As Sete Irmãs

As Sete Irmãs Lucinda Riley




Resenhas - As Sete Irmãs


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Bia 12/05/2019

Supervalorizado
Ouvi tanto falar dessa série que achei que seria legal.... mas sinceramente, achei bem ruim. Diálogos extremamente clichês, personagens rasos.. não dá pra se apegar a nenhum deles.

Achei algumas coisas no meio da história que faltou pesquisa.. o livro como um todo pra mim foi bem superficial
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Alessandra 11/04/2019

O passado é melhor do que o presente.
Maia é a mais velha de seis irmãs, todas adotadas por Pa Salt, um homem muito misterioso, cuja riqueza e vida pessoal sempre foram desconhecidas pelas meninas. Apesar de estar sempre viajando, amou cada filha que trouxe para casa, dando a elas a chance de uma vida digna e próspera.

Porém, inesperadamente, o fim do pai tão amado chegou de surpresa para todas, recheado de enigmas. Deixou a cada uma das filhas uma pista sobre suas origens e coordenadas para que as encontrassem.

Maia, a mais reclusa entre elas, decide por impulso viajar para o Rio de Janeiro em busca de respostas. Lá ela é auxiliada por Floriano, um escritor em ascensão com tino para historiador. A origem de seus antepassados se mescla com a construção do Cristo Redentor e muito sofrimento.

Primeiramente, quero fazer uma crítica sobre a leitura. Na minha opinião, era melhor a escritora ter contado apenas a história de Izabela, pessoa relacionada ao passado de Maia, que para mim já estava ótimo. Eu adorei essa personagem, tanto, mas tanto, que, sinceramente, não me importei com o que aconteceria com a protagonista.

É provável que os mistérios sobre Pa Salt só se solucionem no decorrer dos outros livros, o que deixou esse volume a desejar muito no que prometia.

Maia foi apenas coadjuvante nesse livro, por incrível que pareça, e ainda bem, pois meu "santo" não bateu com o dela. Achei a personagem fraca e sem sal, além de infantil e egoísta, algo que só é perceptível ao final da leitura. Fiquei horrorizada com o que descobri sobre ela, o tal grande segredo que a envolvia.

Por último, gostei da leitura pois a parte histórica foi ótima, muito bem elaborada e, essa sim, a verdadeira trama que merecia ser encabeçada nesse livro. A autora coloca também uma revelação no final, deixando o leitor com a pulga atrás da orelha, e é por essa razão que vou dar sequência nessa série.

site: https://euamolivrosnovos.blogspot.com
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Aione 20/03/2019

As Sete Irmãs é o primeiro livro da série homônima de Lucinda Riley, na qual a autora faz uma releitura da mitologia das Sete Irmãs das Plêiades. Em cada livro, será narrada a história de uma das diferentes irmãs, todas adotadas por Pa Salt, em busca de suas verdadeiras origens.

No primeiro livro, é contada a trajetória de Maia, irmã mais velha e a mais ligada ao pai. Após a morte de Pa Salt, cada filha recebe uma carta e pistas sobre o próprio passado, para o caso de quererem descobrir mais sobre suas famílias biológicas. É quando Maia se vê pela primeira vez querendo deixar a vida que conhece e partindo para o Rio de Janeiro em uma aventura que a levará para a história de seus ancestrais e também para a história de construção do Cristo Redentor.

O que mais chama a atenção nos livros de Lucinda Riley é o primor com que ela desenvolve as tramas no passado e no presente, tanto em relação à forma de interligá-las quanto — e principalmente — em relação ao detalhamento histórico que ela insere na narrativa. Em As Sete Irmãs, isso aparece de forma ainda mais significativa para nós, brasileiros, considerando-se que a cidade maravilhosa contextualiza a leitura. Talvez seja vergonhoso pensar que fui conhecer mais detalhes a respeito da história do Cristo Redentor em uma obra estrangeira, mas foi o que ocorreu aqui, sendo um dos pontos altos da leitura para mim. Também, fiquei sensibilizada pelo respeito e carinho com que Lucinda Riley retratou o Rio e os brasileiros, especialmente por não ter encoberto o fato de sermos um país tão socialmente desigual.

