Quase Casados

Quase Casados Jane Costello




Resenhas - Quase Casados


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Joana.Maris 28/04/2019

Super recomendo!
O livro traz a estória da jovem Zoe, que no dia do seu casamento é abandonada no altar pelo seu próprio noivo, após oito anos de relacionamento. É isso mesmo pessoal!
Como será que ela irá reagir após sofrer essa desilusão amorosa?
Após algum tempo, Zoe percebe que está sendo motivo de chacota de seus vizinhos, em Liverpool, e então resolve buscar novos ares. Para isso, ela se inscreve numa agência de babás e quando é aprovada no emprego, com uma ajudinha do destino, acaba indo parar na casa de Ryan Miller, o rapaz mais ranzinza dos Estados Unidos.
Dessa forma, o clichê já está formado e é uma delícia acompanhar as inseguranças de Zoe (já que no decorrer do livro temos vários flashbacks de sua estória com Jason) e nos divertir com o mau humor de Ryan.
Confesso que o livro me surpreendeu muito, pois não esperava que fosse gostar tanto da estória. A Zoe me cativou desde o início com sua determinação e ele é aquela fera que quis domar durante o livro.
Outros personagens que merecem destaque são Ruby e Samuel, filhos de Rilley que esbanjam carisma durante toda a narrativa.
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Edilene.Faria 23/01/2019

Machista
Como alguém pode achar romântico um livro tão machista? Como pode a personagem nunca esbravejar e colocar o patrão no lugar dele? Como pode ser tão sem voz a ponto de aceitar que é gorda quando não é? Como pode deixar uma mãe fazer aquilo?
A lista de "como podes" é enorme. Li até o fim por persistência, mas nem de longe é bonita essa história.
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Dai Angelina 18/11/2018

É bom, mas poderia ser melhor
Um livro que é capaz de te tirar de uma ressaca que já dura há semanas, ruim não pode ser, certo?
Foi justamente esse o caso. Dentre tantos na fila de espera, optei por ele, pois apesar de não conhecer a autora, já havia escutado coisas boas a seu respeito.
Ainda bem que o escolhi, pois foram as situações divertidas e a escrita leve e gostosa que me tiraram da fossa.
A propósito, apenas um ponto me incomodou na escrita da autora: o excesso de comparações. Sério, é fora do normal, acho que tem pelo menos uma a cada página. Quando não menciona uma pessoa, é um programa de tv ou então um lugar. Não sou contra essas citações, desde que sejam moderadas e que preferencialmente abranjam a cultura global. O problema de fazer tantas referências da cultura do próprio país é que os leitores estrangeiros podem não entender. Esse foi o meu caso e como sou muito curiosa, a cada citação que eu não entendia, precisava parar a leitura para poder fazer uma pesquisa.
Achei isso um pouco chato, confesso e não sei se é algo que só ocorre nesse livro (assim espero) ou se é algo que autora adotou para a própria escrita.
Mas fora isso, é um livro que flui super bem, as páginas simplesmente voam.

O enredo é a típica história de 'A noviça rebelde' (que aliás, adoro), onde a babá tem um relacionamento com o patrão viúvo.
Essas histórias são sempre muito fofas e desta vez não é diferente, embora senti que o livro não foca muito no romance. E sinceramente, não entendi o por quê, afinal são mais de 400 páginas, então espaço é o que mais tinha.
Em contrapartida, havia coisas desnecessárias e que não influenciavam muito na história. Enfim, a autora podia ter usado o espaço que tinha de uma forma melhor.

O brilho todo ficou mesmo para a protagonista que me divertiu praticamente o livro todo, sem contar as gargalhadas que me arrancou.
Garibaldo??? Sério isso??? Hahaha, só a Zoe mesmo.
Só o que achei um pouco irritante foi o fato dela ficar tão presa ao passado, mas entendo que uma desilusão amorosa causa isso.
Ah e no final, senti vontade de matá-la, por aceitar tudo que lhe empurravam, mas imagino que só agiu dessa maneira porque pensou que era aquilo que verdadeiramente queria. Felizmente, ela percebeu o quão equivocada estava e finalmente deu um basta em tudo.

"Se ninguém vai me resgatar - se Ryan não vai me resgatar -, terei de resgatar a mim mesma."

Depois dessa, a única coisa que pude fazer foi aplaudi-la pela coragem e ousadia.
E o desfecho?
Infelizmente, deixou a desejar. Eu queria, ou melhor, eu precisava de algo mais. Onde estava o epílogo? A autora bem que podia ter colocado um. O que lhe custava? Que diferença faria uma página a mais? Para ela nada, mas para o leitor muito.

