Fingindo

Fingindo Cora Carmack




Resenhas - Fingindo


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Queria Estar Lendo 26/04/2017

Resenha: Fingindo
Fingindo é meio que a "continuação" de Perdendo-me, romance new adult da Cora Carmack; Enquanto o primeiro é protagonizado por Bliss, uma estudante de teatro no seu último semestre na faculdade, o segundo é protagonizado por seu melhor amigo, Cade, após a conclusão da faculdade de artes cênicas.

Cade seguiu para o mestrado após a faculdade e está, literalmente cuidando da sua vida no seu canto, quando é abordado por Max, uma garota linda com uma proposta que, de certa forma, é bem indecente.

Max é a vocalista de uma banda de rock, cheia de tatuagens e piercings e cabelo colorido, com um namorado que não é muito diferente dela. Então, quando seus pais vem visita-la na faculdade e xigem conhecer seu namorado, ela decide que não pode apresentar Mace e correr o risco de revelar a "vida dupla" que vem levando. É onde entra Cade, o simpático e normal estudante que conhecemos em Perdendo-me. Tudo que ele precisa fazer é colocar seus conhecimentos a prova e fingir ser o namorado bem normal de Max.

Quando eu li Perdendo-me eu simplesmente me apaixonei pela escrita da Cora, a narrativa simples e leve, a forma como ela costura a história e dá a vida aos personagens. Depois do livro e de descobrir que tinha outros dois na série, Fingindo e Encontrando-me, protagonizado pelos melhores amigos de Bliss, eu fiquei super ansiosa para ler!

"Viver é difícil. E todos os dias nossos pés ficam mais pesados e nós adquirimos mais bagagens. Então, a gente para e respira fundo, fechamos os nossos olhos, reiniciamos nossa mente. É natural. Contando que você abra os seus olhos novamente e continue seguindo em frente."

E é muito triste para eu dizer que esse livro não me entreteve e envolveu como fez o primeiro. Cade era o tipo de personagem que eu gostei, mas que não tinha criado nenhuma expectativa em mim. No entanto, não tinha ficado muito claro a extensão dos sentimentos dele pela Bliss no livro anterior e nesse ele passou muito tempo remoendo isso e o relacionamento dela com Garrick, o que me irritou bastante. Fora isso, Cade foi muito amorzinho e me conquistou bastante.

O que não pode-se da Max, que foi uma personagem muito querida, mas que me estressou em vários momentos. Vivendo uma vida que vai completamente na contra-mão daquela esperada pelos pais, completamente conservadores, ela me conquistou muito no começo do livro. Mas no decorrer da história fica claro que além dessa separação entre ela e os pais, ainda existe um segredo que ela guarda -- e é sim o segredo que metade dos protagonistas em YA tem. Foi bem decepcionante essa parte.

Cade e Max são um casal querido, com momentos fofos e gostosos de ler, mas estão longe de conquistar o carisma que Bliss e Garrick despertaram. A narrativa da Cora continua leve e solta, mas sinto que também deu uma enrolada quando começou a enrolar sobre o passado dos protagonistas.

O começo me conquistou rapidamente, até a metade eu tive uma leitura cinco estrelas, mas da metade para o fim foi muito lento, a carga emocional foi explorada de uma forma muito confusa e enrolada e, quando finalmente chegamos no ápice, a história acaba! Quando finalmente podemos esperar sair do lugar onde ficamos sapateando desde a metade do livro, tudo acaba e a gente fica "mas oi?".

"Nós deveriamos viver como fumamos -- inalar o presente e exalar o passado."

Fiquei chateada que o passado do Cade foi mais bem explorado e explicado do que o da Max.

De toda forma, é um livro que eu indico para quem gosta de NA. Ele foge do clichê do subgênero, onde a protagonista é sempre virginal e boazinha com um passado assustado, e o protagonista masculino sempre com um passado sombrio, possessivo, controlador e, de certa forma, violento. É uma história fofa, com personagens queridos, que podiam sim ter sido mais bem explorados, mas não deixa de ser um divertimento.
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Danny 23/09/2020

Fingindo conta a história de Cade e Max pelo ponto de vista dos dois.
Cade está tentando se recuperar de um coração partido e Max tentando ao máximo viver de sua música e esconder sua verdadeira identidade de seus pais. Cade e Max não se conheciam até um dia no bar, quando Max desesperada pela visita inesperada dos seus pais decide pedir a um total estranho ( Cade) para fingir ser seu namorado por uma noite. O Problema que a farsa vai se estender por mais de uma noite e separar a farsa da realidade pode não ser tão fácil.
Dos três livros da trilogia losing it, esse é mais fraquinho, mas o romance NA é muito fofinho e tão bom ver o relacionamento dos dois e ver eles crescendo no desenvolver do livro.
Me identifiquei bastante com o Cade.
Um bom romance pra quem gosta de NA.
Lua 23/09/2020minha estante
Amg o que é romance NA?


Danny 23/09/2020minha estante
New adult. Novo adulto.


Lua 23/09/2020minha estante
Entendi. Obrigada




Du 19/08/2020

Bom!!
Livrinho bom p passar o tempo e lhe prende realmente! Autora com excelente narrativa! Porém, a construção dos personagens...chata, exagerada e pouco crível! Mas, recomendo!
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May Scruz 15/03/2015

Um livros delicioso, sexy e viciante, que vai te dar saudade dos personagens quando você terminar de ler.
Hoje eu vou falar do livro Fingindo. O livro vai contar pra gente a estória do certinho Cade, amigo da personagem principal do livro anterior - Bliss, e da louca Max.

