Perdido em Marte

Perdido em Marte Andy Weir




Resenhas - Perdido em Marte


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Giancarlo 21/12/2014

Perdido em Marte – Andy Weir
Finalmente uma boa obra de clássica ficção científica. Não lembro a última vez que li algo tão empolgante em ficção científica.

O único dano foi (talvez o maior pecado do autor) tenha sido situar a história numa data muito futura se comparado aos aparelhos e os recursos tecnológicos que os personagens utilizam. Falar em celular, utilizar tablets e Palmtops, além da transmissão limitada entre a Terra e Marte nos situa no tempo presente ou, no máximo 10, talvez 20 anos no futuro. Não acredito que isso tudo existirá quando o homem puder realizar missões tripuladas ao planeta vermelho, principalmente quando se tratarem de viagens no estilo “ônibus espacial”.

Apesar disso, a obra é excelente. Ele pode parecer meio chato no início quando começa explicar como transformar CO2 em H2 e depois em O2 e coisas do tipo, mas o autor afirma que os modelos apresentados no enredo são cientificamente comprovados, possíveis. O que realmente nos prende, é o drama do astronauta dado como morto e sua impressionante capacidade de adaptação a um ambiente hostil, sem qualquer comunicação com a Terra. Cada dia acontece uma tragédia e seus cálculos para racionar comida e produzir comida são deprimentes, mas reais. Aprende-se bastante com o lado prático do livro, mas o astronauta Watney tem tudo para se transformar num personagem de Hollywood. Quem sabe algum dia alguém diga: “Finalmente um bom roteiro de ficção científica que dará um ótimo filme de ficção cientifica.”

Uma leitura empolgante para fãs desse gênero literário.
Amadeu 18/01/2015minha estante
Concordo foi muito empolgante esta aventura.

uma hard scifi com boas doses de humor.




Rosângela 25/03/2017

Fácil demais, nada realístico
Perdido em marte é ridículo, o cara tem solução pra tudo que é coisa que acontece com ele, perdendo toda a relevância do livro, se o cara tivesse câncer no livro, duas páginas depois ele já havia se curado comendo arreia de marte, ridiculo pra carai

darei uma estrela em homenagem ao lixo chamado Matt damon
Taverna do Pergaminho 29/03/2017minha estante
Finalmente alguém que também achou isso kkk Não entendo ate hoje como que essa historia ganhou tanto marketing positivo. Depois se quiser e puder da uma lida no que eu escrevi sobre também rs..esta ai em cima da sua :)




spoiler visualizar
Katia Albus 07/01/2016minha estante
É isso aí, Hugo. E quer saber da pior? Muitas das informações que ele passa em excesso estão erradas porque o autor não estudou o suficiente... SciFi precisa ser levada mais a sério, e isso não tem nada a ver com piadas no meio do enredo.




Karin 28/08/2016

Uma agradável surpresa!
Devo adimitir que o título me pegou e não sosseguei até ler o livro.
O livro conta a história de Andy um astronauta que por um azar do destino, acaba sendo esquecido em Marte pelos seus companheiros. O incrível é que apesar da situação em que se encontra o Andy, encontra meios de se manter vivo e de não perder o humor. O personagem é muito sarcástico e isso faz com que de certo modo a história fique até engraçada.
Possui muitas partes científicas, com cálculos, especulações e teorias, mas tudo de uma forma que agrega ainda mais a história. Vale lembrar também do trabalho de pesquisa que o autor fez para trazer para a história dado quase 100% corretos e verídicos.
Recomendo o livro aos amantes de ficção e ciência.
Adalberto 30/08/2016minha estante
Bom dia, vocês sabem os conhecimentos físicos relacionados com do filme Perdidos em Marte, quais os assuntos da física envolvido no filme?




Kênia 02/10/2015

Não é resenha...
É muito Mcgyver pro meu gosto. Apesar de teoricamente possível, tudo foi muito bonito, otimista, certo e com o timing perfeito pro meu gosto... (o cara estava sozinho e ferrado em MARTE!!!) até nos erros e catástrofes. No fim, tive a sensação de um conto de fadas em Marte. Algumas partes engraçadinhas... aliás, tudo muito engraçadinho. Muito Poliana no Jogo do contente...Sei lá.
Kaue 03/10/2015minha estante
Tudo que acontece com o Mark é conveniente, até no azar o cara tinha sorte.