Enfim, apesar de tudo, gostei e desfrutei demais da leitura. Só por ter me ajudado com a ressaca, já valeu muito a pena ;)
Camila 05/01/2019minha estante
Concordo muito, nossa as referências que ela fez o livro todo mdsss era um saco!
Realmente a leitura flui bastante, mas deixou muito a desejar.


Dai Angelina 05/01/2019minha estante
Sim, achei bem desnecessário, a leitura poderia ter sido bem melhor sem todas essas referências :/




Andrea 14/03/2018

Uma leitura leve, rápida, despretensiosa, com algumas boas risadas....
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Kennia Santos | @LendoDePijamas 22/02/2018

"MÃE, O QUE ACONTECEU COM O GARIBALDO? ELE MORREU?"
Título: Quase Casados
Autor(a): Jane Costello
Classificação: 5/5

Zoe Moore tem uma boa vida, mora em Liverpool, trabalha numa creche, namora com o mesmo cara há 7 anos e se dá bem com sua família. Tudo fica ainda mais perfeito quando Jason a pede em casamento, e ela aceita, sem hesitação.

Um vestido deslumbrante, arranjos de mesa super criativos, um bufê contendo uma extensa variedade alimentícia para seus convidados... mas aí o desastre acontece: Jason não aparece. Simplesmente não aparece, e Zoe é abandonada no altar.

"Mais do que qualquer coisa, sinto falta dele. Desesperadamente. Anseio tanto por seus braços me apertando, pela alegria do abraço que estava certa de que sempre teria." (p.98)

Aparece uma proposta de emprego, então para esquecer o desastre que se tornou sua vida sentimental e pessoal, Zoe vai para os EUA, para se tornar babá. Ao chegar lá ela se depara com Ruby, uma criança de 6 anos astuta e esperta demais para sua idade; e Samuel, um garoto fofo que acabou de completar 3 anos. E tem também o pai das crianças, Ryan Miller, um viúvo que mal fica em casa e parece estar sempre fora de órbita.

Ryan pode ser muitas coisas desagradáveis, mas não é desagradável aos olhos. Definitivamente não. Zoe tenta ignorar a atração por seu novo chefe e focar em seu novo emprego... ou seria escravidão? Quando percebe ela está trabalhando 24 horas, sem folga ou tempo para nada, mas ela não se manifesta a princípio, pois o simples fato de pensar em Liverpool e sua antiga vida a machuca muito.

"Você pode atravessar um oceano para fugir. Mas não tem como fugir de seus pensamentos." (p.170)

Zoe, no auge de seus 28 anos, se vê então se tornando melhor amiga de duas crianças e se divertindo muito com elas. E claro, isso a proporciona risadas.. mas também muitos, MUITOS momentos constrangedores e embaraçosos. Com isso, ela percebe também que Ryan não é de todo mal -apesar de toda a cara fechada, ele é uma boa pessoa, só é amargurado com a morte inesperada de sua ex-mulher.

Quando percebe que seu chefe vem ocupando mais seus pensamentos do que deveria, Zoe pensa em tentar fugir, mas... porque não? Que vergonha é pior do que ser abandonada no altar? Mas então uma série de acontecimentos começa e Zoe não sabe como frear nada disso.. será que ela vai conseguir colocar sua vida em ordem novamente?

"Precisei de anos para entender que não tem problema em seguir com a vida. Que amar outra pessoa não contraria as regras." (p.413)

Em "Quase Casados", Jane Costello nos presenteia com uma história hilária, contagiante e romântica. Como típico de todo chick-lit, existem muitas situações improváveis. Guardem duas coisas na cabeça de vocês: Mulher-maravilha e Garibaldo. MEU DEUS, COMO EU DEI RISADA HAHAHAHAAHAHAHAA. A autora não é nenhuma Sophie Kinsella, mas no pódio de autora de chick-lit, Jane está em segundo. Aprecio todas as suas obras e espero, de verdade que a Record volte a lançar seus livros, porque infelizmente, um bom chick-lit está em falta no mercado.

