Perdido em Marte

Perdido em Marte Andy Weir




Resenhas - Perdido em Marte


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Clube do Farol 14/12/2018

Perdido em Marte. Clube do Farol
Resenhado por: Lucas Carneiro

Olá, todo mundo.

Nessa resenha eu tentei deixar minha opinião sobre o livro e filme. Algo que eu não me recordo ter feito. Uma história que acabei me surpreendendo, pois achei que seria longa. Então espero que gostem e é só deixar sua opinião se algo de errado não estiver certo.

"Eu estou muito fodid*. Essa é a minha opinião. Fodid*."

Mark Watney é um astronauta-botânico-engenheiro, tripulante da expedição Ares 3. Ele se tornou a décima sétima pessoa a pisar em solo marciano e talvez seja o primeiro a morrer logo após uma forte tempestade de areia acabar com a missão. Que sorte! Ou azar.

"Se o oxigenador pifar, eu sufoco. Se o reaproveitador de água pifar, eu morro de sede. Se o Hab se romper, eu meio que implodo. Se por algum milagre nada disso acontecer, vou acabar ficando sem comida. Então..."

Mas ele não morreria assim tão fácil. Pelo menos não em seu primeiro ano morando no planeta vermelho. Fazendo suas plantações, criando máquinas para melhor viver e possuindo um cérebro de gênio da NASA, ele consegue entrar em contato com a Terra e tudo indica que ele irá sair dessa. Não tão ileso, mas já é uma baita vitória.

Ainda assim, Mark não está disposto a desistir. Munido de nada além de curiosidade e de suas habilidades de engenheiro e botânico ? e um senso de humor inabalável ?, ele embarca numa luta obstinada pela sobrevivência.

Perdido em Marte é um grande livro cômico/dramático que te deixa intrigado do começo ao fim. Mark é hilário. Um personagem que com certeza lembrarei. Como uma pessoa que está sozinha em Marte não consegue parar de fazer piada? Só um astronauta maluco mesmo. E essa pegada torna o livro fluido. Já que temos uma grande quantidade de informações técnicas que só quem é gênio da NASA entenderá. Talvez eu tenha exagerado. Mas quem é que sabe? Todavia, o autor facilita muito nossas vidas explicando o que se passando. Ele pensou mesmo em nós de humanas.

"Quer dizer, eu não quero parecer arrogante nem nada, mas eu sou o melhor botânico deste planeta."

Já o filme foi mais para matar nossa ânsia para ver alguém perdido em Marte. Um complemento áudio visual sem os termos técnicos que funcionou bem. O personagem continua bem humorado, porém, não igual ao livro. Eles tinham que tentar estragar o Watney mesmo.

"Eu sou a primeira pessoa a ficar sozinho em um planeta inteiro."

O filme nunca é igual o filme, isso todo mundo sabe. Mas aqui não tivemos uma perda significativa da história. Diria que foi um complemento de luxo que funcionou. Ainda mais a parte do homem de ferro. Eu precisava muito ver isso e o filme me proporcionou. Mark Watney entrou mesmo para a história.
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Marcos 20/01/2016

Mark Watney é um astronauta que tem a missão de visitar Marte, o planeta vermelho, junto com uma equipe para estudar o local. Porém, quando sua nave aterrissa, uma forte tempestade de areia faz com que a Ares 3, nome da missão, seja abortada e a sua equipe saia às pressas do planeta, deixando sozinho, praticamente sem nada. Para eles, Mark teria morrido no meio do evento.

Porém, Mark está mais vivo do que nunca! Ao se acordar, ele percebe que terá que se virar sozinho para conseguir sobreviver até a próxima etapa do projeto desembarcar no planeta, há mais ou menos 5 anos a frente. Para isso, ele usará de seu mestrado em botânica para conseguir cultivar batatas, que juntamente com a comida deixada pela tripulação, farão com que ele consiga se alimentar com o mínimo de calorias possível a cada dia. E também ele usará de sua graduação em Engenharia Mecânica para consertar todo o maquinário existente e manter todos os aparelhos trabalhando para tal.

