Cartas de Amor aos Mortos

Cartas de Amor aos Mortos Ava Dellaira




Resenhas - Cartas de Amor Aos Mortos


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Grumpy Readers 23/08/2015

Pretencioso
Honestamente, esse livro não funcionou para mim. Ele parece ser bem intencionado, mas a personalidade da protagonista, somado a quantidade de temas fortes que a autora tentou abordar sem aprofundar apropriadamente nenhum deles, fez com que esse livro fosse uma grande decepção.

Como ponto positivo, a narração é agradável e ele tem alguns personagens secundários muito bons.

site: http://grumpyreaders.blogspot.com
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Isabella.Sobral 31/01/2015

Cartas de amor à vida
Ganhei o livro de Natal e confesso que estava sem expectativas para lê -lo. Já tinha ouvido falar, mas sei lá. Comecei a ler sem muita vontade, e logo minha opinião mudou. Li em dois dias. A história me prendeu de uma tal forma que eu não esperava.
No livro, Laurel, uma menina que acaba de iniciar o Ensino Médio, se vê perdida após a morte da irmã, sua melhor amiga. A mãe a deixa morando com o pai e vai para a Califórnia, a fim de "esfriar a cabeça". Laurel então começa a escrever cartas para personalidades que já se foram, a partir de um pedido da professora de inglês. Totalmente deslocada na nova escola, o único refúgio da garota é a nova espécie de diário, onde faz reflexões e tenta superar a enorme perda.
O livro é escrito em forma de cartas, mas é um diário. No princípio, a leitura é bastante repetitiva pelo fato de Laurel ser bem tímida e não se abrir facilmente, mas logo depois você não consegue mais parar de ler. A história é cheia de altos e baixos, mas cheia de poesia. Às vezes eu tinha que ler o trecho novamente para absorver os lindos comentários de Laurel. Outras vezes, grifava páginas do livro.
Um ponto ruim, pelo menos ao meu ponto de vista, é que não consegui me apaixonar profundamente por nenhum personagem, exceto Laurel. Nenhum deles tinha "aquela coisa", sabe? Mas todos têm suas peculiaridades. A personagem principal é tão jovem e ingênua para enfrentar tamanho sofrimento, mas ao mesmo tempo tão madura, que nos dá lições de vida em muitas passagens da história. Tive a impressão, no início, que ela não conseguiria se recuperar da tragédia, por viver sendo praticamente a sombra da irmã, muitas vezes sem conseguir se virar sozinha.
Li quase o livro todo sem saber a causa da morte da irmã mais velha, talvez por causa da dificuldade de Laurel em falar sobre o assunto, mas logo no final descobrimos o que realmente aconteceu.
Vale a leitura apenas para conhecer as personalidades que julgamos perfeitas, superar as dificuldades que por muitas vezes passamos e sentir o livro pulsando em suas mãos, mesmo após um tempo. O livro me marcou muito, recomendo.
PRONTOOOOOOOOOOOO
Isabella.Sobral 31/01/2015minha estante
relevem o "prontoooo" no final hahaha tinha mandado pra minha amiga primeiro :P




Cheiro de Livro 14/09/2016

arta de amor aos mortos
A ideia veio depois da perda inesperada da mãe e depois que o autor de “As Vantagens de Ser Invisível”, Stephen Chbosky, ter dito a Ava Dellaira que ela deveria escrever um livro. Assim nasceu “Cartas de Amor aos Mortos”, que narra em cartas para Kurt Cobain, Judy Garland, River Phoenix, Amelia Earhart e Amy Whinehouse a história de Laurel, uma jovem que perdeu a irmã – May – e com ela sua própria identidade.

Esse post vai mesclar minha opinião sobre o livro e o que conversei com Ava durante a Bienal. Conversamos um pouco antes do painel dela (do qual fui mediadora) e foi incrível conhecer a autora por trás de uma obra que me marcou tanto.

