Quase Sem Respirar

Quase Sem Respirar Rebecca Donovan




Resenhas - Quase Sem Respirar


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Gy de Paula 16/01/2017

Senti me faltar o ar
Neste segundo volume da trilogia Breathing, Emma começa um novo capítulo de sua vida, lutando para superar a violência doméstica que foi o palco do primeiro livro.
Aqui ela já tem mais autonomia, no entanto se vê presa na armadilha do relacionamento com a mãe, que a abandonou (ou não) enquanto criança.
A autora traz, neste volume, lutas internas que Emma trava dia-a-dia. O auto julgamento moral, a auto cobrança. É justo colocar-se em primeiro lugar, mesmo quando se trata da sua mãe?
O romance se desenvolve de maneira intensa, mas não água com açúcar. Aliás, um dos dilemas que Emma vive é sobre a confiança no namorado. Ele quer participar na vida dela, mas ela levanta barreiras, o que se é de esperar diante de um histórico tão obscuro.
Devo dizer que os erros gritantes de português foram mínimos dessa vez. A editora trabalhou melhor na revisão desse segundo volume.
(Sobre a Trilogia Breathing:
Livro 1 - Uma razão para respirar
Livro 2 - Quase sem respirar
Livro 3 - Eu escolhi respirar)
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Maíra 02/12/2016

Quase sem TERMINAR
Meu Deus.. Alguém me explica, por favor, o que é esse livro? Eu estava agoniada para lê-lo e confesso: me arrependi. Não 100%, mas gastei meu lindo dinheirinho.

Fiquei empacada até bem mais da metade, levando quase um (eu disse UUUUM) mês para desempacar. Ainda assim, depois que consegui sair do lugar, demorei um pouco para terminar, isso porque pulei algumas partes.

Eu estava na maior expectativa do mundo para descobrir o que acontece naquele fatídica cena final do primeiro livro e quando começo o segundo, SURPRESA! A autora não conta nada. NADA. N-a-d-a. Vamos vendo alguns fashes no decorrer do livro e uma explicação um pouco mais completa ao final, dada pelo fofo do Evan.

Por falar em Evan.. Minha gente. Quero um desses na minha vida. Nesse livro podemos ver o quanto ele ama de verdade a sonsamonga da Emma, que me irritou profundamente todo o livro. Fosse com relação à mãe, ou ao Jonathan, ou à todas as decisões imbecis que ela tomou praticamente o livro todo.

Fala sério. Quem em sã consciência faz as merdas que ela fez nesse livro?
Acho que a autora tinha uma história com MUITO potencial, mas ela não soube explorar. Inseriu personagens que não agregaram em nada à trama (advogado, Analise etc etc) e transformou a Emma forte do primeiro livro em um ser totalmente perturbado e burro. Entendo todos os traumas que uma pessoa que sofreu o que ela sofreu deva ter, mas tomas as decisões erradas que tomou não justificam.

Enfim.. Um final bem ruim. Espero que o psicopata não apareça no terceiro, porque é claro que vou ler, afinal de contas eu já comprei mesmo. E espero que a situação com o Evan se resolva de uma vez por todas porque, sinceramente, fiquei com bastante dó do rapaz o livro todo.

Vou dar um tempo na trilogia e ler outro pra diminuir um pouco o que estou sentindo com essa leitura.

Beijos de luz
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Viviane 11/11/2016

Quando a Emma vai deixar de ser chata?
O primeiro livro foi impactante, ótimo, esse foi uma chatice!
Tem que ser muito burra pra não perceber o lance do namorado da mãe dela.
Foi um parto ler esse segundo volume.
Vou ler o último pra ver se melhora.
Erika 15/11/2016minha estante
Estou indo pelo mesmo caminho.
Uma razão para terminar essa trilogia... Chato demais!


Maíra 30/11/2016minha estante
Concordo. Tô penando pra ler. Ainda bem que faltam poucas páginas.




