Perdido em Marte

Perdido em Marte Andy Weir




Resenhas - Perdido em Marte


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Guilherme 30/12/2014

Muito "sci", pouco "fi"
Pra mim, Perdido em Marte quase não pode ser chamado de ficção.
O autor se preocupou demais em inserir dados numéricos, medidas, cálculos e detalhamento de procedimentos que se esqueceu (ou deliberadamente ignorou) os traumas psicológicos que tanto tempo sozinho num planeta deserto causariam.

Mark Watney não tem família na Terra, não sente saudade de ninguém em especial. Não tem pesadelos, dome bem todas as noites mesmo quando a esperança de se salvar é ínfima. Não nos conta como foi parar na Nasa, numa tentativa de se manter preso a quem era na Terra.
Não delira, não tem surtos de raiva ou pânico pela solidão e o medo. Mark Watney não faz nada disso, encarando tudo com uma naturalidade irreal.

Talvez o livro interesse a engenheiros (ou aspirantes a engenheiros), pessoas que gostam de gambiarras e fãs de viagens no espaço (viagens reais, não ficcionais).

Quem procura uma ficção mais criativa não vai gostar de Perdido em Marte.
vinicius.cunhadasilva 30/01/2015minha estante
Acredito que o Mark não demonstre esses sentimentos simplesmente por esta não ser a proposta do livro, ele foi escrito para se focar mais na resolução de problemas com física e química e no humor. E ele tem família, ele comenta sobre ela quando chega no Dia de Ação de Graças eu acho.


Douglas 23/09/2015minha estante
Concordo Vinicius.cunha!


Ferreira 30/09/2015minha estante
Antes de ir para Marte, os Astronautas ficam isolados por 3 meses e depois passam pelo Psicologo, e Mark foi o que melhor se saiu.


Glelber 02/10/2015minha estante
Realmente ele não é exatamente ficção, o autor é um eng. de softwares logo quis a maior quantidade de dados técnicos possíveis, e o fato do comportamento do Mark é pelo falo que ele sabe que só pode contar com sua habilidades coisa que ele confia plenamente e ele também é uma pessoal preparada para situações extremante difíceis diferente da grande maioria dos personagens de livros de fantasia o ficção que acaba entrando em uma situação inesperada, enfim o foco do livro era mostrar a ciência e não a área psicologística do personagem


Elisângela 04/10/2015minha estante
"Quem procura uma ficção mais criativa não vai gostar de Perdido em Marte."

Mas quem procura ficção que vai gostar do foco na ciência e engenharia... Se ele ficasse grande parte chorando, surtando e essas coisas seria Drama!


Clarita Salgado 09/10/2015minha estante
Elisângela for the win!!!! \o/


Rafa 15/10/2015minha estante
Acredito que existam pessoas que encarariam essa situação exatamente da maneira como Watney encarou. Acho que as pessoas questionam isso porque esperam um dramalhão e não ficção científica pura e de qualidade.


Leon' 19/10/2015minha estante
o personagem não tem emoção nenhuma, parece um adolescente bobão.... livro muito ruim


Louise 23/10/2015minha estante
Eu achei bastante interessante no começo, mas tantos dados deixou a história lenta e mais massante do meio pro final. Poderia ter um pouco mais de fator psicológico.

Mesmo assim gostei da história. Recomendo :)


J. G. Lima 25/10/2015minha estante
Em muitas passagens se comenta sobre a maneira dele reagir às situações adversas, inclusive os lideres e a psicóloga da missão. Acho que você não prestou atenção suficiente ao delírios e surtos irôncos (pirata-ninja) (eu sou um pirata espacial) (Rainha verde de marte, entre vários exemplos)

Simplesmente Mark é desligado dessas coisas. Devia conhecer mais o personagem.


selvia.ribeiro 15/11/2015minha estante
Mas a proposta do livro não foi bem mostrar os dramas psicológicos! Inclusive durante a leitura a psicologa dos astronautas da Ares 3 menciona que o Mark é bem preparado para tolerar o isolamento em Marte. Ela ainda fala que ele fica abalado sim, mas prefere usar o senso de humor como forma de escape. E eu acho que a narrativa com mais humor que drama é que fez o livro ser legal.


Francisco 22/11/2015minha estante
Guilherme, estou tendo exatamente essa mesma impressão! A leitura termina ficando enfadonha com tanta engenhoca e pouca abordagem do personagem..


Diegu 22/11/2015minha estante
Creio que se o desenvolvimento do livro fosse mais pro lado psicológico, Mark acabaria morrendo. Ele não têm tempo de ficar pensando: "Meu Deus! Eu vou morrer, eu vou morrer". Tudo que ele pode fazer é trabalhar pra se manter vivo (e convenhamos, isso toma todo tempo dele, por isso ele não ficar se auto-remoendo ou imaginando a própria morte.)


Heitor 11/12/2015minha estante
Concordo que o foco do livro não é o drama do personagem, e sim sua luta para sobreviver diante de uma situação única que é ficar sozinho em um planeta inóspito. Se ele não usasse suas doses de humor, empenho, disciplina, conhecimento, foco e determinação para resolver os problemas, se ficasse apenas lamentando e esperando por ajuda ou os dias passarem, o livro terminaria antes da página 50. De que adianta lamentar, quando se pode buscar soluções? Ele não foi jogado no vácuo no espaço, onde ele ficaria flutuando até morrer. Ele poderia sim ser resgatado pela sua equipe ou por outra missão, contanto que fizesse sua parte também.

Eu acredito que estamos mal- acostumados com narrativas que só exploram tragédias, mortes, lados ruins da situação, dramas psicológicos e emocionais que esquecemos que cada pessoa é diferente e pode reagir diferentemente em determinada situação. Watney pode não ter sentido tanto o peso de estar sozinho em um planeta hostil e desabitado (ele recebeu acompanhamento psicológico para isso), mas talvez pudesse entrar em pânico ou depressão numa situação como um assalto, sequestro, acidente no trânsito, morte de algum familiar. Morrer pode parecer horrível, e é. Mas quem sofre mais (não sabemos o que vem depois da morte, óbvio) é quem fica. Após a morte, para alguns, perdemos a consciência e tudo se acaba, não vamos para um "céu". E, morrer pode ser o fim, mas não é para as pessoas que continuam vivas (a família de Watney, por exemplo), que vão sofrer pela perda de alguém amado. Então, seria mais digno e sensato resistir até o limite, lutar com todas as armas até não ser mais possível, em vez de se torturar psicologicamente.


César 27/12/2015minha estante
Realmente o personagem Mark está muito distante da realidade. Qualquer pessoa independente de sua inteligência e diante das descritas extremas circunstâncias teria como primário desafio senão o maior, si mesmo.


Márcia 26/02/2016minha estante
Verdade, Guilherme! Quem gosta de ficção científica mais criativa e menos boboca não vai gostar de Perdido em Marte. O personagem é muuuuito chato. Deviam ter chamado o Jim Carrey pra fazer o filme, combinaria muito mais com as idiotices que eles faz. O livro é superficial, seco, irreal, raso e oco... E não se preocupe com quem está defendendo o livro aqui. É o trabalho remunerado deles.