Quando li “Cartas de Amor aos Mortos” pela primeira vez, apenas gostei. Achei muito bem escrito, interessante e de quebrar o coração, mas ok. Quando fui chamada para fazer o painel, reli o livro e NOSSA! Acho que realmente entendi a bigorna que foi jogada em cima de mim só da segunda vez que li. Marquei o livro todo e queria escrever ensaios e ficar horas conversando com Ava sobre o livro! Ele tem tantos sentimentos nas linhas e nas entrelinhas que é fascinante de ler.

Ao longo do livro, Laurel nos conta que mudou de escola para evitar que pessoas tocassem no assunto do falecimento de sua irmã. Basicamente, ela não queria que sentissem pena dela e que a sombra da morte trágica de May assombrasse seus próximos passos. Mas o problema é que a própria Laurel não consegue deixar May “seguir em frente” não somente porque morre de saudades da irmã, mas porque não sabe quem é sem ela. Normal a irmã mais jovem se espelhar na mais velha e ainda mais normal sentir essa ausência já que seus pais são separados, você passa metade da sua vida com sua tia e a outra com seu pai e nenhum deles sabe exatamente como lidar com você – embora ambos te amem muito.

May era o espírito livre e que, ao decorrer do livro, descobrimos que também sofria muito e que tinha suas lutas internas. Laurel também tem muitos segredos e cicatrizes internas assim como Hanna e Nathalie (suas novas amigas) e Sky, o gatinho que tomou seu coração. E rola um plot twist super tenso no meio disso tudo, mas que não quero nem mencionar para não estragar.

Em suma, “Cartas de Amor aos Mortos” narra de forma extremamente tocante, real e original a dor de quem fica depois que alguém querido se vai, a dor de uma “sobrevivente” e mostra, ainda, como ídolos ajudam a dar sentido, a colocar a nossa vida em perspectiva novamente.

O tema do painel com Ava Dellaira era “Cartas e segredos: a identificação com os ídolos na adolescência”. Um erro é que não é somente na adolescência que rola essa identificação, mas sim quando ela geralmente começa. Quando explorei o assunto com Ava, usei citações que ela escreveu no livro sobre Amy e Kurt, sobre como eles não tinham a pretensão de ser idolatrados por milhões. Eles só queriam cantar. E disse a Ava que isso também ocorria com autores, pois muitas vezes é por meio das palavras, histórias e personagens de outros que nós, leitores, encontramos forças para seguir em frente, para sermos corajosos. E que isso é uma grande responsabilidade. Aí perguntei como ela lidava com o fato de que o trabalho dela era agora o apoio de tanta gente.

E ela se emocionou e chorou. Aqui tem uma parte desse momento.

“Enquanto escrevia, sonhava que o meu livro ajudasse alguém um dia. Então estar aqui, com vocês, é realmente um sonho realizado”, revelou a autora.

E aí eu pedi para que todos que tivessem sua vida tocada pelo livro “Cartas de Amor aos Mortos” que levantassem a mão. E praticamente todo mundo – cerca de 600 pessoas – ergueu o braço. E Ava sorriu mais largo e mais algumas lágrimas escaparam.

Esse é o poder da escrita. Esse é o poder do fã: de cicatrizar feridas com a arte alheia. E isso é muito lindo e necessário.

Então leiam “Cartas de Amor aos Mortos” sem pressa e reflitam. Bons livros deixam cicatrizes que nos tornam sempre mais fortes.

site: http://cheirodelivro.com/carta-de-amor-aos-mortos/
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Monica 18/11/2016

Trechos/Frases de Cartas de amor aos mortos
"Tem sido difícil ser eu mesma, porque não sei exatamente quem sou."

"Quando olho para Sky lembro que o ar não é apenas algo que existe, mas que se respira."

"Tem coisas que não posso contar para ninguém além das pessoas que já não estão mais aqui."

