Minha Vez de Brilhar

Minha Vez de Brilhar Erin E. Moulton




Resenhas - Minha Vez de Brilhar


31 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3


Bru 28/03/2019

A busca da lagosta perdida
A história de Minha Vez de Brilhar conta a aventura da jovem Indie e do pequeno Owen, ambos atrás de uma lagosta dourada perdida.
Indie tinha uma lagosta de estimação e por um descuido perdeu a pobrezinha no mar. Ela então conhece Owen, um jovem da sua idade, muito curioso pelas coisas do mundo e explorador até o último fio de cabelo. Eles por fim formam uma parceria para encontrar a bendita Monty Cola (nome com o qual Indie batizou a lagosta dourada).
Obviamente muitas intempéries aparecem no meio do caminho. Alguns conflitos familiares acontecem. E a amizade de Indie e Owen é posta à prova.
Eu achei o livro fofinho, mas não é um tipo de leitura que me prende tanto. O livro é bem infanto-juvenil mesmo, afinal é do selo #Irado da Novo Conceito, então realmente já tem mais esse viés mesmo. Ultimamente tenho me encantado mais por livros de fantasia, distopia ou com uma pegada mais dramática. Com certeza na minha juventude eu teria adorado este livro, mas na fase literária na qual me encontro, estes tipos de leitura já não são mais meus preferidos.
De qualquer forma isso não invalida a beleza desta história. Indie é uma criança muito sincera, autêntica e de coração puro. Owen é o filho que eu queria ter, todo explorador, querendo saber tudo do mundo a sua volta. Além de Sloth que também é uma personagem bem forte e inspiradora, com seu estilo único e destemido, além de desafiador.
A história se passa em uma cidade costeira dos Estados Unidos, o que também ganha alguns pontos comigo, já que sou a louca do mar. Então todo o clima nos leva pra dentro do cenário onde se desenrola o enredo.
Mas enfim, é aquilo que eu comentei anteriormente, a história é doce e bonita, mas não é mais meu estilo de leitura. Mas aconselho aos jovens de plantão, que pode ser uma leitura válida. É bem rápida e fluida.
comentários(0)comente



kleris 23/01/2019

Erin nos leva para uma trama singela, mas extremamente relevante para o amadurecimento
(Esta resenha teve corte de trechos; visite o link para conferir)

Indie perdeu a irmã e melhor amiga Bibi para a adolescência e logo depois sua lagosta de estimação, Monty, em uma confusão na escola. Então ela fez um pedido às estrelas, de ser uma pessoa melhor para reaver esses pedacinhos de vida que ela vinha perdendo... Enquanto sai à caçada de Monty e tenta se reaproximar da irmã, Indie se vê em cenários maldosos do bullying e não deixa de perseguir seus sonhos. Acompanhada de Owen, garoto que conhece nos bastidores do teatro da peça de verão, a amizade vem a mostrar grandes lições sobre crescer, sobre respeitar o outro e sobre ser feliz à sua maneira.

Minha vez de brilhar nos coloca nas férias de verão com a peixólatra Indie, apaixonada por tudo que envolve os seres do mundo marinho. Essa sua paixão já fora algo que compartilhara com a irmã Bibi, mas que agora é motivo de chacota pela escola, encarada como a esquisitona que se deve ter distância. Mesmo perdendo a companhia de Bibi, então “crescida” demais para as brincadeiras juvenis de Indie, Indie não abandona o que ama para satisfazer o senso de ninguém. Mas quando perde Monty, sua lagosta de estimação, no mar após uma confusão, o coração da menina fica vulnerável. Ainda assim, a personalidade de Indie mostra que ingenuidade ou integridade não devem ser encaradas como fraquezas. Na verdade, pode ser o melhor que temos a oferecer em ambientes com pessoas tóxicas.

A amizade tem grande destaque do livro, que vem desde o ambiente familiar, o amor pelos animais, às descobertas das pessoas favoritas no mundo e o quanto podemos nos entregar a elas. É ao colocar a confiança em xeque que Erin nos leva para uma trama singela, mas extremamente relevante para o amadurecimento. Com certeza um livro que gostaria de ter lido em meus 10, 11, 12 anos, e ainda tão gostosinho em qualquer idade.

