Perdido em Marte

Perdido em Marte Andy Weir




Resenhas - Perdido em Marte


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Manypok 16/01/2015

1° - Estou fazendo simpatias pra que o Andy Weir lance alguma coisa sobre o "depois do final" de livro e salve alguém (eu) a beira de um colapso nervoso (talvez ele já tenha lançado, não tive sanidade física e psicológica de "googlar" nada ainda).
2° - 4 estrelas porque achei que faltaram algumas coisas (psicológico do protagonista, principalmente).
3° - Espero do fundo do meu humilde coração que o filme traga essa uma estrela a menos que dei pro livro.
4° - Ainda faltam cerca de nove meses pra lançarem o filme e eu já posso dizer que nunca quis que 2015 passasse tão rápido.
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Danilo 18/09/2016

Mark, o Marciano
A história é contada em duas frentes: temos Mark Watney em Marte, nos contando o que acontece em primeira pessoa, através de relatos gravados para as futuras gerações, caso morra e algum dia a NASA encontre seu corpo e seu diário de bordo; do outro lado da moeda, acompanhamos, em terceira pessoa, os esforços da equipe terrena para trazer Mark para casa, ainda que pareça impossível, e a comoção a nível mundial que surge a favor do astronauta deixado para trás.

Apesar de a sinopse da editora afirmar tratar-se de um suspense, não se deixe enganar: o livro é engraçadíssimo. Mark tem uma única ferramenta para não descer a espiral da loucura: seu humor. E ele o usa constantemente. Claro que os acontecimentos na Terra e, posteriormente, na nave Hermes, a tal espaçonave que sem querer abandonou Mark no Planeta Vermelho, são muito mais sérios – acho que podemos considerar estas partes mais puxadas para o suspense, mas não suspense em si –, porém é indiscutível que o livro, como num todo, bem como o filme que o adapta, são muito engraçados.

Mark Watney é um excelente protagonista. Você começa rindo com ele, mas é inegável que, com o passar do tempo, você começa a se afeiçoar pelo personagem, a torcer por ele, torcer para seu resgate e, em determinado ponto do livro, até se emocionar e se pegar temeroso pelo destino do protagonista. É uma das melhores personagens literárias que li nos últimos anos, e tenho orgulho de dizer que veio de um livro de ficção científica, meu gênero literário favorito. E ouso dizer que grande parte do mérito do livro repousa nos ombros de Mark.

Outra característica interessante da obra, e que lhe confere maior realismo, é ver como a situação se desenrola na Terra: temos a cobertura da mídia, que muitas vezes pressiona a NASA a agir; temos as pressões políticas: os E.U.A. não conseguem resolver o problema e sua única solução é pedir ajuda estrangeira (não direi qual país ou como foi essa ajuda, para não estragar as surpresas de uma grande parte da trama); além da tripulação da Hermes, tendo que lidar com suas decisões que acabaram por deixar Mark para trás. Se o livro não tivesse essa faceta mais séria, nos mostrando as consequências de uma situação tão perturbadora (e que poderia muito bem acontecer na vida real), certamente não teria o mesmo impacto.

Ainda me mantendo neste aspecto da obra, foi bom ver que o autor construiu a narrativa de uma forma que enfatiza como nada na vida é fácil, pois salvar um homem perdido em outro planeta certamente seria muito complicado para nossos padrões reais atuais. Então esqueça as conveniências de roteiro típicas, pois na obra de Weir as personagens precisam estudar, passar horas a fio acordadas, fazer muitos cálculos, errar e tentar de novo até acertar. E isso também se aplica a nosso intrépido herói.

Outra peculiaridade da obra são suas reviravoltas sempre curiosas e impactantes. Sem entrar em detalhes, basta dizer que o livro gera expectativas em cada situação, te deixando apreensivo e culminando em uma reviravolta. Mesmo quando Mark tem uma ideia e a executa à perfeição, aquela situação gerará outra, o próximo conflito que o marciano terá que resolver em algum momento de sua jornada – imediatamente depois ou no futuro em longo prazo. É um livro que parece dizer que gosta de surpreender seus leitores, e o faz de uma maneira bastante

A edição da Editora Arqueiro está impecável: possuo a segunda impressão, com capa do filme (admito que não gosto muito de capas assim) e praticamente não possui erros de tradução ou revisão; possui um papel de qualidade e a capa é feita de um material mais maleável o que a impediu de amassar ou deformar – a minha edição, pelo menos, continua perfeita. Mantém o excelente padrão da editora. É um tipo de livro que você não se arrependerá de comprar e ler, tornou-se um de meus favoritos, acredite.

site: http://literaturaestratosferica.blogspot.com.br/2016/09/perdido-em-marte.html
Glauci 18/10/2016minha estante
Você tem mais indicações de livros com essa temática? Agradeço.




