Minha Vez de Brilhar

Minha Vez de Brilhar Erin E. Moulton




Resenhas - Minha Vez de Brilhar


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Poly 21/01/2015

Lindo!
Minha vez de brilhar tem uma capa linda! Além dela ser dura, o título é brilhante e tem um bom acabamento. É mil vezes mais bonita pessoalmente, dessas que te fascinam e te convidam para ler o livro.
O miolo é todo desenhado com peixinho, conchas, estrelas do mar, âncoras, cavalos marinho e lagosta no início de cada capítulo. Um capricho só.
Pena que a história em si não me agradou muito.
Indie Lee Chickory é uma menina que está no último dia de aula da quinta série. Ela tem uma irmã, Bibi, que é um ano mais velha que ela. Indie não liga para moda ou andar bem arrumada e perfumada. Ela gosta de peixes e não se importa se fica cheirando a peixe ou comida de peixe, de vez em quando.
Indie tem uma lagosta dourada de estimação, a Monty Cola. Apenas uma em cada 30 mil lagostas são douradas. Monty Cola fica em um tanque do lado de fora da janela do quarto de Indie, que a alimenta com arenque e cabeças de peixe.
Tudo parecia correr bem no último dia de aula das meninas, quando Indie nota que Monty Cola entrou em sua mochila e a acompanhou para a escola.
Indie fica preocupada com a lagosta e a leva para a praia, para dar um mergulho, mas Monty Cola se assusta com a sirene da polícia e some entre as pedras da praia.
Indie vai para a casa triste por decepcionar sua irmã Bibi, seus pais, a escola e principalmente por ter perdido sua lagosta. Então à noite ela faz um pedido para uma estrela, ela pede para se tornar uma pessoa melhor.

Quero ser uma Chickory que consiga fazer mamãe e papi e Bibi sorrirem. Uma Chickory que consiga encontrar a lagosta Monty Cola. Uma Chickory muito boa, não a peixólatra de Plumtown.
P. 41

Indie começa a trabalhar no teatro, na parte de cenografia. Ela começa a trabalhar por acaso e depois descobre que assim poderá agradar sua família e principalmente Bibi e então permanece por lá. No teatro ela conhece o menino Owen. Owen é nerd e foge dos padrões de beleza de Bibi, mas Indie gosta dele e o considera um amigo.
Nas horas de folga ela se encontra escondida com Owen e os dois armam um plano para recapturar Monty Cola. Durante o dia ela tenta uma boa irmã para Bibi e não arrumar confusão.

- Vai ser o melhor verão de todos os tempos – diz ela, andando de braços dados comigo ao passarmos pela entrada da garagem e chegarmos aos degraus e à porta da frente de casa.
P. 116

Achei que para um livro infanto-juvenil de 288 páginas a história foi um pouco parada. Fala de assuntos interessantes para a faixa etária e mostra a dificuldade que é tentar se encaixar em um padrão só para que as pessoas gostem de você.
Acho que todo mundo já passou por aquela fase de ter um amigo que é legal com você, mas como todo mundo fica julgando-o pelas aparências você acaba com receio de falar que ele é seu amigo para que não te julguem também e parem de te aceitar no grupinho deles.
E na fase escolar é muito difícil ter a maturidade para ver que amigo de verdade é aquele te aceita como você é e não quem se encaixa em um padrão, que as vezes não tem nada a ver com você.

- Faça o pedido a tantas estrelas quantas você puder – falo, segurando meu pingente de Peixes, porque, se há um pedido que precisa de uma ajuda extra, é este.
P. 227

O livro é escrito em primeira pessoa e isso ajuda muito a leitura. Ela flui bem rápido e os capítulos também são curtinhos. Dá para ler em uma tarde se você tiver no clima para leitura.

site: www.polypop.net
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Michele Bowkunowicz 10/12/2014

fofo
A história segue narrado em primeira pessoa por Indie Chickory uma menina que tem um animal de estimação pra lá de inusitado, uma lagosta dourada, chamada Monty Cola, que foi pescado pelo seu pai, e este disse que só se vê uma lagosta dourada a cada 30 milhões de lagostas capturadas. E Monty Cola mora agora em um tanque de água salgada no quintal....

Leia mais em meu blog Lost Girly Girl

site: http://www.lostgirlygirl.com/2014/11/resenha-471-minha-vez-de-brilhar-erin-e.html
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Portal Caneca 10/11/2014

Nunca fui de ler livros infantis mesmo. Geralmente, os livros que pegava para ler quando criança eram, no mínimo, infanto-juvenis, quando não, lia ficção científica, romances policiais, algo assim. Mas, de uns tempos para cá, acabou que meus hábitos de leitura mudaram, em parte pelas novas parcerias que o Portal Caneca tem conseguido, em parte porque, sei lá, resolvi mudar.

Foi assim que acabei lendo um livro chamado Minha Vez de Brilhar, lançado pela Editora Novo Conceito, sob o selo #Irado e escrito pela linda Erin E. Moulton.

Confesso para vocês que a primeira impressão que tive desse livro não foi das melhores. E isso aconteceu não por achar que ele fosse ruim ou algo do tipo, mas sim porque, num primeiro momento, ele me pareceu o típico livro de menininha. E sim, eu sei que isso soa preconceituoso. E essa foi, justamente, uma das experiências mais legais que tive ao ler o livro da Erin: a da quebra de preconceitos.