O toque juvenil, de grandes desejos pueris, espontâneos e sinceros, é o que com certeza faz o encanto acontecer. Com ares de Full House (a série), Erin tem uma escrita relaxada e fluída, que nos coloca exatamente no lugar da história e dos conflitos, e nos leva fácil para as aventuras, as fugas, as reflexões.

Minha vez de brilhar é aquele livro que aperta, que aquece o coração, que cura ressacas. Já com saudades das caras de peixe de Indie, com certeza procurarei outros livros da autora. Recomendadíssssimo!

site: http://www.dear-book.net/2018/02/resenha-minha-vez-de-brilhar-erin-e.html
comentários(0)comente



luana carolino 05/11/2018

Amei!
Nossa eu amei, adorei como a menina lida com a irmã faz de tuso para que a sua irma volte a gostar dela.
E como ela não desiste fácil!
Não tive indicação de ninguem, mais se alguém me indicasse acho que não leria, a minha sorte foi que ninguém me indicou!
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Sophia 31/01/2017

A conquista começa pela capa!
Minha vez de brilhar é um daqueles livros que entram pra nossa lista de "quero ler" mas depois de um tempo saem, o que aconteceu foi que na bienal do livro eu acabei encontrado o livro por 10 reais e me encantei de novo, então acabei comprando e colocando ele de volta pra minha listinha.
Vamos começar pela capa, que além de ser dura, é linda demais, o escrito é holográfico, muda de cor conforme a luz bate. O livro por dentro é de páginas amareladas, o que ajuda não cansar a vista na hora da leitura, e com letras grandes.
[...]
E aí, será que Indie vai encontrar Monty? Será que Bibi vai voltar a ser amiga da irmã? Uma coisa eu posso te garantir, Indie vai passar por apuros tentando se encontrar e agradar a todos, vai fazer e perder amigos no processo e tudo de um jeito muito engraçado e divertido!
O livro tem 288 páginas, foi escrito por Erin E. Moulton e é da editora #Irado. É daqueles que você começa a ler e não dá muito por ele, mas depois do terceiro ou quarto capítulo começa a se prender, quando chegar na metade não vai mais conseguir parar. O livro dá uma grande lição sobre ser você mesmo e não se importar com que os outros pensam.

Resenha completa em: http://www.blogdaumzoom.com/2017/01/resenha-minha-vez-de-brilhar.html

site: http://www.blogdaumzoom.com/2017/01/resenha-minha-vez-de-brilhar.html
comentários(0)comente



@plataformalit 13/01/2017

Um livro sobre amizade
Na cidade de Plumtown, Indie Lee Chickory vive fazendo suas caretas de peixe até um belo dia sua lagosta dourada de estimação entrar em sua mochila e, por uma terrível fatalidade, se perde no mar.
"Ela tem tantos piercings no rosto que parece um peixe que nunca é pego, mas continua carregando os anzóis pelo profundo mar azul."
Sua irmã Bibi vive para impressionar sua amiga Kelsey e Indie tenta ser como elas também. Acaba mudando sua forma de se vestir e negando uma amizade que não seria apropriada aos olhos delas.
Indie conhece Owen quando começa a trabalhar nos bastidores do teatro e juntos, eles tentam recriar o ambiente em que Monty Cola fora capturada pela primeira vez. Com direito à iscas de peixe com coca cola e barco.
Um livro infantil que nos faz refletir sobre o valor de uma amizade.
comentários(0)comente



Priscila 28/09/2016

Legalzinho!!
Nesse livros vamos conhecer Indie e sua família. Indie é uma menina normal e que tem como animal de estimação uma lagosta. Mas não é uma lagosta qualquer, e sim uma lagosta dourada que seu pai conseguiu capturar após uma pesca incrível.

Mas em um determinado dia, Indie foi para a escola e descobriu que dentro de sua mochila estava a sua lagosta Monty Cola. Isso mesmo que você leu..hahahaha. Bom, Indie ficou bem surpresa quando descobriu que Monty estava dentro de sua mochila e saiu correndo da sala para molhar Monty, pois a mesma não poderia ficar desidratada.

