A Vida Secreta das Abelhas

A Vida Secreta das Abelhas Sue Monk Kidd




Resenhas - A Vida Secreta das Abelhas


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Debora 07/10/2019

Emocionante...
Neste romance de Sue Monk Kidd a escritora fala de forma delicada e tocante sobre preconceito racial, amor e superação. Através da história de Lily Owens, uma garota de 14 anos que foge da casa do pai, o qual não demonstrava nenhum amor pela menina, para salvar da prisão sua babá e para buscar respostas sobre o passado de sua mãe que morreu quando ela tinha apenas 4 anos.
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Vaninha 26/06/2019

Dois dedos de prosa sobre A Vida Secreta das Abelhas, de Sue Monk Kidd.
"Nós não podemos pensar em mudar a cor da nossa pele. É preciso mudar o mundo, é assim que devemos pensar."

A história de A vida secreta das abelhas de Sue Monk Kidd se passa na Carolina do Sul no ano de 1964, com a luta pelo reconhecimento dos direitos civis dos negros em pleno auge.

Ela nos conta a história de Lily, uma garota de catorze anos, órfã de mãe desde os quatro e para quem o pai não liga muito, a não ser para maltratar. Sua única fonte de carinho é a babá Rosaleen que cuida dela desde que sua mãe morreu.

Lily não lembra muito da mãe e as únicas coisas que tem dela são um par de luvas, uma imagem de uma Nossa Senhora negra e uma foto com a inscrição "Tiburon, C.S." atrás. A cidade de Tiburon não fica longe de Sylvan, onde ela mora, e Lily decide que um dia irá até lá para tentar descobrir mais sobre a mãe, já que o pai não fala sobre ela.

Quando o presidente assina a lei que garante os direitos civis dos negros, Rosaleen resolve ir se registrar para votar e Lily pede para ir junto. Mas, no sul extremamente racista, era de se esperar que não fosse tarefa fácil. Elas se envolvem numa confusão com alguns homens brancos e acabam presas. Lily é libertada no mesmo dia pelo pai que deixa Rosaleen na cadeia.

Depois de uma briga feia com o pai, Lily, magoada e com raiva, decide fugir e levar Rosaleen. As duas pegam uma carona até Tiburon com nada além da roupa do corpo e as poucas economias de Lily.

A imagem da Maria negra em um pote de mel no mercado as leva até a casa das irmãs Boatwright: August, May e June. August cria abelhas e vende o mel. Lá Lily vai aprender o que é ter uma família e a viver com liberdade. Vai aprender que o passado pode ser deixado para trás mas não pode ser apagado. Vai perceber que a cor da pele não faz diferença nenhuma. E, principalmente vai mergulhar em uma jornada de auto-descoberta.

A história é pequena, a narrativa é fluida, tornando a leitura gostosa, e no início de cada capítulo tem uma citação sobre a vida das abelhas dentro da colmeia. A história como um todo é bem interessante e a autora mostra sensibilidade. Eu gostei muito.

O livro foi adaptado para o cinema em 2008 com Dakota Faning, Queen Latifah, Jennifer Hudson, Sophie Okonedo e Alicia Keys nos papéis principais.
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Camila 04/02/2019

Emocionante
Me interessei por esse livro após ver a adaptação para o cinema. Gostei tanto da história que, mesmo já sabendo o que iria acontecer, tive vontade de ler o livro. Não me arrependo em nada, alguns personagens são muito mais bem desenvolvidos no livro - Zach, June e as Filhas - e vivenciar os sentimentos de Lily fica mais fácil, mesmo que em algumas atitudes eu passasse longe de me identificar com suas reações. É uma história sobre amor entre mulheres, construído de forma delicada com os direitos civis, violência policial, racismo e supremacia branca como pano de fundo. Se era possível amar naquela época, por que não hoje? O racismo e os racistas destroem vidas há tempo demais. Já passou da hora de nós, pessoas brancas, finalmente fazermos o que nos cabe para construirmos o mundo sonhado nos anos 1960, reconhecendo nosso próprio racismo e tendo atitudes ativamente antirracistas dentro do que nos cabe, porque o racismo é um problema dos brancos. Um livro primoroso.
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Carol Vidal 29/01/2019