Rafaela.Teixeira 02/08/2016

Escolhi amar!
É difícil descrever tudo que vc sente quando le um livro desses. Eu amei a trilogia. Acho que foi a história mais marcante que ja li. Não é um livro exagerado. Confesso que quando li o nome achei que seria bem bobo. Fui completamente contrariada. Emma e Evan mexeram muito cmg .. Todos os personagens foram bem colocados pela autora. É bem intensa as reviravoltas desse livro. Estou completamente apaixonada ainda mais depois que soube que viraria filme. Com certeza não vejo a hora de ver e espero que seja fiel ao livro. Índico sem dúvida alguma! #Breathing
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Rose 24/01/2016

Depois do final eletrizante e tenso, temos o recomeço para Emma. Aos poucos, e com a ajuda de Evan e Sara, ela vai se preparando para voltar para sua vida, agora sem as violências diárias que sofria. Sob a guarda e proteção de Anna e Carl. pais de Sara, ela vai se curando das feridas, pelo menos, das externas... Agora falta pouco para ela ir para faculdade e sair de Wyns.
Daquela noite fatídica ela pouco se lembrava, e na verdade, nem queria se lembrar ou saber. Todo o seu tempo de recuperação e do julgamento ela passou às margens dos acontecimentos. Com o monstro preso, ela estava finalmente em segurança. Isso, seu lado racional sabia, mas o emocional...
Depois de tudo pelo que Emma passou, ela não consegue dormir direito, sendo assombrada por pesadelos. Ela tenta passar segurança para todos, mas sabe que está longe de sentir-se segura.
Dentro do possível, ela está bem e feliz, principalmente quando Evan está a seu lado. Aliás, nem ele, e nem Sara a abandonaram em nenhum momento.
Por outro lado, sua mãe Rachel, que há anos havia deixado Emma sob os cuidados de Carol e George, queria uma reaproximação. Com poucos meses de sua formatura e de ir para Stanford, ela resolve sair da casa de Sara e ir morar com a mãe. Ela queria dar uma chance para que ambas se reaproximassem, e quem sabe construírem um relacionamento de mãe e filha.
Nem Sara e nem Evan gostaram desta decisão, mas a apoiaram do mesmo jeito. Logo Emma percebeu que esta reaproximação não seria fácil.
Rachel tinha problemas de auto estima e sua queda pelo álcool deixava Emma em uma corda bamba. Raquel vivia procurando um amor, e encontrou esta chance em belo Jonathan. Mesmo sendo mais novo que a mãe, Emma percebeu que Jonathan realmente gostava e se importava com ela.
Mas Rachel é uma pessoa problemática e egoísta, que sempre está fazendo algum tipo de chantagem emocional, fazendo-se de coitada. Suas atitudes até poderia não ser planejadas, mas ela parecia no mínimo uma doida ou uma bipolar.
Seu humor oscila, e quando bêbada disparava ataques verbais, principalmente para Emma, que sentia-se culpada pela tristeza sem fim da mãe. Sem saber como lidar com a situação e envergonhada por isso, ela acabava escondendo o que acontecia dentro de casa, tanto de Sara, como de Evan.
Apenas Jonathan sabia de seus problemas, e não apenas os referentes à Raquel. Jonathan que tinha um passado conturbado e que também era assombrado por pesadelos, tornou-se uma espécie de âncora para Emma, e aos poucos eles foram se aproximando. Os dois tinha uma ligação e confiança que não conseguiam ter com outras pessoas, talvez por serem almas atormentadas.
Era difícil para Emma acreditar que aquele homem tão bonito, forte e seguro sofria com fantasmas do passado. Mas ele sofria, e aos poucos ela foi conhecendo estes fantasmas.
Jonathan já estava farto das atitudes de Rachel e estava se afastando, o que para mente doentia dela, era mais uma coisa para jogar nas costas de Emma.
A vida de Emma estava mais complicada e ela não conseguia se abrir com Sara ou Evan, e era em Jonathan que ela pensava nas horas de aperto. O relacionamento com Evan estava estranho, mesmo com ambos sabendo do amor que nutriam um pelo outro. Mesmo sem querer Emma afastava Evan e o machucava, o que a deixava mal, ainda mais por saber que ela era o motivo da atual briga dele com o pai.
Mesmo sabendo que a namorada estava com problemas, Evan não conseguia romper a barreira que Emma colocou em volta dela, o que o deixava de mãos atadas.
Sob pressão em casa, Emma começa a mudar, e sem aguentar mais, a panela explode e ela é obrigada a encarar a verdade que não queria enxergar. Pena que ela demorou para ver, e agora está em suas mãos os destinos de Jonathan e Evan.
Cansada, arrependida e com a alma despedaçada, ela toma uma decisão que vai de encontra com o que havia tão alegremente planejado para sua vida. Sem saber onde seu futuro vai dar, ela encontra forças no amor que sente para dar seu passo decisivo. Ela não quer mais machucar ninguém, principalmente Evan.
"Que merda!" foi isso que disse quando finalizei a leitura. Mas não pensem que foi por conta do enredo ser ruim, pelo contrário, ele é ótimo! Esta expressão foi por conta de como o livro terminou, e o que imagino vem pela frente. Foi uma verdadeira montanha russa de emoções, e eu queria abraçar Emma e dizer: "calma, vai ficar tudo bem, não precisa fazer isso..."
Talvez tenha gente que não goste de Emma, mas eu gosto. Mesmo quando em alguns momentos que não concordava com algumas de suas escolhas, mesmo assim, eu conseguia entendê-las.
A aproximação dela com Jonathan foi natural e totalmente plausível, e em nenhum momento senti da parte dela nada que não fosse amizade. Já com ele não foi assim, mas também não somos culpados pelos sentimentos dos outros ou pelo que sentimos.
É atordoante perceber como a mente de uma pessoa que já sofreu tantos abusos torna-se incerta e apta a aceitar que sua vida seja uma merda e que ela mereça tudo o que lhe acontece. E olha que estamos falando de uma personagem que não é nem fraca e nem mimizenta!
Estou sofrendo por ela e por Evan, e não vejo a hora de ler o último volume desta trilogia para saber como esta história acaba. E se por um acaso você ainda não a leu, não perca mais tempo e leia!