Pipinho 10/06/2016minha estante
O que?? Várias vezes ele menciona como dormiu péssimo enquanto estava sozinho, uma ou duas mostrou a insônia que tinha por causa da solidão. Do meio pro final ele cita como tinha se acostumado com o barulho dos instrumentos e a saudade da Terra que tinha.
Tem ciência? Tem
Mas também tem muita coisa que sensibiliza o leitor, principalmente o companheirismo dos colegas com Mark Watney


Diegu 17/06/2016minha estante
Sem falar que a escrita do livro praticamente deixa de lado todo as aflições sentidas pelo Watney, já que é um diário de bordo.


Rick 09/11/2016minha estante
Acredito que você precisa entender mais o que significa o termo "ficção". O personagem explica que foi preparado pra isso, afinal, o treinamento da NASA é intensivo e os deixa mais resistentes a isolamentos e tal, e como você mesmo falou, os efeitos REAIS de um evento desse a uma pessoa não foram mensurados pois não aconteceu. Por isso mesmo é uma obra de FICÇÃO.


lufrena 16/03/2017minha estante
Alguns críticos deveriam voltar aos bancos escolares ou simplesmente repesquisar o que é ficção e não-ficção. Sobre os demais detalhes, nem vou perder meu tempo.
Sugiro que comentem novelas. Do SBT.


Say 19/06/2017minha estante
Essa resenha resume bem o que senti ao ler o livro.
No começo é interessante ler as explicações e ver como elas realmente fazem sentido. Porém, depois dá mais a sensação de que você está lendo um livro técnico do que um livro de ficção. E isso acaba se tornando maçante.
O lado emocional do livro é pobremente tratado. Como se estar a beira-morte por diversos momentos fosse algo banal e leviano, facilmente contornado.




Katia Albus 05/11/2015

Perdido na Narrativa
Antes de ler a resenha, uma dica: não desperdice seu dinheiro com este livro.
Perdido em Marte é uma tremenda decepção. Quando leitor espera um relato profundo e intenso de um astronauta perdido em outro planeta, recebe o diário improvável de um pseudo-astronauta pateta que faz piadinhas sem graça de tudo, inclusive da própria desgraça.
O livro é mal escrito e cheio de incongruências científicas. Só para dar um exemplo de como este livro não passa de uma piada sem graça, o personagem principal passa a maior parte do tempo ocupado tentando cultivar batatas no habitat construído em Marte. Suas peripécias tem apenas um objetivo: obter calorias.
Mas o autor, pouco versado em ciência, cometeu o erro monstruoso de dizer que o astronauta tinha um estoque gigante de proteínas, suficiente para ele não precisar se preocupar em comer carne pelos próximos quatro anos. Sem as batatas, ele não obteria glicose... Isto é ridículo!
Se o autor tivesse alguma base para escrever um livro como este, ele saberia que nosso organismo consegue converter os aminoácidos das proteínas em... adivinhem... Glicose!
O projeto de astronauta jamais morreria de fome se não comesse as malditas batatas! Isto é ciência básica! E o pior: quase todo o livro se baseia nisto! Ridículo é pouco!
Este é o tipo de livro cujo sucesso só pode ser explicado pelo financiamento milionário recebido pela NASA e por Hollywood, para alavancar o filme. Aliás, espero que o filme tenha contado com algum cientista de verdade para corrigir os inúmeros e insuportáveis erros do livro.
Além disso, a narrativa é pobre. Parece que Perdido em Marte foi escrito por um adolescente que leu algumas revistas do tipo superinteressante e acordou no dia seguinte dizendo "já sei! Vou escrever um livro engraçadão!"
Dica para o autor: mude o título do seu livro para "O Relato Impossível de um Pateta Perdido na Maionese".
Leonardo R. 08/11/2015minha estante
li a sua resenha e na minha opinião você não precisava ter críticado tão duramente o livro, sendo que esse é o primeiro livro do autor Andy Weir. Então não desqualifique o livro que outros leitores leram.


Katia Albus 10/11/2015minha estante
Pois, na minha opinião, eu fui é bem suave com o autor, Leonardo. E sim, eu posso desqualificar o que eu quiser, afinal a opinião é minha e de mais ninguém. Também não tenho culpa se consigo ver o que outras pessoas não enxergam... Este livro é muito ruim e o autor deu sorte porque ele foi escolhido para servir de base para o roteiro de Hollywood. Esta é a única causa do sucesso dele. Só vê isso quem pode.


Mah 10/11/2015minha estante
Nossa... Como assim você não gostou? Eu simplesmente amei a narrativa, o humor do personagem e todos os detalhes cientifico, e como assim o autor errou se ele próprio recebeu muita ajuda para escrever? Putz... Discordo totalmente, sorry. Eu super recomendo pra quem adora livros sobre o espaço e ficção cientifica, porque é isso que é, uma ficção.


Katia Albus 11/11/2015minha estante
Maah, deixa eu responder primeiro uma parte do seu comentário:
"e como assim o autor errou se ele próprio recebeu muita ajuda para escrever?"
Basta consultar qualquer livro de bioquímica ou procurar no Google pelo termo gliconeogênese para descobrir que SIM, O AUTOR ERROU FEIO e baseou seu livro e uma total falta de conhecimento de um processo biológico básico. O estoque de proteínas que o próprio autor diz que seriam mais do que suficientes para as necessidades do astronauta também supririam as necessidades de carboidratos dele. Isto é um fato. O autor cometeu um erro crasso e baseou seu livro nele. Se fosse um mero detalhe do enredo, eu deixaria passar. Mas é a base do livro!
Eu não posso acreditar que ele tenha recebido ajuda para escrever. Só sei que ele recebeu MUITA ajuda para promover o livro lá fora e, pelo visto, aqui no Brasil também, onde continua recebendo...
Livro totalmente dispensável para os amantes da verdadeira ficção científica.


Diegu 22/11/2015minha estante
Matou o livro por causa de um erro, nuss -_-'


Diegu 22/11/2015minha estante
Falou tanto dos erros e citou pouquíssimos, aí fica dificil validar sua resenha..


Katia Albus 23/12/2015minha estante
Diego, se eu citasse todos os erros do livro, eu precisaria escrever um livro. O erro que eu citei acima já é suficiente para invalidar TODA a trama, afinal ela gira em torno da necessidade de sobrevivência do astronauta pateta. E um dos pontos cruciais da trama mal elaborada do livro Perdido em Marte é o plantio das batatas, porque o astronauta boboca precisava "obter calorias". Como já foi comprovado, inclusive por outros autores de FC, a quantidade de proteína que o próprio personagem diz que tem à sua disposição seria suficiente para fornecer calorias para ele sobreviver até ser resgatado.
Outro erro? O astronauta palerma resolve fazer solo cultivável para plantar suas batatas... Ele junta suas próprias fezes ao solo marciano para transformá-lo em solo cultivável. Em determinada altura do livreco, o astronauta inepto diz, textualmente:
"os dejetos humanos contêm patógenos que, como você já deve ter adivinhado, infecta os seres humanos. Mas isso não é um problema para mim. Os únicos patógenos nestes dejetos são os que eu já tenho"
Neste momento eu convidaria o autor do livro a comer as próprias fezes para ver o que acontece. Ele teria uma diarreia que o deixaria fora de ação uns três dias, febre, vômito e etc... Se ele fosse um cientista ou se fosse um autor de ficção científica de verdade, saberia que os patógenos contidos em nossos intestinos são inofensivos apenas se ficarem lá. Ninguém que se contamine com as próprias fezes ficam sem problemas. Já dizia a vovó, tem que lavar as mãos depois de usar o banheiro.
Quer mais erros? Procura lá. Você é inteligente. Vai encontrar outros.


