A Letra Escarlate

A Letra Escarlate Nathaniel Hawthorne




Resenhas - A Letra Escarlate


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Lisa 20/02/2021

"A"
Uma letra vermelha simbolizando toda hipocrisia e machismo que ainda permeiam a sociedade. No séc. XIX Hester é condenada por adultério e obrigada a carregar a letra A estampada em vermelho no peito, simbolizando seu "crime" e obrigando que sinta vergonha diante da sociedade. Essa sociedade puritana e hipócrita que esconde seus crimes e pecados, mas, apedreja a pobre mulher. Um clássico americano que vale a pena ser lido.
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Aline Laís 17/02/2021

A introdução é um pouco chatinha, mas vale a pena a leitura deste clássico.
Um livro que foi escrito há mais de 100 anos, mas que traz questões atuais.
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Juh Saint 29/01/2021

Um dos classicos mais chatinhos e ainda é importante igual
Nesse livro vemos duas mulheres terem suas reputações destruídas por conta dos valores da epoca e perderem o sossego, suas liberdades, várias vezes. A mãe comete adulterio e tem uma filha bastarda, ambas serão as protagonistas dessas estória. Por cartas deixadas, a mãe relata para a filha muita coisa triste que aconteceu em sua vida, por conta da punição que tomou da igreja conservadora da época pela filha que teve fora de um casamento, e é claro que o pai da criança não recebeu punição alguma e ainda saiu de bom moço. Ela foi deixada com o que da titulo A Letra Escarlate que marca um A de Adúltera em seu próprio corpo, uma tatuagem para as pessoas lembrarem dela com vergonha e nojo. Foi atormentada por isso. Agora a filha precisa enfrentar um tratamento diferente por ser bastarda, descobrir coisas sobre o passado da mãe. É claro que não vai ser tão fácil quanto o esperado. Acho que a história contando assim é bem interessante mas nossa que leitura chata, uma das mais chatas que já fiz. Machismo da época e o fanatismo religioso, o fundamentalismo, é tratado com honras. O que me deu preguiça do livro é a escrita chata de um clássico, cheio de coisas desnecessárias, os personagens secundários também são todos chatos e entediantes. O que ocorre no decorrer da estória demora muito e fica interessante no final. Dizendo essas coisas, acho que é um livro importante igual e quem gosta mais de clássicos e é tranquilo com linguagem difícil e enrolada, precisa ler!!
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Celso 29/01/2021

A Letra Escarlate
A introdução é bem arrastada e cansativa meio autobiográfica, não consegui ler toda e fui direto para o capítulo 1. O livro é interessante, o que me chamou a atenção foi a colonização dos Estados Unidos, os assentamentos e a rigidez moral da época.
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Dri 22/01/2021

A letra escarlate
Eu esperava que fosse um livro bem bombástico e não foi o que aconteceu. Embora eu ache sim que ele poderia contar o mesmo enredo, e ficar bom. Desde que ele desse ênfase às coisas certas, o que não é o que ele faz. Deixa muita coisa sobre o objeto principal da história em aberto, mas divaga horrores sobre "o que poderia ter acontecido se algo tivesse sido feito de outra forma".
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Adriana 21/01/2021

Eu esperava mais do livro lido. Conspirações, intrigas, mistérios. Não sei se vou querer reler um dia. Achei os capítulos arrastados e cheios de divagações psicológicas.
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14/01/2021

A LETRA ESCARLATE
?EM UM CAMPO NEGRO, A LETRA A ESCARLATE?
A letra escarlate conta a história de Hester Prynne, julgada e obrigada a usar um A escarlate no peito por puritanos. Após sua filhinha Pearl nascer Hester mulher solteira e colocada em frente aos puritanos e ao magistrado em um palanque de ignomínia. Questionada sobre quem seria o responsável junto a ela a mesma se recusa a falar. Com o passar dos anos Hester enfrenta uma luta diária contra a humilhação para criar a filha ilegítima. Porém passa por tudo com muita força e coragem.
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Malu 14/01/2021

A letra escarlate
O livro é bom, merece o lugar de clássico que ocupa. Não tem um enredo muito floreado mas aborda pontos importantes da vida em sociedade. A letra escarlate, mais que a história de uma mulher adúltera, fala sobre o tratamento da mulher na sociedade em geral, a hipocrisia do povo e de como a religião pode ser uma luz e um limitante para algumas pessoas.
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Carol 14/01/2021

A letra escarlate nos apresenta a Hester Prynne, recém-casada, que viajou sozinha para a Nova Inglaterra com a promessa de que o marido logo viria encontrá-la... porém isso não aconteceu!!!! Então a Hester acaba se envolvendo com um homem e engravidando. Como consequência a seu grande pecado, a mulher é obrigada a viver com a letra A de “adúltera” na cor escarlate e o isolamento pelo resto da vida. O livro nos faz criticar o machismo, a radicalidade no cristianismo e a crueldade de ser uma mulher na época.
"Hester nos mostra que permanecer fiel ao que somos é prova de caráter e também a atitude mais inteligente caso valorizemos uma vida tranquila sem perigo de adoecer a alma, ela, sendo pecadora e portadora de uma marca a identificando com tal, foi a única que resistiu aos anos e que ao invés de enfraquecer se tornou mais forte e se tornou maior que o símbolo do seu pecado, ao contrário dos seus antagonistas, o marido e o amante, que por se esconderem nas sombras encerram suas vidas em profundo amargor e fora de alcance da luz divina."
http://www.revelandosentimentos.com.br/2017/05/resenha-letra-escarlate.html
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Mandark 09/01/2021