"É difícil explicar, mas quando estou ali, ouvindo sua voz, sinto que começo a fazer sentido."

"É mentira que a dor aproxima as pessoas. Cada um de nós é uma ilha."

"Os olhos dele eram como a sua voz, Kurt - uma chave que abria algo em mim."

"Me dei conta de que todo mundo conhece seu rosto. Todo mundo conhece sua voz. Mas nem todo mundo sabe de onde você realmente é, a não ser dos filmes."

"Eu gostaria que você pudesse me dizer onde esta agora. Sei que esta morta, mas acho que tem alguma coisa da gente que não desaparece simplesmente."

"-Porque algumas coisas são mais difíceis de perder que outras?
Natalie respondeu com um tom de 'não acredito que você perguntou isso':
-Por causa do amor, claro. Quanto mais se ama alguma coisa, mas difícil é perder."

"-Sabe, acho que, quando você perde alguma coisa próxima, é como perder a si mesmo. É por isso que, no final, até mesmo escrever é difícil para ela. Ela quase não sabe como fazer. Porque quase não sabe mais quem ela é."

"Na vida podemos ser mais que passageiros."

"Pensei em você, observando o movimento lá de cima. A folhagem balançado. Os rios como se fossem longos fios, e a espuma do mar chegando à costa. E em como ao desaparecer lá em baixo, você deve ter se tornado parte daquilo."

"Na vida, a gente nunca tem certeza do que vai acontecer, mesmo que planeje tudo. Pode haver uma reviravolta, acontece sempre."

"Algumas coisas se tornam tristes demais para serem explicadas."

"As vezes a gente guarda as historias que nossos pais contam sobre o passado. Mas essas memorias herdadas são diferentes da realidade e diferente das nossas próprias lembranças. Como se tivessem uma cor própria."

"Iriamos até onde a terra encontra a água."

"Ser roqueiro é a interseção de quem você é e quem você quer ser."

"Me perguntei se ele podia ouvir meu coração batendo forte. Como se as costelas fossem uma jaula e o coração quisesse fugir."

"Você usava roupas como se fossem uma armadura, mas, nas musicas, se abria totalmente, Estava disposta a se expor sem se importar com o que as pessoas pensavam. Eu gostaria de ser assim."

"Halloween é um dos meus feriados favoritos. O natal e os outros às vezes nos deixam tristes, e há o peso de ter que estar feliz. Mas no halloween você pode ser o que quiser."

"Adultos as vezes são tão falsos [...] sempre agem como se tentassem ajudar e como se quisessem cuida de você, mas na verdade só querem alguma coisa em troca."

"A beleza é a verdade, a verdade é a beleza. É tudo para saber, e nada mais."

"Acho que fazemos nossos próprios significados, nos inserindo neles."

"-O universo é maior do que qualquer coisa que cabe na sua cabeça."

"Quando cantava essa musica, cada lugar era um mistério que um dia eu descobriria. Aquilo me fazia sentir que o mundo era enorme e maravilhoso, cheio de coisas para explorar."

"Se as portas da percepção se desvelassem, cada coisa pareceria ao homem como é, infinita."

"Não conheço ninguém que tenha uma família perfeita."

"Todos nós queremos ser alguém, mas temos medo de descobrir que não somos tão bons quanto todo mundo imagina que somos."

"[...] a estrada nunca termina."

"Existem duas coisas importantes no mundo: estar em perigo e ser salvo."

"Sabe porque se apaixonar é o que pode acontecer de mais profundo com uma pessoa? porque quando estamos apaixonados, estamos totalmente em perigo e completamente salvos, os dois ao mesmo tempo."

"Quando a gente guarda muita coisa aqui dentro, precisa encontrar uma maneira de se expressar."

"Quando você toma uma resolução, pode gerar transformação."

"Se conhecer é como ter uma fonte da juventude."

"Que nunca fiquemos velhos demais para lembrar quem somos agora."

