A Morte da Razão

A Morte da Razão Francis Schaeffer




Resenhas - A Morte da Razão


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Junior 24/06/2020

Genial..mas de um jeito dificil
É uma viagem sociológica sobre a evolução das definições de razão. De quem está no plano superior (Andar de cima) e de quem está no plano inferior (andar de baixo) do pensamento cristão. Tristemente, é um diagnóstico de como o homem trocou Deus em nome da razão e como um contraponto, acabou por matar a própria razão no processo.
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joaocrz @joaocrz 14/10/2019

Simples e profundo
Um pequeno livro, uma grande profundidade. O autor nos mostra uma rápida análise do motivo que estamos vivendo em um mundo que fica cada vez mais doente, conforme se distancia de Deus.

Schaeffer exemplifica a separação que houve entre as coisas terrenas e as coisas do céu; e como isso enfluencia até hoje na arte, música, teatro e cinema.

Portanto, o homem perdeu a sua racionalidade em busca da verdade e cada filósofo buscou impor a sua própria filosofia para ditar os marcos de uma cultura.
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Lucio 26/04/2019

Necessário
Um livro que faz um diagnóstico rápido o porquê estamos vivendo em mundo tão doente e tão distante de Deus!
Ele explica a separação que houve na história entre as coisas terrenas e as coisas celestiais!
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Gui 02/01/2017

Antigo, mas atual; Breve, mas profundo.
Apesar de ser um livro escrito em 1968, ele é completamente atual. Feito grandes filósofos da humanidade que tiveram capacidade de escrever sobre assuntos tão pertinentes que nos encontramos com eles até hoje Shaeffer não fica para trás. Um livro repleto de conteúdo! Há uma profunda reflexão filosófica e teológica a ao fim (pelo menos para mim) consegue firmar uma boa defesa da fé e atingir o objetivo do livro, que é demonstrar como a razão foi deturpada através da tradição filosófico-teológica. Ótimo livro! Quem gosta de filosofia ou de teologia, sentirá um gostinho especial.
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Erick Farias 10/08/2015

Necessário!
Estabelecer uma via de comunicação com o mundo atual, de forma que a mensagem de Cristo possa ser comunicada, é o único meio de levar a cabo a missão deixada pelo Mestre. Mas como fazer isso se, no geral, nós não entendemos como o mundo pensa? É como se estivéssemos falando em outro idioma. É sobre isso que Schaeffer escreve: sobre a necessidade de compreender o pensamento de nosso tempo e não simplesmente nos submeter a ele ( que é o que ocorre devido a nossa ignorância). Sem esse conhecimento nos tornamos irrelevantes e submissos ao absurdo, ao místico e ao subjetivo, carregando o nome de Cristo como ouro de tolo. Necessário a uma geração de cristãos cada vez menos racionais e mais relativistas em sua moral pós cristã, por mais contraditório que isso possa soar.
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mateuscunha 10/01/2015

O segundo livro da célebre triologia de Francis Schaeffer
Francis Schaeffer mostra, neste livro, como o homem do presente século abandonou a racionalidade na sua busca pela verdade.
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Cássio 18/08/2014

A trilogia do "Deus que está aí"
Em "O Deus que intervém", Schaeffer, se propõe a mostrar que por mais que o homem negue, no seu momento quando ninguém o vê, e tem o conhecimento que há um Deus Criador, e mostra o esforço do racionalismo para tentar convencer-se do contrário. Agora, em "A Morte da Razão", ele foca mais no resultado do homem, que não conseguindo compreender de forma autônoma (pois é impossível!)e assim restaurar sua unidade, é "empurrado" ao pensamento dicotômico e passa a anunciar divisão entre Fé e Razão, o que o torna ainda mais infeliz e desesperado, pois as base que sustentam a natureza humana estão lhe sendo arrancadas, e isso não só para quem não crê no Evangelho, mas todos nós já nascemos nessa cultura existencialista e relativista, e só a Graça de Deus, através de sua Palavra Firme e Imutável, pode transformar nossas mentes e corações... Vamos ver o que nos aguarda o terceiro livro dessa grande obra: O Deus que se revela.
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Murruga 04/02/2011

A razão está morta!
Francis Scheaffer expõe com brilhantismo acadêmico e muita simplicidade a derrocada do pensamento racionalista a partir da dicotomia graça/natureza proposta por Tomás de Aquino até o "moderno" e "desesperado" modo de pensar dos nossos tempos.

O livro demonstra como o modo secular e "desesperado" de pensar e de conceber a vida, cosmovisões distantes da cosmovisão unificada e racional do Cristianismo, se revela nas esferas culturais e artísticas do mundo que nos cercam, nos alertando a entender o que se passa na intelectualidade atual para que a mensagem do evangelho continue eficaz e relevante para os dias de hoje.

Indico este livro para todos aqueles que, como eu, desejam fazer o nome de Jesus Cristo conhecido e adorado nesta era de frieza intelectual e relativismo moral.
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