A Escolhida

A Escolhida Amanda Ághata Costa




Resenhas - A Escolhida


61 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5


Ana Martines 22/03/2015

fantasia com muito romance
Ariali sempre soube que não era igual a todo mundo. Foi abandonada por seus pais quando era muito jovem ainda, o que ajudou no seu crescimento acreditando que o amor destrói. O amor não vale a pena. Nunca. Mas isso não é a única coisa que a torna diferente de todos, e sim a sua sede por poder, por sangue. Ariali tem prazer em matar, e não se envergonha por isso.

No entanto, por trás de toda criatura sombria existe uma alma pedindo socorro. Ari conhece Luke, um personagem doce, amável, carinhoso e tudo o que há de bom no mundo da literatura (sim, ele é apaixonante). Junto com Luke, Ari conhece um mundo novo, um mundo guiado pelo poderoso Egran que, assim que a vê, não perde a chance de desperdiçar os seus poderes.

Entre um romance improvável e uma guerra de poderes, Ari ainda tem a oportunidade de descobrir mais sobre seus verdadeiros pais, e os motivos pelos quais a abandonaram. Um novo mundo é revelado à sua frente, um mundo que nem fazia ideia de que existia, e tudo o que precisa fazer é sobreviver.

"Sou o nada e o tudo, um meio termo. O amor não me petrifica, o perdão não é acumulado em minha carne e as emoções não invadem o meu coração. Sou a própria rocha."

A Escolhida é o primeiro livro escrito por Amanda Ághata Costa, e é surpreendente falar isso. A maneira como Amanda evolui a história, com seus altos e baixos, com suas revelações e mistérios é completamente profissional. É assim que encontramos uma escritora que nasceu com o dom. Além de tudo, Amanda tem uma escrita peculiar, com frases fortes e marcantes, uma narrativa intensa e, ao mesmo tempo, levíssima.

A obra é uma fantasia com muito romance. Misturando tudo o que há de bom: poderes, magias, personagens maravilhosos, rebeldes, amizades, amores proibidos... O romance tinha tudo para não me agradar, já que não sou fã desse gênero. No entanto, a maneira como Amanda evoluiu a história, a maneira como os personagens me prenderam e o romance me conquistou... Fez com que esquecesse toda essa frescura de não gostar de fantasia. Agora, é diferente: eu não gosto de fantasias mal escritas. Essa não entra nessa categoria.

"O seu passado é apenas seu, e ninguém te tirará os méritos ou as dores. Agora, me responda: por que temer a liberdade, se ela é tudo o que mais quer?"

A diagramação também não deixa a desejar. Sendo uma publicação independente, é difícil vermos um livro tão bem cuidado assim. Mas este é. Uma capa maravilhosa (feita pela Marina Avila, é claro), as folhas são amarelas e grossas, as letras são grandes - facilitando demais a leitura... Ok, chega de falar bem do livro, né? rs.

Podemos encontrar alguns pontos soltos na história, questões que não foram respondidas. Mas é entendível, já que se trata de uma trilogia. Seria estranho não encontrarmos assunto para o próximo livro. E esses pontos são, na verdade, maravilhosos, pois nos deixa com aquele gostinho de "quero mais". Já anseio pelo próximo volume!

Resumindo, A Escolhida é o livro perfeito para aqueles que gostam de um bom romance fantasioso. Para os fãs de A Desconstrução de Mara Dyer: super recomendo. Este é o livro certo para vocês, e acredito que para muitos outros! Um livro envolvente, marcante, emocionante e fantástico! Vale a pena ser lido.

site: http://www.vicioemlivros.com/2015/03/resenha-escolhida-amanda-aghata-costa.html
comentários(0)comente



Silvana - Blog Prefácio 27/05/2015

Dizem que todos temos o bem e o mal dentro de nós. Em Ari isso é verdade. Literalmente. Ela é um Anjo Negro. E ultimamente o mal tem tomado conta dela. Quando ela faz o bem, suas penas se tornam belas e espessas e quando faz alguma maldade, suas penas ficam ralas. Até por isso ela quase não tem penas. A sua satisfação está em destruir a felicidade das pessoas. Ela passou a matar para aliviar suas frustrações e quando viu, isso se tornou parte de uma rotina. Hoje ela saiu para cumprir essa rotina, mas em vez de caçar, ela que virou a caça. Quando ela percebe está paralisada e tem dois garotos fazendo perguntas a ela. Ela se recusa a conversar com eles, e quando um deles tenta obter informações usando a força física, ela fica tão brava que consegue quebrar o encanto que a mantinha presa e derruba o garoto que a tocou.

O outro garoto começa a rir do companheiro e acaba se apresentando como Luke e o garoto que ela derrubou é Edlun. Eles dizem que são feiticeiros e vieram buscá-la a mando de seu mestre, Egran. Eles vivem no Circulo. Todos eles tem uma habilidade, a de Edlun é entrar na mente das pessoas e a de Luke é ver o passado delas com apenas um toque. Coisa que ele faz quando toca em Ari. Ari vai com eles contra a sua vontade e quando conhece Egran, cujo dom é captar a verdade, ele diz que precisa dos serviços dela e em troca vai revelar coisas de seu passado, que ela não se lembra. E acaba colocando nela, sem que ela perceba, uma marca de um circulo negro, que só depois ela vem a saber que se ela não cumprir a vontade de Egran, ela morre, mesmo sendo uma imortal. Ari não tem outra opção a não ser ficar.

