A Formatura

A Formatura Joelle Charbonneau




Resenhas - A Formatura


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Gleiciane.Aline 28/04/2021

A formatura
Eu esperava mais desse livro. Depois de tudo o que lemos no primeiro e no segundo livro, eu esperava encontrar mais respostas nesse. Acredito que muita coisa ficou em aberto, principalmente a questão da Presidente, da real intenção dela. Odiei o fim de Zeen, depois de tudo, ele tinha que ter tido um outro final. Achei que ficou muito em aberto as intenções do Enzo também. Ninguém sabe se ele foi escutar para ajudar ou para usar a seu favor, queria que fosse algo mais explícito. Apesar disso, a trilogia é boa, mas acredito que seja para pessoas mais novas, adolescentes, porque eu tenho certeza de que se lesse esse livro mais nova, acharia perfeito. Enfim, é bom, mas tem falhas rsrsrs
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Giovana.West 13/05/2020

De tirar o fôlego.
Muito mais surpreende do que eu imaginei, sem duvida, tirando um ponto que já abordei, sobre voltar sempre no que já foi explicado, é um ótimo livro, chorei um pouco, não queria que tivesse acontecido algumas coisas com certos personagens, uma pena, mas ele é maravilhoso tem uma escrita leve e fácil de entender.
Recomendo.
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Mônica 26/06/2015

A Formatura
Avaliando a trilogia toda, gostei da história. Meio que lembrou Jogos Vorazes.
Porém achei que o final deveria ser melhor explicado.
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Luana.Cristina 15/09/2020

Trilogia Incrivel!
Simplesmente incrível! Amei de mais esse ultimo livro! A história, toda a trama foi incrível e cativante, me arrisco até a dizer que foi o mais cativante de todos. Amei muito o primeiro também, e esse, da trilogia, acredito que esses dois são os meus favoritos.
Acho que é uma distopia que vale muito apena ler! Ainda mais se você curte. Lembra um pouco de Jogos Vorazes, principalmente no primeiro livro, e também é possível a gente se identificar muito com alguns detalhes, por exemplo o processo de provas deles, parece bastante com o vestibular que temos.
Mas em resumo, esse livro foi incrível, eu amei! Acho que vale muito a pena ler! Menos as universidades, elas não podem ler não! Vai que elas curtem a ideia! Ha ha!
Me prendi bastante com os personagens, aprendi varias coisas legais, desconfiei de todo mundo em quanto a Cia não... Mas valeu muito apena! E fico muito feliz de ter concluído essa leitura!
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Larissa 28/06/2020

Divagou DEMAIS
As primeiras 60 páginas foi ela decidindo se confiava ou não em certas pessoas, lá pela página 100 que foi acontecer alguma coisa, duas páginas de ação e depois mais 50 dela decidindo o que ia fazer e se confiava em tal pessoa.

O livro é basicamente isso, ela pensamento muito no que fazer e pouco tempo realmente fazendo.

Por ser o último livro da série foi bem ruim, se você pegasse só as partes de ação do livro ele teria 100 páginas (e olhe lá!!!!!)
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Gabi 08/09/2020

Confesso que fiquei um pouco desapontada com o encerramento dessa trilogia, não que o último livro seja ruim, mas ele deixa a desejar. Diferente de alguns comentários que vi, gostei da parte de formação do plano (parece que as pessoas acham que se faz distopia só com cena de ação e não prestam atenção nas lições que a história quer passar) e gostei de sua execução também, foi só mais perto do final que as coisas deixaram de funcionar pra mim. As explicações que recebemos de dois personagens não me convenceram e fiquei esperando que alguma coisa me provasse que aquele fim era o melhor pra sociedade e bem, isso não aconteceu. Além disso, o final não me agradou muito. O primeiro livro segue sendo o melhor na minha opinião, esse também é bom, mas pra mim ficou faltando alguma coisa.
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Juh Estrela 12/08/2020

MUITO BEM ESCRITO
A autora desenvolve a história por completo, fechando cada ponto que começou. Eu amei o desenrolar e a maneira como ela escreveu. Foi uma leitura que amei realizar!
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Parceira Do Az 26/07/2020

Copycat...
Deus, que decepção! Minha experiência com esse livro foi como uma montanha russa. No primeiro livro foi uma subida muito boa, um bom desenvolvimento e um bom final que prometia muito.
Mas como tudo o que sobe desce, o segundo livro foi tedioso, com algumas cenas de ação legais no começo mas depois só enrolação e partes desnecessárias mas com um final que ajudou a salva-lo.