Inevitavelmente, sempre que vamos a uma livraria, biblioteca ou algo do gênero, não escolhemos livros por sabermos qual a história contida nele, mas por aquilo que ele, numa primeira análise, nos transmite. Literalmente, julgamos o livro pela capa. E foi isso que fiz com Minha Vez de Brilhar.

O livro, que vem impresso numa brochura com capa dura, tem seu título impresso em letras com efeitos holográficos, aliás, fazendo jus ao título da história. O nome da autora vem impresso em um tom de rosa um tanto quanto extravagante e a imagem de fundo é uma pessoa segurando uma estrela-do-mar em direção ao céu onde, paralelamente, uma estrela brilha. Bom, isso me pareceu mesmo um típico livro de menininha.

Mas não é!

Na verdade, Minha Vez de Brilhar surpreende pela simplicidade com que leva a história. Por ser um livro voltado mais para o público infantil, tem uma linguagem mais solta e fluída, o que permite a boa compreensão e assimilação da história. A narrativa, por sua vez, não é a das mais complexas, mas cumpre bem o papel moral que a história criada por Erin E. Moulton carrega. O livro contém 288 páginas, não sendo um livro grosso demais, nem fino demais. Eu, por exemplo, o li em um dia, mas mais pelo envolvimento com a narrativa, do que pelo tamanho dele.

Não espere uma história fantástica, cheia de mistérios e aventura. Minha Vez de Brilhar é uma história até bem realista (apesar de presa a um universo particular). Ainda assim, temos uma história doce e adorável.

Tudo acontece numa pequena cidade chamada Plumtowm, na qual acompanhamos a vida de Indie Lee Chickory, uma menina prestes a terminar a quinta série (sexto ano, para os brazucas), irmã mais nova de Bibi, a jovem aspirante a atriz.

Indie e Bibi são filhas do Sr e Srª Chickory, ele pescador, ela jardineira. Nas palavras da própria Indie, seu pai é o melhor pescador de toda Plumtown e é quem captura mais lagostas. E aqui entra a Monty Cola, uma lagosta dourada muito rara e que, segundo a própria Indie, só é encontrada uma em cada 30 milhões de lagostas comuns. Por causa disso, os Chickory criam a Monty Cola como um animal de estimação qualquer, afinal, não é todo dia que se acha uma lagosta dourada. No entanto, certo dia, ao ir para a escola, Monty Cola se esconde na bolsa de Indie sem que ela perceba. Ao chegar a escola, a menina percebe a presença de Monty e decide voltar para casa para colocá-la no aquário em segurança. Quando então, a perde no meio do caminho.

A partir daqui, toda a trama se desenvolve, na qual Indie tenta voltar a ser amiga de sua irmã, já que esta anda evitando-a. E, paralelamente a isso, a menina tenta resgatar Monty Cola e, por causa disso, acaba fazendo amizade com Owen, um menino que havia se mudado temporariamente para a cidade e vivia com sua tia, uma aderecista no teatro local.

Indie e Owen se tornam melhores amigos, talvez por acaso do destino, ou simplesmente por afinidade. O fato é que, tanto ele quanto ela são duas crianças, de certo modo, deslocadas do resto da sociedade. Owen é o menino nerd, isolado do mundo e imerso em conhecimento, com o qual, aliás, consegue saber o nome científico da Monty Cola (aurum Homarus Americanus, para quem tenha curiosidade). Indie é a menina peixólatra, como ela mesma diz, que sabe tudo sobre peixes e lagostas e que não se importa em andar com o cabelo bagunçado ou vestindo calças de carpinteiro.

E é assim que ambos se juntam para procurar Monty Cola e formam uma amizade pra vida toda. Mas, como nem tudo são flores, Bibi e suas amigas do teatro (onde Indie passou a trabalhar numa tentativa de se aproximar de sua irmã) começam a pressionar nossa Indie, para saber se ela tem andado com Owen.

Daqui em diante, já não posso falar muito sem dar spoilers importantes da história. Mas, posso dizer que é aqui que Erin E. Moulton conseguiu me chamar a atenção. Quando começamos a leitura, Indie até nos é apresentada como uma garota bem deslocada, mas isso é feito de forma tão natural que você nem se dá conta disso. Até mesmo pelo fato de que a própria Indie parece lidar muito bem com essa estranheza do mundo em relação a sua pessoa. Entretanto, o mesmo não ocorre a partir do momento em que somos apresentados a Owen, o garoto nerd e esquisitão do qual ninguém parece gostar.

E nesse vai e vem de personagens, somos apresentados a outros tão diferentes e únicos (como a Sloth, a punk-vegana pela qual me apaixonei rs) que ilustram tão bem a diversidade da natureza humana.

Penso eu que este foi o maior trunfo da autora em Minha Vez de Brilhar. Apesar de simples, a história nos faz refletir sobre nossa natureza e identidade, aquilo que somos e aquilo que a sociedade quer que sejamos. Indie é a menina que só quer ser aceita por sua irmã, mas isso acaba lhe fazendo com que ela deixe de aceitar a si mesma. E isso gera consequências desagradáveis e até desastrosas. Owen só quer ser aceito por seu pai e isso acaba lhe fazendo ver a si mesmo como um desastre quando, na verdade, não é. Bibi, por sua vez, quer elevar seu status no grupo de teatro, mas isso faz com que ela acabe machucando as pessoas que realmente se importam com ela. E eu poderia citar outros exemplos aqui, mas isso não explicaria toda a beleza da história.