Danilo 18/09/2016

Mark, o Marciano
A história é contada em duas frentes: temos Mark Watney em Marte, nos contando o que acontece em primeira pessoa, através de relatos gravados para as futuras gerações, caso morra e algum dia a NASA encontre seu corpo e seu diário de bordo; do outro lado da moeda, acompanhamos, em terceira pessoa, os esforços da equipe terrena para trazer Mark para casa, ainda que pareça impossível, e a comoção a nível mundial que surge a favor do astronauta deixado para trás.

Apesar de a sinopse da editora afirmar tratar-se de um suspense, não se deixe enganar: o livro é engraçadíssimo. Mark tem uma única ferramenta para não descer a espiral da loucura: seu humor. E ele o usa constantemente. Claro que os acontecimentos na Terra e, posteriormente, na nave Hermes, a tal espaçonave que sem querer abandonou Mark no Planeta Vermelho, são muito mais sérios – acho que podemos considerar estas partes mais puxadas para o suspense, mas não suspense em si –, porém é indiscutível que o livro, como num todo, bem como o filme que o adapta, são muito engraçados.

Mark Watney é um excelente protagonista. Você começa rindo com ele, mas é inegável que, com o passar do tempo, você começa a se afeiçoar pelo personagem, a torcer por ele, torcer para seu resgate e, em determinado ponto do livro, até se emocionar e se pegar temeroso pelo destino do protagonista. É uma das melhores personagens literárias que li nos últimos anos, e tenho orgulho de dizer que veio de um livro de ficção científica, meu gênero literário favorito. E ouso dizer que grande parte do mérito do livro repousa nos ombros de Mark.

Outra característica interessante da obra, e que lhe confere maior realismo, é ver como a situação se desenrola na Terra: temos a cobertura da mídia, que muitas vezes pressiona a NASA a agir; temos as pressões políticas: os E.U.A. não conseguem resolver o problema e sua única solução é pedir ajuda estrangeira (não direi qual país ou como foi essa ajuda, para não estragar as surpresas de uma grande parte da trama); além da tripulação da Hermes, tendo que lidar com suas decisões que acabaram por deixar Mark para trás. Se o livro não tivesse essa faceta mais séria, nos mostrando as consequências de uma situação tão perturbadora (e que poderia muito bem acontecer na vida real), certamente não teria o mesmo impacto.

Ainda me mantendo neste aspecto da obra, foi bom ver que o autor construiu a narrativa de uma forma que enfatiza como nada na vida é fácil, pois salvar um homem perdido em outro planeta certamente seria muito complicado para nossos padrões reais atuais. Então esqueça as conveniências de roteiro típicas, pois na obra de Weir as personagens precisam estudar, passar horas a fio acordadas, fazer muitos cálculos, errar e tentar de novo até acertar. E isso também se aplica a nosso intrépido herói.

Outra peculiaridade da obra são suas reviravoltas sempre curiosas e impactantes. Sem entrar em detalhes, basta dizer que o livro gera expectativas em cada situação, te deixando apreensivo e culminando em uma reviravolta. Mesmo quando Mark tem uma ideia e a executa à perfeição, aquela situação gerará outra, o próximo conflito que o marciano terá que resolver em algum momento de sua jornada – imediatamente depois ou no futuro em longo prazo. É um livro que parece dizer que gosta de surpreender seus leitores, e o faz de uma maneira bastante

A edição da Editora Arqueiro está impecável: possuo a segunda impressão, com capa do filme (admito que não gosto muito de capas assim) e praticamente não possui erros de tradução ou revisão; possui um papel de qualidade e a capa é feita de um material mais maleável o que a impediu de amassar ou deformar – a minha edição, pelo menos, continua perfeita. Mantém o excelente padrão da editora. É um tipo de livro que você não se arrependerá de comprar e ler, tornou-se um de meus favoritos, acredite.

site: http://literaturaestratosferica.blogspot.com.br/2016/09/perdido-em-marte.html
Glauci 18/10/2016minha estante
Você tem mais indicações de livros com essa temática? Agradeço.