Ela começa a conhecer os feiticeiros que vivem no Circulo. Entre eles está a irmã de Luke, Vincy, que Ari já não gosta logo de cara, mas que depois se torna uma grande amiga. Depois ela conhece Evan, irmão mais novo de Egran e Edlun e fica sabendo que ele fez mal a Vincy, pois, ele odeia Luke. Ari promete ajudar Vincy, então Luke decide contar a Ari o que viu quando tocou nela, desde que ela prometa seguir suas instruções. E quando Ari descobre o que Luke viu, quem são seus pais e porque ela foi abandonada, Ari fica perdida de vez. Agora ela tem certeza de que será sempre sozinha. E se esse segredo for descoberto, não será somente ela que sofrerá as consequências. O que Ari não sabe, é que não é apenas Egran que a quer, as outras especies, também estão a sua procura. Agora Ari tem que esconder de onde veio e ao mesmo tempo lutar contra o que sente por Luke, já que qualquer relação entre os dois é proibido.

Confesso que quando comecei a leitura desse livro achei que fosse ser um livro chato e entediante. Achei o começo bem confuso e demorei para entender as coisas. Mas como tinha gostado bastante da sinopse, insisti na leitura. E depois da pagina 50 mais ou menos, não consegui mais largar. A história tomou um rumo totalmente diferente do que eu esperava. O ritmo é eletrizante e tem ação e descobertas o livro todo. Apesar da autora ter escrito sobre um tema que já está bem batido, anjos, demônios, vampiros, lobisomens, fadas e feiticeiros, ela conseguir criar algo novo e diferente. Só não gostei de terem ficado muitas coisas em aberto. Sei que é o primeiro livro, mas tinha coisas que eu precisava saber hehe.

O que mais gostei e foi o diferencial na minha opinião, foi a protagonista. Ela não é a heroína boazinha que estamos acostumados a ver em histórias assim. Pelo contrario, ela é má e tem prazer na desgraça alheia. Apesar que depois vemos que ela tem bondade dentro de si e é até possível que ela mude ao longo dos outros livros, mas devo dizer que gostei muito dela assim. E o Luke, gente o que é aquilo. Me apaixonei. Ele é o tipico mocinho que todos amam. Além de estar sempre ali para Ari, ele é um irmão maravilhoso. E tem garotos para todos os gostos. Até Egran me deixou com um friozinho na barriga. Ah, os vilões! Recomendo esse livro para quem gosta de um bom livro de fantasia. A autora me surpreendeu.


site: http://blogprefacio.blogspot.com.br/2015/05/resenha-escolhida-amanda-aghata-costa.html
comentários(0)comente



Camila 20/02/2017

Resenha: A Escolhida (Por Livros Incríveis)
Ari é uma jovem atraente e de feições delicadas. Entretanto, ninguém imagina que ela é um anjo sedenta por sangue e que gosta de atrair pessoas para matá-las com seu arco e flecha para depois provar de seu sangue. Por ser um anjo na Terra, ela logo é capturada e levada ao Círculo, lugar onde moram os feiticeiros. Agora refém, Ari é percebe que tudo que era convicta e tinha como verdade pode não ser tão verdade assim, quando descobre um lado de si mesma que era totalmente desconhecido, onde pode amar e ser amada. Ela precisa descobrir então qual lado dela reinará, onde ela finalmente pode sentir, ou onde ela continuará destruindo a tudo e todos.

“Sozinha, eu sou melhor que vocês todos unidos.”


A Escolhida é o primeiro livro lançado pela autora Amanda Ághata Costa e consequentemente, meu primeiro contato com a escrita dela. Confesso que pela sinopse, não fazia ideia de como a história se desenrolaria ou até sua abrangência e devo dizer que todo o conjunto foi muito agradável.
Ao começar pela escrita, a de Amanda é deliciosa. É envolvente e muito bem feita, cheia de metáforas e frases belíssimas que me fizeram marcar o e-book todinho (e foi difícil escolher apenas duas pra pôr aqui). Além disso, por ser narrado em primeira pessoa, os leitores acompanham e têm as mesmas dúvidas que a protagonista. Um fato que eu particularmente achei curioso é que sempre que eu tinha uma pergunta e me questionava mentalmente, ela era sanada umas páginas depois. A autora escreve de forma a induzir a curiosidade, mas sem enrolar para nos dar algumas respostas. Ainda assim, a leitura pode ser meio lenta nos primeiros capítulos, onde eles são muito extensos. A partir de certo ponto, a leitura fluiu melhor, sem ter capítulos rápidos ou longos demais. Também tive certa dificuldade em imaginar os ambientes retratados, mas nesse caso, acho que foi falha minha, onde uma hora imaginava que o ambiente era algo mais medieval, e em seguida, eram descritos carros e avenidas.