site: http://fabricadosconvites.blogspot.com.br/
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Priscila 19/09/2015

Quase sem Respirar
" Eu não havia dito mais do que meia duzia de palavras para esta mulher nos últimos cinco anos, e agora eu morava com ela. Bem era assim que eu me sentia. Ela contou historias sobre seus amigos e sobre viagens que fez como se estivesse falando com alguém que acabara de conhecer, e não com sua filha."



Qual o seu medo?

No livro um conhecemos Emma, Sara e Evam entre outros personagens que nos encantaram.
Simplesmente apaixonada por esta leitura... neste segundo livro da Trilogia Breathing, nossos protagonistas voltam com força total e ainda mais intensos, lutam para se livrar de seus medos e conflitos pessoais.
Uma linda, emocionante e surpreendente historia de amor, pela vida e pelos que nos cercam.
O tema apresentado neste romance é a violência domestica,seja ela física ou verbal, alcoolismo e drogas e influencia que ele tem na vida das pessoas que sofrem com o problema, seja direta ou indiretamente.
Quase sem Respirar, nos mostra mais a fundo os nossos personagens... Emma, Evan, Sara, Jared e suas famílias e também novos personagens que engrandecem ainda mais essa trama, com muito mistério, amor e ódio, somos pegos em muitas surpresas, que nos prendem a leitura de uma forma que é impossível parar.
Emma consegue se livrar das garras da tia e passa a morar com seus tutores, Anna e Carl, pais de sua melhor amiga Sara, só que com as insistentes ligações de sua "mãe" Rachel, decide dar uma chance e vai morar com ela, trazendo a trama grandes acontecimentos,Rachel e Emma tentam de todas as maneiras se entenderem, mas a relação mãe e filha é inexistente . Rachel é alcoólatra, baladeira e diversifica os namorados com muita frequência(deu pra entender né? kkk). Até que conhece Jonathan e o apresenta a Emma, mas o romance entre Rachel e Jonathan e conturbado. Jonathan é um rapaz lindo que chama atenção por onde passa e esconde um grande segredo, e com a convivência ele e Emma se tornam amigos pois de alguma forma se entendem e dividem seus pesadelos. Rachel por sua vez em meio suas loucuras, entre uma bebedeira e outra demostra ciumes desta amizade e a relação entre mãe e filha se torna insuportável, criando fantasias absurdas. Em meio a lucides Rachem não se lembra de seus ataques histéricos ou fingi não lembrar deixando Emma sem saber o que fazer e no que acreditar, até que um advogado contratado por seu falecido pai a procura, falando sobre sua herança que ira receber assim que completar maior idade e detalhes sobre a vida de seus pais que ela não fazia ideia, fazendo assim com que ela juntasse os pontos.
Com a proximidade da formatura, Emma diante de vários acontecimentos,entre eles os segredos de sua mãe vem a tona e os de Jonathan, que a faz pensar o quanto eles com seus "pesadelos" podem ferir, magoar e destruir, tudo e todos a sua volta, ela toma decisões que mudam drasticamente tudo aquilo que planejara por anos.
Com uma escrita contagiante Rebecca Donovan, trouxe assuntos muitas vezes polemico e difíceis de lidar, uma historia surpreendente que nos faz refletir e prende o leitor a cada pagina lida.
E não posso deixar de falar desta capa que eu amei *-* as letra tem tamanho de fácil leitura a diagramação e um capricho a escritora e a Editora Pandorga estão de parabéns