Claro que nenhum livro será perfeito. E esse, como qualquer outro, não escapa a isso. Gostaria que a Erin tivesse desenvolvido um pouquinho mais essa questão do dilema entre imagem pessoal e imagem social. Acho importante histórias que trabalham com isso, ainda mais numa sociedade tão excessivamente exploradora da beleza da imagem. Além disso, gostaria que ela tivesse dado um desfecho mais, digamos, intenso para a história entre Indie e Owen. As brigas entre Indie e Bibi foram tão legais e cheias de dramas, mas quando chegou no dilema com Owen, acho que ela correu demais com eles dois. Owe é um personagem tão lindo e fofo e ela simplesmente suprimiu a beleza dele no fim.

Independentemente disso, o livro é realmente encantador e vale muito a leitura. Para todos que gostam de se surpreender com novas experiências literárias, fica a dica.

site: http://portalcaneca.com.br/
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RUDY 26/10/2014

RESENHA DA ROSE DO BLOG FÁBRICA DOS CONVITES
Indie Chickory não era uma garota igual a tantas outras da sua idade. Tem uma lagosta dourada de estimação além de uma verdadeira fascinação pelos bichos marítimos. Ela até sabe o nome de todos eles...
Esse negócio de se arrumar igual a uma "delicada boneca" não era com ela. Por conta disso sua adorada irmã Bibi estava mais afastada dela.
É justamente quando ela perde seu bichinho de estimação que ela decide fazer um pedido muito importante para sua estrela: reencontrar sua lagosta Monty e que Bibi volte a gostar dela. Em troca ela promete ser a melhor "Chickory" de todos os tempos.
Tentando se adaptar no mundo da irmã, e assim fazê-la amá-la novamente, Indie percebe que tem que mudar muitas de suas atitudes e características. Aos poucos Bibi e ela começam a se entender melhor.

"Agora, basta você se comportar de forma casual amanhã. Controlada - diz Bibi. (pág. 79)

Ela também está procurando Monty religiosamente, e passa a contar com a ajuda de Owen, o garoto nerd que se mudou a pouco tempo para a cidade.
Ela que está tentando fazer tudo certo para que os outros gostem dela e se orgulhem dela, começa a perceber que está pagando um preço muito alto por isso.
Quando ela está prestes a perder seu verdadeiro e único amigo, ela vê que para ser uma pessoa melhor não precisa mudar sua essência. Resta saber se ela ainda vai ter tempo para consertar todos os seus erros.

"Ela só se preocupa com si mesma e com sua maldita peça, e em ser perfeita. É ela que estraga tudo, não eu" (pág. 266)

Mais um livro do selo #irado que como eu já disse, é voltado para o público juvenil. Uma história simples e fofa, mas com uma mensagem muito importante. Em uma idade onde queremos encontrar nossa "tribo", é importante lembrar que aqueles que realmente gostam de nós, nos aceitaram do nosso jeito, com tudo o que somos e temos para oferecer. Quando precisamos mudar e podar aquilo que somos e acreditamos, é porque alguma coisa está errada. Ninguém é perfeito, seja lá a idade que temos ou o que somos.
Parabéns ao trabalho gráfico da editora, um charme a parte...
E mais uma vez, obrigada Elis pelo belo presente.


site: http://rudynalva-alegriadevivereamaroquebom.blogspot.com.br/2014/10/resenha-79-minha-vez-de-brilhar-erin-e.html
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Thay (@apilhadathay) 05/10/2014

Despretensiosamente chamativo
***
O que importa é quem você conhece. (p. 58)
***

Assim que comecei a ler, fiquei impressionada com o livro de tom infantil, despretensioso, de leitura leve e aparentemente indicada para crianças. Mas, assim como as histórias infantis de Alice (L. Carrol) são recheadas de críticas sociais bem direcionadas ao mundo adulto, através de seus personagens, Erin -tenha ela criado a história com este propósito ou não- toca determinados valores americanos que se têm propagado desmedidamente. Ela fala de perda, de amor e de fé. De sonhos de criança, da ousadia das nossas primeiras aventuras.

***
- Quero dizer que, se a vida está péssima, não espere que fique ótima só porque fez um pedido a uma estrela cadente. Não passa de um meteoro entrando na atmosfera terrestre. Ele queima ao tocar a atmosfera, o que cria aquele rastro. Não há nada de mágico nisso. É ciência (...) superstições como esta podem fazer as pessoas se sentirem melhor no curto prazo, mas não têm fundamento verdadeiro na realidade.
- Talvez - digo. - Mas, quando você não tem nada a perder, que mal faz pedir algo a umas estrelas cadentes? (pp. 123-124)
***

Existe a eterna busca pelo sucesso, o alcance da perfeição, a ambição pela ascendência social e o desejo incontrolável de ser reconhecido como parte de um grupo, não importa sob que circunstâncias, como era o caso de Bibi, a ambiciosa irmã da protagonista. Vemos ainda a audácia de uma criança que, a despeito de suas limitações e do respeito que deve aos pais, é capaz de contrariar a vontade deles e sair em segredo em busca de um objetivo traçado:o que, no caso de Indie, era encontrar sua lagosta dourada, perdida no mar. Encontramos no livro o estereótipo do nerd, Owen, que não tem muitos amigos, mas é um amigo inesquecível e tem papel crucial na resolução dos conflitos. E temos Kelsey, a patricinha, que classifica e discrimina pessoas segundo seus padrões distorcidos. Mas o livro traz mensagens importantes, surpreendentes, que você pode perder, se subestimar a leitura.

