Cartas de Amor aos Mortos

Cartas de Amor aos Mortos Ava Dellaira




Resenhas - Cartas de Amor Aos Mortos


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Lucas 27/12/2017

"Às vezes eu me perguntava se via as mesmas coisas que o resto do mundo"
O livro trabalha, de uma ótima maneira, temas muito atuais: divórcio, problemas emocionais, traumas de infância, adolescência e homoafetividade.
Laurel, a protagonista, foi claramente muito afetada pela morte de sua irmã mais velha, May, e nunca conseguiu superar isso. Em suas cartas ela sempre retrata esta como alguém infinitamente melhor do que ela (mesmo isso não sendo verdade).
Como em outros livros, é possível perceber que no decorrer da história a personagem principal amadurece e, no caso de Laurel, aceita as perdas (que não giram somente em torno da morte da irmã).
A temática de cartas facilita a expressão de sentimentos, sensações e outros aspectos retratados a partir de uma escrita em primeira pessoa muito bem elaborada.
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jhonatas_nilson 07/03/2015

Personagem sem personalidade, mas o livro é bom.
Entre muitos livros que não me agradaram nos últimos meses, “Cartas de amor aos mortos” veio na hora certa em que eu estava precisando, e muito, de alguma história que conseguisse me prender.

Laurel está devastada após a morte de sua irmã May. Aparentemente o mundo dela girava ao redor da irmã mais velha e estava sendo difícil para ela aceitar que May já não estava mais lá. Procurando um “recomeço” onde ninguém soubesse da sua perda e, consequentemente, não tivessem pena dela, Laurel muda de escola. E é então que a história começa, quando a professora passa um dever de casa onde ela precisa escrever uma carta para alguém que já morreu.

Essa tarefa que a professora passou acabou virando um hábito e Laurel passa a contar a sua história através dessas cartas. Kurt Cobain, Amy Winehouse e entre outros estão na lista de destinatários.

Até mais ou menos a página 180 eu tinha certeza que não ia dar mais que duas estrelas para o livro. O motivo? Achei Laurel extremamente dramática e sem personalidade, se agarrando a coisas fúteis e se permitindo ser direcionada pelos outros, muito influenciável. Sem uma voz, sabe? Mas então percebi que ela começou a amadurecer, pelo que EU entendi as cartas acabaram ajudando de alguma forma para que ela pudesse se encontrar, tomar forma e deixar de ser apenas uma sombra do que sua irmã foi um dia.

Se tem uma coisa que eu realmente não gosto em um livro é de personagem sem personalidade e Laurel durante mais da metade da história foi exatamente isso, mas então pude perceber seu crescimento, amadurecimento. De repente ela já não era mais aquela menina que se permitia levar, pois havia começado a entender quem era.

Uma coisa que realmente me irritou nela foi o endeusamento de May. A menina era irresponsável, rebelde e idiota. Eu, sinceramente, se tivesse um irmão mais velho assim dificilmente iria me espelhar nele.

Um ponto forte do livro é que a autora conseguiu tratar de temas polêmicos, que eu não vou citar aqui, de maneira correta(ao meu ver) e eu gostei disso.

Sim, eu dei quatro estrelas porque percebi o crescimento de Laurel, caso ela houvesse continuado abestalhada pelo resto do livro possivelmente eu teria dado uma ou duas estrelas :p Além disso, depois de tudo o que venho lendo nos últimos tempos acho que esse, apesar de ter sido um pouco irritante em alguns momentos, realmente merece, já que foi uma leitura que valeu a pena.

Enfim... Recomendo.
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Michelly 26/08/2014

"Tem coisas que não posso contar para ninguém além das pessoas que já não estão mais aqui."
Quando recebi o e-mail da Seguinte avisando que tinha provas disponíveis de Cartas de Amor aos Mortos, fiquei receosa de requisitar um pra mim, pois me baseando pela sinopse, parecia um livro muito triste. Porém fiquei tão encantada que resolvi tentar a sorte. Pedi e fui uma das parceiras contempladas para ler o livro antes mesmo de seu lançamento. E eu digo a vocês: eu perderia muito por não conhecer essa história...

