Quase Sem Respirar

Quase Sem Respirar Rebecca Donovan




Resenhas - Quase Sem Respirar


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Everything but the books 17/09/2014

De tirar o fôlego...
Para ler a resenha toda, acesse o blog.

Li em determinadas resenhas e comentários, que Emma era uma boba, que merecia um sacode para acordar. Mas não penso assim, ela tem toda as razões e o direito de ser assim, sendo tão quebrada. Não podemos julgá-la. Os segredos foram se revelando, as dúvidas que surgiram no primeiro livro foram sendo esclarecidas, e eu fui entendendo cada atitude dela.

Desta vez, Emma escapou da morte ao ser salva das garras de sua tia Carol. Depois de achar que já havia enfrentado tudo que podia, com Carol presa, George e as crianças morando longe, ela resolve dar uma segunda chance a sua mãe e mudar-se para casa dela. Uma decisão que de fato, mudará o rumo de sua vida e mostrará que, infelizmente, ela ainda pode enfrentar mais.

Agora, Emma luta contra outro monstro. Longe da violência doméstica, agora ela enfrenta o alcoolismo de Rachel e a avalanche de problemas que vêm junto com a garrafa.
Atordoada com tudo o que passou no convívio com a tia má, Emma, sofre de insonia e o pouco que dorme, tem pesadelos horríveis. Encontra consolo na companhia de Jonathan, o namorado de sua mãe, que é um pouco mais velho que Emma, e também tem segredos e medos que não o deixam dormir. Emma enxerga em Jonathan, uma pessoa que também sofre e tem problemas como ela, e consegue se abrir, dizer coisas que nunca disse, nem mesmo a Evan, e então, uma cumplicidade se forma.

Mas Rachel é egoísta e manipuladora. Com ciúmes de Jonathan, ela usa a bebida pra chamar atenção, se meter em confusão e falar o que quer, acusando Emma de ser a culpada por tudo de ruim que aconteceu em sua vida após o acidente que a deixou viúva.
Nesse livro, Rebecca retrata o alcoolismo como problema central. O que em muitas famílias, é uma triste realidade. A forma como Rachel se agarra ao líquido como se ele fosse uma borracha que pode fazer apagar todos os problemas de sua vida. E ela de fato, acredita nisso, por que no outro dia, finge esquecer de todos os problemas que causou.

Emma, em determinados momentos, se sentia impotente, e a única opção que tinha, era realmente fingir que nada havia acontecido, ou aceitar desculpas débeis, choros descontrolados de arrependimento, limpar toda a bagunça e esquecer as palavras cruéis que foram disparadas contra ela na noite anterior.

E através dessas palavras cruéis, é que a história se encaixa e descobrimos o que de fato aconteceu na vida de Emma. O acidente do pai, o porque dela ir morar com os tios, o abandono da mãe, e até mesmo o que aconteceu na noite em que Emma quase morreu. As perguntas são respondidas, as dúvidas sanadas e como eu disse, entendemos o porquê dela ser tão fechada, a ponto de bloquear as memórias, inconscientemente, para que o sofrimento que já é enorme, se tornasse um pouco brando.

O que achei interessante neste livro é que a autora conseguiu nos prender, e mostrar a importância de cada personagem na vida de Emma, principalmente Jonathan, Evan e até Rachel. Antes que você me pergunte Não, não há um triângulo amoroso. O amor de Emma e Evan continua muito presente e a ligação entre os dois, se aprofundou ainda mais, depois do último acontecimento.

E por mais que o desfecho seja bem estilo do primeiro livro, de te deixar literalmente quase sem respirar, na minha opinião, não consegui ter raiva de ninguém. Com a aproximação do final, a cena muito bem detalhada, meu coração se apertava e uma dor me atingia como se eu realmente estivesse lá, o que me fez ansiar desesperadamente pelo terceiro

Cinco estrelas? Siiim! Isso porque não tenho como dar mais. Já fico imaginando como ficarei quando enfim forem lançados os filmes da trilogia. :'(

site: http://blogeverythingbutthebooks.com/2014/09/17/resenha-quase-sem-respirar-de-rebecca-donovan/
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Kari 15/09/2014