Muito além do seu tempo...
Um clássico, em sua definição mais clara, a história de Hester rompe as barreiras do tempo e do espaço e se mostra como uma aventura forjada pra tocar os corações mais reticentes. Li a narrativa meio que inebriado por passagens que me envolviam em reflexões fortes e reveladoras. Atual, como poucas obras podem ser, a obra de Nathaniel Hawthorne revela o papel ao qual relegaram a figura feminina nas sociedades ao logo da história e a força que as mulheres sempre demonstraram, independente das limitações sociais. Marcante!
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sté 07/01/2021

nhe
a proposta é ótima mas não me agradei em varios quesitos.

a mulher que você supostamente ama é punida e sofre por ter engravidado fora do casamento e o que você faz??? ignora e fica se auto lamentando sobre como VOCÊ está sofrendo com o pecado que cometeu e com a SUA própria alma.

ele é tão frouxo e eu passei tanta raiva com ele que meu deus do céu vontade de entrar no livro pra sacudir ele e mandar tomar vergonha na cara!

a protagonista é uma mulher forte que lutou contra os preconceitos com perseverança e eu a admirei bastante. me irritava quando ela fazia certos comentários sobre pearl e eu atribuo eles ao fanatismo religioso que ela - e todos da vila - tinham.

no geral eu amei a ideia, como já disse antes, mas fiquei com falta de alguma -várias- coisas que não sei ao certo como colocar em palavras.
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Josi 04/01/2021

Mulheres desde sempre vítimas da hipocrisia e do puritanismo
A história se passa no século XVII em uma comunidade litorânea colonizada por puritanos ingleses, na região dos Estados Unidos conhecida como Nova Inglaterra. Já no primeiro capítulo, presenciamos a humilhação pública a que Hester Prynne é submetida. Apesar de o adultério ser um crime punido com morte, à Hester o castigo imposto é mais brando, mas também duradouro. Após ser liberada da prisão, com sua filha bebê no colo, ela é exposta em praça pública para a comunidade e é condenada a carregar permanentemente uma letra A junto ao seio, para que fique evidente sua condição perante a sociedade.

À partir daí, a narrativa se concentra em apresentar a resignação silenciosa com que a protagonista encara seu destino, sua recusa em revelar a identidade do pai da criança e seu parceiro no pecado - aceitando carregar sozinha todo o peso da condenação -, e toda a bondade com que ela retribui o desprezo que recebe daqueles que a cercam.

Vale ressaltar que nada a impedia de ir embora daquela colônia e se estabelecer em outro local onde ninguém conhecesse sua vergonha, mas Hester escolhe ficar e aceitar de cabeça erguida as humilhações a que acreditava ser merecedora, se dedicando a cuidar sozinha da filha e fazer o bem. Sua abnegação é o que mais nos chama a atenção no decorrer da trama, além da romantização do sofrimento como forma de redenção, comum na literatura da época. Vivendo isoladas em um casebre, a filha é um constante lembrete de sua vergonha, que a fascina e amedronta ao mesmo tempo, com seu espírito livre e comportamento fora dos padrões. Não é difícil descobrir, logo nos primeiros capítulos, quem é o amante que Hester insiste em proteger.

Com poucos diálogos, o livro se desenvolve de forma lenta e, por vezes, cansativa, apesar de ser uma história curta. Mas, nos capítulos finais, a trama ganha fôlego e se desenrola com mais fluidez.

Publicada em 1850, a obra destaca a hipocrisia religiosa dos colonizadores e a opressão e o julgamento a que eram submetidos aqueles cujo comportamento contrariava suas crenças, o que mais tarde culminaria na caça às bruxas. A semelhança que ainda podemos encontrar com os dias de hoje, especialmente no que diz respeito à condição feminina, é o que torna esse um clássico atemporal e necessário.
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Roberta 23/12/2020

Bom
O livro tem uma premissa incrível, e fiquei meses querendo lê-lo, tamanha a curiosidade que a sinopse criou. Contudo, não achei o livro tão bom assim.
Logo no começo o livro se arrasta. O capítulo de apresentação do livro, escrito pelo próprio autor como uma forma de introdução à história e esclarecimento de como ela surgiu, é grande, cheio de detalhes inúteis sobre coisas e personagens que não acrescentam em nada na história (totalmente esquecíveis), e desanimam o leitor a continuar.
Depois, os capítulos da história em si são pequenos, mas não menos detalhistas ou enrolados. A escrita é bem floreada, com várias comparações filosóficas para reiterar o que ja havia sido objetivamente dito, parágrafos grandes (às vezes ocupando uma página inteira), mudanças de cenários abruptas e falas simples e pequenas.
Sendo o livro tão cheio de informações e detalhes, ainda senti em algumas partes que faltaram informações. Que algo aconteceu sem ter sido explicitamente descrito. Há informações inúteis e partes que deveriam ser melhor exploradas foram negligenciadas.
A história em si é simples e boa. Tem uma grande reviravolta no final, mas a leitura é tão cansativa que não dá o tom de surpresa que a cena merecia.
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