Apesar de eu ter adorado o plot em si e de ter me envolvido com a leitura por conta de todo detalhamento proporcionado pela autora, As Sete Irmãs confirmou a impressão que eu já havia tido em A Casa das Orquídeas: tenho um problema com a narrativa de Lucinda Riley, sobretudo no que se refere à construção dos diálogos. Minha sensação com a leitura é que, nesses momentos, ela acaba soando por vezes artificial, talvez até mesmo por um floreamento excessivo de algumas passagens. Também, muito das personagens é apresentado ao leitor por meio de declarações nos diálogos que afirmam suas qualidades, o que torna meu envolvimento com elas menor do que se eu entendesse quem elas são através de passagens que demonstrassem suas qualidades.

Por conta disso, ainda que eu estivesse encantada pela história em si e por suas referências, não consegui me afastar da sensação de ter um livro em mãos enquanto eu fazia a leitura. Com isso, quero dizer que tive dificuldade em de fato adentrar na história e sentir como se ela e as personagens fossem reais, como se eu vivesse os acontecimentos com elas. O tempo todo eu me sentia experimentando algo arquitetado e planejado que, embora seja algo próprio da construção de qualquer obra, é uma sensação que não pode ocorrer na leitura para termos a experiência de completa imersão.

No resumo, gostei de As Sete Irmãs por sua construção geral, mas com ressalvas em relação à experiência de leitura — o que certamente varia de leitor para leitor e, dada a enxurrada de comentários positivos sobre a obra, a minha certamente contraria a geral. Como Lucinda Riley mantém de propósito abertura em diversos pontos para os livros seguintes, é claro que me senti instigada a prosseguir para sanar muitas das curiosidades deixadas. Contudo, ainda estou avaliando se darei continuidade ou não à série; considerando-se que os livros são volumosos e numerosos, talvez seja um investimento grande de tempo em algo que não me foi tão prazeroso em comparação a tantas outras leituras que ainda desejo fazer. Vale lembrar que minha experiência com O Segredo de Helena, outro título da autora, foi bem diferente em termos de narrativa, tendo sido uma das leituras que mais gostei de fazer no ano passado.

site: https://www.minhavidaliteraria.com.br/2019/03/19/resenha-as-sete-irmas-lucinda-riley/
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Giovanna da Rosa 19/02/2019

Um dos melhores livros que já li,pois a história que tem contida sobre o Brasil o Rio de janeiro e como foi construído aqui é muito interessante,a contemplação da arte em suas infinitas formas de expressão me encantou, o romance que a bisavó de Maia vive e a evolução da personagem maia em todo o livro é incrível. Super indico!
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Alessandra @leituraromancecafe 11/02/2019

AS SETE IRMÃS - LUCINDA RILLEY
RESENHA - AS SETE IRMÃS - AMEI.
Tudo inicia com Pa Salt, um velejador (bilionário sueco) que acabou adotando 7 garotas de diferentes lugares ainda bebês (daí, já dá pra ver o mistério). Mais estranho que isso é que a sétima irmã nunca apareceu, e para degringolar de vez: Pa Salt morre levando consigo os segredos que envolvem as jovens. Para os leitores, só resta ir até o final.

Somos pegos de surpresa quando o advogado surge para acabar com o nosso pânico. Espertamente, o velho o deixou encarregado de entregar a cada jovem uma carta, e em cada carta elas encontrarão pistas que lhes permitirá vasculhar suas origens (já deu para entender, né? Sem choramingos: São sete livros).

Maia (a mais velha das irmãs) é uma jovem tradutora de livros, fluente em muitas línguas (inclusive no português. Legal né?!). Mas nem tudo são festa e alegria, a jovem não se isolou na Suíça, precisamente em uma ilha com o pai, à toa. No final do livro, descobrimos o trauma horripilante que assombra essa delicada jovem.