É diante dessa luta pela sobrevivência, isolado em um planeta distante, que a jornada de Mark ocorrerá. Mas se engana quem achar que ele estará apenas pensando em como sair dessa e que fará grandes pensamentos reflexivos sobre a vida e tudo mais. Mark não deixa em nenhum momento seu bom humor de lado e recheia o seu diário co grandes ironias, enquanto vive dia após dia aproveitando tudo que lhe é dado.

Perdido em Marte é uma mistura de ficção científica e suspense, recheada de humor, que trabalha uma narrativa temporal mesclando os pontos de vista de Mark, o protagonista, e das pessoas que estão na Terra, trabalhando para que ele volte são e salvo.

A narrativa do autor é, sem dúvidas, o ponto alto desse livro. Andy conseguiu imprimir um ritmo muito gostoso de leitura, usando da primeira pessoa em pensamento na maior parte do livro e não fazendo com que um texto com poucos diálogos ficasse cansativo. A construção dos personagens se deu de forma muito boa, sobretudo do protagonista. Ha alguns ganchos e sacadas muito boas ao final de cada capítulo.

Outro aspecto que me agradou bastante foi o uso da formação acadêmica do protagonista tanto na explicação e no respaldo para as suas atitudes, quanto no que tange ao seu trabalho psicológico. É muito raro que os autores abordem a vida acadêmica de seus personagens e sempre adoro quando abordam esse aspecto.

Leitura recomendada a todos que querem ler um livro divertido e leve, mas ao mesmo tempo tocante e profundo.


site: http://www.capaetitulo.com.br/2015/12/resenha-perdido-em-marte-de-andy-weir.html
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Hoje é dia de Livro 23/09/2016

Perdido em Marte
Para mim que gosta do gênero, Perdido em Marte é com certeza um dos melhores, talvez o melhor livro que li nos últimos tempos. Andy Weir consegue abordar a luta pela sobrevivência de Mark Watney de uma forma inacreditavelmente simples, mas nunca deixando de lado um embasamento cientifico extremamente coerente em cada situação.

Essa simplicidade em tratar os acontecimentos nos deixa bem claro o tamanho conhecimento cientifico do autor, nos lembrando da famosa frase: “Se você não consegue explicar algo com simplicidade é porque você não entendeu direito do que se trata”.

Outra coisa que rapidamente nos chama a atenção é a rapidez no desenrolar da trama, Andy Weir nos apresenta uma história formada por vários objetivos, lembrando um jogo de aventura misturado com um quebra-cabeça onde o sucesso do personagem, acontece por meio de completar pequenas tarefas.

Os diálogos entre Mark e a NASA são sensacionais, eles aparecem esporadicamente no texto, quebrando a tensão após algum desafio e roubando a cena de tão cômicos. Por mais interessante que o livro possa ser, seu sucesso vem surpreendentemente do perfil psicológico de Mark Watney, pois ele é um botânico, nerd, sortudo e muito bem-humorado, dando suavidade à trama, eliminando assim a mesmice de "geniozinho" depressivo que resolve tudo sozinho.

Agora só nos resta a ansiedade pela estreia do filme protagonizado por Matt Damon, que pelo trailer mostra ser muito fiel a história do livro.
PS: Se você acha Bear Grylls (A Prova de Tudo) brilhante por fazer fogo com gravetos, você precisa apreciar Mark Watney fazendo água com tubos de Oxigênio e Hidrazina (combustível espacial).

site: http://www.hojeediadelivro.com.br/2015/08/resenha-perdido-em-marte-editora.html
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Gi 04/03/2015

Perdido Em Marte - Andy Weir
"Se o oxigenador quebrar, vou sufocar. Se o reaproveitador de água quebrar, vou morrer de sede. Se o Hab se romper, eu vou explodir. Se nada disso acontecer, vou ficar sem alimento e acabar morrendo de fome.
Então, é isso mesmo. Estou ferrado."

Olá Munitas e Munitos!!!
Essa semana li um livro que quase me fez arrancar os cabelos!!!

