Half Bad

Half Bad Sally Green




Resenhas - Half Bad


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Thalles.Haydan 07/04/2019

Half bad
MDS... Que históriaaaaaaaa, que final!!! Que tudo!!! Vc sente a aflição e as dores do personagem principal, algumas partes são bem arrastadas, mas o livro em um conjunto é sensacional!!! Tô apaixonado por vários personagens, você não sabe em quem pode confiar... Enfim, leiam!! De verdade!! Super recomendo!!
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Okumura 25/01/2019

Resolvi ler esse livro, pois me interessei pela sinopse do segundo livro (Wild Half), achei a escrita um pouco estranha, a forma que era narrado, mas depois acabei me acostumando e até mesmo gostando. Realmente fico indignada com alguns acontecimentos, há muita brutalidade, mas isso serviu para moldar o protagonista em alguém quebrado. Realmente surpresa com o fato de narrar desde a infância até a adolescência. Recomendo bastante, mas não chega a ser um dos meus favoritos (#TeamGabriel)
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Belle Barbb 29/12/2018

Uma história cativante e eletrizante.
Gostei muito.
Fiquei curiosa com o poder que ele terá. Apesar de acreditar que seja se transformar em lobo ou animais selvagens.
Um leitura deliciosa e fluída. Em que nos estimula a continuar até não ter mais páginas para ler.
Nesse livro, acompanhamos a evolução de Matham em busca da cerimônia que o concretizará como bruxo.
Para atingir seu objetivo passará por diversos contratempos, lutando pela própria sobrevivência. Descobrindo que situações ruins serão aprendizados.
Com isso, terá que trilhar o próprio caminho e fazer escolhas difíceis, mas necessárias.
Assim começa o desenlace para o próximo livro, em que Nathan descobrirá por si só o seu dom, abandonado a própria sorte e tendo que decidir quem salvará.
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Thuany 09/06/2018

Interessante
Gostei muito da premissa. Apesar do tema clichê o livro é escrito de uma forma bem diferente. Afinal não são os "do bem" que temem os "do mal", basicamente é ao contrário. Além do debate de quem é realmente o vilão uma vez que os Bruxos da Luz fazem qualquer coisa para derrotar os Bruxos das Sombras. Qual é o limite?

A história é narrada por Nathan, uma bruxo meio da Luz e meio das Sombras, algo abominável para os da Luz e suspeito para os das Sombas. Também adorei como as personagens são inseridas sem ficar detalhando cada pessoa, você vai entendendo quem é ou o porquê no decorrer da história, mas sem muita demora.

Gostei também de como o livro é narrado numa linguagem bem simples, em primeira pessoa caracterizando bem a personagem principal.

O que me chamou a atenção é que em algumas partes da narrativa parece que é alguém que o está observando.

Vale a pena a leitura. O início pode parecer confuso porque começa em um presente sem muitas explicações. Volta para explicar como chegou ali. E aí vai para o presente de novo. Mostrando sua jornada em busca dos 3 presentes para seu ritual para se tornar um bruxo adulto.
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Desi Lyra \@mixturaliteraria 27/05/2018