***
- Sabe, minha tia Peg sempre diz que, para conseguir realizar algo, 20% é o que temos de fazer e 80% é o que temos de acreditar... (p. 211)
***

Quem se lembra da inteligência fora do normal das crianças em "A Jornada", vai reconhecer aqui o estilo de Erin E. Moulton: ela faz, das suas crianças, "batutinhas", que nos espantam com seu discurso e reações inesperadas. E, surpreendentemente, de uma história que parece contar com uma narrativa simplória e sem atrativos, do ponto de vista mais crítico, você se flagra duas, três, várias vezes parando de ler para pensar no que uma daquelas crianças acabou de dizer ou fazer.

***
Você e Kelsey só tiram sarro dos problemas dos outros porque não conseguem resolver os seus próprios. (p. 272)
***

Recebi este livro tão desejado em parceria com a Novo Conceito, que já publicou outro livro de Erin, A Jornada,

site: http://canto-e-conto.blogspot.com/2014/10/resenha-minha-vez-de-brilhar-erin-e.html
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Jaqueline 11/09/2014

Indie quer muito que sua irmã Bibi volte a gostar dela como antes e quer encontrar sua lagosta de estimação, a Monty Cola. Para conseguir o que quer ela faz um pedido para uma estrela cadente, e com a ajuda do seu novo amigo Owen ela começa uma grande aventura.

Para melhorar a relação com sua irmã, Indie começa a agir de um modo muito diferente do que ela é, até que chega o momento em que Bibi e sua turma começam a implicar com Owen. Por ser nerd, a turma de Bibi não o considera uma pessoa normal, e vive implicando com ela, então Indie não pode deixar que descubram que ele é seu amigo.

Minha vez de brilhar é uma história bem bacana e simples. É um livro infanto-juvenil, que traz uma lição muito bonita, de que para nos tornarmos pessoas melhores não é preciso lutar para se encaixar em alguma turma especifica, devemos sim viver do nosso jeito, sem mudar o que somos para agradar alguém. Viver ao lado de pessoas que nos entende e que respeita o nosso jeito, independente de qual seja ele, é o que nos faz sentir bem.

Um trecho do livro que eu adorei. Páginas 123-124

- Não acredite no que dizem. Sobre fazer pedidos a estrelas cadentes, Indie diz Owen.
- O que você está querendo dizer? pergunto, encontrando a constelação de Peixes no céu.
- Quero dizer que, se a vida está péssima, não espere que fique ótima só porque você fez um pedido a uma estrela cadente. Não passa de um meteoro entrando na atmosfera terrestre. Ele queima ao tocar a atmosfera, o que cria aquele rastro. Não há nada de mágico nisso. É ciência.
- OK, obrigada, Senhor Spock digo, pensando no filme favorito de papi.
- Só estou dizendo que superstições como esta podem fazer pessoas se sentirem melhor no curto prazo, mas não têm fundamento verdadeiro na realidade.
- Talvez digo Mas, quando você não tem nada a perder, que mal faz pedir algo a umas estrelas cadentes?
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Felipe Miranda 01/09/2014

Minha Vez de Brilhar Erin E. Moulton por Oh My Dog estol com Bigods
Minha Vez de Brilhar da autora Erin E. Moulton é mais um título que sai pelo selo #Irado, segmento dedicado ao público infantil da Editora Novo Conceito. Já conhecia a escrita da autora pela experiência que tive lendo A Jornada, e mais uma vez garanto que é um prato cheio para a garotada, recheado de valores e lições importantes. Se você iniciar a leitura com grandes pretensões pode se decepcionar, afinal é leitura dedicada a crianças de até 12 anos, trata-se de uma aventura divertida com doses dramáticas que podem entreter qualquer um a procura de uma estória leve.

A melhor amiga de Indie Lee Chickory é sua lagosta dourada Monty Cola. Ela costumava considerar sua irmã Bibi a dona desse posto mas isso foi em outra época que não corresponde ao presente. Monty Cola é especial por diversas razões e uma delas é por se tratar de um crustáceo incomum, encontrado a cada 30 milhões de lagostas capturadas. Conseguem imaginar? Ela é um grande tesouro da família, uma pesca que o pai de Indie se orgulha em ter feito. A trama ganha força quando acidentalmente Indie perde Monty no mar e tudo passa a conspirar em um único objetivo: encontrá-la.

Indie sempre foi uma criança diferente das outras, sua paixão por peixes é motivo de zombarias na escola devido ao cheiro que sempre a acompanha, isso nunca a preocupou até o momento em que Monty escapa e sua vida passa por uma série de provações pessoais. Divergindo completamente de sua irmã Bibi que acaba de conseguir um papel no teatro para a peça A Noviça Rebelde, Indie cultiva a ideia de que as coisas sempre funcionavam assim, enquanto Bibi alegrava a todos com suas conquistas, Indie só bagunçava a vida de todos a seu redor.

