Uma Canção Para Jack

Uma Canção Para Jack Celia Bryce




Resenhas - Uma Canção Para Jack


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Beatriz 12/01/2015

"As pessoas não duram para sempre. Algumas quase não duram."
Uma canção para Jack foi escrito por Celia Bryce, publicado pela V&R editora e possui 206 páginas.

Me falaram que esse livro era uma mistura de a culpa é das estrelas com Eleanor & Park e então eu tive que ler. Confesso que o livro lembra a culpa é das estrelas conta a história de dois pacientes com câncer, mas é totalmente diferente.

Megan é uma menina de 13 que foi diagnosticada com câncer e acaba de ser internada no hospital para dar inicio ao tratamento. Chegando lá, ela percebe que está na ala infantil e fica se perguntando por que diabos está na ala infantil e cadê os adolescentes da idade dela?!

Eis que surge o Jack. Jack é um menino tão alto que aparenta já ter 17 anos (na verdade é 16) e mesmo não ficando tão feliz com a presença dele, Megan fica contente por ter alguém que não seja criança junto com ela. Pelo fato dos dois terem mais ou menos a mesma idade, é possível ver com o tempo os dois vão criando uma certa conexão.

Jack está sempre sorrindo e fazendo as crianças acharem graça de suas histórias, ele é um personagem encantador e Megan aprendeu a ver o tratamento de uma forma mais otimista depois de ter conhecido o famoso Jack Dawes.

Apesar das dificuldades que é ter fazer a quimioterapia, raspar o cabelo e ficar longe dos amigos, com Jack por perto a menina pode ver que ainda existiam motivos para sorrir.

Não vi o livro como uma história de amor. Apesar de ter essa coisa da aproximação deles e as vezes rolar um climinha, acho que eles são tão crianças que não pode ser classificado como romance. As coisas aconteceram tão rápidas que eu senti falta um detalhamento melhor da história. Acho que se a autora tivesse trabalhado um pouco mais a gente teria visto um romance entre os dois.

Mas tirando isso, achei o livro muito fofo. É uma história encantadora e muito emocionante. É um livro juvenil que tem uma narrativa fácil e às vezes tão infantil que chega a ser inocente a história de Megan e Jack.

Eu gostei tanto do livro que acho que a resenha não vai ser capaz de transmitir o que eu senti lendo ele, mas deixo aqui minha super recomendação. Para quem gosta de histórias curtas, fáceis de se ler e um pouquinho de drama, esse é o livro certo.

site: http://www.prateleiracolorida.com.br/2015/01/eu-li-uma-cancao-para-jack-celia-bryce.html
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Maria - Blog Pétalas de Liberdade 26/08/2014

Uma canção era o mínimo que Jack merecia
Megan Bright tinha 13 anos e levava uma vida comum: estudava, tinha amigas e jogava futebol. Até que os médicos descobriram um tumor em seu cérebro, um câncer. Em sua primeira internação no hospital para fazer quimioterapia, ela ficou frustrada ao saber que teria que ficar na barulhenta e excessivamente colorida ala infantil, junto com várias crianças e bebês. No mesmo dia, Jack apareceu em seu caminho, grandalhão e sorridente.
Jack era outro paciente com câncer, o único adolescente da ala infantil até então. Um garoto muito bagunceiro e que vivia deixando a equipe do hospital de cabelo em pé.

"- Vai dar confusão - disse ela, finalmente.
- De novo? - Jack suspirou de um jeito dramático, apoiou-se nos cotovelos e levantou. Olhou para Megan mais uma vez. - Mas ninguém está prestando a menor atenção - continuou. - Que sentido faz quebrar todas as regras se ninguém te pega?" (página 136)

Inicialmente, Megan não gostou de Jack, ele era intrometido e esquisito. Mas com a convivência, ela foi pouco a pouco se encantando pelo garoto (assim como eu). Apesar de se meter em confusão constantemente, o garoto parecia ser querido por todos: pelas crianças doentes, pelos familiares delas e pelos funcionários da ala infantil. Isso se devia ao fato de ele ser dono de um sorriso encantador, ter um otimismo e um alto astral contagiantes.
Jack era um contador de histórias, principalmente de terror. Era um incentivador e um companheiro. Ele tornou mais fáceis os difíceis dias que Megan enfrentou após seu diagnóstico. Ela, por sua vez, também deu a ele um pouco mais de alegria.