Leon' 19/10/2015

a culpa é das estrelas
Abandonei a leitura ainda no primeiro capítulo, a linguagem é péssima. O narrador-personagem é o astronauta perdido em uma situação desesperadora, no entando ele fala e reage às coisas como um adolescente bobão de quinze anos; usa inclusive a expressão "oba!". Não passa empatia nenhuma. O público pra este livro é tratado pior que criança; muito diferente dos bons autores de ficção científica. Passo!
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Daniel Sampaio 21/10/2015

Uma das melhores obras de "ficção" que já li e assisti !
Excelente ! Emocionante ! Essa obra servirá tranquilamente de referência para aulas de Matemática, Física e Gestão (liderança, pró-atividade, gerenciamento de riscos). Recomendo !
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Lucas 15/02/2015

Também quero chegar no meu VAM!
Minha breve opinião sobre o livro vai apenas repetir o que meus colegas já disseram: o livro é fantástico nota 1000. Ficção científica bem humorada, bem estruturada, com muitas reviravoltas e escrita numa linguagem leve e sem redundâncias. Aprendi muita coisa lendo, dei risada, fiquei apreensivo e torci muito para Watney sobreviver em Marte!
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Fabio Ferreira 30/09/2015

Uma boa ficcao
Uma boa historia que realmente prende o leitor. Mas acabou sendo uma historia sem muita inovacao. Bem ao estilo Hollywoodano. Muita informacao tecnica e um pouco prolixo neste sentido, mas considerei o livro bom e agradavel.
Desculpem pela falta de acentucao. Teclado americano.
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Helder 20/07/2015

Batatas em Marte
Desde criança temos em nosso imaginário a ideia de homens que ficam perdidos em locais inóspitos e precisam aprender a sobreviver longe do que consideramos uma vida normal. Robinson Crusoé, Mowgli, Tarzan, Lagoa Azul e até Tom Hanks e seu Naufrago. Mas você já se imaginou ficando sozinho num planeta onde não existe nada vivo, nem ar, nem agua? Nunca me interessei muito por livros de ficção cientifica. Em minha opinião, descrições muito técnicas tornavam os novos mundos criados pelos autores em algo mais enfadonho do que legal ou interessante. Até me deparar com o trailer do futuro filme baseado neste livro no You tube. Ali, prestando atenção, percebi que a premissa do mesmo, pelo menos para mim, era inédita. Marc Whatney é um astronauta que sofre um acidente no meio de uma tempestade de areia em Marte e é dado como morto. Porém ele sobrevive. Imagine-se acordando em Marte sozinho, sabendo que sua tripulação foi embora e que a próxima missão a Marte só chega daqui a 4 anos? Tudo isso acontece nas 5 primeiras paginas do livro, e a partir dai você já está fisgado e perdido em Marte junto com Marc. A Estória do livro é tão bem contada, com tantos detalhes, que é difícil acreditar que não seja uma Historia com H, bem verdadeira. Marc é botânico e engenheiro mecânico, e com seus conhecimentos e bom humor, ele passa a buscar sobreviver em Marte, e vai registrando seus percalços em um diário de bordo. E haja dificuldades. No começo ele não tem nem um rádio para se comunicar, e passa a fazer contas do que precisa para manter-se vivo e até quando conseguirá isso. Quanto de agua um homem bebe por dia? Como fabricar agua usando urina ou oxigênio? Quantas calorias um homem precisa por dia? Quantas calorias existem numa batata? Quantas batatas preciso ter para ter calorias por X dias e quanto de terra preciso ter para planta-las? E quanto de adubo preciso gerar (Sim, gerar!) e em qual temperatura, para tornar o solo de Marte fértil para germinar as minhas batatas? Um cara sozinho em Marte! Tinha tudo para ser chato, mas é sensacional. Impossível não se envolver com Marc e torcer por ele, principalmente por que como o mesmo diz : Marte insiste em lutar contra ele. E lá vai Marc plantar batatas em Marte, se aquecer com um “aquecedor” nuclear, fazer viagens a 5km por hora, abrir buracos em carros espaciais, encher carros com pedras para simular pesos, e mais um monte de coisas que somente uma mente genial seria capaz de imaginar. Eu teria morrido de desespero diversas vezes por ali, mas o cara era um gênio, e com alguns toques de Macgyver, vai fazendo “magicas” e transformando seus escassos recursos em utensílios com objetivos bem definidos. E quando tudo parece estar dando certo e estamos voltando a respirar sem a ajuda dos trajes especiais, aparece um novo infortúnio, e são tantos, que é difícil não se penalizar por Marc. Mas ele não desiste. Em paralelo a seu diário contado em primeira pessoa, temos as pessoas aqui na Terra , onde o mundo se junta com o objetivo de salva-lo, numa operação de milhões de dólares, tendo que mandar para Marte pelo menos suprimentos para Marc poder aguardar o resgate definitivo. Ou criar um plano mirabolante com outros meios que não vale a pensa dizer aqui para não estragar a surpresa do livro. Como disse, os detalhes técnicos são diversos. Aulas de física, química e até botânica, mas fazem parte da estória, pois a tornam muito mais verossímil. E em certos pontos, haja adrenalina. Você consegue imaginar um astronauta preso por um tirante a uma astronave que navega a 145 km/h e tendo que agarrar uma nave espacial no espaço? Recomendo com urgência: Perca-se em Marte com Marc Whatney. Com certeza será uma doida experiência. Eu vou ali pegar outro livro enquanto espero ansioso pelo filme que estreia em outubro, e que sendo dirigido por Ridley Scott, só pode beirar o perfeccionismo, o que me deixa muito curioso para ver todo aquele “mundo” descrito no livro.
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Núbia Esther 28/03/2016