Depois de todo o inferno vivido por Emma na casa de seus tios, ela tem a oportunidade de recomeçar, ter um novo lar na casa de Sara, pois Anna e Carl tornaram-se seus tutores legais, e ninguém melhor que eles para cuidarem dela, pois eles realmente se importam. Mas claro que não seria tão perfeito; desde que Emma quase morreu, sua mãe se instalou na cidade e vem procurando por ela insistentemente por seis longos meses, até que por impulso Emma atende a ligação e simplesmente diz que vai morar com ela.. Assim, sem mais nem menos, até ela percebe o quanto é impulsiva, o quanto toma decisões sem realmente pensar nas consequências. E lá vai Emma para mais uma sessão de terror e tortura, mas dessa vez ela escolheu isso, não lhe foi imposto e pior, ela começa a demonstrar um lado que eu, não gostei de ver. Por muito tempo me incomodei com o altruísmo sem fim de Emma que para proteger seus primos sofreu o pão que o diabo amassou com Carol e chegou a quase perder sua vida, mas sério.. Não sabia que se podia ser literalmente idiota mais uma vez, porque sinceramente, eu sei que com os abusos da violência doméstica, muitos se calam, por vários medos e motivos.. Mas Emma deveria ter aprendido em sua primeira jornada no inferno. Mas foi ela morar com Rachel, sua mãe.

Rachel é instável, volúvel, alcóolatra, carente e realmente cruel; sua única preocupação é a si mesma. Ela é como se fosse uma menininha mimada que não cresceu e quer ser o centro das atenções! Logo de cara no primeiro momento delas juntas, o que acontece? Rachel enche a cara e diz poucas e boas, quebra tudo e tal, fazendo Emma ter um vislumbre do que estaria por vir; dia após dia com Rachel as coisas vão acontecendo, Rachel chegando bêbada, dizendo coisas cruéis e depois agindo como se nada tivesse acontecido.. Trazendo homens e mais homens para casa que saiam antes de Emma supostamente acordar.. já que ela ainda é assombrada por pesadelos e não dorme muito.. então ouve todos os encontros sórdidos da mãe na madrugada. Até que Rachel para com Jonathan, alguém por quem diz estar apaixonada e querer namorar.. Este é bem mais jovem que ela, ele mente que tem 28 anos (mais tarde descobrimos que na verdade é 24).

O primeiro encontro entre Jonathan e Emma já percebi que boa coisa não vinha disso, ela está saindo do banheiro enrolada na toalha e ele simplesmente sai entrando na casa e dá de cara com ela.. Emma vai se complicando cada vez mais, pois já vem afastando Evan e Sara de sua vida novamente, da verdade do que tem passado e quando Jonathan surge tudo começa a desandar ainda mais. Jonathan tem um passado tão sombrio quanto Emma e por este motivo eles acabam se conectando.. Quando Emma tem pesadelos, passam horas nas madrugadas conversando, é por ele que ela procura quando precisa de ajuda com Rachel, quando não consegue dormir e etc. E não por seu namorado Evan, sabe aquele maravilhoso que apoiou ela em todos os momentos, que fez tudo por ela!

Por isso eu deixei de sentir empatia por Emma para sentir rancor! Sim minha gente!

Gostaria de saber como é possível que de compaixão e empatia, meu sentimento por Emma se tornasse de pura ira e rancor? Sério! Ela me irritou completamente a cada página virada nesse segundo volume. O livro é ruim?? De forma alguma! É fantástico! Porém a cada página virada a única coisa que eu tinha certeza era das escolhas erradas de Emma, que cada mentira que ela contava só iria acabar muito mal..


"- Não, Jonathan. Nossas mentiras e trapaças nos tornam
tão ruins quanto eles. Nós destruímos as vidas das pessoas..."
pág.551


Sinceramente, a meu ver, o trecho acima demonstra exatamente meu sentimento com relação a Emma nesse volume; ela consegue destruir o que toca.. O que há de melhor, com suas mentiras e seus segredos! Ela estava confusa com relação a Jonathan em algum momento, mas depois ela sabia o que tinha que fazer com relação aos dois para evitar sofrimento, mas Emma preferiu ficar adiando, cozinhando em banho maria e se encontrando as escondidas com Jonathan o que não achei nem um pouco justo com Evan, aliás, ela não foi justa com ele em nenhum momento e sinceramente, falei sobre a mãe dela ser uma criança mimada acima, mas Emma também não foi muito diferente quando deixou a situação rolar sabendo das consequências, ela não é criança, o sofrimento que ela viveu e seus pesadelos, não tira o lado racional e bom senso, então para mim houve uma falha enorme de caráter aí!