Um livro sobre pertencimento e família
“A vida secreta das abelhas” é um daqueles livros que mexem de tal forma com a gente, que se torna impossível terminar a leitura do mesmo jeito que se começou. Assim como Lily, crescemos a cada página virada, bem como temos a oportunidade de entrar em contato com quem somos, refletir como habitamos esse mundo e de que forma nos relacionamos com os outros. Esse é um livro importante de se ter sempre por perto, para revisitá-lo caso haja a necessidade de nos reconectarmos.
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mare 08/09/2018

Casa Rosa e afins
Eu, no geral, adoro temas sociais, principalmente os que remetem a uma outra época. É o meu tipo de livro. Adoro livros que falam sobre a mulher na sociedade, racismo, preconceito no geral, pois me possibilita agregar conhecimentos para as causas que tenho afinidade e luto por. Não foi diferente com A Vida Secreta das Abelhas. Eu achei as personagens fortes, principalmente a August e a Rosaleen. Senti o sofrimento do Zach ao ser atingido pelo preconceito, compreendi a fé das Irmãs de Maria na Nossa Senhora Negra, chorei por May e por todo sofrimento que a mesma absorveu. Posso afirmar que é um bom livro, talvez não um five stars, mas um livro bom, que te faz pensar, sentir e refletir sobre o negro na sociedade, sobre todas as dificuldades que um homem ou mulher negra passa na sociedade, tanto a atual quanto à dos anos 60, tanto no Brasil, quanto nos Estados Unidos e mundo. O livro não chega no ápice, não tem aquele choque de acontecimentos, aquele boom. Mas segue sendo um livro necessário
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Bart 28/05/2018

A vida secreta das abelhas
*Sue Monk Kidd*

Não é meu tipo de leitura preferida, mas o livro me cativa a pessoa, na mha opinião.
Lily, 14 anos não lembra de como a mãe morreu (a muito tempo atrás) e decide junto com sua babá Rosaleen fugir de casa para descobrir mais sobre a vida da mãe, e numa cidade chamada Tiburon elas são acolhidas por 3 mulheres negras, May, June e August (elas receberam esses nomes por causa do período de primavera) que trabalham na manufatura de mel e vela.
Lily, leva o leitor para um período e para um local marcados pelo racismo e pelo machismo. O leitor fica p... com alguns acontecimentos, mas o livro não é só isso.
O enredo fala descobertas (sentimento, sexualidade) de vida, morte, fé!
Talvez de uma forma leve, sem ter sido mais contundente com o que acontecia na época. Um livro agradável, aconselho, não é um "água-com-açúcar", acho que tá mais p/um "água-com-mel", por isso que é bom!
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pelamente.wordpress.com 11/02/2018

(Resenha) Livro - A Vida Secreta das Abelhas - Sue Monk Kidd
Essa é a história de Lily Owes, 14 anos, órfã de mãe, ela mora com T. Ray, à quem não consegue chamar de pai e tudo se passa na década de 60 nos Estados Unidos.

Está sendo bem complicado fazer esta resenha.. É um livro complexo e completo e é difícil escolher sobre o que falar e não comentar cada detalhe que me impressionou.. mas vou tentar.

Como se passa nos anos 60, é recheado de reflexões sobre o racismo, com algumas partes extremamente chocantes, mas reais, claro. A primeira delas é o que desencadeia o curso da história: Rosaleen, a babá negra de Lily, após a assinatura dos direitos civis (fim da segregação racial), decide ir à cidade para tirar seu título de eleitor.. E no caminho é insultada, ela não deixa barato e as duas são presas.

Lily é libertada por seu pai. A história de Lily com o pai é cruel. Um homem que nunca demonstrou afeto por ela, que a castigava regularmente por coisas bizarras como pelo fato de ela gostar de ler..

Ao retornar pra casa, Lily tem a certeza de que Rosaleen será morta e nunca será libertada. A relação das duas é tudo que Lily conhece como amor, visto que sua mãe morreu quando ela ainda era muito pequena (Ela atirou na mãe tentando defendê-la de uma briga com T-Ray). A menina então decide fugir e libertar Rosaleen para que as duas possam sobreviver em outro lugar longe de toda aquela crueldade.

As únicas coisas que Lily sabe sobre o plano de fuga estão inspiradas em uma foto e uma ilustração que ela guardava escondidas.. A foto da mãe e uma ilustração de Maria negra indicando a cidade de Tiburon.

