As regras de ouro dos casais saudáveis

As regras de ouro dos casais saudáveis Augusto Cury




Resenhas - As regras de ouro dos casais saudáveis


11 encontrados | exibindo 1 a 11


Hellen 28/05/2019

Conceitos socioemocionais muito importantes.
Um livro que possui uma leitura pouco envolvente e um pouco difícil por possuir muitos termos técnicos e conceitos. Tive q lê-lo duas vezes consecutivas. Porém, na segunda leitura consegui extrair de uma forma mais fácil a essência de cada msg que o ator tenta passar. Acho um tema muito importante a todos, inclusive no mundo atual. Recomendo que mesmo q tenha dificuldades p ler, que insistam e tentem extrair as coisas boas que essa obra tem a oferecer.
comentários(0)comente



Barbie 30/01/2019

Um alerta para casais
O livro é bacana de ler, flui facilmente por se tratar de situações corriqueiras da vida e em certos momentos nos deparamos ali, na descrição do personagem ou de frente com a pessoa que está ao nosso lado, como parceiro, aluno, professor ou amigo.
É de grande valia lembrar os toques e dicas apresentados em cada página, é promordial pararmos e refletirmos em nossa essência e nunca deixar que os relacionamentos sociais, não importa o grau, nos apequenem ou nos aprisionem, somos livres e protagonistas da nossa história.
comentários(0)comente



Biblioteca Álvaro Guerra 05/09/2018

Ele nos mostra que a relação desinteligente é instável, enquanto a relação saudável tem estabilidade. Na relação desinteligente, um é perito em reclamar do outro enquanto, na relação saudável, os dois são especialistas em agradecer.

Livro disponível para empréstimo nas Bibliotecas Municipais de São Paulo. De graça!


site: http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/isbn/9788542204018
comentários(0)comente



Rayara.Leticia 09/05/2018

Sobre a temática "relacionamentos" acho que teria que ser obrigatório assim como as 5 linguagens do amor.
Usei um pequeno trecho do livro mas não conto como "spoiler", sim como uma das reflexões que instigam a fazer a leitura.
Achei o livro excelente! Achei o início um pouco denso e cansativo, o assunto pede essa profundidade, tem algumas siglas que se repetem e confunde um pouco, mas sobre a temática "relacionamentos" acho que teria que ser obrigatório assim como as 5 linguagens do amor.

"Muitos casais não sabem que o amor saudável exige evolução. Eles o asfixiam porque perderam a capacidade de aprender. A durabilidade e qualidade do amor dependem do quanto estamos dispostos a mapear nossas falhas e reescrevê-las. O amor inteligente exige coragem para corrigir rotas e humildade para reconhecer erros. Sem esses elementos a falência emocional bate às portas."
Larissa 21/05/2018minha estante
undefined




spoiler visualizar
DanielBrandt 18/12/2018minha estante
A partir do que pontuou, me pareceu um manual do que não fazer. Ouso até a chutar que as palavras que mais constam no livro são "não" e "sem"... Não fazer isso... não faça isso... Sem isso não vai dar certo...
Além de se esconder na retórica do "inteligente", faltam boas e detalhadas sugestões do que fazer para ter um relacionamento saudável.




Carolina 29/01/2018

"Temos o poder de piorar os outros, não de mudá-los."
Um livro que muda completamente a nossa forma de ver e lidar com algumas situações. Nos ensina que devemos deixar o orgulho de lado e dar o nosso melhor em nossas relações afetivas, mostra que muitas vezes vivemos um amor doente porque estamos doentes e adoecemos quem temos ao lado;
(Viver um amor doente: opção, consciência ou merecimento?)
Pessoas instáveis jamais viverão uma vida estável. Isso é fato.

Desconstrói completamente o amor-romântico-caótico e ensina o que é o amor genuíno, ou seja, leve.

"O amor ardente pode ser mais atraente, mas atração e repulsão, paixão e ódio estão muito próximos. Um amor mais calmo, “domesticável”, dosado pode não ser mais atraente, mas é mais estável e tem mais chance de durabilidade."

Tem até um termo usado no livro que é um tanto interessante: "verborréia".
Que consiste na "diarreia de palavras" que as pessoas fazem/soltam quando incomodadas com seus parceiros. Sermões que jamais farão diferença, pois o parceiro não mudará em nada em sua personalidade por conta do descontrole emocional do outro, que não aguenta se calar e sente que "precisa" se expressar e fazer um tutorial do que deve ser feito.
Uma ótima crítica sobre relacionamentos baseados em troca de interesses, expectativas.