Esse é aquele livro mais do que perfeito para ler naquele momento "ressaca literária" - para ver os livros que eu havia selecionado anteriormente.

A Cora tem aquela escrita envolvente que te "agarra", toques deliciosos de humor e sarcasmo estão presentes no livro, assim com uma pitada do drama que todos nós adoramos...

Ah! Importante:
O livro pode ser lido por quem ainda não leu o "Perdendo-me" mas, aviso aos navegantes, você vai saber o rumo que a vida da Bliss levou, sinceramente não é algo que me incomoda - já que eu li "Lola e o Garoto da Casa ao Lado" antes de ler "Ana e o Beijo Francês" (e a Ana também aparece nesse livro, daí você meio que sabe o que aconteceu no livro dela) - mas avisos são sempre bem vindos.


"Chorar era para momentos de muita dor, quando era preciso desabafar, livrar-se das peles mortas na alma para conseguir respirar."

PROJETO GRÁFICO
A diagramação e o projeto em si estão muito bons, o trabalho da Novo Conceito tem me deixado positivamente impressionada. As capitulares estão lindas, nelas vêm o nome do personagem que está narrando.

O livro é dividido entre o ponto de vista de ambos os personagens, eu adoro a forma como eles foram harmoniosamente separados de forma em que os personagens certos narram as partes certas. Isso faz você entender a trama na hora e da forma correta. Ponto para a escritora ♥

O que eu gostei muito também é que as músicas não são traduzidas enquanto "cantadas", a tradução entra na nota de Rodapé :) Ponto para a Novo Conceito!♥

PERSONAGENS
A definição do Cade é perfeita ,
"(...)Aluno de mestrado em belas-artes, voluntário, abraçador de mães(...)"
Pensa naquele cara perfeito, pensou ? Esse é o Cade, cara de modelo da Calvin Klein, gentil, cavalheiro, altruísta, divertido e outras coisitas más. Ele é um personagem adorável , você sente vontade de se tornar amiga e ajudá-lo a passar pela fase em que se encontra. Extremamente educado ele não sabe dizer não, o que pode ser um problema quando ele conhece a Max...

Max, super artística, linda, tatuada e problemática... Ela só namora o tipo de cara errado, fiquei bem envolvida com ela e bem curiosa para entendê-la melhor. Max sofre "sequelas" de um drama familiar. Ela é um espírito livre e totalmente espontânea - desde que esteja longe dos seus pais...
Em um ato de desespero ela pede a Cade - que ela nunca viu na vida - que finja ser o namorado dela por 24 horas, mas a partir daí as coisas se complicam...

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Um livros delicioso, sexy e viciante, que vai te dar saudade dos personagens quando você terminar de ler. Você vai pedir por mais, fato. Já estou ansiosa com o próximo lançamento da série. Uma leitura agradável que vai te divertir e entreter perfeitamente.

"Viver é difícil. E todos os dias os nossos ombros pesam mais e nós acumulamos mais bagagem. Assim, paramos e respiramos fundo, fechamos os olhos, apagamos a mente. É natural. Desde que você abra os olhos e siga em frente."

Vale lembrar que com a compra do livro você também ajuda a fundação Abrinq ; ) #ficadica

Eu gostei muito da leitura e super recomendo
Me conta o que você achou?
Beijos e até a próxima!

site: http://www.ensaiodemonomania.com.br
Babi 28/03/2015minha estante
Adorei o livro e a sua resenha. E tenho que admitir que a história (ou estória?) me pegou desprevenida. E diferente do primeiro livro, achei esse mais desenvolvido e bem preparado pela autora.

Só não consigo colocar 5 estrelas no livro pq varias vezes achei a Max meio paranoica com a palavra 'perfeição'.

Adorei o modo que você fez sua resenha: Introdução, projeto gráfico, personagens e considerações finais. Amei sua resenha, e vim até aqui ver o que as pessoas estavam escrevendo sobre, para eu começar a minha lá no meu blog: http://imperfeicaoliteraria.blogspot.com.br/

Beijos e continue assim!




Naty 13/03/2020

Acredito que não seja novidade aos leitores aqui do Blog que não sou fã de romances e nem de livros voltados para o lado hot. Recebi Fingindo e pensei que teria uma dosagem pesada de tudo o que eu não curto, porém, a obra conseguiu me surpreender e fez com que a leitura fluísse rapidamente.

Imaginei que Fingindo seria um fingimento do início ao fim, perdoem-me o trocadilho barato. No entanto, estava enganada. Max é uma garota completamente louca e que tem um namorado mais para frio do que para morno, mas foi o que ela escolheu e a garota não finge gostar disso. Contudo, esse sujeito pode não ser o genro perfeito para seus pais e, então, Max resolve fingir...

A moça finge ser o que não é. Seus pais acham-na a certa, que tem uma vida pacata e um trabalho que eles se orgulhem dela. Mas não é bem assim... A protagonista usa e abusa de maquiagens, tem várias tatuagens – que, por sinal, esconde dos seus pais a todo o custo –, além de trabalhar como dançarina em um bar noturno e outras duas profissões.