Os personagens também são, em sua maioria, bastante amáveis. Ariali, a protagonista, é particularmente surpreendente. Sua personalidade é algo totalmente diferente do que vemos nas protagonistas por aí. Ela é badass, mas de um jeito realmente ousado, onde demonstra sua revolta e não leva desaforo para casa. Logo, a leitura já ganha um novo frescor com tamanha diferença se comparado a outras obras que li, mesmo que muitas vezes ela acabe sendo imatura por não saber lidar com os novos sentimentos. Ela também faz um par convincente e extremamente foto com Luke, que não ganhou meu coração, mas que é o garoto dos sonhos de muitas garotas. Particularmente Vincy foi minha personagem favorita, pois foi a que mais me identifiquei. (ainda que na parte de festas e bebedeira ela seja o oposto de mim!)

“Um detalhe tão pequeno nos mostra que, por mais que seja a escuridão presente no mundo ou especificamente em cada criatura, sempre haverá uma fagulha de esperança. No centro, por mais imperceptível que venha a ser, ela está ali silenciosa... Esperando por sua fuga.”


Ao meu ver, há duas mensagens principais que a autora quis passar. A primeira, é que toda e qualquer pessoa possui os dois lados; cabe a ela seguir o que acha mais válido. Nenhuma pessoa é inteiramente boa ou má, todos cometem erros, possuem falhas e podem fazer algo bom por alguém. Independente de quem ela é ou julga ser. E Ari é a perfeita combinação sobre o que Amanda A. Costa quis passar.
O outro ponto, diria eu, é sobre uma sociedade que não tem liberdade alguma de escolha, basicamente ditadorial. Onde pede-se solenemente que não se faça. Mas caso faça, morre. Ao longo de toda a obra, Ari narra sobre como Egran, o mestre do Círculo, manda e desmanda e obriga os outros a realizarem suas vontades. Foi uma crítica sutil, mas ainda assim, presente.

A história termina em aberto, para ser continuada quase que prontamente no próximo volume. O final foi satisfatório, respondendo parte das possíveis dúvidas cruciais dos leitures. Por outro lado, deixa mais uma porção de questões em aberto, como por exemplo como será a relação com Vincy e se um dos personagens que apareceu logo no final ganhará mais destaque.
A Escolhida mostrou-se um romance bem elaborado, mesclando com sucesso a fantasia e várias criaturas míticas, sem que se tornasse cansativo ou repetitivo. Além disso, é uma história criativa e original, sem semelhança com as que vemos por aí, logo, extremamente recomendado para quem gosta do tema. Aguardo agora ansiosamente pela continuação, e espero que não demore a chegar.

Sobre a série:
A Escolhida é o primeiro livro da saga que leva o mesmo nome e foi lançado em 2015. O segundo livro, A Subestimada, está em processo de finalização e será lançado ainda esse ano.

site: https://porlivrosincriveis.blogspot.com.br/2017/02/resenha-escolhida-amanda-aghata-costa.html
comentários(0)comente



Fer - Mato Por Livros 06/04/2015

Intrigante! Diferente! Apaixonante!
A Ari é o tipo de garota que gosta da solidão. Ela esconde dentro de si algo muito obscuro, um sentimento negro. Uma vontade enorme de matar. Ela tenta viver sem chamar muita atenção, matando sua sede de sangue sempre que possível. Ela vive para matar.


“Não tenho uma família, nem imagino de onde venho. Matar é o meu maior desejo e o único que não deixo de colocar em pratica. O odor de vida se esvaindo através de meus dedos é a sensação mais intensa que vivencio.”


Ela nunca acreditou no amor, até porque nunca conheceu esse sentimento. Ela foi abandonada por seus pais desde nova, o que fez com que seu ódio pelo mundo fosse ainda maior.


O que ela não sabia era que um feiticeiro esperava ansiosamente para ter Ari ao seu lado, podendo usar de seus poderes, e de sua sede se sangue. Tudo o que ela menos queria era se aliar a um circulo de feiticeiros que ela abomina.


Mas o destino é imprevisível e Ari conhece um feiticeiro que ira mudar algo dentro dela. Mesmo que ela ainda não compreenda que tipo de sentimento é esse.

Luke é um feiticeiro do bem. Ele é carinhoso, bondoso e protege a todos que ama. Ele se sente fascinado por Ari logo de cara. Mas, Ari se mostra irredutível em abrir seu coração.


“falar sobre a paz é totalmente embaraçoso, porque para alguns, ela se resume a um beijo ou um abraço. Ohar as estrelas, escutar as ondas quebrarem-se na encosta. Para Luke, uma simples caminhada até o jardim é capaz de resolver seus temores. Já a minha paz sempre foi encontrada no ultimo suspiro, no ultimo olhar, nos últimos instantes da própria paz do outro. As nossas semelhanças são mínimas e, quando colocadas frente a frente, me fazem perceber o quanto não sirvo para estar entre eles.”


Até quando isso poderá durar?

O que ela não esperava era que esse novo mundo leva-la ia por um caminho sem volta. Um caminho com sentimentos, para Ari, antes improváveis e até que ela abominava. Sua paixão por Luke pode ser algo ainda mais perigoso que enfrentar o temido Egran.

Em um conflito de sentimentos que mesclam amor, amizade, perdão, medo e o temível desconhecido, Ari vai ver sua vida mudando diante de si, sem ter o controle que antes ela tinha sobre seu coração e sobre sua vida.


“-Não se molda o destino, menina. É impossovel mudar o curso de dois rios quando ambos são feitos para desaguar em um so lugar.”