site: www.leituraecia.com.br
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Sweetlyaah 19/08/2015

"Quase", não tem nada a ver com isso!
Terminei de ler agora “Quase Sem Respirar” e o que dizer de um livro que tinha tanto potencial para ser incrível e que na realidade, não foi. Mas eu vou explicar meu ponto de vista.
No final de Uma Razão Para Respirar, nos foi deixado uma cena chocante e de doer o coração, pela Emma e a vítima que ela era de toda a situação. (Sim, mesmo não querendo ajuda por que acharia que complicaria tudo para ela e que no fim, acabou acontecendo mesmo. Mas que acredito que muitos tenham o conhecimento de que a chance de uma vítima dessa situação querer contar algo por livre e espontânea vontade é bem rara na realidade.) Mas não vou me prolongar nisso, por que agora finalmente temos o segundo livro para entendermos o que aconteceu de verdade, e por fim matar a curiosidade do que rolou naquelas últimas páginas do primeiro livro.
E realmente eu estava ansiosíssima para lê-lo, não aguentava para saber o que aconteceria na vida de Emma após esse trauma, e devo dizer que eu estava colocando muita expectativa nesse livro e realmente esperei que pelo menos preenche-se metade delas, só que não foi exatamente assim... O livro é bom, a história tem uma certa coerência e a autora tem uma ótima escrita. Mas infelizmente, é só isso que tenho a dizer dessa sequência, por que o resto, sinceramente, foi uma grande frustração e raiva.
Primeiramente, se você esperava que aquela cena no final, - já comentei umas mil vezes isso - fosse, descrita desde de o início, sinto dizer, mas não vai rolar logo nas primeiras e nem nas últimas páginas. E por que eu fiquei chateada com isso? Não que eu quisesse que a Emma sofresse mais, só que foi uma cena que te tira do lugar e te faz congelar de tanta crueldade e que me desculpem, se eu fosse a escritora eu teria explorado mais essas emoções do leitor.
Por que o que te faz ficar grudado num livro de dia ou de noite, é as emoções que ele arranca de você, pelo menos é assim comigo. Entretanto, a Rebbeca não pensou assim e deixou que tudo fosse sendo revelado aos poucos no decorrer da história, já que agora a tia de Emma estava presa e que Emma agora estava traumatizada e que bem não queria saber nada do que ocorreu naquela noite trágica. Por um lado, foi decepcionante para mim, por outro eu entendi o lado da vítima e do trauma, então relevei.
Até então tudo bem, no início tem muito dialogo e para mim ficou mais uma grande encheção de linguiça, mesmo que nos diálogos houvesse conteúdo, ficou muito parada a história e por mais que eu tentasse relevar tudo, uma hora o tédio se sobrepôs. A leitura até a página 250 é um grande tédio, e de verdade esperava mais. Muito mais.
Segundo ponto, se você acabou de sofrer um trauma tão grande e é marcada de pesadelos terríveis a meses, sua recuperação física foi extremamente dolorosa, como a autora ressaltou o tempo todo, em todas as partes do livro. Como alguém que acabou de sofrer algo tão louco quanto a experiência que a Emma viveu, resolve logo após disso ir para casa da mãe alcoólatra que você não suporta? Por que foi isso que foi descrito no primeiro livro sobre a mãe irresponsável dela, né? Só que por alguma razão, Emma se afunda, na relação, mãe e filha e parte de uma vez só para casa da mamãe.
O que eu aconselho aqui para Emma, é que ela precisa se tratar mesmo, não é só o trauma, mas é o jeito dela de se punir sem parar. Oh, garotinha que gosta de sofrer viu? E isso realmente me irritou ao longo do livro todo, o bom senso de Emma não existe nesse livro e apesar das más escolhas que ela fizera no primeiro livro, eu relevava por causa de toda a situação tensa.
