A Última Vítima

A Última Vítima Tess Gerritsen




Resenhas - A Última Vítima


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Ronaldo 19/11/2014

Após tantas opiniões negativas nos comentários da Amazon eu fiquei meio de pé atrás com esse livro. Acreditei que a série começou a desandar, como é comum acontecer, porém me surpreendi. Primeiro, porque disseram que o livro quase não tinha conteúdo. Havia muitas folhas em branco somente para preencher espaço. O que não procede, pois o volume tem 367 páginas com fonte de média para pequena e sem páginas em branco. E depois, porque acharam a trama boba, infantil e que muito se falou sobre a crise no casamento dos pais de Rizzoli. E também discordei de tudo isso. Mas vamos lá.
Resenha completa no blog Porque Livro Nunca Enguiça:
http://porquelivronuncaenguica.blogspot.com.br/2014_11_01_archive.html
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Larissa 28/03/2020

Suspense até o final!!! Vale a pena ler!!!
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Thaís Matt 20/04/2020

Depois do assassinato de quatro pessoas da mesma família - mãe, pai e duas filhas, a detetive Rizzoli descobre que o casal tinha mais um filho, Teddy, adotado depois que seus pais biológicos foram assassinados dois anos antes, e que mais uma vez, sobreviveu à chacina.
Começa então a investigação para descobrir quem é o assassino e porque estão perseguindo Teddy.
E também, o que esse assassinato tem em comum com mais dois outros com as mesmas características: pais biológicos assassinados, crianças encaminhadas para adoção, pais adotivos assassinados - e mais uma vez só as crianças sobrevivem!
Ótima leitura e com uma boa reviravolta nas páginas finais do livro.
Kelly Brandão 20/04/2020minha estante
Esse livro é independente ou segue uma sequência?


Thaís Matt 20/04/2020minha estante
Boa noite Kelly.
O livro faz parte de uma série. Esse é o 10° livro da série.
A "história principal", os assassinatos e o desenrolar da investigação começam e terminam nesse volume.
As interações entre as personagens várias vezes retomam coisas que aconteceram em outros volumes, mas não impedem que você entenda a história como um todo.




Lys Coimbra 25/02/2015

Emocionante e surpreendente
Encerrada a leitura dos 10 livros da série lançados no Brasil (espero ansiosamente pelo lançamento de "die again"!), posso dizer que um dos ingredientes que tornam tão prazerosa a leitura desses livros é a capacidade da autora de não se repetir e de ser imprevisível.
Para mim, cada livro foi um deleite.
Super recomendo!
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@pelamente.psique 19/06/2020

Resenha (Livro) - A Última Vítima - Tess Gerritsen
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Conheci os livros da Tess através de um amigo que tem essa autora como sua preferida e me apaixonei pelo trabalhos dela depois de ler o livro ?O Cirurgião?. Essa é a décima obra referente a série Rizzoli e Isles e, diferente de algumas séries policiais, não aconselho a leitura fora de ordem dos livros da Tess.. ao longo do livro há varias referências sobre as histórias anteriores e se você não leu, fica um pouco perdido (meu caso).
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??Série Rizzoli e Isles
?A Ultima Vítima
??Tess Gerritsen
??Editora: Editorial Record
?Suspense / Policial
??368 páginas
?LC Jun/2019
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O livro já começa bem tenso nos apresentando a história de Tedd Clock, ele sobrevive ao massacre de sua família adotiva, mas sem demora, Jane Rizzoli, a detetive do caso, descobre que esta não é a primeira vez que o jovem sobrevive a uma tragedia: sua família biológica também foi assassinada.
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Enquanto as investigações avançam, Jane decide levar Tedd para a escola Evensong, uma escola especial e completamente ?escondida? em alguma floresta escondida no Maine que abriga crianças com históricos semelhantes que perderam suas famílias de forma violenta.
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Will e Claire são outros dois jovens da escola Evensong marcados pela violência e Rizzoli e Isles, a patologista parceira da detetive, começam a desconfiar das coincidências entre as três histórias e a provável ligação entre elas, mas tudo se torna ainda mais tenso quando mortes começam a acontecer.
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Os livros da Tess são sempre envolventes, com histórias inteligentes, sem pontas soltas que vai nos deixando mais tensos a cada capítulo. Algo que acho um pouco desnecessário nos livros da Tess é a grande descrição anatômica de suas vítimas, uma riqueza de detalhes que a herança de sua profissão médica permite, mas as vezes é macabra demais para um livro. Neste nem foi tanto o caso, muito mais maduros que os que li anteriormente.
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Um thriller apavorante, apaixonante e surpreendente. Quem já leu?
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Nota: 4/5
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EduardaMedeiros 06/10/2014