Perdido em Marte conta a história de Mark Watney. Um botânico que foi em missão até Marte para tentar cultivar samambaias naquele solo sem vida.
Claro que ele não foi sozinho... Foi com uma tripulação de mais cinco pessoas. Mas durante a primeira expedição, houve um acidente que fez com que todos na nave pensassem que ele estava morto. A missão foi abortada e todos pegaram o caminho da roça... Ops, quero dizer, da Terra.

Por sorte, uma jovem estagiária notou mudanças nos objetos que os astronautas deixaram para trás (viu como somos úteis! kkkkk) , e após muita argumentação, conseguiu convencer os chefões que Mark ainda estava vivo! E o pior: Fora deixado para trás!
O caos estava formado! Como dariam a noticia de que o homem que todos pensavam que estava morto e enterrado em solo marciano continuava vivo?! E pior ainda: Como o resgatariam a tempo de não morrer de fome ou de qualquer outra coisa?!

"Não posso prometer que teremos êxito em resgatá-lo, mas posso prometer o seguinte: A Nasa estará totalmente concentrada em trazer Mark Watney para casa. Essa será nossa obsessão primordial e exclusiva até que ele esteja de volta à Terra ou até que sua morte em Marte seja confirmada."

Aaaaah como eu gostei de passar esse tempo perdida em Marte com o Mark!!! Ele é super engraçado e nunca perde o bom humor! Mesmo quando tudo o que planejou e executou com tanto cuidado dá errado, ele ainda assim encontra uma maneira dar a volta por cima e nos mostrar que ainda não é o fim!

"Eles disseram que uma vez que se cultiva plantas em algum lugar, você o "coloniza". Então, tecnicamente, colonizei Marte.
Toma essa, Neil Armstrong!"

No inicio, o livro é bastante técnico com todos aqueles números e elementos químicos... Para alguns pode ser um pouco entediante, mas para outros pode ser muito divertido!
Adoro aprender coisas novas, e imaginar o personagem fazendo água através da queima de um combustível de nave foi muito interessante! Claro que eu nuuuuuuunca vou tentar, mas é uma coisa que eu jamais cogitei a possibilidade de existir ou funcionar, então todo esse conhecimento fez meus olhinhos brilharem! *----*

A luta do pessoal da Nasa também nos chama a atenção. Toda aquela agonia do "Isso não vai aguentar", e do "Não vai dar tempo", nos deixa com os nervos a flor da pele! Todos os segundo são preciosos e nenhum detalhe pode passar despercebido!

O autor não quer emocionar o leitor, mas sim deixá-lo eufórico com toda aquela tensão! Mas mesmo com todos os "Ai meu Deeeus!!!", achei uma leitura muito divertida e foi ótima para quebrar a ressaca que estava me perturbando!

A história é narrada na maior parte por Mark em seus diários solares, intercalados com acontecimentos na Terra. A diagramação ficou bem legal com aquelas letrinhas tipo MS-DOS. A fonte é boa no papel amarelo. A capa é muito bonita com aqueles tons laranjas (minha cor favorita) e com aquele acabamento de "camurça".

site: http://aestranhaestantedagi.blogspot.com.br/2015/02/perdido-em-marte-andy-weir.html
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Nanda Lima 01/12/2015

Ficção científica de alto nível
MINHA EXPERIÊNCIA DE LEITURA


Ridley Scott é um dos meus diretores de cinema favoritos. Alguns dos melhores filmes que já vi na vida são dele: ‘Alien – o oitavo passageiro’, ‘Blade Runner – o caçador de androides’, ‘O silêncio dos inocentes’ e ‘Gladiador’. Percebe-se que o trabalho dele é bastante diversificado, mas ele brilha mais quando faz ficção científica, sem dúvida. E amanhã estreia mais uma obra sua: ‘Perdido em Marte’, estrelando Matt Damon e baseado no livro homônimo de autoria de Andy Weir. Decidi lê-lo para me preparar para as telonas.

‘Perdido em Marte’ é um livro de ficção científica totalmente diferente dos que já li. Boa parte dele é escrito em forma de diário de bordo do astronauta Mark Watney, que é deixado – acidentalmente - em Marte após a tripulação da missão Ares 3 ter que sair às pressa do planeta, devido a uma tempestade de areia. A história se passa em um futuro onde as viagens ao planeta vermelho são feitas de tempos em tempos, e a exploração espacial está bem mais avançada do que nos dias de hoje.