A contracapa da edição brasileira de Perdido em Marte traz um comentário do astronauta Chris Hadfield (comandante da Estação Espacial Internacional) no qual ele diz que a precisão técnica utilizada por Weir é fascinante e que as situações vivenciadas por Mark lembravam muito um episódio de MacGyver. Para toda criança dos anos 90, o referido personagem é sinônimo de inventividade e superação de obstáculos, e Mark (o protagonista desta história) realmente encarna todo esse espírito, com um adendo: um pendor para a comicidade e o sarcasmo. E isso, conquista o leitor desde a primeira frase do livro. Mark está ferrado e tudo o que você quer é torcer por ele e vivenciar com ele todos os seus esforços para sobreviver em Marte e retornar à Terra.

Mark Watney, astronauta da Nasa, pode ter sido apenas a décima sétima pessoa a pisar em Marte, mas garantiu para si o título de primeira pessoa a ser esquecida, e provavelmente a primeira a morrer, no planeta vermelho. Ele era um dos tripulantes da missão Ares 3, que foi abortada por causa de uma forte tempestade de areia. Toda a tripulação foi embora e Mark, que acreditavam estar morto, foi deixado para trás.Read more...

“Então, esta é a situação: estou perdido em Marte. Não tenho como me comunicar com a Hermes nem com a Terra. Todos acham que estou morto. Estou em um Hab projetado para durar 31 dias.

Se o oxigenador quebrar, vou sufocar. Se o reaproveitador de água quebrar, vou morrer de sede. Se o Hab se romper, vou explodir. Se nada disso acontecer, vou ficar sem alimento e acabar morrendo de fome.

Então, é isso mesmo. Estou ferrado. ” (Página 14)

Mark está ferrado, mas ainda não está morto. E por mais que todas as chances estejam contra ele, ele não desiste e usa todos os seus conhecimentos (ele é engenheiro e botânico) e seu humor bastante peculiar para lutar por sua sobrevivência. Aumentar a quantidade de alimentos disponíveis, produzir água, garantir o aquecimento, estabelecer comunicação com a Terra.... Muitos termos técnicos, siglas, cálculos, reações químicas e experimentos biológicos que podem até confundir no início, mas, nada como uma boa piada para sedimentar a informação e tornar qualquer cálculo de sobrevivência, por mais intricado que seja, tragicômico. Com Weir o rir da desgraça alheia atinge proporções épicas quando o alheio estás a rir junto contigo. Perdido em Marte é daqueles livros que podem te fazer passar vergonha se estiver lendo-o em público. Weir consegue extravasar reações do leitor: gargalhar, roer as unhas e reclamar (porque não há piada que nos faça relevar Murphy) são algumas das ações constantes ao longo da leitura.