Enfim, se você precisa de um livro pra passar o tempo e te fazer dar risada: LEIA, LEIA, LEIA! Essa gente maluca vai fazer você se sentir normal :D
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Gy de Paula 28/09/2017

Bonzinho. Mas só!
E quando vc é abandonada no altar? Qual é o próximo passo?
E é assim que começa a estória de Zoe Moore, uma inglesa de Liverpool que vai parar em Boston, nos EUA, para desempenhar a função de babá. Praticamente uma Jo Frost (Super Nanny) estabanada.
O patrão, Ryan Miller, um cara mal humorado e mal educado (isso é um eufemismo), pai de duas crianças fofas, mas nem tão fofas assim.
Quase casados é um chick-lit que quase deu certo.
O livro simplesmente passa. Em alguns momentos, a estória é hilária. Mas é só isso.
A autora aborda romance comédia e drama, sem se aprofundar em nenhum destes aspectos, o que resulta em um enredo raso.
Leitura leve, rápida, um pouco enfadonha em alguns momentos, mas suficiente para se divertir.
Esse livro seria um daqueles que eu preferiria ter assistido a sua versão em filme (não existe!!!! ainda!). Seria um bom filme, alla Bridget Jones, pra se assistir em uma tarde chuvosa, comendo pipoca e dando risada, sem grandes pretensões.
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Silvia.Souza 27/09/2017

Bom...
O livro é um pouco engraçado, mas me decepcionou um pouco pois a gente fica esperando o momento dos dois ficarem juntos a primeira vez e a autora não dá muita importância a essa passagem.... Ela sequer descreve superficialmente o momento!!! Acaba deixando o relacionamento deles meio frio, sei lá... E também não consigo entender a Zoe... Ela mesmo diz que o que eles tem não é sério e quando o ouve dizer isso, fica magoada?
As comparações utilizadas pela autora para descrever as coisas também ficaram um pouco enjoativas...
Enfim, acho que faltou "liga" no casal, mas ainda assim recomendo a leitura...
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cris.leal.12 09/09/2017

Faltou liga...
Em “Quase casados”, de Jane Costello, conhecemos Zoe Moore, uma jovem inglesa de Liverpool, de 28 anos, que foi abandonada no altar pelo noivo. Muito desiludida e decidida a recomeçar, ela aceita um emprego de babá nos Estados Unidos.

Em Hope Falls, perto de Boston, Zoe vai cuidar da menina Ruby, que tem quase 6 anos, e de Samuel, que acabou de fazer 3; pimpolhos adoráveis, filhos de Ryan Miller um viúvo deslumbrante, alto e sarado, mas muito mal humorado.

Bem, não é preciso ter muita imaginação para antever que Zoe e Ryan vão se interessar um pelo outro e que o passado da moça, na figura do noivo fujão, vai dar uma perturbada na situação. Apesar de previsível, o enredo é legal, mas não foi bem desenvolvido. Provavelmente porque há personagens demais ou, então, porque Ryan passa de ogro a um ser agradável rápido demais ou, então, por causa do exagero de trapalhadas em que a mocinha se vê envolvida. Ficou meio forçado! Mas para mim, o que pegou mesmo, foi a falta de emoção, de paixão. Não é que Ryan e Zoe não sejam interessantes, é que faltou algo especial na história deles e, por isso, o romance não me convenceu. Faltou liga…

site: http://www.newsdacris.com.br/2017/09/eu-li-quase-casados.html
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Vanessa Sueroz 20/10/2016

Neste livro vamos conhecer Zoe Moore uma jovem insegura, desajeitada e atrapalhada, ela tinha uma vida maravilhosa e estava namorando há sete anos e as coisas iam ótimas até que ela foi largada no altar. Com este trauma ela decide mudar de vida e vai para os Estados Unidos para esquecer o passado e ser babá.

Em Boston ela começa a trabalhar para a família Miller: Ruby, uma menina inteligente de 6 anos, o fofo Samuel de 3 e o pai galã e mal humorado Ryan. Ryan é um workaholic chato, impaciente e mulherengo e claro, que quer explorar Zoe

Zoe esta tentando educar as crianças e trazer harmonia para a casa, mas Ryan não esta colaborando, ela tem que trabalhar bem mais do que estava previsto, seu horário de trabalho que era das 8 as 17 esta das 6 as 23, tem que limpar a casa e lavar a passar todas as roupas, o que também não é sua obrigação, mas sempre que ela pensa em desistir lembra do que a espera em Liverpool.

