Cidades-Mortas

Cidades-Mortas Dêner B. Lopes




Resenhas - Cidades-Mortas


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Kolombeski 30/11/2014

Incrível!
A maneira como Dêner, o autor, aborda assuntos polêmicos como drogas e preconceito é simplesmente fantástica. A escrita é muito bem feita, com diálogos que transmitem uma sensação realista que você só encontrará em Cidades-Mortas, é utilizado de uma linguagem fácil e jovial de rápido entendimento, sem censura ou quaisquer coisas do tipo.

Confesso que nos primeiros capítulos percebi uma certa semelhança com distopias do estilo Jogos Vorazes, mas logo no desenrolar da história sente-se que nada tem a ver com isso, pois o enredo segue um rumo completamente diferente e incrível. Fiquei abismado com o final - e com certas partes do livro também -, que me surpreendeu, provando que nada é aquilo o que se parece.

Por fim, fiquei com uma espécie de “medo” de o livro ser uma “previsão” do que pode acontecer com nosso país futuramente (no livro, chamado de Lisarb, que, agora digitando, percebi que é Brasil ao contrário hahaha), já que os acontecimentos são de amedrontar qualquer pessoa.

site: www.aliensdaleitura.com.br
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Giovana de Paula 26/08/2014

Resenha Cidades Mortas
A história é tão cativante e emocionante, mal respirei no decorrer da leitura, quando achava que tinha me recuperado de um acontecimento acontecia outro, muito eletrizante esse livro, recomendo para vocês que tem coração forte.

O livro irá tratar de Arthur, um jovem adolescente de 15 anos, órfão e que se vê apavorado por um evento nacional. Arthur perdeu seus pais ainda novo, viveu parte de sua vida com o irmão mais velho, que foi convocado para esses jogos nacionais e acabou morrendo no último dia do evento, assassinado por outro participante, a partir disso Arthur se vê obrigado a morar em um orfanato de regras rígidas, mas mal sabe que algo apavorante o cerca.
Arthur em um dia de passeio vai à praia para distrair-se, porém um comerciante o chama, oferecendo um serviço rápido. O velho precisa de ajuda em seu restaurante e pede esse favor ao menino que aceita. Ao final do expediente o velho o paga com um cigarro de maconha, que Arthur fica meio contrariado a aceitar, porém pega de mau grado. No caminho para casa, decide fumá-lo ali na rua, para que não haja maiores complicações, mas logo após a primeira tragada o jovem tromba com um policial, que o leva direto para a cadeia, sem fazer nenhuma pergunta. Drogas ilícitas são estritamente proibidas, sendo o castigo ir preso, independentemente da idade. Já na cadeia, o delegado pergunta o nome do garoto e ele responde, o delegado fica perdido quando descobre que se trata do candidato mais forte para os jogos das cidades-mortas, mas sem escolha acaba por prendê-lo.
Arthur em um ato desesperado decide fugir da cadeia no primeiro dia do evento cidades-mortas e conta com a ajuda de seu companheiro de cela, mas mal sabem eles que estão caminhando para um desastre ainda maior...
E a minha resenha acaba por aqui, meu objetivo é deixar todos curiosos, e espero que tenha conseguido.

site: http://achadosnabiblioteca.blogspot.com.br/
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Kétrin 10/02/2015

