O Assassino Relutante

O Assassino Relutante Eoin Colfer




Resenhas - O Assassino Relutante


7 encontrados | exibindo 1 a 7


Leo 25/09/2020

Viagem no tempo, crianças divertidas e muita confusão
? Esse livro foi uma surpresa muito boa pra mim. Gostei demais da escrita do autor.

? Acompanhar os protagonistas foi muito legal e em momento nenhum o livro fica monótono.

? Uma coisa que me agradou muito foi o fato do autor usar termos técnicos e científicos pra explicar a viagem no tempo.

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Blog MDL 02/01/2015

Chevron Savana é uma garota de dezessete anos que foi selecionado para fazer do programa P.R.A.T.A do FBI e por isso é uma das agentes especiais mais jovens que os Estados Unidos tem sob o seu comando. Comprometida com a causa, ela se envolveu em um escândalo que quase a relegou ao status de “aposentada”. Quase, porque graças ao seu comprometimento ela recebeu uma segunda chance e foi mandada para Londres a fim de esperar os ânimos se acalmarem. Ela só não sabia que a terra da Rainha reservava tantos perigos para ela e que o FBI possuía tantos segredos.

Riley é um pobre garoto órfão da era Vitoriana que está sob o julgo do mágico e serial killer Garrick. Sem ter escapatória, ele está sendo treinado para ajudar o assassino a cometer crimes mesmo que isso vá contra todos os seus princípios. Mas quando ele é finalmente posto à prova, algo extraordinário acontece: a vítima aciona um dispositivo e o envia para a Londres do futuro. Ele não entende o que está acontecendo, a única coisa que ele sabe é que está em uma espécie de porão sendo retido por uma garota muito brava. A arma que ela tinha em mãos deixaria qualquer um com medo, mas a possibilidade que o terrível Garrick pudesse ir atrás dele era a única coisa que ele tinha em mente antes de ser detido pela jovem agente.

Há algum tempo eu tive o meu primeiro contato com a escrita de Eoin Colfer e me encantei com a sua maneira de me inserir a um universo completamente diferente ao que estava acostumada através de um enredo de ficção científica. Em “O Assassino Relutante” eu já esperava encontrar uma história pautada nesse gênero e ter a mesma relutância inicial em acreditar naquilo que o autor escreveu como aconteceu quando li “Colin Cosmo e Os Supernaturalistas”. Mas dessa vez percebi que fiquei muito mais relutante com o seu livro por uma simples questão: a fase introdutória do seu livro parecia não ter mais fim.

Esse aspecto me fez postergar tanto a leitura que passei dias e dias para alcançar a metade do livro e não conseguia nem me entrosar com a história, nem simpatizar com a protagonista. Ainda mais porque são mais de 150 páginas para narrar um curto período de tempo em que as reviravoltas são poucas, previsíveis e os diálogos pareciam forçados demais para me fazer ansiar por continuar lendo. Confesso que pensei em desistir da leitura, mas aí o Eoin Colfer fez algo que eu não iria ter paz senão conferisse: ele mandou seus personagens para uma Londres Vitoriana em que tudo era possível acontecer.

E aconteceu, meus caros. Trazendo uma segunda parte de tirar o fôlego para a sua história, o autor teve uma sacada sensacional ao colocar Chevie para vivenciar as situações inimagináveis que os agentes que a antecederam tiveram que viver. Principalmente porque ela estava sendo perseguido pelo personagem mais louco que eu encontrei em um livro infantojuvenil. Sendo de longe um dos melhores vilões que acompanhei, Garrick é sádico, egocêntrico, inteligente, apaixonado e teve um embate até com o temível Jack, o Estripador. Cada trecho narrado por ele conseguia ser tão interessante que por vezes eu ansiava mais por ver o seu ponto de vista da história do que o dos mocinhos.

O que não quer dizer que Riley não tenha me encantado, porque com traços do homem que o criou, as únicas coisas que o diferenciavam de Garrick era sua bondade e o fato dele não possuir a sede de sangue do mágico. O que o tornava um rival poderoso e capaz de derrotar o assassino. Sem contar que o seu jeitinho de garoto do passado, era tão contagiante que era impossível não torcer por ele. Infelizmente não consegui gostar de Chevie. Toda a sua história me pareceu muito forçada e em nenhum momento ela me convenceu. O lado positivo é que como sua história segue em conjunto com a de Riley, pude vê-la em ação sem ter que ver muito do seu ponto de vista.