Mas em Quase Sem Respirar, Emma não tem nenhuma desculpa pra agir tão estupidamente e bancar a vítima ao mesmo tempo. Por que é tão obvio que as decisões e ações que ela toma ao decorrer do livro não iriam acabar nada bem e que no final ela iria machucar todo mundo e acabar se machucando também, mas não. Parece que ela quer isso, ela quer ser punida por sabe se lá o que e quer que toda a culpa seja dela e me desculpem, apesar de ter entendido o que a autora quis passar de como provavelmente a mente de alguém traumatizado funciona, ainda assim não foi desculpa suficiente para me convencer a achar que Emma não estava sendo burra, complicada e a maria cheia das graças.
Não sei como a autora fez eu quase odiar uma protagonista que gostei tanto.... Não sei mesmo.
Mesmo assim, a história não para e se torna tão lenta de concluir, capitulo após capitulo. Então, temos os novos personagens que aparecem nessa história, para o bem ou para o mal, nunca saberemos. Mentira. Saberemos sim, por que como a Emma parece estar vivendo numa galáxia paralela ao do resto do mundo, é claro que o a encanta é “isso não vai acabar bem” e ela toma isso como dilema de vida.
E então é uma sucessão de escolhas erradas e consequências previstas que é impossível tentar defende-la, por que a Emma procurou por tudo aquilo. E sinto muito, se não concordam comigo. Mas é essa a verdade do que eu li, apenas minha opinião. Emma mereceu tudo aquilo que ela passou em Quase Sem Respirar e não foi fácil ler as consequências de sua escolha, não queria ter que ler aquilo que desde de o ínfimo pensamento que ela tinha ou de suas reações prenunciava tragédia. Mas a Emma de Uma Razão Para Respirar, era esperta e no mínimo tinha certo bom senso, mas essa eu mal a conheço e por isso, mesmo, querendo defende-la e me doendo ver que ela estava se ferindo e se afundando mais na lama, sabia que foram as próprias escolhas da Emma-Nonsense desse livro.
E então surge, Jonathan, um personagem que foi a pura fumaça, bem daquele ditado de vó “Onde há fumaça há fogo. ” E aí vocês já percebem onde essa história vai parar, por que desde de o momento que a Emma “corou” quando viu o Jonathan, que se apresentou como namorado mais novo da mãe dela, eu senti aquele tsunami de consequências engolindo a pequena Emma Nonsese. Primeiro porque, tirando o fato que Emma despejou seus medos e traumas em Jonathan, e tudo de repente se tornou uma “ligação”. Emma se atraiu por ele só porque ele era “incrivelmente lindo”? É sério, pessoal? É isso mesmo? Por que tirando o fato de que Emma não conseguia parar e eu digo isso mesmo, não conseguia parar de corar ao olhar para Jonathan a história toda. Não vi nada, e não senti nada de concreto entre os dois. Quanto mais lia, mais parecia coisa da cabeça dela e mais me provava que a relação entre eles aumentou drasticamente, só por causa que ela se sentia atraída por ele ser muito lindo, então os feromonios da Emma Nonsense fizeram ela contar coisas que ela nem ao menos contava para a sua melhor amiga. Me pareceu irreal e um pouco tolo, já que ela não simpatiza com os encontros de uma noite da mãe dela, então o que ela viu no Jonathan, sério?
Quer dizer, não é pecado ser bonito, mas para mim foi inverossímil, alguém que está fechada e traumatizada e em terreno desconhecido que era a casa da mãe dela e o que ela jurava de pé junto, se abrir bem com um dos caras que naquele momento era apenas um encontro de sua mãe e um completo desconhecido.
E apesar de todas as minhas opiniões, a tal da “ligação” continua e realmente toma uma proporção grande o suficiente para jogar a merda no ventilador como acontece no final.
Apesar de Jonathan não ser tão mal assim para Emma, até o final, claro. O personagem dele foi bem estranho, quer dizer no começo eu o achei covarde, mas quanto mais eu lia sobre ele, mais comecei a achar ele com uma forte tendência psicopata. Eu só estava esperando, um deslize para confirmar isso e meio que minhas suspeitas meio que foram sanadas no final, Jonathan é “intenso”, descontrolado, obsessivo, carente e cheio de si. Realmente, se tivesse um grupo sobre psicopatia, ele entraria pela a maioria de acertos, para ser estudo.