Elas vão para a cidade e encontram o significado para aquela foto de Maria negra.. é a imagem que adesiva um pote de mel fabricado na cidade. Lily vai até à casa da família que fabrica mel e pede abrigo inventando uma grande mentira.. Ela espera encontrar respostas sobre o passado de sua mãe e sobre si própria.

Nesta casa vivem August, May e June e à partir desse momento mergulhamos ainda mais numa reflexão sobre amor, família, morte, humanidade, racismo, machismo... (já falei amor???rs) e também sobre fé, sobrevivência, perdão..

Perdoar e conhecer a si próprio, permitir que as mágoas e ressentimentos sejam domados é uma das maiores lições.

Não posso deixar de falar o quanto a história da Madona Negra me faz lembrar de Nossa Senhora Aparecida.. a fé de todo um povo, os milagres, a liberdade.. a força e o poder que se tem quem acredita.

Acho incrível todas as lições que são comentadas sobre a forma de vida e organização das abelhas. Como são exemplo de trabalho, perseverança e organização..

Adorei a abordagem sobre o primeiro amor, inclusive por envolver mais uma vez a questão racial. Todo o texto é contado na primeira pessoa o que nos aproxima ainda mais de suas dores e superações.

Em 2008 foi lançado o filme, inspirado nesse livro e tem como protagonistas nada mais, nada menos que Queen Latifah e Alicia Keys.

Recomendo! Boa leitura
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Aline Teodosio 04/02/2018

Fraco
Lily perde a mãe muito cedo de forma trágica e fica aos cuidados de Rosaleen, uma negra contratada por seu pai para ajudar em sua criação. Após vários conflitos com este, ela resolve fugir em busca de respostas sobre o seu passado.

Tá, a premissa do livro é muito bonita. Fala de amor, de perdão, de superação, de se encontrar. Fala também sobre preconceito étnico e todos os absurdos que os negros enfrentaram no início do século passado nos EUA do Sul. Porém, a leitura é maçante, arrastada e até meio bobinha, recheada de clichês.

Passei o tempo todo esperando pelo boom do livro, mas não teve. Aquelas que seriam as maiores revelações foram mornas e não me emocionaram.

Pode ser que eu esteja meio embrutecida, sei lá... Só sei que não me convenceu.
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Maristela 30/01/2018

A Vida Secreta das Abelhas
Cativante desde as primeiras páginas .Uma história forte , porém contada com palavras de pura poesia . Faz pensar e faz sentir .
Faço uma ressalva , porém , à editora Ediouro . Pois encontrei , no decorrer da leitura, vários erros gramaticais. Expressões como "em baixo " "sentei-se" "tivesse" onde só caberia 'estivesse ' . Enfim , um livro ótimo , pena que editado pela Ediouro. Recomendo fortemente , porém das outras duas editoras .
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Lorena 26/06/2017

Um tesouro!
Encontrei esse livro numa biblioteca pública cheia de "livros velhos". Escondido entre tantos outros, a capa não me encheu os olhos, mas o nome me deixou curiosa, lembrei me que havia um filme de mesmo nome. Se alguém se dá ao trabalho de adaptar um livro para o cinema, algo de bom tem aí.
E a verdade é que não esperava que fosse ser tão bom assim. Apesar de ter virado filme, tenho certeza que o livro não ganhou o reconhecimento que merecia. Pelo menos não por esta parte do mundo. Me surpreende que o livro tenha tão poucos leitores. Pois ele é realmente maravilhoso. A autora escreve com tamanha sensibilidade que atinge profundamente nossas emoções. Em alguns momentos simplesmente não conseguia parar de ler.
Lily, a menina branca, e todas aquelas mulheres, aquelas pretas, que a acolheram com todo aquele amor. Amor que não vê cor, classe ou credo. Amor que preenche todos os buracos que a vida cava em nossos corações ao longo do caminho. Amor que está dentro de nós. Amor que se basta. Amor próprio. Amar a si mesmo para poder amar o mundo.
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Viviane 07/06/2017

Um livro sobre o amor.
O que dizer deste livro....um livro que retrata uma época na qual a sociedade compartilhava de um pré-conceito triste, porém a autora de uma forma magnífica nos deixa encantados com sua ternura ao representar o amor. Esse foi o primeiro livro que li da autora...mas agora querei ler mais. Super recomendo.
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Kamilla 03/05/2017

