Perdido em Marte

Perdido em Marte Andy Weir




Resenhas - Perdido em Marte


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Vitor 19/07/2016minha estante
Oi =D
Eu concordo com você, o livro tem bastante comedia em um livro de ''fic''

Porém, gostaria de que você me explicasse, onde esse livro pode ser considerado de auto-ajuda ? , so por curiosidade mesmo.


GryphoS 30/07/2016minha estante
Vitor.Paty, a parte da "auto-ajuda" é demonstrar que tudo o que o fez sobreviver ao acontecido foi manter o bom humor e a cabeça erguida, enfrentando os problemas sempre olhando o lado otimista. O fina meio que revela isso... falando sobre os seres humanos se unirem para ajudar um ao outro em uma dificuldade. Vale a pena reler o último diário de bordo (em especial Os ÚLTIMOs parágrafos, acho que você vai entender o que eu quis dizer.




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Bruno Mancini 20/03/2016

Estou ansioso para assistir o filme
Pois é perdi a chance de assitilo no cinema, pois adiqueri o livro após o filme já ter passado nos cinemas.
No livro existem certas partes muito técnicas e com cálculos que nos tira da aventura.
Tive dificuldades de imaginar algumas representações, pois para mim, não conhecendo intimidamente os equipamentos da NASA e como existe um vazio na minha leitura.
Mas mesmo assim quero ver o filme para completar estas lacunas.
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criscat 18/03/2016

O leitor acompanha a clássica jornada de um homem sozinho em ambiente hostil, lutando por sua sobrevivênvia. Só que não. De clássica, a jornada tem apenas sua estrutura, pois de resto, o autor faz uso de uma originalidade, de recursos estilísticos e de linguagem que tornam a história bastante incomum. Para os fãs de sci-fi, lembra demais O guia do mochileiro das galáxias, de Douglas Adams, pela capacidade de "entupir" o texto de cientificismos sem, entretanto, deixá-lo maçante ou ininteligível. Ambos usam o humor e o sarcasmo como ótimo contraponto ao teor científico da narrativa. Só que enquanto Adams pende mais para o humor, Weir carrega a tinta no sarcasmo. E é divertido demais de ler. (Um parênteses aqui como leitora: mais de uma vez paguei o mico de gargalhar em público enquanto lia. As sacadinhas e as críticas ao status quo são tão engenhosas que é difícil ficar indiferente).


site: http://www.cafeinaliteraria.com.br/2016/03/11/perdido-em-marte/
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Lia 15/03/2016

Mc Gyver do espaço!
Perdido em Marte. Sim, Mark Watney ficou perdido em marte. Depois de uma missão no planeta vermelho, a tripulação da nave acha que Mark foi morto e abandona a missão deixando o suposto corpo para trás, porém, ele não morreu.

Após algumas horas ele acorda sozinho. Com os materiais de sondas e estações deixadas em marte ele consegue cultivar batatas e aumentar suas chances de vida até que o resgate consiga chegar. Mas nada é tão fácil assim. A todo momento alguma coisa acontece e dificulta a realização de seus planos.

O que sustenta o livro é o bom humor do personagem. Se você se interessa por mecânica e pelo espaço, você vai ficar mais entretido. Mas depois do meio do livro... comecei a achar chato as coisas quebrarem e ele consertar, quebra-conserta, quebra-conserta... Mesmo que ele não use termos técnicos, pois ele sempre "apelida" os procedimentos que faz. E acreditem, são váááários procedimentos.

Interessante também é a forma como acabamos conhecendo Marte. Eu me interesso pelo espaço, por todo esse infinito que não conhecemos, então também terminei o livro porque o tema me agrada.