Quando a jovem menos espera, seus pais anunciam que farão uma visita na faculdade e desejam conhecer o “futuro genro”, então tudo parece desmoronar para Max. Seu namorado é exatamente o estilo de homem que sua família jamais aceitaria e ela deseja mostrar o inverso, até que surge um plano: pedir para um desconhecido para se passar por seu namorado.

A primeira pessoa que a garota enxerga na cafeteria é Cade Winston. Sem alternativas, ela vai até ele e faz o pedido. Max só não contaria com o pedido do rapaz, no qual ela teria de fazer algo em troca, mas resolve aceitar pelo momento de urgência. Já para Cade, a proposta chega em boa hora, pois ele vê essa oportunidade como uma forma de acabar com a sua fama de bom moço.

A protagonista é engraçada e desajuizada, porém, gostei do jeito dela, mas quem realmente tomou a vez, para mim, durante a leitura foi Cade. Ele sabe como fazer uma mulher se sentir feliz e consegue conquistar até mesmo os pais de qualquer pessoa que ele queira. Finge bem, no entanto, acima de tudo, sabe usar e abusar da verdade. Ele sabe envolver através de uma boa conversa. Já com Max, nem isso é necessário; um olhar já é o suficiente.

A diagramação da editora Novo Conceito é bem simples, apenas o início de cada capítulo que são trabalhados, mas ficou excelente. As folhas amareladas, espaçamento e fonte com tamanhos confortáveis apenas proporcionam uma ótima leitura.

Enquanto lia esse livro, em vários momentos, pensei em O segredo de Ella e Micha e O para sempre de Ella e Micha (em breve postarei essas resenhas no Blog). As histórias são parecidas, até mesmo por conter a música como um dos elementos principais. Diferente desses dois livros, Fingindo me agradou justamente por não ter um protagonista insuportável e cheio de frescuras.

Quotes:
“E não é que eu não os amasse... Eu os amava. Só não amava a pessoa que eles queriam que eu fosse” (p.19).

“- Meu nome é Cade Winston. Aluno de mestrado em belas-artes, voluntário, abraçador de mães e seu namorado pelas próximas vinte e quatro horas. Prazer em conhecê-la” (p.42).

“Peguei o abajur da mesinha de cabeceira e o joguei contra a parede. Fiquei vendo-o quebrar e desejei ter a satisfação de me estilhaçar daquele jeito. Doía mais quando não se podia ver ou tocar aquela parte de você que está em pedaços” (p. 236).

site: http://www.revelandosentimentos.com.br/2016/05/resenha-fingindo.html
Raah 02/06/2020minha estante
Olá, Naty! Eu adoro romances, mas também não curto os com pegada hot, então nunca li esse livro pelo mesmo motivo, mas fiquei animada em saber que a leitura te surpreendeu, com certeza vou querer dar uma segunda chance para esse livro ?
Confesso que gosto desse clichê de namorados de mentira, pois quando bem trabalhado cria uma história bem cativante e divertida ?
Já quero conhecer os protagonistas, principalmente Cade!
Gostei demais dos quotes selecionados, só aumentaram minha curiosidade sobre a história!
Adoreiii a resenha! Beijos! ?


Angela Gabriel 08/06/2020minha estante
Eu já penso que iria gostar..rs sou fã de leituras mais hot e fiquei lendo a resenha e me perguntando onde já tinha visto enredo igual. Isso do fingir, arrumar um namorado de "mentirinha",mas parece que não deu muito certo..rs
Mesmo com alguns probleminhas nítidos, se puder, é uma leitura que ainda quero fazer!!!!
Beijo


Amanda 09/06/2020minha estante
Ei! Não leio muito esse tipo de livro, mas quando leio acabo gostando bastante. Adoro um romance clichê, que é o que acontece geralmente nesses livros. Adorei os quotes escolhidos. Na época em que todo mundo estava lendo O Segredo de Ella e Micha eu fiquei com muita vontade de ler também, mas não pude comprar o livro e acabei deixando para lá. Esse eu já coloquei na minha lista de leituras leves para intercalar com os mais pesados, acho até que será o próximo.

Beijos,
Amanda Almeida


Michelle 23/06/2020minha estante
Acho que eu iria curtir sim! Gosto desse estilo gato e rato




Livros e Citações 04/03/2015

Fingindo é quase uma versão de Ela Dança, Eu Danço, só que melhor, mais quente, mais viciante
Mackenzie “Max” Miller tem um problema. Seu pais chegaram na cidade para uma visita surpresa, e se eles olharem seu cabelo pintado, suas tatuagens, e piercings, eles vão parar de enviar o subsidio que ela precisa para viver. Pior, eles esperam encontrar seu namorado, mas se eles virem o cara com quem anda saindo, Mace, repleto de tatuagens e uma banda, o cenário será ainda pior. Todas as suas mentiras estão prestes a desabar a sua volta, mas então ela conhece Cade.

"Lutar é para pessoas que se preocupam."

Cade mudou-se para à Filadélfia para deixar seus problemas para trás, no Texas. Até o momento, ele continuou com os problemas e teve poucas oportunidades de subir ao palco. Quando Max se aproxima dele em uma cafeteria com um louco pedido para ele ser seu namorado, ele concorda em interpretar o papel. Mas quando Cade desempenha o papel bem demais, eles ficam obrigados a continuar com a atuação. E quanto mais fingem, mais real começa a parecer.



"Nunca tinha saído com uma garota como ela, e provavelmente ela nunca saiu com um cara como eu. Mas às vezes você não sabe o que está buscando até que é golpeado em cheio nas costas."