"Jack olhou para o teto, balançando a cabeça como se estivesse contando ou cantando para si mesmo. Ele fazia muito isso, parecia que sempre estava tocando música na cabeça dele." (página 111)

Jack merecia não apenas uma, mas todas as canções que se pudessem compor!

A primeira vez que li a sinopse de "Uma canção para Jack", pensei que o livro pudesse ser parecido com "A Culpa é das Estrelas", do escritor John Green. Me enganei! "Uma canção para Jack" tem sim algumas semelhanças com "A Culpa é das Estrelas": é tão emocionante quanto, fala sobre adolescentes com câncer (assim como tantos outros livros escritos antes destes). Mas em momento algum da leitura me lembrei de "A Culpa é das Estrelas".
Os protagonistas são bem mais jovens e muito mais reais do que os criados por John Green. Hazel e Gus viveram um sonho, Megan e Jack viveram a realidade que muitos adolescentes (inclusive brasileiros) devem estar vivendo hoje, nos hospitais especializados no tratamento do câncer.

O livro é narrado em terceira pessoa, a narração se foca muito mais no que acontece com Megan do que no que acontece com os outros personagens. Senti falta de saber um pouco mais sobre o que os outros personagens pensavam e sentiam.
Na parte visual, "Uma canção para Jack" é um dos livros mais bonitos que tenho. A colorida capa me encantou desde a primeira vez que a vi. O chapéu, o gato e os chinelos da contracapa são desenhos de elementos presentes na história. As folhas são amareladas, na parte de baixo de cada página de numeração ímpar tem a ilustração de um gatinho, um detalhe muito fofo. As letras e o espaço entre uma linha e outra são de um tamanho bom. Achei a margem externa menor do que a da maioria dos livros que leio.


Uma confissão: "Uma canção para Jack" tem partes emocionantes, principalmente nos capítulos finais. Terminei a leitura sem derramar uma única lágrima. Li o que a autora escreveu sobre a origem de sua inspiração para criar a história. Fechei o livro e aí as lágrimas rolaram.
Um trecho do que ela escreveu:
"Todo mundo se sente perdido de vez em quando, como um náufrago que chega a uma ilha sem nenhuma esperança de sair dela. Às vezes, esquecemos que temos pessoas que nos amam e vão tentar fazer tudo o que estiver ao seu alcance para nos ajudar. Às vezes, esquecemos que somos mais fortes do que pensamos. Acho que Megan e Jackson eram muito mais fortes do que pensavam."

Recomendo "Uma canção para Jack" para quem procura: uma leitura para passar o tempo; um livro para se emocionar; saber um pouco mais sobre o câncer ou um livro que vai ir mexendo com você sem que você seja capaz de se dar conta disso, até que as lágrimas comecem a rolar pelo seu rosto e você esteja perplexo e pensando sobre a vida e o mundo.
Mais um detalhe que quero mencionar: Jack é negro. Nada de garotos loiros e de olhos azuis, estereotipados e clichês nesse livro! Quantos livros com protagonistas negros você já leu?

"O pai relaxou um pouco.
- Olha... Eu só quero que você encare a situação como um todo, só isso, não apenas as partes que doem. Não é só dor. Você não pode transformar tudo em dor.
Megan não disse nada. Doía mesmo. Tudo doía." (página 198)

site: http://petalasdeliberdade.blogspot.com.br/2014/08/resenha-livro-uma-cancao-para-jack.html
milla.hambrich 09/12/2014minha estante
O Jack morre??