Daniel Sampaio 21/10/2015

Uma das melhores obras de "ficção" que já li e assisti !
Excelente ! Emocionante ! Essa obra servirá tranquilamente de referência para aulas de Matemática, Física e Gestão (liderança, pró-atividade, gerenciamento de riscos). Recomendo !
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Pamys 16/04/2015

Incrivelmente incrível!
Bem, tenho que agradecer ao SKOOB por esse livro, pois recebi por cortesia, e confesso que não dava nada por ele.

Aí eu resolvi ler...

...e me apaixonei!

A cada palavra, a cada nova surpresa, você fica mais apegado a este astronauta carismático que é Mark Watney.
Ao ler, me angustiei sempre que algo não saia como planejado, comemorei com Mark cada conquista; e ri. Ri muito! Ri demais com tudo.

É um livro de fácil leitura, com alguns termos técnicos, afinal, Mark explica em detalhes suas operações.

E no fim de tudo isso, você ainda se emociona. A visão de Mark acerca de tudo o que aconteceu é impressionante. Chega a ser comovente.

Vou sentir falta da rotina inesperada de Mark, e espero que hajam mais livros escritos por nosso querido Andy Weir.

E sério, CHEGA LOGO NOVEMBRO! !!

Espero que o filme não decepcione.

???????????????????




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RoyalUnicorn 18/06/2017

"Todo ser humano tem um instinto básico de ajudar os outros."
Perdido em Marte conta a história de Mark Watney a primeira pessoa a se perder em Marte. Tudo começa com a tripulação da Ares 3 explorando Marte até que acontece uma tempestade de areia que faz com que uma antena acerte Mark, todos acham que ele morreu então de luto saem de Marte com o VAM para chegarem em Hermes(a nave espacial) e voltar para Terra, o problema é que Mark não morreu, ele está vivo e agora precisa sobreviver em Marte. Watney terá que arranjar um jeito de produzir comida, água e oxigênio se não ele irá morrer, veremos sua luta de sobrevivência para conseguir sobreviver até um determinado Sol em que chegará a Ares 4 sua única esperança de sobrevivência, também acompanhamos Mark tentando achar um jeito de ser comunicar com a Nasa já que a VAM o único meio que ele poderia usar para comunicação foi levada pelos seus amigos. Apesar de ter muito azar ele teve sorte já que os astronautas não tiveram tempo de levar o HAB que é uma espécia de casa usada para proteger os astronautas de uma tempestade de areia por exemplo.
O livro é muito inteligente e muito bem desenvolvido, o Mark é hilário! Eu chorei de rir com as piadas e com as situações que ele vivia. Gostei muito do jeito que o Andy Weir narrou, com os diários de bordo do Mark, da Nasa e algumas vezes com a Ares 3. Os únicos aspectos que fizeram o livro não merecer 5 estrelas foram: O final e o desenvolvimento da tripulação da Ares 3. Vemos Mark evoluir muito porém onde está o desenvolvimento da tripulação? Simples, não tem. Andy tentou mostrar a vida da Ares 3 mas não foi o suficiente, faltou muito coisa. O final foi o que mais me irritou já que o livro é único, ou seja sem continuação, mas o autor deixou o final em aberto e isso foi algo muito irritante que espero que tenham consertado no filme. Sério Andy Weir ninguém se importaria se o livro tivesse 500 páginas só para resolver esses abertos, isso teria deixado o livro perfeito.
Enfim eu recomendo muito o livro! Por favor não percam a paciência com os vários termos científicos, o google está aqui para isso moçada! Espero que se divirtam em Marte tanto quanto eu, boa leitura e lembrem: NADA DE DISCO MUSIC! Pedido especial de Mark Watney para você.
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Jefferson.Machado 25/11/2015