E quando ela saí em disparada para a praia para molhar Monty, e não percebeu que tinha várias pessoas atrás dela, como o policial Gallison e uma professora da escola. Quando chegou praia para molhar a Monty, o policial chegou logo atrás e acabou assustando a lagosta. Indie conseguiu pegar apenas uma pinça dourada da lagosta, pois a mesma acabou se escondendo no mar.

Indie ficou muito chateada por ter “perdido” a sua lagosta. E em uma das vezes em que andava pela praia em busca de sua lagosta, ela avistou uma casa na árvore bem acabada e ao tentar se aproximar do local, ouviu quando lhe chamando e foi embora.

No dia seguinte, Indie foi acompanhar sua irmã Bibi a uma audição para uma peça no teatro da cidade. E ao chegarem lá, Bibi ficou toda tímida ao ver Kelsey (uma menina riquinha bem talentosa e que Bibi é bem fã). E enquanto Bibi está fazendo os testes, Indie foi explorar os bastidores e foi quando ela conheceu Owen, que estava trabalhando com sua tia na seção de adereços e também conhece Sloth, que fica na seção de construção de cenários.

Mas o que acontecerá com Indie?? Será que ela vai ganhar um novo amigo?? Será que ela vai conseguir capturar a sua lagosta??

Bom muitas coisas acontecem na história, muitas boas e outras um pouco ruins. Indie é uma garota doce que não tem amigos na escola por que acham ela estranha, só porque ela gosta de peixes e sabe todos os nomes e também por ter uma lagosta de estimação (o que para sua família é normal). E sua irmã é aquele tipo de adolescente que se deixa influenciar para que gostem dela, e Indie tem uma grande dificuldade de entender isso.

A história tem uma apego emocional bem razoável e toca assuntos como amizade e bullying de uma maneira bem sutil, mas não imperceptível. Confesso que fiquei envolvida com a história, apesar de algumas partes serem bem chatinhas. Mas isso não me fez desistir da história.

O final da história foi comovente, como tudo se resolveu e fiquei um pouco emocionada, pois não esperava que acabasse assim. Claro que esperava um final feliz, mas acho que a autora deu uma finalização bem coerente com o ruma que a história tomou. As quatro estrelas foram em cima desse julgamento.

No geral: a história é boa, bem construída e comovente com personagens bem amarrados e com personagens bons. A diagramação do livro está ótima e com algumas ilustrações lindinhas. E a contra-capa está bem organizada com todos os espaçamentos necessários. O papel utilizado nesse livro deixou a leitura bem confortável e o tamanho da tipografia foi excelente.

Enfim, recomendo a leitura.

site: http://resenhandobma.blogspot.com.br
comentários(0)comente



Gabby 25/08/2015

Resenha
Olá galera!Hoje vou comentar sobre esse livro lindo que li recentemente e que adorei! O livro Minha Vez De Brilhar ,traduzido de Tracing Stars da autora Erin E. Moulton e publicado pelo grupo editorial da Novo Conceito selo #Irado irá mostrar para o leitor o verdadeiro valor de ser quem você realmente é e que não vale a pena agradar alguém,sendo que para isso você precise se anular ou fingir ser quem não é. .
Nesse livro de 388 páginas,edição capa dura e com efeito muito bonitinho na capa de brilho; o leitor encontrará muito humor , drama e aventura no desenvolver da história.
A história gira em torno da Indie, uma garota que não tem amigos humanos, mas tem uma amiga lagosta que se chama Monty. Indie tem uma irmã que valoriza as aparências mais do que o interior das pessoas. Indie sofre com isso, pois não é uma garota muito fashion e as outras crianças e a própria irmã dela falam que ela fede peixe só por ficar passando tempo demais com o peixes e lagostas. Seu pai por ser pescador, ensinou muitas coisas para Indie e uma delas foi sobre as constelações. Ele diz que a de Indie e Bibi(irmã de Indie) é a constelação de peixes. Por isso, um dia quando a lagosta de Indie some, ela pede para as estrelas que possam trazer Monty de volta.