Jon 06/01/2016minha estante
No livro que eu li ele tinha um grande estoque de VITAMINAS. E caso eu ficasse isolado do mundo por um período indeterminado de tempo, minha maior preocupação seria exatamente a produção de alimento.

E Katia, antes de criticar tanto, lembre-se de que nem todos são tão entendidos do assunto. A maioria só quer uma boa história.

Esse não é um livro técnico sobre como sobreviver em Marte.


Katia Albus 07/01/2016minha estante
Querido Jon, no livro que você leu com certeza também tinha a seguinte frase:

"em cada embalagem de comida há cinco vezes mais proteínas que o mínimo necessário"

Caso eu fosse uma astronauta com conhecimento de bioquímica (já que seria botânica como o personagem do livro), minha maior preocupação seria entrar em contato com a terra, já que eu saberia que tenho alimento para SOBREVIVER por quatro anos.

Sim, eu critico o quanto eu quiser, já que este é o meu direito. E, para aqueles que endeusam o livro e o autor, acreditando que ele é o suprassumo da ciência, deixo aqui registrado o meu recado, nem que seja na forma de esclarecimento, para que os leitores menos entendidos no assunto saibam que nem tudo o que reluz no nefasto mercado literário é ouro.

E obrigado pelos comentários, meu povo. Eles ajudam a manter a minha resenha/crítica sempre no topo!


Katia Albus 08/01/2016minha estante
Antes que alguém diga ou insinua que eu inventei essa história das proteínas, vou copiar o trecho do livro Perdido em Marte aqui para todos verem como o autor cometeu um erro homérico que detona todo o livro:

?E em cada embalagem de comida há cinco vezes mais proteínas que o mínimo necessário, portanto o racionamento cuidadoso das porções dá conta das minhas necessidades proteicas durante pelo menos quatro anos.?

Quatro anos seria o tempo até a vinda de outra nave da Terra com mais suprimentos.
E sim, há pessoas que sobrevivem durante anos comendo apenas carne.

Andy... Tchau!


Seldon 26/01/2016minha estante
KATIA FATALITY!


Márcia 23/02/2016minha estante
Agora que você disse, voltei e reli aquela parte... Realmente decepcionante ver um autor tão artificialmente badalado cometer um erro desses. Que pena que os miquinhos amestrados do mercado editorial encheram o livro de resenhas positivas, tudo a troco de "parcerias" com a editora e alguns livros de graça para pagar os elogios.


Yasodhara 29/11/2016minha estante
Então, você tá certa em dizer que ele não morreria de fome se comesse apenas as proteínas por causa da glicogênese etc etc, mas provavelmente ele entraria em coma, morreria de acidose, problemas hepáticos, danos nos rins, cérebro, etc, já que essa via de transformação tem como resultado os "corpos cetônicos" (acetoacetato, D-?-hidroxibutirato), acetona, e principalmente a amônia, que é levada para o fígado e posteriormente aos rins para ser excretada. É só pensar em uma dieta "low carb", nenhum nutricionista sério te deixaria fazer esse tipo de dieta por muito tempo, por causa dos danos causados ao seu corpo, imagina passar 1 ano e meio fazendo esse tipo de dieta? Ele tava mais que certo em tentar uma fonte de carboidratos.


Katia Albus 13/12/2016minha estante
Yasodhara, meu anjo, você está completamente enganada. Tentou falar de Ciência, porém esqueceu de fazer uma pesquisa mais ampla. Existem dietas aqui mesmo em nosso mundo nas quais as pessoas se alimentam exclusivamente de carne. Faça uma pesquisa um pouco melhor aí no seu Google e descubra quantas pessoas vivem há anos comendo apenas proteína. Se isto é certo? Claro que não! Se funciona? A experiência com essas pessoas nos mostra que sim. Funciona! Elas comem desse jeito durante muito tempo. Eu não recomendo uma dieta dessas, mas uma coisa é certa. Ela seria suficiente para o astronauta abilolado desse livro ridículo sobreviver até a chegada da próxima missão a Marte. Então o autor errou sim, e errou FEIO!


Victoria.Phil 11/01/2017minha estante
Acabei abandonando a leitura depois de umas 40 páginas. Também esperava por um relato profundo e acabei decepcionada. Simplesmente não achei verossímil como o personagem conta sua história. Muito superficial.


Katia Albus 13/02/2017minha estante
Victoria.Phil, você está certo. Já ouvi muitas pessoas reclamando deste livro e achando absurdo que ele tenha virado filme... É um típico caso de muito marketing pra pouco livro.




Claudio 30/10/2014

Ficção científica, mas científica mesmo!
Entretenimento de qualidade. Vale cada minuto de leitura e o mais interessante é o grau de profundidade científica que o autor apresenta na estória - Não há invencionices, é tudo baseado em ciência (há alguns exageros, mas nada grave). Essa é uma ficção científica em que coisas irreais não acontecem. Mas que fique claro, isso não significa que não tenha ação - muito pelo contrário.

Enquanto a parte científica é aprofundada ao máximo, a parte filosófica quase não é explorada. O drama do astronauta perdido em Marte é focada quase que exclusivamente na solução científica dos problemas que se apresentam e muito pouco do drama humano ou da contemplação de se estar em um mundo desconhecido é explorado. Para mim fez falta, mas o livro não deixa de ser bom por isso.

Há um toque de humor interessante, mas que irrita um pouco mais para o fim da estoria. Também há alguns clichês, que também são bem suportáveis.

A narração é principalmente em primeira pessoa, e o início empolgante vai se tornando meio massante e, quando você acha que se meteu em uma furada, há uma mudança na perspectiva de narração que faz a estória fluir de maneira muito melhor.

Por fim, digo que "Perdido em Marte" é diversão pura, a qual tive o prazer de ler em dois dias e que certamente será um ótimo filme.
Beth 25/01/2015minha estante
Adorei esse livro. Quero destacar também o nome do tradutor, Marcello Lino. Ele foi muito competente!


Gabi 05/08/2015minha estante
Comentário pertinente, bem feito e decente (sem spoilers), me deu vontade de ler o livro. ;)


Francisco 05/09/2015minha estante
Estou no início do livro e até agora foi exclusivamente ciência, como você bem disse. É abordado extremamente bem, nota-se que o autor teve uma preocupação com essa questão técnica, mas em relação ao delineamento psicológico do personagem, até agora, está deixando a desejar. Não relata seus medos, anseios, sentimentos.. acho que falta essa imersão no íntimo do personagem, fato que é um pouco estranho uma vez que o livro é em 1ª pessoa. :)


Rozangela 25/09/2015minha estante
Ainda não cheguei ao final do livro, mas vendo os comentários que falam sobre o autor não entrar muito na psique do personagem gostaria de ressaltar uma coisa, o livro é sim narrado em primeira pessoa, mas é feito como um diário, ou seja, ele não está narrando as coisas ao vivo e sim ao final do dia ou no ínterim de uma atividade perigosa (achando que vai morrer, ele documenta), sendo assim é muito mais fácil 1) falar de forma humorada de uma coisa que passou e deu tudo certo, 2) pensar de forma otimista sobre uma coisa perigosa que se está prestes a fazer. Nos dois casos a personalidade extrovertida dele se sobressai coisa que foi mencionada pela psicologa da Nasa. Muitas coisas não são faladas, mas sinceramente não senti falta de nada até agora, está sendo uma ótima leitura.