Quando Ari começa a baixar um pouco as barreiras em torno dela, e algumas pessoas conseguem entrar em seu coração, eis que uma tragédia fará com que novamente Ari se feche em seu mundo.



“Não adianta procurar por ar se voce esta no fundo do oceano, afundando cada vez mais. Basta aceitar o que isso é. A ilusão não ajuda. Geralmente ela atrai ainda mais desgraças.”


Confesso que Ari foi uma personagem que me deixou transtornada. Nossa! Amanda criou uma personagem para despertar o ódio dentro de nós. Mas foi só Luke aparecer, com todo seu olhar profundo e vendo o que estava escondido nas profundezas do ser de Ari, para que eu pudesse também ver o mesmo.

Confesso que no começo achei a leitura um pouco lenta. De certa forma, um pouco foi porque infelizmente iniciei a leitura em uma época péssima e precisei largar o livros por diversos momentos.

Mas quando realmente me dediquei á leitura o desenvolvimento do livro aconteceu.

O mais interessante é que fora Luke, não podemos confiar em nenhum personagem, por um bom tempo nem mesmo na própria Ari. E esse foi para mim um dos pontos altos do enredo.


O livro é cheio de mistérios e a cada página é uma nova surpresa, um novo suspense e nunca sabemos o que vamos encontrar.

Uma das características da escrita de Amanda é trabalhar muito bem a narrativa pelos olhos de Ari. Algumas pontas ficam soltas e nos vemos confusos, mas isso nada mais é que exatamente o ponto de vista da própria Ari. Afinal o desconhecido e o pavor pelo novo são constantes em sua vida.

Aos poucos seu coração vai amolecendo e ela percebe que a solidão nunca foi boa. Nunca foi uma opção.

O final claro, nos deixa ansiosos pela continuação e com medo do que vamos encontrar e de tudo o que Ari, Luke e sua turma de amigos tem para enfrentar.

A capa é linda. Tem quem diga que parece ser a própria Amanda retratada na capa rs, afinal as duas são lindas. E a diagramação é de um zelo impressionante. Páginas amareladas e letras grandes. Toques muito confortáveis para a leitura.

Com certeza uma leitura para quem ama fantasia, principalmente aquelas que o desconhecido, o novo, e a mescla de seres são totalmente presentes no enredo.


Beijosss

site: www.matoporlivros.com.br
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Mari 29/07/2015

Resenha Completa
Esse é o primeiro livro da série de fantasia A Escolhida, escrita por Amanda Ághata. O livro é voltado para o público mais jovem, entre 14 e 20 anos, mas isso não quer dizer que adultos não possam vir a gostar dele ou que ele não seja envolvente para pessoas com mais experiência de vida, afinal, é uma fantasia.

A personagem principal é Ariali, uma jovem que se autointitula uma rocha, por não permitir que nenhum sentimento se apodere dela. Na verdade, seu maior orgulho é poder dizer que não sente. Mas convenhamos, quem se gaba de não sentir, geralmente esconde algo muito maior: a dificuldade em lidar com os sentimentos negativos, o medo da rejeição devido ao profundo desejo de ser aceito, etc. Ou seja, quem não quer sentir é geralmente aquela pessoa que "sente demais".

Ari, como é chamada, é uma assassina em séria já antes dos 18 anos, quando é "sequestrada" para o círculo a pedido de Egran - o líder dos feiticeiros, a quem todos obedecem, mesmo o odiando profundamente, pura e simplesmente porque o temem.

No círculo ela será obrigada a conviver com vários feiticeiros que, aos poucos, minarão os enormes muros que ela construiu ao redor de si mesma. O maior responsável pelo abalo desses muros é, obviamente e como não poderia deixar de ser, um lindo rapaz de bom coração, Luke.

Luke é um fofo. Logo ao conhecê-la ele sente que terão uma ligação especial e passa a cuidar dela. Ele também tem uma história de vida bastante sofrida, o que ajuda um pouco a unir os dois.

Vincy, a irmã espevitada, desbocada e fofíssima de Luke, é a companheira de quarto de Ari e a responsável por obrigar nossa personagem principal a socializar com outras garotas.

Nesse primeiro livro somos apresentados à luta interna de Ariali entre o bem e o mal que convivem em seu ser, as derrubadas de suas certezas, a luta contra seus medos, entre outras cores. Descobrimos o segredo da origem dela e conhecemos um pouco mais da história de seus pais.

Ao final do livro 01 a autora já nos fornece o elo de ligação para o segundo livro, que aparenta ser a busca pelo Livro das Sombras com o intuito de impedir que Egran possa por as mãos nele e se tornar invencível.

Se você curte fantasia, é uma história bem gostosa para passar um final de semana! Seres mágicos não faltarão já que somos apresentados a anjos e seu oposto cósmico, vampiros, fadas, lobisomens, feiticeiros...

site: http://conchegodasletras.blogspot.com.br/2015/05/resenha-escolhida.html
comentários(0)comente



Luciana Galvão 16/06/2015

Fiquei sem fôlego
Os personagens são bem peculiares, daí você pensa da onde a Amanda tirou eles? Uau!
Até os personagens secundários são ótimos.
Um livro de fácil leitura, intenso a cada capítulo, onde se fala de ódio, amor, perdão, amizade, lealdade e quando você acaba de ler, você pensa, quero mais e quero mais do Luke.
comentários(0)comente



Bruuh 24/06/2016


A Escolhida traz a história de Ari, ela fora abandonada por seus pais quando criança e, no decorrer dos anos, se tornou um ser amargo, que nunca soube o significado da palavra amor.