Mas ele foi só isso, ele apareceu, remexeu o que já estava bagunçado e se foi, e realmente espero não ter que saber mais dele no último livro, por que a enrolação e o mimimi de Emma pioravam quando pensava sobre ele. No entanto não foi só ele que entrou em na história tem a Analise, que de verdade, não sei qual era o propósito dela ali, já que não fez diferença nenhuma, já que a Emma Nonsense podia ter feito um monologo nesse livro e ainda assim teria estragado tudo no final. E sim, ainda estou irritada com a Rebecca por ter feito a personagem tão diferente, fraca e até um pouco odiosa com sua atitude.
Mas nem tudo foram sangue e lágrimas, Evan nesse livro se torna o príncipe encantado, o que não achei tão ruim, bem improvável e o puro Edward Cullen nesse livro, o que até um ponto não sei se foi bom ou ruim, por que convenhamos Edward Cullen serve para Edward Cullen, mas na história do Evan para Edward, ficou tão mundos paralelos, mesmo que eu não reclame de todo o amor que o Evan dedicou a Emma Nonsense nesse livro, sempre acabava me vindo a mente o Edward com seu jeito de proteger ela até de tudo que ele passou também por causa dela, e como ele não a força a contar nada mesmo que ele também tenha ficado marcado com aquilo também. Era como se ele colocasse uma bolha cor de rosa envolta dela.
E também tem a Sara! É a personagem que eu realmente mais adoro, já que realmente ela traz energia para a história e movimenta a Emma, sendo sempre uma ótima amiga e muito engraçada também.
E antes que isso fique gigantesco, devo comentar que não tinha nada a declarar sobre a mãe da Emma, ela foi caso perdido desde o início, Emma poderia ter evitado milhares e milhares de coisas se não tivesse a brilhante ideia de se mudar para a casa da mãe egocêntrica e alcoólatra, que era Rachel. E que nunca deveria ser chamada de mãe, desde o início em que Rachel começou a dizer aquelas coisas horrorosas pra Emma e ela ainda assim a confortava, estava obvio que ela não a amava.
Sobre o pai e as lembranças da Emma, achei tão sem noção voltar tudo aquilo no tempo, com ataques histéricos da Rachel, o colapso da Emma com as memórias perdidas, o advogado contando aquilo tudo, de verdade. Acho que a autora poderia ter feito tão mais com a história, do que com essas revelações que não fariam diferença nenhuma na história da Emma, poderia ter brincado mais com os personagens do presente, do que voltar lá trás num passado que realmente não fez a mínima diferença, além de fazer ela sofrer bem mais ao ter uma parte da memória de volta. “Aaah, ok. Minha mãe sempre foi uma infeliz bêbada. Meu pai continua morto, mas me deixou uma boa herança. Ainda assim, fui abandonada porque minha mãe nunca me quis ou me amou e por isso fui torturada, abusada e quebrada cada minuto da minha vida a partir daquele dia....”. Sério? Precisava? Não mesmo, né?
E mesmo tendo desgostado de um bom terço do livro, minha parte favorita era quando a Emma que eu conhecia, se revelava e que acabou se tornando forte, sincera, feroz e até acida, quando chegava no seu limite, ela era a protagonista que gostei em Uma Razão Para Respirar, não o clone malfeito que a autora colocou no lugar dela, e não há trauma que desculpe esse comportamento. É uma pena que dê para contar nos dedos esses pequenos e muito loucos momentos.
Tem muita coisa que gostaria de comentar, mas acho que já está enorme o suficiente essa resenha, que está mais para desabafo.
Sinceramente, esperava tão mais, tão mais mesmo da história que foi decepcionante. Não me deu interesse nenhum de ler o terceiro e último livro, mas vou ler para finalizar a trilogia e eu realmente espero que seja melhor do que foi esse Quase Sem Respirar. Espero que Emma não se torne uma covarde e que seja a garota forte que muitas vezes ela aparenta ser, e espero que ela pare de se fechar e se culpar, por que por um lado eu compreendo, mas até certo ponto e ler um livro cheio disso, é tedioso e cheio de mimimi de mais. Torço para que ela e Evan se acertem novamente e que finalmente conversem de verdade, sobre tudo dessa vez.