A narrativa traz como protagonista a jovem Laurel, que 6 meses antes perdeu sua irmã, May, num trágico acontecimento. Logo no primeiro dia de aula, sua professora de inglês passa um trabalho no qual cada aluno terá que escrever uma carta para alguém que já morreu.
A primeira carta de Laurel é endereçada à Kurt Cobain e nela a garota descreve seus sentimentos sobre a irmã e sobre os primeiros dias no novo colégio. Mas devido ao rumo pessoal que a carta tomou, Laurel não tem coragem de entregá-la à professora.
A partir daí a garota começa a escrever cartas à vários artistas falecidos, contando como está a adaptação no colégio, falando sobre as novas amizades e sobre Sky, um garoto misterioso que roubou sua atenção e, ao que tudo indica, seu coração também.
No começo nós não sabemos muito sobre a morte de May, mas, aos poucos, Laurel vai se abrindo, transformando aquelas cartas num tipo de diário alternativo onde ela expõe sua culpa pela tragédia com May. É através dessas cartas, também, que vamos acompanhando o caminho que Laurel percorre em busca da cura de suas feridas, que são tão profundas. E torcemos por ela. A cada palavra do texto torcemos mais e mais.

Uma coisa que pode incomodar alguns leitores é o fato de Laurel falar muito de May. Em qualquer situação ela faz uma ligação com a irmã, o que pode parecer repetitivo. Porém eu considero totalmente explicável. Imagina perder sua irmã e ainda se sentir culpada por isso?
Eu, particularmente, tenho uma relação muito profunda com minha irmã, e acho que isso colaborou para que eu tivesse uma reação tão intensa ao ler Cartas de Amor aos Mortos. Não me imagino sem meu bebê, por isso não consigo mensurar o sofrimento de Laurel.
Além da morte de May, Laurel tem outras cicatrizes para cuidar. Sua mãe não aguentou a pressão e praticamente a abandonou com o pai e a tia. Também houveram circunstâncias em que ela foi submetida a vários tipos de abuso. Só por aí dá pra perceber que a vida da garota não é fácil, o que até justifica suas atitudes durante o livro.

O fato da narrativa ser toda através de cartas foi uma novidade muito bem-vinda para mim! A forma que a autora usa os destinatários das cartas foi muito inteligente, sempre ligando a história de vida do artista ao momento pelo qual Laurel estava passando, inclusive utilizando trechos de suas respectivas músicas para ilustrar determinados sentimentos.
A escrita de Ava Dellaria é muito mais que competente, é linda, poética e, pra mim, perfeita. A forma com que ela expressa as emoções é tão real que chega a ser uma das melhores autoras para falar de sentimentos que conheci até hoje.

Esse é um livro bastante denso, que trata de assuntos sérios como morte, abuso sexual e drogas, porém não é nada deprimente ou angustiante, como eu pensei que fosse. Para servir de contraponto, a história também traz um romance adolescente, que mesmo com suas turbulências, é leve e reconfortante. É a centelha de esperança que o livro precisava para escapar do abismo ao qual Laurel mergulhava. E nisso também a autora foi muito feliz.
Num livro como esse podemos ver claramente a velha máxima de que ninguém é tão perfeito ou tão errado. Todos nós temos dois lados, e foi delicioso descobrir o bem e o mal em Laurel. Se você for esperto, vai querer descobrir também.


http://maisumapaginalivros.blogspot.com.br/
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Ana 15/10/2015

Cartas de Amor aos Mortos tem sua história escrita através de cartas que Laurel escreve a seus ídolos, muitos dos quais ela conheceu por conexão a outra pessoa.

Laurel está começando o ano em uma escola nova, onde ela pode circular sem receber olhares de pena pela morte de sua irmã mais velha, May. Com a tragédia, a família que já estava quebrada, se despedaçou. Sua mãe, incapaz de lidar com o luto, se mudou para a Califórnia, e a guarda de Laurel foi compartilhada por seu pai (Jim) - que parece ter ficado um tanto quanto letárgico após os acontecimentos - e sua tia (Amy) - uma mulher guiada por seu amor à Jesus.

