Quase Sem Respirar

Quase Sem Respirar Rebecca Donovan




Resenhas - Quase Sem Respirar


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Kari 15/09/2014

Depois de todo o inferno vivido por Emma na casa de seus tios, ela tem a oportunidade de recomeçar, ter um novo lar na casa de Sara, pois Anna e Carl tornaram-se seus tutores legais, e ninguém melhor que eles para cuidarem dela, pois eles realmente se importam. Mas claro que não seria tão perfeito; desde que Emma quase morreu, sua mãe se instalou na cidade e vem procurando por ela insistentemente por seis longos meses, até que por impulso Emma atende a ligação e simplesmente diz que vai morar com ela.. Assim, sem mais nem menos, até ela percebe o quanto é impulsiva, o quanto toma decisões sem realmente pensar nas consequências. E lá vai Emma para mais uma sessão de terror e tortura, mas dessa vez ela escolheu isso, não lhe foi imposto e pior, ela começa a demonstrar um lado que eu, não gostei de ver. Por muito tempo me incomodei com o altruísmo sem fim de Emma que para proteger seus primos sofreu o pão que o diabo amassou com Carol e chegou a quase perder sua vida, mas sério.. Não sabia que se podia ser literalmente idiota mais uma vez, porque sinceramente, eu sei que com os abusos da violência doméstica, muitos se calam, por vários medos e motivos.. Mas Emma deveria ter aprendido em sua primeira jornada no inferno. Mas foi ela morar com Rachel, sua mãe.

Rachel é instável, volúvel, alcóolatra, carente e realmente cruel; sua única preocupação é a si mesma. Ela é como se fosse uma menininha mimada que não cresceu e quer ser o centro das atenções! Logo de cara no primeiro momento delas juntas, o que acontece? Rachel enche a cara e diz poucas e boas, quebra tudo e tal, fazendo Emma ter um vislumbre do que estaria por vir; dia após dia com Rachel as coisas vão acontecendo, Rachel chegando bêbada, dizendo coisas cruéis e depois agindo como se nada tivesse acontecido.. Trazendo homens e mais homens para casa que saiam antes de Emma supostamente acordar.. já que ela ainda é assombrada por pesadelos e não dorme muito.. então ouve todos os encontros sórdidos da mãe na madrugada. Até que Rachel para com Jonathan, alguém por quem diz estar apaixonada e querer namorar.. Este é bem mais jovem que ela, ele mente que tem 28 anos (mais tarde descobrimos que na verdade é 24).

O primeiro encontro entre Jonathan e Emma já percebi que boa coisa não vinha disso, ela está saindo do banheiro enrolada na toalha e ele simplesmente sai entrando na casa e dá de cara com ela.. Emma vai se complicando cada vez mais, pois já vem afastando Evan e Sara de sua vida novamente, da verdade do que tem passado e quando Jonathan surge tudo começa a desandar ainda mais. Jonathan tem um passado tão sombrio quanto Emma e por este motivo eles acabam se conectando.. Quando Emma tem pesadelos, passam horas nas madrugadas conversando, é por ele que ela procura quando precisa de ajuda com Rachel, quando não consegue dormir e etc. E não por seu namorado Evan, sabe aquele maravilhoso que apoiou ela em todos os momentos, que fez tudo por ela!

Por isso eu deixei de sentir empatia por Emma para sentir rancor! Sim minha gente!

Gostaria de saber como é possível que de compaixão e empatia, meu sentimento por Emma se tornasse de pura ira e rancor? Sério! Ela me irritou completamente a cada página virada nesse segundo volume. O livro é ruim?? De forma alguma! É fantástico! Porém a cada página virada a única coisa que eu tinha certeza era das escolhas erradas de Emma, que cada mentira que ela contava só iria acabar muito mal..


"- Não, Jonathan. Nossas mentiras e trapaças nos tornam
tão ruins quanto eles. Nós destruímos as vidas das pessoas..."
pág.551


Sinceramente, a meu ver, o trecho acima demonstra exatamente meu sentimento com relação a Emma nesse volume; ela consegue destruir o que toca.. O que há de melhor, com suas mentiras e seus segredos! Ela estava confusa com relação a Jonathan em algum momento, mas depois ela sabia o que tinha que fazer com relação aos dois para evitar sofrimento, mas Emma preferiu ficar adiando, cozinhando em banho maria e se encontrando as escondidas com Jonathan o que não achei nem um pouco justo com Evan, aliás, ela não foi justa com ele em nenhum momento e sinceramente, falei sobre a mãe dela ser uma criança mimada acima, mas Emma também não foi muito diferente quando deixou a situação rolar sabendo das consequências, ela não é criança, o sofrimento que ela viveu e seus pesadelos, não tira o lado racional e bom senso, então para mim houve uma falha enorme de caráter aí!

Estou irritada e chateada com Emma, se é que se pode ficar assim com um personagem! Agora quero o terceiro volume.. Preciso saber se tudo ficará bem!

Falando de outros personagens.. Nesse volume Sara e Jared estão de volta com toda sua fofura de casal perfeito! Eu acho eles fofos juntos!

Drew se redime de seus atos no primeiro volume, consegui ver ele com outros olhos!