Para quem não se recorda do livro anterior, ou decidiu não lê-lo e passar logo para esse, afinal são protagonistas diferentes, Cade era o melhor amigo de Bliss e ainda sofre com os sentimentos que tem por ela. É em Fingindo que vemos a amizade entre eles ter seu encerramento. E então Max aparece e ela é completamente o reverso de sua antiga amiga. Ela é uma garota com raiva, talento e possui uma personalidade extravagante, até que seus pais aparecem em cena e todos os seus medos e incertezas vem à superfície.

É difícil dizer de qual livro gostei mais, se desse ou de seu antecessor, mas não são tramas assim tão parecidas, enquanto Perdendo-me é mais despreocupado, sua sequência é mais sombria, a única coisa que se mantem igual é a química entre o casal, que Cade e Max também tem para dar e vender, o livro pega fogo e chega a dar para sentir a fumaça subindo, uma delícia.

"Eu canto sobre o peso das expectativas e relações venenosas e a perda da inocência. Canto pela forma em que a depressão pode tomar conta de minha cabeça como uma onda, jogando-me para baixo até o momento em que não se sabe onde é cima e baixo, onde ir para respirar."

Os comentários sarcásticos de Max também só fizeram o romance me ganhar ainda mais, essa garota é louca, e como não poderia deixar de ser, afinal estamos falando de um new adult, ela tem todo um trauma do passado envolvendo sua irmã falecida. Max tentou por vários anos preencher o espaço que Alex, sua irmã, deixou. Tentou, tentou e não conseguiu.

Fingindo é quase uma versão de Ela Dança, Eu Danço, só que melhor, mais quente, mais viciante, e com uma trilha sonora perfeita. Max é uma cantora que só quer seu espaço e Max é um nerd sexy com atitude de garanhão. Para quem gostou do primeiro livro da saga, no segundo Cora Carmack mostra que veio para ficar, e sua escrita torna-se ainda mais viciante. Mesclando uma narrativa triste e divertida, Fingindo é sobre a busca por perfeição e decepções que se acumulam até que é mais fácil deixar ir para seguir em frente.

"Há coisas pela qual vale a pena lutar, não importa o resultado, e você é uma delas."

site: http://www.livrosecitacoes.com/review-faking-it-cora-carmack/
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Henri B. Neto 17/05/2015

Resenha: Fingindo
Não existe nada que me decepcione mais em uma série de livros do que a temida ''Maldição do Segundo Livro''. Geralmente, eu consigo entender os novos rumos que um autor busca dar a sua história (seja ela uma sequência direta ou mesmo um companion book), mas - em alguns casos - não exitem justificativas que se possa usar para aplacar a sensação de expectativa frustrada e/ou descaracterização de todo um estilo que nos foi apresentado no primeiro volume. Infelizmente, "Fingindo" de Cora Carmack preenche todos os requisitos de um livro que sofre da Maldição.
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O que mais me chamava a atenção em ''Perdendo-Me'', o primeiro livro da trilogia, era que a autora não se levava a sério. Você sentia isto em cada capítulo, em cada página. A história era leve e divertida, os personagens eram engraçados e a narrativa era fluída. Eu me apaixonei por Bliss e Garrick, a química entre os dois é incrível, e a as situações pelas quais os dois precisavam passar realmente prendiam. Tanto é que, a primeira vez que eu li ''Perdendo-Me'', eu devorei toda a história em apenas um dia. Nem precisava pensar muito para saber que o livro se tornaria um dos Bookcrushes daquele ano.
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Então, vocês já podem prever o que eu esperava de ''Fingindo'', não é mesmo? Tudo o que eu queria é que ele seguisse estilo fanfarrão que a Cora Carmack nos apresentou em seu romance de estreia. Estava tão empolgado, e na época em que li o livro pela primeira vez nem havia a ideia de que a série viria para o Brasil, que já comecei a ler ele no lançamento mesmo. Agora, imaginem só qual foi a minha surpresa ao me deparar com um Novo Adulto igual à praticamente TODOS no mercado?! Repleto de dramas, e personagens com bagagem emocional e etc. Sim, foi um baque. Não estou dizendo que estas características são um problema - pois, em outras histórias, talvez elas não sejam. O ''problema'' é você esperar um livro leve como o seu antecessor e encontrar mimimi e choros. Não, eu não levei na esportiva. Se levei um dia para ler o primeiro, este levei uma semana. Nada parecia o mesmo, e isto não se devia ao fato de não serem mais os mesmos protagonistas.
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Esta sensação de torpor e "preguiça" não me seguiu apenas na minha primeira leitura. Como a editora Novo Conceito estava trazendo os livros para o Brasil, resolvi dar mais uma chance para a história e ver se o meu problema havia sido apenas um choque inicial com os novos rumos que a Cora Carmack tinha escolhido para este volume. Mas, ironicamente, minha leitura em português conseguiu ser pior do que na versão original. Aliado à minha ressaca literária do gênero, eu não conseguia me simpatizar com os problemas de Cade e Max. Ele, conhecido como o ''Menino de Ouro'', já ganhava a minha antipatia desde o primeiro volume (o que triplicou, depois deste), e ela - que se vendia como uma garota forte e decidida, líder de uma banda de rock e dona de uma atitude badass - era uma chorona.
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Eu realmente não sei aonde a autora estava com a cabeça ao escrever esta história. Pelo começo, ela realmente tinha potencial para ser tão cativante e engraçada quanto a sua predecessora... Mas, ao invés disto, Cora Carmack trilha o previsível caminho do Novo Adulto dramático, com histórias de superação (que não convencem) e com um casal que poderia ter sido incrível, mas foi só chato. Uma pena. Fico apenas na torcida para que ''Encontrando-Me'', último livro da trilogia e protagonizado pela amiga maluquinha da Bliss, volte às origens da série e feche tudo com um pouco de leveza e dignidade.
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Henri B. Neto
''Na Minha Estante''