Com o tempo, a Bibi começa a ficar legal com a Indie e o motivo disso acontecer é que Indie começa a ficar mais parecida com Bibi do que nunca! Indie também conhece um amigo que se chama Owen e que é um garoto muito nerd para a idade que tem. Juntos os dois vão tentar encontrar Monty e descobrir que para ser feliz não precisa deixar de ser quem você realmente é.
Vale muito a pena ler esse livro. É uma literatura infanto juvenil, mas que também pode ser lido por pessoas de todas as idades.

site: http://gabookeveryday.blogspot.com.br/
comentários(0)comente



Portal JuLund 17/07/2015

Minha Vez de Brilhar, resenha, @Novo_Conceito
Indie é aquela típica garota estranha que não se ajusta na escola, não tem muitos amigos e é afastada até da sua própria irmã, já que ela é o extremo oposto de Indie. O único ser que ainda a escuta é a sua lagosta dourada de estimação (ao meu ver, por falta de opção). Mas Indie está disposta a mudar isso depois de perder a sua lagosta e perceber que ela teria que fazer algo não apenas quanto ao sumiço da lagosta quanto à sua vida social.

A irmã da garota ganha um papel em uma peça de teatro que irá lhe abrir muitas portas para sua carreira artística, e Indie como não tem nenhum talento aparente a não ser imitar peixes, passa a trabalhar nos bastidores junto com Owen, um nerd estranho que chegou a pouco tempo na cidade, também conhecido como o amigo da Indie! Owen passa a ajudar a menina a encontrar sua lagosta porque ele está simplesmente fascinado com a ideia de ver com os próprios olhos uma raríssima lagosta dourada.

Leia resenha completa em nosso portal!

site: http://portal.julund.com.br/resenhas/minha-vez-de-brilhar-resenha-novo_conceito
comentários(0)comente



ViagensdePapel 14/05/2015

Minha Vez de Brilhar, de Erin E. Moulton
Indie Lee Chickory é um pouco diferente de outras garotas. Fascinada por animais marítimos, ela sabe imitá-los como ninguém e possui até uma lagosta dourada como bicho de estimação. Todas as suas peculiaridades tornam Indie motivo de zombaria na escola. Além disso, ela não leva muito em conta fatores como a aparência, o que faz com que acabe se distanciando de sua melhor amiga, a irmã Bibi. As coisas começam a piorar quando, acidentalmente, ela deixa a lagosta Monty Cola, o tesouro da família, escapar. Pensando ser uma decepção para os pais e a irmã, mais do que nunca ela deseja se tornar uma pessoa melhor.

Para isso, ela busca se reaproximar da irmã tornando-se mais parecida com ela. Até mesmo encontra uma vaga nos bastidores da escola de teatro em que a Bibi estuda. Ao mesmo tempo em que coloca este plano em prática, ela desenvolve outro paralelamente: o de recapturar Monty Cola, que havia voltado para o oceano. Em suas buscas, Indie conhece o garoto Owen, que está lá pelo mesmo motivo, já que deseja ver, ao vivo, uma lagosta daquela rara espécie.

Juntos, noite após noite Indie e Owen elaboram um plano e tentam colocá-lo em prática. De dia, ela tem que fingir ser igualzinha a irmã para ajudá-la a conquistar uma vaga no novo musical e ser mais aceita por ela. Entretanto, ela confronta os seus próprios princípios, já que isso requer doses de ações duvidosas, de má índole e que podem afetar a sua amizade com Owen. Dividida, Indie percebe que precisa tomar uma decisão nada fácil.

Confesso que levei muito mais tempo do que esperava para terminar este livro. “Minha Vez de Brilhar” parece ser uma história que flui facilmente e faz com que a leitura termine rapidamente, mas não foi bem assim. O ritmo, mais lento, e o enredo, que basicamente gira em torno de apenas um acontecimento, não facilitaram a leitura. Como é narrado em 1ª pessoa, o tom do livro é bastante infantil e segue assim até o final. Acredito que isso também deixou a minha leitura mais devagar.