Os pais de Sara com certeza são os melhores do mundo todo! Quem não gostaria de ter pais assim?! Evan é um namorado muito paciente e compreensivo vou te contar, eu quero um Evan para chamar de meu! Aparecerá uma Analise para deixar Emma com ciúmes, essa ficará caidinha por Evan, mas claro, ele não está nem aí! Ele só tem olhos para Emma!

Jonathan é lindo e misterioso, mas não fui com a cara dele desde o começo e quem não viu que ele estava interessado em Emma? Só ela que fingiu que não né? Rachel me dá nojo! Saber mais sobre a infância de Emma me deixou triste e contente ao mesmo tempo; pois percebi o quanto ela foi amada por seu pai e infelizmente o tão pouco tempo ela pôde ter isso e o tão pouco ela se lembra! Fico pensando como se pode ter uma avó que não está nem aí para você? Não consigo imaginar! A minha avó é simplesmente maravilhosa!

Emma tem muito lixo em seu passado, mas ela tem em seu presente pessoas maravilhosas como Sara, Anna, Carl, Evan e mesmo assim insiste em fazer escolhas pavorosas.. E mesmo assim aqueles que a amam estão lá por ela. Incrível!

A única coisa que me deixou contente com relação a atitude de Emma foi o final, sinceramente! Não a forma como Evan estava lá naquela situação, mas ela ter chegado a conclusão que chegou.. Isso sim me deixou realmente contente! O rapaz precisava, apesar de ele não saber disso!


Eu juro que se Emma não implorar perdão ao Evan no próximo volume da Trilogia Breathing escreverei uma carta de ódio para a autora! Pq ela conseguiu, de empatia e compaixão.. Estou com raiva e rancor dela! Criatura idiota! Uma coisa é sofrer violência doméstica no primeiro volume e se calar para proteger os primos pequenos e tal, eu juro que entendi e fiquei comovida! Sofri junto com ela! Mas outra é ser IDIOTA e tomar todas as decisões erradas e mentir mais do que o pinóquio e perder completamente o bom senso!
Camila Brito 05/10/2014minha estante
Vc descreveu exatamente o q estou sentindo... acabei de ler esse livro a uns cinco minutos e ainda estou tentando decidir se gostei ou não.


Kari 05/10/2014minha estante
Pois é Camila Brito.. eu fiquei em um misto de amor e ódio.
Não justifica para mim dizer que devido aos abusos sofridos ela seja tão ingênua a ponto de não saber as merdas que estava fazendo nesse volume.. ou mesmo que o fato de ter sofrido abusos a descarte de ter bom senso.. essa coisa com o namorado da mãe. Não me convence. Ela procurou sarna para se coçar sabendo no que podia dar.#fato e como sempre afastando aqueles que mais a apoiaram e fizeram por ela!


mai 19/12/2014minha estante
Gente, parabéns pela resenha, foi exatamente isso que senti lendo o livro, ÓDIO da Emma! poxa, toda vez que ela ligava pro jonathan em vez de ligar pro evan eu ficava puta, cara, evan é namorado dela, ta sempre ali quando ela precisa e ela liga pro namorado da mãe? ah para... mas enfim... é um bom livro


Marcia 03/01/2015minha estante
Sinceramente não estou nem um pouco curiosa para ler esse 2 volume odeia essas meninas tontas sem atitude


Mika 09/04/2017minha estante
Oi! Menina, você descreveu tudo! Senti tanta raiva da Emma quando ela ficava tempo demais com o Jonathan e ao invés de desencorajá-lo, ela parecia que gostava de ficar criando situações para ficar com ele... me irritou demais! Achei que o Evan não a merecia de jeito nenhum!




Ellen mlaker 02/04/2021

Perfeito
Esse livro é incrível.

Chorei horrores lendo, super recomendo.
História cativante, emocionante e com um conteúdo meio pesado e tem vários gatilhos
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Nathália Eiras 23/04/2015minha estante
E principalmente: a trilogia sobre o Jonathan


Barbara 07/04/2017minha estante
Nossa, eu também gostei muito do Jonathan, um personagem maravilhoso daqueles, como tem gente que o odeia? Eu torci muito pra que ele e a Emma ficassem juntos, pena que meus shipps nem sempre dão certo.




Bru 04/04/2020

Por mais que eu tenha gostado muito do primeiro livro, a continuação eu achei um pouco "dramática" demais em alguns momentos. A autora acrescentou um personagem masculino, o Jonathan, que se apaixona pela protagonista. Eu particularmente achei desnecessário e chato, ele é muito dramático, se não fosse por ele eu teria dado 5 estrelas. Mas tirando isso, a história é muito boa e vale muito a pena. Ansiosa para ler o terceiro!
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Everything but the books 17/09/2014

De tirar o fôlego...
Para ler a resenha toda, acesse o blog.

Li em determinadas resenhas e comentários, que Emma era uma boba, que merecia um sacode para acordar. Mas não penso assim, ela tem toda as razões e o direito de ser assim, sendo tão quebrada. Não podemos julgá-la. Os segredos foram se revelando, as dúvidas que surgiram no primeiro livro foram sendo esclarecidas, e eu fui entendendo cada atitude dela.