Outro ponto bastante positivo da trama de Weir é a precisão técnica que ele dedica às atividades de Mark, e o fato dele não ter abdicado dela em prol de um texto mais limpo e fluído. Transcrever todos os passos de um experimento químico pode ser feito de uma forma fascinante e sem tornar a trama maçante, Weir mostrou isso. Além disso, ele também utilizou com propriedade os dados reais das expedições da Nasa no planeta vermelho, como os equipamentos oriundos da Missão Mars Pathfinder (missão de 1996) que têm papel fundamental na trama.

Apesar de grande parte da narrativa ocorrer sob a forma de diários de bordo, narrados em primeira pessoa. O romance de Weir é extremamente gráfico e dinâmico. É fácil perceber o porquê decidiram transformá-lo em filme, a história implorava por algo do tipo. Até a trilha sonora Weir já tinha deixado engatilhada, afinal, não é porque o protagonista está perdido em Marte que não haja espaço para referências pop. Astronautas também têm direito aos seus momentos de diversão. Se conseguiram transpor 60% dessa história para as telas (é, ainda não vi o filme, shame on me), já prevejo que ele será daqueles filmes espaciais que sempre pararei para assistir quando estiver passando na TV.

[Blablabla Aleatório]

site: http://blablablaaleatorio.com/2016/03/23/perdido-em-marte-andy-weir/
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Pamys 16/04/2015

Incrivelmente incrível!
Bem, tenho que agradecer ao SKOOB por esse livro, pois recebi por cortesia, e confesso que não dava nada por ele.

Aí eu resolvi ler...

...e me apaixonei!

A cada palavra, a cada nova surpresa, você fica mais apegado a este astronauta carismático que é Mark Watney.
Ao ler, me angustiei sempre que algo não saia como planejado, comemorei com Mark cada conquista; e ri. Ri muito! Ri demais com tudo.

É um livro de fácil leitura, com alguns termos técnicos, afinal, Mark explica em detalhes suas operações.

E no fim de tudo isso, você ainda se emociona. A visão de Mark acerca de tudo o que aconteceu é impressionante. Chega a ser comovente.

Vou sentir falta da rotina inesperada de Mark, e espero que hajam mais livros escritos por nosso querido Andy Weir.

E sério, CHEGA LOGO NOVEMBRO! !!

Espero que o filme não decepcione.

???????????????????




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RoyalUnicorn 18/06/2017

"Todo ser humano tem um instinto básico de ajudar os outros."
Perdido em Marte conta a história de Mark Watney a primeira pessoa a se perder em Marte. Tudo começa com a tripulação da Ares 3 explorando Marte até que acontece uma tempestade de areia que faz com que uma antena acerte Mark, todos acham que ele morreu então de luto saem de Marte com o VAM para chegarem em Hermes(a nave espacial) e voltar para Terra, o problema é que Mark não morreu, ele está vivo e agora precisa sobreviver em Marte. Watney terá que arranjar um jeito de produzir comida, água e oxigênio se não ele irá morrer, veremos sua luta de sobrevivência para conseguir sobreviver até um determinado Sol em que chegará a Ares 4 sua única esperança de sobrevivência, também acompanhamos Mark tentando achar um jeito de ser comunicar com a Nasa já que a VAM o único meio que ele poderia usar para comunicação foi levada pelos seus amigos. Apesar de ter muito azar ele teve sorte já que os astronautas não tiveram tempo de levar o HAB que é uma espécia de casa usada para proteger os astronautas de uma tempestade de areia por exemplo.
O livro é muito inteligente e muito bem desenvolvido, o Mark é hilário! Eu chorei de rir com as piadas e com as situações que ele vivia. Gostei muito do jeito que o Andy Weir narrou, com os diários de bordo do Mark, da Nasa e algumas vezes com a Ares 3. Os únicos aspectos que fizeram o livro não merecer 5 estrelas foram: O final e o desenvolvimento da tripulação da Ares 3. Vemos Mark evoluir muito porém onde está o desenvolvimento da tripulação? Simples, não tem. Andy tentou mostrar a vida da Ares 3 mas não foi o suficiente, faltou muito coisa. O final foi o que mais me irritou já que o livro é único, ou seja sem continuação, mas o autor deixou o final em aberto e isso foi algo muito irritante que espero que tenham consertado no filme. Sério Andy Weir ninguém se importaria se o livro tivesse 500 páginas só para resolver esses abertos, isso teria deixado o livro perfeito.
Enfim eu recomendo muito o livro! Por favor não percam a paciência com os vários termos científicos, o google está aqui para isso moçada! Espero que se divirtam em Marte tanto quanto eu, boa leitura e lembrem: NADA DE DISCO MUSIC! Pedido especial de Mark Watney para você.
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Blog Elvis Gatão (Ana Mercury) 21/07/2017