"A verdade é bela, não importa qual seja. Mesmo que seja assustadora ou má. É a beleza simplesmente porque é verdade. E a verdade é radiante. A verdade nos faz sermos nós mesmo. E eu quero ser eu."

"É muito triste que as pessoas morram."

"É triste quando todo mundo sabe quem você é, mas ninguém te conhece."

"As pessoas veem o que querem."

"-O mundo mudou, não mudou? E esse medo de não existir mais final feliz."

"As vezes nosso corpo devia mostrar mais as coisas que nos machucam, as historias que mantemos escondida dentro de nós."

"É possível ser nobre, corajoso e lindo e ainda assim desabar."

"Ninguém pode salvar ninguém, não de verdade. Não de si mesmo."

"O amor não é um segredo. Não posso fingir que não tem importância."

"Nada é pior que alguém que você ama simplesmente ir embora."

"É o que o amor verdadeiro significa - deixar alguém ser ele mesmo."

"Quando você cresce, começa a entender as coisas que não entendia antes."

"Muitas coisas não são justas. Acho que podemos ficar bravos para sempre ou simplesmente tentar melhorar o agora."

"Mas não somos transparentes. Se quisermos que alguém nos conheça, precisamos nos revelar a essa pessoa."

"A grande coragem é perceber que, por mais oceanos que eu atravesse, a verdade, simples e boba, vai sempre estar do outro lado."

"Senti que algo entre nós mudou de posição, como as placas tectônicas da Terra. Você acha que conhece alguém, mas essa pessoa sempre muda, e você também esta em transformação. De repente entendi que estar vivo é isso. Nossas próprias placas invisíveis se movem em nosso corpo, e se alinham à pessoa que vamos nos tornar."

"As vezes penso que sou a única que perdeu alguém. Mas não sou."

"Talvez ao contar historias, por pior que sejam, não deixemos de pertencer a elas. Elas se tornam nossas. E talvez amadurecer signifique que você não precisa ser uma personagem seguindo o roteiro. É saber que você pode ser a autora."

"As vezes, quando falamos, ouvimos o silencio. Ou apenas ecos. Como gritos vindos de dentro. E isso é muito solitário, só acontece quando não estamos ouvindo a verdade. Significa que ainda não estávamos prontos para ouvir. Porque toda vez que falamos, há uma voz. Existe o mundo que responde."

"[...] eu levo o seu coração(eu o levo no meu coração)"

"O rio corre para o oceano."
Luciana 11/12/2016minha estante
Amei esse livro tbm. Uma pena vc não ter colocado as páginas. Estou fazendo isso agora, as frases que gosto nos livros que leio, anoto e coloco as páginas.


Monica 03/01/2018minha estante
Oi Luciana, eu não marco as paginas porque geralmente leio em pdf ou epub.




Clara 26/10/2016

Opinião
Esse livro é muito bom mesmo! Realmente tocante, leiam :)
Duda 27/10/2016minha estante
UHUUUH!!!




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Kat 29/03/2015

Amor, mistério e muitas histórias....
Um pouco de cada coisa está nesse ivro. Ganhei de presente de uma amiga. Nao sou muito das pessoas que leem frequentemente livros. Tenho preguica. Comecei a ler em janeiro, comecaram as aulas, e eu parei. Ontem, abri o livro novamente para continuar lendo, e eu nao parei por um segundo se quer. Terminei o livro na madrugada. Amei muito o livro, é daquele tipo que voce nao quer que acabe nunca, que voce quer realmente ser a personagem. Me apaixonei literalmente por Sky, um garoto perfeito, e nao muito melequento como a maioria dos livros retrata os namorados. Estou completamente apaixonada por esse livro e, ao mesmo tempo, muito triste que ele terminou. Realmente todo mundo de veria ler.
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andy 28/08/2016