Camilla 01/04/2018minha estante
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Camilla 01/04/2018minha estante
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Nathália Eiras 23/04/2015minha estante
E principalmente: a trilogia sobre o Jonathan


Barbara 07/04/2017minha estante
Nossa, eu também gostei muito do Jonathan, um personagem maravilhoso daqueles, como tem gente que o odeia? Eu torci muito pra que ele e a Emma ficassem juntos, pena que meus shipps nem sempre dão certo.




Camila 14/02/2015

A leitura desse livro me deixou frustrada, irritada, indignada e com raiva. Foi difícil e demorado concluir a leitura.
Nem todo o drama envolvendo a vida da Emma foi capaz de me fazer simpatizar com ela. Pelo contrário, odiei a Emma na maior parte das vezes e senti desprezo cada vez que ela optou pela mentira ao invés de se abrir, cada vez que preferiu procurar Jonathan ao invés de Evan.

O Evan com todo seu excesso de paciência, bondade e zelo me decepcionou. Ele não foi capaz de me cativar em “Uma Razão para Respirar” e nesse volume suas atitudes fizeram com que o visse ainda mais passivo e frouxo.

Os vários momentos de “quase sexo” entre o casal também foram pra lá de irritantes. Se a autora não queria que seus protagonistas transassem pra que criar tantos momentos em que parecia que finalmente Emma perderia a virgindade, para logo em seguida nada acontecer?!
Era um tal de alguém interromper, a mãe da Emma surtar, o Evan achar que o ambiente ou o momento não era adequado que ficou chato!

A mãe da Emma é imatura, carente, dependente e egoísta e apesar de querer estrangula-la cada vez que aparecia na história, não vejo isso como um ponto negativo.

Não sei muito bem como me sinto em relação ao Jonathan, mas também não me afeiçoei a ele, principalmente depois do que ele fez no final do livro. Mas fica evidente que a culpa desse desfecho é da Emma, por permitir que a situação chegasse a esse ponto.

Apesar de toda a insatisfação com a leitura, não consegui evitar a curiosidade de saber o que acontecerá no volume 3. Lá vou eu ler “Eu escolhi Respirar”!
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Denise 03/02/2015

esse livro nos desperta tantos sentimentos, ela conseguiu tirar meu sono, terminei de ler com estomago embrulhando .
odeio a Emma, isso parece errado depois de todo sofrimento, ela é egoísta, mimada, não dá valor as pessoas que importam com ela.
Evan merece uma garota que confie nele, ele é doce companheiro, amigo.
pensei que nada poderia superar o final do primeiro, estava enganada.
Vivi 03/02/2015minha estante
Realmente é um misto de emoções. Emma é difícil de entender e apesar do Evan aparecer pouco nesse livro demonstra ainda mais suas qualidades. Sara continua sendo a melhor amiga de todos os tempos.... Livro que te faz prender a respiração e te deixa quase sem respirar literalmente. Amei o livro.


sweetsadgiirl 25/01/2018minha estante
E eu achando que só eu havia odiado a Emma. Ranço dela nesse segundo livro. Só de lembrar dela é Jhonatan da vontade de socar esses dois. Nunca senti tanto ranço na minha vida do que lendo este livro.




Clube do Livro 16/01/2015

Impossível não vivenciar todas as dores e dúvidas de Emma.