Logo que saiu a lista dos filmes/atores concorrentes ao Oscar e Matt Damon (lindoooooooooooooooo!) foi indicado como melhor ator por Perdido em Marte, fiquei curiosíssima para ler o livro, e também, assistir o filme. Que vergonha das vergonhas, ainda não assisti!

Corri comprar o e-book (ainda com a capa original. Mas saiu uma nova do filme), e por fim, tio Leozinho (outro lindo!) levou a estatueta, e eu fui adiando minha leitura.

Mas, como adoro o Matt, e queria muito assistir ao filme, corri semana passada a ler o livro pra assistir logo, e gente, que livro incrível é esse?! Eu não sabia o que esperar, porque né, "perdido em Marte", é desesperador demais pensar numa situação dessa. E o livro, ai, nossa!

Mark Watney é um botânico, engenheiro (não lembro do que agora kkk) e também é astronauta (eu também queria ser quando pequena, só PARA conhecer Marte, credo, perdi a vontade total depois de ler essa obra! kkk).

Logo que Mark e seu grupo chegam a Marte, sofrem um negócio tipo uma tempestade de areia, e Mark some, e se os seus companheiros não entrarem na nave e partirem de lá, vão morrer também. Portanto, achando que Mark realmente estava morto, seus amigos astronautas vão embora, deixando em Marte.

A viagem de ida até Marte leva cerca de 7 meses, por aí (no livro é contado em dias, as vezes em sóis, o que me deixou bugada nas contas kkk). Que exasperação me causou imaginar esses astronautas viajando por tantos meses e quando chegam lá, tem de voltar embora correndo. Quer dizer, voando! rsrs

Mark acorda um tanto machucado e atordoado, e parte se ajeitar, e tipo, ele é MUITO engraçado! E super, hiper, mega otimista!

Ele não se desespera. E talvez seja aí que o autor pecou. Porque mesmo perdido num planeta árido e inabitado, praticamente fadada a morte certa, o Mark NÃO perde jamais o rebolado.

Assim que se vê sozinho, ele já vai racionar comida, e fazer os ajustes necessários para voltar a Terra, pois em cerca de 4 anos, outra missão da Nasa ocorrerá, e ele vai tentar pegar carona com os demais astronautas.

Gente, peço desculpas, vou falar do jeito que eu conseguir, kkk o Mark vai trabalhar muito, seeeempre que algum aparelho da certo e vai ajuda-lo, acontece alguma coisa e quebra de novo, ou outra coisa para de funcionar! O livro tem MUITAS descrições sobre esses "instrumentos", veículos espaciais e etc., eu até compreendi, só não me recordo dos nomes.

Passado algumas semanas, o pessoal da Nasa descobre que o Mark continua vivo e consegue através de uma câmara e computador entrar em contato com ele, bolando diversos planos para ajuda-lo a sobreviver.

E é, mais ou menos isso.

Não vou falar mais para não soltar algum spoiler, mas preciso ressaltar gente, esse livro é muito, MUITO BOM MESMO!

Já se tornou um de meus prefes da vida!

site: http://elvisgatao.blogspot.com.br/2017/06/resenha-perdido-em-marte-andy-weir.html
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