Agora esse terceiro livro foi triste de ruim! Do começo ao fim. Acho que foi um acúmulo de coisas mal desenvolvidas e muito, mas MUITA enrolação com narrações e detalhamentos do dia a dia da protagonista que não acrescentou nadica no livro, apenas o famoso encher salsicha. A autora teve um plot incrível no primeiro livro que poderia ter sido muito melhor aproveitado, alguns personagens que eram realmente cativantes mas que ela não soube desenvolver nem um pouco. O final foi apenas uma explicação ruim e mais enrolação como todo o livro foi. O livro teria sido muito mais rico se tivesse mais pontos de vistas alem da protagonista.

Sinceramente tudo o que sinto por essa trilogia é sinto-muito-por-ter-perdido-meu-tempo. Foi uma imitação de jogos vorazes e divergente que não deu certo.
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Mai_peereira 12/10/2020

Terceiro livro
Considero uma trilogia boa, porém me confundi em alguns momentos devido o assunto política ser bastante apresentado.
Gostei do desfecho e as perguntas foram respondidas.
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Lilly 22/06/2020

Cheguei ao fim dessa série e continuo com o mesmo questionamento do primeiro livro: por que não a li antes? Vi algumas semelhanças com jogos vorazes em uma ideia nova e, como amante de distopias, achei sensacional. O plot final desse livro é insano e me deixou acordada até que terminasse. Recomendo muito!
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AndyinhA 07/02/2015

Trecho de resenha do blog MON PETIT POISON

Lembram da máxima da distopia? Livro 3 – menina vira símbolo da revolução, ataques/reviravolta e as respostas de porque a tal Sociedade age assim e fim.

Esse livro foi bem diferente dos outros, mais passional, esquecendo bastante da distopia e se concentrando nos pensamentos e ações que Cia precisa tomar e em quem ela pode ou não confiar. Confesso que isso me deixou um pouco chateada, esperava mais distopia e explicações mais aprofundadas sobre o governo de Tosu City e o desenrolar sobre os Sete Estágios da Guerra. Mas isso ficou bem a desejar.

Nos primeiros 10 capítulos do livro, a autora esqueceu que a personagem está em aula – ok, que ela tem de salvar o mundo, mas as divagações da personagem são tantas e tão extensas que eu me perguntei se eles estavam de férias ou algum feriado porque ela nunca mais menciona ir às aulas ou o tal estágio que ela fazia. Essa volta só aconteceu quase na metade do livro...é muito tempo para ficar divagando. Me senti lendo um diário de alguém contando tudo que teve de passar para chegar aos finalmente.

Para saber mais, acesse:

site: http://www.monpetitpoison.com/2015/01/poison-books-formatura-joelle.html
Lidia 23/05/2019minha estante
O começo do livro é o pior. Nossa. Quase que não consigo ler.




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Lucianoasantos 10/03/2015

Excelente desfecho de trilogia
Não são todos os dias que se termina uma série. Para ser sincero, confesso que gosto mais de começá-las que de terminá-las.

Ler séries demanda tempo, dedicação, e muita paciência com o autor quando ele toma um rumo que nos desagrada. E, o mais importante, fortes relações entre leitor e personagens. Como abandonar um personagem que acompanhamos por tanto tempo? Eu vi Harry entrar em Hogwarts, todo bobinho morando com os piores tios trouxas da terra da rainha, foi doído olhar para ele sete anos depois – na cronologia da série – e dizer adeus. Sinto um pouco disso com toda série que termino. É o que estou sentindo agora terminando “A Formatura”.

Como disse na resenha do primeiro livro da trilogia, no mundo de “O Teste”, trilogia da autora Joelle Charbonneau, “os personagens estão inseridos em um mundo, o nosso, em um futuro onde uma série de guerras com uso de armas químicas, biológicas, atômicas e o quanto mais que se puder imaginar tiveram curso, que levaram a um esgotamento da capacidade de regeneração do planeta, e, claro, à extinção ou mutação de formas de vidas animais e vegetais”.

“A sociedade que emergiu após o sétimo estágio se reagrupou em torno de um sistema que evidencia a figura do líder, uma vez que atribuem à fraca liderança das potências mundiais quando do colapso, em especial a americana, a principal razão para que a guerra não fosse terminada mais cedo.”