Achei o enredo um tanto quanto fraco, mas como é voltado para crianças e aborda as complicações e dificuldades do universo infantil, acredito que o livro cumpra a sua função e passe uma mensagem bem legal de amizade, fé e esperança. Durante toda a história Indie tenta reencontrar sua amiga Monty Cola e, para isso, encontra apoio em Owen, que também se torna um grande amigo.

A história é bem bonitinha, mas não indico para quem tem mais de 13 anos,já que é voltada para crianças. Porém, se você, como eu, tem uma irmã ou conhecido mais novo, por que não ler junto com ele e incentivá-lo a embarcar no mundo da leitura? Garanto que a experiência é bastante enriquecedora, já que também pauta debates sobre diversos assuntos.

Para finalizar, não posso deixar de falar sobre o lindo trabalho feito pela editora Novo Conceito. O livro faz parte do selo #irado e sua capa e projeto gráfico são maravilhosos. Feitos para chamar a atenção da criança, a capa é dura e o título brilhante, e suas páginas contam com desenhos que representam o universo marítimo, como peixes, estrelas do mar, lagostas, cavalos marinhos, entre outros. A editora está de parabéns!



Leia a continuação da resenha, acesse o link abaixo:

site: http://www.viagensdepapel.com/2014/11/09/resenha-dupla-minha-vez-de-brilhar-de-erin-e-moulton/
comentários(0)comente



Mundo B - Jéssica Brenda Landi 14/04/2015

Minha vez de brilhar
Indie Chickory é uma menina que tem uma lagosta dourada, Monte Cola, como animal de estimação e é considerada esquisita por seu colegas na escola e até mesmo por sua irmã, Bibi. Ninguém quer ser seu amigo até que Indie perde a sua lagosta e faz os pedidos a uma estrela cadente de encontrar Monte e se tornar uma Chickory melhor.

Indie e Bibi eram grandes amigas até que Bibi começou a querer participar do teatro e fazer novos amigos, deixando Indie de lado por não fazer parte desse "mundo". Quando Indie decide ser uma pessoa melhor, entra para o teatro também como forma de reaproximação de sua irmã e as coisas parecem dar certo, mas durante a noite ela sai clandestinamente para procurar Monte e conhece Owen, que é um nerd e que também não faz parte do "mundo" de Bibi, então ela terá que se desdobrar para que esses dois mundos não se choquem ou as coisas podem ficar ainda piores que antes.

Indie começa a trabalhar no teatro na parte de cenário e por estar tão próxima de se esbarrar com os amigos de sua irmã, Bibi não quer que ela a faça passar vergonha com seus amigos e resolve fazer mudanças em sua irmã. Em seu guarda-roupa e até mesmo em suas atitudes para que ela possa se encaixar.

Owen é novato na cidade e não tinha amigos até que se propôs a ajudar Indie a achar Monte e coloca toda a sua genialidade e conhecimento à disposição para esta causa e também tem seus próprios interesses, afinal como o pequeno cientista que é precisa vê com os seus próprios olhos a lagosta dourada.

Minha vez de Brilhar foi publicado pelo selo #Irado da Editora Novo Conceito. Tem capa dura, com uma ilustração bem bonita e chamativa que lembra bem o conteúdo da história. Nas páginas de cada capítulo tem os desenhos de cavalo-marinho, caranguejos, lagostas e outras coisas da vida marinha. Um coisa que achei divertida e interessante é que quando a Indie fica nervosa começa a falar os nomes de vários peixes que conhece e ,acreditem, ela conhece muitos.