alexia.d.huff.9 23/12/2014

Uma Canção Para Jack
Primeiramente, achei o livro bem interessante, mesmo pelo fato de ser muito parecido com A Culpa é das Estrelas. A relação inicial dos dois me incomodou muito pelo fato de Megan não dar muita bola para os sentimentos de Jackson. Após tudo dar relativamente certo, os dois se gostaram, mesmo tendo uma pequena diferença de idades - ela 13, ele 17- Ele tinha uma pequena história de terror que contava para crianças de oito anos, a história de um gato preto de três séculos, o Mister Henry! Acredito que essa história aproximou os dois, apesar de Kipper ter feito os dois conversarem bastante a respeito dela. A história contem vários personagens como as enfermeiras, os pais de Megan, Amigas, mãe de Jack, amigas de Jack, entre outros.
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Livros e Citações 10/01/2015

Emoção garantida
Autora: Celia Bryce
Editora: V&R
Páginas: 206
Classificação: 3.5/5 estrelas

http://www.livrosecitacoes.com/resenha-vr-uma-cancao-para-jack-celia-bryce/

Uma canção para Jack narra a história de dois adolescentes, Megan e Jack. Megan é uma garota de 13 anos que acaba de ser diagnosticada com câncer e não entende muito bem pelo o que está passando. No hospital, onde começará seu tratamento, ela conhece Jack, a alegria da ala onde vai ficar. Todas as crianças e enfermeiras se divertem com ele. Jack tem câncer também mas isso não significa que ele é triste e só fica “enfiado em seu quarto”. Por causa de Jack, Megan consegue ser mais feliz e compreender a situação que está passando, mas, vendo que isso não é o fim do mundo.

Jack tem 16 anos e por ter a idade muito próxima a de Megan, acabaram por ter uma grande conexão. E isso não foi fácil. Até Megan conseguir admitir estar longe de seus amigos, familiares e que iria ter de se “contentar” com Jack foi difícil. Mas por dentro, Jack também tinha seus problemas e dificuldades que ninguém enxergava. E o amor construído da amizade vai mostrar como a vontade de viver é grande para ambos os adolescentes.


Antes de ler Uma canção para Jack, eu vi muitas criticas devido as comparações com A Culpa é das Estrelas. E depois de ler eu chego à conclusão de que tais críticas são completamente sem fundamento. Sim ambas as obras se tratam de protagonistas com câncer. Mas, excluindo isso, não consigo ver nenhuma outra semelhança. Megan é simplesmente uma garota que nem mesmo sabe pelo que está passando. Ela sofre com a distância dos amigos e Jack é uma pessoa alegre apesar de tudo.

"Que sentido faz quebrar todas as regras se ninguém te pega?"

Em minha opinião, eu não vejo a história como um amor romântico já que eles são tão novos. Vejo mais como uma forte amizade construída em meio a tantas confusões. Além disso, há algumas cenas realmente muito tristes ao longo do livro. Eu chorei várias vezes com elas. Já aviso que você tem de estar preparado. Não faça como eu: lê-lo em um ônibus completamente lotado com várias pessoas te assistindo chorar.

Porém, apesar de tantos pontos positivos, Uma canção para Jack não está inteiramente salvo por um motivo: pouco desenvolvimento. Era uma ótima história, mas é tão curto que às vezes parecia que eu nem conhecia os personagens muito bem. Provavelmente se Celia Bryce houvesse construído um pouco mais sua trama, o livro poderia ser ainda melhor. Mas não deixe de ler por isso. Uma coisa é garantida: você com certeza irá se emocionar com a história desses dois.

Resenha por: Gabriela

site: http://www.livrosecitacoes.com/
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Vih - @vihsteph 25/01/2018

É um livro que vale a pena ler
Antes de iniciar a leitura, vi algumas resenhas, onde algumas comparam ?Uma canção para Jack? ao livro ?A culpa é das estrelas?. Apesar de ambas terem a mesma premissa, e como assunto o câncer, elas são completamente diferentes. Neste cenário, iremos conhecer a história de Megan, que foi diagnosticada com câncer, e está indo ao hospital para ficar internada afim de começar o tratamento com a quimioterapia. Lá ela conhece Jack, um rapaz adorado por todos no hospital. No começo, Megan não entende por que todos o ?idolotram?, até que aos poucos eles vão ficando cada vez mais próximos, e um sentimento surge entre os dois. Este é um livro que vale muito a pena ler, uma leitura rápida, que consegue nos levar a realidade e um questionamento sobre amizade, amor, família, e como certos momentos e acontecimentos pode afetar um todo.