Evandrojr. 28/02/2018

Gostei mais do filme.
Perdido em Marte foi-me indicado por um amigo já na ocasião em que era anunciado o desenvolvimento de um filme baseado no livro e dirigido por Ridley Scott e estrelado por Matt Damon. Só isso já me bastava para assistí-lo no cinema. Mas ainda assim, apressei-me em adquirir o livro e ao iniciar a leitura me vi empolgado com a narrativa sobre o astronauta que é equivocadamente e drasticamente deixado para trás numa missão a Marte, e a partir daí inicia-se sua saga pela sobrevivencia no planeta inóspito. Ok, argumento excelente para uma grande história, o que não deixa de ser logicamente, mas a forma como o autor, Andy Weir, introduz elementos de biologia a todo momento, capítulo a capítulo, para justificar o fato de que o astronauta é um biológo, e dessa forma, conseguirá sobreviver em Marte, confesso, foi me cansando a ponto de desesperadamente sentir a vontade, ainda que contido pelo desejo de cumprir a missão da leitura, de pular capítulos em busca do desfecho. Já o filme me proporcionou uma visão mais divertida e emocionante da história, e de certa forma, me ajudou a afastar qualquer resquício de arrependimento pela compra do livro.
Helena 11/03/2018minha estante
Nossa!! Me senti exatamente como você ao ler o livro. Achei as situações repetitivas e o excesso de informações técnicas e muito específicas desgastante demais. Não vi o filme ainda, mas pretendo pq já ouvi muitos dizerem que realmente é melhor que o livro.


Evandrojr. 11/03/2018minha estante
Pois é Helena, acho que para quem gosta de biologia, o livro é um prato cheio. Para quem busca uma aventura espacial empolgante, tenho minhas dúvidas. Assista o filme, acho que mais uma vez você terá uma opinião parecida com a minha.


Helena 11/03/2018minha estante
Vou assistir sim e volto aqui pra contar... rs


Evandrojr. 11/03/2018minha estante
Isso!!




Guilherme 31/07/2015

Resenha sobre Perdido em Marte, de Andy Weir.
Perdido em Marte conta a história de Mark Watney. Integrante da expedição Ares 3 de exploração à Marte o astronauta torna-se a única vítima de um acidente provocado por uma tempestade de areia. Com a missão abortada, os demais tripulantes fogem apressados do planeta, pensando que Watney jazia morto e deixando-o para trás. Eis então a luta do astronauta para sobreviver sozinho em Marte.

A maior parte do livro é narrada em primeira pessoa, através do diário de bordo de Watney. É onde o astronauta, especializado em engenharia mecânica e botânica, descreve detalhadamente como modifica o ambiente, improvisa diversas artimanhas e elabora planos e análises mirabolantes para permanecer vivo no planeta.

A qualidade técnica do livro é inquestionável. Andy Weir, autor, apresenta conceitos científicos extremamente precisos. A obra é verdadeira representante do gênero hard de sci-fi e não só exibe um rigor científico como nos traz uma história bem realista, com acontecimentos críveis e possíveis.

É um pesar, porém, que essa qualidade técnica me pareceu ser a única parte realmente excelente na obra que tinha uma premissa tão boa para ser explorada.

Ao longo de toda permanência de Watney em Marte, a maior parte do que o protagonista nos conta se resume a descrições, em seu diário de bordo, de seus cálculos e planos de sobrevivência acompanhados de algumas piadas (nem sempre engraçadas e, às vezes, até infantis). Embora toda a essência técnica e científica seja a “pedra de toque” em se tratando de uma hard-scifi, em alguns momentos o livro parecia mais um manual de sobrevivência em Marte do que realmente uma história de um sobrevivente em Marte.

Mark Watney é frio e calculista como talvez um astronauta tenha que ser, principalmente em situações como a que se encontra, mas cheguei a pensar se Watney não tinha família ou se se importava com ela (se me lembro, apenas uma ou duas vezes ele pensa nos familiares). Seu foco no problema é de causar inveja, mas também estranhamento. A premissa de estar sozinho no planeta por tanto tempo permitia um forte potencial dramático e um personagem cada vez mais instigante conforme lidaria com sua situação. O autor, entretanto, não se preocupou em desenvolver muito esses dois pontos.

A história talvez pudesse ter refletido com maior profundidade a condição de Watney como único homem em um planeta. O caminho que o autor seguiu foi mais aventuresco e divertido, com vários momentos de expectativa e tensão acerca da sobrevivência de Watney. Não aponto isto como um problema da obra, eis que era a intenção do autor dar um teor leve à história, ao invés de algo mais profundo ou reflexivo, o que funciona bem, mas confesso ter frustrado um pouco minhas expectativas neste ponto.

No transcorrer da história, o livro até tenta passar uma moral um tanto cafona e superficial de que o ser humano, acima de tudo, é altruísta por natureza, fazendo de tudo que tiver ao seu alcance para ajudar o próximo. Ao mesmo tempo, discute brandamente o dilema de arriscar diversas vidas em prol de apenas uma. Algo parecido com o apresentado no filme O Resgate do Soldado Ryan, que, por curiosidade (inútil), tinha como protagonista Matt Damon, mesmo ator que viverá o astronauta Mark Watney nos cinemas. Mas nenhuma dessas questões é realmente desenvolvida ou levada a sério.

Reconheço que não posso julgar a obra pelo que eu queria que ela fosse. Andy Weir tinha uma proposta clara para sua história que foi cumprida: um livro, acima de tudo, com um exuberante rigor técnico e científico, sem se preocupar demasiadamente com a evolução dos personagens ou do enredo, mas sim com a ação e as resoluções de problemas por Watney. Nesse sentido, daria, pelo menos, 3 estrelas. Mas ao atribuir a nota para Perdido em Marte, não tenho como descartar impressões subjetivas, o que me faz dar apenas 2 estrelas.
Marcola 11/01/2016minha estante
Adorei o filme. Já viu?


Guilherme 11/01/2016minha estante
Vi sim, Marcola. e gostei. Confesso que achei o filme melhor que o livro, haha.


Marcola 11/01/2016minha estante
Viu ou leu primeiro? Altas resenha !!!!


Guilherme 11/01/2016minha estante
Eu li o livro antes. A vantagem do filme é que não precisei ler páginas e páginas de cálculos físicos, químicos, biológicos... Por isso acabei me divertindo mais com o filme.