"Uma vida inteira ao relento pode lhe ser útil. Enquanto você se vê desamparado, precisa aprender a lidar com a sua própria capacidade."

Ari é um anjo caído, porém ela não é a personificação da pura bondade, mas sim uma assassina.
Um dia, enquanto caminhava pelas ruas de LostCity, Ari é "capturada".
Feiticeiros a levam para o Círculo, onde o mestre Egran tem planos para ela: assassinar quem ele mandar em troca de revelar seu passado. Ari não tem escolha, ela agora deve se adaptar ao Círculo e descobrir um modo de se libertar.
Entretanto nada são rosas para a vida dela, mesmo tentando parecer impenetrável, Ari se vê cada vez mais abalada por Luke, e pelas pessoas do Círculo.

"Não se molda o destino, menina. É impossível mudar o curso de dois rios quando ambos são feitos para desaguar em um só lugar."

Será que esse amor impossível pode acontecer?
Ari conseguirá se ver livre de Egran?

"Segredos são piores do que bombas; quando detonam, podem ser avistadas de longe."


A Escolhida é um livro de fantasia que traz diversos seres sobrenaturais. A escrita da Amanda é leve, porém o leitor pode perder o ritmo em algumas partes da obra. O enredo em si é ótimo e quem gosta desse gênero irá adorar.
Ari é uma personagem multifacetada, digo isso, por ela ser inconstante. O tempo todo.

Ora ela não está nem aí ora ela fica nervosa por pensarem isso dela etc etc.

Isso acaba deixando o personagem irritante e, consequentemente, os personagens que interagem com o mesmo, podendo tornar a leitura cansativa.

"Sozinha, eu sou melhor do que todos vocês unidos."

"Para vocês, eu sou apenas a garota que não se importa com ninguém!"

O livro traz uma capa linda e uma diagramação excelente, porém peca um pouco na revisão e entre a instabilidade entre a norma culta e a coloquial. Isso pode não atrapalhar a sua leitura, porém como eu reviso muitos textos, não me passou despercebido e fez com que a leitura se arrastasse um pouco.

Em suma, adorei o livro e tenho muitas expectativas para o próximo. Quero saber o que acontecerá com Ari e se ela estará mais madura no próximo livro. Recomendo!

site: http://umminutoumlivro.blogspot.com.br/
comentários(0)comente



Micheline 22/09/2015

Uma princesa chamada Amanda Ágatha Costa
Não-resenha" da série "dia do pijama" - 1 Parte. A Escolhida, da princesa Amanda Ághata Costa.

site: https://www.facebook.com/amasuprema/videos/1484880478479736/
comentários(0)comente



Suka 23/01/2017

Nesse primeiro livro iremos conhecer a Ari uma jovem garota, que foi abandonada pelos pais, e sempre alimentou esse desprezo em boa parte da sua vida, ela aparentemente inofensiva, é dura e forte, além de ser uma assassina, aos olhos de alguns, metade anjo, metade demônio, faz da rua sua casa.



Até que sua vida é modificada, não por conta própria. Um feiticeiro, chamado Egram, ganancioso por poder, vê qualidades em Ari e quer que ela trabalhe pra ele, por livre e espontânea pressão. Ela passará a viver dentro do círculo, o que fará se aproximar de Luke, ele irá contá-la sobre seu passado e d sobre coisas que ela mesmo desconhece.
Essa aproximação fará a Ari quebrar suas regras e fazer amigos, coisa que ela nunca teve. Durante a narrativa vamos conhecendo e se aprofundando nos sentimentos e pensamentos dela.
Todos os personagens são bem intenso e o livro foi muito bem construído. E o final é aquele que você fica de boca aberta e apreensiva pela continuação.