?Uma canção para Jack é uma comovente e inspiradora história de amor e amizade, que fará você enxergar a vida de um outro jeito.?
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Lih 27/12/2014

Incrível
Uma canção para Jack lembra um pouco a história de A culpa é das estrelas não só pela doença tratada ser o câncer, mas também por ter um início de romance entre os principais. No casa de Megan( personagem principal), não foi amor a primeira vista por Jack, nem nada parecido. Ela simplesmente odiou o fato dele agir como se soubesse tudo sobre qualquer coisa. Megan é diagnosticada com um tumor no cérebro e antes de fazer a cirurgia deveria fazer sessões de quimioterapia. Ela vai pra ala pediátrica, o que a faz odiar mais ainda o fato de estar doente, e a única pessoa com a idade parecida com a dela é Jack, um menino sorridente, cativante que adora contar histórias.
O resto da história vale muito a pena ler e descobrir sozinho. Eles não fazem feitos maravilhosos nem vão para lugares incríveis tipo A culpa é das estrelas, mas as aventuras que Jack a proporciona dentro do hospital não ficam pra trás. É um livro incomparável e maravilhoso. Vale a pena ler e ter!
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Renata 07/01/2015

Esse livro é muito especial para mim porque me emocionou demais e me deixou com vontade de arrancar o Jack do mundo literário e trazê-lo para a realidade. É um livro de deixar sorrisos bobos no rosto, com bom-humor, um toque de emoção e muito amor pelo Jack. Com certeza, vale a pena a leitura.

A Megan é calada, na dela, mas quando se solta, se apega, é pra valer. É uma menina que tem um coração enorme e dá vontade de abraça-la e nunca mais soltar. Ela me ganhou de uma maneira tão fácil... Apaixonei-me por ela de cara. Considero-a uma irmã. O Jack... Já está bem claro que me apaixono fácil pelos personagens masculinos, né? Mas, enfim... O Jack é um personagem que, obviamente, me ganhou com o seu primeiro “oi” à Megan. Ele mostrou coragem, mostrou que não desiste fácil e que, apesar de muitas vezes encher o saco, só deseja o bem às pessoas. Ele é apaixonante e deu vontade de arrancá-lo para a vida real.

A Celia tem uma escrita muito tranquila e extremamente fácil de ler. Ela conquista o leitor. Eu esperava que fosse um livro não muito infantil, porém, ao ler, ficou claro que é um romance pré-adolescente. Apesar da Megan ter seus quatorze anos, ela não tem maturidade para a sua idade. Porém, isso não interfere em momento algum a leitura, é um detalhe que nem é tão perceptível assim.

A capa, novamente, foi o que mais me chamou atenção. Depois, o título. Achei o título perfeito e a capa maravilhosa, assim, fiquei surtada e tive que comprar. Sério, é uma das capas mais lindas da minha estante.

Eu recomendo para as garotas da minha idade. Até menos, quem quiser ir se acostumando com esse tipo de leitura que envolve doença, essas coisas... É um bom começo. Para as que gostam de caras do estilo do Jack – fofo, engraçado, desajeitado – e para as que curtem romances bem rápidos, simples e suaves, porém sem perder a essência de uma boa leitura.

Gente, eu nem sei mais o que falar. Essa resenha pode até ter ficado pequena, esperava escrever mais, porém eu nem sei mais o que falar. Esse livro me emocionou muito e eu nem tenho palavras para descrever o quão importante ele se tornou para mim, para a minha vida e para a minha estante.

site: http://agarotadosromances.blogspot.com.br/
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Três Leitoras 26/12/2016

Resenha: Uma Canção Para Jack
Li várias resenhas que diziam que este livro é a cópia de “ACEDE”, apesar de ser o mesmo tema a autora Celia Bryce traz uma abordagem diferente, com humor mostrando a força de dois adolescentes lutando contra o câncer e o poder da amizade, e esta palavra traduz bem a mensagem deste livro.