Continuando na história, com a morte dele, de posse da carta, Maia descobre que sua vida inicia no Brasil. Pausa para as palmas: Gente! Esse livro tem uma mudança drástica de cenário. Maia desembarca em pleno Rio de Janeiro e mergulha nesse passado cheio de sentimentos profundos. Para surpresa dela, seus bisavôs viveram um dilema que faz emergir de dentro de nós muitas emoções.
Izabela Bonifácio (bisavó de Maia) sonhava conhecer o mundo, mas ainda jovem foi prometida em casamento. Como ela vivia em uma época de submissão, não lhe resta muitas opções e sua decisão será difícil. E para abrilhantar com uma pitada de realidade o enredo, tudo o que ela viveu foi testemunhado pela construção do nosso Cristo Redentor. Como? Simples, na história você irá se deparar com personagens reais que participaram diretamente dessa grandiosa obra, tipo: Heitor da Silva Costa, projetista e desenhista. Então se você gosta de aprender enquanto lê, Lucinda preocupa-se em colocar nos livros fatos históricos, tipo Outlander.

O que posso afirmar dessa escritora gringa é que, sem medo, ela arriscou alto, e com um olhar aguçado se aventurou descrevendo o Brasil em duas épocas distintas, e o melhor, ela não me decepcionou.
Que sou uma apaixonada por romance, isso é inegável, mas obviamente a leitura também precisa me atrair e prender. Sempre busco uma escrita inteligente, um enredo bem elaborado, sentimentos impregnados em cada página, e posso afirmar a vocês que as minhas expectativas não foram frustradas.
O primeiro livro que li de Lucinda Riley, foi A Garota Italiana. Peguei emprestado com uma colega minha que estava de ressaca literária. Não deu outra, também mergulhei na “deprê”.

A leitura é gostosa e de fácil absorção. O mistério te envolve, o drama está presente e se destaca em meio ao suspense e o romance. A série foi lançada em 2016 pela editora Arqueiro, e inspirada na famosa mitologia da constelação, e os direitos para uma série de televisão já foram adquiridos por uma produtora de Hollywood.

E para os que amam, deixo aqui um grão de areia dessa infinita praia:

“O amor não conhece a distância, não se divide em continentes.”


site: https://www.leituraromancecafe.com/
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Atitude Literária 10/02/2019

Uau. Que livro incrível
Adotadas dos quatro cantos da terra ainda bebês, cada uma de um lugar diferente, em épocas distintas, mas que juntas formaram as sete irmãs, ou melhor, seis, já que teoricamente uma delas jamais foi “encontrada”, o que por si só já gera curiosidade, já que sempre esperaram pela sétima filha e ela por algum motivo nunca chegou. Elas são Maia, Alcíone (Ally), Astérope (Estrela), Celeno (Ceci), Taígeta (Tiggy) e Electra, filhas adotivas de Pa Salt, que as nomeou em homenagem a sua constelação favorita – As Sete Irmãs -, acolhidas por ele para que pudesse protege-las. Cresceram em meio a uma “bolha” fantástica, levando uma vida abastada e de luxo, cada uma com sua personalidade e beleza. Porém, uma coisa sempre seguiu em mistério, o próprio Pa Salt, já que pouco as meninas sabem sobre ele e suas viagem, o que parece que irá permanecer assim, já que Pa Salt falece de uma hora para a outra, deixando em posse de seu advogado um testamento, cartas para suas meninas e pistas sobre onde cada uma foi encontrada. Agora cabe a elas ler ou não as últimas palavras do pai e se arriscar em busca de suas origens.

Maia foi a primeira a ser adotada, é a irmã mais velha e por três anos reinou sozinha. Ela tem muita facilidade com idiomas e por essa razão sempre os estudou e optou pela profissão de tradutora de livros. Uma mulher elegante, de beleza delicada, mas que faz de tudo para se esconder, a verdade é que Maia também possui alguns segredos e é justamente por essa razão que acaba aceitando embarcar em busca de suas origens, tentando descobrir mais sobre si e segundo as coordenadas deixadas pelo seu pai, seu destino é o RIO DE JANEIRO. E é nessa mudança de cenário que embarcamos em uma busca pela história de Maia e seus antepassados, desembarcando não apenas no Rio nos dias de hoje, tendo com guia um autor carismático e historiador, mas também em um Rio de 1927, mergulhando em um romance arrebatador e na construção do nosso Cristo Redentor.

“Nunca deixe o medo decidir seu destino.”

Que leitura incrível. Que história arrebatadora, envolvente e rica. Estou sem palavras, fazia tempo que não me sentia tão empolgada com uma leitura desta maneira. Lucinda tem o dom de me surpreender e roubar o fôlego.