site: http://naestante-henribneto.blogspot.com.br/2015/05/resenha-fingindo-perdendo-me-2.html
Lili 26/05/2015minha estante
Gostei da sua resenha,concordo em relacao ao segundo livro,mas o primeiro eu tambem achei chato e cansativo!desisto dessa autora ja li tres livros dela,nao da e muita perda de tempo nao me adapto ao estilo dela,nao rola quimica entre eu e seus livros!


Melissa 13/10/2016minha estante
Pensei que fosse a única que não tinha gostado e preferido bem mais o primeiro livro!




Anac.Barreto 22/03/2021

Gostei do livro, mas em alguns momentos achei a Max bem chata o que acabou atrapalhando o ritmo da leitura.
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Mia Fernandes 04/05/2020

Fingindo tem a narrativa pelos dois lados da moeda: Max e Cade.
“Cade você que era assim, de coração grudado em mim...”. Ok. A música não tem nada a ver com o Cade Winston. Mas a questão é que ela é tão fofa, gostosa quando o Cade, o protagonista de Fingindo. A todo momento, eu queria ser Max, ou a sua mãe, para ganhar um abraço gostoso do Menino de ouro. Ele poderia ser o meu namorado para a minha vida inteira. #prontofalei

Max Miller é uma jovem que é totalmente o oposto da boa garota que seus pais pensam que ela é. Dona de uma personalidade despojada, com seus indomáveis cabelos ruivos, lábios vermelhos e o corpo coberto de tatuagens. Ela é vocalista de uma banda de rock e para continuar seguindo o caminho da música, ela possui dois empregos: dançarina e balconista de um bar. Ela aparenta ser uma jovem mulher dona de si e do seu próprio nariz. Só que até a página três.

Devido a uma iminente visita surpresa de seus pais, ela tem que pensar rápido e tomar medidas desesperadoras: 1º terá que se livrar do seu namorado Mace (que é totalmente o cara errado para ela, na visão dos seus pais); 2º se livrar de todos os seus percings, esconder suas tatuagens, principalmente a do pescoço e, por último, não menos importante: 3º arranjar um estranho para interpretar o papel do seu namorado fofo! E é na caça ao cara “fofo” que ela bate o olho em Cade.

Cade era aquele cara bom moço, que saiu do catálogo da GAP, respeitoso, amoroso e que logo, em três segundos, consegue encantar os pais de Max. Um cara tão perfeito como ele não pode sair como uma garota tóxica como ela. Ambos são tão opostos, mas apesar das discrepâncias, criam um elo de amizade e atração, que vai além das máscaras que ambos usam.

De um lado temos a Menina Furiosa, Max, que aparenta ter a coragem de uma leoa, mas que tem uma alma amargurada e sofrida por não poder corresponder aquilo que seus pais acham que é certo para ela. Do outro, o Menino de Ouro, que mantêm uma máscara de perfeição. E mesmo sendo tão perfeito, isso não impediu Cade de ter o seu coração destroçado por sua melhor amiga e muito menos evitou que as pessoas o abandonassem.

Fingindo tem a narrativa pelos dois lados da moeda: Max e Cade. Então consegui compreender todas as nuances de Max, a sua “dupla” personalidade, o motivo de ser tão diferente das mocinhas habituais de comédias românticas. Ela possui uma profundidade que foi bem explorada pela autora. E claro, Cade. O que dizer sobre ele? Será que existe um cara como ele? Não estou falando de sua aparência, estou falando de sua essência, da sua bondade, de seu abraço gostoso. Como é que alguém em sua sã consciência abandona este cara? Acho mais fácil encontrar um vampiro no mundo real, do que um Cade dando sopa numa cafeteria.

Cora Camark virou o meu xodó literário. Os protagonistas de Figindo são totalmente opostos do Perdendo. Mas as suas histórias têm em comum a leveza, a comédia, amor e sensualidade na medida certa. Cade já era um personagem bem interessante em Perdendo, mas ele em Fingindo ganhou o seu papel de protagonista digno do Oscar, abraçador de mães e meu namorado pelas próximas vinte quatro horas!

xoxo
mia fernandes.
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Maria.Helena 06/05/2020

