu com sua irmã, eu cheguei a imaginar várias coisas ruins, já que ela se culpava tanto pela morte da irmã, mas acabou que quando ela revelou, eu achei que ela não tinha culpa nenhuma. Apesar de Laurel viver em um casulo próprio e isso várias vezes ter me irritado um pouquinho, eu gostei bastante da personagem.

O livro é narrado por cartas escritas por Laurel, a maioria das cartas são curtinhas, o que facilita a leitura e não a torna cansativa, Ava soube trabalhar bem nessa questão. Não gostei muito da capa do livro, mas a achei bem haver com a história, acho que se tirassem aquela menina sentada ali ficaria mais bonita, porém não faria tão sentido.

Li muitas resenhas mega positivas a respeito do livro, que choraram e tudo mais, porém não vi motivo para derramar lágrimas (pelo menos eu) e não me emocionei com o livro, achei a história muito boa e só, me decepcionei um pouco nesta parte.

Em suma, Carta de Amor aos Mortos nos traz um grande aprendizado e nos ensina bastante sobre a vida. Recomendado!

"As folhas à noite, refletindo as luzes brancas. E cada pequena estrela que brilha mais quente do que imaginamos." (Pag. 126)

"- Sabe por que se apaixonar é o que pode acontecer de mais profundo com uma pessoa? Por que quando estamos apaixonados, estamos totalmente em perigo e completamente salvos, os dois ao mesmo tempo." (Pág. 146)

"Liberdade do sofrimento. Acho que algumas pessoas diriam que a morte é exatamente isso. Então, parabéns por estar livre, acho. O resto de nós ainda está aqui, agarrado aos cacos." (Pág. 185)

Resenha postada originalmente no blog Pacto Literário.

www.pactoliterario.blogspot.com.br
www.instagram.com.br/pactoliterario
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Lary | @pausadecapitulo 04/10/2016

"Porque sei que pode ser difícil acreditar que alguém te ama, se você tem medo ou não sabe exatamente quem é. Pode ser difícil acreditar que a pessoa não vai embora."

Após perder a irmã mais velha, Laurel decide mudar para uma nova escola onde não conhece ninguém, pra tentar recomeçar, seguir a vida sem ter o sentimento de pena de ninguém pairando sobre sua cabeça. Na nova escola, sua professora de inglês passa uma tarefa onde todos devem escrever uma carta para alguém que já morreu. Laurel não só faz a tarefa, como transforma isso em um modo de extravasar toda a dor da sua perda, suas aflições e seus medos.
Escrevendo cartas para Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy Winehouse, Heath Ledger, Judy Garland, Elisabeth Bishop, ela vai contando histórias do seu dia a dia, da nova escola, dos novos amigos, do garoto que ela gosta, dos problemas que enfrenta com sua família e da dificuldade que ela sente em superar a perda da irmã que sempre foi alguém que ela admirava e se espelhava.

A narrativa da autora foi algo que me prendeu bastante, pois apesar de ser um assunto pesado, a leitura flui de uma forma surpreendente.
Fiquei com o coração na mão durante toda a leitura, pois me sentia no lugar da personagem e sofria junto com ela.
É um livro muito bom que me fez pensar bastante sobre perda, superação, aprendizado e recomeço.
Brenda 07/10/2016minha estante
o que te fez dar 4 estrelas?


Lary | @pausadecapitulo 14/11/2016minha estante
Pequenos detalhes da história, Brenda... coisas que na minha opinião poderiam ter sido um pouco diferentes, mas nada que atrapalhasse minha experiência com a leitura. Intercalo nas notas entre 4 e 5 estrelas pra livros que amei... mas os de 5 são os que eu não mudaria nem uma vírgula do lugar ;)




Rafael 23/06/2015

“Todos nós queremos ser alguém, mas temos medo de descobrir que não somos tão bons quanto todo mundo imagina que somos.” - Laurel.
Eu adiei muito a leitura desse iivro. Algo me dizia que seria mais do mesmo. Mas resolvi dar uma chance e comecei a leitura. No começo, não me envolvi com a história e até pensei em parar, mas com o passar das páginas, ela fluiu e ao finalizar o livro, pude comprovar que Cartas de Amor aos Mortos é um dos grandes destaques do gênero.

Acho que meu maior problema para não me envolver com a leitura inicialmente foi a protagonista, Laurel. A achei bastante imatura e infantil no início, mas com o passar das cartas, fui me identificando com ela e entendendo melhor seus motivos para fazer o que fez durante a história. Mudei totalmente minha visão e a adorei!