O marciano
Adorei! Mas não é só isso, calma!
Ouvi sobre o livro no podcast #SciCast, uma fonte divertida de difusão do conhecimento científico e suas aplicações. Então, como sou um fã alucinado por conhecimento sobre o espaço corri atrás do livro e imergi nele. Também sou um defensor da informalidade na transmissão do saber, por isso senti-me inúmeras vezes parte das páginas, como se o livro houvesse sido escrito pra mim. Mas não, pois inicialmente publicado num blog e posteriormente vendido por menos de um dólar na Amazon até despertar o mercado editorial, a obra de Andy Weir me pegou de jeito. Dia após dia eu percorria vinte, trinta e até cinquenta páginas sem perceber. Surpreendi-me frequentemente com o passar das horas após a leitura diária dos feitos de Mark Watney em solo marciano. Aí está um ponto importante, assim como o filme que ainda não vi, o título original, “O Marciano”, foi substituído por “Perdido em Marte” na versão tupiniquim, o que determino veementemente como um erro, pois ele não está perdido, foi deixado lá. Mas... fora este erro frequente em adaptações ao nosso idioma e país, a obra nos coloca como interlocutores de um diário escrito para ser lido post morten, sob a perspectiva aterradora de ser abandonado sozinho em um planeta inóspito à existência humana. Nestas condições, Watney vai demonstrando exímio conhecimento das leis da natureza e, por consequência, utiliza-se delas para sobreviver. Aproxima-nos a cada feito da ciência e nos oferece a oportunidade de observar a sua contribuição em nossas vidas. Bom humor, linguagem acessível e uma trama de ficção científica digna, este é “Perdido em Marte”, que adorei.
Escrito por @JeffersonCM para www.opilar.com.br
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Mateus Barbosa 11/09/2015

RESENHA PERDIDO EM MARTE (SEM SPOILER)
“Há seis dias, o astronauta Mark Watney se tornou a décima sétima pessoa a pisar em marte. E, provavelmente, será a primeira pessoa a morrer no planeta vermelho.”

Mark Watney é um Engenheiro Mecânico e um Botânico enviado à Marte pela NASA através da missão Ares 3. Porém aqueles que deveriam ser os dias mais gloriosos de toda sua vida acaba se tornando um verdadeiro pesadelo.
Depois de uma forte e imprevista tempestade de areia, a tripulação da Ares 3 se veem obrigados a abortar a missão e levar seus tripulantes de volta para a Terra, certos de que o companheiro Mark Watney está morto.
Ao despertar, Watney se vê completamente sozinho em um planeta desconhecido, sem contato com a Terra, com comida precária para durar 31 dias e “apenas” 350.000.000 km da terra cuja a próxima missão á Marte será lançada em 4 anos
Disposto a lutar pela sua vida ele não medirá esforços para sobreviver, mesmo com chances ínfimas.
A narrativa do livro é alternada entre diários de bordo na qual mostra a luta, o dia-a-dia e os problemas de Mark Watney e esforços da NASA e do mundo inteiro para fazer o possível (e o impossível) para estabelecer contato e manter Watney vivo. É uma leitura frenética, envolvente, sem enrolação e com muito, muito bom humor.
A precisão técnica do livro é INCRIVEL e recheada de nomes Científicos, Químicos, Físicos e Siglas cujo ás vezes é tão excessivo que deixa o livro um pouco maçante e cansativo. Mas isso é normal, até porque trata-se de uma ficção cientifica.
A construção do protagonista é excelente, de modo que você se envolve tanto que é capaz de rir, chorar, torcer, odiar e frustra-se o livro todo.
Nunca tinha livro um livro tão técnico, com Personagens que eu me envolva tanto que ao terminar a leitura é reciproco o sentimento de vazio e saudades do bom humor, da ironia e das confusões de tal.

Resumindo: incrível, indescritível e fascinante!
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Mateus Araújo 30/04/2016