Caso difícil de desvendar, com reviravoltas e relacionamentos sendo explorados como nunca. Porém outros ainda esperam por outros livros para serem concretizados. Tess Gerritsen sendo Tess Gerritsen, como sempre.
Beth 25/10/2014minha estante
Estou com dificuldades na leitura: não foi feita revisão, os erros são grotescos e grosseiros. A Record deveria ser punida por essa falta de respeito para com os consumidores/leitores.


EduardaMedeiros 27/10/2014minha estante
Concordo com você, Beth. A Record chegou até a trocar o nome da Jane pelo da Maura em algum ponto. A editora deveria revisar melhor os livros.


Rglorenzi 03/11/2014minha estante
Já cansei de enviar revisões à Record, até me brindaram com um livro que nunca recebi.


Saulo 16/11/2014minha estante
a record sendo a record
pior editora em tipos de folha e letra
Intrínseca dá de mil a zero


Renata 28/12/2014minha estante
Gostei muito do livro mas os erros da Record são absurdos, trocar o nome da Jane pelo da Maura, erros de português grosseiros me deixaram horrorizada.
E não é a primeira vez q vi isso, em Desaparecidas Tess fez um trocadilho com a Jane e a Jane Doe q era uma das desaparecidas mas na tradução livre da Record isso se perdeu.
Uma pena.




Egídio Pizarro 03/12/2014

Decepcionante
Depois de ter lido "O jardim de ossos" e, principalmente, "O cirurgião", fica difícil de acreditar que esse livro foi escrito pela mesma autora. Achei mirabolante demais e quase parei de ler quando ela resolve envolver etês na história (para tirá-los de cena logo depois sem convencer ninguém). O fim tem tanta reviravolta que eu fiquei até tonto.

"Decepção" é a palavra que me resume esse livro.
Marina 26/02/2015minha estante
Sinceramente não gostei do livro, enrolou muito a história enchendo linguiça, pareceu que a autora
se perdeu no meio do livro e ficou uma leitura chata. muito complicado. Não gostei.


Silvinho 02/06/2017minha estante
Verdade Egídio, fica difícil de acreditar que esse livro foi escrito pela mesma autora.




Luiz Carlos 05/01/2021

Mais um ótimo suspense
Já virei fã da obra da autora e essa obra só reforçou o sentimento, quase concluindo a maratona da série "Rizzoli & Isles" e já estou com saudade. Personagens fortes e com seus problemas pessoais que se entrelaçam com investigações, algumas reviravoltas e finda por ser uma obra gostosa de ler.
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João 17/12/2015

Depois de ter se decepcionado com A Garota Silenciosa iniciei a leitura desse livro com um pé atrás,mesmo sendo fã da Tess Gerritsen.Mas me equivoquei,o livro é tudo de bom,Tess continua com a mesma escrita ágil e interessante que me conquistou desde o primeiro livro que li dela.
Leitura excelente!
Renata 24/01/2016minha estante
"A garota silenciosa" é meio fraco mesmo... :/




Mariana 20/02/2020

Tess sendo Tess
Muito suspense, reviravoltas, personagens marcantes e detalhes.
Impossível parar de ler!
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Jbacl 06/05/2020

Apenas bom.
Achei essa trama um pouco lenta e menos empolgante do que as passadas. No geral , bom livro e final com uma interessante série de eventos .
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Fátima Lopes 04/01/2015

A trama não é das melhores da série, alguns trechos são confusos e mal alinhavados.
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fgrein 01/06/2015

Normalzinho
É um livro pra quem já acompanha a série. Durante o tempo todo há citações dos livros passados e de coisas que aconteceram naqueles livros.
Com relação à história, não é das melhores da Tess, mas pra quem já acompanhou os outros 9 ou 10 livros da série Rizzoli, vale a leitura, que é leve e rápida.
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Caverna 20/06/2015

Três crianças distintas. As famílias biológicas delas mortas. Dois anos depois, as famílias adotivas também são executadas. Três massacres que vão manter a polícia ocupada e repleta de dúvidas.