Ah doce Cade!
Confesso que antes de ler esse livro não achei que iria gostar tanto quanto gostei do primeiro, mas tudo muda não é mesmo? ahahaha
Nesse livro foi possível conhecer melhor o nosso querido Cade, que no primeiro livro era um dos melhores amigos de Bliss. Triste por recém sofrer uma decepção amorosa, ele começa a fazer pós-graduação, e se torna voluntário em um programa para jovens, ele é calmo, certinho e doce até aparecer a Max em sua vida com uma proposta diferente (ela é o completo oposto dele).
Max é livre, tem um estilo próprio, não tem uma boa relação com sua família e seus relacionamentos não duram muito e bem no fundo ela guarda uma profunda tristeza por uma tragédia que aconteceu em seu passado.
Por incrível que pareça eu gostei muito mais desse segundo livro, esse casal oposto tem muita química, Cade é doce e gentil enquanto Max é mais desconfiada e direta. Confesso que achei o livro mais engraçado no começo, a relação deles era mais leve, mas conforme as páginas foram passando, os sentimentos e medos de cada um ganharam mais espaço no livro e foi nessa parte que começou a enrolar um pouquinho (o desfecho poderia ter vindo um pouco antes). Fora isso, o livro é bom, a história que os dois construíram é fofa, e gostei bastante dos personagens (Cade com certeza está na minha lista de crushs), é uma história que vale sim a pena ser lida!
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Isabelly B. 09/04/2021

Então...
Vamos lá... Eu desisti desse livro há muito tempo atrás e atualmente senti vontade de largar também.
A autora tem personagens bons, com seus problemas e defeitos, mas o desenvolvimento deles é muito ruim. Em vez da metade do livro focar na vida pessoal deles, ficou apenas na "tensão sexual" bizarra e nos momentos finais foi tudo corrido.
Um desperdício real. Mas enfim, talvez funcione para alguém.
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Anna Laitano 25/07/2015

Supera o volume anterior logo nas primeiras páginas
Após apaixonar-me por Bliss e Garrick no primeiro volume da trilogia, Perdendo-me, estava mais do que pronta para embarcar na história de Cade, o melhor amigo da ex-protagonista, que agora ganha sua história. Eu estava ansiosa, mas mesmo assim não esperava me apaixonar tão rápido quanto aconteceu.

Desde que Bliss partiu seu coração, Cade está tentando recomeçar. Ele tenta agir normalmente perto da ex-melhor amiga, que agora está noiva do homem que ama, mas é difícil. O que ele nunca esperava é que um encontro esquisito com o casal fosse mudar sua vida para sempre. Porque naquela tarde, naquele café, ele conhece Max.

Max pede que Cade finja ser seu namorado, esperando apenas que seus pais, que chegaram de surpresa, mantenham a imagem que têm da filha. A garota acredita que será fácil, rápido e indolor. Mas seus pais se apaixonam pelo primeiro namorado 'descente' que a filha apresenta e prolongam a estada, fazendo os dois terem que continuar convivendo. E quanto mais eles se conhecem, mais difícil fica fingir e negar o que começam a sentir, contra todas as probabilidades.

Desta vez os protagonistas dividem a narração. Assim, conhecemos os pensamentos confusos, contraditórios e por vezes colidentes de Max e Cade. Incrivelmente, este detalha fez toda a diferença. Porque a partir do momento que podemos observar ambas as perspectivas, acabamos também nos conectando mais e entendendo melhor as motivações de ambos.

Se com Bliss eu expliquei que havia uma comicidade ao nível de fanfictions, Cora aqui nos prova que isso é apenas parte de sua habilidade de construir e entrar na cabeça de seus personagens. Max e Cade não se assemelham à ex-protagonista, com métodos de pensamentos totalmente diferentes, o que resulta em uma escrita mais amadurecida e bastante agradável.

Max é uma rebelde. Mas ela está longe de ser aquele tipo que simplesmente faz o que quer e não se importa com nada nem ninguém. Apesar da fachada decidida, ela tem medos e traumas, tornando fácil que o leitor se empatize por ela.

Cade é um personagem que eu não imaginava que poderia gostar tanto. Contudo, agora estou para dizer que preferiria ele do que Garrick qualquer dia (o que é dizer muito considerando minha queda por sotaque inglês).

Algo que achei muito melhor neste volume, é que os personagens são infinitamente melhor explorados emocionalmente. Seus passados são parte importante não apenas da formação deles, como do desenvolvimento do relacionamento dos dois. Isso dá um toque de realidade que falta em Perdendo-me.

Há traços da história de Max e Cade que se assemelham com Bliss e Garrick, mas, em geral, são bastante diferentes. Incrível como ambos os casais, cada um a sua maneira, me conquistaram. Eu sou chata para romances, sou mesmo e sei disso; entretanto, mais uma vez me vi rendida em poucas páginas, torcendo entusiasticamente pelos protagonistas.

A história do segundo volume é tremendamente mais sexy e mais emocional. Talvez não tão cômica, já que nunca haverá uma personagem tão atrapalhada quanto Bliss, mas mesmo assim Cora manteve o estilo de escrita divertido e provocante que tanto nos conquistou.

Algo que me incomodou foi a cronologia da serialização. Tendo lido Keeping Her, o conto entre o primeiro e o segundo volume, surpreendi-me ao ver que ele aparentemente acontece ou entre os acontecimentos do segundo livro ou depois. Tudo bem, não há nenhum tipo de spoiler no conto sobre o segundo volume, é apenas algo que confunde a cabeça do leitor que gosta de uma linha cronológica bem delineada.

Adoro o padrão da capa, com essa dica de um conteúdo sexy. Mas o que mais amo é o detalhe da tatuagem da Max aparecendo! Além disso, a formatação segue o padrão escolhido para a trilogia, limpo e agradável. A tradução da trilogia, porém, mudou de tradutor. Até que ponto isso é bom? Posso afirmar com toda certeza que a tradução de Polzonoff caiu mais em meu agrado. Não é que não tenha tido uma construção ou outra que não tenha me incomodado, é só que me fluiu mais naturalmente do que a do volume anterior, feita por Death. Ainda assim, me causou estranhamento ver coisas que já haviam sido apresentadas anteriormente, agora reintroduzidas de forma diferente. Não é algo que chegue a incomodar, longe disso; apenas me faz desejar que tivessem mantido o mesmo tradutor — preferencialmente, este — para os três livros.