Zoe é muito curiosa e acaba mexendo onde não deve e com isso começa a descobrir segredos de família. Afinal, por que o pai foge das crianças? Cadê a mãe? Quem esta enviando essas cartas para Ryan?

resenha completa:

site: http://blog.vanessasueroz.com.br/quase-casados/
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Krous 08/10/2016

Trama rasa, personagens sem complexidade nenhuma.
Eu sabia que Zoe e Ryan iam se envolver. Eu sabia que a história se tratava de duas pessoas com o coração ferido, ainda que de diferentes formas. Eu sabia - este um livro de Jane Costello, afinal - que Ryan seria descrito como um semideus beirando a perfeição, e Zoe uma quase balzaquiana dona do próprio nariz, inglesa, magra, olhos claros, que mete os pés pelas mãos sem situações impróprias incapaz de ver um homem lindo sem parecer uma cachorra no cio. Eu sabia que iria revirar os olhos em cada uma dessas situações porque Zoe poderia evitá-la todas elas se ao menos fosse menos idiota. Eu sabia que a capa seria muito melhor do que a leitura - de novo, é um livro de Jane Costello -. Mas não esperava não gostar tanto do livro. Não dá pra defender o Ryan de forma alguma. Ok, você perdeu sua esposa, grande amor de sua vida, e isso é muito triste. Mas desde quando isso é aval para você ser grosso com todo mundo, pai desleixado e explorar sua babá. Que a casa estivesse uma zona de guerra, ISSO a gente entende porque a prioridade de pessoas em luto não é bem deixar a residência brilhando. Mas ignorar os filhos? Dar piti porque eles sentem falta da mãe e querem ter uma foto dela na mesa de cabeceira? Agir como se fosse o vencedor do prêmio Maior Sofredor do Mundo Pela Perda do Ente Querido? Não respeitar o contrato com a babá, não respeitar as folgas dela - nem sequer conversar sobre isso -, não respeitar o limite do trabalho dela, não dar a mínima para ela, não respeitar as horas de sono dela - sério, mais de uma vez ele bate na porta do quarto dela enquanto ela dorme pra pedir alguma coisa, conversar sobre sei lá o quê -?. Limites, Ryan. Não que dê para defender a Zoe permanecer na casa e não mandar o patrão TNC uma única vez. Além deles, têm mais outros personagens - as babás - cada uma mais irresponsável que a outra. Eu via os rumos que o livro tomava, e não fiquei surpresa com nenhum acontecimento, mas me aborreci da Zoe preferir um ogro desses a ficar solteira. Forçado demais.
Natasmi Cortez 22/01/2019minha estante
To no início da leitura e completamente revoltada já. Não sei nem se vou conseguir levar essa leitura até o fim. A Zoe é muito carente, querendo o tempo todo chamar atenção sobre si mesma, querendo receber glórias por algo, aquele pai babaca então. A reação dela a ele, realmente sendo uma cadela no cio... Haja paciência




Tati 24/09/2016

Faltou só uma coisinha.
Gostei do livro, de verdade. Mas acho que, no final, ela deveria ter se reencontrado com duas pessoinhas com as quais conviveu a maior parte da história. Fiquei esperando só essa parte.
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Michelle 21/09/2016

Quase Casados
Qual é a pior coisa que poderia acontecer a uma noiva?
Depois que Zoe é abandonada por seu noivo Jason no dia do casamento, ela é incapaz de enfrentar os olhares de pena de seus amigos e família.
Fugindo para os Estados Unidos, ela vai trabalhar como babá para o difícil, mas devastadoramente sexy, pai viúvo Ryan.
Ela rapidamente conquista as crianças, mas seu chefe é mais um desafio. As coisas ficam mais difíceis quando ela exibe inadvertidamente sua calcinha para seus colegas ou quase o manda para o hospital após um acidente com um arco de brinquedo e flecha.
Graças a Deus ela suas amigas para mantê-la sã: a divertida Trudie, a hippie Amber e fria e misteriosa Felicity.
É somente com o passar do tempo que Zoe e Ryan começam a entender um ao outro e sua relação aparentemente malfadada assume uma nova dimensão.
Há apenas um problema, que Zoe logo descobre: o passado nem sempre é fácil de escapar, não importa o quão longe você vai.
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Tracinhas 13/09/2016

por Juliana Arruda
Em Quase Casados, nos deparamos com a história de Zoe Morre, uma mulher que foi abandonada pelo seu noivo, Jason, depois de sete longos anos de relacionamento. Veja bem, sete anos. Para não se lembrar do que lhe aconteceu, ela decide deixar a sua cidade da Inglaterra para trás para viver como uma babá nos EUA. Lá, ela toma conta de duas crianças, Ruby e Samuel, filhos do viúvo arrogante Ryan Miller.