Megan Bright tem 14 anos e descobriu que está com câncer no cérebro e terá que realizar várias sessões de quimioterapia para depois fazer a cirurgia, diante disto ela é internada na ala pediátrica e isso só piora a o seu mau humor, suas amigas se afastam e por um momento tudo parece estar perdido, até que ela conhece Jack, um jovem magrelo que é o terror das enfermeiras, vive aprontando no hospital, mas ao mesmo tempo é doce e gentil e todos adoram sua companhia!

Continue lendo no link

site: http://www.tresleitoras.com.br/2016/12/resenha-uma-cancao-para-jack.html
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Caverna 10/12/2018

Megan Bright descobre aos 14 anos de idade que tem câncer. O médico não lhe dá muitas opções. Ela precisa ser internada para começar seu tratamento quimioterápico. Mesmo contrariada com sua nova realidade, ela passa dias na ala pediátrica do hospital, fato que também a incomoda, já que não é mais uma criança para ficar naquele setor. Mas Megan não é a única de sua idade ali.

Jack, com quinze anos, é bem famoso no local. Jack está sempre por lá, e nas vezes em que volta para a casa, é clara a falta que ele faz. Jack não segue regras e vive se enfiando em confusão. Está sempre contando histórias de terror para as crianças, e tem seu próprio fã clube de garotinhas que o idolatram.

Assim que descobre que não é mais o único adolescente na área, ele vai atrás de Megan. Nos primeiros dias, Megan age arredia, introvertida e grosseira. Jack diz que é tudo culpa do câncer. O medo a faz se distanciar e a impede de ser legal com os outros. Mesmo recebendo broncas constantemente, Jack continua se esgueirando para o quarto de Megan até que a menina não apenas quer, como precisa de sua companhia.

Ao meio de pacientes jovens, enfermeiras doces e suportes de soro, Jack vai tornar os dias de Megan no hospital mais iluminados, e vice-versa.

Uma canção para Jack é um sick-lit narrado em terceira pessoa. Megan é a protagonista e acompanhamos seu processo de negação com relação à doença, passando de raiva à conformação. Megan é grossa com todos que tentam se aproximar, principalmente com Jack, mas não é proposital. Ela claramente está assustada, em um quarto que não é seu, longe de tudo o que ela conhecia antes e considerava “normal”. Depois da conclusão da sessão, ela poderia voltar à escola, mas não poderia continuar a jogar futebol no time do colégio, uma das coisas que ela mais gostava de fazer, por conta do cateter. Ela também não sabia se suas amigas a visitariam ou como a tratariam depois que retornasse às aulas. A adolescência é conhecida por ser uma fase em que tudo é vivido com intensidade, então é compreensível sua dificuldade em aceitar o que estava acontecendo com seu corpo.

Jack, por outro lado, é descontraído e parece estar sempre bem-humorado. Gosta de aprontar, sair escondido para outras partes do hospital, mesmo que suas atividades depois cobrassem de sua saúde já debilitada. E é assim que ele ajuda Megan a encarar o novo problema, a desafiando e se mantendo sempre presente.

Mas nem tudo são flores, e a forma como as coisas desandam são esperadas.

A escrita de Celia, no entanto, é ótima e trata o assunto com leveza, sem deixar a história pesada mais do que já é. Devido à isso, também, temos pouca profundidade nos personagens, o que vi pelo Skoob ser uma reclamação de grande parte dos leitores, mas creio que esse não tenha sido mesmo o foco da autora. Ela queria mostrar como a batalha contra o câncer é grande tanto para quem está sofrendo da doença como para quem a está acompanhando de perto.

É um livro repleto de reflexão e esperanças. A edição é linda, com o desenho de um gatinho marcando todas as páginas, o que tem conexão significativa com a obra. Recomendo à todos que curtem o gênero!

site: http://caverna-literaria.blogspot.com/2018/11/uma-cancao-para-jack.html
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Leitor Sagaz 16/03/2015

Até agora me pergunto qual é a do título? ¬¬
A história:

Iremos conhecer dois adolescentes que lutam contra o câncer, internados em um hospital na ala pediátrica Megan e Jack não vêm pesadelo maior que esse, se misturar com crianças e bebês chorando por todo lado.

