O Beijo

O Beijo James Patterson




Resenhas - O beijo


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Greice Negrini 19/06/2014

Um beijo com gosto de Fogo!
Depois de terem conseguido superar as adversidades e os desafios na Terra das Sombras, os irmãos Allgood estão festejando com toda a Cidade e agora fazem parte de um conselho para ajudar tudo a ser reconstruído. Seus pais estão mais do que orgulhosos e muitos dos que tinham desaparecido voltaram. Os irmãos também não precisam mais se esconder e agora vivem cada um no seu apartamento, mesmo sabendo que a união é que faz a força.

Parece que tudo voltou ao normal. Bloom é um dos grandes líderes pois possui o Livro das Verdades e o ar parece muito mais natural e até as cinzas desaparecem. O que ninguém parece notar é que por baixo dos panos alguém parece estar armando algo mais complicado que está afetando a Cidade.

De um lado um deserto com lagartos gigantes, do outro uma montanha de gelo e um Rei Mago que tem grandes poderes e que sempre utilizou as crianças em suas grandes guerras e é de lá que desce a água que abastece toda a Cidade. De uma hora para a outra o Rei da Montanha simplesmente decidiu que chegava o momento de cortar este benefício e que a sede massacraria a população vizinha.

Se não bastasse isto, uma lei está sendo votada para que os que possuem magia sejam levados para um lugar isolado e impedidos de utilizarem seus poderes e todos os portais foram fechados. Alguém se voltou contra os salvadores.

A aparição de um novo integrante deixa os irmãos ressabiados. Heath é um bruxo com poderes diferentes e que tenta conquistar Whisty. Mas tem uma agilidade e uma facilidade para lidar com fugas e parece conhecer mais do que todos. Mesmo assim Whisty está preparada para este novo desafio: o do seu coração e ele não parece ser mau.

E como será que vai ficar esta guerra contra o Rei da Montanha? Quando a pequena Pearl que os ajudou durante A Peste é sequestrada, eles decidem que chegou o momento de lutar pelos cidadãos, mas a união se desfaz e os irmãos que antes decidiam o que era melhor agora podem ser sucumbidos por um novo integrante.

O que falo sobre o livro:

Imaginava que a Novo Conceito fosse terminar a saga no terceiro livro da série e ainda bem que não foi isto que aconteceu. Tanto que fui pega de surpresa com a divulgação do quarto livro e uns dois dias depois receber a obra para ler. Fiquei praticamente eufórica. Quem já conseguiu acompanhar algum dos livros sabe que a história dos irmãos é bastante divertida e a fantasia criada em cima deles é muito legal.

Nesta continuação fiquei pensando que como a série foi um grande sucesso mundialmente, talvez a história criada fosse mais por uma tentativa comercial do que pela história em si, mas não entenda mal porque o livro não tem nada de ruim, pelo contrário, está melhor. Desta vez foram colocados personagens novos, cenários novos e se faz um pouco do desligamento da Cidade onde eles lutaram por tanto tempo. Nem eu sabia muito o que havia ao redor deste local. Na verdade me peguei pensando o que realmente havia, achei que fosse um mundo normal e não um mundo de reinos, que é o que existe de verdade.

Os irmãos se mostram bem mais maduros desta vez, pois no início da saga eles estão tão fracos e mais infantilizados que parece bem mais juvenil a leitura. Agora tem o romance com a Whisty e o autor com sua co-autora também coloca um aperitivo que é a rebeldia da garota que faz com que os irmãos decidam por caminhos diferentes e a aventura se torna bem marcante.

A questão continua a mesma em relação à narrativa e a diagramação: um capítulo curto de cada personagem intercalados, sendo que agora também há capítulos de outros personagens inclusos.

Esta capa acima é a do último livro da saga que já está no site do James Patterson. Ainda não há previsão de lançamento aqui no Brasil mas fico esperando ansiosa para saber como vai terminar isto tudo e considero que vou ficar com saudades de tudo isto.

Mas até que o quinto e último livro seja lançado, aproveite e se jogue nos outros quatro títulos para que não se arrependa de ser a última pessoa a ficar atualizada com isso tudo.

Eu começo a querer ter um pouco de magia também, afinal isso facilita tantas coisas!

site: www.amigasemulheres.com
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Rose 22/09/2014

Esta é uma série onde o primeiro volume e toda a promoção em torno dele foram ótimos, mas que infelizmente ao longo dos quatro volumes lançados acabou se perdendo.