O autor fala muito da sua carreira (quase uma biografia); o livro é cheio de parágrafos imensos que podem ser resumidos em 2 frases.
A leitura é demorada e densa por conta destes detalhes.
comentários(0)comente



Fernanda 10/01/2017

“Casais saudáveis não são perfeitos
Mas seres humanos em construção
Sabem que ninguém muda ninguém
Entendem que toda mente é um cofre e que
Não há mentes impenetráveis, mas chaves erradas.
Usam ferramentas diárias para se reinventar
Distribuem elogios e promoções diariamente
Sabem surpreender e encantar a quem amam”

“Os homens, em destaque, têm uma dívida impagável com os direitos humanos das mulheres. Ao longo das eras as mulheres foram tolhidas, feridas, silenciadas, apedrejadas, apequenadas. A violência contra elas, incluindo na atualidade, é sinal da fragilidade dos homens. Os fortes usam a inteligência, os fracos, a agressividade. Com as devidas exceções, as mulheres representam o que temos de melhor na humanidade. São mais generosas, doadoras, éticas, socialmente preocupadas, afetivas.
Quase todos os grandes erros da humanidade foram gestados e cometidos pelos homens, das guerras aos genocídios, da discriminação à competição predatória. Se os homens tivessem estudado minimamente o psiquismo humano entenderiam que diferenças de sexo, raciais, de cor da pele ou culturais jamais diminuiriam a complexidade do psiquismo. A discriminação em todas as suas formas é um câncer social.” Pg. 21

“Metaforicamente nosso cérebro é como o universo, com bilhões de galáxias e cada uma com bilhões de estrelas e planetas. A luz que parece vir de um ponto tem sua rota desviada na trajetória. Tal como no universo físico, o universo cerebral tem circuitos e trajetórias tão sofisticadas que é capaz de nos levar a fazer complexos cálculos matemáticos e ao mesmo tempo dar escândalos diante de uma barata. Sem conhecer minimamente quem somos temos grande chance de viver na infância emocional, ainda que com títulos de mestre e doutores. Não teremos estabilidade e sustentabilidade. Flutuaremos.” Pg. 45

“Não há invernos que durem para sempre quando aprendemos a abandonar a condição de vítimas e passamos a reciclar os fantasmas emocionais e reescrever as janelas traumáticas.” Pg. 46

“Você é um carrasco de si mesmo? Você se autoabandonou? Não diga rapidamente que não. Observe se você não leva trabalho para seus finais de semana e sua cama. Analise se não fica plugado excessivamente em seu celular e se esquece de se conectar consigo mesmo. Observe onde você colocou seus mais importantes sonhos. Analise se você é paciente consigo, se é capaz de dar risada de algumas atitudes estúpidas que produz. Pergunte o quanto se cobra.
Debatemos sobre os direitos humanos, mas ninguém viola nossos maiores direitos mais do que nós mesmos. Construímos nossas maiores masmorras. Hibernamos em nossas solitárias emocionais.” Pg. 51

“Casais saudáveis devem sempre lembrar que toda mente é um cofre, não existem cofres impenetráveis, mas chaves erradas. Não arrombe o cofre das pessoas, aprenda a descobrir as chaves corretas. Uma pessoa inteligente não muda os outros, muda a si mesma.” Pg. 75

“Lembre que amamos o outro refletido em nós e não o outro em si. Lembre que, devido à consciência ser virtual, o outro, a não ser que nos fira fisicamente, não pode nos ferir emocional e intelectualmente, a menos que permitamos. Quem emburra joga para dentro de seu cérebro o lixo que detesta, materializa os estímulos virtuais, estressa o cérebro inutilmente.” Pg. 85

“Portanto, a liberdade plena não existe como sempre acreditamos na filosofia, sociologia, psicologia, religião. O primeiro ato do teatro mental é inconsciente e não fruto de uma escolha diretiva e consciente.” Pg. 88

“Daria para viver com muitas pessoas se diminuíssemos nosso padrão de exigência. Mas somos ótimos para elevá-lo, pois reagimos como deuses, querendo que as pessoas sejam a nossa imagem e semelhança.” Pg. 99
“Promover diferenças entre ricos e pobres, intelectuais e iletrados, políticos e eleitores, brancos e negros, modelos fotográficos e pessoas com um corpo normal é promover uma fábrica de pessoas emocionalmente ansiosas, inferiorizadas e angustiadas. Essa cultura louca e insana faz com que a inteligência socioemocional delas seja contraída, fragmentada, asfixiada.” Pg. 171

“...fazemos seguro de todos os tipos para preservar nossos bens, mas não aprendemos minimamente a fazer o seguro psíquico para preservar nossa tranquilidade e saúde emocional, qualquer estímulo estressante nos invade; preocupamo-nos em ter empresas sustentáveis, mas não nos preocupamos com a mais complexa empresa, a única que não pode falir, a mente humana; somos conectados com o mundo pela internet e pelas redes sociais, mas não aprendemos a nos conectar conosco, sequer aprendemos a dar um choque de lucidez nos nossos fantasmas emocionais, como medos, timidez, ansiedade, tendências à autopunição e à autocobrança.” Pg. 175

“A durabilidade e qualidade do amor dependem do quanto estamos dispostos a mapear nossas falhas e reescrevê-las. O
amor inteligente exige coragem para corrigir rotas e humildade para reconhecer erros. Sem esses elementos a falência emocional bate às portas.” Pg. 177
DanielBrandt 18/12/2018minha estante
Com esses retalhos do livro, que pressuponho devem ter sido as melhores partes do livro para você, e os comentários acima, decidi por não ler o livro. Realmente me parece que existe um endeusamento desnecessário do gênero feminino, como propõem dois outros comentários; além de que as partes mostradas acima são bem retóricas partindo dos ideais do bom, inteligente e saudável, sem, no entanto propor soluções para os problemas retóricos (baseados em que?) apresentados.