Arthur é um jovem de 16 anos que mora em Lisarb, ele é órfão e vem de uma família de vencedores do Festival de Cidades-Mortas dos anos que já se passaram. O Festival é o maior reality show brutal do mundo, nele os habitantes de cada cidade que irá participar, vai escolher jovens entre 15 a 18 anos que irão lutar pela sua sobrevivência. Milhares de soldados-robôs do Governo serão soltos pela Cidades-Mortas com o único objetivo de procurar os Eleitos e causar-lhes uma morte lenta e torturante. Arthur sabe que será um dos escolhidos, já que toda sua família participou do Festival, assim, como ele sabe que não conseguirá sobreviver a ele.
Em meio a alguns acontecimentos Arthur vai parar na prisão, onde conhece Will e os dois decidem bolar um plano para fugir do lugar. Mas para a infelicidade de ambos, eles vão parar exatamente na van onde levará os Eleitos para o Festival, sendo assim, o Governo acha que com dois fugitivos o programa irá aumentar sua audiência, decidindo deixar os dois participarem, o que irá causar uma reviravolta intensa.
"A morte atingirá a todos um dia; alguns tolos não concordarão com minhas palavras, mas é certo que estamos fazendo aos Eleitos um favor. É melhor morrer do que passar o resto da vida em miséria, não? - Governo."
Cidades Mortas foi inspirado na distopia de Jogos Vorazes, onde os fatos também acontecem dentro de um jogo, mas aqui o enredo é levado a um rumo completamente diferente. Confesso que fiquei com receio de encontrar algo muito parecido com a distopia, mas fui surpreendida positivamente, o autor soube o que fazer com a história e o resultado foi muito bom. Fiquei de queixo caído com o fim do livro, estava esperando uma coisa e fui pega de surpresa quando descobri o fato real.
Além de todo o jogo, também é abordado assuntos polêmicos como drogas e preconceito. A escrita do autor é fantástica, com diálogos muito bem contruídos e uma linguagem muito fácil e rápida. O leitor fica vidrado na história, querendo saber mais e eu não larguei o livro até que terminou.
O livro contém uma história com um tema forte, mas muito envolvente que prende o leitor do começo ao fim, ótimo para nos fazer refletir sobre a sociedade e no que ela pode (ou está) se tornando, e quais as consequências de tudo isso.


site: http://www.oteoremadaleitura.com/2015/02/resenha-cidades-mortas-de-dener-b-lopes.html
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Lucas 25/06/2015

Bom, mas podia ser melhor
Cidades Mortas foi um livro que me deixou bem animado logo no começo com o Brasil distópico criado pelo autor e a realidade do personagem. Ao longo do livro, dá para se notar semelhanças com outras distopias bem famosas do momento, como Jogos Vorazes. Porém, acho que o Dêner não soube aproveitar totalmente a mitologia que ele criou para a história. Achei Lisarb e seu novo estilo de vida mal explorado. Não dá aquela impressão que se tornou um país muito diferente do anterior com regras mais pesadas e uma realidade sombria. Parece que o país só mudou de nome e continua do mesmo jeito. O que mais passa a imagem distópica é o Festival. Eu esperava mais deste. Mesmo tendo alguns momentos bem surpreendentes, eu não vi grande desenvolvimento de personagens ou mostra de suas habilidades durante o livro. E considerando todo o passado que o Arthur Noah possui achei que suas origens seriam mais trabalhadas no livro. Portanto, achei que o livro possui uma ideia inovadora, porém mal explorada.
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Yasmim_Haru 30/08/2020

Destino
Por que ir contra aquilo que lhe foi marcado desde o princípio? Seu destino era aquele desde o começo, independente de sua escolha tudo lhe direcionava para o festival. E em meio a fraqueza, a vontade involuntária de viver ganha espaço. Dificuldades vem a tona, alianças são fundadas e posteriormente quebradas, a não ser por ela, a primeira a estar com ele e a última a sair. Um momento decisivo decidirá entre sua vida e a sua morte. E nesse momento a sorte se vira a seu favor, mas será questionada segundos depois.
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Jorge Henrique 29/07/2015

Resenha: Cidades-Mortas - Dêner B. Lopes (Blog: Diurnos Leitores)
A história se passa em um mundo distópico, mais especificadamente, num Brasil futurista chamado de Lisarb, onde acontece um Festival, onde um casal de cada uma das 10 cidades, são eleitos pelo povo, para ir à uma Cidade-Morta, onde não mora ninguém, porém há muitas construções, tipo uma cidade abandonada, e lutar contra soldados-robôs para sobreviver. E ao final os sobreviventes têm direito a dois pedidos, que passam pela a aprovação do governo e lhe é concedido.