Eu estava esperando muito por esse livro, porque amei o filme. Será que curti?
A vida secreta das abelhas é narrado em primeira pessoa pela Lily Owens, uma adolescente de 14 anos que vive com a culpa pela morte de sua mãe. O pai, T-Ray - como o chama -, a tratava como um lixo, como se ela fosse um estorvo. Por qualquer motivo a castigava, mandando ela ajoelhar no milho por exemplo. Porém Lily tinha alguém com quem contar, Rosaleen, uma mulher negra que arrumava e cuidava de sua casa. Vocês devem estar se perguntando porque é relevante dizer que a Rosaleen era negra, lhes explico: A história passa em 1964, que enquanto no Brasil ocorria o golpe militar, nos Estados Unidos a luta era outra. Nesse ano foi adotado a lei dos direitos civis, onde visava que todos os americanos tivessem diretos iguais, incluindo o voto. Os negros eram taxados como inferiores, seres de raça, que não podiam votar e nem ir em lugares que brancos frequentassem, como cinemas, igrejas e etc.
“Assim eram as coisas.A perda penetra em tudo mais cedo ou mais tarde, e vai corroendo o que encontra.”
O começo da história a Lily nos conta que sempre escuta o zumbido de abelhas, chegou até a visualizar elas em sua volta, mas quando corre pra contar ao pai, elas desaparecem. E ele não acredita nela, obviamente e ainda diz que se fizer isso de novo vai castigá-la. No dia seguinte ela tenta pegar as abelhas, pra mostrar ao pai. E a Rosaleen a questiona, eis que elas assistem o anúncio sobre a lei dos direitos civis. Rosaleen toma uma decisão, vai se inscrever pra votar... Lily insiste que quer ir junto. No caminho uns homens perguntam onde a negra vai. E quando escutam que ela vai se inscrever pra votar, vão pra cima dela. Humilham, batem e ainda mandam-na presa.

Após isso nossa protagonista volta pra casa com o T-Ray e após toda a humilhação que Lily sempre passa, ele diz que a mãe a deixou, isso foi o estopim para a nossa protagonista. Ela foge... Vai para a delegacia buscar Rosaleen, mas ela está no hospital depois do espancamento. E Lily vai lá e consegue fugir com a sua amiga.

Ela já tem um lugar em mente, seguem esse destino e chegam na casa das irmãs Boatwright - August, June e May. Eu já falei demais, não soltei nenhum spoiler, mas é bom conhecer a história aos poucos. Essas irmãs ajudam sem nem questionar, sem preconceitos e julgamentos. As irmãs Boatwright são negras e trabalham vendendo mel, August - a mais velha das irmãs - é que comanda a venda do mel e chama a Lily pra aprender mais sobre as abelhas e obviamente, sobre o mel. É encantador a relação que a Lily cria com elas, como amadurece também.
“Nós não podemos pensar em mudar a cor da nossa pele. É preciso mudar o mundo, é assim que devemos pensar.”
Em alguns momentos a Lily, que cresceu em um mundo totalmente preconceituoso e racista, começa a perceber que a cor é de menos. Na casa de August ela conhece o Zach, um garoto negro que ela fica amiga e logo se apaixonam. Mas não podem ficar juntos, por causa da cor. Dá pra acreditar? Essa é mais um exemplo de quão preconceituosa era a época.

A verdade secreta das abelhas trás inúmeras reflexões, o maior foco é na Lily, mas aborda vários outros temas como o preconceito racial, doenças psicológicas, perdão, poder feminino, fé, amor e que pra ser considerado família só precisa-se de respeito, compreensão e afeto. Pra mim a questão de racismo foi muito doloroso de acompanhar, sei que infelizmente é algo que de vez em quando a gente vê, mas dói ver que pessoas são diminuídas e menosprezadas por causa da cor, que não faz diferença nenhuma.
“Na verdade, você pode não ser boa em uma coisa, Lily, mas se gostar de fazê-la, é o que basta.”
Li em algum lugar dizendo que este livro era fofo, não é... é intenso, vai te fazer chorar, mas mais que isso vai te fazer refletir sobre inúmeros temas. Sabem porquê? os personagens são humanos, erram e fraquejam como qualquer outro, como nós leitores. Mas não me fisgou como achei que faria, eu conseguia visualizar todas as cenas muito crivelmente, contudo a história não foi como eu esperava ou como eu imaginava, não sei explicar muito bem. Só sei que não foi tão incrível quanto eu esperava, apesar do livro ter uma história ótima, com personagens bem construídos e ter me feito chorado em muitas cenas, ele me cativou.
“O perigo, percebi, era uma coisa à qual a gente se acostuma.”
As narrativas/conversações entre os personagens são distinguidas por aspas (") e isso pode incomodar alguém, no meu caso não foi tão incômodo, mas preferia que fosse de forma convencional, que estou mais acostumada. A capa é maravilhosa, tem muito a ver com o livro... não encontrei erros.