Pouco a pouco Cora Carmack está se tornando minha autora cura-de-ressaca-literária. Porque quando termino de ler um livro que me deixa sem conseguir ler mais nada durante algum tempo, sei que conseguirei ler suas histórias e me envolver, superando qualquer trauma que tenha passado com a história anterior. Sério, a mulher cura ressacas literárias com seu jeito despretensioso! De qualquer maneira, recomendo este livro totalmente. Se você gostou do primeiro, gostará ainda mais deste; se não gostou do primeiro, há chances de que goste desse, que é ainda melhor. Não há como errar!

site: www.tecendopalavras.com.br
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Sil 18/11/2015

Resenha: Fingindo | Blog Cantar em Verso
Fingindo é disparado meu livro preferido da série Losing It. Cade é um personagem que me conquistou desde a primeira vez que apareceu em Perdendo-Me e claro que fiquei mega animada com um livro dele.

A proposta de Fingindo é bastante diferente de Perdendo-Me; E sinceramente muito mais divertida. Duas pessoas fingindo ser um casal o leitor não precisa esperar nada mais do que diversão. No primeiro livro Cade é praticamente um coitado que fica sofrendo de paixão não correspondida por Bliss e isso não conquistou alguns leitores. Realmente, um personagem se fazendo de coitado só deixa a leitura mais chata e leitores com raiva; Mas sabiamente Cora tem a chance de mudar a opinião dos leitores sobre ele. Para mim é claro que funcionou muito bem: Ele é o bom moço que toda garota quer mas também é o homem que toda mulher quer, entende a divisão? Não estou dizendo que ele é perfeito, pois sua insegurança é algo que ainda esta muito presente nesta obra mas sabendo de onde ela vem é muito mais fácil aceita-la do que critica-la, ajuda inclusive no processo de amadurecimento do próprio personagem.

Max é uma personagem à parte. Eu simplesmente a adorei desde a primeira aparição. Não tenho muita identificação com ela porém eu a admirei, a achei engraçada, estilosa e um grande exemplo de protagonista. Ela tem atitude de durona mas no fundo é uma flor. Tem seus problemas com os pais e de aceitação, não apenas com as pessoas de sua família mas inclusive com ela mesma. Ao meu ver a autora conseguiu desenvolver essa personagem muito bem ao longo das páginas sem deixar a leitura arrastada. A narrativa foi seguida de momentos mais sensuais entre os protagonistas, com outros engraçados e aqueles que podem tirar lágrimas de leitoras mais sensíveis (brimks).

O livro é narrado pelos dois personagens, intercalando os capítulos e assim temos muito mais facilidade de entender essa confusão toda pela perspectiva de ambos, já que uma simplesmente brincadeira vai acabar se tornando algo muito sério e que vai afetar os dois. Para ler Fingindo não é necessária a leitura de Perdendo-Me e sinceramente eu recomendo muito mais este do que o primeiro.

site: http://cantaremverso.com
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Cabine de Leitura 02/08/2015

Sexy e muito divertido.
Fingindo faz parte de uma série de três livros da autora Cora Carmark, o primeiro é Perdendo-me, Fingindo é o segundo volume e o terceiro ainda aguardamos ser lançado por aqui.
Independente de ser uma série, estes livros não são necessariamente um continuação do outro, então não tem muito problema em você ler fora da ordem.

Quando recebi esse livro da Editora Novo Conceito fiquei apaixonada pela capa e claro que muito apreensiva quanto ao que me aguardava em suas páginas. E vou dizer que fui surpreendida por uma história apaixonante e extremamente divertida. É tipico enredo de filme de sessão da tarde, mas sem os dramalhões juvenis que vemos nas telinhas.

O livro vai contar a história da Max, uma jovem que é tudo aquilo que seus pais nunca sonharam, mas que na frente deles sabe fingir muito bem se encaixar na ilusão de família perfeita que s eles sustentam.
Max é vocalista de uma banda de rock, vive em um apartamento com ajuda de seus pais e um emprego em um bar, onde divide o expediente como balconista e dançarina. Ela é uma garota despojada, lábios carnudos, bochechas ressaltadas, com um corpo tatuado e seus marcantes cabelos vermelhos. Mas é uma garota assombrada, assombrada pelo passado e por não ser os que os pais queriam que fosse.

Hoje em dia era mais fácil simplesmente agradá-los, ainda mais porque eles estavam me ajudando financeiramente para que eu pudesse passar mais tempo trabalhando com música.

A visita inesperada de seus pais e a ideia que ela está com um novo namorado pede medidas drásticas e Max vai na primeira que aparece em sua frente.
Em um café ela encontra a solução para todos os seus problemas, sentado em um canto o rapaz perfeito para se passar por seu namorado, Cade. Ele é totalmente o oposto de Max, é gentil, doce, educadíssimo, previsível e abalado sentimentalmente, depois que seu grande amor arrumou um namorado. Ele aceita o pedido de fingir ser o namorado de Max em troca de um encontro.
A partir daí vamos descobrir quem realmente é quem e o que eles escondem por baixo de toda aparência.