Sinceramente pensei que tudo de ruim na vida de Emma já tinha acontecido no primeiro livro, mas não... Nesse segundo livro que na minha opinião conseguiu superar o primeiro o título faz jus a história, nos deixa quase sem respirar de tanta aflição.
Emma vai morar com os pais de Sara nesse segundo livro, mas por uma decisão que pega todos de surpresa, ela decide ir morar os últimos meses antes de ir para faculdade com sua mãe Rachel...Os problemas de Emma recomeçam de maneira diferente, mas tão intensa quanto no primeiro livro, essa decisão muda para sempre o rumo de sua vida...
Não dá para contar muita coisa sem acabar estragando o livro, mas nessa continuação Emma conhece alguns segredos do passado da sua família que talvez fosse melhor ter deixado trancado no baú das memórias a sete chaves...Mas ao ir morar com sua mãe a caixa de pandora é aberta trazendo muitas verdades, medos, insegurança e tristeza...
A vida de Emma foi escrita para fazer o leitor viver suas dores, suas dúvidas e suas alegrias. Eu adorei o livro e odiei alguns personagens pela dor que causaram com seu toque de midas ao inverso.Quem pegar esse livro vai abrir um turbilhão de sentimentos... Você odeia, ama, sente dor, se sufoca e se emociona...Não tem como sair ileso dessa história muito bem escrita e contada com tanta emoção e veracidade.




Trechos Marcantes:

“Ele é o único que entendia a escuridão dentro de mim, e eu podia contar coisas a ele que eu não contava para mais ninguém. De maneira egoísta, não queria abrir mão dele.”
“Eu quebrei a parede. Aquela parede que me protegia de tudo que me machucava. Eu me abri e senti a dor dela, a minha dor, e me tornei a filha dela…”
- Minha intenção é a seguinte: Ele ama você. Todo mundo sabe o quanto ele gosta de você, mas eu torcia para que ele não a amasse de verdade, não dessa maneira. [...]- Tudo que tenho pra dizer é que ele é a pessoa mais incrível que já conheci. Daria tudo pra alguém me amar dessa maneira, por isso, é melhor você merecer o amor dele, Emma.
"- Não, Jonathan. Nossas mentiras e trapaças nos tornam tão ruins quanto eles. Nós destruímos as vidas das pessoas..."

- Você estava tão imóvel e tão pálida - continuou ele. Seus olhos azuis encontraram os meus e ele sussurrou: - Eu respirei para você.


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Giuliana Sperandio 16/01/2015

Impossível não vivenciar todas as dores e dúvidas de Emma.

Sinceramente pensei que tudo de ruim na vida de Emma já tinha acontecido no primeiro livro, mas não... Nesse segundo livro que na minha opinião conseguiu superar o primeiro o título faz jus a história, nos deixa quase sem respirar de tanta aflição.
Emma vai morar com os pais de Sara nesse segundo livro, mas por uma decisão que pega todos de surpresa, ela decide ir morar os últimos meses antes de ir para faculdade com sua mãe Rachel...Os problemas de Emma recomeçam de maneira diferente, mas tão intensa quanto no primeiro livro, essa decisão muda para sempre o rumo de sua vida...
Não dá para contar muita coisa sem acabar estragando o livro, mas nessa continuação Emma conhece alguns segredos do passado da sua família que talvez fosse melhor ter deixado trancado no baú das memórias a sete chaves...Mas ao ir morar com sua mãe a caixa de pandora é aberta trazendo muitas verdades, medos, insegurança e tristeza...
A vida de Emma foi escrita para fazer o leitor viver suas dores, suas dúvidas e suas alegrias. Eu adorei o livro e odiei alguns personagens pela dor que causaram com seu toque de midas ao inverso.Quem pegar esse livro vai abrir um turbilhão de sentimentos... Você odeia, ama, sente dor, se sufoca e se emociona...Não tem como sair ileso dessa história muito bem escrita e contada com tanta emoção e veracidade.

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Albertini 05/11/2014

Emma Thomas e Evan Matheus
A luta de Emma contra uma vida doméstica abusiva chegou a uma conclusão sufocante nos capítulos finais de Uma razão para respirar. Agora todos de Weslyn sabem seu segredo, mas Carol não poderá mais feri-la. Alguns ainda são assombrados pelo horror daquela noite, e alguns devem enfrentar as consequências de suas próprias escolhas. Fãs do romance de estreia de Rebecca Donovan vão descobrir que ainda há muito a aprender sobre a vida de Emma.
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