Comentário final: Como vocês puderam ler não foi tão incrível como achei que seria, mas é maravilhoso de qualquer forma. Sem dúvidas vai cativar quem ler!

PS: Como vocês bem sabem esse livro já tem adaptação para o cinema, cuja protagonista é estrela por Dakota Fenning, Augst é representada Queen Latifah e June é a Alicia Keyes. O elenco é sensacional, assistam e leiam.

site: http://www.lendoeapreciando.com/2017/03/resenha-avidasecretadasabelhas.html
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Ariadne.Esqueisaro 20/04/2017

A vida secreta das abelhas
Lindo, lindo lindo!!!
Flavia.Oliveira 14/06/2017minha estante
Também gostei muito!




alissonferreira.c1 29/03/2017

De 0 a 5: Nota 4 - Breve comentário sobre uma obra de luta e amor
A Vida Secreta das Abelhas (Sid Monk Kidd, 2004) conta a história de Lilly Melissa Owens, uma adolescente órfã de mãe que vive sob os (des)cuidados abusivos de seu pai, T. Ray, e de sua babá Rosaleen, que é a única amiga que a garota possui. Porém tudo muda quando as duas se envolvem em uma confusão quando Rosaleen é atacada por homens racistas. Elas são obrigadas a fugir para Tiburon e por obra do destino acham abrigo através de uma pista deixada pela mãe de Lilly quando ela ainda era criança. Na nova cidade, agora distante dos abusos e da violência do pai, a menina passa a viver com August, May e June; três irmãs que vivem da apicultura. Nessa casa as moças vão aprender o que é o amor e o perdão, além da importância de ter uma família.
Essa é uma bela e comovente obra que retrata todo o preconceito e luta que os negros tiveram que enfrentar antes e depois da conquista dos direitos civis. Ela explana sobre a segregação que existia nos EUA, onde os negros não podiam votar ou até mesmo frequentar locais frequentados por brancos, como escolas, cinemas e até mesmo hospitais.
Definitivamente esse é um livro que vale a pena ser lido, pois trás ao leitor todas as emoções possíveis, desde a felicidade até o mais profundo pesar, além de abordar toda a luta de um povo por direitos igualitários. Também é interessante refletir sobre como as desigualdades socioeconômicas que ainda temos que conviver é o reflexo direto e explicito de centenas de anos de injustiças sociais.
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Jujuba 05/12/2016

Desafio Extra Novembro- conciencia Negra
Posso dizer que este livro me escolheu e não o contrario. Quando desafio foi proposto eu não sabia o que iria ler mas minha amiga me enviou ente livro, no inicio não estava muito empolgada, tenho certa dificuldade com temas que exaltam as diferenças, mas resolvi ler.
O livro conta a historia da adolecente Lily Owens que tem sofrido muito desde que perdeu de forma tragica a mãe aos 4 anos. Durante uma discução dos pais ela acidentalmente dispara a arma que acaba por tirar a vida da mãe. Sem muitas lembranças da mãe ela passa a idealiza-la ate o momento em que o pai com o proposito de feri-la conta que antes de morrer a mãe a havia abandonado. Isto e o fato de Rosaleen, a empregada negra que cuidava dela desde a morte da mãe, ter sido presa injustamente levam a menina a fujir com Rosaleen em busca de informações sobre a mãe.
E uma linda historia de amor e imperfeições, de descobrir que não somos perfeitos mas somos perfeitamente capazes de amar as imperfeições dos outros. o Pano de fundo da historia é o momento historico dos EUA e dos direitos civis dos negros.
Cheia de dor mas tambem cheia de amor esta historia difinitivamente me cativou vale a pena a leitura.
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