site: www.suka-p.blogspot.com
comentários(0)comente



Letícia 05/05/2015

Você vai se surpreender...
Olá meus queridos leitores, hoje venho falar do livro A escolhida de nossa parceira, a querida autora Amanda Ághata Costa. A escolhida é o livro de estréia de Amanda e também o primeiro volume da série de mesmo nome. Conheci a Amanda em um daqueles grupos de divulgação no facebook e a capa que ela nos apresentou logo me chamou a atenção. Sabe aquela história, não julgue um livro pela capa? Bem, não consegui resistir! Também, Amanda foi super simpática, aceitou logo fazer uma participação no blog e não nos tratou com descortesia, o que foi algo muito legal, já que na época o nosso blog era bem... BEM menor! Acredito que são os autores assim que vão chegar lá, afinal, toda a divulgação é válida. Não adianta o seu livro ser perfeito se ninguém o conhecer, não é verdade?
Então, eu comprei o livro de Amanda, mas não ficou só nisso. Amanda é tão querida que acabou se tornando uma amiga que vou levar para toda a vida! Tive a oportunidade de lhe estender a mão e a simpatia dela para comigo me cativou tanto que eu não via a hora de pôr minhas mãos sobre a obra! Por que estou contando tudo isso? Para mostrar a vocês que todo autor merece uma chance, seja ele nacional ou internacional, pois eu tive uma imensa surpresa através das páginas de A escolhida e contá-la-ei agora para vocês!
Deixo claro também que quem está a fazer esta resenha é a leitora crítica e extremamente detalhista e não a amiga da Amanda, uma vez que as pessoas tendem a achar que se elogiamos um livro é só porque somos amigos da pessoa. Logo, deixo este ponto elucidado: não estou a misturar os lados, darei minha opinião sobre o livro de modo mais imparcial possível, pois quero lhes dar a oportunidade de conhecer a obra de verdade. Vamos lá?
O título A escolhida, a princípio, me deixou extremamente curiosa... Escolhida para quê? Por quê? Eram perguntas se que formavam em minha mente ao eu abrir o livro e embarcar nesta viagem emocionante. E eu obtive todas as respostas, o que é algo muito positivo, pois mesmo livros que fazem parte de uma série devem se garantir sozinhos... Aquele negócio de mil pontas soltas não funciona.
Somos apresentados a Ari, uma garota muito diferente das demais... Ela não é um anjo, mas também não é um demônio. Os dois lados oscilam dentro dela, fazendo-a ter um temperamento genioso e muito intrigante. Ari poderia se passar por uma garota comum, mas ela não é. Ela possui feridas muito profundas de um passado obscuro do qual não tem nenhum conhecimento.
Em um dia como todos os outros, onde a garota pega o seu arco e flecha para mais uma caçada... Tudo parece mudar.
Ari é levada à força para o círculo, o território dos feiticeiros, e como o livro tem uma narrativa em primeira pessoa, ou seja, ele é apresentado pelo ponto de vista do Eu-personagem, podemos mergulhar na confusão que se passou na mente dela, podemos entender todo o seu desconforto ao chegar em um lugar que nunca imaginou existir. Quem a obriga a ir é Edlun, irmão do mestre Egran, e um garoto extremamente misterioso chamado Luke.
Diferente de todos, Ari não se curva diante de ninguém e se mostra uma rebelde de mão cheia. O seu temperamento explosivo poderia ser o seu fim, se não fosse o seu maior atrativo. Egran precisa dos “serviços” de Ari e em troca deles, promete-lhe que revelará tudo sobre o seu passado. Logo, Ariali, o nome pelo qual as pessoas passam a lhe chamar ali, o seu verdadeiro nome, vê-se diante de um dilema: ficar e arriscar para descobrir se Egran está sendo sincero, ou partir e fingir que aquilo nunca aconteceu? Certo ou errado, a garota decide ficar e é aqui que começa nossa aventura, de fato.
Amanda descreve brilhantemente o amadurecimento da personagem, fazendo-nos comprar o seu partido e muitas vezes, também odiá-la profundamente. As oscilações de Ariali são fantásticas, pois não é um desvio de personalidade, na verdade é a sua marca registrada.
Gostei muito da construção dos personagens em si, todos têm suas qualidades, seus defeitos e jeito de ser bem definidos, mas há alguns momentos em que os achei um tanto superficiais. Como assim? Bem, a maneira de falar era muito rebuscada para adolescentes em processo de amadurecimento. Concordo com o vocabulário mais rebuscado de Ariali, afinal, ela não era nada convencional, mas outros personagens como Vincy deveriam ser mais leves, porém, ressalto, esta é minha opinião e isso não quer dizer que seja prejudicial à leitura.
Quanto ao enredo, achei-o bastante interessante e inovador. Não é uma simples história de anjos e demônios ou criaturas da noite. Não. A escolhida tem um toque distópico onde os personagens buscam por seus ideais e um quê de fantasia que te faz questionar tudo ao seu redor. Por ser bastante reflexivo, em nem um momento duvidamos da maravilha, ela nos é apresentada e a aceitamos sem pestanejar e queremos mais, e mais. Somos tragados por aquele Círculo e ansiamos por desvendar cada mistério... Isso, sem sombra de dúvidas, foi essencial para se apaixonar pela leitura.
Acredito que somente um ponto poderia ser mais reforçado, Amanda poderia ter explorado mais as “missões” do mestre. Poderia ter nos feito conhecer melhor que tipo de atrocidades ele os fazia cometer, não somente conhecer as investidas de Ariali. E também a Ari poderia ter tido mais missões, porém, gostei muito da mudança que ela sofreu com tudo isso. Ari se tornou uma personagem grandiosa e perigosa, pois seus traços são tão fortes que há momentos em que duvidamos se ela é ou não real.
Em suma, o tempo e o espaço são bem explorados. No começo há maior presença do tempo psicológico, porém, ele se torna relevante em relação ao cronológico, dando harmonia a obra. O espaço é bastante aberto e muda constantemente. Gostei de como Amanda organizou o Círculo, descrevendo-o de uma forma que conseguimos imaginar, sem nos enfadar com descrições muito longas, em outras palavras, ela soube dosar o minimalismo sem ser excessivamente breve.
A mensagem do livro em si também é genial. Uma tacada de mestre, sem sombra de dúvidas! Quando você lê o livro, você reflete sobre sua própria vida, você se pega auto-avaliando seus próprios atos e isso não tem preço. Temos uma reflexão sobre a amizade, a confiança e o amor. Não somente o amor entre duas pessoas, mas o amor em todas as suas instancias. Logo, há livros que lemos por prazer, há livros que lemos por obrigação, há livros que lemos em um momento propício, mas há livros, como A escolhida, que nos surpreende e fica em nossos corações! O que posso dizer? Já estou sentindo saudades, já estou pegando minha mochila e esperando as meninas no portão do Círculo para embarcar em uma nova jornada! Portanto, Amanda, trate logo de nos presentear com o volume dois urgente, pois estou me sentindo órfã!
Portanto, não preciso dizer que eu recomendo a leitura, não é? Acho que já ficou muito explícito e me sinto maravilhada por ter encontrado algo tão inovador em uma de minhas andanças pelas páginas da vida! Amanda veio para ficar e eu tenho certeza de que se vocês derem uma chance para a Ari, ela vai os surpreender e se infiltrar em seus corações!
Até a próxima pessoal! Porque eu estou indo viajar ao lado de Ari!