Desta vez, Emma escapou da morte ao ser salva das garras de sua tia Carol. Depois de achar que já havia enfrentado tudo que podia, com Carol presa, George e as crianças morando longe, ela resolve dar uma segunda chance a sua mãe e mudar-se para casa dela. Uma decisão que de fato, mudará o rumo de sua vida e mostrará que, infelizmente, ela ainda pode enfrentar mais.

Agora, Emma luta contra outro monstro. Longe da violência doméstica, agora ela enfrenta o alcoolismo de Rachel e a avalanche de problemas que vêm junto com a garrafa.
Atordoada com tudo o que passou no convívio com a tia má, Emma, sofre de insonia e o pouco que dorme, tem pesadelos horríveis. Encontra consolo na companhia de Jonathan, o namorado de sua mãe, que é um pouco mais velho que Emma, e também tem segredos e medos que não o deixam dormir. Emma enxerga em Jonathan, uma pessoa que também sofre e tem problemas como ela, e consegue se abrir, dizer coisas que nunca disse, nem mesmo a Evan, e então, uma cumplicidade se forma.

Mas Rachel é egoísta e manipuladora. Com ciúmes de Jonathan, ela usa a bebida pra chamar atenção, se meter em confusão e falar o que quer, acusando Emma de ser a culpada por tudo de ruim que aconteceu em sua vida após o acidente que a deixou viúva.
Nesse livro, Rebecca retrata o alcoolismo como problema central. O que em muitas famílias, é uma triste realidade. A forma como Rachel se agarra ao líquido como se ele fosse uma borracha que pode fazer apagar todos os problemas de sua vida. E ela de fato, acredita nisso, por que no outro dia, finge esquecer de todos os problemas que causou.

Emma, em determinados momentos, se sentia impotente, e a única opção que tinha, era realmente fingir que nada havia acontecido, ou aceitar desculpas débeis, choros descontrolados de arrependimento, limpar toda a bagunça e esquecer as palavras cruéis que foram disparadas contra ela na noite anterior.

E através dessas palavras cruéis, é que a história se encaixa e descobrimos o que de fato aconteceu na vida de Emma. O acidente do pai, o porque dela ir morar com os tios, o abandono da mãe, e até mesmo o que aconteceu na noite em que Emma quase morreu. As perguntas são respondidas, as dúvidas sanadas e como eu disse, entendemos o porquê dela ser tão fechada, a ponto de bloquear as memórias, inconscientemente, para que o sofrimento que já é enorme, se tornasse um pouco brando.

O que achei interessante neste livro é que a autora conseguiu nos prender, e mostrar a importância de cada personagem na vida de Emma, principalmente Jonathan, Evan e até Rachel. Antes que você me pergunte Não, não há um triângulo amoroso. O amor de Emma e Evan continua muito presente e a ligação entre os dois, se aprofundou ainda mais, depois do último acontecimento.

E por mais que o desfecho seja bem estilo do primeiro livro, de te deixar literalmente quase sem respirar, na minha opinião, não consegui ter raiva de ninguém. Com a aproximação do final, a cena muito bem detalhada, meu coração se apertava e uma dor me atingia como se eu realmente estivesse lá, o que me fez ansiar desesperadamente pelo terceiro

Cinco estrelas? Siiim! Isso porque não tenho como dar mais. Já fico imaginando como ficarei quando enfim forem lançados os filmes da trilogia. :'(

site: http://blogeverythingbutthebooks.com/2014/09/17/resenha-quase-sem-respirar-de-rebecca-donovan/
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Maria.Heloísa 08/02/2021

Assim como o primeiro livro, esse nos trás um emaranhado de emoções, nos aflinge do início ao fim e nos deixa preso na história de Emma, uma leitura completamente envolvente e inesperada! Recomendo!
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Denise 03/02/2015

esse livro nos desperta tantos sentimentos, ela conseguiu tirar meu sono, terminei de ler com estomago embrulhando .
odeio a Emma, isso parece errado depois de todo sofrimento, ela é egoísta, mimada, não dá valor as pessoas que importam com ela.
Evan merece uma garota que confie nele, ele é doce companheiro, amigo.
pensei que nada poderia superar o final do primeiro, estava enganada.
Vivi 03/02/2015minha estante
Realmente é um misto de emoções. Emma é difícil de entender e apesar do Evan aparecer pouco nesse livro demonstra ainda mais suas qualidades. Sara continua sendo a melhor amiga de todos os tempos.... Livro que te faz prender a respiração e te deixa quase sem respirar literalmente. Amei o livro.


sweetsadgiirl 25/01/2018minha estante
E eu achando que só eu havia odiado a Emma. Ranço dela nesse segundo livro. Só de lembrar dela é Jhonatan da vontade de socar esses dois. Nunca senti tanto ranço na minha vida do que lendo este livro.




Giuliana Sperandio 16/01/2015

Impossível não vivenciar todas as dores e dúvidas de Emma.