O melhor elemento da obra é, com certeza, o seu protagonista. Engenheiro mecânico e botânico, Mark é extremamente inteligente, criativo, durão e engraçado. Todas essas características mostram-se fundamentais para a sua sobrevivência no decorrer da história, e as ideias inventivas que ele tem para contornar as dificuldades são brilhantes e hilárias ao mesmo tempo. Aliás, essa boa dose de humor que permeia todo o enredo é o que talvez mais o diferencie dos títulos sci-fi nas livrarias, e provavelmente foi o responsável por torná-lo um best-seller. Além disso, é uma abordagem que aproxima o personagem do leitor e o faz parecer crível, tornando possível que se crie empatia por ele, e ao mesmo tempo fugindo do clichê de tornar toda história de sobrevivência em dramas sem fim.

O livro usa alguns termos técnicos e conceitos de física, matemática, química, astronomia e biologia. Isso pode ser um ponto negativo para algumas pessoas, mas para mim, que sou da área de exatas e acostumada a ler livros desse tipo, foi um deleite. No entanto, leitores não muito familiarizados com esses conceitos não devem se sentir desestimulados a ler a obra por causa disso, já que as explicações do protagonista tornam tudo engraçado e simples.


VEREDITO


‘Perdido em Marte’ é um livro com um conteúdo científico interessante, engraçado em muitos momentos e em outros, assustador e angustiante, além de ter um dos protagonistas mais carismáticos que já vi. O autor abre mão do dramalhão típico (mas justificado, eu sei) de histórias de sobrevivência e entrega para o leitor uma obra divertida e que entretém. Apesar de utilizar muitos clichês ao longo do enredo, possui algumas particularidades e acaba sendo uma obra bastante original e fiel ao que propõe.

Recomendado!

Nota:

4/5

site: www.umaleitoraassidua.blogspot.com
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Fabio 10/04/2015

Confesso que separei este livro exatamente pelo que li na sinopse, mas não criando muitas expectativas. Na verdade esperava algo muito mais dramático (ISSO NÃO ERA EXATAMENTE O QUE EU ESPERAVA É CLARO, hehehe).
Total engano da minha parte!!!
Em uma grata surpresa o livro se apresentou deveras inteligente e com um incrível embasamento científico.
Escrito quase todo em primeira pessoa com Mark Watney escrevendo em seu diário de bordo, o livro gera um ambiente de total proximidade do protagonista com o leitor e uma dinâmica de leitura muito agradável.
Mark é o cara! Passei a ser seu fã. Foco e sagacidade somados às suas capacidades acadêmicas o coloca em situações de desdobramentos científicos fantásticos. Um homem quase certo de sua morte, lutando com seu intelecto pela sua vida com tiradas irônicas e bem humoradas.
Ciência... Química, Física, Biologia... Não se assuste, o que você não entender certamente aceitará as explicações de Mark e o acompanhará, apreensivo, nessa jornada à beira da morte.
Andy Weir (autor) foi contratado como programador de um laboratório aos 15 anos e desde então trabalha como engenheiro de softwares. Sempre foi um nerd em relação ao espaço e amante de assuntos como física relativista, mecânica orbital e a história de voos espaciais tripulados.Perdido em Marte é seu primeiro livro e ganhará adaptação para o cinema estrelada por Matt Damon e dirigida por Ridley Scott.
Leiam!!!
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Ale 19/04/2019

Enfadonho
Que livro chato, o começo até é animador, mas depois vira uma sucessão de "arrumei um cano que estava vazando"... " Um parafuso está solto..aiii droga , que porcaria...tenho que arrumar o parafuso"..
Chato demais. Li e vi um monte de gente falar ;-Nossa ,como ele é divertido.....não achei nada disso...um livro extremamente enfadonho e lento.
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Alefe Luiz 08/02/2017