O que quero dizer com todas essas descrições e sentimentos? Que “O Assassino Relutante” tem pontos negativos e positivos muito bem definidos. Nesse sentido, o autor deixou muito a critério dos gostos pessoais do leitor a identificação com a sua história. No meu caso, a balança ficou equilibrada, o que pendeu para o lado positivo foi a maneira genial com a qual o autor me surpreendeu quando eu achei que tudo estava perdido. Por isso se você gosta de ficção científica, viagens no tempo, assassinatos em série e anseia por ver um outro lado de Londres, dê uma chance ao primeiro livro da série P.R.A.T.A. Você pode até não gostar de tudo, mas tenho certeza que ao menos irá se divertir com a história de Eoin Colfer.

site: http://www.mundodoslivros.com/2014/12/resenha-prata-o-assassino-relutante-por.html
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Bela Lima 20/12/2016

Tudo que é para ser resolvido e explicado nesse livro está nesse livro
Numa Londres Vitoriana, mais especificamente em 1898, a história começa com um garoto e seu mestre entrando escondido num quarto escuro, movendo-se silenciosos e sorrateiramente, com uma faca na mão pronta para esfaquear o homem que dormia ali...

O garoto é Riley, que foi encontrado e salvo de ser canibalizado por Garrick, seu mestre, esse que o criou e treina para ser seu sucessor na magia... E na arte do assassinato. Só que Riley não quer seguir os passos de Garrick, não quer ser um assassino, mas, de repente, a faca que sua mão segurava está no peito daquele homem, fagulhas laranjas começam a aparecer e... Riley desaparece junto com o homem morto.

“Vida e morte são as duas extremidades da mesma viagem, dissera Garrick uma vez. Nada que mereça comemoração ou luto.”

Entrementes – ao mesmo tempo que isso, mas muitos anos depois (só lendo para entender) – Chevron Savano é uma agente especial do FBI, embora tenha apenas 16 anos... ou era. Sua situação não está nada bem desde um incidente complicado que fez com que todos os seus outros colegas fossem demitidos, mas, por ela ser a melhor do trabalho – e se recusar a ser “aposentada” – Chevie aceita ir para P.R.A.T.A., o Programa de RelocAção de Testemunhas Anônimas, também conhecido como “Um Posto Destruidor de Carreiras”, em Londres.

“Deram um aperto de mãos, algo que Chevie particularmente não queria fazer (...) como qualquer fã de cinema sabe, quando dois policiais desenvolvem um respeito mútuo relutante, o policial coadjuvante está para morrer. E se alguém tem o papel coadjuvante aqui, pensou ela, essa pessoa sou eu."

Enquanto tenta fica mais na baixa possível, concluir o ensino médio por correspondência e conseguir voltar aos EUA para ser oficialmente uma agente em Quântico, Chevie leva uma vida pacata e monótona, vendo apenas o Agente Laranja, seu superior, enquanto protege um módulo estranho e piscante... Até que um garoto sai dentro dele. E algum ser estranho parecido com um macaco de sangue dourado.

E Chevie vai de “vida pacata e monótona” a “tem um serial killer me perseguido e não acredito nisso” em questões de minutos, porque segundo Rikey, Garrick virá procurá-lo. E nada poderá impedi-lo de pegar seu filho amado de volta. Garrick está disposto a qualquer coisa para ter Rikey mais uma vez sob seu domínio.

“-Escuta, garoto. Se esse tal de Garrick existe e está preso na outra ponta da magia laranja, ele não vai aparecer aqui nem se o céu se abrir. Entendeu?
-O céu, não, mas talvez se o inferno se abrir.
-Vocês, vitorianos, são bem melodramáticos, não é?”

O fato de Garrick, conhecido como o mágico Grande Lombardi, ser o homem que Riley mais teme não significa nada para a Agente Savano, mas ela descobrirá junto com esse garoto vitoriano melodramático o quanto a viagem transformou Garrick, deixando-o mais inteligente, sádico, poderoso e sedento por sangue do que antes. E o quão difícil será impedir que Garrick mate alguém ou pegue Rikey.