Sou muito de Humanas sim
Perdido em Marte foi minha primeira experiência com ficção científica e não aproveitei dela os 100% que ela me disponibilizava, não porque o livro tinha defeitos que impedia essa compreensão e sim porque eu sou de humanas e muito avulso com todas as explicações teóricas de uns negócios que nem se eu quisesse com muito afinco conseguiria entender. Entretanto, ri em muitos momentos e foi uma leitura rápida, apesar de um pouco complicada.
Não sei se consigo fazer um resumo, mas vamos tentar, né? A Ares 3 é um projeto da NASA o qual um grupo de cientistas são levados para Marte para passar um tempo no planeta vermelho colhendo informação e fazendo experiências. Depois de uma forte tempestade de areia, a tripulação é obrigada a fazer uma manobra de saída para voltarem para a Terra, só que nessa manobra Mark Watney acaba sendo deixado para trás, depois de ser atingido por um equipamento que quase o matou. E a tripulação realmente achou que ele tinha morrido, mas não morreu. Agora Mark está sozinho num planeta inabitável e desértico, com uma reserva de mantimentos limitada e sem comunicação com ninguém. Ele vai precisar usar toda sua capacidade mental para pensar em formas de se manter vivo para conseguir quem sabe, ao menos, contatar com a NASA que está vivo e ela tentar ajuda-lo. Mas a gente vai ver que o destino não vai muito com a cara de Watney.
Seria cômico se não fosse trágico, inclusive é muito cômico sim, me desculpem. Não tem como não rir das situações que o Watney se mete tentando, absurdamente, se manter vivo. Até porque ele é uma pessoa muito bem-humorada, então ele nos permite rir das situações, podemos aliviar nossa consciência? Podemos. Agora, é claro, o livro é recheado de explicações teóricas sobre as estratégias que ele cria para sobreviver o máximo de tempo possível, e essas explicações tem um teor físico, químico e até biológico que olha... nem pedindo muito a Deus eu consegui entender. Tinha coisas que a gente até concordava com ele porque fazia um pouco de sentido, mas tinha explicações que eu só balançava a cabeça concordando sem nem saber do que ele estava falando, mas vamos fazer o quê, né? Sou muito de humanas sim.
Ao longo da narrativa, temos alguns capítulos que interceptam os diários de bordo do Mark, esses capítulos ora são do povo da NASA, que estão monitorando a volta dos tripulantes vivos da Ares 3, ora são os próprios tripulantes dessa missão. E o autor consegue dosar muito bem o humor até nesses capítulos, eu acho que ele foi bem certeiro nessa técnica de escrita. Porque é difícil ler um livro de ficção científica e amar ele, né? Porque minha cabeça girou e saiu do lugar várias vezes tentando entender, mas ao menos eu ria bastante. Então equilibra, né?
Uma coisa que me incomodou além das explicações teóricas (culpa minha não do livro) foi que achei o final muito apertado, jogado, como se o autor estivesse exausto e quisesse encerrar aquilo logo. Para vocês terem uma noção, o desfecho só acontece nas últimas 4 páginas do livro, literalmente. Vejam, o pós-desfecho não foi bem trabalhado, tinha margem de trabalhar muita coisa, mas o autor preferiu acabar por ali mesmo e eu fiquei... acabou? Assim mesmo? Será que minha edição não veio com folhas faltando? Entretanto, o livro é muito bom, e se você for de exatas, provavelmente vai ser uma leitura extraordinária.
Vitor 19/07/2016minha estante
tambem fiquei com o sentimento de que meu livro veio com paginas faltando. A historia é boa, mas queremos saber mais do final, infelizmente, o livro nos decepciona nisso.
Gostei muito de sua rezenha(opnião)=D




Hoje é dia de Livro 23/09/2016

Perdido em Marte
Para mim que gosta do gênero, Perdido em Marte é com certeza um dos melhores, talvez o melhor livro que li nos últimos tempos. Andy Weir consegue abordar a luta pela sobrevivência de Mark Watney de uma forma inacreditavelmente simples, mas nunca deixando de lado um embasamento cientifico extremamente coerente em cada situação.

Essa simplicidade em tratar os acontecimentos nos deixa bem claro o tamanho conhecimento cientifico do autor, nos lembrando da famosa frase: “Se você não consegue explicar algo com simplicidade é porque você não entendeu direito do que se trata”.

Outra coisa que rapidamente nos chama a atenção é a rapidez no desenrolar da trama, Andy Weir nos apresenta uma história formada por vários objetivos, lembrando um jogo de aventura misturado com um quebra-cabeça onde o sucesso do personagem, acontece por meio de completar pequenas tarefas.

Os diálogos entre Mark e a NASA são sensacionais, eles aparecem esporadicamente no texto, quebrando a tensão após algum desafio e roubando a cena de tão cômicos. Por mais interessante que o livro possa ser, seu sucesso vem surpreendentemente do perfil psicológico de Mark Watney, pois ele é um botânico, nerd, sortudo e muito bem-humorado, dando suavidade à trama, eliminando assim a mesmice de "geniozinho" depressivo que resolve tudo sozinho.