Na volume anterior, With e Wisty salvam o mundo quando conseguem destruir "O Único Que É O Único". Agora com as esperanças renovadas, estão reconstruindo a cidade.

Foi montado um conselho com 32 membros, sendo 16 adultos e 16 crianças. Este conselho estava incubido de não só reestruturar a cidade, mas também em governá-la. Era um conselho escolhido pelo povo e que deveria cuidar dos interesses do povo. (Qualquer semelhança com a realidade, devo avisar que é pura coincidência...)



Logicamente que tem sempre aquele que quando vê ou tem um pouco de poder nunca fica satisfeito e quer sempre mais... Aquele que se acha melhor que todos e apto a tomar decisões, que no fundo só visam o bem estar dele, e logicamente o fortalecimento de seu poder.

Se O Único Que É O Único e sua Nova Ordem não existem mais, agora temos Bloom, um dos membros do conselho, colocando a população contra todos que possuam magia, e usando os irmãos como bode expiatório.

Ele quer que os "bruxos" sejam os soldados da linha de frente contra o exército do "Rei da Montanha" que tem sequestrado crianças e cortou o fornecimento de água da cidade.

With tenta impedir esta guerra insana, mas sem sua irmã Whisty, que está apaixonada e preferie ficar ao lado do namorado, as coisas se complicam bastante.

Sozinho e sem muita magia, sua vida e daqueles que ama estão seriamente em perigo. Alheia aos perigos que o irmão está passando, Whisty segue a vida ao lado de Heath, um bruxo como Wisty. Juntos eles veem toda a força da magia deles combinada. Uma força tão grande que chega a ficar fora de controle.



"Um amor assim poderia destruir o mundo, sua mãe o tinha avisado." (pág. 101)



Mas infelizmente para Wisty, Heath não é quem ela pensa. Apesar dos beijos e abraços deliciosos, das coisas que fazem juntos, o segredo de Heath vai deixar Whisty sem chão. Ela terá forças e magia suficiente para mais uma vez lutar contra um mal tão poderoso? Será que seu irmão será capaz de perdoá-la?

Ela sabe que pisou na bola com quem realmente ama, mas sabe também que a ligação entre ela e Heath é forte e verdadeira, apesar de totalmente indesejada.

Como podem ver, é quase a mesma coisa que aconteceu nos livros anteriores, onde os que tem magia são caçados e presos e a dupla de irmãos são a única chance de por fim ao problema.

A diferença maior aqui na minha opinião é que Wisty está muito infantil. Ela está tão dona de si, que fica chata, prepotente e infantil. Acho que os três volumes anteriores já estavam de bom tamanho.



site: http://fabricadosconvites.blogspot.com
Line 25/09/2014minha estante
Gostei bastante de sua resneha amiga..ainda não li nenhum livro dessa série..mas, pretendo um dia...bjs


Cinthia 10/10/2014minha estante
Ler essa série parece ser um tanto triste devido não ter sido tudo o que falaram. Eu fui uma das que no início estava muito animada, hoje vou ler, mas não com tanto ânimo, como antes.


Vitória 10/11/2014minha estante
Rose!
Adorei a resenha.
Ainda não li nenhum livro da série. Eu tinha adorado os livros, mas acabei lendo algumas resenhas negativas que me desanimaram..
Já disse que amo livros de fantasia né? E claro que ainda quero ler esse. Mas agora to com uma expectativa um pouco baixa..
Bem, espero não me decepcionar!
Beijos


Clarice.Castanhola 24/05/2015minha estante
Eu ainda não li essa série, só tinha lido críticas e fiquei com medo, acredito que eu só estava precisando disso pra criar coragem e ler..srsr...vou atrás deles.




ricardo_22 10/07/2014

Resenha para o blog Over Shock
O Beijo, James Patterson e Jill Dembowski, tradução de Ana Paula Corradini, 1ª edição, Ribeirão Preto-SP: Novo Conceito, 2014, 304 páginas.

Desde que a série Bruxos e Bruxas chegou ao Brasil, o que mais se viu foi uma infinidade de críticas sobre tudo o que se pode imaginar. O exagero de alguns argumentos parecia não levar em conta o público alvo, por isso sempre defendi a série e principalmente o autor - comercial, é verdade, mas com obras incríveis. O que não poderia imaginar é que mesmo um defensor se cansaria.