Começo entediante, final interessante
"Carta de Amor aos Mortos" conta sobre o primeiro ano no ensino médio em uma escola nova de uma garota que perdeu sua querida irmã maior, e teve sua família desconstituída. A história é escrita em cartas para famosos que já morreram, falando sobre suas vidas e associando um pouco delas ao que acontece à protagonista, Laurel.
O livro inteiro o sofrimento que May causou à Laurel com sua morte, a culpa, a tristeza, a saudade e a vontade de ser algo novo, de alcançar a perfeição de sua irmã.
A leitura, a partir de certo tempo, faz refletir sobre a vida, as relações, os segredos que guardamos, o que realmente queremos ser.

O primeiro "contato" que tive com o livro, foi por uma resenha que um booktuber fez ano passado, e, quando vi o livro, pensei "Essa capa é muito bonita, e esse título intrigante, preciso ler.". Eu tinha muita expectativa sobre "Cartas de Amor aos Mortos" até começar a lê-lo, cinco dias atrás.
Odiei o começo e o meio, não conseguia sentir nenhuma afeição sobre nenhum dos personagens, era horrível, pensei MUITO em abandonar. O casal era fraco, as amizades um pouco... desconfortáveis de ler, o jeito que Laurel pensava me deixava muito incomodada, mas por insistência de já ter perdido tempo demais lendo esse livro, decidi terminá-lo, e, admito, gostei do final, foi muito interessante (apesar do clímax ter me decepcionado). Não recomendo a leitura para pessoas que preferem livros de aventura, ou ficção, mas para pessoas que gostam de refletir e aquelas que já assistiram skins, recomendo plenamente.
Bom, não dei 5 nem 4 estrelas, pois 3/4 do livro, para mim, foi uma perda de tempo, ia dar só uma estrela, mas, realmente, eu gostei mesmo do final.
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Tham 03/06/2015

Drama não é comigo
Sabe quando você ouve falar do livro tanto e tanto antes de ser lançado que, quando lança, você só vai na livraria e compra? Este foi o livro que mais me arrependi de ter comprado. Vocês vão entender agora...

Entre gêneros e mais gêneros, drama é um dos que mais abomino. Como eu sempre digo, de drama, já basta na minha vida. E, bom, eu não esperava por um livro dramático. A sinopse me prometeu x e nem chegou a cumprir y. Na hora que eu soube do enredo, o que mais me agradou - da série: "amo mortes e seus segredos", o qual descobri que é só legal quando o livro é policial - foi o fato da Laurel ir contando, durante o livro, o que realmente aconteceu com a sua irmã, porque ela morreu e porque ela ficava tão mexida com isso.

Até certo ponto, o livro me agradou. A partir do momento que comecei a descobrir algumas falhas, essas começaram a se destacar e já não dava pra fingir que não existiam. O romance mal contado da Laurel com o Sky e a carga de drama que ela coloca sobre ele, dizendo fatos que lembrava sua irmã e sempre escondendo o que seria, me deixou realmente irritada. Sem contar que o livro parece que não falar sobre ela em si. Se passa em torno de só e apenas a morte da irmã e como isso afetou ela. Tudo bem que eu nem consegui acabá-lo - pra vocês verem o nível -, mas cheguei a mais da metade e, definitivamente, juntando todas as partes que ela fala dela, não deve dar nem uma folha.

Tenho que assumir que, após minha "não leitura", me deparei com umas resenhas e descobri o motivo para tudo e para todo o drama. Mas, acredito, que eu odiaria ter que ler um final daqueles mais uma vez - quem já leu o livro ou As vantagens de ser invisível, sabe do que eu estou falando. Mais uma vez: drama não é comigo - apesar que, sim, eu li As Vantagens de ser invisível e foi bem menos dramático. Acreditem.