O livro tem uma mensagem muito legal sobre a verdadeira amizade, sobre o que acontece quando deixamos de ser nós mesmos para tentar agradar outras pessoas, sobre respeitar pessoas diferentes e como nossas atitudes podem machucar as pessoas a nossa volta. Indie aprende lições importantes para a vida toda.

http://www.leitorasempre.com/2014/08/resenha-minha-vez-de-brilhar-erin-e.html

site: http://www.leitorasempre.com/2014/08/resenha-minha-vez-de-brilhar-erin-e.html
comentários(0)comente



Lucianoasantos 10/03/2015

Há quem defenda que é uma perda de tempo que uma pessoa leia livros que são indicados para leitores de uma faixa etária menor que a dela. Bom, eu acho que é uma perda de tempo ficar se metendo na vida alheia e decidindo o que é ou não válido que ela leia. Se eu levasse esses extremistas que parecem fazer parte de uma milícia literária em conta, teria perdido uma excelente experiência com um livro infantojuvenil. Estou falando do “Minha Vez de Brilhar”.

Escrito pela autora Erin E. Moulton, que tem publicado também pela Editora Novo Conceito o “A Jornada”, que ganhou boas resenhas alguns anos atrás, o livro nos apresenta Indie Chickory, uma garota de onze anos, que sente o afastamento da irmã mais velha, antes sua amiga inseparável, mas que entrara na adolescência e agora tinha coisas mais importantes em que pensar do que travar batalhas de caretas de peixe ou deitarem no gramado olhando as estrelas nascerem, traçando as constelações com os dedos.

Como moram em uma cidade costeira, boa parte da atividade econômica se concentra na pesca e no turismo. O pai de Indie é proprietário de uma embarcação pesqueira, e de um restaurante de frutos do mar. Assim, ela tem intimidade com peixes, conhece centenas de espécies, e não sente o nojo natural que vem do cheiro de entranhas e vísceras do bicho. É tudo muito natural para ela, faz parte do seu dia-a-dia, do modus operandi de sua família, mas essa naturalidade irrita sua irmã, que tem apenas uma prioridade em sua vida: ser perfeita.

Indie sofre bullying na escola. Ela tem cabelos embaraçados, se veste como um menino, e cheira a peixe. Isso é o suficiente para que se torne um alvo, e que as outras garotas a apontem, reclamem do mal cheiro, e a chamem, entre outras coisas, de peixólatra. A princípio ela faz a linha do “não ouvi e, de qualquer forma, não me importo com o que você está dizendo”, mas essa é uma atitude vazia, todo mundo sente o baque de uma ofensa, por mais que se tente disfarçar. Indie sente o golpe, que se torna mais doloroso quando ela percebe que sua irmã, Bibi, não mais a defende.

À lista de coisas pouco usuais que se atribuem à Indie, se soma seu bicho de estimação: Monty Cola, uma lagosta dourada que, segundo seu pai, só existem uma em milhões douradas como ela. Porém, um incidente acontece, e Monty Cola se perde no mar.

Eu gostei da forma como a autora tratou dos desejos e da insegurança de Indie. Nada é muito visceral, tudo é tratado com muito tato, mas ao mesmo tempo com muito respeito ao público do livro. Indie quer coisas muito simples e que falam diretamente com o leitor, independente da idade que ele possua: se tornar uma pessoa melhor; e, claro, reencontrar Monty Cola. Elas faz esses pedidos às estrelas.

Além do que, é uma fase complicada a pré-adolescência, e a autora se insinua por uma questão que é especialmente problemática. A identidade. Indie quer se tornar uma irmã melhor, mas o preço a pagar por isso é se deixar moldar por Bibi da forma que ela bem quiser. Ela quer deixar de ser apontada e hostilizada pelas outras garotas, mas para isso tem que lidar com o fato de que admira muito Owen, um garoto nerd, que usa óculos e tem algumas manias estranhas, mas que ela reconhece como um dos garotos mais legais do mundo, sabendo que estar com ele faz dela novamente um alvo. Acho que isso se chama dilema.

Daí vem a questão: até onde é válido se transformar para agradar outra pessoa? E o que significa uma amizade?

O livro tem um toque de estranheza que agrada aos mais novos: um animal de estimação diferente, uma garota diferente, amigos diferentes. Quando tinha a idade de Indie, essas coisas me atraíam em uma leitura – fui um feliz leitor da Coleção Vaga-Lume!, e os livros com toque de mistério ou que fugiam do lugar comum eram meus preferidos – então acho que a autora acertou em cheio ao apostar nesses elementos. E, olhando mais friamente, o estranho é o normal. Existem no mundo mais gente estranha do que gente normal. Eu posso indicar dez pessoas estranhas para cada Angelinas Jolies e Cristianos Ronaldos que conheço. Assim, consegue-se também a tão bem vinda “identificação”.