Sinceramente pensei que tudo de ruim na vida de Emma já tinha acontecido no primeiro livro, mas não... Nesse segundo livro que na minha opinião conseguiu superar o primeiro o título faz jus a história, nos deixa quase sem respirar de tanta aflição.
Emma vai morar com os pais de Sara nesse segundo livro, mas por uma decisão que pega todos de surpresa, ela decide ir morar os últimos meses antes de ir para faculdade com sua mãe Rachel...Os problemas de Emma recomeçam de maneira diferente, mas tão intensa quanto no primeiro livro, essa decisão muda para sempre o rumo de sua vida...
Não dá para contar muita coisa sem acabar estragando o livro, mas nessa continuação Emma conhece alguns segredos do passado da sua família que talvez fosse melhor ter deixado trancado no baú das memórias a sete chaves...Mas ao ir morar com sua mãe a caixa de pandora é aberta trazendo muitas verdades, medos, insegurança e tristeza...
A vida de Emma foi escrita para fazer o leitor viver suas dores, suas dúvidas e suas alegrias. Eu adorei o livro e odiei alguns personagens pela dor que causaram com seu toque de midas ao inverso.Quem pegar esse livro vai abrir um turbilhão de sentimentos... Você odeia, ama, sente dor, se sufoca e se emociona...Não tem como sair ileso dessa história muito bem escrita e contada com tanta emoção e veracidade.

site: http://clubedolivro15.blogspot.com.br/2015/01/quase-sem-respirar-rebecca-donovan.html
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Camila 14/02/2015

A leitura desse livro me deixou frustrada, irritada, indignada e com raiva. Foi difícil e demorado concluir a leitura.
Nem todo o drama envolvendo a vida da Emma foi capaz de me fazer simpatizar com ela. Pelo contrário, odiei a Emma na maior parte das vezes e senti desprezo cada vez que ela optou pela mentira ao invés de se abrir, cada vez que preferiu procurar Jonathan ao invés de Evan.

O Evan com todo seu excesso de paciência, bondade e zelo me decepcionou. Ele não foi capaz de me cativar em “Uma Razão para Respirar” e nesse volume suas atitudes fizeram com que o visse ainda mais passivo e frouxo.

Os vários momentos de “quase sexo” entre o casal também foram pra lá de irritantes. Se a autora não queria que seus protagonistas transassem pra que criar tantos momentos em que parecia que finalmente Emma perderia a virgindade, para logo em seguida nada acontecer?!
Era um tal de alguém interromper, a mãe da Emma surtar, o Evan achar que o ambiente ou o momento não era adequado que ficou chato!

A mãe da Emma é imatura, carente, dependente e egoísta e apesar de querer estrangula-la cada vez que aparecia na história, não vejo isso como um ponto negativo.

Não sei muito bem como me sinto em relação ao Jonathan, mas também não me afeiçoei a ele, principalmente depois do que ele fez no final do livro. Mas fica evidente que a culpa desse desfecho é da Emma, por permitir que a situação chegasse a esse ponto.

Apesar de toda a insatisfação com a leitura, não consegui evitar a curiosidade de saber o que acontecerá no volume 3. Lá vou eu ler “Eu escolhi Respirar”!
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Silvia 10/04/2020

Sempre com más escolhas
Achei novamente um livro muito longo e infelizmente com Emma com os sentimentos muito rasos.
O que me irrita imensamente na Emma é como ela só quer esconder seus sentimentos, suas emoções e não solucionar de fato seus problemas. Ela quase morre e mesmo assim continua teimando nos mesmos erros, sem procurar ajuda. Primeiramente ela toma aquela decisão impulsiva de morar com a mãe. Rachel é uma pessoa instável, alcoólatra, totalmente incapaz de receber uma adolescente traumatizada e totalmente abalada emocionalmente como a filha.
O que achei tão estranho nesse livro é que ao invés da Emma buscar uma vida mais simples, com mais leveza, já que conseguiu sair daquele inferno, ela só se mete em mais confusão, ela continua omitindo informações das pessoas que mais a amam.
Emma é egoísta em várias decisões, ela é extremamente imatura, ela precisava de alguém que trouxesse ordem, que desse uma chamada para a realidade. Sara tenta às vezes ser essa pessoa, mas é muita responsabilidade para uma adolescente. Evan a ama muito e sua pena e sentimento de culpa, também o deixam meio neutralizado.
Evan você é um super namorado, compreensivo, amoroso, um fofo, que toda garota merecia. Realmente Emma precisa mudar, crescer, amadurecer, saber o que é amar de verdade para um dia poder te merecer.
Agora, só falta eu falar desse novo personagem que apareceu na história, Jonathan. Achei tudo muito conturbado a seu respeito, a carga emocional que ele colocou na vida de Emma só fez piorar todas as suas más escolhas. Enfim, mais mais um fardo nessa vida conturbada de Em.
De fato não gostei tanto assim do livro. Mas como ele conseguiu me despertar várias emoções consegui dar 3 estrelas. E como morro de amores pelo Evan e sou dessas de me apegar no personagem, vou dar uma chance para a continuação.
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Sweetlyaah 19/08/2015