site: http://eraumavezlivrosecia.blogspot.com.br/
comentários(0)comente



Ge 26/01/2016

Muitos aqui viram o post de primeiras impressões que eu fiz do livro a um tempo atrás (http://montesualivraria.wix.com/blog#!Primeiras-impressões-do-livro-A-Escolhida-de-Amanda-A-Costa/c1w9k/55e35a590cf2de902a791165) e lá eu disse tudo que senti no inicio da leitura, mas eu preciso dizer um coisa muito séria a vocês. Se eu senti aquilo no começo do livro, vocês não fazem ideia do que eu senti ao continuar a lê-lo, é sério pessoal, eu nunca me surpreendi tanto com um livro como neste, é incrível, é muito mesmo. Minha nossa, essa resenha vai ser impossível!

Nem preciso dizer o quanto eu sou incondicionalmente apaixonada nesta capa não é? Se eu encontrasse a menina da capa por ai, casava com ela, porque ela é muito linda e a combinação de cores no estilo outono traz um ar de solidão, de tristeza, bem a cara da Ari mesmo, quem lê a história com certeza percebe o quanto a capa faz jus ao livro e o quanto a personagem é idêntica à garota da capa, percebemos isso apenas olhando, dá para ver os sentimentos que as duas exalam.

Bom, a história, minha nossa senhora dos livros perdidos, quando iniciei o livro eu jamais poderia imaginar o que estava por vir, sempre ouvia por ai dezenas de elogios a autora e sua obra, mas sinceramente? Agora que terminei de ler sei que nenhum destes elogios ditos é capaz de expressar o que foi lido nestas linhas.

O enredo conta a história de uma jovem hibrida que não sabe nada sobre seu passado e muito menos sobre seu futuro, abandonada quando ainda era um bebê, Ari cresceu e viveu totalmente sozinha, mesmo tendo sido adotada por uma adorável senhora.
Como sede de poder, de vingança e uma fome insaciável por mortes, sempre usava seu arco para caçar inocentes, o que acabava lhe fazendo muito mal, apesar do bem que sempre sentia após um assassinato.

Quando Edlun e Luke a encontra num dia simples de caça, sua vida toda vira de cabeça para baixo. Convocada Evan, mestre dos feiticeiros, ela se vê obrigada a responder e a partir dai passar a ter que levar uma vida em meio ao circulo, onde moram centenas de feiticeiros e onde é totalmente indesejada.

Sem saber o que se esconde em seu passado, Ariali precisa descobrir seus segredos e viver seus maiores temores, assim como uma paixão indesejada e totalmente proibida. 
é, sem dúvida alguma este livro me prendeu, quem lê a sinopse já se apaixona de cara, com esta capa magnífica também, quem não vai querer esta obra? (coitado de quem não querer), vai estar perdendo um dos melhores nacionais já escritos a muito tempo.

Amanda tem uma escrita rebuscada, mas que consegue ser simples ao mesmo tempo. De fácil compreensão, com palavras que sem dúvida acrescem nosso vocabulário e nos deixa maravilhado.

Uma fantasia épica, é sim, ÉPICA! A autora consegue nos transmitir várias lições em sua história e nos mostra que todos temos o bem e o mal dentro de nós, apenas devemos saber trata-los e qual queremos para nós. Afinal, Ari é o verdadeiro Anjo Negro, aquela heroína nada comum, que no fim, mesmo fazendo o mal acaba de alguma forma ajudando a quem precisa (até mesmo sem saber).

É intrigante ver como uma história como esta nos prende tão facilmente. Um livro excepcionalmente diferente de uma maneira muito boa, claro, sem deixar um minuto se quer de ser apaixonante! 

Para quem ama seres de espécies distintas, vai amar A Escolhida, para quem ama fantasia, também vai e principalmente para aquele que a o desconhecido, o que é novo e o que é único. Pois é isto que ele é ÚNICO!


site: montesualivraria.wix.com/blog
comentários(0)comente



jeeeh.carool 08/01/2016

Resenha Love Book S2
Esse livro é incrível gente! A Ari é apaixonante e o Luke... ai meu Deus o que falar dele hehe tem vários personagens que te dão um sentimento de bipolaridade, porque ao mesmo tempo você consegue amar e odiar eles.
Em muitos momentos me identifiquei com a Ari o que fez eu me apaixonar ainda mais nela.