Gostei muito também de como a autora introduziu no texto os paralelos entre céu e mar. Não bastasse morar em uma cidade costeira, Indie também aprecia as estrelas. E o livro perdeu um pouco na tradução do título – no original é Tracing Stars – pois os astros são um elemento importante na esperança que Indie tem de se tornar uma pessoa melhor, no que ela, enquanto criança, acredita.

O livro é mais um lançamento do selo #irado, da Editora Novo Conceito, e segue com um trabalho muito caprichado, em capa dura, e com diagramação cheia de detalhes. Eu gostei. Mesmo sendo já um tanto mais velho que o público alvo, o livro conseguiu conversar comigo. Até por que, eu posso até não ser mais aquela criança, mas ainda me lembro constantemente dela.

site: http://www.pontolivro.com/2014/06/minha-vez-de-brilhar-de-erin-e-moulton.html
comentários(0)comente



Elisa 16/02/2015

Eu não estava esperando muita coisa de Minha Vez de Brilhar, mas, como precisava de um livro para o tema “férias” do desafio literário I Dare You (e já estava atrasada), achei que podia tentar. Não é um livro genial ou inesquecível (podia virar um filme para passar na Sessão da Tarde), mas fui surpreendida com a narração leve e divertida da autora. Mesmo que tenha sido escrito para pessoas bem mais novas do que eu, o enredo conseguiu me conquistar e me fazer entender os problemas da protagonista.

A história começa no último dia de aula de Indie, quando algo completamente improvável acontece: sua lagosta dourada de estimação, Monty Cola, entra escondida em sua mochila e, após uma série de confusões, acaba fugindo. Além de perder uma grande amiga, a qual também protagonizou a melhor história de pescador de seu pai, Indie também perde o que ainda restava de sua reputação. Já conhecida na escola como peixólatra, ela anda sendo ignorada por sua irmã, Bibi.

Após fazer um pedido à constelação de Peixes para ser uma Indie Chickory melhor, ela acaba tendo a ideia de ajudar nos bastidores da peça em que sua irmã está ensaiando durante as férias, na esperança de mostrar que consegue fazer coisas boas. No teatro ela conhece Sloth, uma punk muito legal, e Owen, um nerd que acaba se mostrando um amigo realmente confiável; no entanto, não pode demostrar em público o quanto gosta deles, ou Bibi vai voltar a ter vergonha dela.

A base do enredo não é um exemplo de originalidade, é claro, mas são os detalhes que fazem a diferença; só lendo para entender. Indie pode parecer um pouco boba no começo, mas logo mostra o quanto é forte e persistente (apesar da falta de banhos dela ter me incomodado). Owen é simplesmente o menino mais fofo que poderia existir. Bibi é meio babaca, mas tem seus motivos. E a história da captura de Monty Cola é a melhor história de pescador de todos os tempos.

O livro é de capa dura e isso já é mais um motivo para ler. Achei a proposta muito legal, mesmo. Não é chato que só livros mais sérios tenham capa dura? Faz parecer que os livros menos pretensiosos são menos respeitáveis, o que não é verdade. O livro é uma arte, a capa dura valoriza essa arte e romances infanto-juvenis a merecem tanto quanto qualquer outro. A capa faz você segurar o livro e sentir que ele é importante.