“Abandone toda esperança – sussurrou Garrick. – Porque a esperança já abandonou você.
Chevie acreditou nele, e o garoto também."

Os personagens são todos maravilhosos ao seu modo, não apenas os protagonistas e antagonistas, até Bob Winkle me encantou com sua pouca presença no finalzinho. (Ele vai aparecer na continuação, não vai? E quem sabe ganhar um beijo...?)

Chevie é uma garota órfã que está tanto tempo sozinha, cuidando de si mesma, que quando recebe uma família – FBI – ela se recusa a deixá-la ir e luta por ela. Ela é uma criança que tenta não ser uma criança e eu achei que foi o que mais a tornou não-madura nessa historia, ficando com raiva fácil, usando sarcasmo como proteção... Eu amei a Chevie. (Embora o fato dela saber tudo aquilo sobre armas e combate físico ser uma irresponsabilidade quando ela é uma criança.)

"-Espero que você não esteja bebendo conhaque - disse Chevie.
-De jeito nenhum. Só cerveja, agente. Eu faço o que mandam, faço, sim."

Rikey foi outro personagem maravilhoso. No começo, ele passa como um garoto ingênuo, com um passado triste, que tenta ser uma boa pessoa apesar de tudo; mas no final ele me surpreendeu com a astucia que ficou em pé de igualdade com Garrick. Eu não esperava isso dele, principalmente com todo aquele maravilhamento pelas novas tecnologias. Essa viagem no tempo foi a mais verídica possível, o viajante realmente não sabia de nada e levava tudo a sério.

Garrick foi o vilão mais não juvenil possível. qual é a classificação desse livro? Não que tenha descrições sangrentas e detalhadas, mas o autor foi fundo em construir o personagem. Ele deu razão, motivo, e embora você não concorde com o que Garrick faz (eu espero que você não concorde) Eoin Colf te faz entender o porquê das ações do seu personagem.

"No fim das contas, ele era só uma criança. Talvez seja melhor morrer inocente."

O que eu mais gostei foi as várias referências a séries, filmes e livros antigos. (Eu estava me preparando para dizer o quanto amei a referência a Além da Imaginação e quanto eu amo Morgan Freeman como narrador, mas... Isso é Além do Buraco de Minhoca. E eu realmente amo Morgan Freeman nessa série.) Além de fatos históricos, pois... Jack, Estripador é realmente real? Eu não sabia.

"-Foi azar a senhora ter trombado com Albert Garrick. De todos os sujeitos que a senhora poderia ter apanhado no passado, ele é o pior, sem nenhuma dúvida.
-Ele é apenas um homem, Riley, você sabe. Independentemente do que você pense, ele é só isso.
-Não. Existem homens que são mais do que homens. Garrick sempre foi um deles, e agora é mais ainda."

Outra coisa que eu gostei foi a coerência da história na parte cientifica, não houve (não encontrei) nada que se discordasse ou criasse um paralelo na linha temporal. Tudo que é para ser resolvido e explicado nesse livro está nesse livro. E eu amo essa realidade dentro da ficção cientifica, marca de Eoin Colfer (eu não tenho certeza, já que só li o primeiro de Ártemis e Colin Cosmo, mas todos os autores deveriam escrever assim viagens no tempo e afins). Espero que tudo isso que eu gostei nesse livro continue – e melhore – na continuação, sou a única?

site: http://sougeeksim.blogspot.com/2016/12/resenha-o-assassino-relutante-prata-1.html
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Fernanda 23/08/2014

Resenha: O Assassino Relutante
Resenha no blog




CONFIRA A RESENHA COMPLETA NO BLOG SEGREDOS EM LIVROS:

site: http://www.segredosemlivros.com/2014/08/resenha-o-assassino-relutante-eoin.html
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Adriana 15/10/2014

P.R.A.T.A. - O Assassino Relutante de Eoin Colfer
Eu tive duas experiencias com Eoin Colfer, uma me encantou e me deixou apaixonada pela historia e pela sua escrita criativa. Foi com o livro A Lista Dos Desejos ( que simplesmente Amei) a outra experiencia que já não foi tão boa assim foi com o livro Artemis Fowl, um adolescente, prodígio do crime, onde eu ficava torcendo o tem pro todo para ele se dar mal. Mas então eu resolvi dar mais uma chance para o autor e não me arrependi. 2 a 1 para Eoin Colfer kkk. A leitura fluiu de modo rápido e envolvente, tem uma continuidade bem legal com começo meio e fim e um gancho para o próximo livro.