Da série - LIVROS QUE NEM TODO MUNDO CONHECE, MAS DEVERIA!
🗨️ " A história é sempre contada por vencedores, dizem. E Nathan, infelizmente, não é um deles "
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Em Half Bad somos apresentados a um mundo novo, onde bruxos e humanos convivem, mas não se misturam. Entre os bruxos, temos os bons e justos, denominados BRUXOS DE LUZ, e seu inimigos que devem ser aniquilados, perversos, malignos, os BRUXOS DAS SOMBRAS.
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Estando essa divisão clara, você PRECISA ESCOLHER UM LADO, não escolher é pecado, e então somos apresentados a Nathan, nosso pecador. FILHO DE UMA BRUXA DA LUZ COM UM BRUXO DAS SOMBRAS. Mas seu pai é muito mais que isso, é o MAIOR E MAIS PODEROSO bruxo das sombras.
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Quando Nathan completar 17 anos, receberá seus 3 presentes e terá seu dom revelado. Ele até pode permanecer vivo até lá, mas se ele sobreviverá ao fim da jornada, é outra história.
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Eu queria ler esse livro a muito tempo. E sempre adiava, até que um dia peguei totalmente sem expectativas. Num primeiro momento fiquei confusa e totalmente curiosa, pois a narrativa não é PARECIDA COM ND que eu tenha lido até hoje. E conforme as peças vão se encaixando é que você entende as proporções dos detalhes passados lá no começo do livro e que você achou que não tinha entendido.
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Eu admiro demais autores com o poder de jogar um quebra-cabeça no seu colo, sem que vc ao menos perceba, e então depois te guiar em todo o processo de montagem e encaixe de tudo que foi passado, pq quando tudo se encaixa, é maravilhoso de se ver.
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De tudo que eu esperava encontrar nesse livro, nada me preparou para o maior sentimento de todos: EMPATIA. A conexão com Nathan foi absurda, eu enxerguei um personagem como nunca havia feito antes. Ele é considerado mal por quem é bom, e fraco por quem é mal. No meio disso tudo ele se acha mal e alguém sem importância. E como se não bastasse, acima de tudo isso, TEMOS PRECONCEITO. Um preconceito que machuca, que me machucou demais, um sentimento de não pertencimento que a todo tempo me fez querer trazer Nathan pra mim e proteger ele do mundo.
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Eu senti a mágoa por ele, a mágoa de ser desprezado, a mágoa de só querer ser amado por quem é, a mágoa de nem saber exatamente quem se é de verdade e ter medo de que ao descobrir possa se perder o pouco que se tem. A história é boa, cheia de reviravoltas, o final foi muito bom, me deixando super ansiosa pelo livro 2. Nathan se tornou um personagem querido, demorei a escrever sobre o livro pois a gama de sentimentos foi tão grande que não conseguia os expressar da forma que eu queria e achava que deveria. Vemos personagens que se desenvolvem absurdamente ao decorrer da trama, fraquezas que morrem e forças escondidas que vem a tona. Aprendemos sobre amor, lealdade, e aquilo que só se pode aprender verdadeiramente sozinho, ENCONTRAR E ACEITAR A SI MESMO.
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Resenha postada no ig @mixturaliteraria - https://www.instagram.com/mixturaliteraria/
Pascale 04/06/2018minha estante
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Victor Marcos 03/04/2018

Não leiam, oi leiam vocês que sabem
Eu digo não leiam pelo motivo que o último livro não tem tradução o que é uma puta de uma sacanagem porque é um dos melhores livros que li em tempos, o tipo de livro que posso contar nos dedos às vezes que me deixou envolvido por dias, e sua sequência é igualmente incrível, acho que ficou claro porque digo ou leiam, o livro é incrível, mas claro, no final vai ter uma enorme decepção por não poder ler o final, porém acho que leeria assim mesmo, continua sendo o amor da minha vida
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Luana 24/09/2017

De início, você pode pensar que o enredo da história é bem clichê, afinal Half Bad se passa em um mundo de bruxos e bruxas divididos em "bem" e "mal". Mas Sally Green consegue fazer algo realmente único. A cada detalhe que ela soma à mitologia, a história cresce.
No entanto, o ritmo é bem rápido na segunda metade do livro e você acaba perdendo a intensidade dos acontecimentos quando precisa dar uma pausa. É o tipo de leitura para se fazer em uma única tarde.
Você pode até achar que não está gostando no começo, convenhamos o início em segunda pessoa é estranho, mas acaba fisgado e morrendo de vontade de ler o próximo.
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Andressa 07/06/2017

Half Bad
O livro é curto e se desenrola contanto a vida de Nathan. Sally Green inicia o livro de maneira inusitada, começando pelo meio, para depois voltar no inicio e dai seguir rumo ao desfecho do livro. Por sinal, esse desfecho me deixou extremamente curiosa para ler a continuação.
Sendo o primeiro de uma trilogia, achei ele razoavelmente equilibrado entre a ação e as informações, mas a história não anda muito. A incógnita do livro é saber se ele irá conseguir e como ele conseguirá seus três presentes e o sangue de seus ancestrais ao completar dezessete anos. Esse é um ritual de passagem, onde o adolescente recebe seu dom e se transforma em um bruxo de verdade.
Gostei dos personagens apresentados e da forma como eles compõe a trama. A passagem de tempo no livro é grande, por isso vemos muitas modificações no jeito de agir e pensar do protagonista.
O livro é estruturado em seis partes e seus capítulos variam entre curtos e medianos, com uma diagramação simples e funcional. A capa é linda, em soft touch e representa bem as duas linhagens de bruxos. O título foi mantido em inglês e, no meu ponto de vista, foi uma sacada inteligente da editora. Uma tradução poderia fazer os títulos perder a graça (em tradução livre seria Meio Ruim) e até acabar com a lógica dos títulos da série. Para quem gosta de contos complementares, Half Lies (Meias Mentiras) foi liberado em meio digital pela editora e é antecessor a essa história. Ele é narrado em forma de diário e tem como protagonista a irmã de Gabriel, um dos personagens desse livro. Pelo que entendi, vamos conhecer mais sobre a sociedade bruxa e seus conflitos.