Um ano e três livros depois, a impressão que fica com O Beijo é que o livro não tem a cara de James Patterson. Não seria estranho se dissessem que apenas Jill Dembowski foi a responsável pela obra. Apesar de uma ótima escrita, em momento algum a leitura se torna viciante, algo que acontece em todas as obras do autor; os pontos de virada não são surpreendentes; e as divisões parecem estar jogadas na estrutura, ou seja, surgem antes ou depois do momento ideal.

No livro anterior, Dembowski influenciou de forma evidente e positiva a evolução e amadurecimento da série, eliminando de vez o humor infantil dos primeiros livros, mas o que antes aconteceu na medida certa, agora extrapolou o amadurecimento de algo que não era mais necessário. Como o livro é protagonizado por adolescentes e escrito para os mesmos, os autores se focaram em um romance bobo, e em explicar o título, e se esqueceram de que o caos ainda era grande – e isso deve sempre movimentar uma distopia.

Se o quarto livro foi escrito mesmo sem a mínima necessidade, algum motivo deve ter, e podemos até citar que seja o bom enredo. Apesar de tudo o que foi mencionado, a ideia principal não é de todo ruim. Pelo contrário. O que acontece é que O Beijo é desnecessário como uma nova continuação de Bruxos e Bruxas, mas poderia funcionar, e muito bem, em um novo cenário, com novas personagens e com objetivos diferentes da série em questão.

site: http://www.overshockblog.com.br/2014/07/resenha-257-o-beijo.html
Diogo 11/08/2014minha estante
Gostei de sua opinião!.




Portal Caneca 10/02/2015

Depois de Harry Potter, tornou-se um tanto quanto “difícil” lançar livros sobre bruxos, feiticeiros e magos. E não digo isso porque a obra de J.K. Rownling esgotou todas as possibilidades desse universo, mas porque ela se tornou para sempre – ou por um tempo equivalente – um referencial na literatura fantástica, mais especificamente do universo mágico.

Ainda me lembro de quando Percy Jackson foi lançado e de como as pessoas diziam que ele seria o “novo Harry Potter”, com Crepúsculo foi (quase) a mesma coisa. Aliás, o mesmo aconteceu com outras histórias que se viram na obrigação de serem tão ou melhores do que Harry Potter para conseguirem algum sucesso no mercado literário.

Alguns meses atrás recebi um exemplar de um livro integrante de uma série já conhecida e fiquei interessado em lê-lo porque já havia ouvido alguns comentários sobre ela. O livro, intitulado Bruxos e Bruxas – O Beijo, foi lançado pela Editora Novo Conceito e escrito por James Patterson e Jill Dembowski, e é o quarto volume da série Bruxos e Bruxas.

Bom, como pode-se ver, peguei a história pela metade, mas, ao contrário do que possa parecer, isso não resultou em tornar a história difícil de ser lida. Pelo contrário, não houve qualquer dificuldade em acompanhar a história decorrente do fato de não ter lido os livros anteriores.

Mas, vamos ao que interessa. Segue-se a sinopse do livro:

No quarto livro da série Bruxos e Bruxas, Whit e Wisty, agora membros do Conselho, estão tentando reconstruir a cidade depois de derrotar O Único Que É O Único, o vilão mais malvado do mundo.

Quando tudo parece correr bem, surge uma nova ameaça, personificada na figura do cruel Rei da Montanha. Ele é um mago indestrutível, que deseja a todo custo dominar a cidade. Sem água e prestes a ficar sem alimentos, a população conta com os irmãos Allgood para sobreviver.

O primeiro ponto que achei interessante nessa história é que ela não se passa num tempo diferente do nosso, seja passado ou futuro. Não, tudo acontece nos dias atuais, na nossa realidade, é a magia andando lado-a-lado com tablets e smartphones. E essa, meus caros, foi uma jogada que muito me agradou. Agradou-me porque geralmente temos histórias sobre mundos mágicos em que suas realidades se distanciam da nossa, como se fosse impossível uma relação saudável entre magia e modernidade.

Um segundo ponto que me pareceu interessante foi a organização dos capítulos. Diferentemente do que se vê em muitos livros, os autores não se preocuparam em dar títulos específicos para eles, o que fez a história fluir mais naturalmente.

O terceiro ponto que me agradou bastante foi o jogo de vozes presentes no livro. Nele, nós temos dois personagens principais, Whit e Wisty Allgood, os irmãos bruxos que derrotaram O Único que é o Único (algo equivalente a Lord Voldermot). Nos capítulos sob o ponto de vista deles dois, nós temos uma história em primeira pessoa, o que nos permite entrar bem no enredo e, principalmente, na mente de Whit e Wisty. Mas não é sempre assim. Nos outros capítulos, contados pela perspectiva dos personagens coadjuvantes, nós temos uma história em terceira pessoa, o que muda completamente a forma de acompanhar a narrativa, mas ao mesmo tempo, é feito de uma forma tão natural, que você mal percebe essa mudança.