A característica mais interessante de Indie é o fato dela conhecer incontáveis nomes de peixes e animais aquáticos, além de suas representações faciais através de caretas que um dia foram parte da rotina dela com Bibi. A trama começa a crescer quando Indie conhece Owen Stone, um garoto novo na cidade, rejeitado por ser um estereotipado nerd da cabeça aos pés. Juntos eles formularão um plano de vigília e caça a lagosta dourada. Um plano secreto por vários motivos. Um deles é a vida dupla de Indie. Cansada de ser menosprezada pela sua irmã e seu complexo de perfeição, Indie passa a se comportar da forma que Bibi deseja, isso implica em ações maldosas e de índole duvidosa regadas pelo desejo de aceitação. Captaram? Indie deseja ser uma pessoa melhor e acaba se esquecendo que não precisa ser alguém diferente para isso acontecer.

Personagens cativantes, enrendo leve e divertido, diagramação impecável, incluindo ilustrações que iniciam cada capítulo e peixinhos numerando as páginas. A capa é dura e isso já é motivo para uma boa porcentagem de amor, não acham? A narrativa é feita em primeira pessoa por Indie a o ritmo de leitura é rápido. O desfecho é feliz mas isso não significa que o percurso até ele será fácil, certo?

site: http://www.ohmydogestolcombigods.blogspot.com.br/2014/08/resenha-minha-vez-de-brilhar-erin-e.html
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Rose 17/08/2014

Indie Chickory não era uma garota igual a tantas outras da sua idade. Tem uma lagosta dourada de estimação além de uma verdadeira fascinação pelos bichos marítimos. Ela até sabe o nome de todos eles...
Esse negócio de se arrumar igual a uma "delicada boneca" não era com ela. Por conta disso sua adorada irmã Bibi estava mais afastada dela.
É justamente quando ela perde seu bichinho de estimação que ela decide fazer um pedido muito importante para sua estrela: reencontrar sua lagosta Monty e que Bibi volte a gostar dela. Em troca ela promete ser a melhor "Chickory" de todos os tempos.
Tentando se adaptar no mundo da irmã, e assim fazê-la amá-la novamente, Indie percebe que tem que mudar muitas de suas atitudes e características. Aos poucos Bibi e ela começam a se entender melhor.

"Agora, basta você se comportar de forma casual amanhã. Controlada - diz Bibi. (pág. 79)

Ela também está procurando Monty religiosamente, e passa a contar com a ajuda de Owen, o garoto nerd que se mudou a pouco tempo para a cidade.
Ela que está tentando fazer tudo certo para que os outros gostem dela e se orgulhem dela, começa a perceber que está pagando um preço muito alto por isso.
Quando ela está prestes a perder seu verdadeiro e único amigo, ela vê que para ser uma pessoa melhor não precisa mudar sua essência. Resta saber se ela ainda vai ter tempo para consertar todos os seus erros.

"Ela só se preocupa com si mesma e com sua maldita peça, e em ser perfeita. É ela que estraga tudo, não eu" (pág. 266)

Mais um livro do selo #irado que como eu já disse, é voltado para o público juvenil. Uma história simples e fofa, mas com uma mensagem muito importante. Em uma idade onde queremos encontrar nossa "tribo", é importante lembrar que aqueles que realmente gostam de nós, nos aceitaram do nosso jeito, com tudo o que somos e temos para oferecer. Quando precisamos mudar e podar aquilo que somos e acreditamos, é porque alguma coisa está errada. Ninguém é perfeito, seja lá a idade que temos ou o que somos.
Parabéns ao trabalho gráfico da editora, um charme a parte...

site: http://fabricadosconvites.blogspot.com.br/
Andressa 04/09/2014minha estante
Esse livro não tenho vontade de ler. Apesar de su resenha ter ficado boa e apresentado - o bem, não é meu estilo o genero juvenil!
Mas tenho certeza que é bom, apenas não gosto kkk
bjo
wwww.leituradeouro.blogspot.com


Naty 07/09/2014minha estante
Esse foi um dos livros que a NC lançou com o novo selo e me deu vontade de ler, Rose.
Gosto de livros voltados para o público juvenil. E, ainda mais, com uma mensagem a nos passar, sempre bom.


Yassui 10/09/2014minha estante
Adorei sua resenha, Rose. Faz tempo que estou curiosa para conferir os da selo Irado e com este não foi diferente. Os juvenis sempre me conquistam com a linguagem e as mensagens que transmitem bons ensinamentos.


Cinthia 16/10/2014minha estante
Pela sua resenha creio que esse livro é encantador, seria a palavra correta a usar para ele. Gosto de livros juvenis.