Rose 29/12/2014

Vocês devem estar se perguntando como uma pessoa se perde em Marte. Pois é, Mark Watney conseguiu. Este astronauta botânico que fazia parte da missão Ares 3, estava em Marte junto com outros tripulantes, Alex Vogel, Chris Beck, Lewis, Rich Martinez e Johanssen quando todos foram surpreendidos por uma forte tempestade de areia, tão comum na região.
Indo em direção à VAM (Veículo de Ascensão de Marte), Mark é atingido e desaparece no meio da tempestade. Antes de ser encontrado pelos seus companheiros ele é dado como morto e a tripulação que está em perigo, é obrigada a sair rápido de Marte.
Acontece que Mark não morreu, apenas ficou desmaiado e com seu traje rasgado, motivo pelo qual toda a tripulação não encontrava os sinais de vida dele e o considerou morto.`
Agora sozinho e sabendo que um futuro resgate só seria possível dali há uns 4 anos, Mark teria uma difícil missão pela frente, além de se manter vivo todo este tempo em um planeta totalmente desabitado e deserto, ainda teria que dar um jeito de se comunicar com a Terra e avisar que estava vivo.´
Situação complicada esta do nosso amigo! Mas ao contrário do que muitos fariam, ele não entregou os pontos, e colocou seu cérebro para funcionar. Tomando providências básicas para sua sobrevivência, Mark começa a elaborar um plano que o mantenha vivo até que alguma missão volte para o planeta vermelho.

Detalhe da planta de Marte
É assim que vamos acompanhando as aventuras e desventuras deste astronauta. Através de um diário de bordo, Mark vai anotando e contando tudo o que está fazendo ou planeja fazer para manter-se vivo. Da ideia de como aumentar sua produção de água, até a inusitada plantação de batatas que ele quer fazer para ter mais alimento, tudo é religiosamente registrado. Assim, caso ele morra, todos saberão o que de fato aconteceu.
Enquanto isso, seus antigos companheiros de missão estão viajando de volta para Terra, sem saber que ele está vivo. Na Terra todos pensam que Mark morreu. Funerário, enterro e homenagens, tudo é providenciado. Mas, alguns meses depois, em um trabalho de rotina, eis que os olhos atentos de uma pesquisadora constatam que Mark não morreu!
É dada então a largada para uma corrida contra o tempo para salvar este astronauta. Toda a Nasa se mobiliza para criar um jeito que viabilize o resgate. Depois que Mark consegue resgatar um antigo aparelho abandonado em Marte na década de 70, ele consegue uma comunicação com a Terra, e descobre que todos estão trabalhando pelo seu resgate. Um planeta inteiro passa acompanhar boletins diários da situação vivida por Mark.
Quando tudo parece ficar mais tranquilo, eis que Marte tenta mais uma vez matar nosso herói, e a Nasa tem que lançar às pressas uma missão de entrega de suprimentos para que Mark possa sobreviver até que uma nave tripulada consiga chegar à Marte.
Tudo começa a dar errado, e a vida de Mark fica por um fio, ou melhor, por alguns sóis. É assim que ele conta seus dias no planeta. Ele tem suprimentos limitados que não durarão até que alguma nave possa salvá-lo. Sem contar que ele teria que fazer uma longa e difícil viagem por Marte para chegar até o futuro ponto de encontro. Sem equipamentos especiais e adaptados para tal fato.
Mas vocês acham que ele desiste? Tirando alguns pitis que ele dá, em geral ele consegue manter o bom humor e o otimismo. Aliás, são exatamente estas características que o mantem vivo, sem contar óbvio sua inteligência para resolver os diversos problemas que vão surgindo ao longo de sua permanência.
Contra todas as possibilidades da missão de suprimentos dar certo, a Nasa toma uma decisão polêmica, que acaba causando uma imensa insubordinação e revolta. Mas é justamente esta revolta, a única chance real de Mark voltar para casa.
Para quem gosta de ficção científica é uma leitura e tanto. Achei a leitura em alguns momentos cansativa, mas entendo serem necessárias, pois a narração é feita pelo Mark, e ele vai contando, ou melhor, escrevendo em seu diário, tudo o que está fazendo, como a descrição da fórmula da água e como conseguir obtê-la. Sem esta explicação (apesar de meio chata), devo admitir que ficaria boiando com o resultado final. Isso acontece em outros fatos, que achei necessários, como disse, para dar veracidade e não deixar o leitor "boiando".
Gostei muito de Mark, e fica difícil não torcer para que ele consiga voltar para casa, mesmo não acreditando que metade do que se conta no livro seja possível...
A Olívia já disse, mas não custa avisar mais uma vez que um filme baseado no livro será lançado em 2015. Agora é esperar para conferir o trabalho nas telonas.
Então, o que acharam do livro? Alguém já leu ou pretende ler?

site: http://fabricadosconvites.blogspot.com.br/
Line 31/12/2014minha estante
Achei sua resenha muito boa...fiquei curiosa em saber mais sobre o livro...Vou indicar pra meu irmão, ela ama esse estilo literário.
bjs


Cinthia 12/01/2015minha estante
Bom Rose, esse livro é muito bom, gostei muito de lê-lo. O bom humor do personagem é muito presente. Uma leitura maravilhosa!


Clarice.Castanhola 23/04/2015minha estante
Ah, estou muito curiosa sobre esse livro já faz um tempinho. Está na minha lista, mas eu não sabia muito bem o que esperar dele até ler sua resenha. Não parece muito empolgante, uma vez que se foca tanto em detalhes técnicos, mas eu gosto de viagens espaciais e ciência, então vou conferir com certeza.




Jean 29/08/2016

Me surpreendi...
Capítulo 1, primeira frase: Estou ferrado. (Mark Watney)

O que dizer desse livro que já se inicia simpaticamente?
Na verdade eu nem sei (essa é minha primeira resenha, e essa frase do Mark me representa nesse exato momento kkk), mas acredito que o título já é um resumo do que eu sinto.

Impressionante, essa é a palavra que define essa obra do autor Andy Weir. Quando li a sinopse do livro, imaginei que seria exatamente como muitos esperavam ser(creio eu), ou até mesmo o motivo pelo qual o "condenam": O "drama" de um homem Perdido em Marte (e agora o que vou fazer, chorar até a morte? Esqueceram de mim, cadê minha família? kkkk), ou seja, todo aquele choro de ter sido abandonado e estar sozinho no espaço. Mas na realidade o autor optou por seguir uma outra linha, o humor e a inteligência do protagonista Mark Watney. Este se manteve sempre muito bem humorado e extremamente calmo diante de várias situações difíceis (pra não dizer algo pior) resolvendo problemas que pareciam impossíveis de serem solucionados . E sim, ri muito em várias partes onde, supostamente, deveriam ser mais dramáticas visto a situação de Watney, mas mesmo assim o humor negro do mesmo, consegue arrancar risos do leitor aqui e ali. Então claro, isso me surpreendeu bastante pois o livro fugiu do padrão, sendo esse não o seu ponto fraco, mas sim o seu diferencial.
Digo isso porque li em alguma resenha que falava que o Mark meio que perdeu um pouco seu lado humano, pois não lamenta tanto a falta da família e amigos, e que queriam ver mais esse lado dele. Mas se for analisar, ficar lembrando da família ou amigos o tempo todo, na situação em que ele se encontra não era de grande ajuda, até porque ele tinha muito mais com o que se preocupar, como por exemplo, respirar, comer, beber...hahaha. E sem contar que a última coisa que ele precisa ali é se sentir depressivo.
A escrita do autor é clara, a leitura flui facilmente, o enredo é atrativo, então sim, eu recomendo. Mas enfim, sobre as informacoes técnicas que são recorrentes no livro, eu sou um pouco suspeito pra falar sobre, pois estas me atraíram muito, pode ter ligação com o fato de eu cursar engenharia (quem gosta de matemática, física e química? Só louco kkkkkkkk ), por isso não vou escrever muito sobre isso.
Então só pra finalizar, o livro é incrível em todos os aspectos, o personagem principal é muito carismático, achei que o drama foi na medida certa nem muito e nem pouco e quero, com toda certeza, ler outros livros do autor.
Leiam e tirem suas conclusões!!!
Jemilly 29/08/2016minha estante
Adorei esse livro, me surpreendeu também pelo humos! Muito boa a resenha!