No entanto, como nem tudo são flores, há alguns pontos que me desanimaram um pouco. Apesar de a história, nesse ponto, ter um “quê” distópico, ela muito pouco se aproxima disso. Nesse quarto volume da série, temos uma sociedade que acabou de sair de um regime ditatorial e mágico sob o domínio d`o Único, o vilão da história, derrotado pelos irmãos Allgood. Até aqui, beleza, só que a sociedade está literalmente quebrada e, agora, sob a ameaça de outro líder ditador e mágico, o Rei da Montanha. Era para ser, basicamente, uma história política. Mas não é.

O que ocorre é que o enredo parece mais uma história de amor em tempos de ditadura do que uma história sobre a ditadura de um rei mesquinho e como as pessoas o venceram.

Entretanto, aqui é o ponto em que meu julgamento pode ter sido afetado por dois motivos: o primeiro é o fato de eu, literalmente, ter pegado a história pela metade. Como disse, esse é o quarto volume da série Bruxos e Bruxas, então muita coisa aconteceu até aqui e eu simplesmente não a acompanhei.

O segundo motivo é meu referencial. Depois de Harry Potter, acho que todo mundo ficou com uma margem de comparação um pouco elevada. Como disse antes, algumas histórias “se viram na obrigação de serem tão ou melhores do que Harry Potter para conseguirem algum sucesso no mercado literário.”.

Tentando não levar isso em consideração, acho que um dos pecados desse livro foi o fato de a história me parecer um pouco rasa demais, considerando o contexto em que ela se realiza. Fica claro que os irmãos Allgood têm uma importância incrível e que a união entre eles é o que dá força à magia entre eles. Entretanto, pouco se vê sobre a relação entre os dois, senão as várias discussões, motivadas principalmente pela cabeça-dura da Wisty.

O livro, porém, faz jus ao seu subtítulo – O Beijo. E, por mais irônico que pareça, dá uma ótima dica de como vai ser a história (um romance em tempos de ditadura). Então, há muito “amor” rolando aqui, e muito fogo também. Tudo graças a um terceiro personagem – Heath – que, no fim, revela-se muito mais do que aparenta ser.

Aliás, falando sobre os personagens, a Wisty ganhou minha raiva. Apesar de estar longe de ser a vilã da história, a raiva que sinto por ela consegue ser maior do que a raiva que sinto pelo Rei da Montanha. Isso acontece porque ela é uma pessoa terrivelmente chata e temperamental, não tenho paciência para a mentalidade dela. Mas enfim…

Apesar de alguns pontos negativos, eu realmente fiquei interessado em ler os volumes anteriores e acompanhar o andamento dessa história. É óbvio que pegar uma história pela metade resulta numa impressão pela metade, então espero ler os outros livros e, quem sabe, deixar mais algumas resenhas no site.

site: http://portalcaneca.com.br/
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Vanessa Sueroz 05/02/2015

Neste quarto volume os irmãos Allgood, finalmente, conseguiram derrotar o único que é o Único e tudo mais, agora a cidade esta em festa, todos estão comemorando a vitória e os irmãos são chamados a participar do novo conselho para restaurar tudo o que a cidade perdeu na guerra. Tudo está ótimo, os pais estão orgulhosos e os irmãos estão muito felizes, mas se tudo fosse as mil maravilhas não teríamos um novo livro rs

Parece que o conselho não era bem o que os irmãos esperavam, Bloom, um dos lideres possui o Livro das Verdades, mas os irmãos não gostam da ideia de somente Bloom ter acesso ao livro e interpretar tudo como quer. Ele começa a usar as pessoas e manipular para que a magia seja contida, registrada, mas claro que os irmãos não gostam nada da ideia. E para piorar ainda mais as coisas eles estão sem água, o Rei da Montanha corta o fornecimento.

“Dividi a esperança em porções econômicas, guardei tudo, vivi dela por anos e às vezes acredito que se você tiver esperança o suficiente, alguém escutará o seu pedido.”