Gostei da diagramação, que foi feita em letras bem legíveis, mas acho que a abertura dos capítulos podia ter sido melhor. Também ficaram alguns espaços aleatórios que eu não entendi entre certos parágrafos e a foto da capa parece estar em baixa resolução, mas na revisão do texto em si não houve muitos erros.

site: http://thefatunicorn.blogspot.com.br/
comentários(0)comente



Poly 21/01/2015

Lindo!
Minha vez de brilhar tem uma capa linda! Além dela ser dura, o título é brilhante e tem um bom acabamento. É mil vezes mais bonita pessoalmente, dessas que te fascinam e te convidam para ler o livro.
O miolo é todo desenhado com peixinho, conchas, estrelas do mar, âncoras, cavalos marinho e lagosta no início de cada capítulo. Um capricho só.
Pena que a história em si não me agradou muito.
Indie Lee Chickory é uma menina que está no último dia de aula da quinta série. Ela tem uma irmã, Bibi, que é um ano mais velha que ela. Indie não liga para moda ou andar bem arrumada e perfumada. Ela gosta de peixes e não se importa se fica cheirando a peixe ou comida de peixe, de vez em quando.
Indie tem uma lagosta dourada de estimação, a Monty Cola. Apenas uma em cada 30 mil lagostas são douradas. Monty Cola fica em um tanque do lado de fora da janela do quarto de Indie, que a alimenta com arenque e cabeças de peixe.
Tudo parecia correr bem no último dia de aula das meninas, quando Indie nota que Monty Cola entrou em sua mochila e a acompanhou para a escola.
Indie fica preocupada com a lagosta e a leva para a praia, para dar um mergulho, mas Monty Cola se assusta com a sirene da polícia e some entre as pedras da praia.
Indie vai para a casa triste por decepcionar sua irmã Bibi, seus pais, a escola e principalmente por ter perdido sua lagosta. Então à noite ela faz um pedido para uma estrela, ela pede para se tornar uma pessoa melhor.

Quero ser uma Chickory que consiga fazer mamãe e papi e Bibi sorrirem. Uma Chickory que consiga encontrar a lagosta Monty Cola. Uma Chickory muito boa, não a peixólatra de Plumtown.
P. 41

Indie começa a trabalhar no teatro, na parte de cenografia. Ela começa a trabalhar por acaso e depois descobre que assim poderá agradar sua família e principalmente Bibi e então permanece por lá. No teatro ela conhece o menino Owen. Owen é nerd e foge dos padrões de beleza de Bibi, mas Indie gosta dele e o considera um amigo.
Nas horas de folga ela se encontra escondida com Owen e os dois armam um plano para recapturar Monty Cola. Durante o dia ela tenta uma boa irmã para Bibi e não arrumar confusão.

- Vai ser o melhor verão de todos os tempos – diz ela, andando de braços dados comigo ao passarmos pela entrada da garagem e chegarmos aos degraus e à porta da frente de casa.
P. 116

Achei que para um livro infanto-juvenil de 288 páginas a história foi um pouco parada. Fala de assuntos interessantes para a faixa etária e mostra a dificuldade que é tentar se encaixar em um padrão só para que as pessoas gostem de você.
Acho que todo mundo já passou por aquela fase de ter um amigo que é legal com você, mas como todo mundo fica julgando-o pelas aparências você acaba com receio de falar que ele é seu amigo para que não te julguem também e parem de te aceitar no grupinho deles.
E na fase escolar é muito difícil ter a maturidade para ver que amigo de verdade é aquele te aceita como você é e não quem se encaixa em um padrão, que as vezes não tem nada a ver com você.

- Faça o pedido a tantas estrelas quantas você puder – falo, segurando meu pingente de Peixes, porque, se há um pedido que precisa de uma ajuda extra, é este.
P. 227

O livro é escrito em primeira pessoa e isso ajuda muito a leitura. Ela flui bem rápido e os capítulos também são curtinhos. Dá para ler em uma tarde se você tiver no clima para leitura.

site: www.polypop.net
comentários(0)comente



Michele Bowkunowicz 10/12/2014

fofo
A história segue narrado em primeira pessoa por Indie Chickory uma menina que tem um animal de estimação pra lá de inusitado, uma lagosta dourada, chamada Monty Cola, que foi pescado pelo seu pai, e este disse que só se vê uma lagosta dourada a cada 30 milhões de lagostas capturadas. E Monty Cola mora agora em um tanque de água salgada no quintal....

Leia mais em meu blog Lost Girly Girl

site: http://www.lostgirlygirl.com/2014/11/resenha-471-minha-vez-de-brilhar-erin-e.html
comentários(0)comente



31 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3