Houve uma chacina na casa da família adotiva de Teddy Clock. Todos morreram (pai, mãe e as três irmãs), exceto o garoto que conseguiu se refugiar na casa da vizinha. O caso inteiro é um mistério; não há digitais, e apenas um suspeito, o namorado da empregada que já tem sido procurado por roubo. Jane Rizzoli, a detetive convocada para a investigação, logo se choca ao chegar à cena de crime. Só em pensar que uma daquelas garotinhas poderia ser sua filha no lugar, o coração doía. E já que ela era uma das únicas profissionais no local que tinha filho, Jane é encarregada de conversar com o garoto, que até então não soltou nem uma palavra sequer. E Jane descobre o quão assustado Teddy está, com medo de que mais alguém se machuque, pois todos ao seu redor sempre acabam morrendo, e nunca iam parar até conseguir encontrá-lo.

Maura Isles, a patologista, aproveita suas férias para se afastar da confusão que se formou em cima do caso, indo para Evensong, o colégio interno onde Julian, seu filho de consideração, estava estudando. Lá, ela se depara com coisas mais peculiares ainda; aquele não é apenas um colégio interno, e sim um colégio onde todos os alunos e professores perderam alguém. Seja pai, mãe, irmão, qualquer parente próximo que os tenham afetado diretamente. E, além disso, as matérias ensinadas são muito mais avançadas do que o normal. Aos 16 anos, Julian tem aulas de arco e flecha para aprender a se defender, aulas sobre plantas venenosas para poder se proteger, e até mesmo faz parte do clube dos Jackals, que são como cientistas, fazendo pesquisas acirradas. Pareciam lições precipitadas para meras crianças. E mesmo quando teve conversas particulares com os responsáveis pelo lugar, ela continuou com a pulga atrás da orelha. Afinal, será que era uma boa escolha mesmo mantê-los tão longe da sociedade, cercados por portões sem escapatória, interagindo só com pessoas na mesma situação, apenas para aprenderem a lidar com a dor?

E é também em Evensong onde se encontram Claire Ward e Will Yablonski, os dois outros casos semelhantes ao de Teddy. Claire tem 13 anos e foi atingida no crânio por um tiro no dia da morte dos pais biológicos. Isso a deixou com consequências para o resto da vida; Claire continua aparentemente uma garota normal, apesar da cicatriz, mas seus hábitos noturnos mudaram, ela consegue dormir só 4 horas por dia, e também fala qualquer coisa que venha à mente, sem ponderar antes de dizer. Já Will tem 14 anos e é apaixonado por astronomia, seguindo os passos do pai biológico que trabalhava na NASA. E foi justamente por estar observando os cometas do lado de fora da casa que ele escapou da explosão que matou seus tios, que estavam com a guarda dele. Tanto Claire quanto Will são novos em Evensong, ainda se adaptando ao local, mas aqueles aspectos em comum entre as três crianças incomodaram Maura e Jane, mesmo que os três venham de cidades diferentes e que não tenham nenhuma relação entre si. E numa busca desenfreada, Jane vai atrás de informações a respeito das famílias, enquanto Maura se encabe de proteger as crianças, ao mesmo que eventos inusitados passam a acontecer.