Resenha completa:

site: http://blog.vanessasueroz.com.br/o-beijo/
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Carolina Durães 03/08/2014

Extremamente repetitivo
"O Beijo" é o quarto livro da série Bruxos e Bruxas. Dividido em Prólogo + Três Partes + Epílogo, a história é contada a partir de capítulos curtos, narrados em primeira pessoa por diversos personagens, como Wisty, Whit, Pearl e Heath.
Após o final do terceiro livro, todos estão comemorando a derrota do O Único Que É O Único, mas também precisam começar a organizar essa nova sociedade.
No "Livro 1 - A primeira verdade: não se pode enganar a visão anterior", vemos que o General Mathias Bloom (membro da resistência contra a nova ordem) e 34 membros do conselho, sendo 17 adultos e 17 jovens (incluindo Whit e Wisty).
Os dois bruxinhos vão perceber que existe muita burocracia e inúmeras pessoas colocando empecilhos para criar uma sociedade mais livre.
O problema é que estão ocorrendo novos sequestros, dessa vez de diversas crianças, entre elas a astuta Pearl. Aparentemente, o rei da montanha, conhecido como Leopardo da Neve, está por trás disso.
É nessa parte do livro também que temos a presença de Heath, um rapaz que consegue mexer com o coraçãozinho da Wisty. É claro que seu irmão e Byron não ficam nada felizes com isso e farão de tudo para interromper os dois.
No "Livro Dois - Segunda Verdade: A confiança é uma chama oscilante" temos uma melhor visão do povo da montanha, assim como uma aproximação entre Janine e Whit.
E "No Livro Três - A terceira verdade: saiba discernir a luz da escuridão" temos o desfecho dessa nova história.
No geral, houve alguns elementos interessantes nesse quarto livro, como o foco em Pearl e nas demais crianças, assim como conhecer um pouco mais sobre a origem do rei da montanha e até mesmo do Heath. O que incomodou é que houve muitas partes "repetidas". Célia reaparece, e como sempre, acaba se infiltrando no meio da vida de Whit.
Outro detalhe é que a trama geral acabou sendo um pouco repetitiva. Eles acabaram de derrotar o vilão e em seguida aparece um outro e a sociedade ainda repele os bruxos.
Em relação à revisão, diagramação e layout a editora realizou bom trabalho. Existem erros de digitação, como na página 17, mas nada que interferisse na leitura ou compreensão. A capa combina com os demais livros da série.

"- Você não desiste nunca, né?
- E como eu poderia? - Byron dá de ombros. - O que eu posso dizer? Você com certeza marca com a sua presença, Wisty Allgood". (p. 299)


site: http://www.viajenaleitura.com.br/
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Leticia.Camelo 04/09/2017

não recomendo.
Na minha opinião o autor viajou muito neste ultimo livro da serie,quando comecei a ler tinha altas expectativas,mas conforme ia virando as paginas recebia uma decepção atrás da outra,o pior de tudo é que a sensação que ficou ao final do livro foi que pegaram um universo paralelo ao dos primeiros livros e fizeram este,me decepcionei muito por isto não recomendo.
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@APassional 05/07/2014

O beijo * Resenha por: Samantha Culceag * Arquivo Passional
Adorei Bruxos e Bruxas, me decepcionei um pouco com O Dom, amei O Fogo e agora mergulhei em O Beijo na maior curiosidade do mundo para saber o destino de Whit e Wisty.

Uma nova ameaça surgiu: o Rei da Montanha, que parou de mandar água para a cidade, sequestrou crianças para fazer lavagens cerebrais e está de olho no poder de fogo de Wisty. Uma guerra está prestes a acontecer e isso é a última coisa de que as pessoas da cidade precisam, elas estão fracas e com medo. Mas, como evitar uma guerra e ao mesmo tempo trazer a água e as crianças de volta, se o Rei da Montanha não negocia com ninguém?

Esse volume da série teve uma pequena mudança na narrativa, além dos capítulos alternados entre Wisty e Whit que sempre ocorrem em primeira pessoa, temos alguns capítulos em terceira pessoa pelo ponto de vista de Pearl, uma garotinha que Whit salvou no volume anterior, ela faz um papel imenso na trama.

Wisty não me agradou no começo, ela estava muito despreocupada, haviam problemas surgindo e ela estava só na curtição, com a cabeça nas nuvens por causa de Heath, um garoto que conheceu e por quem se apaixonou. Wisty parou de ouvir sua família e seus amigos, alegando que podia cuidar sozinha de sua vida, ela só se esqueceu que todos nós erramos, com poderes ou sem. Depois de dois terços do livro voltei a gostar dela, digamos que ela “acordou” e voltou a ser a heroína de antes.