“— Bem, como um verdadeiro artista sabe, toda regra existe para ser quebrada, toda barreira, para ser derrubada. Só temos uma vida, mademoiselle, e devemos vivê-la da maneira que quisermos.”

AS SETE IRMÃS é uma história ficcional, mas que se alicerça sobre acontecimentos reais, que tem como cenário o Rio de Janeiro, a construção do Cristo Redentor e a fascinante Paris. Começamos conhecendo Maia e todo seu esforço para desvendar a sua origem e quando nos damos conta, já estamos imersos na história de sua bisavó e arrepiados pela intensidade de emoções e sentimentos. Porque uma das características da Lucinda é essa mescla entre o passado e o presente, o que nos entrega uma história encorpada, pois por mais que a obra tenha sim, uma protagonista, existe algo muito maior acontecendo, toda a construção de uma trama que vai muito além dessa determinada história, hipóteses e perguntas que provavelmente só serão respondidas no último volume da série. O enredo não é entregue de bandeja, existe um plano de fundo, o romance vai surgindo gradativamente, vamos colhendo peça por peça de um imenso quebra-cabeça e quando colocamos a última é uma explosão.

“(...) a vida era uma gangorra de prazer e dor. Nada permanecia igual de um dia para o outro e nada era certo.”

Maia me conquistou com sua simplicidade, mas quem roubou totalmente meu coração foi outra jovem, que vocês irão conhecer ao ler – Bel -, uma jovem cheia de sonhos, a frente de seu tempo, inteligente, capaz de sacrificar a própria felicidade em nome daqueles que ama, que sofreu, amou, se arriscou, que me emocionou.

“— Acho que muitas vezes não merecemos o que temos. Mas de repente, no futuro, recebemos o que merecemos.”

Estou apaixonada, encantada. Louca pelos próximos volumes da série. Lucinda não entrega apenas uma história incrível de amor, ela entrega todo seu carinho e respeito pelo nosso país, nos fazendo sentir homenageados. O Rio sempre foi algo muito distante pra mim, sou nascida e criada no interior de Mato Grosso e ao ler a história de Maia me dei conta de que nunca havia parado para pensar na história do Cristo, de como ele foi criado e por quem, e então essa autora brilhante chega e me dá uma surra de aprendizagem. Que narrativa rica.

Conclui essa leitura ansiando pelos próximos livros da série, preciso! E quero convidar vocês a lerem comigo, venha conhecer, se apaixonar e se envolver.

Parabéns Editora Arqueiro, que capa linda, tão coerente com a trama. Diagramação simples e impecável. É carinho em forma de livro.

site: http://www.atitudeliteraria.com.br/2019/01/resenha-as-sete-irmas-historia-de-maia.html
Helena Gouveia 11/02/2019minha estante
Meu deus, se passa no Brasil, que legal!




Paola Carpinelli 26/01/2019

As Sete Irmãs
Sou aaaaaaapaixonada por essa série! ??O livro mistura histórias do passado, e depois volta pro presente! Ou seja, quando você se prende á história do presente, a autora vai para o passado, e quando você se prende no passado, ela volta para o presente!?
Um livro cheio de informação! As Sete Irmãs, conta a história de seis irmãs, já que a última Mérope, nunca chegou a casa Atlantis, se Pa Salt! Inspirado na constelação das Sete Irmãs, cada filha adotiva, recebe o nome de uma das estrelas! ?Com a morte de Pá, cada irmã recebe uma carta, com dicas de suas origens, além das coordenadas geográficas de cada local onde elas foram adotadas! A primeira é Maia, a filha mais velha. Que resolve ir atrás de sua origem, que é em nada mais, nada menos, que no Rio de Janeiro! ??Investigando sobre o passado da sua história, Maia se descobre no momento em que é criado o Cristo Redentor na França e depois sendo montado no Rio de Janeiro. A autora Lucinda Riley, enche a história de Maia de informações, de riquezas que não é para qualquer um! Uma sensacional mistura entre passado e presente, que nos deixa absolutamente apaixonadas por suas histórias! ?
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Ana Ira! 08/01/2019

As Sete Irmãs é o primeiro volume da série As Sete Irmãs, da autora irlandesa Lucinda Riley. A série conta em cada livro a história de uma das seis irmãs, e podem ser lidos separadamente, sem ser na ordem de publicação. Até agora foram lançados cinco volumes, e sim, teremos sete, mesmo que a sétima irmã não tendo sido encontrada.