No meio disso, conhecemos Arthur, que vem de uma família que teve campeões e quase campeões do Festival, ele é medroso, e não quer de jeito nenhum ser Eleito, mas teme que as pessoas de sua cidade irão escolhê-lo por causa da sua família, mas Arthur acaba entrando para o Festival de outro jeito.

É chegado o dia, e lá, Arthur faz aliança com Will, um garoto que entrou para o Festival do mesmo jeito que ele, mas que tem uma forma de pensar e de agir diferente de Arthur, e junto com eles também conhecemos mais uma eleita, Monique, que é negra, o que gera uma discussão em fazer aliança com ela ou não, pois Will é racista.

E em meio a tudo isso, vamos conhecendo um pouco mais dos personagens, suas características, do que são capazes de fazer para ganhar, e de como o autor foi tratando temas sobre drogas, preconceito racial, política, e outros assuntos polêmicos, de uma maneira simples e direta, abrindo a cabeça do leitor. É sem dúvidas uma grande crítica social.

Foi uma leitura muito rápida e proveitosa, e que tem algumas coisas parecidas com Jogos Vorazes, mas não é totalmente plágio, pois na famosa trilogia distópica, temos um triângulo amoroso, e de certa forma, um romance para envolver a história, mas em Cidades-Mortas não, temos um interesse amoroso entre Arthur e Monique, mas nada que seja muito forte e destacante na trama, justamente, porque o governo proíbe que negros e brancos se relacionem.

O mundo distópico criado por Dêner, se observarmos, não está necessariamente tão longe do nosso, se repararmos na situação em que nosso mundo se encontra, mas mesmo assim é fascinante, nos faz refletir, como as pessoas podem ser influenciadas por governos autoritários, e não fazerem nada para mudar. O livro está recomendado, para quem gosta do gênero Distopia, vale a pena dar uma olhada e conferir esta obra nacional!

site: http://diurnosleitores.blogspot.com.br/2015/07/resenha-cidades-mortas-dener-b-lopes.html
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Alline 23/09/2015

Abaixa que é tiro!!!!
Como é bom ver que a literatura brasileira está nos trazendo escritores tão bons né? O Dêner B. Lopes é um ótimo exemplo. Fiquei maravilhada com o mundo que ele criou em Cidades-Mortas, é perfeito para o momento em que estamos vivendo no Brasil! Sabia que não ia me arrepender dessa leitura!

Cidades-Mortas nos traz a história de Arthur Noah, um adolescente de 16 anos, órfão, pertencente a uma família de vencedores (ou quase) do Festival das Cidades-Mortas. Mas, o que é isso? Bem, o Festival acontece uma vez por ano e é exibido para toda nação de Lisarb (o Brasil no ano de 2050) pela TV aberta durante duas semanas. Um casal de jovens entre 15 e 18 anos é escolhido pelos habitantes votantes de sua Cidade para lutarem pela própria sobrevivência durante o reality-show no local anunciado pelo Presidente. Cinco milhares de soldados-robôs do Governo são dispersados pela Cidade-Morta, incumbidos unicamente a procurar esses Eleitos e causar-lhes morte lenta e torturante.

Após ter cometido um grande erro, Arthur acaba sendo preso e levado à delegacia, onde, junto com seu colega de cela William (um cara bem chato por sinal), foge da prisão. Entretanto, o que ele não esperava é que o meio de transporte escolhido para a fuga estava indo direto para a Cidade-Morta do Rio de Janeiro. O Governo decide manter os dois jovens no evento, o que causa uma tremenda reviravolta.