Estou irritada e chateada com Emma, se é que se pode ficar assim com um personagem! Agora quero o terceiro volume.. Preciso saber se tudo ficará bem!

Falando de outros personagens.. Nesse volume Sara e Jared estão de volta com toda sua fofura de casal perfeito! Eu acho eles fofos juntos!

Drew se redime de seus atos no primeiro volume, consegui ver ele com outros olhos!

Os pais de Sara com certeza são os melhores do mundo todo! Quem não gostaria de ter pais assim?! Evan é um namorado muito paciente e compreensivo vou te contar, eu quero um Evan para chamar de meu! Aparecerá uma Analise para deixar Emma com ciúmes, essa ficará caidinha por Evan, mas claro, ele não está nem aí! Ele só tem olhos para Emma!

Jonathan é lindo e misterioso, mas não fui com a cara dele desde o começo e quem não viu que ele estava interessado em Emma? Só ela que fingiu que não né? Rachel me dá nojo! Saber mais sobre a infância de Emma me deixou triste e contente ao mesmo tempo; pois percebi o quanto ela foi amada por seu pai e infelizmente o tão pouco tempo ela pôde ter isso e o tão pouco ela se lembra! Fico pensando como se pode ter uma avó que não está nem aí para você? Não consigo imaginar! A minha avó é simplesmente maravilhosa!

Emma tem muito lixo em seu passado, mas ela tem em seu presente pessoas maravilhosas como Sara, Anna, Carl, Evan e mesmo assim insiste em fazer escolhas pavorosas.. E mesmo assim aqueles que a amam estão lá por ela. Incrível!

A única coisa que me deixou contente com relação a atitude de Emma foi o final, sinceramente! Não a forma como Evan estava lá naquela situação, mas ela ter chegado a conclusão que chegou.. Isso sim me deixou realmente contente! O rapaz precisava, apesar de ele não saber disso!


Eu juro que se Emma não implorar perdão ao Evan no próximo volume da Trilogia Breathing escreverei uma carta de ódio para a autora! Pq ela conseguiu, de empatia e compaixão.. Estou com raiva e rancor dela! Criatura idiota! Uma coisa é sofrer violência doméstica no primeiro volume e se calar para proteger os primos pequenos e tal, eu juro que entendi e fiquei comovida! Sofri junto com ela! Mas outra é ser IDIOTA e tomar todas as decisões erradas e mentir mais do que o pinóquio e perder completamente o bom senso!
Camila Brito 05/10/2014minha estante
Vc descreveu exatamente o q estou sentindo... acabei de ler esse livro a uns cinco minutos e ainda estou tentando decidir se gostei ou não.


Kari 05/10/2014minha estante
Pois é Camila Brito.. eu fiquei em um misto de amor e ódio.
Não justifica para mim dizer que devido aos abusos sofridos ela seja tão ingênua a ponto de não saber as merdas que estava fazendo nesse volume.. ou mesmo que o fato de ter sofrido abusos a descarte de ter bom senso.. essa coisa com o namorado da mãe. Não me convence. Ela procurou sarna para se coçar sabendo no que podia dar.#fato e como sempre afastando aqueles que mais a apoiaram e fizeram por ela!


mai 19/12/2014minha estante
Gente, parabéns pela resenha, foi exatamente isso que senti lendo o livro, ÓDIO da Emma! poxa, toda vez que ela ligava pro jonathan em vez de ligar pro evan eu ficava puta, cara, evan é namorado dela, ta sempre ali quando ela precisa e ela liga pro namorado da mãe? ah para... mas enfim... é um bom livro


Marcia 03/01/2015minha estante
Sinceramente não estou nem um pouco curiosa para ler esse 2 volume odeia essas meninas tontas sem atitude


Mika 09/04/2017minha estante
Oi! Menina, você descreveu tudo! Senti tanta raiva da Emma quando ela ficava tempo demais com o Jonathan e ao invés de desencorajá-lo, ela parecia que gostava de ficar criando situações para ficar com ele... me irritou demais! Achei que o Evan não a merecia de jeito nenhum!




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