Com 384 páginas, A Última Vítima é uma história que tende a parecer mais longa do que realmente é, de tantos palpites que despontam durante todo o decorrer. Esse fator não é algo negativo, já que os diálogos são bem construídos, as cenas sem tantos detalhes espalhafatosos e desnecessários, o que faz com que a leitura te prenda e você acompanhe a trajetória de pensamentos dos personagens com calma. Não é uma obra recheada de ação, isso é verdade, mas quando a ação aparece, é pra valer. É como estar numa montanha russa, onde o começo é tranquilo, e de repente você está lá em cima, sem nem saber como foi parar lá, despencando com tudo e esquecendo de levar a alma junto. Uma hora estamos caminhando na floresta, e de repente alguém surge morto. E por aí vai. E outro detalhe que adorei é como não é nos dado nem uma pontinha de um possível assassino. Lógico, tem o namorado da vizinha, mas isso já nos é dado de mão aberta. Por isso elas passam tanto tempo encucadas, já que pra elas parece tão claro haver uma ligação entre as crianças, mas a ausência de um único suspeito sequer é intrigante.

Como o pai de Will trabalhava na NASA, os colegas dele chegam a afirmar que ele descobriu a existência de extraterrestres. E gente, eles retrataram esse assunto de forma tão delicada, que eu inclusive cheguei a acreditar. Uai, porque não? As duas crianças foram salvas por uma mulher misteriosa que depois desaparecera. Pra mim parecia uma hipótese boa, e até fiquei empolgada, porque mesmo sendo uma obra policial, e não sobrenatural, aquela resposta se encaixaria super bem. Maas, né... Não vou ficar soltando spoilers kkk O livro destaca bastante também resoluções patológicas, como por exemplo nas necropsias. Os alunos da patologista são loucos por perícia criminal, e vivem pedindo pra que ela conte mais sobre o trabalho, mas o interessante é que o livro mostra exatamente o outro lado da perícia, o qual deixamos de lado, o qual esquecemos e colocamos a magia no primeiro lugar. Ele mostra como nem tudo são flores, como é triste ver aqueles corpos, uma família inteira morta, como aquela realidade machuca. Esse foi realmente um ponto positivo, porque é raro ver as pessoas apontando a dor que vão ter de enfrentar nessa profissão, que não é apenas reconhecer os sinais e acabou. Vai muito além disso. Mexe com o emocional da pessoa.

Quanto ao final, é por ele que não dei nota máxima. Porque alguns autores tem a mania de desenvolver o livro de forma magnífica, pra chegar no final e resolverem correr com o término? Talvez eles gastem tanto tempo preparando todo o desenrolar que pro final o que eles mais querem é que acabe logo pra jogar pro ar. Mas eu achei que o final devia ser algo merecido também, e não foi o caso. Aconteceu tudo muito, muito rápido, foi uma enxurrada de revelações que te fazem ficar perdido e se perguntar como diabos chegaram naquelas conclusões. Muitas partes ficaram confusas, sem uma explicação concreta, várias pontas soltas, então o desfecho realmente deixou a desejar. É uma pena, porque todo o resto é maravilhoso, e se for considerar essa parte, eu super recomendo a leitura. É ágil, engenhosa, e aborda o assunto com foco e maestria.


site: http://caverna-literaria.blogspot.com.br/2015/06/desafio-de-genero-suspense-ultima-vitima.html
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Rosangela.Chaves 03/02/2021

Esconda-se se conseguir, lute se precisar e corra, se puder.
Não confie em ninguém, não deixe nada para trás e desconfie de toda e qualquer sombra, sobreviventes são aqueles que sabem a hora de fugir e quando a morte bate a porta é melhor não atender.
Um livro de suspense policial da primeira à última página e quando você pensa que acabou, uma reviravolta nos faz repensar as pistas que não vimos (eu, pelo menos não vi) no início da narrativa.
Tess Gerritsen consegue manter o leitor agarrado sem querer largar antes da derradeira linha. Mas há mais que a questão policial, os protagonistas tem uma vida fora do trabalho, os percalços e as escolhas são importantes também, pois moldaram (e moldam) a psique dessas pessoas.
Outro ponto que gosto nos livros dessa autora é o fato de retratar as mulheres fortes, com suas delicadezas e corações apaixonados, donas de sua vida e vontade. Termino um já querendo outro.
Pedrinho 03/02/2021minha estante
Obrigado pela indicação... ótima resenha, livro adicionado com sucesso na prateleira


Rosangela.Chaves 03/02/2021minha estante
Obrigada. Mas o primeiro da série Rizzoli e Isles é O cirurgião.


Pedrinho 03/02/2021minha estante
Humm legal, obrigado




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