Não tive problemas com Whit, apenas um pouco de dó, cuidar de uma irmã mais nova apaixonada (e cabeça-quente hahaha) não deve ser nada fácil. Aliás, não era só Wisty que estava apaixonada, Whit é o maior fofo do mundo, estou torcendo para que ele fique com a pessoa fantástica que encontrou, é tanto amor que quase chorei numa cena (ué, Samantha romântica?).

Inicialmente esse novo vilão não me pareceu muito malvado, até a página 110 tudo que ele fez foi não mandar água para a cidade e capturar algumas crianças. Depois ele explorou sua maldade interior, mostrou como seus poderes são fortes e matou algumas pessoas. Achei que ele demorou demais para aparecer na história, estava sentindo até mesmo falta do Único (não acredito que disse isso!). Mas em recompensa pela espera, o final me deixou sem fôlego, já estava pasma com as revelações que aconteceram quando James Patterson me surpreendeu!

Fiquei muito feliz quando o pessoal da Resistência (o grupo rebelde que Whit e Wisty participam), se juntou novamente. Sasha, Ross e Janine são personagens bem construídos e amigos, adoro quando estão juntos em busca de um objetivo, eles fazem de tudo para conseguir o que querem!

“-Estamos resistindo à ditadura do medo dos políticos e ao sequestro de nossos jovens. Estamos resistindo à revogação de nossa liberdade.” Janine

Minha parte preferida foi quando o pessoal da Resistência começou a subir a montanha para negociar a água com o Rei, eles aproveitaram esse tempo da subida para conversar e zoar, dar uma melhorada no clima de tensão, é por isso que amo essas pessoas, mesmo com medo eles dão um jeito de melhorar as coisas!

“-Dá para, por favor, não falar as palavras 'morte iminente'? (…) Dão azar, cara!
-Então quer dizer que se eu falar 'banheiro limpo' vai aparecer um banheirão aqui de repente? (...)” Whit e Ross

Não me decepcionei com esse livro, mesmo com os pontos negativos que apontei. Antes de começar a ler, estava até com receio desta série se tornar uma daquelas que se estendem e se tornam cansativas, mas isso não aconteceu. Felizmente, acredito que James Patterson ainda tem muita história para contar, espero ansiosamente para o próximo volume, dessa vez com confiança total de uma história maravilhosa.

Beijos! Samantha Culceag.

Resenha publicada no Blog Arquivo Passional em 05/07/2014.

site: http://www.arquivopassional.com/2014/07/resenha-o-beijo-james-patterson-e-jill.html
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Bru (@umoceanodehistorias) 30/11/2014

Com gostinho de fogo!
ATENÇÃO: Essa resenha pode conter spoilers do primeiro, segundo e terceiro livros da série.

Resenha: Volume 1 – Bruxos & Bruxas
Volume 2 – O Dom
Volume 3 – O Fogo

Os irmãos Allgood, finalmente, conseguem derrotar o Único que é o Único e superar todas as adversidades e desafios na Terra das Sombras. Estão na Cidade comemorando a vitória e entram para o Conselho para restaurar tudo o que a Cidade perdeu. Seus pais estão orgulhosos, os irmãos estão felizes.

Aparentemente, tudo voltou ao normal, mas os irmãos começam a enfrentar um problema no conselho: Bloom, um dos grandes líderes por possuir Livro das Verdades, não é muito leal e gosta de manipular as pessoas, ele deseja que a magia seja contida, mas os irmãos não podem aceitar isso, pois seria como o retorno do Único. Como se o problema com Bloom não bastasse o Rei da Montanha corta o fornecimento de água da Cidade.

“A PRIMEIRA VERDADE: Conheça a si mesmo. Ilusões podem enganar os olhos, mas não a visão interior. A SEGUNDA VERDADE: Conheça a sua família. Confiança não é verdade; não passa de uma chama oscilante. A TERCEIRA VERDADE: Saiba discernir a luz da escuridão. Magia não é sinônimo de integridade.”

A presença de um novo integrante deixa os irmãos balançados. Heath, um bruxo com poderes inimagináveis, chega e conquista o coração de Wisty ela se vê perdida e loucamente apaixonada por ele. Mas, como ficaria a guerra contra o Rei da Montanha? Quando os irmãos descobrem que Pearl foi sequestrada, decidem lutar, mas a união entre os irmãos não existe mais, enquanto Whit vai à luta, Wisty fica com seu namorado na Cidade.

“Ele nem se lembrava da última vez que tinha rido de verdade. E provavelmente jamais riria de novo depois desta noite.”