A Série As Sete Irmãs nos apresenta a família D'Aplièse e cada livro é narrado por uma irmã. Essa família mora na Suíça e é formada por seis irmãs adotivas, cada uma adotada de um país diferente por Pa Salt, um homem riquíssimo e muito misterioso, que as amava demais e fez de tudo pelas meninas. E deu para cada uma um nome das sete estrelas da constelação das sete irmãs, as Plêiades. Mas ele nunca adotou a sétima irmã (Mérope). Em As Sete Irmãs, conhecemos a irmã mais velha, Maia, uma tradutora muito inteligente e centrada, porém, um tanto depressiva e reclusa. Logo no início, ao saber da morte do pai, Maia ajuda a mulher que trabalhou a vida toda para o seu pai, ajudando-o a criá-las, Marina, a localizar suas irmãs e avisá-las da morte do pai.

Quando recebe a carta e a pedra sabão do pai, e descobre pela esfera armilar que ela nasceu no Rio de Janeiro, Maia fica sem saber o que fazer. Pra ela, ainda é difícil acreditar na morte do pai, e mais que isso, ir atrás de descobrir o que houve com seus pais biológicos e porque de a terem abandonado.

Porém, o segredo que Maia esconde é muito forte e o arrependimento a corrói. Com medo do passado interferir novamente em seu futuro, Maia, às pressas viaja para o Brasil e com a ajuda do escritor carioca, Floriano - o qual ela havia traduzido um livro dele para o Francês -, passa a investigar seus possíveis parentes.

No passado, vamos para os anos 20, e conhecemos a aristocrata Izabela Bonifácio, uma jovem linda e muito rica, que sonha encontrar o amor verdadeiro, mas é obrigada pelos pais a se casar com Gustavo Aires Cabral, o herdeiro de uma das famílias mais respeitadas e nobres do RJ.

Izabela não o ama, não quer se casar com ele, e quando sua amiga Maria, filha do engenheiro Heitor da Silva Costa, a convida para ir a Paris, onde seu pai encomendará com o escultor Landowski o Cristo Redentor, Izabela decide ir, e voltar apenas nas vésperas de seu casamento. Afinal, ela merece esse tempo para si, já que depois será obrigada a viver a vida toda ao lado do homem que despreza.

Ao chegar em Paris, Izabela logo se encanta pelo assistente do escultor, o francês charmoso, boêmio e bem estilo cafajeste, Laurent Brouilly, e aos poucos eles vão se envolvendo num romance proibido.

A Izabela foi uma das poucas personagens do livro que eu gostei. Não muito, mas entendo ela. Achei ela fofa e inteligente, merecia poder escolher seu próprio caminho. Ela errou bastante ao decorrer da trama, mas sabe, eu a entendo, e as coisas que lhe acontecia era tãooooo ruins, que poxa, fiquei com dó!

O Laurent me fez pagar a língua. Detestei ele desde sua primeira aparição. Parecia ser beeeem cafajeste, porém, ele me surpreendeu um bocado. Não que seja santo, só que também não foi tão ruim. Na verdade, dos mocinhos da Lucinda Riley, ele foi o que mais gostei.

A Maia achei extremamente sem sal! As partes do presente que eram narradas por ela, foram muito sem graça, muito água com açúcar. Ela não tinha emoção com nada, era só come/dorme/toma banho e sai com o Floriano. Esse sim achei bem brasuca! A Lucinda morou no Brasil por uns tempos pra escrever essa série, e ela incorporou bem na trama nossas peculiaridades! O Floriano é gente boa e falante, animado, alto astral igual a gente mesmo, e o melhor, as descrições do Rio, sobre as pessoas, as favelas, os problemas e as coisas boas também, não foram exageradas. Confesso que estava com medo dela criticar muito nosso paisinho, mas não, foi só alegria e muito samba no pé - graças ao Floriano, repito, porque a Maia não dá!