Albert Garrick foi um ilusionista muito conhecido em 1898, era o grande Lombardi. Depois de tirar a vida de uma assistente em uma apresentação do seu espetáculo, ele sentiu um enorme prazer em ver a vida da moça se esvair aos poucos. Ele tinha um aprendiz, o Riley. Garrick criou Riley para seguir seus passos e sua carreira. E agora o prepara para a sua iniciação nos assassinatos.

Riley em sua primeira missão estava muito nervoso, pois não se sentia bem com aquilo, mas Garrick não permitia erros nem desistências, era a vitima ou ele. Garrick vendo que o garoto não conseguiria assassinar o velho que dormia, resolveu ajudar, e então o serviço enfim estava feito, mas o que se seguiu depois o deixou impressionado, pois viu a faca usada no crime, sumir bem diante de seus olhos, e deduziu ter encontrar a fonte de magia que tanto sonhou e procurou.

Na Londres Atual, Chevron Savano , uma jovem agente mirim de 16 anos com traços indígenas, que esta sendo transferida para o modulo PRATA, Programa de RelocAção de Testemunhas Anônimas, mas isso não era uma promoção, era mais um castigo que iria durar muito tempo, antes de conseguir ser uma agente de campo. Mas é claro que ela não esperava encontrar uma maquina do tempo e um programa de proteção bem complicado e complexo.

A intenção era mandar testemunhas para o passado para ficar em segurança e testemunhar sem risco de morte antes. Eles deveriam voltar para limpar os vestígios, porem Garrick já esperava por eles. Mesmo velho, o ilusionista deu conta de todos os agentes. O agente Laranja tentou ativar a bomba que existia em sua roupa, mas não ocorreu como o esperado. Sendo assim o agente Laranja e Garrick são enviados para o futuro pela maquina do tempo.


site: meupassatempoblablabla.blogspot.com.br
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Ana Luiza 20/11/2014