Realmente foi uma decepção pra mim, já que minhas expectativas eram altas por uma coisa e o livro se mostrou totalmente o oposto do que achei que era. Mas, não deixando de tocar numa parte que talvez seja boa, é aquele livro que te prende, te consome, e se você se identificar o mínimo com a personagem, você sofre com ela. Todavia, esse foi mais um dos aspectos para que eu o largasse. Gosto de rir com os personagens, ver uma vida cheia de emoções e desafios e não sofrer com eles.

Mas, como sempre me falam, há males que vem para o bem, aliás, tive dois aprendizados com esse livro: Nem sempre a sinopse é tudo. As vezes ela te confunde e te entrega na mão um livro que você possa não gostar. Só espero que vocês tenham mais coragem que eu para terminar um livro que não gostem, mas, pra mim, não dá. Outro aspecto bom, ao todo, foi que eu finalmente percebi que drama é um gênero que tenho que ficar bem longe. Sim, foi esse livro que me fez ver isso, porque nunca, nunquinha, eu compraria um livro de drama de propósito - um dos motivos para eu nunca comprar livros do Nicholas Sparks e nunca ter lido e nem visto filme dele. Foi por acaso mas aconteceu. Que bom que aconteceu.
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Edmar 08/01/2015

Na lista dos melhores
Um livro que além de você viajar sentindo toda a história, você reflete o quanto é difícil uma perda, e a autora consegue destacar isso. Sem dúvida foi uma ótima experiência, recomendo muito.
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Laura 05/06/2015

Um livro diferente. Inicialmente, eu gostei, entretanto, depois de algumas páginas, assumo, cheguei a pensar em desistir, em abandonar, comecei achar cansativo, mas, resolvi insistir mais um pouco e me surpreendi.
Graças a esse livro comecei a escutar Nirvana, me dei essa oportunidade, e comecei a gostar. Infelizmente, toda vez que escuto lithium sofro com a falta desse livro, das aventuras e descobertas, qual sei que não será a mesma coisa se for ler novamente.
Concluindo, livro muito bom, diferente, leitura fácil. Indico a todos, até mesmo quem procura leituras como Machado de Assis e outros, pois é as vezes é bom dar uma trocada, fugir da nossa zona de conforto ;)
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Lucas 06/12/2014

Laurel, a menina que levou à sério demais um trabalho de inglês.

Tudo começa com uma tarefa para a escola: escrever uma carta para alguém que já morreu. Logo o caderno de Laurel está repleto de mensagens para Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy Winehouse, Judy Garland, Elizabeth Bishop... apesar de ela jamais entregá-las à professora. Nessas cartas, ela analisa a história de cada uma dessas personalidade e tenta desvendar os mistérios que envolvem suas mortes. Ao mesmo tempo, conta sobre sua própria vida, como as amizades no novo colégio e sobre seu primeiro amor. Mas Laurel não pode escapar de seu passado. Só quando ela escrever a verdade sobre o que se passou com ela e com a irmã, May, é que poderá aceitar o que aconteceu e perdoá-la, assim como a si mesma.


Opinião...

Vendo essa capa, esse título e essa sinopse eu só pensei: esse livro deve ser perfeito. Mas não, não é assim como eu esperava. Porém, antes tenho que falar que o livro não é ruim ao todo. A forma como a escritora trata o livro é simples, e, no caso, isso é muito bom. Tem uma história familiar dramática sobre a perda, tanto na morte quanto no abandono, e isso cerca toda a leitura, desde a primeira até a última página. Sem falar das referências a cantores, atores e alguns outros famosos que morreram de uma forma um tanto peculiar. Isso engrandece bastante a história. Mas é aí que tudo começa a desandar. Uma garota sem auto-estima, problemas familiares, amigos que ela acabara de conhecer e o par romântico. Não vejo qual é o problema em mudar essa 'receita' em livros para adolescentes. A história geral até muda, mas fora isso é tudo "igual". Além da personagem principal que é totalmente desinteressante, e que não consegue tomar uma iniciativa sozinha. Até o fato de que tudo de importante para o conflito do livro são revelações do passado. Assim a gente tem a sensação de que a maioria das coisas que aconteceram nele é só um complemento. E prefiro nem falar sobre o romance entre a Laurel e o menino misterioso, Sky. Apesar de muitas coisas que me incomodaram no livro, tem uma que eu realmente tenho de elogiar: os vislumbres da infância da protagonista. Ao meu ver os eles são muito sinceros e conseguem retratar a verdadeira inocência de uma criança. Gostei até dos pequenos conflitos entre os personagens secundários. O livro tem uma leitura muito fluída, apesar de todo o drama. Além de algumas coisas que acontecem um pouco antes do final que são chocantes e mudam totalmente 'o rumo' da leitura.