Jean 29/08/2016minha estante
Obrigado Jemilly ;)


Adalberto 30/08/2016minha estante
Bom dia, vocês sabem os conhecimentos físicos relacionados com do filme Perdidos em Marte, quais os assuntos da física envolvido no filme?




Raquel 07/10/2015

Empolgante e Nerd do início ao fim

Perdido em Marte é um livro estilo ficção científica que narra a aventura de Mark Watney, o 17° homem a pisar em Marte, e o primeiro homem deixado para trás no planeta vermelho devido à um acidente durante sua missão. interessante, divertido e explicativo, o autor expõe a rotina do nosso terráqueo na luta pela sobrevivência longe de casa. Uma leitura mais que obrigatória para quem curte o estilo. ‪#‎Amei‬
Camila 07/10/2015minha estante
Oba! Bom saber sua opinião. Vou furar a lista de leitura pra ler esse livrinho logo. :D


Raquel 09/10/2015minha estante
Super recomendo Camila, tem muita química também, creio que vc vai se identificar!


Camila 10/10/2015minha estante
Sim!!! Adoro livros com bom embasamento científico! :)




Valt 21/11/2014

PQP! Esse livro é otimo
Nas primeiras 50 paginas eu quase abandonei a leitura, pois foi muito confusa devido a varias citacoes de quimica ( e eu nao entendo nada de quimica). Mas depois esse assunto ficou de lado e a leitura foi simplismente incrivel. Ja nao bastava a historia ser boa por ser passar em marte o autor fez um personagem muito bem humorado que foi o diferencial. Teve um dia em que eu estava lendo no ônibus, voltando do trabalho, e eu estava na pagina 64 e nao me aguentei e comecei a rir.
Espero que o cinema nao mude a historia, na minha opinião o livro ja é um roteiro pronto.
Luan 21/11/2014minha estante
Quero ler!


Valt 21/11/2014minha estante
tu vai gostar ;)


Leonardo 22/11/2014minha estante
Quero muito ler esse livro !




Isadora 14/08/2016

Apenas bom
O livro é bom, mas não é divertidíssimo como li em várias resenhas por aí. Na verdade, eu achei o bom humor do personagem principal por vezes forçado, já que na situação em que ele se encontra, dificilmente uma pessoa conseguiria fazer piada a todo instante.

Watney é um astronauta que acaba sendo acidentalmente abandonado em Marte, durante uma expedição. O livro irá contar como ele tenta sobreviver a essa situação catastrófica. Ficar perdido é ruim. Ficar perdido num planeta sem vida e sem forma de sair, é pior ainda.

Mas, por incrível que pareça, Watney mantém seu bom humor e suas piadinhas por toda a leitura. Marte "tenta" matá-lo à todo instante e nosso querido protagonista sabe tirar o melhor proveito dessas situações. Ele é tão positivo que nada abala ele, vejam só!

Não me convenci nem um pouco com essa alegria eterna dele.

Outra coisa que me impediu de gostar mais da leitura, e me fez pular várias e várias páginas: longas descrições de processos químicos e físicos.

O autor teima em descrever complicadíssimos processos que, para leigos como eu, não fazem sentido algum. Não entendi bulhufas do que Watney fez, por isso me poupei e pulei várias partes. Isso tornou o livro tedioso, não consegui curtir.
Yasmim 27/08/2016minha estante
Faço das suas palavras as minhas! Estou na página 100 e pouco e não aguento mais, é muito entediante!


Adalberto 01/09/2016minha estante
Bom dia, você sabe os conhecimentos físicos relacionados com do filme Perdidos em Marte, quais os assuntos da física envolvido no filme?


Isadora 25/09/2016minha estante
Pois é, eu realmente demorei para terminar pois não entendia nada das descrições.

Não sei dizer sobre os assuntos físicos e químicos do livro. São bem complicadinhos para mim.




Luan 24/01/2015

Técnico demais, Perdido em Marte é um livro feito para o cinema
A premissa de Perdido em Marte é bastante tentadora. A história de Gravidade, filme estrelado por Sandra Bullock, me deixou bastante satisfeito. E ao ler a sinopse do astronauta que se perderia em Marte, não pude evitar uma espécie de comparação - mais lembrança, na verdade - e a vontade de ler tomou conta de mim. Os bons comentários de outros leitores também me incentivou.

Busquei ler a história sem saber tanto dela - é o que tenho buscado fazer, é um bom exercício. Mas basicamente, trata-se uma missão, onde seis astronautas, à bordo da Hermes, vão a Marte. Mas lá, entre apuros, Mark Watney acaba sendo abandonado por seus colegas. Não por mal, afinal eles pensam que o homem não resistiu e acabou morrendo. Bem, ele também pensa isso. Mas, como você bem pode presumir, não... ele não morre.

E a partir daí ele narra, através de um diário, seus intermináveis dias vividos lá no planeta vermelho. Mark documenta vários detalhes de tudo que acontece em sua nova casa. Até detalhes demais, eu creio. As primeiras páginas - e lá se vão umas 50, talvez - são compostas de linguagem técnica. Se você é um aspirante a astronauta, ou talvez um químico, físico ou qualquer coisa nessa área, ok, você irá gostar. Quem não é - como eu e muita gente -, não vai achar o início do livro tão motivador. Bem pelo contrário.

A vontade de interromper a leitura é grande, já que os termos técnicos estão onipresentes. É difícil e chato compreender tudo que o personagem criado por Andy Weir nos conta. Mas à medida que a história avança, novos personagens surgem - e não são ETs. Enquanto ele está perdido lá, a Nasa está perdida aqui, sem saber o que fazer. E é neste momento que a história ganha um fôlego interessante e se torna mais palpável. Mais antes disso é uma leitura pesada, mesmo que flua num bom ritmo.

A história é bastante inteligente. Weir certamente estudou muito - muito mesmo - antes de escrevê-la. Mas talvez nem tanto assim, já que ele sempre foi um verdadeiro amante de histórias espaciais. Ele cresceu em meio a esta natureza - daí o interesse por escrever esse que é seu primeiro livro. Agora ele vive a expectativa de ver sua história ser eternizada pela sétima arte muito em breve, com Matt Damon no papel principal.