Para mim, o Mark poderia muito bem ser a versão sideral do Mc Gyver, lembra-se dele? O cara que com papel sulfite e grafite raspado fazia uma bomba caseira... O cara super inteligente que entendia de física, química, mecânica e nunca disparava uma arma... (vale a pena buscar uns vídeos se você não é da época dele)...

site: https://youtu.be/nZgozZAetIs
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Arthur 11/03/2016

Sci-Fi inteligente com um humor surpreendente! Mas o livro é melhor do que o filme?
A cada página que eu lia, me surpreendia cada vez mais com as peripécias e engenhocas que o personagem principal fazia pra salvar sua vida e se entreter, afinal, é difícil quando se é o único ser humano de um planeta!

O astronauta Mark Watney ficou preso em Marte desde que uma tempestade de areia mais forte do que o esperado surge, e a tripulação da Ares 3 se vê obrigada a cancelar sua missão. Watney sofre um sério acidente e desaparece na poeira da tempestade; a tripulação vai embora crendo que o amigo está morto. Nosso herói acorda no outro dia com um corte horrível e sozinho em um deserto frio e vermelho; sem comunicação, ferido e dotado de apenas seus conhecimento acadêmicos, ele decide embarcar em um luta quase impossível por sua sobrevivência.

Fiquei impressionado com a inteligência, a tranquilidade em meio ao caos e o humor inabalável de Mark! Ele passou por MUITAS coisas que qualquer um que estivesse lendo aquilo diria "não, meu jovem.. agora você vai morrer mesmo, não tem como sair dessa", mas aí ele tira um ideia que por mais perigosa ou idiota que seja, funciona! Ou quase sempre funciona. O sabido é Engenheiro Mecânico e Botânico, ou seja, fazer gambiarra e plantar coisas é com ele mesmo; se tinha uma pessoa que poderia sobreviver ali, essa pessoa é Mark Watney.

A obra tem muitos termos técnicos. Eu confesso que no começo precisei ter um pouco mais de paciência pra ler e entender, já que é preciso ser explicado todo o contexto "NASA - espaço - tecnologia", mas não se preocupe, depois tudo se torna muito natural e tranquilo. A riqueza de detalhes e a originalidade são incríveis! Se você gosta de ficção científica intrigante e bem humorada, Perdido em Marte é perfeito pra você.

Agora, sobre a produção pra as telonas (não se preocupe, não vai ter spoilers): Eu li o livro pra depois assistir o filme, e sem dúvida essa é a melhor forma pra se fazer com qualquer obra. E é claro, encontrei várias coisas que não se encaixavam muito bem.

Primeiramente, a personalidade de vários personagens era completamente diferente; um dos mais gritantes foi Teddy Sanders (administrador da NASA na ficção), no livro ele é extremamente organizado, quase que com TOC por organização, além de apresentar um ar mais tranquilo e "certinho", apesar dele possuir o cargo mais alto na NASA, ele era na medida do possível, bem educado e quase gentil, sem perder a autoridade; no filme ele é um pouco desleixado, autoritário demais, chega a ser arrogante algumas vezes. Além dele, tiveram outros personagens bastante deformados, uns mais que outros; são eles: Mindy Park, Annie Montrose, Mitch Henderson e Beth Johanssen. Não vou me estender muito, apenas grave esses nomes na hora de assistir o filme e compare com o livro. Entretanto, teve três personagens que, na minha opinião, conseguiram ser melhores que os do livro, não estou dizendo que no exemplar eles são ruins, mas no filme eles são mais explorados; são eles: Rich Purnell, Melissa Lewis e Rick Martinez; mas sem dúvida quem se destacou mais foi Rich, ele me surpreendeu sendo mais engraçado e indiferente do que era o original.

Outra coisa: Tem muitas partes e detalhes no filme (mas MUITAS meeesmo), que você só entende se tiver lido antes; dentre eles, alguns acontecimentos importantes que não foram levados em conta, mas isso já era de ser esperado, é difícil um adaptação ser totalmente fiel. Mas sério, foi muito interessante, parece que o diretor fez aquilo, justamente, pra não ser entendido simplesmente assistindo. Inclusive, o final do filme é diferente! mas não é um "diferente" ruim ou que exclua o outro, é mais como um complemento. Não vou entrar muito em detalhes, se não eu estragaria tudo! kkkkkk, maaaas, eu posso disser que tanto a obra escrita, como a cinematográfica, são indispensáveis entre si. O livro sempre será melhor, mas isso não tira a importância do filme.