"Quase", não tem nada a ver com isso!
Terminei de ler agora “Quase Sem Respirar” e o que dizer de um livro que tinha tanto potencial para ser incrível e que na realidade, não foi. Mas eu vou explicar meu ponto de vista.
No final de Uma Razão Para Respirar, nos foi deixado uma cena chocante e de doer o coração, pela Emma e a vítima que ela era de toda a situação. (Sim, mesmo não querendo ajuda por que acharia que complicaria tudo para ela e que no fim, acabou acontecendo mesmo. Mas que acredito que muitos tenham o conhecimento de que a chance de uma vítima dessa situação querer contar algo por livre e espontânea vontade é bem rara na realidade.) Mas não vou me prolongar nisso, por que agora finalmente temos o segundo livro para entendermos o que aconteceu de verdade, e por fim matar a curiosidade do que rolou naquelas últimas páginas do primeiro livro.
E realmente eu estava ansiosíssima para lê-lo, não aguentava para saber o que aconteceria na vida de Emma após esse trauma, e devo dizer que eu estava colocando muita expectativa nesse livro e realmente esperei que pelo menos preenche-se metade delas, só que não foi exatamente assim... O livro é bom, a história tem uma certa coerência e a autora tem uma ótima escrita. Mas infelizmente, é só isso que tenho a dizer dessa sequência, por que o resto, sinceramente, foi uma grande frustração e raiva.
Primeiramente, se você esperava que aquela cena no final, - já comentei umas mil vezes isso - fosse, descrita desde de o início, sinto dizer, mas não vai rolar logo nas primeiras e nem nas últimas páginas. E por que eu fiquei chateada com isso? Não que eu quisesse que a Emma sofresse mais, só que foi uma cena que te tira do lugar e te faz congelar de tanta crueldade e que me desculpem, se eu fosse a escritora eu teria explorado mais essas emoções do leitor.
Por que o que te faz ficar grudado num livro de dia ou de noite, é as emoções que ele arranca de você, pelo menos é assim comigo. Entretanto, a Rebbeca não pensou assim e deixou que tudo fosse sendo revelado aos poucos no decorrer da história, já que agora a tia de Emma estava presa e que Emma agora estava traumatizada e que bem não queria saber nada do que ocorreu naquela noite trágica. Por um lado, foi decepcionante para mim, por outro eu entendi o lado da vítima e do trauma, então relevei.
Até então tudo bem, no início tem muito dialogo e para mim ficou mais uma grande encheção de linguiça, mesmo que nos diálogos houvesse conteúdo, ficou muito parada a história e por mais que eu tentasse relevar tudo, uma hora o tédio se sobrepôs. A leitura até a página 250 é um grande tédio, e de verdade esperava mais. Muito mais.
Segundo ponto, se você acabou de sofrer um trauma tão grande e é marcada de pesadelos terríveis a meses, sua recuperação física foi extremamente dolorosa, como a autora ressaltou o tempo todo, em todas as partes do livro. Como alguém que acabou de sofrer algo tão louco quanto a experiência que a Emma viveu, resolve logo após disso ir para casa da mãe alcoólatra que você não suporta? Por que foi isso que foi descrito no primeiro livro sobre a mãe irresponsável dela, né? Só que por alguma razão, Emma se afunda, na relação, mãe e filha e parte de uma vez só para casa da mamãe.
O que eu aconselho aqui para Emma, é que ela precisa se tratar mesmo, não é só o trauma, mas é o jeito dela de se punir sem parar. Oh, garotinha que gosta de sofrer viu? E isso realmente me irritou ao longo do livro todo, o bom senso de Emma não existe nesse livro e apesar das más escolhas que ela fizera no primeiro livro, eu relevava por causa de toda a situação tensa.
Mas em Quase Sem Respirar, Emma não tem nenhuma desculpa pra agir tão estupidamente e bancar a vítima ao mesmo tempo. Por que é tão obvio que as decisões e ações que ela toma ao decorrer do livro não iriam acabar nada bem e que no final ela iria machucar todo mundo e acabar se machucando também, mas não. Parece que ela quer isso, ela quer ser punida por sabe se lá o que e quer que toda a culpa seja dela e me desculpem, apesar de ter entendido o que a autora quis passar de como provavelmente a mente de alguém traumatizado funciona, ainda assim não foi desculpa suficiente para me convencer a achar que Emma não estava sendo burra, complicada e a maria cheia das graças.
Não sei como a autora fez eu quase odiar uma protagonista que gostei tanto.... Não sei mesmo.
Mesmo assim, a história não para e se torna tão lenta de concluir, capitulo após capitulo. Então, temos os novos personagens que aparecem nessa história, para o bem ou para o mal, nunca saberemos. Mentira. Saberemos sim, por que como a Emma parece estar vivendo numa galáxia paralela ao do resto do mundo, é claro que o a encanta é “isso não vai acabar bem” e ela toma isso como dilema de vida.
E então é uma sucessão de escolhas erradas e consequências previstas que é impossível tentar defende-la, por que a Emma procurou por tudo aquilo. E sinto muito, se não concordam comigo. Mas é essa a verdade do que eu li, apenas minha opinião. Emma mereceu tudo aquilo que ela passou em Quase Sem Respirar e não foi fácil ler as consequências de sua escolha, não queria ter que ler aquilo que desde de o ínfimo pensamento que ela tinha ou de suas reações prenunciava tragédia. Mas a Emma de Uma Razão Para Respirar, era esperta e no mínimo tinha certo bom senso, mas essa eu mal a conheço e por isso, mesmo, querendo defende-la e me doendo ver que ela estava se ferindo e se afundando mais na lama, sabia que foram as próprias escolhas da Emma-Nonsense desse livro.