Os personagens, tanto o protagonista, como demais - da Hermes, da Nasa e outros tantos - foram bem construídos. Eles não ganham tanto destaque, mas agradam toda vez que aparecem. A escrita é em primeira pessoa, mas também em terceira. E ainda tem um narrador que entra em momentos muito oportunos para acrescentar á história.

A diagramação é das melhores. Todas as partes - são várias partes: os diários de Watney, a história na Nasa, o narrador intervindo, as conversas transcritas - são bem definidas e não confundem. Por haver várias interrupções, pode-se dizer que há vários capítulos curtos, do jeito que eu gosto. Nesse sentido, tudo de certo. A capa é muito bacana - passa o recado certinho. A textura aveludada também é da melhor qualidade.

Como eu disse, é uma história inteligente, mesmo que em grande parte, massante. Provavelmente vai funcionar perfeitamente no cinema - até melhor do que no livro, que acrescentou tanto detalhe que talvez pecou pelo excesso. Certamente fará o mesmo sucesso que Gravidade fez. E merece que faça mesmo.

Foi bom acompanhar a jornada de Watney, mesmo que também tenha havido exagero nos acontecimentos negativos. Esse homem precisa se benzer muuuito - sim, quase tudo dava errada hahaha. Porém, foi legal torcer por ele e pelas inúmeras tentativas de salvamento. E acompanhar as trapalhadas dele igualmente. Mas, de qualquer forma, uma boa leitura e leva quatro estrelas, porque sou muito legal.
Matheus Caixeta 24/01/2015minha estante
Sério isso do Matt Damon? Não sabia... Então isso quer dizer que ele deixou seus tempos de personagem inútil no espaço (em Interestelar) e foi fazer um protagonista hahaha.


Luan 24/01/2015minha estante
Sim, sério haha deve ficar pro ano que vem o filme, eu acredito.




Rafaela 08/08/2015

Veja! Um par de peitos! --> ( . Y . )
Desde a primeira vez em que ouvi falar sobre Perdido em Marte, o livro já me chamou muito atenção. Depois que vi o book trailer já quis correr para comprar! Ou seja, minhas expectativas para esse livro estavam altas. Às vezes isso acaba sendo um problema, pois a história não corresponde com as expectativas. Porém, Andy Weir não me decepcionou nem um pouquinho! Pelo contrário, Perdido em Marte é ainda melhor do que eu esperava!

Em seu livro de estreia, o autor nos apresenta a Mark Watney, um astronauta engenheiro botânico que, mesmo depois de ter sofrido um acidente terrível e ser abandonado sozinho em Marte, não se dá por vencido e faz de tudo para sair dessa situação de morte iminente, o que a princípio parece ser impossível.


"Estou fodido e vou morrer!" (pg. 39)

Mark é um personagem extremamente incrível, daqueles pelo qual você torce o tempo todo! Ele, obviamente, é muito inteligente, além de criativo e sagaz. Consegue encontrar saídas para situações super adversas e enquanto eu lia, ficava muito impressionada com a genialidade dele e a forma como ele se superava a cada momento.
Mas o que mais me surpreende, é o seu humor inabalável, como a própria sinopse do livro nos diz. O mais interessante nesse personagem é a forma como ele lida com todos esses problemas. Ele não espera pela morte ou fica deprimido e com pena de si mesmo.

Mark usa tudo o que tem à sua disposição para se manter vivo e traçar um plano de fuga. Ele está numa luta contra o tempo, os mantimentos vão acabar, o oxigênio, água, combustível, tudo uma hora vai acabar e seus conhecimentos de engenharia e botânica são vitais para que ele saia de várias enrascadas. O cara até planta batatas em Marte, gente!!! BATATAS EM MARTE!


"Por que o Aquaman consegue controlar baleias? Elas são mamíferos! Não faz sentido." (pg. 64) Um dos questionamentos importantíssimos de Mark Watney

"[...] Usando técnicas avançadas de construção (fita adesiva)" (pg. 75)
Fita adesiva = solução pra tudo na vida

A narrativa desse livro contém muitos termos técnicos de química e tudo o mais, conforme o Mark Watney vai lidando com as situações. Para aqueles de humanas como eu, essas coisas geralmente são muito difíceis de entender e a gente fica bem perdido, porém o autor descreveu tudo de uma forma tão prática, que todas as informações mais técnicas que o Mark falava fluiam bem, pelo menos para mim! O livro todo flui, já que ele é dividido em capítulos não muito longos e também em diários de bordo. Nesses diários, o personagem vai nos contando tudo o que acontece com ele lá no planeta vermelho, mas há também capítulos narrando simultaneamente o que acontece aqui na Terra, e como a NASA e o mundo todo está lidando com o problema.

Há várias referências a cultura pop no livro, coisas dos anos 90 ou 80, muita disco music também, o que aliás, rende boas risadas! Existem também outros personagens dos quais eu poderia falar aqui, que fazem um papel importante na história, como por exemplo a Mindy Park, que foi crucial para que a NASA soubesse o que realmente tinha acontecido com Mark. Os diretores da NASA, Annie, a responsável pelas relações públicas, o Mitch, entre outros. E além desses, claro, os outros astronautas que faziam parte da missão: a comandante Lewis, o Martinez, a Johanssen, o Beck, e por fim, o Vogel.

A leitura é rápida e divertida, além de muito emocionante! O tempo todo algo diferente acontece e enquanto eu lia, eu sentia como se aquilo tudo estivesse realmente acontecendo e que a qualquer momento eu poderia ligar a TV e uma reportagem sobre o astronauta em Marte apareceria. Foi um sentimento bem engraçado/angustiante!

O livro é ótimo, tanto por ter um enredo incrível quanto por seus personagens, principalmente o Mark Watney. Ele é um personagem que me marcou bastante. Eu ri muito com ele e o jeito irônico e divertido dele de levar a vida, torci para que conseguisse sair dessa situação, aprendi como o bom humor e a determinação são importantes e que a gente não pode nunca desistir facilmente das coisas.

"Todo ser humano tem um instinto básico de ajudar os outros. Talvez não pareça ser assim ás vezes, mas é a verdade."

Recomendo!

site: http://belacompanion.blogspot.com.br/2015/08/perdido-em-marte-andy-weir.html
RaphaKiske 27/08/2015minha estante
"Todo ser humano tem um instinto básico de ajudar os outros. Talvez não pareça ser assim ás vezes, mas é a verdade."

Eu só queria saber porque gastaram uma puta grana pra salvar a vida do Watney, sendo que essa mesma grana poderia ser usado para salvar uns africanos, ou pessoas do próprio estados unidos mesmo hauhaua


RaphaKiske 27/08/2015minha estante
"Todo ser humano tem um instinto básico de ajudar os outros. Talvez não pareça ser assim ás vezes, mas é a verdade."