Agora só nos resta a ansiedade pela estreia do filme protagonizado por Matt Damon, que pelo trailer mostra ser muito fiel a história do livro.
PS: Se você acha Bear Grylls (A Prova de Tudo) brilhante por fazer fogo com gravetos, você precisa apreciar Mark Watney fazendo água com tubos de Oxigênio e Hidrazina (combustível espacial).

site: http://www.hojeediadelivro.com.br/2015/08/resenha-perdido-em-marte-editora.html
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Fabio 10/04/2015

Confesso que separei este livro exatamente pelo que li na sinopse, mas não criando muitas expectativas. Na verdade esperava algo muito mais dramático (ISSO NÃO ERA EXATAMENTE O QUE EU ESPERAVA É CLARO, hehehe).
Total engano da minha parte!!!
Em uma grata surpresa o livro se apresentou deveras inteligente e com um incrível embasamento científico.
Escrito quase todo em primeira pessoa com Mark Watney escrevendo em seu diário de bordo, o livro gera um ambiente de total proximidade do protagonista com o leitor e uma dinâmica de leitura muito agradável.
Mark é o cara! Passei a ser seu fã. Foco e sagacidade somados às suas capacidades acadêmicas o coloca em situações de desdobramentos científicos fantásticos. Um homem quase certo de sua morte, lutando com seu intelecto pela sua vida com tiradas irônicas e bem humoradas.
Ciência... Química, Física, Biologia... Não se assuste, o que você não entender certamente aceitará as explicações de Mark e o acompanhará, apreensivo, nessa jornada à beira da morte.
Andy Weir (autor) foi contratado como programador de um laboratório aos 15 anos e desde então trabalha como engenheiro de softwares. Sempre foi um nerd em relação ao espaço e amante de assuntos como física relativista, mecânica orbital e a história de voos espaciais tripulados.Perdido em Marte é seu primeiro livro e ganhará adaptação para o cinema estrelada por Matt Damon e dirigida por Ridley Scott.
Leiam!!!
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Patricia Paiva 09/04/2016

Quando a nossa parceira Arqueiro disponibilizou esse livro para a resenha, a primeira coisa que me chamou atenção foi o nome e é claro a capa linda de morrer. Então fui ler a sinopse e depois que acabei pensei: wow, Náufrago com um quê de Apollo 13, eu preciso desse livro! Após começar a ler o livro eu troquei os meus parâmetros de comparação para Náufrago com MacGyver!
Em Perdido em Marte o astronauta Mark Watney, um botânico e engenheiro, fica preso em Marte após um acidente bizarro durante uma tempestade de areia. Todo o restante da tripulação de sua missão consegue sair do planeta em segurança e seguir em direção à Terra. Para a infelicidade de Mark, todo mundo, literalmente o planeta Terra inteiro, pensa que ele morreu após esse acidente.

A situação de Mark é realmente desesperadora, a próxima missão tripulada à Marte demorará anos, ele não tem como se comunicar com a Terra para avisar que está vivo, não tem uma oficina disponível com peças sobressalentes em caso de defeito da aparelhagem que o mantém vivo, e o mais importante, a comida dele não irá durar tanto tempo. Ele precisa pensar em uma forma de sobreviver anos em Marte, e é aí que entrar a parte McGyver da estória! O cara é o mestre do improviso, acho inclusive que ele poderia ensinar um truque ou dois ao McGyver! Tudo que ele tem são opções limitadas de recursos e de entretenimento.

É realmente impressionante a quantidade de gabiarras que ele vai fazendo ao longo do livro. A cada vez que Marte tenta matá-lo (planetinho desagradável), ele vai e dá um jeito de sobreviver (chupa essa Marte!). E a melhor parte é o humor dele até nos momentos mais críticos, ele perde a vida mas não perde a piada. Mark percebe rapidamente que duas coisas são vitais para sua sobrevivência: conseguir aumentar a quantidade de alimento e conseguir se comunicar com a Terra. Para sua sorte, ele é um botânico e engenheiro, então ele precisa colocar todos os seus conhecimentos aplicáveis na Terra em prática em Marte, com algumas adaptações é claro, em uma verdadeira corrida contra o tempo.