Espero ter ajudado e boa leitura! ;]
Ronald 11/03/2016minha estante
Amei!? Ai, a vontade de ler só aumenta...........................


Ronald 11/03/2016minha estante
Kero!!!




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Nena 22/02/2016

Gostei do livro embora a narração seja cansativa....muito cálculo...leitura razoável

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Elber 18/02/2016

Fazendo ciência até fazer bico !!!
Depois de Jurasik Park, esse é o melhor livro de ficção que lí. Como todo livro que virou filme, explica em detalhes os pontos em aberto do filme. Excelente !!!!!
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Dani 17/02/2016

Muito Bom!
A leitura fica às vezes cansativa devido a todos os detalhes científicos e contas matemáticas, mas o autor compensa bem com o humor sarcástico do personagem. Mesmo com as partes técnicas, a leitura é leve e interessante. Recomendo.
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Suka Milk 17/02/2016

Sempre de bom humor
vc não. imagina q uma pessoa, esquecida em um outro planeta, com risco constante de morte, possa ser tão bem humorada e engraçada... Watney é o tipo de personagem q todos queremos ser...
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Carlozandre 15/02/2016

Náufrago espacial
Como ideia, Perdido em Marte, o romance de Andy Weir lançado em 2011, pode provocar desconfiança por seu caráter derivativo. Afinal, a história do astronauta deixado para trás para sobreviver no improviso no ambiente hostil marciano, faz o cruzamento de dois tropos ancestrais já muito usados: o náufrago (que, como lembra Ian Watt em seu estudo A Ascensão do Romance, é uma das figuras que fundaram o gênero romanesco, com Robinson Crusoe) e explorações marcianas (recorrentes na ficção científica, resgatadas agora com a curiosidade despertada pelo planeta nos últimos anos com sondagens e planos de missões tripuladas).
É na execução, entretanto, que Weir consegue escapar do clichê “O Náufrago encontra Missão Marte” que parece estar na origem de seu livro. Narrado predominantemente em primeira pessoa pelos registros de diário de bordo de Watney, o livro consegue, durante boa parte do percurso, manter um delicado equilíbrio entre humor, tensão e as necessárias explicações científicas para as soluções improvisadas pelo astronauta para tentar estabelecer comunicação com a Terra e cultivar o solo árido marciano. A personalidade carismática do personagem justifica plenamente a pouca originalidade do ponto de partida.
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Radija Praia 15/02/2016

Uma luta pela sobrevivência

Imagine. Você está preso. Mas não em um quarto ou uma casa. Você está preso em um planeta e sozinho. Como você enfrentaria essa situação? Esperaria a morte ou lutaria para sobreviver? “Perdido em Marte”, primeiro trabalho do autor Andy Weir, irá discorrer exatamente sobre essa situação.

Mark Watney, astronauta/botânico é enviado na missão das primeiras pessoas a pisar em Marte. No entanto, complicações surgem quando uma tempestade de poeira obriga a tripulação a abortar prematuramente a missão. Watney acaba sendo deixado por seus colegas que acreditam que o mesmo tenha morrido. Agora sozinho no planeta com sua única chance de volta arremessada para longe através do espaço, Mark decide que desistir não é uma opção, e começa sua incrível história de sobrevivência.

Uma das coisas mais fantásticas que te prendem nessa narrativa é o humor sarcástico e hilariante de Watney. Como o livro gira em torno de sua existência solitária em Marte, vamos gastar muito tempo com ele, e de fato, é um tempo bem gasto. Ele é dotado de um humor fora de série, o que é até tragicômico, tendo em vista sua atual situação. Também não é um protagonista perfeito, várias vezes ele comete erros que acabam o colocando-o perto da morte, mas isso que o torna humano, um personagem palpável.