Adorei Bruxos e Bruxas, não gostei tanto assim de O Dom, morri de amores por O Fogo, mas o que dizer de O Beijo? Ainda bem que a Novo Conceito publicou esse livro no Brasil, ele é magnífico, esplêndido, a história tem uma reviravolta que nós não somos capazes de imaginar. Cada frase que eu lia, aumentava meu desejo de ler a próxima e a próxima e saber o que aconteceria no final e, quando termina, ficar com uma sensação de peso no coração pensando: será que vem mais?

“Dividi a esperança em porções econômicas, guardei tudo, vivi dela por anos e às vezes acredito que se você tiver esperança o suficiente, alguém escutará o seu pedido.”

Os irmãos estão completamente maduros nesse livro, diferente do que acontece no inicio da série, esse livro contou apenas com um incomodo: a cabeça dura da Wisty, mas não posso entrar em detalhes sem dar spoiler.

Só tenho a dizer que esse livro é fantástico, repleto de ações e uma pitada de romance que deixa tudo ainda melhor. Estou muito ansiosa para saber se a Novo Conceito lançara “The Lost”, mas ainda não vi data de previsão.

Após ler esses quatro livros, só posso dizer que adoraria ter um pouco de magia! Afinal, em suas páginas, me senti mágica.


site: http://mileumdiasparaler.blogspot.com.br/2014/11/o-beijo-james-patterson.html
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Carolina Gama 29/08/2017

Amei
James Patterson é sensacional. Embora cada livro da série dos irmãos Allgood seja escrito com autores diferentes e em parceria, ele consegue se superar. Em "O Beijo", quarto e penúltimo livro da série (torcemos nós), a liberdade é o único e principal perigo que ronda a vida dos irmãos. Com a tranquilidade que agora domina o mundo dos irmãos Allgood e a ausência da pressão e censura costumeiras, todos vivem em paz e confiam no conselho que se forma com o objetivo de trazer de volta tudo que fora destruído pelo Único Que É O Único. Conselho este na qual Wisty e Whit estão inseridos, muito embora sintam que, eventualmente, só estejam lá por acaso.

É neste livro que muitas das questões colocadas no finalzinho do anterior são abordadas e não demora muito até que que Wisty, nossa protagonista nota dez, se interesse por Heath, um rapaz carismático e extremamente envolvente. Ele só tem um problema, apesar de na cabeça dela não ser nada, se comparado ao que se tornou Byron-cabeça-de-fuinha: ele era um dos líderes da juventude da Nova Ordem. Obviamente, seu irmão e o próprio Byron desconfiam dele o tempo inteiro e este torna-se mais um dos temas da história, o que não é nada mal, já que ele é crucial para o seu desfecho.

Aos poucos conhecemos outros núcleos, como no momento em que os irmãos resolvem se aliar aos soldados do rei (o mesmo que resolve tomar a liberdade que agora toma conta da vida de todos e começa o livro cortando o fornecimento de água da cidade) e conhecemos um pouco mais de alguns personagens do livro anterior, mas apenas porque o novo conselho se mostra autoritário demais para algo que deveria ser liberal. As cenas em que os irmãos praticam sua magia continuam lindas, adorei o fato de o autor ter chamado novamente a Jill Dembowski, coautora do livro anterior, isso seu mais veracidade aos acontecimentos seguintes e gostei de como Célia reaparece para Whit, mesmo que ele esteja apaixonado por Janine.

Ainda penso que o segundo é o melhor livro da série, mas este realmente promete surpresas. E apesar e não suportar com o mesmo entusiasmo séries mais longas, mal posso esperar pela publicação do próximo livro do autor. Principalmente porque foram poucas as deixas e acredito que realmente feche a série com ele.

Recomendadíssimo.

site: Resenha postada nos tempos de Entre Livros
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Milahh 19/11/2016

Bom
De todos da série e melhor foi o último
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Rafael 21/07/2014

               ~ Vale a pena!

      O BEIJO é um livro onde aparece vilões novos e, felizmente, os personagens se encontram mais maduros, deixando o livro menos ridículo, já que o James não é tão engraçado em criar uma personagem "vida louca".
      Posso dizer que vale a pena ler os três primeiros para ler essa história (embora o desfecho dos outros foram meios decepcionantes ou previsíveis), porque o ambiente criado é diferente e fica mais agradável, mais novo. Tem personagens novos e acontece algumas revira-voltas até legais e menos previsíveis que nos outros livros da série (até que enfim James).
      Enfim, eu encomendo esse livro sim. Considere um passatempo lendo esse livro. E a capa é linda como as outras e fica bem na sua estante.