Não poderia deixar de lado o fato de que a história é inspirada em Jogos Vorazes da Suzanne Collins (jura?). Há semelhanças? Sim, mas a narrativa segue um rumo totalmente inusitado. Outra coisa muito legal é o modo como o Dêner aborda o preconceito racial e o uso de drogas, eu fiquei tipo: "Uau, que gênio!". E que final hein! Nem acreditei, ou melhor, acho que todos que já leram ficaram abismados com o fim! Mesmo assim, bato palmas de pé para o Dêner!

A leitura é muito rápida (li em um dia) e fácil, com momentos tensos e muita ação. É um livro muito criativo desde o título até a última linha. Queria poder falar mais, porém vou acabar soltando algum spoiler aqui e ninguém quer isso! É uma distopia diferente e me fez pensar como seria se tudo fosse como na história, certamente, uma vida difícil para muitos, mas audaciosa (hmm, Divergente né hahaha) para os Eleitos.


site: http://blogdreamon.blogspot.com.br/2015/03/resenha-cidades-mortas-dener-b-lopes.html
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Stephanie Raiany 18/10/2015

20 Eleitos lutando para ser o grande vencedor.
Cidades-Mortas, 20 Eleitos lutando para sobreviver. O vencedor terá direito à dois pedidos, claro, só serão concebidos se aprovados pelo Presidente.

Arthur Noah, um garoto de 16 anos e órfão. Ele é pego fazendo algo totalmente ilegal e levado para a prisão, onde conhece William, um garoto cheio de acne, gorducho e racista, que já vive lá por um bom tempo, e o motivo da prisão, vocês nem imaginam.

Os dois elaboram um plano para tentarem fugir da prisão, mas acabam dentro do Festival, e agora terão que lutar pela própria vida e talvez um deles sair vencedor.

Uma distopia incrível, que trata sobre preconceito e como o governo tem poder sobre a sociedade. A leitura dele é leve, o autor não fica enrolando só para preencher páginas, ele vai direto ao ponto, com algumas partes divertidas (principalmente o final). Um ótimo livro para fãs de Jogos Vorazes e Divergente. Esse é só o primeiro da série, não vejo a hora de saber como é o desfecho da história rs.

site: http://poeliterar.blogspot.com
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Camila 12/02/2016

Ótima história!
[Resenha postada primeiro no site Indique um Livro]

Publicado pela Chiado Editora, "Cidades-Mortas" é narrado em primeira pessoa pelo protagonista, Arthur Noah, um jovem de 16 anos, órfão e morador de Lisarb (país que representa o Brasil na distopia). Neste território administrado por um governo com toques de tirania e ditadura, o Festival é o reality show que mantém as massas entretidas enquanto suas vidas são controladas e regidas por um sistema preconceituoso – negros e brancos não podem se relacionar ou mesmo dividir o mesmo espaço na praia, por exemplo. Durante o tal Festival, 10 casais de jovens – um de cada cidade-território de Lisarb – são deixados em uma Cidade-Morta, antigas favelas agora desertas, mas recheadas de objetos úteis para os jogadores, de comida a armamento.

Conforme o 30º Festival se aproxima, o tímido e um tanto covarde Arthur começa a se apavorar com a possibilidade de ser eleito (pelos ricos e brancos) para concorrer no evento, sendo que seu pai e avô foram ganhadores do Festival e seu irmão morrera nos últimos dias da edição anterior, apesar de ser o mais cotado para vencer. Com esse histórico familiar, mas uma rotina de servir de chacota para os meninos mais velhos do orfanato por ser branquelo, ruivo e nada popular, a cada dia Arthur se sente mais desesperado com a ideia de ser posto em uma Cidade-Morta com outras 19 pessoas que podem matá-lo; e se não forem os humanos, um dos cinco mil soldados-robôs do Governo lhe trará morte lenta e dolorosa. Para espairecer, o rapaz vai passear na praia e é ali que sua sorte começa a mudar – seja para o bem ou para o mal.