Depois de passar alguns almoços escondida no banheiro, Laurel inicia uma amizade com Natalie e Hanna. E, ao contrário da maior parte dos livros com personagens adolescentes, as personagens não são perfeitas. Elas são completamente quebradas, na verdade. Natalie ama Hanna, e este amor é recíproco. Mas Hanna sai com caras, vários, ao mesmo tempo; sua avó está doente, seus pais morreram e seu irmão não sabe como lidar com ela. Juntas elas matam aula, bebem e fumam. E isso é tratado com naturalidade no livro, não enaltecendo ou condenando as atitudes das adolescentes.

Logo Laurel repara em Sky. O típico garoto misterioso do colégio. Ninguém sabe ao certo de onde ele veio, mas boatos dizem que foi espulso de sua escola anterior. Mas, apesar de se apaixonarem, o relacionamento dos dois é abalado pela relutância de Laurel em se abrir e falar sobre seu passado.

Esta negação de Laurel em revelar seu passado àqueles próximos não irritou somente Sky. Eu também fiquei profundamente irritada, já imaginando o que havia acontecido em seu passado, mas querendo logo descobrir o que de fato era verdade.

De certa forma este "mistério" é bom para motivar a leitura, mas apenas na medida certa (o que, felizmente, é o caso deste livro). A escrita torna a leitura suave, falando com naturalidade mesmo sobre questões mais delicadas.

A forma de escrita em cartas me incomoda um pouco na teoria, então seria algo que talvez bloqueasse a escolha deste livro se eu soubesse disso antes. Mas, tendo descoberto isso apenas lendo, este modo até mesmo ajudou, porque possibilita "saltos" no tempo que poderiam ser muito tediosos em uma narrativa convencional.

Ah! E cuidado: O livro fala sobre abuso (físico e sexual). O assunto é abordado de maneira branda, sem detalhes e sem grande descrição (física ou emocional), mas o aviso é sempre válido!

Recomendo para: Jovens. Romance / Drama. Leitura leve e rápida (:

site: http://quasemineira.com.br/2015/10/cartas-de-amor-aos-mortos/
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Jessica.Luck 25/05/2017

Que Decepção!!!
Gente esse livro na minha opinião foi perca de tempo ter lido. No começo até curti um pouco tava até me simpatizando com a Laurel mais com o passar das paginas fui me irritando, ela se culpa demais pela morte da Irma não desabafa com as amigas, se fecha demais no mundinho dela. Chora o tempo todo. MEU DEUS QUE LIVRO MAIS SEM GRAÇA. Não aconteceu nada demais no livro pra mim um livro tem que ter emoção e nesse sinceramente não teve emoção nenhuma. E eu toda esperançosa, pq achei a sinopse legal e a capa maravilhosa, mais por dentro SEM CONTEÚDO.
Maria 25/05/2017minha estante
Não tem conteúdo? Tem gente que se fecha SIM e tem dificuldade de contar o que está sentindo. Ela passou por muita coisa. Tem que ter que tipo de emoção??


Bia Sants 15/07/2017minha estante
Entendo o seu ponto de vista, pra mim foi dinheiro jogado fora. O livro é todo engessado, a autora no finalzinho coloca um assunto sério para o tratar como nada. Mas vou ler mais uma vez pra ver se mudo a minha opinião.


Biblioteca Mágica 19/08/2017minha estante
Eu perdi minha mãe há seis anos, e eu tinha crises de choro todos os dias, e ainda tenho, e sempre vou ter.
Perder alguém é como se arrancassem sua alma. Tudo o que você viveu com aquela pessoa, parece ter sido apenas um sonho com o passar dos anos.
Infelizmente ela é muito repetitiva em se tratando da culpa. Mas, em partes eu entendo perfeitamente o luto que ela está passando.
Sem mãe, sem a irmã e sem o Sky.
O livro realmente é triste, e muita gente, assim como o Sky tem coragem de abandonar alguém nessa fase difícil. Meus amigos e amigas e alguns familiares foram exemplo disso.
Voce tem que se curar sozinha.
( ainda estou lendo)




Prado 25/06/2018

Cartas de amor aos mortos
Super indico, um livro muito bom, talvez um pouco clichê
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Malane 14/05/2017

Carta chata aos persistentes
Olha, no começo eu julguei a Lauren como uma garota chata, rebeldinha sem causa, que queria a todo momento ser como a irmã morta.