Meu nome é Cade Winston. Aluno de mestrado em belas-artes, voluntário, abraçador de mães e seu namorado pelas próximas vinte e quatro horas. Prazer em conhecê-la.

Hora na narrativa de Cade, hora na de Max, vamos vendo que o casal tem muito mais em comum do que qualquer um possa ter imaginado. Que apesar de ser um casal de mentirinha, criam entre eles uma amizade, um desejo de querer estar junto. Um apoiando o outro e claro que o amor vai explodir no peito dos dois, e eles vão fugir desse sentimento, até descobrirem que não vale a pena fingir e terão de encarar de frente todos os seus temores.

Viver é difícil. E todos os dias os nossos ombros pesam mais e nós acumulamos mais bagagem. Assim, paramos e respiramos fundo, fechamos os olhos, apagamos a mente. É natural. Desde que você abra os olhos e siga em frente.

A arte de capa do livro já vale como um recado de não nos deixarmos ser levados pelas aparências. No decorrer da leitura vamos sendo apresentados aos conflitos internos do casal principal e ao desenvolvimento da maturidade de ambos.
A autora desenvolveu um lindo romance, sem o tornar meloso, é humorado e sexy, mas longe de ser proibido para menores de 18 anos. Um leitura divertidíssima que me deixou
louca de vontade ler toda a série.

Nunca tinha saído com uma garota como ela, e provavelmente ela nunca saiu com um cara como eu. Mas às vezes você não sabe o que está buscando até que é golpeado em cheio nas costas.

Recomendo e já adianto que é impossível não se apaixonar pelo casal Cade e Max.

site: http://cabinedeleitura1.blogspot.com.br/2015/07/resenha-fingindo.html
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Atitude Literária 30/03/2015

LINDO, SUAVE E APAIXONANTE
Fingindo é o segundo volume da série Losing It e conta a história do Cade Winston. Para que não leu Perdendo-me ou não se recorda, Cade era o melhor amigo de Bliss a protagonista do primeiro livro.
Quem me conhece sabe o quanto amo livros de amores que surgem dos momentos mais inusitados, situações mais incomuns, ou que envolvam propostas e desafios. Ainda que isso seja, clichê.
Cade ainda está preso pela dor da rejeição de Bliss, ele continua sofrendo ao ter que presenciar a felicidade da “amada” com outro. Apesar disso ele tenta se manter firme e não demonstrar o quanto ela ainda meche com ele. Cade é um fofo. O cara realmente faz jus ao apelido “Menino de ouro”, ele é tranquilo, galante, sexy e parece saber sempre como agir ou o que falar para te fazer sentir melhor, educado, inteligente e ainda faz serviço voluntário. Eu poderia chamá-lo facilmente de príncipe encantado.
Mackenzie ou Max como gosta de ser chamada é o oposto. A garota é radiante, com uma personalidade marcante, aparência exótica e maluquinha (Apesar da dificuldade de expor sua verdadeira identidade quando está próxima de sua família). Mas como nem tudo que parece realmente é... Ela possui seus segredos. Mistério esse que a deixa vulnerável e insegura, mas não menos interessante e divertida. Max é uma musicista, o que deixa a playlist do livro ainda mais rica e linda.
Tenho comigo que a autora realmente curti o romantismo misturado com drama. Vivemos isso no primeiro livro da série, ainda que de maneira mais despreocupada e somos sugadas para um emaranhado de emoções no segundo.
Max se encontra em uma situação de emergência, seus pais estão na cidade e ela tem menos de cinco minutos para encontrar o namorado perfeito para apresentar a eles. Cade estava no lugar certo na hora mais precisa. Bastou apenas um olhar, uma situação de emergência e então... Aquele clique, ele era o cara certo e ela desesperada se prendeu a isso.
A proposta foi inusitada. A mais louca e inesperada possível e ele, aceitou. (Fingir seu namorado, atuar).
O que era para ser apenas por uma hora, passou para um feriado e então, para as festas de final de ano. Presos por uma mentira. Unidos por uma atração que nenhum deles é capaz de controlar ou explicar. Segredos são revelados, mascarás caem e o verdadeiro EU aparece, e o que era apenas uma brincadeira, um fingimento se torna indomável, revelando que o amor é algo que não se pode controlar ou escolher.
(...) Alguma coisa mudara entre nós dois – algo pequeno e inefável, mas deixamos de ser o que éramos e nos transformamos em algo novo.
Fingindo é um romance gostoso de se ler. A autora possui uma escrita fluida e explora bastante o lado emocional. Ele retrata a dor da perda, o quanto isso pode afetar negativamente a confiança e as decisões futuras. Fala sobre se reerguer, lidar com a dor, recomeços. É difícil não se prender ou se identificar com pelo menos um dos personagens. Aprender com eles.
Eu sou do tipo de leitora que acredita que o momento pelo qual estamos passando influencia diretamente na forma como reagimos ao ler um livro. O mesmo pode acontecer ao assistirmos um filme ou escutarmos determinada música. E no momento atual da minha vida, Fingindo me tocou profundamente, ele realmente me envolveu e me levou as lágrimas, não por ser um romance triste e marcado por tragédias, mas pela superação e a maneira como a autora desenrolou o enredo. Sim eu apaixonei pelo Cade e Max.


site: http://letraselivros2.blogspot.com.br/2015/03/resenha-fingindo-cora-carmack-editora.html
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