E então surge, Jonathan, um personagem que foi a pura fumaça, bem daquele ditado de vó “Onde há fumaça há fogo. ” E aí vocês já percebem onde essa história vai parar, por que desde de o momento que a Emma “corou” quando viu o Jonathan, que se apresentou como namorado mais novo da mãe dela, eu senti aquele tsunami de consequências engolindo a pequena Emma Nonsese. Primeiro porque, tirando o fato que Emma despejou seus medos e traumas em Jonathan, e tudo de repente se tornou uma “ligação”. Emma se atraiu por ele só porque ele era “incrivelmente lindo”? É sério, pessoal? É isso mesmo? Por que tirando o fato de que Emma não conseguia parar e eu digo isso mesmo, não conseguia parar de corar ao olhar para Jonathan a história toda. Não vi nada, e não senti nada de concreto entre os dois. Quanto mais lia, mais parecia coisa da cabeça dela e mais me provava que a relação entre eles aumentou drasticamente, só por causa que ela se sentia atraída por ele ser muito lindo, então os feromonios da Emma Nonsense fizeram ela contar coisas que ela nem ao menos contava para a sua melhor amiga. Me pareceu irreal e um pouco tolo, já que ela não simpatiza com os encontros de uma noite da mãe dela, então o que ela viu no Jonathan, sério?
Quer dizer, não é pecado ser bonito, mas para mim foi inverossímil, alguém que está fechada e traumatizada e em terreno desconhecido que era a casa da mãe dela e o que ela jurava de pé junto, se abrir bem com um dos caras que naquele momento era apenas um encontro de sua mãe e um completo desconhecido.
E apesar de todas as minhas opiniões, a tal da “ligação” continua e realmente toma uma proporção grande o suficiente para jogar a merda no ventilador como acontece no final.
Apesar de Jonathan não ser tão mal assim para Emma, até o final, claro. O personagem dele foi bem estranho, quer dizer no começo eu o achei covarde, mas quanto mais eu lia sobre ele, mais comecei a achar ele com uma forte tendência psicopata. Eu só estava esperando, um deslize para confirmar isso e meio que minhas suspeitas meio que foram sanadas no final, Jonathan é “intenso”, descontrolado, obsessivo, carente e cheio de si. Realmente, se tivesse um grupo sobre psicopatia, ele entraria pela a maioria de acertos, para ser estudo.
Mas ele foi só isso, ele apareceu, remexeu o que já estava bagunçado e se foi, e realmente espero não ter que saber mais dele no último livro, por que a enrolação e o mimimi de Emma pioravam quando pensava sobre ele. No entanto não foi só ele que entrou em na história tem a Analise, que de verdade, não sei qual era o propósito dela ali, já que não fez diferença nenhuma, já que a Emma Nonsense podia ter feito um monologo nesse livro e ainda assim teria estragado tudo no final. E sim, ainda estou irritada com a Rebecca por ter feito a personagem tão diferente, fraca e até um pouco odiosa com sua atitude.
Mas nem tudo foram sangue e lágrimas, Evan nesse livro se torna o príncipe encantado, o que não achei tão ruim, bem improvável e o puro Edward Cullen nesse livro, o que até um ponto não sei se foi bom ou ruim, por que convenhamos Edward Cullen serve para Edward Cullen, mas na história do Evan para Edward, ficou tão mundos paralelos, mesmo que eu não reclame de todo o amor que o Evan dedicou a Emma Nonsense nesse livro, sempre acabava me vindo a mente o Edward com seu jeito de proteger ela até de tudo que ele passou também por causa dela, e como ele não a força a contar nada mesmo que ele também tenha ficado marcado com aquilo também. Era como se ele colocasse uma bolha cor de rosa envolta dela.
E também tem a Sara! É a personagem que eu realmente mais adoro, já que realmente ela traz energia para a história e movimenta a Emma, sendo sempre uma ótima amiga e muito engraçada também.
E antes que isso fique gigantesco, devo comentar que não tinha nada a declarar sobre a mãe da Emma, ela foi caso perdido desde o início, Emma poderia ter evitado milhares e milhares de coisas se não tivesse a brilhante ideia de se mudar para a casa da mãe egocêntrica e alcoólatra, que era Rachel. E que nunca deveria ser chamada de mãe, desde o início em que Rachel começou a dizer aquelas coisas horrorosas pra Emma e ela ainda assim a confortava, estava obvio que ela não a amava.
Sobre o pai e as lembranças da Emma, achei tão sem noção voltar tudo aquilo no tempo, com ataques histéricos da Rachel, o colapso da Emma com as memórias perdidas, o advogado contando aquilo tudo, de verdade. Acho que a autora poderia ter feito tão mais com a história, do que com essas revelações que não fariam diferença nenhuma na história da Emma, poderia ter brincado mais com os personagens do presente, do que voltar lá trás num passado que realmente não fez a mínima diferença, além de fazer ela sofrer bem mais ao ter uma parte da memória de volta. “Aaah, ok. Minha mãe sempre foi uma infeliz bêbada. Meu pai continua morto, mas me deixou uma boa herança. Ainda assim, fui abandonada porque minha mãe nunca me quis ou me amou e por isso fui torturada, abusada e quebrada cada minuto da minha vida a partir daquele dia....”. Sério? Precisava? Não mesmo, né?
E mesmo tendo desgostado de um bom terço do livro, minha parte favorita era quando a Emma que eu conhecia, se revelava e que acabou se tornando forte, sincera, feroz e até acida, quando chegava no seu limite, ela era a protagonista que gostei em Uma Razão Para Respirar, não o clone malfeito que a autora colocou no lugar dela, e não há trauma que desculpe esse comportamento. É uma pena que dê para contar nos dedos esses pequenos e muito loucos momentos.
Tem muita coisa que gostaria de comentar, mas acho que já está enorme o suficiente essa resenha, que está mais para desabafo.
Sinceramente, esperava tão mais, tão mais mesmo da história que foi decepcionante. Não me deu interesse nenhum de ler o terceiro e último livro, mas vou ler para finalizar a trilogia e eu realmente espero que seja melhor do que foi esse Quase Sem Respirar. Espero que Emma não se torne uma covarde e que seja a garota forte que muitas vezes ela aparenta ser, e espero que ela pare de se fechar e se culpar, por que por um lado eu compreendo, mas até certo ponto e ler um livro cheio disso, é tedioso e cheio de mimimi de mais. Torço para que ela e Evan se acertem novamente e que finalmente conversem de verdade, sobre tudo dessa vez.