No decorrer dos fatos, mesmo sendo totalmente mal apresentados, a gente vê que Lauren sofre muito, por acontecimentos passados, onde ela nunca tinha dividido com ninguém, exceto a culpa pelo que tinha acontecido com a irmã.

Que livro lindo, desfecho excelente.

Só não gostei da narrativa! Cansativa demais.
A autora não conseguiu me prender a ponto de eu não conseguir parar.
Foi tenso chegar até o final.

É um livro agridoce pra mim, tem uma história ótima, mas é contada de uma forma péssima.
DriPinheiro 15/05/2017minha estante
Laurel*


Malane 15/05/2017minha estante
Anotado amore




Daniela 06/09/2015

apaixonante
O livro te envolve do início ao fim, a protagonista é meio maluquinha e super interessante. o final é maravilhoso. Ele conta a história de uma garota que perde a irmã problemática e acaba se culpando por isso. Quando ela se muda para a casa do pai, alternando alguns dias dormindo na casa da tia, ela vai para a escola que a irmã estudou e acaba conhecendo várias pessoas e fazendo amizades novas e que a marcarão para sempre. Ela se envolve com um rapaz interessante e por quem ela se apaixona e namora
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Giovanna 15/09/2015

Um tapa na cara do meu preconceito literário!!!
Um livro que no começo quase surtei de raiva, a protagonista era uma adolescente clichê, com uma vida clichê e tudo que pode haver de clichê em um livro YA, entretanto me surpreendi, me emocionei e me senti culpada por pensar tão mal de Laurel, me lembrou muito "as vantagens de ser invisível" mas com características únicas e cativantes, Cartas de amor aos mortos me encantou!
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Karine Monteiro ~@nomundoslivros 18/02/2018

Carta de Amor aos Mortos | Ava Dellaira | @editoraseguinteoficial

Laurel está passando por um momento difícil, de aceitação de perda. A irmã mais velha, May, morreu e ela era tudo para Laurel era sua fonte de inspiração.

Com uma mãe ausente que partiu e não disse quando volta Laurel tenta seguir a vida, dias na casa do pai, dias na casa da sua tia.

Depois do que aconteceu com sua irmã laurel troca de escolha porque não consegue lidar com todos fazendo perguntas que ela não sabe a resposta.

Na nova escola a professora passa uma tarefa interessante para os alunos, eles devem escrever uma carta para alguém que já partiu e a partir desta tarefa Laurel começa a escrever cartas para pessoas que já se foram como Kurt cobain, Amy Winehouse, Heath Ledger entre outros assim ela lida com a nova escola, a família, a perda de May, seu primeiro amor e também conta sua vida antes e depois de May.

____

Com uma escrita envolvente Ava Dellaira nos surpreende com uma estória delicada e emocionante. Que nos mostra que a perda de pessoas que amamos é dolorida sim e que apesar de toda a dor em algum momento precisamos começar a aprender a seguir em frente mesmo que seja muito difícil.

Neste livro não temos os tradicionais capítulos, ele é divido por cartas cada uma destinada a alguém que já partiu e que está de alguma forma ligado com Laurel.

Vamos conhecer as pessoas que estão na vida dela que vamos adorar e outros que vamos querer esmagalas. E o mais imporatante vamos adorar Laurel e quer cuida-la.

Como eu adorei esse livro quando li, ainda adoro alias! Super indico a leitura dele para quem ama um livro emocionante e cheio de drama.


site: https://www.instagram.com/p/BfPDPlNF7BL/?taken-by=nomundoslivros
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João 27/01/2016

O livro foi excelente até a metade.Depois começou a ficar um pouco entediante,a leitura não fluía.Talvez se tivesse menos páginas poderia ter agradado mais.Uma coisa que me incomodou foi a facilidade com que adolescentes americanos roubam.Dá impressão que lá uma das principais coisas que os adolescentes "tem que fazer" é roubar.Deixa a pensar...
Leitura pra uma vez só.
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