O MELHOR !!!
SEM DÚVIDA O MELHOR LIVRO DE SCI-FI QUE JA LI !!!
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dcampezano 22/01/2016

Empolgante
Tem algumas partes que o autor em muitos detalhes de química. Pra quem não entende fica um pouco chato, mas a história e o realismo compensam tudo
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Raniere 24/12/2014

Um livro arrebatador!
“Perdido em Marte” é um livro irônico, eletrizante, inteligente e tão realista que agradará até o nerd mais cético e exigente. Tudo bem que, provavelmente, este nerd é fã de Star Wars, onde coisas pegam fogo no vácuo (eu não sou tão herege a ponto de dizer que Star Wars é ruim, até por que eu amo esta série, mas o absurdo citado é uma verdade).

O livro conta a história de Mark Watney, que é dado como morto em uma tempestade de areia, durante uma missão em Marte. Para salvar o resto da tripulação, a comandante Lewis resolve interromper as buscas por Watney e parte do planeta. O problema é: Watney não estava morto! Para sobreviver, Watney precisará de todo seu conhecimento de botânica, engenharia e de seu afiado senso de humor.

Ai vocês podem se perguntar: “Senso de humor? Enquanto ele está sozinho em um planeta, sem comunicação com a Terra?”. Sim! E isso é explicado pela psicologia! Porém, abordarei esta explicação mais à frente.

Andy Weir nos conta esta história de diferentes pontos de vista: em alguns momentos, a narrativa é em primeira pessoa, através de diários de bordo escritos por Watney; em outros, a narrativa é em terceira pessoa, quando o livro aborda as pessoas na Terra (Nasa, etc.) e o restante da tripulação que está voltando para casa. Essa mudança de perspectiva torna a história mais dinâmica.

No meio da leitura, resolvi ler algumas resenhas, para ver se os demais leitores estavam gostando tanto quanto eu, e acabei lendo algumas coisas que discordei. Vou falar sobre isto aqui:

Em uma resenha (muito positiva), houve uma crítica quanto ao senso de humor irônico e sarcástico de Watney. O leitor reclamou que este era desnecessário e que, ao final do livro, ele se torna excessivo. Bom, é verdade que o senso de humor de Watney e suas ironias aumentam em momentos de tensão (como o final do livro). E isso é explicado pela Psicologia!

Ao perguntar sobre este detalhe à uma amiga psicóloga, esta me explicou que, como a personalidade de Watney é irônica (ele é reconhecido por outras pessoas assim), o uso (às vezes excessivo) deste senso de humor é necessário para que a identidade da pessoa seja mantida e, assim, a sanidade seja preservada. Ou seja: Andy foi tão sagaz que, ao escrever este livro, explorou esta característica da psicologia! Genial!

Teve outra resenha, um tanto absurda, que dizia que o livro “parecia uma aula de biologia, que o autor precisava explicar tudo”, e disse que o autor precisava explicar a fórmula da água, etc. Após me recuperar do choque de ver tantos erros de português reunidos em um único lugar, acabei chegando à conclusão que sim, esta crítica pode surgir em outros leitores.

Ao meu ver, a existência de explicações como estas (sem o exagero do resenhista citado) é extremamente necessária, para que se mantenha a veracidade da história contada. No livro, Watney precisa criar soluções desesperadas para problemas críticos, e, se o autor não explicasse o raciocínio do personagem, o leitor não entenderia o que realmente foi feito, e a história ficaria confusa. “Perdido em Marte” é um livro complexo, que envolve várias questões de física, botânica, química, matemática, engenharia, etc. Para entender o que se passa na história, o leitor precisa ler estas explicações.

Enfim, este livro é muito recomendado para todos os fãs de ficção científica, aventura, suspense e para nerds fascinados por astronomia.

site: https://www.facebook.com/EncontrosLiterariosRJ
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Patricia Paiva 09/04/2016

Quando a nossa parceira Arqueiro disponibilizou esse livro para a resenha, a primeira coisa que me chamou atenção foi o nome e é claro a capa linda de morrer. Então fui ler a sinopse e depois que acabei pensei: wow, Náufrago com um quê de Apollo 13, eu preciso desse livro! Após começar a ler o livro eu troquei os meus parâmetros de comparação para Náufrago com MacGyver!
Em Perdido em Marte o astronauta Mark Watney, um botânico e engenheiro, fica preso em Marte após um acidente bizarro durante uma tempestade de areia. Todo o restante da tripulação de sua missão consegue sair do planeta em segurança e seguir em direção à Terra. Para a infelicidade de Mark, todo mundo, literalmente o planeta Terra inteiro, pensa que ele morreu após esse acidente.