Camilla 01/04/2018minha estante
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Camilla 01/04/2018minha estante
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Priscila 19/09/2015

Quase sem Respirar
" Eu não havia dito mais do que meia duzia de palavras para esta mulher nos últimos cinco anos, e agora eu morava com ela. Bem era assim que eu me sentia. Ela contou historias sobre seus amigos e sobre viagens que fez como se estivesse falando com alguém que acabara de conhecer, e não com sua filha."



Qual o seu medo?

No livro um conhecemos Emma, Sara e Evam entre outros personagens que nos encantaram.
Simplesmente apaixonada por esta leitura... neste segundo livro da Trilogia Breathing, nossos protagonistas voltam com força total e ainda mais intensos, lutam para se livrar de seus medos e conflitos pessoais.
Uma linda, emocionante e surpreendente historia de amor, pela vida e pelos que nos cercam.
O tema apresentado neste romance é a violência domestica,seja ela física ou verbal, alcoolismo e drogas e influencia que ele tem na vida das pessoas que sofrem com o problema, seja direta ou indiretamente.
Quase sem Respirar, nos mostra mais a fundo os nossos personagens... Emma, Evan, Sara, Jared e suas famílias e também novos personagens que engrandecem ainda mais essa trama, com muito mistério, amor e ódio, somos pegos em muitas surpresas, que nos prendem a leitura de uma forma que é impossível parar.
Emma consegue se livrar das garras da tia e passa a morar com seus tutores, Anna e Carl, pais de sua melhor amiga Sara, só que com as insistentes ligações de sua "mãe" Rachel, decide dar uma chance e vai morar com ela, trazendo a trama grandes acontecimentos,Rachel e Emma tentam de todas as maneiras se entenderem, mas a relação mãe e filha é inexistente . Rachel é alcoólatra, baladeira e diversifica os namorados com muita frequência(deu pra entender né? kkk). Até que conhece Jonathan e o apresenta a Emma, mas o romance entre Rachel e Jonathan e conturbado. Jonathan é um rapaz lindo que chama atenção por onde passa e esconde um grande segredo, e com a convivência ele e Emma se tornam amigos pois de alguma forma se entendem e dividem seus pesadelos. Rachel por sua vez em meio suas loucuras, entre uma bebedeira e outra demostra ciumes desta amizade e a relação entre mãe e filha se torna insuportável, criando fantasias absurdas. Em meio a lucides Rachem não se lembra de seus ataques histéricos ou fingi não lembrar deixando Emma sem saber o que fazer e no que acreditar, até que um advogado contratado por seu falecido pai a procura, falando sobre sua herança que ira receber assim que completar maior idade e detalhes sobre a vida de seus pais que ela não fazia ideia, fazendo assim com que ela juntasse os pontos.
Com a proximidade da formatura, Emma diante de vários acontecimentos,entre eles os segredos de sua mãe vem a tona e os de Jonathan, que a faz pensar o quanto eles com seus "pesadelos" podem ferir, magoar e destruir, tudo e todos a sua volta, ela toma decisões que mudam drasticamente tudo aquilo que planejara por anos.
Com uma escrita contagiante Rebecca Donovan, trouxe assuntos muitas vezes polemico e difíceis de lidar, uma historia surpreendente que nos faz refletir e prende o leitor a cada pagina lida.
E não posso deixar de falar desta capa que eu amei *-* as letra tem tamanho de fácil leitura a diagramação e um capricho a escritora e a Editora Pandorga estão de parabéns



site: www.leituraecia.com.br
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Rose 24/01/2016