Gabriella 14/08/2016

As regras de ouro dos casais saudáveis
Esse livro serve para refletir sobre o seu comportamento se você está agregando valores de ouro para as pessoas a sua volta ou apenas coisas ruins. Apesar do livro ter o título '' regras de ouro dos casais saudáveis'' é um livro que o objetivo é compreender a sim mesmo e os outros, tanto ( namorados, esposos, filhos, pais, chefes e etc).
É um livro que apresenta a empatia ao ser humano porque nos dias de hoje é muito raro encontrar empatia nas pessoas. O mundo anda tão acelerado que as pessoas não conseguem mais perceber o outro com um olhar mais compreensível e acabam esquecendo que o outro é humano.
Achei o livro incrível e podemos tirar várias lições de aprendizado para o nosso dia- a dia e tornamos pessoas melhores. Termino com aquela velha frase: Quando tudo for pedra, atire a primeira flor. Pois é isso que o autor tenta passar através do livro.

comentários(0)comente



VilsonLima 27/07/2016

Estilo Augusto Cury
Acredito que a intenção do autor com este livro não foi de nos apresentar 10 regras para a boa convivência de um casal, como o titulo deixa a entender. ate mesmo porque as 10 regras são coisas bem obvias e que todo livro voltado pra este tema sempre fala.

Conhecendo as outras obras do Augusto Cury já era de se esperar que ele seguisse a mesma linha neste.ele nos da explicações longas (e chatas, as vezes) de como a nossa mente funciona, e só depois vamos entender a importância destas explicações, em cada exemplo que vai sendo apresentado.
Ao ler este livro tive o entendimento de que o autor quis nos mostra como a mente dos casais trabalham e funcionam em varias situações do cotidiano, nos ajudando assim a entender oque nos motiva a ter certos tipos de atitude em um relacionamento. atitudes que as vezes acabam sendo agressivas e irracionais!
Thiago021203 17/12/2018minha estante
A questão é que nos livros de Augusto Cury contém conteúdos explicados profundamente ou seja ,deve ter bastante paciência para absorvê-los e entendermos a mensagem dos seus livros.Este fato tem uma razão: ele é escritor,cientista ,psicólogo e psiquiatra,cara com uma imensa sabedoria e perspicácia.Talvez é por isso que em alguns momentos desse livro ele desfoca do tema,que é a melhora do e amoroso .O fenômeno RAM(citado no primeiro capítulo deste livro) também é abordado no outro livro dele "Nunca Desista dos Seus Sonhos"




Natalia.Goncalves 22/04/2016

Não recomendo
Pode-se tirar maior proveito lendo a sinopse o título para saber as tais 10 regras de ouro. O autor cita aquilo que considera ser importante para um relacionamento sem contudo ser um relacionamento amoroso (como sugere o título), mas como relacionamentos em sociedade. Contudo , o livro é pobre em exemplos e as supostas formas de superar determinado obstáculo está sempre descrito em outra obra do autor. Em muitos momentos a sensação de auto promoção é tanta que incomoda.
comentários(0)comente



guilhermesommer 15/04/2016

Perdi meu tempo
Esse livro é muito ruim. Muito, muito ruim.

O autor parece que só quer se promover falando de suas obras e de suas palestras internacionais.

Sem contar que possui uma pegada extremamente feminista. Ele sempre arranja uma maneira de pintar os homens como carrascos e as mulheres como vítimas (estou falando apenas no âmbito emocional e relacional). Como se mulheres não fizessem nada de errado num relacionamento. Não tenho nada contra, mas não foi pra isso que comprei o livro. Afinal, achei que o livro era sobre casais, independente do gênero.

Não recomendo e, baseado nesta experiência, não pretendo ler mais nenhum livro do autor.
gusbratagavo 05/06/2017minha estante
Concordo sobre a questão de gênero.

No livro, ele chega a dizer que as mulheres são as estrelas do céu, enquanto coloca os homens como seres rudes, grotescos e agressivos. Minha esposa, inclusive, mencionou que isso parecia conversa pra levar mulheres pra cama.

Por outro lado, me ajudou muito com questões pessoais de trato relacional. Ciúme, culpa, insegurança. Tudo isso me parece bem retratado no livro.

Acredito que com a ressalva do exagero com que ele trata homens (malvados) e mulheres (deusas perfeitas), o livro mereça 3 estrelas.

Mas, com certeza, não irei atrás de mais livros do autor.




11 encontrados | exibindo 1 a 11