      Acho que de 0 a 10, o livro leva nota 9.
Fabricio~Raito 01/08/2014minha estante
Espero mesmo que valha a pena pq O Dom e O Fogo foram bem fraquinhos! Comprei hoje por 9,90 (não resisti rs)




Camila Silva *** Aster Verbatim 01/01/2017

O Beijo
Título: Bruxos e Bruxas: O Beijo
Autor: James Petterson e Jill Dembowski
Editora: Novo Conceito
Páginas: 304


Sinopse: No quarto livro da série Bruxos e Bruxas, Whit e Wisty, agora membros do Conselho, estão tentando reconstruir a cidade depois de derrotar O Único Que É O Único, o vilão mais malvado do mundo. Quando tudo parece correr bem, surge uma nova ameaça, personificada na figura do cruel Rei da Montanha. Ele é um mago indestrutível, que deseja a todo custo dominar a cidade. Sem água e prestes a ficar sem alimentos, a população conta com os irmãos Allgood para sobreviver. Wisty está encantada pelo jovem Heath, que compreende tão bem os seus dilemas afinal, ele também é um bruxo. Talvez Wisty possa se unir a Heath na guerra contra o Rei da Montanha.


Percebemos que no decorrer dos livros a evolução da história e, principalmente, dos personagens é tão evidente; saíndo daquela coisa adolescente e percebendo que é necessário o amadurecimento para lidar com as situações, e o que ainda está por vir.
A historia flui naturalmente, e o mais interessante é que se passa nos tempos atuais, como se a tecnologia e a magia andassen lado a lado. No que se refere aos capítulos, temos os pontos de vistas, como os livros anteriores de Wisty e Whit, mas também temos de mais dois personagens, a Pearl (uma criança de mais ou menos de 7 anos que já passou por situações que não devia) e o Heath (saber dele ao final do livro vai te deixar de boca aberta).
Esse livro começa um tempo depois de os bruxos terem acabado com O Único, que formaram um conselho com adultos e jovems para governar e levantar a cidade. Mas essa 'paz' está ameaçada pelo cruel Rei da Montanha, um ditador e líder mágico. Vocês perceberão que não se trata somente de desacordos políticos, mas um significado mais profundo (somente lendo, tá).
Outro ponto é o título, O Beijo, já dá uma dica do que vem por aí, pois trabalha a questão do amor, da paixão, a prioridade e confusão dos sentimentos (típico da fase de transição de adolescente para adulto).
Tem um personagem que achamos que está sumido, ou morto, mais que volta com força total.... (só posso dizer isso, rsrs).

Não deixem de terminar a série, mas tem um porém.... descobri que tem um quinto livro, o Bruxos e Bruxas: os perdidos, mas infelizmente não foi lançado aqui no brasil. Estaremos no aguardo...


site: asterverbatim2015@blogspot.com.br
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Jussier 01/05/2015

Beijo deveria significar algo bom. Não?
Parece que dessa vez James Patterson e seu colaborador acertaram na dosagem do livro. Em O Beijo é como se a história recomeçasse, agora o inimigo é outro, ou seria os inimigos? São muitas reviravoltas na vida dos irmãos Allgood, porém, dessa vez a narrativa é mais trabalhada, os conflitos são bem desenvolvidos e eu tive mais interesse em continuar. Não pense que dá para ler a série a partir de O Beijo, já que parece um recomeço, há algumas pontas relacionadas ao que foi passado nos 3 primeiros livros, e principalmente, algo relacionado ao O Único que É o Único. Espero que a série acabe neste livro, pois seria um risco continuar algo que acabou muito bem.

site: https://instagram.com/oqueli_/
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Diego 19/10/2014

O Beijo
Realmente gostei muito da notícia de que teria lançado mais um livro da série.Fiquei bastante curioso ao saber que lançaram o 4 livro da série.No começo em que comprei para ler fiquei meio com dúvida se o livro seria bom.Pois, já é a 2 vez em que James Patterson,trabalha com essa mulher a Jill,não gostei muito da dupla claro que James Patterson,é divo da literatura mais,a Jill num fiquei satisfeito.Depois decidi deixar de implicar com a mulher,graças a esse belo livro que eles dois fizeram muito bom,excelente,exemplar e etc.
A história mais fácil de entender e continua no mesmo estilo a narração normal só muda porque, entrará mais narrativas de personagens.

nota:4/5 Muito Bom!

Recomendo.
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