Quando comecei a ler o livro eu pensei que ele seria um 4 estrelas, mas ele foi crescendo a cada página e depois de pouco tempo se transformou em um 5 estrelas e acabou na minha lista de favoritos. O livro é recheado de dados científicos e por isso no início pode parecer que ele será cansativo. Mas acaba que depois de um tempo você já foi absorvido pela siglas e linguagens e a leitura flui cada vez melhor. A narração do Mark é baseada no diário de bordo dele e nesses momentos a narração do livro é em primeira pessoa. Como já disse, o Mark adora fazer piadas, então a narrativa tem muito humor. A coisa boa sobre a parte científica do livro é que ela é real, não é invenção do livro, ao menos é o que dizem os especialistas
Depois de poucas páginas a estória do livro te prende e você começa a querer a lê-lo sem parar (ou como a Dani disse, se perder em Marte), conforme você vai se aproximando do fim, você basicamente vira um anti-social que ameaça qualquer um que te atrapalhe a ler.

A cada página virada eu conseguia visualizar um filme, tamanha precisão da narrativa.Agora vamos falar um pouco da capa desse livro, porque é inevitável. A capa é maravilhosa!!! Para quem ainda não viu e tocou, a capa feita daquele material que parece meio aveludado, linda de morrer (agora estou sendo repetitiva, mas não consigo evitar!). Acho que nem preciso dizer que recomendo o livro, não é mesmo?


site: http://www.ciadoleitor.com/2014/11/resenha-perdido-em-marte-de-andy-weir.html
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Tulliu Cardia 10/11/2015

Fiquei simplesmente impressionado com as informações técnicas do livro. Deve ter sido uma pesquisa dificílima, e apenas por isso o autor já tem seus méritos. A premissa é muito interessante, e eu poderia ter achado o livro realmente bom, se não fosse algumas coisas que me incomodaram.
Primeiramente o personagem principal não foi aprofundado. Ele é muito simples, e em nenhum momento me conectei com ele. Além do mais, ele fica fazendo um monte de piadinhas bastante sem graça, e eu sempre suspirava a cada uma delas. Outro ponto foi que, para mim, narrativamente falando, o livro é uma bagunça. Me incomodou. Ora em primeira pessoa no Mark, alguns momentos em terceira pessoa com ele; muita gente com ponto de vista, ora ninguém com ponto de vista. Em uma mesma página lemos cenas em Marte, na Hermes e na NASA. Realmente uma bagunça. Isso sem falar nos infinitos detalhes científicos. Eu acabei de parabenizar o autor pela sua pesquisa, mas isso não quer dizer que ele precisava explicar absolutamente tudo. Teve momentos que divagava, tantas eram as explicações científicas.
Como já disse, a premissa é muito boa, só foi mal executada. Ridley Scott e Matt Damon se saíram melhores.

Galera, se tiverem interesse, leiam meus livros e contos, disponíveis no Wattpad (gratuito)! Vocês vão curtir! Valeu!

site: https://www.wattpad.com/user/TulliuCardia
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João 12/07/2015

Uma aventura do começo ao fim!!
O livro já me prendeu desde o começo.
E afinal como não ser interessante?Só de imaginar poder estar lá em Marte,pisar no solo de lá?
O que eu achei um pouco cansativo foram as partes onde Mark tem que usar seus conhecimentos matemáticos,químicos e físicos.Odiava ter que ler essas partes!!Mas
tirando isso livro excelente!!
Leitura de primeira!!
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MARIO 22/09/2015

Protagonista mais frio do que Marte
O livro realmente parte de uma premissa interessante. Se você chegou até aqui, já sabe detalhes da sinopse. Portanto, vou poupá-lo dessa parte novamente.
Apesar de um bom enredo e uma ótima construção com base em dados científicos, vou concentrar meus comentários no protagonista.

O astronauta em nenhum momento se maravilhou por estar em Marte! Parecia apenas uma máquina de calcular soluções. A cada tragédia bastava alguns minutos pensando ou uma noite de sono para que a solução surgisse para o brilhante. Está certo que é apresentado na forma de diário, mas ele nunca se desespera ou sente falta de coisas da Terra.

Apesar de sempre bem humorado, ele é mais frio que a atmosfera de Marte. Tudo bem. O pessoal na Terra e seus companheiros de missão compensam essa parte e, com certeza, Hollywood dará um jeito nisso.
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