Depois do final eletrizante e tenso, temos o recomeço para Emma. Aos poucos, e com a ajuda de Evan e Sara, ela vai se preparando para voltar para sua vida, agora sem as violências diárias que sofria. Sob a guarda e proteção de Anna e Carl. pais de Sara, ela vai se curando das feridas, pelo menos, das externas... Agora falta pouco para ela ir para faculdade e sair de Wyns.
Daquela noite fatídica ela pouco se lembrava, e na verdade, nem queria se lembrar ou saber. Todo o seu tempo de recuperação e do julgamento ela passou às margens dos acontecimentos. Com o monstro preso, ela estava finalmente em segurança. Isso, seu lado racional sabia, mas o emocional...
Depois de tudo pelo que Emma passou, ela não consegue dormir direito, sendo assombrada por pesadelos. Ela tenta passar segurança para todos, mas sabe que está longe de sentir-se segura.
Dentro do possível, ela está bem e feliz, principalmente quando Evan está a seu lado. Aliás, nem ele, e nem Sara a abandonaram em nenhum momento.
Por outro lado, sua mãe Rachel, que há anos havia deixado Emma sob os cuidados de Carol e George, queria uma reaproximação. Com poucos meses de sua formatura e de ir para Stanford, ela resolve sair da casa de Sara e ir morar com a mãe. Ela queria dar uma chance para que ambas se reaproximassem, e quem sabe construírem um relacionamento de mãe e filha.
Nem Sara e nem Evan gostaram desta decisão, mas a apoiaram do mesmo jeito. Logo Emma percebeu que esta reaproximação não seria fácil.
Rachel tinha problemas de auto estima e sua queda pelo álcool deixava Emma em uma corda bamba. Raquel vivia procurando um amor, e encontrou esta chance em belo Jonathan. Mesmo sendo mais novo que a mãe, Emma percebeu que Jonathan realmente gostava e se importava com ela.
Mas Rachel é uma pessoa problemática e egoísta, que sempre está fazendo algum tipo de chantagem emocional, fazendo-se de coitada. Suas atitudes até poderia não ser planejadas, mas ela parecia no mínimo uma doida ou uma bipolar.
Seu humor oscila, e quando bêbada disparava ataques verbais, principalmente para Emma, que sentia-se culpada pela tristeza sem fim da mãe. Sem saber como lidar com a situação e envergonhada por isso, ela acabava escondendo o que acontecia dentro de casa, tanto de Sara, como de Evan.
Apenas Jonathan sabia de seus problemas, e não apenas os referentes à Raquel. Jonathan que tinha um passado conturbado e que também era assombrado por pesadelos, tornou-se uma espécie de âncora para Emma, e aos poucos eles foram se aproximando. Os dois tinha uma ligação e confiança que não conseguiam ter com outras pessoas, talvez por serem almas atormentadas.
Era difícil para Emma acreditar que aquele homem tão bonito, forte e seguro sofria com fantasmas do passado. Mas ele sofria, e aos poucos ela foi conhecendo estes fantasmas.
Jonathan já estava farto das atitudes de Rachel e estava se afastando, o que para mente doentia dela, era mais uma coisa para jogar nas costas de Emma.
A vida de Emma estava mais complicada e ela não conseguia se abrir com Sara ou Evan, e era em Jonathan que ela pensava nas horas de aperto. O relacionamento com Evan estava estranho, mesmo com ambos sabendo do amor que nutriam um pelo outro. Mesmo sem querer Emma afastava Evan e o machucava, o que a deixava mal, ainda mais por saber que ela era o motivo da atual briga dele com o pai.
Mesmo sabendo que a namorada estava com problemas, Evan não conseguia romper a barreira que Emma colocou em volta dela, o que o deixava de mãos atadas.
Sob pressão em casa, Emma começa a mudar, e sem aguentar mais, a panela explode e ela é obrigada a encarar a verdade que não queria enxergar. Pena que ela demorou para ver, e agora está em suas mãos os destinos de Jonathan e Evan.
Cansada, arrependida e com a alma despedaçada, ela toma uma decisão que vai de encontra com o que havia tão alegremente planejado para sua vida. Sem saber onde seu futuro vai dar, ela encontra forças no amor que sente para dar seu passo decisivo. Ela não quer mais machucar ninguém, principalmente Evan.
"Que merda!" foi isso que disse quando finalizei a leitura. Mas não pensem que foi por conta do enredo ser ruim, pelo contrário, ele é ótimo! Esta expressão foi por conta de como o livro terminou, e o que imagino vem pela frente. Foi uma verdadeira montanha russa de emoções, e eu queria abraçar Emma e dizer: "calma, vai ficar tudo bem, não precisa fazer isso..."
Talvez tenha gente que não goste de Emma, mas eu gosto. Mesmo quando em alguns momentos que não concordava com algumas de suas escolhas, mesmo assim, eu conseguia entendê-las.
A aproximação dela com Jonathan foi natural e totalmente plausível, e em nenhum momento senti da parte dela nada que não fosse amizade. Já com ele não foi assim, mas também não somos culpados pelos sentimentos dos outros ou pelo que sentimos.
É atordoante perceber como a mente de uma pessoa que já sofreu tantos abusos torna-se incerta e apta a aceitar que sua vida seja uma merda e que ela mereça tudo o que lhe acontece. E olha que estamos falando de uma personagem que não é nem fraca e nem mimizenta!
Estou sofrendo por ela e por Evan, e não vejo a hora de ler o último volume desta trilogia para saber como esta história acaba. E se por um acaso você ainda não a leu, não perca mais tempo e leia!


site: http://fabricadosconvites.blogspot.com.br/
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