Resenha do blog Mademoiselle Loves Books
Chevron Savano é uma órfã de dezesseis anos que encontrou no FBI não só sua vocação, mas uma nova família. Por isso ela não esta disposta a abrir mão de ser uma agente, mesmo depois de ter arruinado sua primeira missão da forma mais drástica possível. Enquanto espera a poeira de seu fiasco abaixar, Chevie é transferida para o P.R.A.T.A. (Programa de Relocação de Testemunhas Anônimas) em Londres e seu novo trabalho é nada mais que ficar de olho em uma máquina inativa a mais de uma década nos raros momentos em que seu superior, o agente Laranja, precisa se ausentar.
Chevie só precisa ficar em Londres por dois anos e se para algum dia poder voltar à ação de verdade ela tem que fazer o trabalho mais chato de todos os tempos, ela o fará. Mas, surpreendentemente, bem no turno de Chevie, a máquina misteriosa resolve funcionar e um homem estranho e um menino surgem do nada. O pior: o homem está morto e o menino com a arma do crime na mão. Será que ele é um assassino? Ou há muito mais nessa história do que Chevie sequer pode imaginar?
Riley é um órfão da Inglaterra Vitoriana que foi criado por Garrick, um impiedoso mágico e assassino de aluguel. Garrick preparou Riley para seguir seus passos sangrentos, mas logo no primeiro trabalho, o garoto reluta. Garrick usa a mão do menino para terminar o serviço e a coisa mais estranha acontece. O velho assassinado e Riley desaparecem literalmente no ar, o que dá a Garrick a certeza de que ele finalmente encontrou magia de verdade e que ele fará qualquer coisa para tomá-la para si. Ainda com a arma nas mãos, Riley e o homem morto se materializam novamente em um lugar estranho, onde uma garota índia usando calças aponta uma arma para eles assim que chegam.
Os caminhos de Chevie e Riley se cruzam da maneira mais inusitada possível e os dois vão fazer de tudo para entender o que aconteceu. Os jovens são de épocas completamente diferentes, mas tem bastante coisa em comum: especialmente um mágico sanguinário e impiedoso que fará de tudo para conseguir o que quer. Em uma fuga alucinante envolvendo esconderijos secretos, muitas armas e lutas e até mesmo viagem no tempo, Chevie e Riley terão que se manter unidos caso queiram sobreviver. Mas será que seus esforços serão suficientes? Ou Garrick guarda segredos e truques demais em sua cartola?
Tinha boas expectativas para O Assassino Relutante, primeiro volume da Trilogia P.R.A.T.A, mas acabei sendo surpreendida e cativada pela obra logo no início. Apesar de ser um livro juvenil, O Assassino Relutante não tem nada de infantil e agrada perfeitamente o público mais velho ao oferecer um suspense extremamente bem construído e uma história recheada de emoção, lutas, sangue e pitadas de ironia. A trama foi muito bem bolada e traz tensão do início ao fim. A sensação ao ler O Assassino Relutante é de estar assistindo a um bom filme de ação com agentes secretos, uma espécie de 007 feito para os jovens de hoje.
A narrativa em terceira pessoa de Colfer flui com extrema rapidez e prende o leitor. Algo que adorei foi o narrador onisciente, que entra na cabeça dos personagens e nos mostra seus pensamentos. Todos os personagens me cativaram e surpreenderam, desde os mocinhos aos vilões. Chevie foi a minha favorita. A órfã de descendência indígena e personalidade forte me conquistou nos primeiros parágrafos. Inteligente, extremamente irônica e mortal, Chevie é uma típica agente durona do FBI que não dá o braço a torcer de maneira alguma. No início Riley me provocou apenas pena, ele era apenas um garoto vitoriano criado por um homem horrível que ele odiava. Entretanto, ao longo do livro, Riley vai provando ao leitor (e aos outros personagens) que ele não é só um garotinho com uma história de vida difícil, mas sim um rapaz extremamente astuto e talentoso. Chevie e Riley formaram uma dupla perfeita: ela sabe bater, atirar e mantê-los vivos, enquanto Riley pode abrir qualquer fechadura (seja de algemas ou portas) e enganar e despistar até mesmo seu mestre, seja através de truques ou de uma conversa. Eu adorei Garrick, esse vilão persistente, sagaz e impiedoso, disposto a qualquer coisa para conseguir o que quer.
Quanto a edição, não tenho nenhuma reclamação. A tradução e diagramação estavam ótimas, adorei os detalhes no início de cada capítulo (foto acima). Também gostei do tamanho e tipo da fonte e das páginas cor de creme. Eu amei a capa. Ela combina perfeitamente com o livro e o garoto retratado é bem parecido com o Riley que imaginei. Entretanto, também gosto das outras capas que o livro ganhou mundo afora, especialmente a alemã (a primeira da imagem abaixo), que é linda, original e transmite um pouco do ar do livro. Também fiquei feliz com a adaptação do título da Trilogia, W.A.R.P. é estranho de pronunciar em português e P.R.A.T.A ficou bem legal, além de fácil de decorar.
P.R.A.T.A: O Assassino Relutante foi uma excelente leitura, recheada de muita emoção e diversão. Recomendo o livro para todos, independente da faixa etária, que estejam procurando um bom suspense misturado com ficção científica. Estou ansiosa pelo próximo volume da série e fiquei curiosa por outros livros do autor.

“A morte é a única fuga para mim, pensara Riley. A minha ou a de Garrick. Mas Garrick não podia ser morto, porque ele era a morte.” Pág. 13


site: http://mademoisellelovebooks.blogspot.com.br/2014/11/resenha-prata-o-assassino-relutante.html
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Karina 14/09/2020

Policial, ficção científica, infanto-juvenil
Éoin Colfer é um autor renomado por sua obras "o Aviador" e a saga "Artemis Fowl". Sua escrita é muito imersiva e instigante, e o enredo de suas obras é sempre cheio de armas de Tchekhov e Cliff hangars.

Gostei muito dos personagens, e o vilão Garrick é muito bem desenvolvido. O final não é tão fechado, então imagino que haja uma continuação. Confesso que nunca tinha ouvido falar desse livro e o emprestei apenas por gostar do autor e ele estar disponível no kindle unlimited.

No geral foi muito bom, recomendo!
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