Megan conhece Jack em seu primeiro dia de internação para dar início ao tratamento, de cara ela detesta aquele menino alto, esquelético, careca e dono daquele sorriso escancarado que não combina com o menino doente que ela imaginava que ele era. Ele simplesmente se tornou a pessoa mais irritante do mundo para ela, mas isso tudo mudou quando ele parou de ser irritante para se tornar o seu melhor amigo.

Ter Jack por perto era contagiante, ele atraía as pessoas para perto igual uma mariposa é atraída pela luz. Ele foi a luz no fim do túnel para Megan, sua ponte de salvação, sua sanidade em tempos difíceis. Os dois compartilharam momentos de muita dor, mas conseguiam sempre se apoiar um no outro, o que tornava a luta um pouco mais fácil, até o momento que deixou de ser...

Minhas Impressões:

Até agora me pergunto qual é a do título? ¬¬

Sério não achei ligação alguma, mas voltando ao livro a história não conseguiu me convencer, não tive nenhum tipo de conexão com os personagens, o que geralmente acontece nesse tipo de livro. Por se tratar de um livro sobre doença, luta, morte, amizade, superação e envolver a família e amigos, era de se esperar que eu tivesse um daqueles momentos que você chora até o outro dia. O que não aconteceu.

Me irritei com a Megan, não sei bem o porquê mas achei ela uma daquelas personagens que a gente simplesmente odeia.

O fato é que não curti a leitura, foi muito cansativa, tive que fazer leitura dinâmica porque não estava conseguindo ler, faltou a autora desenvolver mais a história e os personagens, ela quis detalhar os ambientes que a Megan via e isso foi o que mais detestei.

Sobre os aspectos físicos do livro, ele é muito fofinho, tem uma capa muito charmosa, suas páginas são desenhadas e as folhas amarelas facilitam demais minha leitura, parabenizo a editora pelo capricho na edição.

Depois de tudo que falei devo indicar o livro? Claro que sim, sei que muitos irão gostar, chorar e achar o livro uma pequena lembrança do nosso tão querido ACEDE, cada um deve lê-lo e tentar tirar por si suas conclusões. Fico por aqui e em breve volto com resenha do livro que está causando tanto mimimi, AFTHER.

Beijocas da Deebs!


site: http://www.leitorsagaz.com.br/2015/03/resenha-uma-cancao-para-jack-celia-bryce.html
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Emanoela 25/09/2016

MARAVILHOSO
Não sei porque demorei tanto pra finalizar esse livro...
Foi incrível, tudo nesse livro é incrível e acima de tudo emocionante.
Uma canção para Jack me fez se sentir na pele da Megan, eu sentia a agonia e a dor dentro dela. E ver como Jack a ajudava a superar tudo o que sentia, como ele lhe mostrava a realidade em que ela estava, tentando tornar essa faze mais suportável, a fazendo sorrir. E mesmo que em poucos momentos que os dois passaram junto, Jack conseguiu se tornar especial para Megan.... assim como ela se tornou especial para ele. Muito, demais.
E não estou falando de romance, porque não, a história de Megan e Jack não é de maneira alguma um romance... A história do casal é mais uma amizade, que acontece em um corredor dentro do hospital, que se vêem somente dentro de um hospital, vivendo a mais pura e dolorosa dor de como lidar com o câncer...
Jack sempre sorridente, inventando historias, se metendo em todos os tipos de encrenca, tentando fazer com que todas as crianças, em especial Kipper, se sintam bem. Ele tem tanta força, tanta garra que é impossível não se apaixonar por ele. Ele faz tudo parecer mais fácil...
E Megan que no inicio me parecia tão fútil e cheia de mimi, me surpreendeu tanto com a força que ela tem. Acompanhar a evolução desse personagem foi incrível. Megan é completamente incrível. Ela me fez chorar muito, e quando eu digo muito... foi mais que muito podem ter certeza. Vai ser difícil me livrar dela.
Todos os personagens que aparecem no livro são de suma importância, todos de certa forma nos fazem se emocionar e se sentir ainda mais parte do mundo que Celia criou.
É um livro incrível e simplesmente nos faz tirar uma lição de vida incrível. Nos mostrando o quanto podemos ser fortes...O quanto ficamos mal por coisas fúteis e pequenas enquanto a outras pessoas do lado de fora que só queriam ter a oportunidade de ser como todo mundo. Ter uma vida "normal".
Eu recomendo muito esse livro, acredito que todos deveriam ler.
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Yara Guez 03/05/2016