site: youtube.com/bauliterario
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Rafael 11/04/2017

A história sempre é contada pelos vencedores, dizem. E Nathan, infelizmente, não é um deles.
Sempre tive certa curiosidade sobre Half Bad, por trazer bruxos em sua história, mas aconteceu a velha história de esquecê-lo na pilha de não-lidos, até que finalmente o peguei, por estar procurando uma história rápida. Infelizmente, não saiu como o planejado.

As duas primeiras partes são até interessante e prendem, mas nas seguintes a história parece não sair do lugar, se resumindo à fugas. O único motivo que nós faz continuar a leitura é o apelo que Marcus tem na trama, mas nem isso é totalmente satisfatório, pois apesar de ter sido uma boa cena, foi bem rápida.

Outro ponto que me incomodou foram as constantes surras que Nathan sofre. Sabe quando parece que nem o autor acredita no que escreve? Foi o que aconteceu em certos momentos pois, por mais que eu sentisse pena do personagem em muitas delas, em outras achava sem necessidade. Talvez a intenção de Sally Green fosse criar uma empatia do leitor por Nathan, mas acabou sendo algo forçado.

Entretanto, apesar dos erros, a autora compensa na criação de seus personagens. Temos quem amar, quem odiar, quem ficar no meio termo se é realmente bom ou mau... Aliás, essa questão do "quem é bom e quem é mal, de verdade?" foi bem trabalhado pela autora, mostrando que mesmo bruxos da Luz são maquiavélicos, enquanto alguns das Sombras são altruístas. E apesar da minha relação com Nathan ter sido uma montanha-russa, onde ora o odiava e ora entendia, no geral, o achei um bom protagonista. Sally também foi inteligente em introduzir um triângulo diferente do que é rotineiro em young adults.

Apesar disso, dificilmente lerei as continuações pois a história não me deixou curioso para os futuros acontecimentos. Claro que você só vai saber se der uma chance ao livro, mas Half Bad não funcionou comigo, o que é uma pena.

site: http://crushforbooks.blogspot.com.br/
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Renata 20/12/2016

Half Bad - Sally Green

Pela sinopse, pode-se lembrar de “Dezesseis Luas”, da Kami Garcia, mas garanto que é bem diferente. Na verdade, não indico esse livro para pessoas de estômago fraco, pois ele é tão ou mais pesado do que “Jogos Vorazes”. Tenham isso em mente antes de lê-lo; eu, particularmente, prefiro romances fantásticos envolvido de aventura, e esse livro não é nada disso. Mas isso não tira seus méritos nem a escrita espetacular da Sally Green, que motivaram as 5 estrelas (e não minha preferência pessoal).

A escrita de Sally é bem diferente, possível de se notar logo na primeira página. Ela mescla a narração de primeira pessoa com terceira pessoa, causando um efeito interessante e que não é possível de ser feito por amadores, sobre pena de sair um fiasco. Mas em seu livro, funciona muito bem!

“Half Bad” é bem dark, e acho difícil definir um gênero para ele, assim como uma faixa etária. Tendo maturidade, qualquer idade serve; já do gênero, ele é definido de fantasia por ter bruxos no meio, mas sua ideia central passa bem longe disso.

Mas “Half Bad“ não é depressivo, assim como não é um filme (mas vai ser – e como será fácil transformá-lo!). E, no entanto, ao lê-lo você se sente em um mundo sombrio, com personagens sombrios. Você mergulha no pensamento de Nathan e como ele vê o mundo à sua volta, quase como se visse tudo com sombras. Não sei se me fiz explicar mas, se um dia você ler esse livro, talvez entenda o que eu quis dizer ^^'


A autora construiu o livro de uma forma em que é difícil gostar dos Bruxos da Luz. Eles tem um Conselho, que comanda essa sociedade, mas de bons eles não tem nada. Acredito que a intenção da autora foi exatamente essa: mostrar que não existe o “bem” e o “mal”, mas que mesmo os declaradamente bonzinhos na verdade fazem maldades no intuito de manter suas crenças. E isso, leitoras, está na raiz da sociedade humana: basta ver as Cruzadas da Igreja Católica, por exemplo.