Clarice.Castanhola 29/05/2015minha estante
O livro em si me chamou muita atenção. Vou acrescentar na listinha dos livros que quero ler. ótima resenha




C. Aguiar @coelhoobrancoo 05/08/2014

A história desse livro chega a ser encantadora e um pouco triste em alguns momentos.
O livro tem aquele ar de infantil beirando a inocência e tenho que confessar eu nunca pensei que leria um livro aonde a personagem principal tem uma lagosta de estimação.
Nesse livro temos o vislumbre da vida de Indie, uma garota que é apaixonada por animais marinhos e vive fazendo caretas iguais as que os peixes fazem, mas isso passou a incomodar sua irmã Bibi que atualmente só pensa em participar do teatro da cidade e ser popular ("aceita" por uma garota esnobe que frequenta o teatro), ou seja, é tudo questão de quem você conhece porque se a Bibi se tornar "amiga" dessa menina ela terá um papel melhor no teatro.
Indie está querendo ser "uma pessoa melhor" e acaba entrando no teatro também para trabalhar na oficina (junto com uma garota punk muito sinistra, mas ao mesmo tempo interessante).
Mas e a lagosta? Bom, Indie acabou perdendo a lagosta dourada em uma enorme confusão no último dia de aula e agora tem uma missão noturna (sim ela procura ela durante a noite) de encontra-lá, mas não irá fazer isso sozinha. Ela conhece Owen, um garoto meio nerd que registra praticamente tudo em seu caderno e Indie gosta de ser amiga dele, mas para tentar voltar a ser querida por sua irmã acaba travando uma batalha interna porque falar com Owen em público é ruim por ele ser o "perdedor" entre os adolescentes/crianças então isso só mancharia sua imagem e a de sua irmã Bibi.
Confesso que fiquei com pena de Indie porque as crianças são malvadas com ela, e com mais pena ainda de Owen porque o pessoal perturba muito ele, mas ainda sim é um livro que você tira pequenas lições de vida e além da mensagem positiva é divertido e um tanto quanto inusitado. Uma leitura válida para todas as idades.
Vale a pena dar uma conferida e a diagramação do livro é simplesmente linda.

site: http://www.seguindoocoelhobrancoo.com.br
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douglaseralldo 30/07/2014

Lagostas Douradas, Coca-Cola e diversão
Minha Vez de Brilhar, de Erin E. Moulton é um livro que cumpre ao que se propõe, e assim propicia aos seus leitores uma leitura divertida e cheia de frescor...

Veja avaliação completa no #ListasLiterárias >> http://goo.gl/rRoHUi
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Elis 28/07/2014

Indie é uma jovem que ama ser ela mesma, mas nessa idade, nem sempre agir como deseja pode ser bom. Ela ama o mar e principalmente Monty Cola, sua lagosta dourada de estimação. No início achei bem infantil sua maneira de ter uma lagosta e a proteger a qualquer custo, mas com o passar das páginas notamos que Monty é mais importante do que imaginamos. Sua irmã Bibi tem o sonho de ser uma estrela e faz de tudo para conseguir se tornar uma, até que no mesmo dia em que Indie chora por ter perdido sua amiga de estimação, ela ganha o papel em uma peça de teatro importante.

A partir daqui notamos que mesmo triste, Indie quer se tornar uma irmã melhor e por isso se anula e deixa Bibi, vesti-la como ela quer e tomar decisões sem nem pedir licença. Notei que isso ocorreu porque nossa personagem principal é tão carinhosa que sente dever isso a irmã que é tão perfeita, aos olhos dela.

Nessa jornada no teatro, onde Bibi trabalha na peça e Indie nos bastidores, eles encontrarão amigos diferentes. Bibi passará a andar com o grupo de Kelsey e Indie com Owen e Sloth. Agora para saber quem são os bons amigos, vocês tem que conhecer a história.

Normalmente os livros da Erin E. Moulton, não atingem totalmente os leitores mais grandinhos, mas se dermos uma chance, podemos notar o quão boa ela é. Ela consegue transformar uma história em um ensinamento importante, sobre quem somos e o que podemos nos tornar. Que arriscar é divertido, mas perigoso. Mostra que sonhar e ter fé em algo que desejamos faz parte da vida. Até que não devemos ter medo de assumirmos quem somos, já que cada um tem seu grupo de amigos, basta saber se encaixar. Nem sempre o que parece bom é o melhor e o que é ruim é o pior.

Mesmo sendo um livro juvenil, tiramos aprendizados importantes e nos emocionamos com a coragem e amizade entre os personagens. Se eu pensei que não iria gostar? Sim. Mas ao finalizar só posso dizer que valeu a pena conhecer essa gurizada, que cresceu um pouco mais com o que descobriram. E como diz a escritora: " - Quem tem uma constelação pode fazer um pedido a qualquer momento em que precisar."

Me encantei com a escrita e os sentimentos dos personagens, uma aventura para qualquer idade.


site: http://amagiareal.blogspot.com.br/
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Greice Negrini 28/07/2014

Diferenças que não fazem diferença!
Indie está no último de aula da quinta série e não vê a hora das suas férias de verão na cidade de Plumtown. Seu estilo mais descolado, sem se preocupar com o visual e adorar estar junto com o pai na pescaria ou quando vai ao mar, faz com que as outras meninas não gostem muito dela e que a olhem com cara de nojo, já que tem fama de estar sempre mal cheirosa por causa de seu entrosamento com os peixes.

Indie sabe imitar qualquer tipo de peixe e sabe de cor todos os nomes. E é isso que faz quando está nervosa, com medo ou fala nome por nome quando quer ver o tempo passar. Mas sua irmã mais velha, por apenas dois anos, Bibi já não acha mais graça desta brincadeira e agora quer estar no time das meninas que se vestem bem e são populares.