Resenha
Dois jovens, um câncer, uma ala pediátrica, confusões e perdas. Essas palavras resumem essa obra muito bem, mas Uma Canção para Jack vai muito além disso.

Megan é uma jovem de quase 14 anos que teve sua vida "interrompida" quando tem que se mudar para a ala pediátrica do hospital
para inciar seu tratamento contra um tumor na cabeça. Contrariada por ter que largar a vida escolar e o time de futebol ela
reluta para admitir que dormir em um hospital repleto de crianças, não é um local para uma jovem como ela.
Lá ela conhece o grandioso Jack, com quase 16 anos ele enlouquece as enfermeiras e é o responsável por quebrar todas as regras
dentro do hospital,pois jaá o frenquenta há bastante tempo, devido a um câncer não identificado e os diversos tratamentos aos quais
é submetido.Juntos os dois levam alegria ao ambiente, enfrentam perdas, controlam suas dores e dão força um ao outro.

É um livro que abrange esse tema de uma forma muito sútil, sem causar espanto ou muita dor ao leitor, acredito até que tenha sido
escrito principalmente para o público jovem, pela doçura e delicadeza com o qual a autora aborda o tema. Não deixa de ser realista
e nem é um conto de fadas, é só uma história do que as vezes temos que passar na vida e como conseguiremos aprender a seguir em
frente, mesmo diante de grandes perdas.
Chorei, me emocione e você vai também! É uma leitura recomendada e que nós faz refletir sobre como somos felizes por termos saúde.
e por quem amamos ter também. É uma história de luta, da luta diária de milhares de crianças, jovens, adultos e idosos contra uma
doença muitas vezes silenciosa e arrasadora.
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Rebeca 03/01/2015

Um brinde a simplicidade e a inocência do livro! Leia com um lenço ao lado!
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Danielle 09/01/2015

Emocionante

Esse livro me chamou atenção primeiro pela capa, depois que li a sinopse e vi que a história se passava em um hospital de câncer resolvi que precisava ler, apesar de sempre tristes essas histórias me passam muita emoção.

Apesar da narração ser em terceira pessoa, o foco do ponto de vista é todo da Megan, uma menina de 13 anos que acaba de ser diagnosticada com um tumor no cérebro. A princípio ela acha que os médicos estão enganados mas acaba se convencendo que tem que se tratar.

Megan é internada em um hospital infantil, muito semelhante ao que minha irmã foi internada durante todo tratamento de sua leucemia e não teve como me sentir familiarizada com essa trama. Também nos apegamos a outras crianças que estão internadas no hospital, é muito triste ver crianças nessa situação tão delicada. É muito natural surgir uma grande amizade entre os internos do hospital e não foi diferente com Megan, mesmo com o coração endurecido no início acabou se rendendo a amizade dos outros internos e principalmente do Jack, que a princípio ela detestou seu jeito, mas acabou se apaixonando por ele.

Jack é um rapaz de 16 anos, negro e como Megan também está lutando contra o câncer, mas mantém o auto astral, brinca com todo mundo e vive fugindo do seu quarto para explorar o hospital, as crianças adoram Jack e ainda mais quando ele conta histórias de terror para elas, o que Megan acha um absurdo.

Esse livro é rápido de ler e possui uma narrativa fácil, é um livro encantador e simples, com um possível romance com cenário de fundo um hospital, que faz o leitor se envolver e se emocionar não só com os protagonistas mas também com os personagens secundários, apesar de ser uma ficção a história pareceu tão real, como se tivesse acontecido mesmo.

site: www.facebook.com/minhasresenhasdp
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