De cara gostei do elemento “respeito ao líder”. Em distopias, geralmente temos o “temor ao líder”. No mundo do Teste, a “Comunidade Unida”, o líder é alguém respeitado por ser formatado de tal maneira que seja alguém pronto à responder com energia a todo e qualquer empecilho que se colocar frente ao desenvolvimento social e bem-estar da população. Suas atitudes não são personalistas, ele não quer um trono, longe disso, visa um bem maior. E, ainda, não é temido por determinar massacres e boicotes. Apesar de terem recursos bastante limitados à disposição, há o entendimento de que a sociedade faz o que é necessário para se reerguer, e com o que se tem disponível no momento.

A estrutura social tem cara de maquinário de relógio, com cada um sendo parte da engrenagem que permite o bom funcionamento da comunidade como um todo, sendo os líderes aquelas pessoas que foram aprovados n’O Teste e conseguiram se graduar na Universidade.

O Teste é quase que um personagem do livro. O foco na educação tanto como formadora de lideranças capazes como quanto esperança de um futuro melhor é algo bem trabalhado,mas que não deixa de acrescentar à sociedade uma camada de ingenuidade, na forma de uma confiança cega que a aproxima das demais sociedades distópicas. O fato de que, a cada ano, candidatos de cada colônia são escolhidos para concorrerem a uma vaga na universidade tem pra mim um significado duplo, que depende do tipo de governo no poder: se ele é sincero e age realmente em prol do povo, escolher os melhores alunos de cada colônia faz com que sejam maiores as chances de que sejam aprovados n’O Teste os efetivamente mais capazes, que por fim se tornarão os líderes mais aptos. Se não, se pensam apenas em continuar como classe dominante, retirar dessas colônias suas mentes mais brilhantes é apenas condená-las ao julgo da capital, calando vozes que poderiam se tornar opositoras.

E, em distopia, você tem de ler para tirar a prova.

Cia é uma das selecionadas para o Teste. Gostei dela. Ela pensa, não apenas morre de amores por alguém. Ela tem sangue nos olhos e coração mole. Questiona. Se sente insegura, mas acata ao que tem de fazer. Ela evolui muito durante os três livros, mas o que me faz admirá-la ainda mais é que em nenhum momento ela se torna dona de uma força ou caráter sobrenatural. Ela segue a mesma menina com as raízes entranhadas na distante colônia de Cinco Lagos, que sente falta da família, e se pergunta se tudo um dia terminará bem.

Não vou falar sobre o enredo desse último livro, mas a autora teve que dar uma boa mexida para fazer o final acontecer. Achei bem diferente dos recursos que ela utilizou nos dois primeiros livros mas serviu para dar uma refrigerada na narrativa, que vinha ficando perigosamente linear. E o melhor de tudo é que as coisas não demoram a acontecer. O livro começa do ponto onde o “Estudo Independente” terminou, e ela, Joelle Charbonneau, ganhou comigo um ponto positivo enorme com isso: não precisei de uma ou duas páginas para me situar na história ou me aclimatar ao mundo de Cia novamente; pelo contrário, foi algo automático, e poucos autores conseguem isso.

Ela, a autora, já tinha se mostrado bastante inteligente ao jogar com o leitor no quesito “em quem Cia pode confiar”, lembrando-nos a todo momento de um conselho dado à Cia pelo pai dela pouco antes de ela deixar Cinco Lagos, mas aqui isso toma proporções gigantescas, e os cenários possíveis vão sendo validados até as páginas finais do livro. Não fica claro para o leitor durante o livro quem é o bom e quem é o ruim. Arrisco até a dizer que muitos leitores vão levar um tempo para definir o que acham quanto à isso após a leitura.

Gostei bastante do livro, assim como de toda a trilogia. A autora cuidou para dar respostas sobre o destino de cada personagem, mas as palavras finais do livro, “E ainda há muito por fazer”, me soaram como uma promessa. Não sou eu quem vai reclamar.

site: http://www.pontolivro.com/2014/11/a-formatura-o-teste-livro-3-de-joelle.html
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Taciane 26/02/2020

Um final surpreendente
O final de uma trilogia que prende o leitor, cheio de reviravoltas e supresas, com muita ação.
Mesmo com o fim da leitura fiquei curiosa referente alguns assuntos não explicados direito.
Recomendo a leitura dessa mistura de Jogos Vorazes e Divergente com a própria história envolvente.
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