Então, Zoe passa a reconstruir a sua vida, tentando se adaptar ao novo país e a sua nova vida — mesmo com a sua onda de azar, afinal, não é nada agradável viver com o seu chefe: um homem desorganizado, mulherengo e que sequer passa um tempo com os filhos. A estadia da Zoe realmente não é fácil, mas ter uma nova amizade como Trudie, uma babá que trabalha na casa vizinha, talvez seja tudo o que ela precisa no momento.

O livro é engraçado e divertido porque Zoe acaba sempre se envolvendo em alguma encrenca. O que não me fez gostar muito da história foi o fato de ela sempre viver se lamentando por causa do noivo que a largou. Entendo que um relacionamento de tantos anos fez com que ela fugisse, tentasse esquecer, mas lamentar? O TEMPO TODO a personagem ficava comparando o Ryan ao Jason; de como o Jason era tudo o que o Ryan não era. E isso é um saco.

Quando finalmente o Ryan e a Zoe entram na mesma sintonia, o romance entre os dois começa. Não necessariamente um romance, mas um companheirismo e amizade sem igual — ainda mais com duas crianças pra se criar.

Bem, eu gostei de como a história tomou seu rumo. Só que tenho que confessar uma coisa: o livro seria MUITO melhor se tivesse um epílogo. Há uma necessidade absurda de ter um epílogo e a autora não nos satisfaz com isso. (Alguém já leu e concorda comigo?)

Recomendo pros leitores que querem ler algo leve e divertido, talvez vocês consigam curtir a história melhor que eu. HAHAHA

site: http://jatracei.com/post/150293946112/resenha-209-quase-casados
Priscila 26/04/2019minha estante
Sim, também fiquei esperando pelo epílogo.




Natashia 28/08/2016

Esse livro definiu meu favoritismo na autora
Quase Casados costa a história de Zoe Moore, uma personagem típica do gênero chick-lit com suas inseguranças e o jeito desastrado causador de várias risadas. Ela achava que tinha a vida perfeita com um relacionamento de sete anos de namoro perfeito… Até ser largada no altar. Como qualquer pessoa que passa por um trauma desses, Zoe decide que quer largar toda sua vida de sucesso em Liverpool para esquecer de vez o passado que dividiu com o ex. Para isso, ela embarca em uma aventura, que é a de se mudar para os Estados Unidos e ingressar no emprego mais comum para estrangeiros: babá de crianças.

Em Boston, ela trabalha para a família Miller, cujos integrantes são a super inteligente Ruby, de 6 anos – mas que parece ter 12! -, o fofíssimo Samuel de 3 anos e o pai galã de novela, Ryan. Porém, o charme e a beleza do novo chefe de Zoe são as únicas qualidades disponíveis a olho nu; Ryan se mostra ser um workaholic chato, impaciente, mal humorado, mulherengo e despreocupado com as crianças. Zoe, apreensiva com o bem estar e a educação das crianças, além da relação harmoniosa entre pai e filhos que tanto valoriza, se vê em problemas quando não consegue manter um acordo com o dono da residência. Quanto mais se envolve com Ruby e Samuel, mais parte da família começa a fazer e mais Ryan depende dela para deixar sua vida pessoal em ordem. Chegam, então, em um ponto crucial onde os segredos da família Miller começam a surgir: Por que Ryan está fugindo das obrigações de pai? Onde está a mãe das crianças? Quem é a mulher anônima que anda tentando conquistar Ryan? Como ele consegue ser tão atraente, quando se mostra ser tão irritante? Zoe finalmente se livrou do fantasma de seu ex-noivo e os sentimentos que carregava por ele?

Quase Casados promete risadas e torcida para que as coisas comecem a dar certo para Zoe Moore, além de, claro, Ryan ceder para a nova moradora de sua casa. A história tem um ritmo bom para quem não gosta de enrolação, além disso, qualquer personagem que apareça é facilmente imaginado e ainda mais fácil de ser adorado. Jane é uma autora nova da categoria chick-lit aqui no Brasil, mas nos Estados Unidos ela já fez sua estreia como autora best-seller no Sunday Times, além de ter os direitos da obra vendidos a 16 países. Se você já leu todos os livros da Sophie Kinsella como eu, considere minha indicação de adicionar Jane na sua lista de favoritos, porque ela é sensacional!

site: http://sitedoup.com.br/indicacao-7-quase-casados/
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