Então, no último dia, sem querer, o bicho de estimação de Indie, uma lagosta dourada, que é rara por se achar somente uma em cada um milhão, esconde-se em sua mochila e a menina encontra-a no meio do horário do recreio. Apavorada e com medo de que sua querida lagosta chamada Monty Cola vá morrer por causa da falta da água, ela a guarda em sua camiseta. Isso até chegar o horário das brincadeiras, quando Monty aparece para fora da camiseta e apavora todas as crianças.

A partir deste momento começa uma luta para que Indie consiga fugir e levar a lagosta até a praia de Crawdad. Porém quando Indie coloca a lagosta para banhar-se, a mesma leva um susto e perde uma de suas pinças principais e além disto, Indie não consegue mais achar a lagosta. Apavorada, a menina começa a chorar e percebe que talvez nunca mais verá sua grande amiga, pois ela está sozinha novamente no oceano e sem proteção.

Mas durante as férias, quando Indie acompanha sua irmã a um curso de teatro, ela conhece Sloth e Owen, duas pessoas meio diferentes e malucas, cada um com seu estilo e que não agradam os mais populares. E são eles que farão com que Indie transforme o sonho de encontrar a sua lagosta em realidade. Construir o Mary Grace II e o momento como seu pai encontrou a lagosta pela primeira vez será refeita para tentar resgatar a felicidade da menina novamente.


O que falo sobre o livro:

Quando recebi este livro da editora e vi a capa, foi impossível não me apaixonar. O título já dá aquele toque de que parece uma obra de romance ou algo em que o personagem faz ou toma uma atitude que acaba se tornando uma lição para o leitor. Não é totalmente isto que acontece, mas passa muito perto.

Na verdade para quem já estava lendo outras obras do selo Irado, como eu, vinha imaginando as obras um pouco mais do que infantis ou infanto-juvenis, que foi o caso da Boneca de Ossos. Mas Minha Vez de Brilhar é bastante infantil. Partindo do pressuposto de que a personagem é uma menina que cursa a quinta série. Claro, poderia ser algo bem mais adulto, mas não. E isto é encantador para quem tem a média de idade que é o que o selo Irado propõe.

A história fala de uma garota que não é bem vista pelo fato de gostar muito de peixes e estar sempre com eles e desta forma, sua irmã ser a mais "querida" por todos e estar sempre no foco e chamando a atenção. Não pelos pais, que vêem as duas garotas da mesma forma, mas pela sociedade da cidade.

O legal é que o animal de estimação da personagem é uma lagosta dourada, que dá uma diferença na história, já que tem seu estilo próprio e mostra que tanto como sua dona, também é bastante diferente mas nem por isso deixa de ser brilhante. E a partir da fuga da lagosta, a autora começa a mostrar que os personagens que são mais "esnobados" pelos outros são os que se mostram mais afeiçoados pela busca à lagosta e unem-se neste objetivo.

Para quem tem uma criança, este livro é um ótimo presente pela história e lição que carrega. Não desenvolve nenhum tipo de perfil de certo ou errado. Não trata nenhum personagem como bonito ou feio ou faz comparações cruéis. Claro que tem sutilezas para demonstrar as diferenças do motivo no qual alguns personagens não são aceitos, mas de forma leve e que dá uma perfeita sintonia. É leve e criativo, mas nada muito perfeito.

É uma boa pedida para quem está iniciando na leitura. A narrativa é sincera, os capítulos são curtos e fáceis e sem contar que a diagramação e o estilo é lindo demais. Se não for pela história, com certeza será pela bela obra a ser guardada. Duas belezas pelo preço de um. Achei justo e muito bem-vindo!


site: www.amigasemulheres.com
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@APassional 20/07/2014

Minha Vez de Brilhar * Resenha por: Samantha Culceag * Arquivo Passional
Indie Chickory tem uma lagosta de estimação, uma lagosta dourada de nome Monty. Um dia, Monty entra na mochila de Indie sem que a menina veja, ela só percebe quando já está na escola. Desesperada com a possibilidade de Monty passar mal, Indie foge na hora do recreio e vai até o mar molhar a lagosta, que se assusta com a sirene de um carro de polícia e perde uma pinça. Monty some no mar.

“Monty não é um crustáceo comum; é uma lagosta dourada. Papi diz que se encontra uma lagosta dourada a cada 30 milhões de lagostas capturadas.” - Indie

Nesse mesmo dia, Bibi, a irmã mais velha de Indie, descobre que foi selecionada para participar de uma peça de teatro e fica muito feliz. No dia seguinte, Indie vai ao teatro levar o almoço para sua irmã que está ensaiando. Ela se oferece para ajudar na oficina de cenários, pois acha que seus pais ficarão orgulhosos dela. Mas Bibi fica muito brava com a irmã, pois diz que ela só a faz passar vergonha e não quer Indie trabalhando na peça.

Indie não desiste da ideia, então Bibi decide fazer uma transformação na irmã: arruma seus cabelos e a obriga a usar roupas das quais não gosta. Indie não diz nada, pois deseja que a irmã goste dela. No meio de toda essa transformação, nas idas e vindas ao teatro, Indie conhece Owen, um menino nerd que torna-se seu melhor amigo e ajuda-a na procura por Monty.