O livro não esconde que Arthur irá, sim, participar do Festival, mas seu caminho até lá não é o mais óbvio, o que já conta vários pontos para a trama. Uma vez na Cidade-Morta do Rio de Janeiro e acidentalmente aceito no reality show, Arthur precisa lutar para manter-se vivo, fugindo dos robôs, procurando por comida e água, e fazendo as alianças certas. Um passo em falso e ele pode não sair desse jogo andando.

A escrita é agradável e direta, sem muitos floreios. Algumas frases são estruturadas de maneira um pouco diferente, mas é apenas uma maneira de mostrar a mudança do nosso português atual para o falado desse futuro. Vale comentar que há vários palavrões nos diálogos, o que acho que dá certa verossimilhança a estes, mas pode incomodar alguns.

A trama é bem elaborada, sendo óbvia a referência a Jogos Vorazes, mas não é uma cópia – sim, temos um presidente totalitarista, um reality show com jovens se matando e várias reviravoltas no jogo feitas para manter o interesse do público; ingredientes também encontrados no incrível Battle Royale. No entanto, Arthur é um protagonista muito diferente de Katniss e há pouca violência entre os participantes do torneio. O ambiente também difere bastante; aqui temos os adolescentes sendo forçados a vasculhar as muitas casas da extinta favela em busca de comida, água, armas, roupas e até desodorante, além de precisarem usá-las como abrigo.

Não apenas de “pão e circo” vive Cidade-Morta. Dêner B. Lopes aborda em seu romance de estreia vários temas polêmicos e cotidianos, como as drogas e racismo, com doses de crítica política e social. Tais assuntos são abordados naturalmente dentro do contexto do livro e nos deixa alguns pontos importantes a refletir. Ao longo da história, encontramos também vários jogos de palavras – como o próprio nome do país, Lisarb, que é anagrama de “Brasil” e uma menção ao retrocesso social neste futuro distópico – e referências ao “mundo real” – como o nome da emissora de TV e do apresentador do reality show. Essas referências foram uma das coisas que mais gostei no livro, além dos personagens centrais e a estruturação do Festival.

Enfim, recomendo este livro a todos que gostem de uma distopia totalmente plausível e um final mais que chocante.

site: http://indiqueumlivro.literatortura.com/2015/09/16/cidades-mortas-de-dener-b-lopes/
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@apandaliteraria 02/02/2018

Surpreendente
Livros de escritores brasileiros? Aposto que já está pensando nossa deve ser ruim, leitura deve ser fraca, não vou nem tentar ler... digo isso porque já pensei bastante coisas ruins sobre escritores brasileiros. mas agora temos grandes escritores e ótimos livros para ler.
Cidades-Mortas é um desses, comecei a ler e olhei para o lado, quando voltei a ler espera... já tinha lido mais da metade deste. Nossa como o livro nos prende, é muito fascinante.
Dêner narra uma aventura inacreditável que acontece em um festival que acontece uma vez no ano em Lisarb. Athur que entra nessa aventura tem apenas 16 anos, morador de um orfanato... tão solitário no decorrer da aventura ele conhece duas pessoas que o acompanha ( Will e Monique).
É retratado nesse livro alguns pontos do momento presente em um futuro, como drogas e preconceito. Não havendo nenhum tipo de apologia podendo ser lido pelos jovens sem algum problema.
Espera aí... Não ´posso deixar de falar que ele me surpreendeu praticamente em todo livro, mas o final... MEU DEUS O.o
Antes que digam que não irão ler por parecer ser uma copia do livro de Suzanne Collins adianto que não é nada copiado e que vocês irão se surpreender, esperaram ansiosos para o próximo e o outro... Uma leitura fácil e um texto leve, esse é o livro de Dêner B. Lopes.

site: https://www.facebook.com/Rhecanto-Nerd-1629223904011540/
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