A situação de Mark é realmente desesperadora, a próxima missão tripulada à Marte demorará anos, ele não tem como se comunicar com a Terra para avisar que está vivo, não tem uma oficina disponível com peças sobressalentes em caso de defeito da aparelhagem que o mantém vivo, e o mais importante, a comida dele não irá durar tanto tempo. Ele precisa pensar em uma forma de sobreviver anos em Marte, e é aí que entrar a parte McGyver da estória! O cara é o mestre do improviso, acho inclusive que ele poderia ensinar um truque ou dois ao McGyver! Tudo que ele tem são opções limitadas de recursos e de entretenimento.

É realmente impressionante a quantidade de gabiarras que ele vai fazendo ao longo do livro. A cada vez que Marte tenta matá-lo (planetinho desagradável), ele vai e dá um jeito de sobreviver (chupa essa Marte!). E a melhor parte é o humor dele até nos momentos mais críticos, ele perde a vida mas não perde a piada. Mark percebe rapidamente que duas coisas são vitais para sua sobrevivência: conseguir aumentar a quantidade de alimento e conseguir se comunicar com a Terra. Para sua sorte, ele é um botânico e engenheiro, então ele precisa colocar todos os seus conhecimentos aplicáveis na Terra em prática em Marte, com algumas adaptações é claro, em uma verdadeira corrida contra o tempo.

Quando comecei a ler o livro eu pensei que ele seria um 4 estrelas, mas ele foi crescendo a cada página e depois de pouco tempo se transformou em um 5 estrelas e acabou na minha lista de favoritos. O livro é recheado de dados científicos e por isso no início pode parecer que ele será cansativo. Mas acaba que depois de um tempo você já foi absorvido pela siglas e linguagens e a leitura flui cada vez melhor. A narração do Mark é baseada no diário de bordo dele e nesses momentos a narração do livro é em primeira pessoa. Como já disse, o Mark adora fazer piadas, então a narrativa tem muito humor. A coisa boa sobre a parte científica do livro é que ela é real, não é invenção do livro, ao menos é o que dizem os especialistas
Depois de poucas páginas a estória do livro te prende e você começa a querer a lê-lo sem parar (ou como a Dani disse, se perder em Marte), conforme você vai se aproximando do fim, você basicamente vira um anti-social que ameaça qualquer um que te atrapalhe a ler.

A cada página virada eu conseguia visualizar um filme, tamanha precisão da narrativa.Agora vamos falar um pouco da capa desse livro, porque é inevitável. A capa é maravilhosa!!! Para quem ainda não viu e tocou, a capa feita daquele material que parece meio aveludado, linda de morrer (agora estou sendo repetitiva, mas não consigo evitar!). Acho que nem preciso dizer que recomendo o livro, não é mesmo?


site: http://www.ciadoleitor.com/2014/11/resenha-perdido-em-marte-de-andy-weir.html
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Leitora Viciada 12/01/2015