O segredo da Maia me deixou muito triste. Acho que ela errou feio. Não a julgo, até por partes a entendo, só acho que ela não precisava ter feito o que fez. Foi legal ver ela voltar a atrás e tentar consertar o passado, se perdoar, contudo, faltou algo, o seu segredo, que causou-lhe certa amargura não combinou com seu tipo de vida e até de personalidade, acho que a autora apenas quis colocar esse drama na trama, embora não tenha se encaixado com a personagem, a meu ver.

O final foi bem emocionante. Teve descobertas, teve emoções e dramas, nada muito profundo, mas foi legal, estilo novela. kk

Achei o mais leve de todos da série. Embora ele seja o primerio, como eu comecei a lê-lo logo que foi lançado e parei no comecinho já por não gostar da Maia, decidi que iria lê-lo por último, e pra mim, ele foi o mais leve, rápido e sem muito desenvolvimento.

Eu não sei o que acontece, não sou chegada nas protagonistas da Lucinda Riley, mas adoro ler seus livros. É um vício!
Principalmente, adoro ela misturar países e culturas diferentes, isso me atrai demais!

Essa edição que eu li é a primeria publicada aqui no Brasil, porém, ela foi relançada por uma nova editora, junto com os demais livros da série.
Quem quiser comprar a primeira edição ainda é possível, embora tenham poucos exemplares (vou deixar o link de compra no final do post).

Então, é isso, gente, em breve lerei o quinto volume da série, A Irmã da Lua e volto com resenhas pra vocês.

Ainda esse mês terá resenha do grande sucesso da autora A Casa das Orquídeas, fiquem ligados!


site: https://elvisgatao.blogspot.com/2019/01/resenha-as-sete-irmas-lucinda-riley.html
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Nicke 27/11/2018

Maravilhoso! ??
O que dizer desse livro incrível? Me apaixonei pela história e amei a forma coma a Lucinda escreveu-a. Esse com certeza está entre os meus livros favoritos.
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Luciana.Sayuri 28/10/2018

Uma história fascinante do início ao fim. Ao buscar a sua origem, Maia descobre um passado de história de amor e além disso, história da construção do Cristo Redentor. Ao mesmo tempo que ela busca seu passado, ela encontra seu presente.
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Lunii 01/08/2018

Caraca, to muito contente com esse livro. Me emocionei de uma forma que a um tempo não tenho feito.
Espero que os outros me surpreenda da mesma forma.
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Gy de Paula 17/06/2018

Um delicioso passeio por Paris e pelo Rio de Janeiro
Esse é o primeiro volume da saga As Sete Irmãs da grande escritora irlandesa Lucinda Riley.
A saga será composta por sete livros que deverão ser lançados no arco de dez anos ?. Este, foi lançado em 2014, embora só tenha sido traduzido para terras tupiniquins em 2016, graças ao interesse da Editora Arqueiro (oremos para que não desistam de publicar como fizeram com a série Noites em Florença, do S. R., que ficou faltando o último livro que conclui a trama ??).
Esse livro conta a estória de Maia D'aplièse - filha adotiva do rico Pa Salt - e de Izabela Bonifácio, sua bisavó brasileira.
Maia, assim como suas cinco irmãs, foi adotada ainda bebê e recebeu o nome de uma estrela, da constelação das Plêiades. Cada uma das irmãs vem de um canto do mundo. Maia vem, nada mais, nada menos, que do Rio de Janeiro.
Antes de morrer, Pa Salt deixa para cada uma de suas seis amadas filhas informações que as permitirão encontrar suas origens. Pois é.. a constelação de Pa Salt tem, por enquanto, apenas seis estrelas. A sétima, que completará a constelação, não foi revelada neste livro. Masssss... Já tenho uma idéia de onde vai surgir essa estrela.
Para fugir de um ex-namorado que ressurge logo após a morte de seu pai, Maia embarca para a Terra Brasilis em busca da sua história. Aqui conhece o escritor e historiador Floriano, pra quem já traduziu um livro para o Francês. E é ele quem a ajuda a desvendar segredos a tanto guardados.
A história de Maia não poderia ser contada sem contar também a de sua avó. Izabela viveu um grande amor, mas também grandes dores. Sua história corre no final dos anos 20, período de construção do Cristo, cartão postal do Rio, e da crise do café.
E é no reencontro com sua brasilidade que Maia descobre que sua vida está apenas começando.
A autora escreveu boa parte do livro aqui no Brasil. E parte da história da construção do Cristo é real. Ela fez uma boa pesquisa sobre Landowski, escultor do Cristo, e sobre a família de Heitor da Silva Costa, arquiteto e engenheiro de tão famosa estátua. Isso trouxe uma riqueza grandiosa para a obra. Além da forma como Lucinda descreveu o Rio que, pelo pouco que conheço, foi bastante fiel.
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Deise Cristina 13/06/2018