E foi aí que Ava me conquistou de vez. A morte de May é só uma parte da história, e me surpreendeu muito ao seguir um caminho que eu nem imaginava. A partir do momento que esse segundo lado do acontecimento começa a surgir é impossível parar a leitura - pois a primeira parte, concentrada na perda de May e o quanto ela é perfeita aos olhos de Laurel se torna maçante e repetitiva em certos momentos. Desde o início percebemos que May não era tão perfeita assim, e com o passar das cartas isso vai sendo comprovado. Entretanto, foi interessante ver que mesmo com seus erros, May nunca foi uma má pessoa. Assim como qualquer outra pessoa, ela apenas queria se encontrar no mundo.

Os demais personagens são bem construídos, tem seus próprios (e interessantes) dramas e mostram que nem sempre as pessoas são de determinado jeito por pertencerem a um grupo - como, por exemplo Travis, que tinha tudo para ser o típico vilãozinho narcisista, mas que se mostra tão amigo de Laurel quanto os outros. Mas sem dúvidas o que mais cativa o leitor é o de Hannah e Natalie, as duas melhores amigas de Laurel.



Com o fim do livro fiquei com a sensação de um certo vazio, e acho que isso foi intenção da autora. Por mais que Laurel tenha "superado" seus problemas, uma parte dela sempre vai ficar faltando pela perda de May. Mas as lembranças que ela tem da irmã sempre vão ser maiores e mais fortes do que isso. Apesar de alguns problemas, recomendo a leitura e o livro me conquistou totalmente ao terminar. PS: E preparem os marcadores pois o livro está cheio de quotes sensacionais.

site: http://crushforbooks.blogspot.com.br/
Gabriel 21/08/2016minha estante
eu me sinto exatamente assim em relação a esse livro, tanto que em uma avaliação eu daria 4,5. O outro 0,5 seria pela dependência da protagonista da sua irmã, e o quanto repetitivo é o fato que a irmã dela era perfeita a ela, ainda não sai dessa fase do livro, mas a curiosidade ainda está me prendendo a história, e os outros personagens também me chamam atenção.


Gabriel 21/08/2016minha estante
Eu me sinto exatamente assim em relação a esse, tanto que em uma avaliação eu daria 4,5 até agora. O outro 0,5 foi retirado pela dependência da protagonista da sua irmã, e o quanto repetitivo é o fato que a irmã dela era perfeita aos olhos dela, o que ficou bem claro pra mim na segunda vez em que ela cita, nas vezes posteriores já ficou enjoativo. Ainda não saí dessa parte do livro, a curiosidade pra saber o que aconteceu e os personagens de personalidade forte ainda me prende a história, e a escrita é muito boa também.


Rafael 25/08/2016minha estante
Também achei exagerado o modo como ela via a irmã como uma pessoa perfeita, mas entendi porque isso geralmente acontece quando irmãos mais novos têm os mais velhos como exemplo ;)




Karla 03/01/2018

Olá! Vamos falar sobre "Cartas de Amor aos Mortos? Sem spoilers!
O livro é narrado pela personagem principal, a Laurel, que conta várias histórias através de cartas que são destinadas à pessoas famosas que já morrem, como Kurt Cobain, Amy Winehouse, Jim Morrison, Janis Joplin, e vários outros. Tudo começa com uma tarefa escolar, mas acaba se tornando muito mais do que isso. Com as cartas ela vai se descobrindo e revelando coisas de seu passado e situações do seu presente.
Laurel está no começo de sua adolescência e uma tragédia aconteceu a pouco em sua família. As cartas se tornaram uma forma de lidar com esta tragédia e com diversas situações do seu dia a dia. As cartas além de contar a história de Laurel, trazem curiosidades sobre os artistas ao qual as cartas são destinadas. Além disso, para quem gosta de música, a autora menciona várias músicas ao longo da estória, o que torna o livro ainda mais interessante.
O livro é cheio de emoções, e mostra como a adolescência pode ser um momento complicado, e de descobertas e autoconhecimento.
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Grumpy Readers 23/08/2015

Pretencioso
Honestamente, esse livro não funcionou para mim. Ele parece ser bem intencionado, mas a personalidade da protagonista, somado a quantidade de temas fortes que a autora tentou abordar sem aprofundar apropriadamente nenhum deles, fez com que esse livro fosse uma grande decepção.

Como ponto positivo, a narração é agradável e ele tem alguns personagens secundários muito bons.

site: http://grumpyreaders.blogspot.com
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