A Escolhida conta a estória de Ari, uma jovem que foi abandonada por seus pais na infância e ainda guarda uma magoa muito grande em seu coração, mesmo tendo recebido amor e carinho de Lina, não foi suficiente para tampar o buraco que ela sente em seu peito.
Ari não é uma jovem comum, ela é metade anjo e metade demônio, ela tem asas como um anjo mas a cada vida tirada parte de suas asas caem.
Depois de algum tempo Ari foi levada para o Circulo (uma comunidade de feiticeiros liderada por Egran) pelo Edlun que é um tanto metido e arrogante e também por Luke que alem de misterioso tem um certo charme. Ari não queria ir para o Circulo, ajudar e muito menos ser controlada por ninguém mas sabia que era mais fraca que Edlun e Luke juntos então decide ir.
Após sua chegada no Circulo, Ari conhece o tão famoso "líder" Egran que propõe para Ari que se ela for obediente, ela ira revelar coisas sobre o passado dela, mesmo ela não gostando dessa ideia de se manter pressa ela decide ficar para poder obter respostas sobre o seu passado.
O que Ari não imagina é que o Circulo esconde muitas coisas, que somente o tempo pode mostrar á ela e que seu coração não é tão duro como ela imagina que seja.
Com uma escrita cativante a Amanda te prende desde a primeira linha ate a ultima te fazendo enlouquecer querendo o segundo livro da trilogia!

site: http://www.lovebooks2.com.br/2016/01/resenha-escolhida-amanda-aghata.html
comentários(0)comente



CuraLeitura 03/11/2016

A beleza do livro já começa por esta capa maravilhosa
Ari é uma banida que sempre foi autossuficiente. Viveu grande parte da sua vida sozinha, perambulando pelas ruas misteriosas de Lostcity. Por ter sido fruto de um romance proibido, foi abandonada por seus pais na infância e acabou por se tornar uma garota fria de aparência meiga; e ela não poupa sua meiguice para fazer aquilo que mais a satisfaz: matar.

"Posso não gostar de companhias, mas elas precisam gostar de mim para que eu consiga destruí-las depois."

Em um dia aparentemente normal, a garota é abordada por dois homens estranhos e é levada contra sua vontade para o Círculo dos feiticeiros, onde o mestre Egran a espera. Por sua habilidade e sede de sangue, Ari foi a escolhida para seguir as ordens do líder malvado e se vê obrigada a ficar no Círculo – onde não é desejada pelos demais – com a promessa de receber informações sobre seu passado.

"[...] Suas táticas são semelhantes às minhas. Um monstro enxerga o outro de longe."

Os primeiros dias naquele lugar não são nada fáceis, pois a menina quase foi atacada por um vampiro e, pra completar, Vincy não facilita as coisas para ela. O que acaba se tornando um conforto é o feiticeiro Luke, que se mostra um amigo confiável... ou mais do que isso.

"Enxergo tanta poesia em tudo o que Luke diz, como se cada frase fosse devidamente orquestrada e estruturada antes de ser exposta. A delicadeza em sua fala é encantadora."

Com altos e baixos, a vida de Ari no Círculo se torna uma loucura, mas ela consegue conquistar Vincy mesmo com toda a teimosia de ambas. De vez em quando é chamada para realizar trabalhos para o mestre e se torna cada vez mais próxima de Luke. Ela não acreditava em sentimentos até então.



"[...] enquanto olham pra mim com carinho, percebo que a solidão nunca foi a melhor alternativa. Apenas era o que eu precisava aceitar. No que eu queria acreditar."

"Justo eu, que sempre abominei toda espécie de afeição. Justo eu, que me julgava tão vazia de tudo."

Aos poucos Ari percebe que não é só Egran que a deseja por perto e o perigo se aproxima cada vez mais. Ela precisa descobrir o porquê de todo interesse nela, quem ela é e qual é o seu passado, além de lutar contra dois desejos: de ser uma garota má com sede de sangue e poder e o amor proibido que ela tanto criticou.


"– Não se molda o destino, menina. É impossível mudar o curso de dois rios quando ambos são feitos para desaguar em um só lugar."

A beleza do livro já começa por esta capa maravilhosa e que aposto que chamaria a atenção de qualquer um em uma livraria. A pena no começo dos capítulos dá um charme ao livro e nos agradecimentos temos a Amanda sendo fofa (como sempre) e agradecendo aos blogs parceiros, o que achei muito legal ela ter lembrado, já que faço parte disso.

"Esquecer era como uma piada sem graça. Todos começavam a rir para agradar, mas por dentro, ninguém realmente achava engraçado."

Em alguns momentos a Ari se parecia muito comigo e em outros ela me irritava profundamente (eu sou teimosa também kkk). A Escolhida em nenhum momento se torna arrastado ou tedioso, mas fiquei esperando por algum momento bombástico, o que não aconteceu (a autora me explicou que o próximo livro publicado será um "spin-off" da trilogia. Nós conheceremos a visão do Luke e teremos respostas sobre o seu passado).
O primeiro livro da série termina com perguntas que te motivam a querer ler os próximos e saber como vai acabar essa história cheia de mistérios e personagens legais. Já estou ansiosa e com saudade.

site: https://curaleitura.blogspot.com.br/
comentários(0)comente



Thay Maddox 11/08/2016

Fantástico
Amei o livro ,a leitura tranquila e prazerosa.
Recomendo ????
comentários(0)comente



61 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5