Em 2011 The Martian foi publicado em inglês pelo próprio Andy Weir, sendo em seguida lançado por uma editora. Este é o primeiro livro do autor e chegou ao Brasil pela Editora Arqueiro sob o título Perdido em Marte.
Uma adaptação cinematográfica está em andamento pela 20th Century Fox, com o ator Matt Damon interpretando o protagonista Mark Watney e com Ridley Scott na direção.
Perdido em Marte é uma das melhores obras de Ficção Científica da atualidade e possui um potencial enorme para gerar um filme incrível e agradar a todo o público que gosta de aventuras espaciais com ação (psicológica e física) e comédia inteligente. Na verdade, o livro parece ter sido feito especialmente para gerar uma superprodução hollywoodiana. Enquanto eu o lia, criava várias cenas fantásticas e engraçadas e não parava de imaginar como seria perfeito na telona!
Esta obra é incomum e perfeita para os fãs de Ficção Científica: Está mais para científica que para ficção, porque o autor é muito detalhista nas explicações lógicas. Claro, a premissa é extremamente especulativa, pois um astronauta está sozinho em Marte, mas o embasamento científico (seja físico, químico, biológico, tecnológico, matemático, etc...) é perfeito. Tão perfeito que eu parava para pesquisar algumas coisas e não encontrava nenhum erro. Sou leiga e, portanto, fácil de ser convencida, mas me senti tão compenetrada na ciência presente que nem parecia ficção.
E o tom irônico, satírico e divertido da narrativa traz a leveza necessária para o leitor não se entediar. Na verdade, Andy Weir alcançou a proeza (para mim inédita) de equilibrar diversão e leveza e Alta Ficção Científica.

Para ler toda a resenha acesse o Leitora Viciada.
Faço isso para me proteger de plágios, pois lá o texto não pode ser copiado devido a proteção no script. Obrigada pela compreensão.

site: http://www.leitoraviciada.com/2015/01/perdido-em-marte-de-andy-weir-e-editora.html
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Arlione Rodrigues 06/10/2015

Veja, peitos (.Y.)
Eu ri. Demais. Realmente não tem nada a ver com Interestelar ou Gravidade (falando de filmes), é algo mais leve e muito cômico. O autor está sempre nos poupando dos cálculos (graças a Deus) e nos explicando as coisas da forma mais simples possível (ou seja, você vai rir muito). É um livro que te faz perceber a intensidade dos treinamentos para ser astronauta. Não é necessário somente estudos (muito estudo, diga-se de passagem), a parte psicológica é sempre a mais difícil. Afinal, nenhum treinamento pode te preparar para estar SOZINHO ou mesmo pensar sistematicamente no meio dos imprevistos (e que imprevistos). É muito difícil ser racional o tempo inteiro. Andy Weir me fez admirar mais ainda as pessoas que se dedicam ao espaço.
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Carol 09/12/2015

Ficção Científica com humor na medida certa!
Eu estava morrendo de vontade de ler esse livro há algum tempo e quando vi que a arqueiro ia lançar em setembro a versão com o poster do filme na capa fiquei mais animada ainda. Eu amo a capa original do livro, em quase todas as vezes, mas eu achei que essa capa ficou muito linda e precisava ter assim.

A leitura me agradou bastante, não vou negar que ela não foi tão rápida quanto eu gostaria, a quantidade de explicações científicas saturou um pouco a narrativa, mas mesmo com a mistura de física, química, biologia, etc. (todas matérias que eu detestava na época da escola e nunca me dei bem! kkkk) o bom humor, o sarcasmo e o carisma do personagem principal conquista o leitor.

Mark é um personagem incrível, apesar de "estar na merda"(palavras dele...) na maioria das vezes ele sempre mantêm o bom humor e o raciocínio para poder sair das situações mais inusitadas. Tudo o que tem para dar errado em sua estadia prolongada em Marte, acaba dando.

Ao descobrirem na NASA que ele ainda está vivo, eles iniciam uma campanha de estudos, pesquisas e testes para descobrirem qual a melhor forma de salvar Mark. Essa atitude não só da equipe da NASA, mas também de toda a população americana e mundial me surpreendeu, mesmo o livro sendo apenas ficção essa visão de esperança e humanidade foi um toque especial.

A narrativa é bem variável conforme os capítulos vão se passando, inicialmente em primeira pessoa, acompanhamos Mark em sua estadia solitária em Marte, depois em terceira pessoas nos momentos passados na terra com a NASA, e na Hermes com a tripulação da Ares 3.

Como já mencionei, a edição está linda, a diagramação e revisão, impecável. É uma ótima aquisição e leitura, mesmo para quem não curte muito ficção científica, pois é uma história incrível e cheia de humor. ^^

site: http://aventurandosenoslivros.blogspot.com.br/
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