Eu só queria saber porque gastaram uma puta grana pra salvar a vida do Watney, sendo que essa mesma grana poderia ser usada para salvar uns africanos, ou pessoas do próprio estados unidos mesmo hauhaua




Miguelpaes 18/01/2018

Andy Wier é um astronauta da NASA. Só pode ser. Não dá pra descrever tudo daquele jeito ou estar inventando, simplesmente não dá!
A princípio, quando não tinha aberto o livro, não sabia o que iria encontrar. Um livro dramático ou ficção científica pesada, eu acreditava. Naquele momento o único ponto que me motivava era a ler era: Preciso saber como esse cara saiu de Marte.
Mas, depois de ler o primeiro parágrafo, percebi que o livro poderia ser totalmente diferente do que eu estava imaginando. Mark Watney, nosso protagonista, carrega o livro nas costas. Carismático, bem humorado e muito, muito engraçado.
Em algumas passagens, o livro fica bem técnico, falando de cálculos, fórmulas químicas e por aí vai. Me senti um pouco agarrado nessas partes, pois lia e relia até entender. Mas depois você percebe que sua atenção não precisa estar voltada para isso. Pois no final de cada cálculo cabuloso, o nosso herói solta uma frase do tipo: Não precisa entender isso. Só acredite em mim, eu sou astronauta.
Foi o primeiro livro que me lembro que eu verdadeiramente tive que parar a leitura para rir. Vale a pena por ser cômico, inteligente e, por que não, reflexivo.
Aline.Eloa 05/02/2018minha estante
???????? Me identifiquei com seu texto,por diversas vezes parei a leitura para rir.


Miguelpaes 07/02/2018minha estante
Sim, é um livro muito divertido. Ele massacra a gente com aquela quantidade de cálculos e termos científicos. Mas sempre alivia o stress com uma boa piadinha.




Arthur 11/03/2016

Sci-Fi inteligente com um humor surpreendente! Mas o livro é melhor do que o filme?
A cada página que eu lia, me surpreendia cada vez mais com as peripécias e engenhocas que o personagem principal fazia pra salvar sua vida e se entreter, afinal, é difícil quando se é o único ser humano de um planeta!

O astronauta Mark Watney ficou preso em Marte desde que uma tempestade de areia mais forte do que o esperado surge, e a tripulação da Ares 3 se vê obrigada a cancelar sua missão. Watney sofre um sério acidente e desaparece na poeira da tempestade; a tripulação vai embora crendo que o amigo está morto. Nosso herói acorda no outro dia com um corte horrível e sozinho em um deserto frio e vermelho; sem comunicação, ferido e dotado de apenas seus conhecimento acadêmicos, ele decide embarcar em um luta quase impossível por sua sobrevivência.

Fiquei impressionado com a inteligência, a tranquilidade em meio ao caos e o humor inabalável de Mark! Ele passou por MUITAS coisas que qualquer um que estivesse lendo aquilo diria "não, meu jovem.. agora você vai morrer mesmo, não tem como sair dessa", mas aí ele tira um ideia que por mais perigosa ou idiota que seja, funciona! Ou quase sempre funciona. O sabido é Engenheiro Mecânico e Botânico, ou seja, fazer gambiarra e plantar coisas é com ele mesmo; se tinha uma pessoa que poderia sobreviver ali, essa pessoa é Mark Watney.

A obra tem muitos termos técnicos. Eu confesso que no começo precisei ter um pouco mais de paciência pra ler e entender, já que é preciso ser explicado todo o contexto "NASA - espaço - tecnologia", mas não se preocupe, depois tudo se torna muito natural e tranquilo. A riqueza de detalhes e a originalidade são incríveis! Se você gosta de ficção científica intrigante e bem humorada, Perdido em Marte é perfeito pra você.

Agora, sobre a produção pra as telonas (não se preocupe, não vai ter spoilers): Eu li o livro pra depois assistir o filme, e sem dúvida essa é a melhor forma pra se fazer com qualquer obra. E é claro, encontrei várias coisas que não se encaixavam muito bem.

Primeiramente, a personalidade de vários personagens era completamente diferente; um dos mais gritantes foi Teddy Sanders (administrador da NASA na ficção), no livro ele é extremamente organizado, quase que com TOC por organização, além de apresentar um ar mais tranquilo e "certinho", apesar dele possuir o cargo mais alto na NASA, ele era na medida do possível, bem educado e quase gentil, sem perder a autoridade; no filme ele é um pouco desleixado, autoritário demais, chega a ser arrogante algumas vezes. Além dele, tiveram outros personagens bastante deformados, uns mais que outros; são eles: Mindy Park, Annie Montrose, Mitch Henderson e Beth Johanssen. Não vou me estender muito, apenas grave esses nomes na hora de assistir o filme e compare com o livro. Entretanto, teve três personagens que, na minha opinião, conseguiram ser melhores que os do livro, não estou dizendo que no exemplar eles são ruins, mas no filme eles são mais explorados; são eles: Rich Purnell, Melissa Lewis e Rick Martinez; mas sem dúvida quem se destacou mais foi Rich, ele me surpreendeu sendo mais engraçado e indiferente do que era o original.

Outra coisa: Tem muitas partes e detalhes no filme (mas MUITAS meeesmo), que você só entende se tiver lido antes; dentre eles, alguns acontecimentos importantes que não foram levados em conta, mas isso já era de ser esperado, é difícil um adaptação ser totalmente fiel. Mas sério, foi muito interessante, parece que o diretor fez aquilo, justamente, pra não ser entendido simplesmente assistindo. Inclusive, o final do filme é diferente! mas não é um "diferente" ruim ou que exclua o outro, é mais como um complemento. Não vou entrar muito em detalhes, se não eu estragaria tudo! kkkkkk, maaaas, eu posso disser que tanto a obra escrita, como a cinematográfica, são indispensáveis entre si. O livro sempre será melhor, mas isso não tira a importância do filme.

Espero ter ajudado e boa leitura! ;]
Ronald 11/03/2016minha estante
Amei!? Ai, a vontade de ler só aumenta...........................


Ronald 11/03/2016minha estante
Kero!!!




Heitor 11/12/2015

Uma narrativa dotada de instinto, criatividade e inteligência
Conheci esse livro no ano passado, com a notícia do filme que foi lançado esse ano. O livro é maravilhoso, muito detalhado e bem pesquisado. A narrativa se desenrola facilmente em capítulos curtos, (em formato de relato em um diário de bordo) mas às vezes intricados, pois o leitor é levado a imaginar toda a atmosfera da sobrevivência em Marte, os instrumentos, equipamentos e termos físicos e químicos. Creio que seria o único empecilho do livros, em algumas passagens. Porém, é uma história envolvente e que se baseia, como é dito no livro, no instinto humano de ajudar o próximo (ou de acompanhar sua luta para superar as adversidades). O protagonista, Mark Watney, transforma o que seria uma tragédia triste e solitária em um bem-humorado relato cotidiano de intenso raciocínio, imprevistos, acidentes, piadas e ideias incríveis. Paralelamente, na Terra e no espaço (na Hermes), os demais personagens ajudam a criar um ambiente maravilhoso com detalhes sobre a exploração espacial e tecnologias avançadas. Altamente recomendado, é uma narrativa que vem ganhando popularidade, e o autor Andy Weir soube tirar o melhor desse gênero.





-------------------------------- SPOILER DE LEVE ABAIXO ----------------------------------------------





Sem precisar apelar para romances amorosos como tema central ou catástrofes, mortes e muitos cliffhangers dramáticos, é um livro pra quem gosta de ciência com um bom toque de humor.
Camila 11/12/2015minha estante
Que jovem mais culto, está de parabéns


Heitor 26/01/2016minha estante
kkkkkkkkkkkk




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