“Sabe, minha tia Peg sempre diz que, para conseguir realizar algo, 20% é o que temos que fazer e 80% é o que temos que acreditar.” - Owen

“Minha Vez de Brilhar” é um livro incrível, a trama pode parecer meio bobinha e sem sentindo no começo, mas muita coisa que acontece no livro, acontece na vida real com as pessoas. É impossível não gostar dos personagens. Indie deseja ser uma Chickory melhor e acha que para isso é preciso mudar, Owen tem um plano de auto-melhoria e Bibi deseja a perfeição. Por outro lado, Sloth, a companheira de trabalho esquisita de Indie, diz que não importa o que os outros pensam da gente. O livro fala bastante disso, sobre querer ser uma pessoa melhor, sobre ser julgado pelos outros, sobre te acharem estranho e sobre querer agradar a todos, o livro passa uma bela lição no final.

A narrativa é em primeira pessoa feita por Indie, ela fala bastante da cidade onde mora (que é na beira do mar), das pessoas que conhece e da sua opinião sobre todas as coisas. Acompanhamos de perto a busca por Monty, a execução dos cenários e até mesmo seus erros e arrependimentos. O ritmo do livro é bem rápido e fluido.

A diagramação de todos os livros da #irado é linda, este não podia ser diferente, a capa dura é perfeita, o título possui letras brilhantes (holográficas), a fonte é grande, há um desenho decorando o começo dos capítulos e peixinhos acompanham a numeração das páginas, tudo muito fofo!

Amei este livro, ele fala de assuntos interessantes para crianças de até 12 anos e passa uma bonita lição de vida. Agora estou com vontade de ler “A Jornada”, o outro livro da autora publicado pela Novo Conceito em 2011.

Resenha publicada no Blog Arquivo Passional em 14/07/2014.

site: http://www.arquivopassional.com/2014/07/resenha-minha-vez-de-brilhar-erin-e.html
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Fernanda 17/07/2014

Resenha: Minha Vez de Brilhar
Resenha: “Minha vez de brilhar” é mais um lançamento pelo selo Irado da Editora Novo Conceito. O enredo, voltado ao publico infanto juvenil, é bem sutil e um pouco excêntrico, além de oferecer uma leitura agradável e ainda mais carismática. Sem contar que é possível conferir mensagens a respeito de aceitação, coragem, afeto e simplicidade.




CONFIRA A RESENHA COMPLETA NO BLOG SEGREDOS EM LIVROS:

site: http://www.segredosemlivros.com/2014/07/resenha-minha-vez-de-brilhar-erin-e.html
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Paola 11/07/2014

A história nos apresenta as irmãs Indie e Bibi, irmãs que sempre foram unidas, brincavam juntas, viam as estrelas, gostavam de contar peixes e fazer caretas em formato deles. Mas, como sempre acontece, ao crescerem se afastaram, e Bibi se tornou mais séria, um tanto egoísta e sem nenhum humor. Indie, uma menina linda, que tem como animal de estimação uma lagosta, e que é motivo de vergonha para a irmã, pois ela ainda adora o mar, os peixes e tem cheiro de peixe, pois ajuda o pai sempre com a pesca.

Ao ir para a escola, Indie percebe que a sua lagosta dourada, Monty Cola, está dentro na mochila. E por puro acidente! E quando Bibi vê isso começa a falar com a irmã para sumir com o animal. Mas, não tem como Indie sair no meio da aula para levar Monty para casa. Então, no intervalo, Indie tenta molhar a lagosta para que ela aguente ficar dentro da mochila até o final da aula. No entanto, não é bem assim que as coisas acontecem. A lagosta é vista por algumas crianças, que começam a atormentar Indie, e ela, por sua vez, vai até a praia para tentar molhar Monty para que ela não morra. Mas, com toda confusão Monty se assusta, perde uma de suas presas e corre para o mar. Sim... O mundo de Indie desabou!

E ai começa a aventura de Indie. Ela faz dois pedidos para as estrelas que forma um peixe no céu: encontrar Monty Cola e ser uma irmã melhor! Pois ela desejava muito que ela e Bibi voltassem a ser amigas como antes. Bibi começa a fazer teatro, na escola principal da pequena cidade. Indie, para ficar próxima a irmã, começa a trabalhar no teatro, ajudando Sloth no cenário. E lá ela conhece Owen, um nerd que a acaba ajudando na busca de Monty.

A rotina de Indie se resumia a ir ao teatro de manhã, sendo obrigada a usar as roupas que Bibi ordenasse, a comportar como ela queria e ser uma pessoa totalmente diferente do que ela é. Claro, Bibi tinha vergonha das atitudes de Indie. E a noite ela fugia para a praia, na esperança de encontrar Monty! Será que ela consegue encontrar sua lagosta de estimação? Será que para ela ser uma irmã melhor Indie precisa perder a sua identidade e andar como Bibi quer? São questões que encontramos as respostas ao longos dessas páginas.

Bom, a capa do livro é linda, diagramação perfeita, páginas gracinhas! O livro é um mimo! No entanto, a leitura pra mim foi cansativa. A mensagem do livro é interessante, mas o enredo fica morno. Já tinha tido contato com outro livro de Erin, A Jornada, que, apesar de bom, é morno também. Mas, resolvi dar outra chance a autora. Porém, senti um pouco de desânimo ao ler Minha Vez de Brilhar.

Um livro infanto juvenil, de leitura fácil, personagens cativantes, principalmente Indie. Porém, poderiam ter sido melhores construídos.
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