Simplesmente cativante
Caralho, que livro foi esse? Pqp eu tô ainda em torpor com todo o conteúdo desse livro, mds Lucinda não faz um livro pra não me deixar catatonica no final da leitura. Simplesmente fantástico, maravilhoso mesmo, e por ser ambientado aqui no Brasil, passou uma aura de familiaridade a leitura, e pude imergir muito mais profundamente na estória contada. Vai absolutamente a minha lista de favoritos da vida!! Lucinda eu te amo, um dia vou ter uma prateleira com todos os seus livros já publicados.
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Virgílio César 08/06/2018

Os primeiros 15% do livro são chatíssimos (é o costume de quem lê no Kindle contar por porcentagem e não por páginas). Depois a história melhora bastante e fica muito boa.
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Julia.Ramos 20/05/2018

UM LIVRO QUE VALE A PENA
As setes irmãs, primeiro livro de uma saga familiar, irá falar sobre a filha primogênita de Pa Salt, Maia.
Pa Salt, um velejador bilionário e solteiro, adota 6 filhas, vindas dos quatro cantos do mundo, e concede a cada uma delas o nome das Setes Irmãs, sua constelação preferida. Aqui já temos um primeiro mistério, pois ele não adota a sétima irmã (Merope).
Logo no início do livro, Pa Salt morre e todas as suas filhas se reúnem no “reino particular” em Atlantis, onde todas viveram. Lá irão se encontrar com o advogado de seu pai, Georg, que irá entregar para cada uma delas uma carta escrita por Pa Salt e mostrar uma escultura: um globo terrestre, com o contorno dos continentes e um aro que estava gravado os doze signos do zodíaco. Elas irão perceber que este globo, mostra as coordenadas de onde cada uma delas vieram e com isso, poderão embarcar em busca de suas origens.
Maia, é uma tradutora de livros e a única filha que nunca conseguiu sair de Atlantis, ela guardava um grande segredo que apenas Marina (governata da casa, como uma mãe para as meninas) sabia. Depois de analisar as coordenadas, descobre que nasceu no Rio de Janeiro (Brasil). E após ler a carta do seu pai e receber um telefone de alguém que não quer reencontrar, decide embarcar em busca de sua origem.
Chegando no RJ, terá a companhia de Floriano, um autor de um livro que ela traduziu para o Francês e que irá ajuda-lá a encontrar respostas.
A história irá se passar em dois períodos, em 2007, que irá contar sobre Maia e em 1927, que contará sobre Isabela, a bisavó de Maia.
A história de Isabela, uma jovem de 17 anos, filha de descentes de imigrantes italianos que foram morar no Brasil, seu pai Antônio, era muito rico graças as fazendas de café, mas o que ele almejava era ter o respeito e o mesmo status dos aristocratas portugueses, então quando Bel fez 18 anos, queria que ela se casasse com Gustavo, um homem de família tradicional portuguesa, unindo dinheiro e status.
Porém, Bel tinha sonho de conhecer o mundo, então convence Gustavo a deixa-lá viajar para Paris, antes de seu casamento.
Lá Bel irá conhecer Laurent, um artista francês, por quem irá se apaixonar, fazendo com que ela se questione sobre seu provável casamento e sua volta ao Brasil.
Paralelo a história de amor, temos detalhes sobre a construção do Cristo Redentor no RJ.
Maia, com a descoberta (trágica) da história de seus ancestrais, pode tentar se dar uma segunda chance, superarando erros do passado e quem sabe até se entregar a um novo amor.
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Felipe.Oliveira 20/05/2018minha estante
Nem preciso ler mais Hahahah


Julia.Ramos 20/05/2018minha estante
não sabe o que ta perdendo


Felipe.Oliveira 20/05/2018minha estante
Hahahaha está na fila... kkkkk


Isadora 21/05/2018minha estante
Gostei Juu !!




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