A busca de Watney para permanecer vivo está cheio de explicações detalhadas. Não é nenhuma surpresa quanto ele pensa, dado que ele tem muito tempo em suas mãos. Ao contrário de outros livros onde personagens sobrevivem por pura coincidência, tudo o que pode dar errado neste livro, é certo. É homem contra a natureza, e a natureza tem muita vantagem nesta batalha. O autor não se coíbe de castigar brutalmente nosso protagonista pelas forças naturais. Todos os elementos estão tecidos em conjunto. Cada problema que Mark resolve, cria mais problema para ser resolvido. Grande parte do livro é como ler uma experiência científica, mas digo a vocês: a quantidade de detalhes técnicos não se compara ao prazer que a leitura do mesmo lhe proporcionará. A história subjacente de espírito humano, engenhosidade e persistência é absolutamente inspiradora. Recomendo a leitura! Humor inteligente!

P.S. O filme é muito bom também!

@rhadijapraia

site: https://www.instagram.com/p/BA-oCG2Hav2/?taken-by=rhadijapraia
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jéssica Layne 14/02/2016

Um livro inteligente
Esqueça a ação e o friozinho na barriga, perdido em marte é um livro detalhista, racionalista,envolvente, que deve ser lido e apreciado ao mesmo tempo. Enriquecido de termos científicos e explicações técnicas que acrescentam ao livro uma realidade fantástica, apesar de se tratar de uma obra de ficção, Andy Weir nos faz questionar a todo tempo, será que realmente isso é possível?.
O livro conta a história de Mark Watney tripulante da ares 3, que inclusive é o próprio narrador da trama. Após o abortamento de uma missão Mark sofre um acidente e os membros da tripulação pensando que ele morreu vão embora deixando Mark sozinho no planeta vermelho. A partir de então o personagem narra toda sua trajetória de sobrevivência no planeta, utilizando nada mais do que sua inteligência e seu bom humor Mark é o personagem mais persistente que eu já tive o prazer de ler, literalmente ele é capaz de fazer qualquer coisa para permanecer vivo, o que muitas vezes nos faz pensar, em uma situação como essa será possível ser tão frio e calculista a ponto de não se desesperar?
O livro nos faz praticamente vivenciar a realidade do personagem e quando menos percebemos passamos a ficar presos em marte também, torcendo a todo momento para que Mark Watney (e leitores rs,) possamos voltar novamente ao planeta terra ...

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Horroshow 13/02/2016

Resenha por Wallace Santos (Blog Horrorshow)
Acredito que os gêneros que rotulam os livros hoje em dia devam ser repensados. Usando-os como base, não há como categorizar “Perdido em Marte” de Andy Weir. Não é policial nem romance. Aproxima-se de ficção científica, mas com os avanços no campo da exploração aeroespacial e a proximidade com a realidade alcançada, é difícil chamar de ficção. É algo científico, isso com certeza, mas ainda falta algo para definir a dose de quase 400 páginas de pura ação. Tem drama, tem uma pontinha de romance, mas tem ação demais. Muita mesmo. Tá pronto?

Mark Watney é a décima sétima pessoa a pisar em Marte. É sim, deixa rolar. Um dos seis tripulantes da missão Ares 3, que explorava o planeta vermelho, Mark é deixado para trás porque sua comandante toma tal decisão acreditando que ele estava morto. Mark então começa seu diário em Marte e é basicamente nisso que consiste o livro: Watney contando seus dias tentando sobreviver na atmosfera hostil do planeta. E põe hostil nisso. Estando sozinho, ele deverá fazer uso do estoque limitado de coisas que possui para sobreviver até que a outra missão tripulada chegue até Marte e possa resgatá-lo. Os problemas nisso: tal missão só chegará em alguns anos, Marte não possui solo cultivável ou atmosfera respirável e sua comida não vai durar um quinto desse tempo. Mas ele vai tentar.

(... continue lendo no link abaixo)

site: http://bloghorrorshow.blogspot.com.br/2015/11/perdido-em-marte-andy-weir.html
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