Nathan, nosso personagem principal, é um rapaz de dar pena. O coitado meio que só se ferra o livro inteiro, faz algumas escolhas ruins e em alguns momentos perde o controle sobre si mesmo. Mas até isso a autora construiu bem; não sentimos raiva dele por agir estupidamente nem nada do tipo, porque conseguimos compreender bem o personagem ao longo do livro.

E ele é bem construído; começamos com Nathan preso em uma jaula, e não conseguimos parar de ler até descobrir o motivo. Depois, não paramos de ler até saber o que acontece depois. Devo dizer que eu sou uma monstrinha comedora de livros, e não passo pelo que os leitores mortais passam ao levar dias em uma leitura. No máximo, eu dou pausas durante, geralmente pelo livro estar chato. ”Half Bad” eu li sem parar para comer e mal respirei durante a leitura.

Enfim, não sou de encher de elogios leituras que não merecem, muito menos por ser o “livro da vez” nas prateleiras de livrarias. Mas “Half Bad” merece, sim, todos os elogios. E repito minha advertência inicial: pessoas de estômago fraco não irão gostar. Se você é uma pessoa que só curte romances mais superficiais, definitivamente não verá graça nesse livro, porque ele é pesado e mais profundo do que aparenta ser. E, ainda assim, incrivelmente bom!
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Thananda 16/12/2016

A escolha do bem ou do mal
Comprei Half Bad há mais de 1 ano e ainda não tinha lido. Agora com as férias da faculdade finalmente tive um tempo para lê-lo e adorei.
  
   Half Bad conta a história de Nathan, um bruxo mestiço. Sua mãe era uma Bruxa da Luz e seu pai o mais cruel Bruxo das Sombras que existia. Ninguém sabia se Nathan se tornaria bom ou mal até atingir seu décimo sétimo aniversário e por isso vivia sob a constante ameaça do Conselho dos Bruxos da Luz.

Nathan teve uma infância e adolescência difíceis. Os bruxos da luz o odiavam (mesmo os seus parentes) e todos os bruxos das sombras eram caçados, torturados e assassinados, o que fazia de Nathan um possível alvo por causa do sangue paterno. Harry Potter chega a ser um tanto amador em relação aos maus tratos por parte dos parentes e do Conselho por causa da sua magia e parentesco com um bruxo do mal.

Nathan deve lutar pela sobrevivência até conseguir passar pelo ritual da Atribuição aos 17 anos, onde será determinado qual será seu dom e qual parte falará mais alto, o sangue da mãe ou do pai, enquanto passa pelas transformações que seu corpo sofre em relação à magia e pela descoberta do primeiro amor com Annalise, uma bruxa da luz de sangue puro cujo toda família o odeia. Ainda deve descobrir onde está seu pai foragido há anos, pois sem um ancestral direto para conduzir seu ritual, Nathan poderá morrer.

   Sally Green escreve de forma dinâmica e atrativa. Comecei a leitura ontem e não consegui largar o livro até terminá-lo. Não vejo a hora de comprar as continuações. Há muito tempo eu não me deparava com uma boa saga de fantasia juvenil, e Half Bad superou minhas expectativas.

Recomendo :)
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Minha Bibia 13/11/2016

Decepção
O livro não é ruim, mas eu esperava mais por conta da história promissora e interessante.
A autora teve boas idéias durante o livro, mas tive a impressão de que não teve a a capacidade de organizar e e selecionar aquelas que realmente fariam sentido dentro da história e a parte (seja o capítulo ou a cena em si) em que elas viriam a fazer parte da narrativa.
Continuarei a série, mas espero que as coisas melhorem.
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Leticia - @umleitornooceano 20/10/2016

Half Bad se passa em Londres, onde bruxos e félix (aka humanos) convivem sem que os últimos desconfiem sobre magia ou qualquer coisa do tipo. Os bruxos, por sua vez, são divididos em da luz e das sombras. Bruxos da luz são puros, representam o que existe de melhor da sociedade, que nunca usam magia para machucar os outros (ou é isso que eles dizem). Os bruxos da sombra são caçados pelos da luz e estão quase todos mortos. Existem também os meio-sangues: meio bruxos e meio félix, mas são ignorados pelos bruxos por serem considerados inferiores.