O livro em si, como vocês puderam ver, tem muitos altos e baixos. Eu esperava bastante dele, o que me fez ficar um pouco decepcionado. Mas o livro não deixa de ser bom e ter vários pontos positivos. Talvez o problema tenha sido até eu, que não consegui aproveitar totalmente a leitura por causa da expectativa em torno do livro. Mas, apesar de tudo, foi uma boa leitura, principalmente sendo o livro de estreia de uma autora.

Esta resenha, assim como outras, está presente em meu blog literário:

site: http://psicoselit.blogspot.com.br/
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lysemoon 24/09/2015

Superficial, chato e entediante
Achei a premissa de uma menina que escreve cartas aos mortos em busca de autoconhecimento bastante interessante e, assomado isso ao fato de tanta gente falar bem, mergulhei no livro com expectativas relativamente altas. Me desapontei fortemente.

Achei extremamente rasa a forma com que a autora trata os temas fortes que aborda, com muitas ideias pobremente desenvolvidas, além da sensação de uma sequência de eventos forçada.

A protagonista não me cativou, o romance dela muito menos e já pelo meio do livro não aguentava mais.

Em resumo, raso é a palavra que caracteriza esse livro em inúmeros aspectos.
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Yanna 10/09/2015

Carta de amor aos mortos.
Demorei um seculo para ler esse livro, também por causa das provas da faculdade, mas enfim consegui terminar! Confesso que o que me atraiu nesse livro foi a capa (maravilhosaaa!) mas até então, eu não sabia sobre o que seria a historia, e imaginei que fossem só cartas para pessoas que já haviam morrido, mas me enganei. No decorrer do livro, Laurel, personagem adolescente principal, perde a irmã mais velha em quem se espelhava e tem que lidar com a perda para descobrir quem ela realmente é. Depois que uma professora pediu para que ela escrevesse cartas para pessoas que já morreram, ela vai juntando sua história com a vida da pessoa pra quem se destina a carta, e é muito legal esse ponto do livro porque eu não sabia muito da vida pessoal dos artistas pra quem Laurel escreve.
O livro tem muito potencial, é muito sensível e pra mim foi também em muitos momentos um pouco confuso. Trata de assuntos delicados e principalmente sobre como ações e palavras podem ter uma reação negativa na vida das pessoas. Nunca sabemos como elas se sentem no fundo. Os personagens são únicos, mas infelizmente não me cativaram. achei o livro bem massante e arrastado principalmente no meio. Parecia que não ia terminar nunca, mas de acordo com que as coisas foram sendo reveladas (mais para o fim do livro) eu comecei a gostar, e fiquei surpresa, porque não esperava que o livro fosse caminhar pro lado que caminhou. (Não vou dar spoiler) O livro é muito bem escrito, mas não consegui me prender... talvez eu não estivesse no momento certo para lê-lo. Mas enfim.
Achei que o livro teve o desfecho que merecia, fiquei satisfeita. E por mais que eu não tenha conseguido gostar tanto como eu esperava, ele me trouxe ensinamentos e uma visão diferente de algumas coisas.
Dou 3 estrelas pra ele.
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