E existe o Nathan, nosso protagonista, meio luz e meio sombra. Filho do bruxo da sombra mais cruel de todos os tempos. Que matou sua mãe e deixou Nathan e seus três meios-irmãos aos cuidados da avó. Desde cedo ele aprendeu a não falar sobre o pai e que nunca seria tratado como os irmãos pelos outros. Quando olham para ele tudo o que veem é o menino meio sombra – nunca o meio luz.

Nessa sociedade todos os adolescentes bruxos ao completarem dezessete anos recebem três presentes e o sangue dos seus ancestrais para depois descobrir seus dons. E a preocupação do conselho é se deve ou não deixar que isso aconteça com o Nathan e correr o risco de ele ser igual ao pai ou mata-lo agora e fingir que ele nunca existiu.
O começo da história é diferente e a escrita flui, mas em alguns momentos poderia ser melhorada. Até a página duzentos a maior graça é o Nathan, ele sofre e não é pouco, mas continua sarcástico, fazendo graça sem nunca desistir de fugir. Depois dele o melhor personagem é Gabriel, que surge para ajudar – só vou dizer isso para não dar spoiler. Achei estranho que no começo do livro a relação do Nathan com a família é extremamente trabalhada e depois nada.

Resenha completa no Blog!

site: http://umleitornooceano.blogspot.com.br/2016/08/resenha-half-bad.html
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Yue 07/10/2016

Envolvente
Em Half Bad vemos uma nova Inglaterra, cheia de bruxos e humanos que não se misturam. Para piorar, há uma divisão entre bruxos da Luz e seus inimigos, os bruxos das Sombras. E Nathan está bem no meio disso, filho de uma bruxa da Luz e do mais cruel e poderoso bruxo da Sombras. O Conselho de bruxos da Luz o vê como uma ameaça e decidirá se ele deve morrer ou viver quando, aos dezessete anos, seus dons forem revelados.

Comprei esse livro na Americanas sem nem saber a sinopse, já que ele estava no plástico, só peguei pela capa – e por que estava dez reais. – e ainda bem que fiz, por que me apaixonei completamente por ele.

Nele, nós somos apresentados à uma diferente, digamos, interpretação de bruxos. Sendo que nessa nova forma, os bruxos tem dons que só recebem aos dezessete anos, como por exemplo mudar de forma ou curar. Para conseguir seu dom, o bruxo tem que passar por uma cerimônia, esta só pode ser realizado por um parente, que dá ao bruxo três presentes e seu sangue para beber.

O livro é dividido em seis partes, sendo que na primeira a narrativa é diferente das outras. O narrador fala diretamente com o leitor, como se você fosse o protagonista. Achei super legal essa forma de inserir o leitor na história. Da segunda parte em diante o narrador passa a ser em primeira pessoa. Todo o livro é narrado no presente, o que geralmente me incomoda muito, mas dessa vez eu nem liguei.

A história em si e esse novo universo são tão cativantes que eu não conseguia parar de ler, fiquei uma noite sem dormir, só lendo, tamanho o vício que o livro me causou.

Fiquei surpresa de como a história me envolveu logo no início e de como eu fiquei tão ligada ao Nathan, sentindo por tudo que ele passou, que com certeza foi muito, sendo maltratado pela irmã mais velha - ai como eu odeio ela - até preso numa gaiola pelo Conselho.

Ao decorrer do livro somos confrontados por diferentes paisagens e situações, e a escrita é tão envolvente que eu realmente me via em todos aqueles lugares diferentes, enfrentando tudo junto ao Nathan. Okay, essa última parte parece meio boba, mas foi realmente como eu me senti.

Os personagens são bem desenvolvidos, nenhum está lá apenas por estar, cada um tem sua importância no livro e para o Nathan, e tenho que dizer que o meu favorito é o Gabriel, como ele aparece só na parte cinco, com ela toda sendo sobre ele, não vou falar muito pois seria spoiler, só vou dizer que amo ele e aposto que vocês vão amar também!

Achei a capa e a contracapa do livro lindas! E elas ainda são meio macias ao toque, não sei o que é isso, eu gostei bastante, mas deixa algumas marcas se mexer muito.

Dei cinco estrelas para o livro e estou muito ansiosa para a continuação, Half Wild, queria esperar e ver se fica por dez reais na Americanas também, mas não tá dando não...

site: https://osdeliriosdeumalivrolatra.blogspot.com.br/2016/03/resenha-half-bad.html
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